PLACAR ICFUT – COPA DO BRASIL – BRASILEIRÃO SÉRIE B – COPA SULAMERICANA 2014

Copa do Brasil 2014 (Oitavas de final – jogo de ida)
Vasco 1 x 1 ABC

Campeonato Brasileiro Série B 2014 (19ª rodada)
Boa Esporte 2 x 0 Icasa


Vila Nova 1 x 2 Portuguesa

Copa Sul-Americana 2014 (Primeira fase – jogos de volta)
San José-BOL 2 x 3 Huachipato-CHI* (ida: 1 x 3)
Emelec-EQU* 2 x 1 Águilas Doradas- COL (ida: 1 x 1)
Deportivo Anzoátegui-VEN 1 (4) x (5) 1 Universidad de Quito-EQU* (ida: 1 x 1)
Deportes Iquique-CHI 1 x 0 Universitario Sucre-BOL* (ida: 0 x 2)
Cerro Porteño-PAR* 0 x 1 Rentistas-URU (ida: 2 x 0)
*Huachipato, Emelec, Universidad de Quito, Universitario Sucre e Cerro Porteño estão classificados para a segunda fase.

ICFUT – LANÚS CAMPEÃO DA COPA SULAMERICANA 2013, PONTE FICA SÓ COM O VICE.

VALEU PONTE PRETA…ÓTIMA CAMPANHA !!!

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FICHA TÉCNICA
LANÚS-ARG 2 X 0 PONTE PRETA

Local: Estádio Néstor Díaz Pérez (La Fortaleza), em Lanús-ARG
Data: 11 de dezembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses-CHI
Assistentes: Carlos Astroza-CHI e Sérgio Román-CHI
Cartões Amarelos: Ayala, Somoza e Blanco (Lanús); Fellipe Bastos (Ponte Preta)

GOLS: Ayala e Blanco, aos 24 e 48 minutos do primeiro tempo

LANÚS: Marchesín; Carlos Araújo, Goltz, Izquierdoz e Maximiliano Velázquez; Somoza, Diego González e Victor Ayala; Blanco (Ortíz), Benítez (Pasquini) e Santiago Silva
Técnico: Guillermo Barros Schelotto

PONTE PRETA: Roberto; Artur (Ferrugem), Diego Sacoman, César e Fernando Bob; Baraka, Magal (Adailton), Fellipe Bastos e Elias; Rildo (William) e Leonardo
Técnico: Jorginho

Por Cleber Aguiar – Ponte Preta, a um passo da glória, faz a decisão da Copa Sul-Americana

Fonte: O Estado de São Paulo

Clube de Campinas conquista seu primeiro título de peso em 113 anos de história se vencer o Lanús

BUENOS AIRES – Hoje é dia de a Ponte Preta fazer história. Empurrada por 2,5 mil fanáticos na Argentina, a equipe pode obter sua maior conquista em 113 anos de vida. Uma vitória diante do Lanús dará à equipe o título da Copa Sul-Americana. E, de quebra, uma vaga na Copa Libertadores de 2014.

Torcida da Ponte promete invasão e muita festa na Argentina - José Patrício/Estadão
José Patrício/Estadão
Torcida da Ponte promete invasão e muita festa na Argentina

Time mais velho em atividade no País, a Ponte tem apenas títulos de pequeno porte em sua sala de troféus, como uma Série A-2 do Paulista e três troféus do Interior, por exemplo. Pouco para quem tem uma torcida apaixonada, um estádio de porte médio e que já viu desfilar em seus elencos jogadores do quilate de Carlos, Polozzi, Oscar e Dicá.

Com nomes mais discretos, sem nenhum grande craque, mas com muito espírito de luta, o time de Campinas chega na Fortaleza, na grande Buenos Aires, com a certeza de que pode ser campeão. E, para quem desconfia, os números mostram que a confiança tem fundamento. A equipe se destacou jogando fora de casa diante de Criciúma, Deportivo Pasto, Vélez Sarsfield (calando a Argentina com 2 a 0) e diante do favorito São Paulo.

