ICFUT – DAS ANTIGAS : Pequena Taça Do Mundo (Venezuela) – 1953/54

Fonte: Portal Uol

A Pequena Taça do Mundo de 1954 foi a terceira edição do torneio a ser realizada e foi disputada entre os meses de julho e agosto de 1953, mas é referente ao ano de 1954, como fica evidente nos fatos de já ter sido disputado uma edição do campeonato em 1953 (vencida pelo clube colombiano Millonarios) e de não ter sido disputada no ano seguinte, o único ano em que não foi disputada (porque já o havia sido no ano anterior). Com a condição de campeão nacional (já que o Rio-São Paulo, ganho pelo clube em 1953, era o campeonato mais importante do país à época e que reunia os melhores times nacionais, dando status ao vencedor), o Corinthians é convidado a participar do torneio. Considerado uma grande zebra pelos participantes, o alvinegro, pouco conhecido internacionalmente, provou que tinha uma das melhores equipes da época, ganhando o título com 100% de aproveitamento (6 vitórias em 6 jogos).

Participantes – 4

Anfitrião – Venezuela

Período – 11 de julho de 1953 – 2 de agosto de 1953

Gols – 40

Campeão – Corinthians

Vice-Campeão – Roma

Melhor Marcador – Luizinho (Corinthians)
(5 Gols)


Participantes:

Corinthians – Campeão Paulista de 1952 e campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1953

Barcelona – Campeão Espanhol de 1952 e 1953 e campeão da Copa Latina de 1952

Roma – Desconhecido

Caracas XI – Time anfitrião

Fórmula de disputa

Os 4 participantes jogaram em grupo único, todos contra todos, em turno e returno. O time que marcou mais pontos ao final do campeonato é declarado campeão.

Jogos: 6

Vitórias: 6

Empates: 0

Derrotas: 0

ICFUT – LIBERTADORES 2018 – GRUPO 1 : GRÊMIO (BRA) 4 x 0 MONAGAS (VEN)

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 4 x 0 MONAGAS – VEN

Local: Arena Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 04 de abril de 2018, quarta-feira
Horário: 19h15 (Brasília)
Árbitro: Carlos Orbe (EQU)
Assistentes: Luis Vera e Edwin Bravo (EQU)

GOLS: Jael, aos cinco minutos do 2ºT, Everton, aos 15 minutos do 2ºT, Luan, aos 41 minutos do 2ºT, e Cícero, aos 45 minutos do 2ºT (Grêmio)
Cartões amarelos: Cádiz (Monagas) e Kannemann (Grêmio)

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura (Alisson), Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon (Cícero), Arthur, Ramiro, Luan e Everton; Jael (Thonny Anderson).
Técnico: Renato Gaúcho

MONAGAS – VEN: Alain Baroja; Lucas Trejo, Joaquín Lencinas, Trejo e Óscar González; Dager Palacios (Christian Flores), Agnel Flores (Reyes) e Javier García; Carlos Suárez, Cádiz (Ismael Romero) e Luis González
Técnico: Jhonny Ferreira

ICFUT–ELIMINATÓRIAS COPA 2014

Fonte: gazetaesportiva

Com gols ‘brasileiros’, Chile passa pela Venezuela em Santiago

Santiago (Chile)

Diante de seu torcedor, o Chile fez valer o mando de campo e venceu por 3 a 0 a Venezuela, nesta sexta-feira, no Estádio Nacional, pelas Eliminatórias Sul-Americanas.O triunfo coloca a equipe em boa situação na luta por uma vaga na Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

Com o resultado, os chilenos chegaram a 24 pontos e assumiram a terceira posição, passando o Equador, que foi derrotado na rodada. Já os venezuelanos seguem com 16 e perderam a chance de pressionar o Uruguai na briga pela vaga na repescagem.

Os chilenos deixaram a vitória encaminhada no primeiro tempo através de jogadores que atuam no futebol brasileiro. O zagueiro Marcos González, do Flamengo, e o atacante Eduardo Vargas, do Grêmio, marcaram para os donos da casa. Nos minutos finais, Vidal fez o terceiro e deu números finais a partida.

