ICFUT – Bom Senso espera um retorno de jogadores do Náutico para confirmar greve

Fonte: lancenet

Movimento ameaça parar Brasileirão por causa da dívida do Timbu com parte do elenco

Flu derrota o Náutico na estreia de Dorival Júnior (Foto: Cleber Mendes/ LANCE!Press)
Náutico é lanterna do Brasileirão e já está rebaixado (Foto: Cleber Mendes/ LANCE!Press)

O Bom Senso irá esperar o desfecho da conversa entre jogadores e dirigentes do Náutico para definir se entra mesmo em greve ou não nesta sexta-feira, paralisando a Série A do Brasileirão, que tem a penúltima rodada prevista para este fim de semana. Sendo assim, se os jogadores do Náutico decidirem parar, os outros da Série A irão acompanhar.

O movimento irá ser tolerante caso ao menos haja um acordo bem claro entre os pernambucanos para que os débitos com os atletas sejam quitados o mais rápido possível. Como a greve vai depender do papo em Recife, não há um horário estipulado para o prazo final. A definição dependerá de um sinal dos atletas do Timbu.

O Bom Senso tomou as dores dos atletas do time pernambucano depois de ser revelado o descaso dos dirigentes com o pagamento dos jogadores machucados e que não irão continuar no próximo ano. O que mais irritou o movimento foi a postura dos cartolas, que deram de ombros para a situação, dizendo que não iriam pagar tão cedo. O presidente,

O discurso ríspido do presidente do clube, Paulo Wanderley, também foi adicionado à lista de pontos que fizeram o Bom Senso entrar na história. Pela tabela do Brasileirão, o Náutico tem que entrar em campo domingo, no Maracanã, contra o Vasco.

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Por Cleber Aguiar – Rebaixado, Náutico reclama de jogar em casa com gramado bom

Fonte: Folha de São Paulo

ÉDER FANTONI
LUIZ COSENZO

Rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro com seis rodadas de antecedência, o Náutico virou presa fácil para os seus rivais em sua nova casa, a Arena Pernambuco, neste Campeonato Brasileiro.

Das 14 partidas em que jogou no estádio que será sede da Copa do Mundo de 2014, o clube pernambucano teve duas vitórias, dois empates e dez derrotas. Conquistou apenas oito dos 42 pontos disputados como mandante –aproveitamento de apenas 19%.

Antes de mudar de casa, o Náutico tinha os Aflitos como seu aliado. No Brasileiro de 2012, no seu retorno à elite do futebol nacional, a equipe teve um aproveitamento de 73% –foram 13 vitórias, três empates e três derrotas.

“A Arena Pernambuco é um estádio extraordinário para o torcedor, muito bom para assistir ao jogo, mas para nós que fazemos o futebol não ajudou”, disse o presidente do Náutico, Paulo Wanderley, em entrevista para a Folha.

A Arena tem capacidade para 46 mil torcedores, enquanto a casa antiga do time comporta 22 mil pessoas.

“O gramado é muito superior ao dos Aflitos. Com isso as condições para quem tem um elenco superior são igualadas”.

Rubens Chiri-3.set.2013/Divulgação/saopaulofc.net
Rogério Ceni chuta a bola durante Náutico x São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro
Rogério Ceni chuta a bola durante Náutico x São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro

O clube pernambucano assinou um contrato com o consórcio da Arena em 2011 para mandar todos os seus jogos depois da disputa da Copa das Confederações, que aconteceu em junho deste ano. O acordo prevê uma receita mensal e um investimento para melhorias nas instalações do centro de treinamento da equipe.

Nem mesmo o fato de jogar em um estádio preparado para uma Copa foi capaz de animar os torcedores. O clube viu a média de público cair neste campeonato em relação ao último: de 14 mil em 2012, tem agora 12,3 mil pagantes por partida.

A Arena Pernambuco está localizada em São Lourenço da Mata (20 km de Recife), enquanto os Aflitos está numa área urbana da cidade.

Além do desempenho como mandante, o presidente afirmou que outros erros foram cometidos durante a temporada. Na sua opinião, a saída do técnico Gallo foi um dos fatores fundamentais para o baixo rendimento do time no Brasileiro.

Gallo deixou o Náutico em janeiro após receber um convite para dirigir as categorias de base da seleção brasileira. Além do ex-volante, outros seis treinadores comandaram o clube no ano: Vágner Mancini, Silas, Zé Teodoro, Jorginho, Levi Gomes e Marcelo Martelotte.

