ICFUT – Santos FC promove exposição de obras de Osmar Santos

Ele é um dos principais nomes da história da comunicação no Brasil. Lembrado até hoje pelos bordões que marcaram uma época, Osmar Santos esteve em Santos para a vernissage da sua exposição, no Memorial das Conquistas “Milton Teixeira”, na Vila Belmiro. São 14 obras, sendo uma exclusiva em homenagem ao Clube. O evento faz para do calendário de comemorações dos 106 Anos do Santos FC e vai até o dia 30 de abril.

Corinthians x Santos – GOLAÇO DO GUGA – narração: Osmar Santos

Osmar Santos

Formado em Educação Física, Administração Pública pela FGV-SP e Direito[1], Osmar Santos, também conhecido como “O Pai da Matéria”, trabalhou como locutor esportivo nas rádios Jovem Pan, Record e Globo onde continua contratado como um dos diretores da equipe mas sem narrar mais as partidas devido ao grave acidente de automóvel que sofreu em 22 de dezembro de 1994 e que afetou sua fala. Hoje como artista plástico, dedica parte de seu tempo a pinturas sobre telas. Trabalhou também nas redes de televisão Rede Globo, Rede Record e Rede Manchete. Narrou a Copa do Mundo de 1986 pela Rede Globo como primeiro locutor, na companhia de Galvão Bueno (segundo locutor) e Luís Alfredo (terceiro locutor). Narrou para a Rede Manchete a Copa do Mundo de 1990, com comentários de Zagallo.

Foi um dos melhores narradores de futebol do rádio brasileiro. Faziam parte da equipe comandada por Osmar na Rádio Globo, na fase de maior sucesso, Loureiro Júnior e Carlos Aymard (comentaristas), Fausto Silva, Roberto Carmona e Henrique Guilherme (repórteres de campo) e os também narradores Oswaldo Maciel, Oscar Ulisses e Odinei Edson (estes dois últimos, seus irmãos). Juarez Soares também participou da equipe, como apresentador de um programa que falava de futebol e variedades. Com base nessa experiência, Osmar Santos e sua equipe passaram a apresentar o programa de variedades Balancê (que tinha na produção Odir Cunha, com Lucimara Parisi na produção artística).

Osmar Santos teve uma participação importante como locutor dos comícios da campanha política de 1984 pelas Diretas Já.[2] Bastante popular, recebeu proposta para candidatar-se a cargos políticos, mas não aceitou.

Osmar Santos vinha sendo preparado para trabalhar na Rede Globo, onde atuou como narrador de futebol e apresentador, mas quem acabou sendo contratado em 1989 para apresentar o programa dominical da Globo foi seu amigo Fausto Silva. Faustão havia se destacado no programa Perdidos na Noite, produzido pela Rede Record a partir de 1982, e Rede Bandeirantes, a partir de 1986.

Criativo, inovou também quando passou a narrar partidas pela Rede Record. Em alguns momentos a câmera o mostrava na cabine e ele falava diretamente com o telespectador. Também criou bordões que foram tão bem aceitos pelo público, que ecoavam pelos estádios, como o famoso “Parou por quê, por que parou?”. Entre suas expressões estão: Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha[3], “Um pra lá, dois pra cá, é fogo no boné do guarda”, “Sai daí que o Jacaré te abraça, garotinho”, “Rosemiro, o namoradinho da Rachel Welch”, “No carocinho do abacate” “ai garotinho”, “vai garotinho porque o placar não é seu”, em situações de marcação de impedimento soltava “ele estava curtindo amor em terra estranha” e uma das narrações de gol mais marcante do rádio brasileiro, “Tiro-lirolá Tiro-lirolí” “E que GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL”. Também foi Osmar Santos quem criou a expressão “Animal”, que melhor representou o jogador Edmundo[3], terminando pelo próprio atleta aceitar a expressão por se tornar a sua marca registrada.

Seu irmão Oscar Ulisses comanda a equipe de esportes da Rádio Globo. Seu outro irmão Odinei Edson narra a Fórmula 1 para a Rádio Bandeirantes. Na Bandeirantes trabalha também o seu primo Ulisses Costa.

