ICFUT – BRASILEIRÃO SERIE A – 2018 – Flamengo (RJ) 2×0 Paraná (PR)

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-RJ 2 X 0 PARANÁ-PR

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 10 de junho de 2018 (Domingo)
Horário: 19h00 (de Brasília)
Renda: R$ 1.745.965,00
Público: 59.488 presentes (54.526 pagantes)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Cartões Amarelos: Jean Lucas, Felipe Vizeu (Fla)

Gols:
FLAMENGO: Diego, aos 20 min do 1º tempo; Felipe Vizeu, aos 20 do 2º tempo

FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Léo Duarte, Thuler e Renê; Gustavo Cuéllar, Jean Lucas (Willian Arão), Everton Ribeiro, Diego (Marlos Moreno) e Vinicius Júnior; Henrique Dourado (Felipe Vizeu)
Técnico: Maurício Barbieri

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Junior, Jesiel (Neris), Rayan e Igor; Torito González, Jhonny Lucas (Carlos Eduardo) e Caio Henrique; Carlos, Léo Itaperuna e Silvinho (Thiago Santos)
Técnico: Rogério Micale

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Por Cleber Aguiar – Receita dos clubes brasileiros alcança R$ 2,1 bilhões em 2011

Fonte: O Estado de São Paulo

Corinthians continua na liderança entre os mais ricos e Santos registra crescimento com Neymar

Wagner Vilaron – estadão.com.br

SÃO PAULO – Somadas, as receitas dos 20 clubes mais ricos do Brasil chegaram a R$ 2,14 bilhões em 2011. Esta é a primeira vez que a riqueza produzida pela elite do futebol brasileiro rompe a barreira dos R$ 2 bilhões. Se comparado com o ano anterior, o número representa crescimento de 27%. Na ponta do lápis significa R$ 457 milhões a mais. A principal explicação para este aumento está na renegociação dos contratos de direito de transmissão de TV aberta e fechada.

Receita total do Corinthians em 2011 foi de mais de R$ 290 milhões - Ernesto Rodrigues/AE
Ernesto Rodrigues/AE
Receita total do Corinthians em 2011 foi de mais de R$ 290 milhões

Basta retroagir um pouco para que os números fiquem ainda mais impressionantes. A comparação com 2007 mostra que, nos últimos cinco anos, a receita dos clubes aumentou 73%. O crescimento de 27% é três vezes maior do que o registrado em 2010.

De acordo com especialistas que acompanham e estudam este mercado, a análise dos balanços destes clubes mostra dados curiosos. Um deles é o fato de as agremiações brasileiras dependerem cada vez menos da venda de jogadores.

“As receitas com transferências de atletas têm cada vez menos peso na receita total dos clubes, o que demonstra que outras fontes de recursos, como cotas de TV, patrocínio, publicidade, clube social, bilheteria, estádio e licenciamentos apresentam taxas acima da média”, explicou o diretor da BDO, empresa responsável pelo levantamento, Amir Somoggi. “Quando desconsideramos o dinheiro recebido com transferências de atletas, o total passa de R$ 2,14 bilhões para R$ 1,81 bilhão.”

Destaques alvinegros. Dois clubes alvinegros chamam a atenção na relação dos mais endinheirados: Corinthians e Santos. O clube do Parque São Jorge continua na liderança do ranking, com receita total de R$ 290 milhões em 2011, crescimento de 37% em relação ao ano anterior. “O Corinthians tem hoje a maior receita de televisão, com R$ 112 milhões e está a uma distância confortável do São Paulo (R$ 226 milhões), que voltou ao segundo lugar”, observou Somoggi.

Na Vila Belmiro comemora-se o feito de o clube ter assumido a quarta colocação (R$ 189 milhões) entre os mais ricos, deixando Flamengo (R$ 185 milhões) e Palmeiras (R$ 148 milhões) para trás. Em outras palavras, o Santos só cresceu após implantar o projeto para segurar Neymar.