“A perda do Gallo foi irreparável. Os jogadores chegaram e não renderam com os outros treinadores. Cada técnico que chegou pediu um jogador com uma característica diferente. Neste ano, gastamos muito mais e estamos nesta situação”, explicou.

Por Cleber Aguiar – COM FIM DO JEJUM DE DIEGO TARDELLI, ATLÉTICO-MG GOLEIA E REBAIXA O NÁUTICO

Fonte: Globo.com

Atacante, que não marcava havia 15 jogos, é um dos destaques da vitória atleticana. Com a derrota, Timbu está matematicamente na Série B de 2014

DESTAQUES DO JOGO
  • rebaixamento

    32ª rodada

    Nos pontos corridos, o Náutico é o segundo time rebaixado com mais antecedência. Só é superado pelo América-RN de 2007, que caiu na 31ª rodada.

  • nome do jogo

    Tardelli

    Coroou sua ótima atuação com o gol que encerrou seu jejum de 15 jogos sem marcar. Deu lindo passe para Fernandinho abrir o placar no Independência.

  • estatística

    67 gols sofridos

    O Náutico sofre uma média de mais de dois gols por jogo no Brasileirão. A segunda pior defesa do torneio, a do Criciúma, levou 56 gols.

A CRÔNICA

Fernando Martins Y Miguel

Quis o destino que o Náutico, na iminência de ser rebaixado, enfrentasse o Atlético-MG, atual campeão da Taça Libertadores, no Independência. O esperado aconteceu. Vitória atleticana e queda pernambucana confirmada. De quebra, o Independência viu o fim do jejum de gols de Diego Tardelli, que não marcava havia 15 jogos. O placar do triunfo alvinegro, 5 a 0, refletiu o abismo que separa os dois times na temporada e igualou a maior goleada do Brasileiro, que pertencia ao Cruzeiro, no jogo contra o Goiás, na primeira rodada.

Com atuação envolvente e velocidade no toque de bola na preparação para o Mundial de Clubes, em dezembro, no Marrocos, o Atlético não encontrou dificuldades para chegar à vitória, com gols de Fernandinho, Jô, Guilherme, Diego Tardelli e Alecsandro. Pela frente, a equipe encontrou um adversário já conformado com o rebaixamento, que chegou à sétima derrota consecutiva no Brasileirão.

No próximo fim de semana, o Galo vai a Salvador, onde encara o Bahia, na Arena Fonte Nova, sábado, às 19h30 (de Brasília). Já o Timbu recebe o Cricúma, no mesmo horário, porém, no domingo, na Arena Pernambuco.

Jogo de um time só

A diferença técnica entre as equipes era grande. Os primeiros minutos já deixaram claro que o atual campeão da Libertadores joga no momento um futebol bastante superior ao do lanterna do Brasileirão. A história da confirmação matemática do rebaixamento pernambucano começou a ser escrita com três letras, ou melhor, três toques. Victor lançou Diego Tardelli, que com um passe abriu a defesa do Náutico e deixou Fernandinho sozinho para, com categoria, definir com um leve toque por baixo da bola.

Já entregue, o Náutico parecia torcer para o jogo passar depressa. E não demorou a sair o segundo gol atleticano, com Jô, que completou boa jogada de Fernandinho. Nos últimos minutos da primeira etapa, o Galo chegou a tirar o pé do acelerador e tocar mais a bola, enquanto os pernambucanos apenas se defendiam.

Alegria de Tardelli

Com Helder no lugar de Olivera na volta do intervalo, o técnico Marcelo Martelotte quis dar movimentação ao ataque pernambucano. Mas o jogo não mudou. No segundo tempo, o Galo manteve o domínio e Guilherme fez o terceiro gol, após Jô desviar de cabeça escanteio batido por Tardelli.

Ao contrário da primeira etapa, o Galo se recusou a tirar o pé do acelerador e continuou pressionando o Timbu, com muita movimentação de Guilherme, Diego Tardelli, Jô e Fernandinho. Quando o time teve falta perigosa a seu favor, a torcida gritou o nome de Tardelli, que não balançava a rede desde o dia 25 de agosto. Depois de 15 jogos de jejum, o atacante cobrou a falta com perfeição e correu para o abraço.