Agora, em seu último ato, a aposta é definir o confronto nos 90 minutos. Caso haja novo empate – no Pacaembu deu empate por 1 a 1 – , o jogo vai para a prorrogação e, por consequência, disputa de pênaltis. “Não queremos levar a decisão para os pênaltis nem sair derrotados. Já estamos fazendo história, mas ela não termina aí. Ninguém quer ser vice. Queremos fazer história como campeões”, discursa o zagueiro César.

O abatimento com a queda no Brasileirão já faz parte do passado. “Sinceramente não esperava essa final. A Ponte não tinha muitas pretensões na Copa Sul-Americana, o foco era o Brasileiro, mas as coisas começaram a acontecer. Agora está viva a chance de sermos campeões. Precisamos estar focados para entrar na história da Ponte”, endossa o artilheiro Leonardo.
Esperança de gols do técnico Jorginho, o atacante garante que está motivado para ajudar mais uma vez. “Estou feliz com os gols e espero fazer mais um, porque é nossa função de atacante. Mas se a Ponte ganhar o jogo de meio a zero, com gol de qualquer outra pessoa e nós sairmos campeões, eu vou ficar muito mais feliz do que se eu fizer e nós perdermos. O gol fica em segundo plano,” diz.

A Ponte Preta terá torcida maciça no País. Apenas o Botafogo, que ficaria com a vaga na Libertadores em caso de título do Lanús, declarou “ser argentino” na decisão da Sul-Americana.

APOIO EM CAMPINAS
Os torcedores que não vão assistir ao jogo em Buenos Aires poderão ver a final no Moisés Lucarelli. A diretoria do clube alugou dois telões que ficarão nas laterais do estádio. Serão instalados banheiros químicos e o clube garante ainda atendimento médico-hospitalar e reforço policial, além de um grupo musical que fará o “esquenta” da decisão.

Por Cleber Aguiar – De Elias a Bilica: veja onde estão os titulares do último vice da Ponte Preta

Fonte: Portal EPTV

Em 2008, Macaca viu o Palmeiras encerrar sonho do inédito título paulista, com uma goleada impiedosa de 5 a 0 em São Paulo. Nesta quarta, time tenta a Sul-Americana

Murilo Borges

De vice, a Ponte Preta está cheia. Foram cinco decisões perdidas de Campeonato Paulista a partir dos anos 70, para Corinthians, São Paulo e Palmeiras. A mais doída, claro, em 1977, quando a Macaca foi superada pelo Timão após três jogos no Morumbi e viu o rival acabar com o jejum de títulos. Mas, no dia em que a Alvinegra enfrenta o Lanús pela final da Copa Sul-Americana e tem a chance de acabar com a seca de 113 anos, a lembrança é da última vez em que o clube acabou no segundo lugar mais alto do pódio: 2008.

Há cinco temporadas, a Ponte entrou no Campeonato Paulista desacreditada, uma vez que os grandes, como sempre, eram os favoritos apontados pelos palpiteiros. Sem estrelas no elenco, a Macaca surpreendeu a todos ao acabar a primeira fase em quarto lugar, atrás somente de Guaratinguetá, Palmeiras e São Paulo, pela ordem. Corinthians e Santos, por exemplo, acabaram fora das semifinais.

sérgio guedes sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Sérgio Guedes era o técnico da Macaca em 2008: tem história no clube (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Liderada em campo por nomes como Renato Cajá e Elias, ainda promessas do futebol brasileiro, a Ponte superou o Guaratinguetá em duas partidas: 1 a 0 em Campinas e 2 a 1 em Guaratinguetá, em partida até hoje lembrada pelos torcedores graças aos milagres do goleiro Aranha. Na decisão, porém, a Macaca esbarrou no Palmeiras montado por Vanderlei Luxemburgo. Derrotas por 1 a 0, em Campinas, e 5 a 0, na capital, garantiram o vice.

A boa campanha, porém, fez com que muitos destaques ganhassem espaço em grandes clubes do futebol brasileiro. Elias chamou a atenção do Corinthians. Aranha defendeu Atlético-MG e hoje está no Santos. Cajá passou por Grêmio e Botafogo. Luis Ricardo é o novo reforço do São Paulo… e por aí vai. O GloboEsporte.com mostra o paradeiro de cada um dos principais atletas da campanha.