“O Santos tem registrado nas últimas duas temporadas uma taxa chinesa de crescimento. De 2009 para 2010 foi de 66% e, de 2010 para 2011, 62%”, observou Somoggi. “Não há dúvida em afirmar que segurar Neymar no clube não é um gasto, mas sim um investimento. O Santos ganha títulos e dinheiro com Neymar.”

Estádio e torcida. O destaque do São Paulo é a exploração do Morumbi, que rendeu ao clube quase R$ 60 milhões em 2011. Um terço deste valor vem da exploração dos camarotes. Os aluguéis somam R$ 12 milhões. No caso do Inter-RS, terceiro colocado no ranking, o que chama atenção é o projeto sócio-torcedor, que levou aos cofres do Colorado R$ 41 milhões.

Por Cleber Aguiar – Ibson não se derrete por amor antigo e mira o Santos: ‘Nunca quis sair’

Fonte: Globo.com

Jogador garante que não pensou em retornar ao Flamengo, comenta ‘baile do Barcelona’ e fala sobre o estilo de vida brasileiro que teve na Rússia

Por Eduardo PeixotoRio de Janeiro

Manhã do dia 11 de fevereiro, sábado. Ibson recebe meia dúzia de ligações de amigos cariocas festejando o acerto com o Flamengo. Com um quê de espanto e um sorriso constrangido, ele garante a todos que a informação da troca por Alex Silva é inverídica e que seguiria normalmente seu caminho em busca do sucesso no Santos.

A notícia, espalhada por um ex-dirigente do departamento de futebol do Fla, provocou euforia entre os rubro-negros nas redes sociais. Festejaram o retorno virtual de um jogador com mais de 15 anos de Gávea. Mas Ibson, em momento algum, se posicionou favorável à saída da equipe paulista.

O carinho pelo Flamengo fica guardado na estante de recordações. Olha para o papel, vê os três anos e meio de contrato com o Santos e mira o status de imprescindível que ainda não conquistou.

Durante os pouco mais de 40 minutos de entrevista, Ibson apegou-se aos adjetivos positivos e não os largou. A vida no inverno russo foi classificada como “maravilhosa”, Neymar um “moleque sensacional” e a acachapante derrota por 4 a 0 para o Barcelona na final do Mundial virou uma “alegria”.

entrevistão de domingo Ibson (Foto: Montagem sobre foto da Ag. Estado)Flamengo, Spartak, Santos… Ibson em diversos momentos (Foto: Montagem sobre foto da Ag. Estado)

O volante, aos 28 anos, é assim. Desde o início da carreira, usa a mesma velocidade para fazer a ligação entre o meio-de-campo e o ataque para fugir de problemas extracampo. Confira a entrevista:

Como foi acordar e ler que você tinha sido trocado pelo Alex Silva? 
Olha, em momento algum fiquei preocupado achando que tivessem feito algo sem eu saber. Estava bem tranquilo porque tenho contrato com o Santos por quase quatro anos. Conversei com o diretor e ele me passou que não havia nada. No dia seguinte, tinha jogo (contra o Linense) e não me desconcentrei. Mantive a cabeça boa.

Em algum momento alguém do Flamengo o procurou? 
Não, ninguém falou comigo.

Tenho uma história no Flamengo, recebo muitas mensagens dos torcedores. Sei que sigo no coração deles por tudo o que fiz. Também tenho carinho e respeito enormes. Mas no momento não penso em voltar. “
Ibson, volante do Santos

Nem com o seu empresário (Eduardo Uram)? 
Não conversamos sobre isso. Tenho contrato e estou feliz. Em momento algum pensei em sair. Nunca quis sair. Recebi várias ligações de amigos, mas avisei que não sabia de nada, que não tinha nada. Acho que (a notícia) foi precipitada. Mas não me abalou.