O último gol veio em grande estilo, com dois jogadores que haviam acabado de entrar no jogo. Em jogada pela direita, Luan deu de chaleira por ciam do defensor e cruzou rasteiro para Alecsandro colocar na rede, para festa dos atleticanos, que passaram os últimos minutos cantando música com referência ao Mundial e provocação aos cruzeirenses.

Por Cleber Aguiar – NÁUTICO DESENCANTA E AGRAVA A CRISE DO CORITIBA NA ARENA PE: 3 A 0

Fonte: Globo.com

Alvirrubro volta a vencer e foge da pior sequência da era dos pontos corridos na Série A do Campeonato Brasileiro

Há exatos dois meses, em 28 julho, o Náutico atropelou o Internacional na Arena Pernambuco por 3 a 0. Desde então, amargou 14 rodadas de jejum. Faltou um jogo para igualar a maior sequência sem vitória da era dos pontos corridos na Série A. Neste sábado, o Timbu voltou a se inspirar. A vitória por 3 a 0 sobre o Coritiba mostrou quanto o técnico Marcelo Martelotte tem feito bem ao Alvirrubro – foi a segunda partida sob o seu comando. E agravou a crise do Coxa, agora há cinco rodadas sem vencer no Brasileirão e cada vez mais longe do G-4. Após a partida, o presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, descartou a contratação do técnico Caio Junior. Segundo ele, as exigências do treinador de levar sua comissão técnica impediram a negociação.

Maikon Leite voltou a brilhar, com dois gols e uma bela atuação. Dadá marcou o outro. Maikon também havia balançado a rede naquela vitória sobre o Internacional e, na última quarta-feira, quando o Timbu fez boa apresentação no empate com o Santos, em 1 a 1, na Vila Belmiro. Com o resultado, o time pernambucano chegou aos 14 pontos, ainda afundado na lanterna e longe de sonhar com uma saída da zona de rebaixamento. O Coxa aparece em 13º lugar, com 31 pontos, cada vez mais distante do G-4.

Náutico x Coritiba (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Olivera comemora o primeiro gol alvirrubro na Arena Pernambuco (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Na próxima rodada, o Náutico encara a Ponte Preta, nesta terça-feira, no Moisés Lucarelli, enquanto o Coritiba recebe o Flamengo, quarta, no Couto Pereira. Até lá, o Coxa deve anunciar o nome do novo treinador. Neste sábado, o interino Marcelo Serrano assumiu a vaga deixada por Marquinhos Santos, demitido após a derrota para o Ituagüí, dentro de casa, pela Copa Sul-Americana.

Superioridade alvirrubra

Ao fim do primeiro tempo, a sensação para o torcedor alvirrubro foi a mesma do jogo de quarta-feira, na Vila Belmiro: o empate deixou um gostinho de lamentação. Maikon Leite, destaque individual do primeiro tempo, voltou a dar as cartas no setor ofensivo.

Foram quatro boas defesas de Vaná, duas delas em finalizações de Maikon Leite, aos 18 e aos 32 minutos. Aos sete, Dadá obrigou o arqueiro do Coxa a se esticar todo para desviar a bola. Os números mentiram. Pelo menos o percentual de posse de bola –  59% contra 41% a favor do Coritiba – não traduziu o que se viu dentro de campo.

As ações ofensivas do Coxa se resumiram a dois chutes perigosos do apagado Alex. O primeiro logo aos cinco minutos. O segundo, mais perigoso, aos 41, exigindo boa defesa de Gideão. Entre uma finalização e outra ele não conseguiu ser aquele maestro a ditar o ritmo de sua equipe. Inofensivo no ataque e vulnerável na defesa, o Coxa aceitou a postura mais impetuosa do adversário.

Enfim, bola na rede

A primeira medida de Martelotte no intervalo foi abrir mão de uma aposta. Saiu o garoto João Paulo, de apenas 17 anos, e entrou o experiente Olivera. Jogador de área, o uruguaio vinha sendo subutilizado há varias rodadas, esquecido na reserva. Bastaram cinco minutos em campo para mostrar por que merece mais chances no time. Numa bola levantada por Tiago Real, o uruguaio subiu no meio da área do Coxa e testou firme para ras redes. Náutico 1 a 0.