Em 1994 sofreu um grave acidente de carro quando viajava de Marília para a cidade de Lins em São Paulo. O acidente causou-lhe sérias sequelas devido aos danos cerebrais que sofreu quando ele foi atingido por um caminhão dirigido por um motorista bêbado.[4] Osmar teve boa recuperação das várias funções, porém sua fala ficou comprometida, sendo capaz de pronunciar mais ou menos cem palavras, impedindo-lhe de continuar trabalhando como narrador. Desde então se dedica à pintura, tendo frequentado por anos o ateliê de Rubens Matuck. [5]

Em sua homenagem foi criado o Troféu Osmar Santos, concedido a cada ano à equipe que termina o primeiro turno do Brasileirão em primeiro lugar.[6]

No dia 28 de julho de 2017 o centro de imprensa do Allianz Parque recebeu o seu nome.

ICFUT DAS ANTIGAS – 1º JOGO DE FUTEBOL NO BRASIL FOI DISPUTADO EM SÃO PAULO NO BAIRRO DO BRÁS ENTRE FUNCIONÁRIOS DA COMPANHIA DE GÁS X CIA. FERROVIARIA SÃO PAULO RAILWAY EM 14 DE ABRIL DE 1985.

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O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 14 de abril de 1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo. Os funcionários também eram de origem inglesa. Este jogo foi entre FUNCIONÁRIOS DA COMPANHIA DE GÁS X CIA. FERROVIARIA SÃO PAULO RAILWAY.

O primeiro time a se formar no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888.

No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol.

ICFUT – HISTÓRIA: Para biógrafo, último gol de Garrincha foi contra o Fla em 62

Fonte: folha.com

Para o autor da biografia de Garrincha, o último gol dele foi marcado, na verdade, dez anos antes da partida contra o Comercial.

"Eu considero que a carreira do Garrincha foi encerrada em um Botafogo e Flamengo, em 1962. Ele fez dois gols e participou da jogada de outro. Foi o último ano da carreira dele. A partir daí, não foi mais o mesmo", conta.

Folha Imagem

Garrincha foi bicampeão mundial pela seleção brasileira (1962 e 1958)Garrincha foi bicampeão mundial de futebol pela seleção brasileira, em 1962 e 1958

"Nem mesmo o gol que ele marcou em 1966, pelo Brasil, na Copa, eu considero. Ele foi absurdamente convocado para aquela Copa, foi convocado para fazer parte do time que todos tinham certeza de que seria campeão", diz.

"Os dez anos seguintes foram uma sobrevida que ele teve como profissional, aquilo que hoje chamam de ‘ex-jogador em atividade’", diz o autor. "Ele morreu em 1982. Entre 1972 e 1982, ele não parou de jogar nem por uma semana, vestiu a camisa de vários clubes brasileiros. Eram jogos de exibição."

A bebida, conta Ruy Castro, era hábito diário de Garrincha, mesmo nos dias dos jogos. "Ele jogava pelo interior do país. Chegava à cidade, entrava direto no botequim, bebia até a hora do jogo e já entrava meio desmaiado", afirma o biógrafo.

"Ele nunca encerrou a carreira. Ele fez uma partida em Brasília uma semana antes de morrer. Mas estes jogos não têm nem súmula."

ICFUT – Há 50 anos, Pelé inventava o Gol de Placa

Fonte: uol.com.br

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Pelé mudou o mundo do futebol com suas jogadas e gols. E entre as novidades introduzidas pelo campeão do mundo, uma teve nome e sobrenome: Gol de Placa. E esta invenção do Rei aconteceu há exatos 50 anos, em 5 de março de 1961.

Nesta data, Pelé encarou o Fluminense, pelo Santos, em partida realizada no Maracanã e válida pelo Torneio Rio-São Paulo. O time paulista vencia por 1 a 0, quando a pintura começou: o camisa atravessou o gramado, passou por quatro jogadores do Flu e deixou a bola nas redes.

A tal placa surgiu quando Joelmir Beting sugeriu e o jornal “O Esporte” resolveu homenagear o atacante pelo gol, imortalizando-o em uma placa de bronze que foi colocada no Maracanã.