ICFUT – PARANAENSE 2018: Atlético Paranaense Campeão.

Atlético 2×0 Coritiba

Local: Arena da Baixada
Árbitro: Felipe Gomes da Silva
Assistentes: Luciano Roggenbaum e Luiz Henrique de Sousa Santos Renes
Gols: Bruno Guimarães, 47 do 1º; Éderson, 11 do 2º
Cartões amarelos: Bruno Guimarães, Renan Lodi, Deivid, João Pedro (CAP); Matheus Galdezani, Alecsandro (COR)

Público pagante: 23.581
Público total: 25.721
Renda: R$ 1.080.100,00

Atlético
Caio; Diego Ferreira, Zé Ivaldo, Léo Pereira e Renan Lodi; Deivid, Bruno Guimarães e Matheus Anjos (Yago); João Pedro (Émerson), Marcinho e Éderson (Alex Sandro).
Técnico: Tiago Nunes

Coritiba
Wilson; Marcos Moser, Thalisson Kelven, Romércio e Léo Andrade; João Paulo, Julio Rusch e Matheus Galdezani e Thiago Lopes (Kady); Pablo (Iago Dias) (Alecsandro) e Kléber.
Técnico: Sandro Forner

ICFUT – Coritiba bate o maior rival, garante bi estadual e recorde de vitórias

Fonte: globo.com

Coxa derrota o Furacão por 3 a 0, conquista título paranaense por antecipação e iguala marca de 21 vitórias seguidas do Palmeiras

Bill gol Coritiba (Foto: Ag. Estado)Bill foi decisivo para conquista com dois gols
(Foto: Ag. Estado)

Pressionado no início do jogo, o Coritiba fez história, na tarde deste domingo, ao vencer o Atlético-PR, por 3 a 0, em plena Arena da Baixada, sagrando-se bicampeão estadual. Com o resultado, além do título, o Coxa igualou o recorde nacional de vitórias consecutivas. Vencedor nas últimas 21 partidas que disputou, a equipe paranaense empatou com o Palmeiras, que atingiu esta marca em 1996.

A dupla conquista no estádio do maior rival coroa a campanha quase perfeita do Coritiba em 2011. Ao longo do ano, contando o Campeonato Paranaense e a Copa do Brasil, o time venceu 24 partidas e empatou outras duas, permanecendo invicto.

Como já havia conquistado o primeiro turno da competição, o Coxa garantiu o título antecipado ao vencer também o returno. A uma rodada do encerramento desta segunda fase, o time tem oito pontos de vantagem sobre o Atlético, o vice-líder, e não pode mais ser alcançado. Como venceu os dois turnos, eliminou a necessidade da final do campeonato.

Com a taça estadual em suas mãos, o Coxa volta a jogar na quinta-feira, às 19h30m, contra o Caxias-RS, fora de casa. Partida em que pode até perder por três gols de diferença para garantir vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, diante do Palmeiras.

O Atlético, já classificado para a mesma fase da competição nacional, terá a semana livre para treinar para o último compromisso pelo estadual, contra o Rio Branco, em Paranaguá.

Pressão atleticana, expulsão e gols do Coxa no primeiro tempo

O jogo começou bastante movimentado, com o Atlético tomando a iniciativa e partindo para o abafa. As primeiras chances de cada time foram com Paulo Baier e Bill, mas ambos estavam impedidos nas jogadas. Robston teve chance aos seis minutos, mas chutou muito por cima após cobrança de escanteio.

Com sete minutos, Manoel deu uma cotovelada em Bill e foi expulso, deixando o Furacão com um a menos já no início do jogo.

Mesmo com a desvantagem numérica, o Atlético quase abriu o marcador aos dez minutos, em centro rasteiro de Paulinho, que cruzou toda a pequena área sem que nenhum atacante a alcançasse.

Aos 12, Paulo Baier bateu falta próxima ao bico da área, por cima do gol. Cinco minutos depois, o meia repetiu o lance, batendo um pouco mais perto do travessão, mas sem maior perigo para Edson Bastos. Neste momento, Branquinho já havia pendurado Léo Gago e Jonas com cartões amarelos.

Com o Furacão partindo para cima e o Coxa armado para contra-atacar, o gol parecia der questão de tempo. Davi quase marcou aos 18, em chute de longe que passou rente ao travessão. No lance seguinte, Branquinho recebeu dentro da área e concluiu com perigo, à direita de Edson Bastos.

O jogo pegou fogo mesmo a partir dos 29 minutos. Primeiro foi Guerrón, que cabeceou colocado para boa defesa de Edson Bastos. Em seguida, Marcos Aurélio cruzou e a zaga atleticana impediu a cabeçada de Bill quase em cima da linha. Se perdeu esta chance, o artilheiro não desperdiçou a seguinte. Após cobrança de escanteio, Pereira cabeceou no ângulo, Renan Rocha fez excelente defesa, mas a bola sobrou para Bill marcar, com um leve toque de cabeça, aos 31 minutos.

O Coxa quase definiu a partida quatro minutos depois, em cruzamento de Marcos Aurélio que Davi bateu de sem-pulo, exigindo mais uma boa intervenção de Renan Rocha. Marcos Aurélio deixou o campo contundido antes de ver seu time abrir dois gols de vantagem. Folga que veio em chute de longe, até despretensioso de Bill, que bateu no pé da trave esquerda do goleiro atleticano antes de balançar a rede. Era o prenúncio do bicampeonato alviverde, aos 44 minutos.