O gol fez justiça à maior iniciativa do Timbu desde os primeiros minutos de jogo. Depois dele, narturalmente, o Coxa passou a tentar agredir mais. Aos 15, porém, Escudero recebeu o segundo cartão amarelo por uma entrada forte em Martinez no meio do campo e foi expulso. Com um a menos, a situação ficou ainda mais difícil para o Coritiba. O interino Marcelo Serrano mexeu três vezes. Saíram Bottinelli, Vitor Junior e Bill para as entradas de Dudu Figueiredo, Lincoln e Emerson Santos, respectivamente.

Náutico x Coritiba (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Maikon Leite voltou a fazer a diferença, desta vez com dois gols (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Aos 25, Alex deixou Robinho cara a cara com Gideão. Foi a melhor chance desperdiçada pelo time paranaense. Crucial. Porque seis minutos depois, Maikon Leite tratou de ampliar a vantagem alvirrubra. Após passe de Dadá, ele deu um toque sutil na saída do goleiro.

No fim, Morales, que substituiu Tiago Real, quase marcou um golaço e ainda ajudou a fechar o placar. No primeiro lance, deu um drible dentro da área e deixou o adversário sentado no chão. Minutos depois, pela esquerda, passou por dois adversários e tocou para Maikon Leite pegar de primeira e marcar o terceiro do Timbu. A torcida alvirrubra voltou a festejar. Estava quebrada uma das sequências mais negativas da história do Clube Náutico Capibaribe.

Por Cleber Aguiar – Técnico diz que foi a pior partida do Santos sob seu comando

Fonte: Folha Online

RAFAEL VALENTE

O técnico Claudinei Oliveira não escondeu a decepção com o empate do Santos com o Náutico por 1 a 1, na quarta-feira, na Vila Belmiro, em jogo recuperado da 11ª rodada do Brasileiro.

Segundo o treinador, foi a pior atuação do Santos sob seu comando. Ele assumiu o time em 1º de junho, no empate com o Grêmio por 1 a 1, na Vila Belmiro.

“Foi a pior partida desde que eu estou no comando. A gente somou um ponto, mas a coisa poderia ser pior. Erramos muitos passos, não tivemos a presença do Thiago Ribeiro, perdemos o Montillo no primeiro tempo. É difícil falar da atuação”, disse o treinador.

 

O atacante Thiago Ribeiro e o volante Arouca não atuaram porque cumpriram suspensão (terceiro cartão amarelo), enquanto Montillo foi substituído com dores na panturrilha direita.

O treinador disse que a decepção também é pela possibilidade que o time teria de se aproximar do G-4 em caso de vitória. É o sexto, com 33 pontos –a seis do Grêmio, hoje o quarto.

“Não é todo jogo que temos uma chance como essa”, disse Claudinei. “Não vou expor jamais meu grupo de jogadores. As correções serão internas”, acrescentou.

Ivan Storti/Divulgação Santos FC
Claudinei Oliveira deixa o gramado da Vila Belmiro após empate com o Náutico
Claudinei Oliveira deixa o gramado da Vila Belmiro após empate com o Náutico

ICFUT – Sem perder tempo, Náutico anuncia substituto de Jorginho

Fonte: futebolinterior

Auxiliar Levi Gomes será efetivado no comando até o fim da temporada

Recife, PE, 06 (AFI) – Após a saída de Jorginho, do comando técnico do Náutico, o gerente de futebol do clube, Lúcio Surubim, confirmou que o auxiliar Levi Gomes comandará o time até o final da temporada. A informação foi dada na entrevista coletiva após a derrota para o Vasco, por 3 a 0, na Arena Pernambuco.

Em relação a saída do treinador, Surubim não quis falar muito sobre o assunto. "Ele disse que sua participação no Náutico deu. Acha que não consegue dar mais. Claro que a gente fica chateado", comentou o dirigente, num momentomuito delicado que o Timbu vem passando.

O número que todos os matemáticos dizem para que um time não seja rebaixado no Brasileirão é 45 pontos. Para chegar a este total, o Timbu, que tem apenas oito, precisa somar 12 vitórias, nos 21 jogos que ainda disputará na competição.

A efetivação de Levi Gomes pode até ser uma alternativa da diretoria para iniciar a estruturação do clube para 2014. Mas, se ele conseguir livrar o time da queda, será um grande milagre.