Na próxima rodada, os chilenos, na zona de classifiação, estão de folga. A Venezuela, por sua vez, tenta se recuperar diante do Peru, na próxima terça-feira, em casa.


Fonte: gazetaesportiva

Colômbia bate Equador e iguala Argentina no topo das Eliminatórias

Barranquilla (Colômbia)

Com um gol de James Rodríguez no primeiro tempo, a Colômbia venceu por 1 a 0 o Equador, nesta sexta-feira, e se igualou à seleção da Argentina na liderança das Eliminatórias Sul-americanas. As duas seleções estão com 26 pontos em 13 jogos. Para se garantirem na Copa do Mundo de 2014 nesta rodada, ambas precisam torcer por uma combinação de resultados, mas já estão muito perto da classificação.

Atuando em casa, a Colômbia começou melhor a partida, mas sofria em busca do gol. A situação ficou boa quando o zagueiro Achilier foi expulso, ainda na etapa inicial. Os donos da casa fizeram o gol da vitória três minutos depois de estarem com um homem a mais. Na etapa final, os colombianos seguiram bem, mas não marcaram mais.

Na próxima rodada, a Colômbia vai encarar o Uruguai, em Montevidéu, na terça-feira. Já o Equador terá que enfrentar a altitude de La Paz contra a Bolívia.

Em outra partida, no duelo entre os lanternas, o Paraguai goleou a Bolívia por 4 a 0 em Assunção. Os gols dos paraguaios foram marcados por Fabbro, Santa Cruz, Ortíz e Raúl Gomez. Com o resultado, os donos da casa chegaram a 11 pontos, um a mais que o adversário. Em busca da recuperação, o Paraguai terá duelo complicado contra a Argentina, novamente em Assunção.

Sob forte chuva em Barranquilla, a Colômbia venceu o Equador por 1 a 0 e chegou à liderança das Eliminatórias

ICFUT – Copa América 2011 – Semi-Finais Venezuela x Paraguai

Folha de São Paulo

Semifinal inédita une venezuelanos na desforra à fama de fregueses no futebol

 

FLÁVIA MARREIRO
DE CARACAS

Na terra do beisebol, das misses e das novelas, Eduardo Bautista, 18, bate no peito: “Acabou isso de nos humilharem, de acharem que são três pontos garantidos. A Venezuela se faz respeitar”.
Com o amigo Daniel Castillo, 14, Eduardo buscava comprar ontem, no centro de Caracas, uma camisa da seleção venezuelana, “La Vinotinto”, que faz campanha histórica e disputa hoje uma inédita semifinal da Copa América contra o Paraguai.
É a partida mais importante da história do futebol no país, que jamais esteve em uma Copa do Mundo e cujos jogadores falam do sonho de estar no Brasil em 2014.
O tom de desforra dos garotos está por todos os lados: nas declarações dos jogadores e do polêmico treinador César Farias, 38, o mais jovem do torneio, e também na imprensa local, nem sempre em paz com a equipe.
Ressoa a mágoa de ser freguês frequente da “casta mundialista”, as seleções que já disputaram a Copa do Mundo, mas especialmente as piadas chilenas antes do duelo de domingo, vencido pela “Vinotinto” (2 a 1).
Um anunciante da equipe do Chile fez um spot afirmando que os venezuelanos só entendiam de novela.
“Estamos orgulhosos de sermos venezuelanos e demonstramos que não sabemos somente fazer novelas”, rebateu o goleiro titular da equipe, Renny Vega.
“Ouço nossos rivais dizerem: “Perdemos porque não jogamos bem. E nós? Continuam nos menosprezando”, disse o técnico venezuelano.
O jornal esportivo “Meridiano” considerou a pressão e as duas bolas da trave do Chile, mas reconheceu o desempenho da seleção.
“Dizer que a Venezuela foi superior não seria honesto, mas afirmar que os criollos fizeram melhor as coisas e foram mais contundentes é totalmente legítimo”, afirmou.
“Saímos em caravana no domingo, foi uma festa”, declarou o estudante Eduardo, que mora nos arredores da Grande Caracas.
Num bairro nobre da capital, picapes fecharam vias principais para a festa, enquanto o convalescente presidente Hugo Chávez, em Cuba para fazer quimioterapia, comemorava pelo Twitter.
Para hoje, o governo Chávez anunciou telões em parques e praças da cidade.
O inusual clima de união e alegria compartilhada na Venezuela, onde até o corredor da F-1 Pastor Maldonado, com patrocínio oficial, divide chavistas e antichavistas, fez um site humorístico do país lançar: “Cansados de futebol e união, políticos exigem que Chávez volte a ser assunto”.