Mas no Twitter você foi festejado pelos rubro-negros. Não balançou? 
Tenho uma história no Flamengo, recebo muitas mensagens dos torcedores. Sei que sigo no coração deles por tudo o que fiz. Também tenho um carinho e respeito enormes. Mas no momento não penso em voltar. Tenho contrato com uma grande equipe e quero cumprir. Depois disso, não posso responder. Falar do futuro é complicado.

Sete meses depois de chegar ao Santos, você ainda busca um espaço na equipe. A demora está ligada à readaptação ao futebol brasileiro? 
Sinceramente? Acho que não. Quando voltei fiz cinco jogos bons, mas tive uma lesão muscular na coxa esquerda que me atrapalhou bastante. Fiquei quase 50 dias sem jogar, voltei com uma fibrose no local e ainda sentia muita dor. Isso afetou meu rendimento. No fim do ano, consegui fazer bons jogos.

Ibson no desembarque no Rio de Janeiro (Foto: Fábio Leme / Globoesporte.com)Ibson na chegada ao Brasil para assinar com
o Santos (Foto: Fábio Leme / Globoesporte.com)

Ainda tem vontade de jogar na Europa? 
Pergunta difícil de responder, hein? Sei que tive duas experiências maravilhosas: uma em Portugal (no Porto) e outra na Rússia (no Spartak). Não me arrependi e se voltasse no tempo repetiria as experiências. Sempre quis jogar na Espanha, mas no momento não estou pensando nisso.

Percebe-se um movimento cada vez maior de jogadores voltando da Europa antes dos 30 anos. Por quê? 

Os clubes brasileiros estão bem estruturados. Os salários são parecidos ou até maiores do que os da Europa.

Por que decidiu voltar da Rússia? Foi o famoso incômodo com o frio?
Vivi dois anos incríveis na Rússia. O país é muito bom para morar, o Spartak é um clube espetacular. Tem frio? Tem no inverno, mas eles estão preparados e a vida segue normalmente. Não me atrapalhava. Eu jogava uma vez por semana e tinha bastante tempo para aproveitar a família (a esposa Cíntia e os filhos Ibson Junior e Alícia moraram com o volante em Moscou). Só que depois de algum tempo vários jogadores brasileiros saíram e vi que era a hora de voltar.

Como assim? 
Morávamos em um condomínio em que a língua oficial era o inglês. Vários brasileiros e argentinos viviam lado a lado. Era muito divertido. Quando o inverno terminava, fazíamos churrasco em uma mini-praia que havia no condomínio, jogávamos futevôlei… Tudo isso nos ajudava a aliviar a saudade da nossa terra. Mas o Alex, que era meu vizinho de porta, foi para o Corinthians, o Rodolfo voltou (para o Grêmio) e fui ficando mais triste. Quis voltar.

Foi quando apareceu a oferta do Santos? 
Isso. Quando soube me empolguei. O time era campeão da Libertadores e disputaria o Mundial. Mas isso não foi o mais importante. Importante foi saber que tinha uma ótima estrutura, um time forte.

E ainda tinha o Neymar… como o primeiro contato? 
O Neymar é um moleque sensacional, tranquilo, de cabeça boa. E um jogador fora de série. Não tenho nem palavras.

Nem palavras para descrever o cabelo dele?
Cabelo está bem, está bonito. (risos)

Você já arriscou um moicano nos tempos de Flamengo…
É, mas era um pouquinho diferente. Mais discreto. Agora não tenho mais idade.

 

Na última semana relataram um ríspido bate-boca entre você e o Muricy Ramalho durante o jogo contra o Comercial. Como é a relação com ele?
Não houve bate-boca, foi uma coisa de jogo. Ele falou, não escutei, não interpretei da maneira que ele queria. No calor do jogo, você acaba falando mais alto. Mas nada que atrapalhe. O relacionamento é bom, ele é um grande treinador e demonstrou isso nos últimos anos.