ICFUT – Willie faz outro golaço, brilha ao lado de Marlone, e Vasco bate o Náutico

Fonte: lancenet

Garotada vascaína resolve no segundo tempo na vitória sobre o lanterna no Recife

Náutico x Vasco - Gol do Vasco (Foto: Aldo Carneiro/ LANCE!Press)
Jogadores comemoram o primeiro gol (Foto: Aldo Carneiro/ LANCE!Press)

A garotada do Vasco assumiu a responsabilidade e resolveu. Pobre Náutico, que sucumbiu diante da técnica e velocidade da juventude cruz-maltina no segundo tempo. Willie – com um golaço e assistência – e Marlone – que marcou duas vezes – brilharam e construíram o placar de 3 a 0, nesta quinta-feira, na Arena Pernambuco, em Recife.
O resultado pela 18ª rodada do Brasileirão fez o time da Colina chegar aos 23 pontos, terminando a rodada na décima posição. Com a sexta derrota seguida, o Timbu continua na lanterna, com oito pontos. Na próxima rodada, o Vasco recebe o Atlético-PR, em São Januário, enquanto o Náutico visita o Corinthians, no Pacaembu.
O primeiro tempo foi nivelado, mas por baixo. O Vasco começou tomando a iniciativa, mas sem conseguir efetivamente levar perigo ao adversário. O meio-campo não conseguiu articular e as poucas bolas que chegaram aos atacantes vieram de chutões. Enquanto isso, Juninho assistia ao jogo do banco. Os raros lances que animaram a boa parcela de vascaínos que estiveram na Arena Pernambuco.
O Náutico viu que o adversário não mordia e colocou as manguinhas de fora. O esforçado Timbu passou a arriscar algumas jogadas mais agudas, tendo facilidade em chegar pelas laterais. Foi em uma jogada pela ponta que nasceu a chance mais aguda da primeira etapa, com Olivera pegando de primeira o cruzamento rasteiro e acertando o travessão cruz-maltino.
DORIVAL MEXE E GIGANTE ACORDA

Dorival, insatisfeito, mexeu no time. Colocou em campo Juninho e Dakson, sacando Pedro Ken e Wendel. A mudança foi da água para o vinho e o acerto tático e técnico foi a brecha que os garotos da Colina precisaram para brilhar.

Primeiro foi Willie, que, logo aos dois minutos, fez mais uma pintura. Após excepcional passe de Dakson e uma arrancada que lembrou Dener, ex-jogador do Vasco na década de 90, deu um toque por cima de Gideão e abriu o placar. Depois dos dois golaços em chutes fortes diante do Cruzeiro, o atacante mostrou mais uma opção no repertório.
O maremoto vascaíno sobre a defesa do Náutico continuou. Foram só mais quatro minutos até o encaixe de mais uma bela troca de passes, que terminou com Willie deixando Marlone na boa para, de primeira, fazer o segundo.
Com a vantagem embaixo do braço, o Vasco passou administrar. Mas foi de forma inteligente, conseguindo encaixar alguns contra-ataques. Juninho comandou o ritmo do time, ao lado de Dakson (Dorival mexeu muito bem!).
O esforçado Náutico, cujo triste destino já parece sacramentado, não conseguiu furar a defesa vascaína. Até porque, como jogou na terça-feira à noite, não teve mais pernas.
Nos acréscimos, Marlone aumentou o placar, colocando a cereja no bolo.

Por Cleber Aguiar – Náutico confirma contratação do atacante Maikon Leite

Fonte: Globo.com

Exatas três semanas depois de se despedir do Palmeiras, Maikon Leite tem um novo clube. Sem espaço no Palestra Itália, o atacante foi apresentando nesta terça-feira como novo reforço do Náutico para a sequência do Brasileirão e também para a disputa da Copa Sul-Americana.

Maikon Leite em entrevista coletiva - Simone Vilar/Divulgação
Simone Vilar/Divulgação
Maikon Leite em entrevista coletiva

O jogador havia deixado o Palmeiras rumo ao Umm-Salal, do Catar. Mas, uma semana depois ele voltou a treinar na Academia de Futebol, uma vez que o empréstimo de um ano não se concretizou. Em seguida a Ponte Preta fez oferta para contar com Maikon Leite, mas a diretoria do Palmeiras exigia que os campineiros pagassem boa parte dos salários dele e não houve negócio.