Aranha
Ídolo da torcida da Ponte – principalmente pela atuação na semifinal, quando fechou o gol contra o Guaratinguetá no Vale do Paraíba –, o arqueiro até hoje é exaltado quando pisa em Campinas. Saiu da Ponte em 2009 e passou por poucos clubes desde então. Foi comprado pelo Atlético-MG, de onde saiu por não ter tantas chances como queria. Em seguida, assinou com o Santos para ser reserva de Rafael. Esperou a oportunidade até o fim do Paulistão deste ano, quando o titular foi vendido ao Napoli, da Itália. Novo camisa 1 do Peixe aos 33 anos, acabou como um dos destaques alvinegros no segundo semestre.

Goleiro Aranha Santos (Foto: Ivan Storti / Santos FC)Goleiro até hoje é exaltado como ídolo quando vai ao Moisés Lucarelli como adversário (Foto: Ivan Storti / Santos FC)

 

eduardo arroz

Chegou ao Majestoso como uma das apostas da diretoria e destacou-se a ponto de chamar atenção de grandes clubes, como Corinthians e São Paulo. A boa fase, porém, não durou tanto tempo, até por conta do excesso de lesões. Ficou na Macaca até meados de 2011 e faturou o Título do Interior em 2009, mas nunca mais atuou como naquele Paulistão. Desde que se despediu de Campinas, defendeu Santa Cruz, Mirassol e Guaratinguetá, seu último clube. Tem 32 anos.

Jean Rolt

Outra aposta da comissão técnica, virou titular absoluto na campanha do vice-campeonato paulista. Destacou-se tanto que, no ano seguinte, foi emprestado ao São Paulo, onde não vingou. Voltou ao Moisés Lucarelli por poucos meses em 2010 e logo iniciou a trajetória longe da Alvinegra. Passou por São Caetano, Al-Sailiya, do Catar, e Náutico. Aos 32 anos, participou da campanha do rebaixamento do Timbu como pior time do Campeonato Brasileiro de 2013.

César
Famoso pelo que fez antes de chegar ao Moisés Lucarelli (foi capitão da Portuguesa, defendeu Palmeiras e Corinthians e alcançou a titularidade da Seleção Brasileira), o zagueiro ficou uma temporada na Ponte Preta. Era capitão do time vice-campeão paulista e quase não jogou a final – muitos dizem até hoje que não tinha condições de atuar. Depois da Macaca, passou por Mirassol e Mixto, onde encerrou a carreira, aos 34 anos. Hoje, aos 38, segue ligado ao futebol: é dirigente do Monte Azul, equipe que disputa a elite do Paulistão.

Vicente
Lateral com fama, já havia defendido Paraná, Atlético-MG, Náutico e Marília ao ser contratado pela Ponte Preta. Foi dono absoluto da posição e peça importante do ataque. Depois do Paulista, caiu de produção assim como boa parte da equipe. Deixou o Majestoso para atuar no Coritiba, em 2009. Voltou à Ponte no segundo semestre daquele ano, sem muito alarde. Desde então, passou por Ceará e São Caetano. Hoje, aos 30 anos, é um dos mais regulares do elenco cearense.

Deda
Aos 38 anos, o volante – que iniciou a carreira como zagueiro, no Gama – segue em atividade, com a camisa do Marília. E mantém as mesmas características de quando destacou-se na Ponte Preta: raça e marcação intensa. Deixou a Macaca em 2010 e vestiu apenas três camisas: Brasiliense, Rio Branco-SP e o próprio MAC. O jogador – mais velho em atividade, já que César se aposentou – prepara a aposentadoria dos gramados.

Bilica
Segundo volante de marcação da equipe de Sérgio Guedes, Bilica também está em atividade. Aos 32 anos, defende o Sertãozinho, que oscila entre as duas primeiras divisões do Campeonato Paulista. Após se destacar pela Ponte Preta, em 2008, o jogador passou por Santa Cruz, Vila Nova e Monte Azul. Ganhou destaque principalmente em clubes do Nordeste: Moto Club, Maranhão, Sampaio Corrêa e Sport.

