ICFUT – CARNAVAL 2014 – UNIDOS DA TIJUCA CAMPEÃ DO CARNAVAL CARIOCA .

Índice

Classificação final do carnaval 2014:

Unidos da Tijuca – 299,4
Salgueiro – 299,3
Portela – 299
União da Ilha – 298,4
Imperatriz – 297,6
Grande Rio – 297,2
Mangueira – 296,2
Beija-Flor – 296,4
Mocidade – 296
Vila Isabel – 295,9
São Clemente – 294,3
Império da Tijuca – 291,6

Por José Reis – Últimas pelo futebol Carioca.

Fonte: O Dia Online

Richarlyson na mira do Fluminense para 2011

Empresário do jogador, que não deve renovar com o São Paulo no fim do ano, revela que já foi procurado pelo Tricolor e que vai se reunir com Celso Barros em até uma semana

POR RICARDO NAPOLITANO

Rio – O ano ainda não acabou, mas a diretoria do Fluminense, na reta final do Campeonato Brasileiro, já trabalha para montar o time da próxima temporada. Depois do interesse no goleiro Felipe, do Sporting Braga, de Portugal, o Tricolor já teria procurado e feito uma proposta a Richarlyson, que tem contrato até dezembro com o São Paulo e não deve renovar, já que, a princípio, o clube paulista não estaria interessado nas condições impostas pelo jogador.

Segundo informações de fonte ligada ao departamento de futebol do Fluminense, Richarlyson já teria conversado com Muricy Ramalho e se animado com a possibilidade de poder voltar a trabalhar com o treinador, que o comandou de 2006 a 2009. O fato de disputar novamente a Libertadores no ano que vem, já que o Tricolor segue na ponta da tabela no Campeonato Brasileiro, também seria outro fator positivo.

Por mais que os dirigentes do Fluminense não falem abertamente sobre a negociação, já que o time briga pelo título nacional, o empresário do volante, Júlio Fressato, revelou ter marcado uma data para conversar com o presidente da patrocinadora do Fluminense, Celso Barros.

Ao MARCA.BR, ele antecipou alguns detalhes. “Falei com representantes do Fluminense por telefone e vamos voltar a conversar neste fim de semana, pois é algo que ainda está no início. Provavelmente vou me reunir com Celso Barros até a próxima sexta-feira para escutar com mais cuidado a proposta”, disse. Fressato afirmou que Richarlyson quer um contrato longo, com salário satisfatório: “Pensamos em um contrato de, no mínimo, três anos, com um salário maior do que ele recebe atualmente”.

Além do Fluminense, o jogador interessa ao Botafogo e ao Palmeiras. O Alvinegro também procurou o empresário para manifestar seu interesse em Richarlyson. “O Palmeiras sondou o jogador diretamente”, explicou Fressato.

Ontem, o volante também admitiu ter sido procurado pelos três clubes. Concentrado na reta final do Campeonato Brasileiro, Richarlyson garantiu que vai definir o seu futuro somente após o término da competição nacional.

Mengão, o recordista de empates na era dos pontos corridos

Com 16, ainda faltam dois para alcançar os 18 de Ponte Preta e Botafogo, em 2003 e 2004. Mas nesses anos a competição contava com 24 clubes

POR VITOR MACHADO

Rio – O Flamengo é o recordista de empates em Brasileiros, na era dos pontos corridos. Com 16, ainda faltam dois para alcançar os 18 de Ponte Preta e Botafogo, em 2003 e 2004. Mas nesses anos a competição contava com 24 clubes. O Rubro-Negro, portanto, supera ambos, já que, com 20 times na disputa, ficou na igualdade em 42,1% das 38 rodadas que terá o campeonato. Já Ponte e Botafogo empataram 39,13% das partidas naquelas edições.

O excesso de empates costuma ser sinônimo de fracasso no Brasileiro. Em 2003, a Ponte Preta foi rebaixada na 22ª colocação, e, no ano seguinte, o alvinegro do Rio terminou a competição na 20ª, uma acima da zona da degola.

Em 2005, com 22 clubes na disputa do campeonato, o Flamengo foi o time que em mais oportunidades saiu de campo com um ponto conquistado: 13. E por pouco não caiu para a Série B.