Finalmente veio a proposta do Náutico, que já havia levado Tiago Real e Leandro Amaro. “Eu preciso do Náutico e o Náutico precisa de mim. Já vi no semblante do grupo a vontade de vencer. Este já é o primeiro passo”, disse o atacante, ao ser apresentado no clube pernambucana com contrato de empréstimo válido por um ano.

Maikon Leite chegou ao Palmeiras em 2011, mas nunca conseguiu se firmar na equipe em virtude de algumas lesões e também de atuações irregulares. O atacante, que tem contrato com o clube até 2016, participou da conquista da Copa do Brasil no ano passado, mas também da campanha que culminou no rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro. No total, ele disputou 87 partidas, com 12 gols marcados pelo clube.

A saída consumada dele é mais um passo do esforço da diretoria alviverde em limpar o elenco. Nos últimos dias, já saíram Weldinho (Sporting Lisboa), Tiago Real (Náutico), João Denoni (Oeste), Emerson (Oeste), Leandro Amaro (Náutico), Patrik (Sport) e Maurício Ramos (Al Sharjah-Emirados Árabes Unidos).

Por Cleber Aguiar – Apresentado pelo Náutico, Silas garante: “Sou um cara corajoso”

Fonte: Gazetaesportiva.net

Anunciado como novo técnico do Náutico na última sexta-feira, Silas foi apresentado na manhã deste sábado, no Centro de Treinamento Wilson Campos. Após uma rápida conversa com os jogadores, o novo comandante alvirrubro deu sua primeira entrevista coletiva, na sala de imprensa do CT.

“Jogador nunca se esquece de jogar futebol. Eu recebi só boas referências desse grupo quando conversei com Gallo e Mancini. Os dois também deram boas informações a respeito da estrutura do clube. Todo clube vive bons e maus momentos. Vocês podem ver o que Ney Franco passa no São Paulo, Jorginho no Flamengo, Autuori no Vasco. Aqui não é diferente. Vamos trabalhar para mudar essa situação o mais rápido possível”, disse Silas.

Após duas temporadas no Al-Gharafa, do Catar, o treinador deixou o país asiático em novembro de 2012, e desde então esperava uma nova oportunidade para trabalhar. Ele é o terceiro técnico do Náutico em 2013. Alexandre Gallo deixou o comando do Timbu no começo de janeiro, para assumir a Seleção Brasileira Su-20. Vágner Mancni foi demitido no último domingo, após a derrota para o Ypiranga.

Simone Vilar/Divulgação/Náutico

Silas tenta recuperar auto-estima do Náutico, que acumula três derrotas nas últimas três partidas

“Fui campeão no Grêmio, aliás, última conquista do time gaúcho. No Avaí conquistei o acesso em 2008 e fui campeão catarinense. No Catar também tive uma boa passagem nesse dois anos que fiquei por lá e com títulos. Aprendi com um dos melhores técnicos do Brasil, o Cilinho, que, acima de tudo, tem que ter coragem. Posso dizer que sou um cara corajoso”, declarou.

 

Silas já comandou quatro jogadores do atual elenco alvirrubro. No Flamengo, trabalhou com Vinícius Pacheco. No Avaí, treinou Bruno Collaço e lançou Marcos Paulo na equipe profissional. No Fortaleza, dirigiu Rogerinho.

A estreia de Silas não será neste domingo, contra o Serra Talhada, mas o treinador viajará com a delegação para acompanhar a partida no estádio Nildo Pereira.

“Preciso analisar a parte disciplinar, técnica, física e tática. Vem ai oito meses de competição nacional, além de Sulamericana. Vi um Náutico acostumado com um futebol de força, raça e pegada. Se conseguirmos retomar isto e montar um time organizado teremos uma equipe capaz de reverter resultados”, afirmou.

Silas chega ao Náutico junto com três auxiliares: seu irmão, Paulo Pereira, que fará seu último jogo como técnico interino do Guarani neste domingo, diante do Palmeiras, além do português Rui Maside e do preparador físico Luís Gustavo Nunes Tomazoli.

por Cleber Aguiar – Corrida de Mascotes tem vitória inusitada do Íbis, o pior do mundo

Fonte: Globo.com

Os representantes dos clubes pernambucanos participaram de uma disputa animada pelas ladeiras de Olinda, em clima de futebol e carnaval