Segundo tempo para cumprir tabela

Com o jogo e o campeonato praticamente decididos, o Atlético voltou para a etapa final com Jenison e Lucas nas vagas de Branquinho e Guerrón. E criou a primeira chance de gol, em chute de Paulinho que passou à esquerda de Edson Bastos, aos oito minutos. Paulo Baier teve boa oportunidade em falta próxima à área, mas bateu na barreira.

Sempre no contra-ataque, o Coxa quase chegou ao terceiro gol aos 14. Mas Rafinha tentou servir Bill, em vez de encobrir Renan Rocha, e viu o atacante dar uma joelhada na bola, batendo para fora com o gol livre à sua frente.

Adaílton e Paulo Baier, em lances muito parecidos, só que em lados contrários da área alviverde, ameaçaram Edson Bastos. Aos 17 minutos, o atacante tabelou com Lucas, pela direita, mas pegou mal na bola na hora de concluir. Aos 20, foi o meia que trocou passes pela esquerda com o mesmo Lucas antes de bater cruzado, rente à trave.

Lucas teve boa chance aos 28 minutos, mas parou em Edson Bastos. Que trabalhou novamente aos 34, em chute cruzado de Madson após boa jogada individual pela esquerda. Neste momento, parte da torcida atleticana já deixava a Arena. E o Coxa procurava valorizar a posse de bola, trocando passes e esperando o tempo passar.

Parecia que nada mais aconteceria, até Leonardo receber ótimo lançamento do goleiro Edson Bastos antes de encobrir, com um toque de classe, o goleiro Renan Rocha, marcando o terceiro, aos 42 minutos.

Confira os melhores momentos:

Por Cleber Aguiar – Remo e Tuna Luso ficam no 0x0.

Fonte: Diário do Pará Online

Pouco inspirados, Remo e Tuna ficam no 0 a 0

Pouco inspirados, Remo e Tuna ficam no 0 a 0 (Foto: Mario Quadros) 

Remo foi mais perigoso, porém, sentiu a ausência de um artilheiro (Foto: Mario Quadros)

O resultado de 0 a 0 foi prejudicial ao Clube do Remo e à Tuna Luso, mas pelo que as duas equipes demonstraram em campo o placar acabou sendo o mais justo. O empate manteve o Leão na segunda colocação do Campeonato Paraense 2011, com 14 pontos, um a menos que o Paysandu, líder da competição. Com sete pontos, a Águia do Sousa saiu do G4.
O primeiro tempo de jogo foi muito ruim técnica e taticamente. Os dois times não conseguiram construir lances que empolgassem o torcedor, tanto que em alguns momentos da partida ocorreram vaias vindas das arquibancadas. Houve muitas faltas desnecessárias e algumas delas violentas, tanto que o árbitro da partida aplicou 10 cartões amarelos. Em alguns momentos do jogo também aconteceram jogadas atrapalhadas, vários passes errados e pouca objetividade. Remo e Tuna pareciam dois times sem entrosamento.
O Remo, um pouco mais ofensivo, esteve sem criatividade no meio de campo, principalmente depois que Thiaguinho saiu do jogo contundido, logo aos 15 minutos de partida. Já a Tuna, ficou presa no campo defensivo, com Felipe Mamão isolado no ataque, levando pouco perigo ao goleiro Léo Rodrigues, que praticamente não trabalhou na primeira etapa. Na única chance real de gol nos primeiros 45 minutos de jogo, Léo Franco isolou a bola.
Na segunda etapa os dos técnicos mexeram nos times, mas as alterações não surtiram efeito: Leão e Águia deram continuidade a um jogo sem qualidade. Comelli mudou o esquema tático do time, tirou Mael para a entrada de Adriano Pardal, que jogou ao lado de Ró no ataque, recuou Rafael Granja, que havia entrado no lugar de Thiaguinho, para jogar ao lado do pouco inspirado Léo Franco. Já o técnico Flávio Goiano orientou à equipe que continuasse explorando as jogadas de contra-ataque. Mesmo sem fazer muito esforço, a Tuna voltou a ser uma pedra no sapato dos remistas, que pela primeira vez na competição saíram de campo sem comemorar, pelo menos, um gol.

Uma hora, a bronca ia pesar!
Se nos outros jogos do Campeonato Paraense 2011 o Clube do Remo não sentiu a ausência de um goleador no ataque do time, ontem, no entanto, a opinião da comissão técnica do time foi outra. O gol não saiu nem com jogadores de outras posições, como vinha acontecendo durante as rodadas anteriores do Parazão. O time não tomou gol, mas também saiu de campo sem marcar, pela primeira vez na competição.
As jogadas ensaiadas não deram certo. Além disso, o esquema aplicado pelo técnico Paulo Comelli, desta vez, inexistiu. Os laterais Marlon e Elsinho, as grandes armas do time pelas pontas, não estiveram em uma tarde inspirada: eles pouco subiram ao ataque, desta vez, cumpriram a função de laterais e não de alas. A equipe remista também sentiu a falta de um jogador de criação. Com Thiaguinho saindo de campo machucado e Léo Franco pouco participativo, o time azulino não conseguiu encontrar outra alternativa.
Nem mesmo na base da bola parada o Leão conseguiu tirar o zero do placar. As bolas alçadas na área por Léo Franco foram desperdiçadas, sem resultado positivo. Praticamente, todas as cobranças de falta foram parar nas mãos do goleiro Adriano, que nem precisou fazer muito esforço para fechar o gol tunante e sair de campo aplaudido pelas duas torcidas. (Diário do Pará)