Elias
Maior caso de sucesso daquele time da Macaca. Como meia-atacante, chamou a atenção de Mano Menezes, que o levou para o Corinthians para ser segundo volante. No Parque São Jorge, conquistou vários títulos (Série B, Paulistão e Copa do Brasil), chegou à Seleção Brasileira e transferiu-se para o Sporting, de Portugal. Na Europa, porém, não teve sucesso. De volta ao Brasil, liderou o Flamengo durante a última temporada e acabou com o título da Copa do Brasil. As boas atuações garantiram sondagens de Corinthians e Internacional. O jogador, porém, deseja permanecer na Gávea.

entrevista Elias Flamengo (Foto: André Durão)Meia-atacante na Macaca, Elias é o motor do meio-campo do Fla campeão da Copa do Brasil (Foto: André Durão)

Renato Cajá
Camisa 10 da Ponte no Paulistão, ganhou status de ídolo da torcida até o fim da primeira passagem, em 2009, quando saiu brigado para o Al-Ittihad, da Arábia Saudita. De volta ao Brasil, atuou por Grêmio e Botafogo, para na sequência aceitar uma oferta do Guangzhou Evergrande, da China. Em 2011, aceitou retornar à Macaca e virou um dos principais nomes da volta do time à elite do Campeonato Brasileiro. Encerrou a segunda passagem na metade de 2012. Hoje, aos 29 anos, é titular do Vitória.

Luis Ricardo
Revelado pelo Grêmio, Luis Ricardo chegou à Ponte Preta para atuar como segundo atacante, o jogador de mais velocidade no sistema ofensivo. Fez alguns gols e ganhou a confiança de Sérgio Guedes. No ano seguinte ao vice do Paulistão, foi para o Mirassol. Em seguida, ganhou espaço na Portuguesa, onde virou polivalente. Para se ter uma ideia, o jogador foi contratado pelo São Paulo para atuar como lateral-direito. Tem 29 anos e assinou contrato com o Tricolor do Morumbi por três temporadas.

Marcelo Soares
Um dos jogadores que mais rodou após defender a Macaca, em 2008. No ano seguinte, foi emprestado ao Vengalta Sendai, do Japão, mas voltou ao Majestoso em 2010, para uma curta passagem. Desde então, não se firmou em mais nenhum time: vestiu as camisas do Guaratinguetá, Comercial-SP, Anápolis-GO, Sampaio Corrêa-MA, Novo Hamburgo-RS, Rio Branco-SP, XV de Piracicaba e, por último, São Caetano.

Por Cleber Aguiar – Desempenho fora motiva Ponte Preta na Argentina por 1ª taça

Fonte: Folha de São Paulo

Três vitórias e uma derrota. É em seu ótimo desempenho como visitante na Copa Sul-Americana que a Ponte Preta aposta para conquistar hoje o primeiro título dos seus 113 anos de existência.

A equipe de Campinas visita o Lanús, na Argentina, em busca da vitória mais importante de sua história. Que pode ser no tempo normal, ou, em caso de empate, na prorrogação ou nos pênaltis.

“Estamos muito ansiosos, será o jogo de nossas vidas. Temos confiança de que conseguiremos esse título para a torcida da Ponte”, disse o atacante Rildo.

O empate por 1 a 1 no Pacaembu, semana passada, não foi considerado um resultado negativo pelo técnico Jorginho. Pelo contrário, ele sabe que o time costuma funcionar melhor fora de casa.

A Ponte venceu o Criciúma em Santa Catarina, o Velez Sarsfield em Buenos Aires e o São Paulo no Morumbi. Apenas o Deportivo Pasto, da Colômbia, conseguiu detê-la atuando como mandante.

Em casa, o desempenho cai bastante. Foram quatro empates e uma única vitória.

“Estamos concentrados desde já para fazer dentro de campo o que o Jorginho pedir para sair de lá felizes e não tristes”, afirmou o zagueiro César, que busca seu primeiro título como profissional.