Fonte: O Estado de São Paulo

Farías tenta colocar Vinotinto na 1ª decisão

Paulo Galdieri – O Estado de S.Paulo

BUENOS AIRES

O famoso grito de “sí, se puede”, entoado geralmente pelas seleções sul-americanas com menor poder de fogo, por décadas não foi nem sequer sussurrado pelos venezuelanos. Mas desde que o técnico Cesar Farías assumiu o comando da Vinotinto, o coro que antes era só otimista está cada vez mais verdadeiro.

O treinador de apenas 38 anos – e que tem pinta e idade mais para ser um jogador veterano do que um comandante de uma seleção nacional – já é quem tem os melhores resultados com o time em toda a sua história.

Farías assumiu o cargo em 2007. Até hoje, foram 50 jogos sob seu comando. Nesse período, tornou-se o único que tem mais vitórias do que empates ou derrotas. Foram 18 triunfos e 16 derrotas. O aproveitamento do time com ele é de 46,6%.

Hoje, a 51.ª partida dele como treinador da Venezuela, é sem dúvida, a mais importante. Na semifinal contra o Paraguai, às 21h45, tentará levar a sua seleção pela primeira vez a uma final.

Para Farías, ser o artífice de uma façanha não é exatamente um problema, nem sequer é inédito. Foi com ele no banco que a Venezuela venceu o Brasil pela primeira vez, em um amistoso em 2009, em Boston, nos EUA.

O placar de 2 a 0 no time então dirigido por Dunga causou comoção no país – aquela também fora a primeira vez que os venezuelanos saíram de campo sem levar nenhum gol dos brasileiros.

Veja como foi o jogo na 1º fase entre as duas seleções !

No mesmo ano, ele foi o responsável por levar a Venezuela a disputar seu primeiro Mundial em qualquer categoria, o sub-20 disputado no Egito. De quebra, revelou o atacante Salomón Rondón, destaque desta edição da Copa América.

O treinador chegou ao comando da seleção principal com apenas cinco anos de carreira, que começou em 2002, como técnico do modesto Trujillanos.

A missão de Farías com a seleção era dar continuidade à revolução no futebol venezuelano, iniciada no começo do século 21, sob o comando do técnico argentino Luis Omar Pastoriza e que teve sequência nas mãos de Richard Páez.

A chegada da Venezuela à semifinal já é um feito histórico. Até esta edição, um 5.º lugar erasua melhor colocação – e, mesmo assim, com importância relativa, já que aquela edição, no Uruguai, teve seis participantes.

FICHA TÉCNICA
PARAGUAI X VENEZUELA

Local: Estádio Mundialista Mendoza, em Mendoza (Argentina)
Data: 20 de julho de 2011 (Quarta-feira)
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Chacón (México)
Assistentes: Leonel Leal (Costa Rica) e Humberto Clavijo (Colômbia)

PARAGUAI: Justo Villar; Ivan Píris, Darío Verón, Paulo Da Silva e Marecos; Vera, Christian Riveros, Victor Cáceres e Estigarribia; Lucas Barrios (Haedo Valdez) e Roque Santa Cruz
Técnico: Gerardo Martino

VENEZUELA: Renny Vega; Roberto Rosales, Perozo, Vizcarrondo e Gabriel Cichero; Franklin Lucena, Luis Seijas (Giacomo Di Giorgi), César González e Juan Arango; Maldonado e Nicolás Fedor
Técnico: César Farías