A partir de 2006, o Brasileiro passou a ter 20 clubes na Série A, modelo mantido até hoje. Naquela temporada, Vasco e Fortaleza terminaram a competição com 14 empates. O time carioca, comandado por Renato Gaúcho, fez boa campanha e terminou em sexto na tabela. Mas foi um 0 a 0 na última rodada que tirou dos cruzmaltinos a chance de disputar a Libertadores .

O Corinthians viveu o maior drama de sua história centenária quando foi rebaixado em 2007. A 17ª colocação obtida no Brasileiro foi reflexo de uma campanha ruim que contou com 14 empates, maior número naquela edição.

O São Paulo, mesmo com 12 empates, foi campeão em 2008. No mesmo ano, o Atlético-MG saiu de campo com um ponto em 12 oportunidades e acabou em 12º. Já Fluminense e Santos, com o mesmo número de igualdades, terminaram a competição em 14º e 15º, respectivamente, lutaram contra a queda até a reta final do Brasileiro.

Outra prova de que empatar muito é um mau negócio foi dada no ano passado pelo Botafogo. Foram 14, e o Alvinegro só se livrou do risco de degola na última rodada.

Em alta de novo, Caio quer parar gangorra

Em seu primeiro ano no time profissional, atacante já despertou a idolatria e a irritação dos alvinegros

POR MARCIA VIEIRA

Rio – Aos 20 anos, o atacante Caio já entendeu que o futebol pode ser comparado a uma montanha-russa, cheia de altos e baixos e com fortes emoções. O exemplo resume com clareza a trajetória do garoto no Botafogo até agora. Decisivo para a conquista do Carioca, o talismã se transformou no criticado cai-cai no Brasileiro, quando sua mania de se jogar no gramado começou a irritar a torcida. O apelido pejorativo foi trocado por novas juras de amor dos alvinegros após o atacante marcar o seu primeiro gol no Brasileiro no jogo contra o Atlético-GO, com uma cabeçada certeira.

“Passei por um tipo de montanha-russa. Comecei bem, depois caí, tive um problema com a torcida ao fazer um gesto obsceno, que não foi legal. Depois percebi que estava errado. Mas acho que aprendi com as críticas, tirei lições do que vivi para dar continuidade à minha carreira”, conta o jogador, que espera agora manter o equilíbrio na reta final do Campeonato Brasileiro.

“Não quero montanha-russa, espero manter o nível do avião quando ele sobe e depois fica alto no ar. Vou procurar ficar bem mais equilibrado para poder ajudar o Botafogo. E, se no ano que vem eu ficar aqui, quero ajudar na Libertadores”.

Aliviado com o fim do longo jejum, Caio admite que tirou um peso enorme das costas. “A cobrança era grande. É muito bom ver a torcida cantar de novo a música do Carioca, não tem preço. Estou muito feliz pelo gol, ainda mais com meus pais no estádio”.

Os pais realmente trouxeram sorte, principalmente a mãe, Dona Nelma, que ficou quatro anos longe do filho, voltou ao Brasil no domingo e pôde comemorar o gol de Caio na primeira vez em que o viu em campo com a camisa alvinegra.

“Fiquei torcendo para que ela pudesse ir ao jogo para me trazer sorte, e o gol saiu. Então com certeza foi sorte”, garante o jogador, que revelou ter repetido na comemoração o ritual do seu primeiro gol com a camisa alvinegra, no Carioca.

“Eu queria correr, queria fazer a mesma coisa do primeiro gol contra o América. Corri para o mesmo lado e comemorei com a torcida”, lembra o jogador. “Procurei a minha mãe no estádio, mas não achei na hora do gol, mas no fim a encontrei e foi maravilhoso”.

Apesar da vitória, Felipe critica atuação do Vasco

Rio – O alívio era geral entre os jogadores do Vasco. Os 2 a 1 sobre o Prudente, além de melhorar o ambiente no vestiário, conturbado depois da derrota para o Vitória no fim de semana, livraram o time definitivamente da ameaça de rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Mais crítico, no entanto, o apoiador Felipe destacou pontos negativos que insistem em se repetir e talvez tenham colaborado para que a equipe esteja tão longe da briga no alto da tabela de classificação.

“Valeu pelos três pontos, mas não fizemos um bom jogo e certamente decepcionamos nosso torcedor. Deixamos a desejar. Dentro de casa, não podemos atuar da forma como foi. Saímos em desvantagem e só depois resolvemos correr. Dessa vez deu para virar, mas nem sempre vai ser assim. Não podemos correr esses riscos”, destacou.