O treinador já avisou que não quer que a Ponte corra riscos hoje. O time vai jogar fechado na defesa, à espera de um contra-ataque para fazer seu gol mais importante.

Marcos Brindicci-7.nov.2013/Reuters
O meia Elias comemora gol da Ponte Preta contra o Vélez na Argentina, pela Copa Sul-Americana
O meia Elias comemora gol da Ponte Preta contra o Vélez na Argentina, pela Copa Sul-Americana

Por Cleber Aguiar – Com mosaico e estádio lotado, Ponte Preta honra trocadilho: ‘Macacaembu’

Fonte: Globo.com

Massa alvinegra de 28 mil torcedores lota estádio, sente-se em casa para fazer festa e ajuda a Macaca a arrancar empate dos argentinos do Lanús nesta quarta, em SP

Por Marcello CarvalhoSão Paulo

Um sonho. Foi o que motivou aproximadamente 28 mil pontepretanos a deixarem Campinas e invadirem o Pacaembu na histórica noite de quarta-feira. Na primeira partida da decisão da Copa Sul-Americana, contra os argentinos do Lanús, a torcida da Macaca fez bonito na capital e empurrou a equipe para arrancar o empate que ajudou a manter viva a esperança alvinegra de faturar o primeiro título em 113 anos de história.

Desde as primeiras horas da tarde, a torcida já tomava a Praça Charles Miller com faixas, camisas, bandeiras e os incessantes hinos que foram tema da Macaca durante a competição.

torcida Ponte Preta jogo Sul Americana final no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Torcida da Macaca lota o Pacaembu: quase 30 mil torcedores na capital (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

 

O metalúrgico Elias Júnior esteve na Colômbia, quando a Macaca enfrentou o Deportivo Pasto nas oitavas de final, e também na segunda partida das quartas de final, contra o Vélez Sarsfield, em Buenos Aires. No Pacaembu, o pontepretano conta os dois objetivos ainda pendentes para o final de 2013: viajar novamente para Buenos Aires, para acompanhar o que pode ser o primeiro título da Ponte Preta, e ‘fechar o braço’ de tatuagem, para cumprir uma promessa feita quando a Alvinegra atingiu as semifinais da competição.

– Minha história na Sul-Americana se mistura com a história da Ponte. Eu viajei para a Colômbia, para a Argentina, passei algumas dificuldades, perdi o voo, mas pela Ponte Preta tudo vale a pena. Agora eu vou para a Argentina e vou fechar o braço de tatuagem, ainda não sei qual vai ser o desenho, mas vai ter uma estrela, para simbolizar a conquista da Ponte Preta – disse o metalúrgico.

Já o torcedor Pedro Nico ficou impressionado com o mosaico organizado pela torcida da Ponte Preta no momento em que o time entrou em campo. O estudante se encantou diante das letras AAAP formadas pela multidão pontepretana na arquibancada do Pacaembu.

Ele já comprou passagem para Buenos Aires e, assim como toda torcida pontepretana no Pacaembu, estava apreensivo até o gol de Fellipe Bastos, que renovou as esperanças da torcida para conquistar o primeiro título e fez 28 mil torcedores explodirem de felicidade.

– Eu estava muito preocupado com o resultado até o Felipe Bastos empatar o jogo. Agora com esse resultado de 1 a 1 eu tenho certeza que vamos conquistar o título. Vai ser o dia mais feliz da minha vida e o dia mais importante da história da Ponte Preta. Já comprei passagem e tenho certeza que chegou a hora da Macaca.

Já rebaixada, a Macaca agora cumpre tabela contra o Internacional, em Caxias do Sul, e volta todas as suas atenções para o segundo jogo da final da Sul-Americana, na próxima quarta-feira, em Lanús, cidade a 20km da capital Buenos Aires. Para isso, a Alvinegra precisa vencer o jogo por qualquer placar. Empate por qualquer resultado leva o jogo para a prorrogação, seguida de pênaltis, e uma vitória do Lanús dará o título para a equipe argentina.

torcida comemoração jogo Ponte Preta final Lanus Sul-Americana (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Faixas no Pacaembu incentivam jogadores da Ponte Preta durante a decisão (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)