Dizem que tudo é permitido no carnaval de Olinda. Por isso, nenhum lugar seria melhor para misturar atletismo, futebol e folia de Momo em um pacote. Como os pernambucanos realizaram essa proeza? Simples, foi criada a Corrida dos Mascotes, competição no qual os símbolos dos clubes do estado correm 900 metros até a linha de chegada no sítio histórico da cidade, ao som do frevo das ladeiras.

corrida mascotes olinda (Foto: Lula Moraes / GloboEsporte.com)Mascotes se prepararam para representar bem os clubes na corrida (Foto: Lula Moraes)

– Estou me preparando há algum tempo. É sempre bom representar o Santa Cruz seja no gramado ou em outro ambiente. E, competindo, é que fica melhor ainda. Espero chegar entre os primeiros – disse a cobra coral, Gleyson Freitas. 

Um leão (Sport), um timbu, uma cobra coral (Santa Cruz), uma patativa (Central), um periquito (América) e um pássaro íbis (Íbis) mais uma vez disputaram o título do mascote mais veloz de Pernambuco na quarta edição da corrida. Eles participaram de uma bateria da Corrida dos Bonecos Gigantes de Olinda, que pelo crescente sucesso dos mascotes nos estádios, resolveu adotar a paixão clubística.

– O pessoal dos bonecos gigantes queria correr com camisa de times. Não deixei. Mas comecei a ver que os clubes estavam tendo sucesso com atores encarnando os mascotes e resolvi abrir uma categoria. Acabou dando certo – explicou o organizador da festa, Josemar Chiarelli.

corrida mascotes olinda (Foto: Lula Moraes / GloboEsporte.com)Os favoritos em campo foram apenas coadjuvantes
(Foto: Lula Moraes / GloboEsporte.com)

Com um prêmio de mil reais para o primeiro colocado, uma disputa estava acirrada entre dois mascotes. E dessa briga, os favoritos em campo Náutico, Sport e Santa Cruz ficaram de fora. Os pequenos América e Íbis é que entraram como fortes candidatos. O periquito do América, que defendia o título, foi no sacrifício.

– Vou tentar o bicampeonato, mas não estou tão bem fisicamente porque até sexta-feira estava internado no hospital por conta de uma hérnia de disco. O médico me liberou, mas pediu que eu pegasse leve – lamentou, com uma fisionomia dolorida, o periquito Sandro Sérgio da Silva.

O clima de disputa estava mais para o pássaro íbis, Nilson Filho, que protagonizou o momento mais célebre da história da corrida de mascotes. No ano passado, o representante do Pior Time do Mundo fez jus a agremiação que defende e quando liderava a prova, a dez metros de distância da chegada, tropeçou quando comemorava a vitória. Perdeu e ainda teve mãos e joelho ralados.

– Estava liderando e fui olhar para trás para ver se alguém me acompanhava. Só que quando voltei para frente, a cabeça do mascote girou e fiquei sem enxergar, tudo escuro. Tropecei no paralelepípedo e caí de cara no chão, na frente dos fotógrafos e cinegrafistas. Esse ano vou olhar para frente e evitar aquele mergulho à la Mauro Shampoo – lembrou Nilson Filho, citando o folclórico ex-atacante do clube, Mauro Shampoo.

Sob um calor escaldante, no colorido das ladeiras de Olinda, o sexteto largou do Mercado da Ribeira até a sede da Prefeitura, em um trecho de leve descida. E, apesar torcida de tricolores, rubro-negros e alvirrubros, o íbis não olhou para trás e venceu a corrida, colado a patativa centralina.

– É uma nova era, um presságio de que o Íbis vai ganhar tudo neste ano. Vamos subir para a Primeira Divisão do Pernambucano e, se no futebol não fomos tão bem, na corrida dos mascotes o Íbis comanda – gritou Nilson Filho, explodindo de alegria no braços da mãe.

Atrás do Íbis e do Central, o sacrificado periquito fechou o pódio, mostrando que são as aves que voam na corrida dos mascotes. O leão do Sport, que havia chegado atrasado, ficou em quarto, e ainda precisou ser atendido na ambulância, porque passou mal. Além de ser animado, carismático e carinhoso com as crianças, mascote em Pernambuco também precisa ser atleta.

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corrida mascotes olinda (Foto: Lula Moraes / GloboEsporte.com)O  pássaro íbis venceu a Corrida dos Mascotes, seguido da patativa e do periquito (Foto: Lula Moraes)