Qual foi a reação após a goleada por 4 a 0 para o Barcelona na final do Mundial? 
Sabíamos que seria uma coisa difícil. Mas foi uma alegria por terminar o ano como a segunda melhor equipe do mundo. Voltamos de cabeça erguida. Eles estão há cinco anos juntos. Nunca tinha visto nada igual ao Barcelona. Eles não jogam com atacante fixo e têm um toque de bola espetacular. Impressionou bastante vê-los em campo.

Voltando ao passado… em 2008, o Flamengo perdeu por 3 a 0 para o América-MEX, foi eliminado em casa e surgiu a história de que os jogadores fizeram um pagode com álcool na concentração horas antes do jogo…
Depois de uma derrota adoram inventar coisas que não aconteceram para justificar os fracassos. Não aconteceu nada de anormal na concentração. Aquele jogo é um grande mistério. Eles foram três vezes ao ataque e marcaram três vezes. Ninguém nunca vai conseguir explicar. Nem eu… (risos)

Ibson, do Santos (Foto: Ivan Storti/Divulgação Santos FC)Ibson durante treino do Santos
(Foto: Ivan Storti/Divulgação Santos FC)

Esses boatos o incomodam? 
Plantam muitas notícias. Qualquer pessoa que tem um celular pode tirar uma foto comigo e dizer que fiz isso ou aquilo. É complicado. Passei a nem ler mais jornal para não me aborrecer.

O Bruno era capitão daquele time do Flamengo e vocês tinham um bom relacionamento. Como foi receber a notícia da prisão dele pelo desaparecimento da ex-namorada Eliza Samudio? 
Eu estava na Rússia naquela época e até hoje não acredito nisso. Convivi com o Bruno dois anos e acredito que ele não fez nada. O Bruno, apesar do temperamento forte, não seria capaz de uma crueldade dessas.

Por Cleber Aguiar – Lei Pelé ( Mudanças )

Fonte: Valor Econômico

Renata W. Lancellotti
A presidente Dilma Roussef sancionou, recentemente, a Lei nº 12.395, de 16 de março de 2011, alterando e aprimorando a Lei nº 9.615, de 24 de março de 1998, a famosa Lei Pelé. São alterações importantes para o fortalecimento das entidades de prática desportiva, dos atletas e, notadamente, dos investidores atentos aos clubes formadores de jovens atletas. O olhar dos investidores está voltado, sobretudo, para o crescimento desses jovens não como simples “ativos” negociáveis, mas sim como “stakeholders” das referidas entidades, que poderão receber investimentos de fundos de investimentos em participações (private equity), regidos pela Instrução CVM nº 391/03, visando a estimular mais transparência, prestação de contas, responsabilidade social e melhores práticas de governança corporativa.

O artigo 29 da nova Lei Pelé é um exemplo desse estímulo; além de definir o conceito de formadora de atletas, estabelece, explicitamente, regras, garantias e assistências ao jovem atleta. O artigo 27 da lei, cuja redação teve como influência o artigo 18bis do regulamento Fifa sobre transferência de atletas, trouxe inovações e mais segurança jurídica aos investidores. Isso porque os direitos econômicos, tão valorizados na antiga lei, estão sendo desmitificados.

Na prática, os direitos econômicos nada mais são que direitos de créditos referentes a valores que a entidade venha a receber no futuro, em uma eventual transferência do atleta, cuja cessão se formalizava mediante contrato. As entidades de prática desportiva recorriam a investidores, negociando direitos econômicos em troca de recursos para viabilizar o pagamento de multas rescisórias de atletas. Ou seja, os direitos econômicos estavam ligados às referidas multas. Em contrapartida, a nova lei, de forma protecionista, além de tratar expressamente dos casos de atletas em formação, modificou e blindou a lógica de transferência de atletas. A referida norma prevê que são nulas de pleno direito as cláusulas de contratos firmados entre as entidades de prática desportiva e terceiros, ou entre estes e atletas, que possam intervir ou influenciar nas transferências de atletas ou, ainda, que interfiram no desempenho do atleta ou da entidade, exceto quando objeto de acordo ou convenção coletiva de trabalho.

    Direitos econômicos são créditos referentes a valores a receber no futuro

Por outro lado, também estabelece que são nulos de pleno direito os contratos firmados pelo atleta ou por seu representante legal com agente desportivo, pessoa física ou jurídica, bem como as cláusulas contratuais ou de instrumentos procuratórios com vínculo desportivo que, dentre outras regras, acarretem exigência de receita total ou parcial exclusiva da entidade e versem sobre gerenciamento de carreira de atleta em formação com idade inferior a 18 anos.

Isso significa que os direitos econômicos perderam sua razão, já que a que a nova lei, de forma transparente, invalidou os contratos que impliquem vinculação ou exigência de receita total ou parcial relativa à cláusula indenizatória exclusiva à entidade de prática desportiva à qual está vinculado o atleta. Ora, os agentes desportivos poderão receber pelo seu trabalho, todavia, é razoável entender que esses “stakeholders” não poderão compartilhar dos reais direitos dos atletas. Ou seja: o atleta deixa de ser “fracionado” como qualquer ativo. Nesse contexto, podemos concluir que as especulações, as tentativas de formação de cestas de atletas ou mesmo os fundos de investimentos em direitos creditórios sairão desse cenário, mas, em contrapartida, será estimulado o ingresso de novos investidores, por intermédio de fundos de private equity.

Em outubro de 2010, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negou a constituição de fundo de investimento em jogadores de futebol regido pela Instrução CVM nº 409, de 2004. O relator do caso, o diretor Eli Loria, indeferiu o recurso, afirmando que os “direitos econômicos” possuem a natureza de direitos creditórios de existência futura e incerta, só que emergentes de relações já constituídas.

Seguindo o espírito da nova Lei Pelé, os direitos econômicos tomaram cartão vermelho, não fazendo mais sentido, portanto, a constituição de fundos de investimentos em direitos creditórios. Em contrapartida, como dito, entram em campo, como potenciais e principais investidores os fundos de private equity, como stakeholders importantes na criação de projetos de formadores de atletas e clubes não deficitários, devidamente profissionalizados, com boas práticas de governança corporativa. Assim, os fundos de private equity poderão ser donos do negócio e não meros espectadores.

Renata Weingrill Lancellotti é sócia do Motta, Fernandes Rocha Advogados. Possui LLM em Direito Societário e MBA Executivo, ambos pelo INSPER (antigo Ibmec SP).

Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações

Por Cleber Aguiar – MEIO MILHÃO de acessos com muitas emoções !

Equipe

Em Pé -Allisson,Priscila,Éder,Rogérinho

Agachados  Cleber & Nilton Moura

José Reis ( Flamengo )

Cézar Alvarenga ( Corinthians/Listrado),

Edgar ( Santos )

Alexandre ( Corinthians )

W. Santista

Ex – Integrantes

Silvana ( São Paulo), Vandi ( Palmeiras), Fabiano (Árbitro) & Alexandre Anni ( Camisa Listrada )

Pessoas que ajudaram nessa caminhada !

Dr. José Maria Caiafa – Pelo apoio e mestre do nosso site !

Cybele Belini – Por sempre colaborar com a melhoria do site com suas grandes montagens !

Não podemos deixar de citar nosso companheiro Corinthiano kleber Amorim.

1º post ( 07 de Maio de 2009 )

PRIMEIRA RODADA BRASILEIRÃO SÉRIE A – 2009
Posted: maio 7, 2009 by icfut in Uncategorized

FONTE: FUTEBOLINTERIOR.COM.BR
1ª RODADA

09/05 – 18:30     Sport-PE     x     Barueri-SP
09/05 – 18:30     Palmeiras-SP     x     Coritiba-PR
09/05 – 18:30     Avaí-SC     x     Atlético-MG
10/05 – 16:00     Corinthians-SP     x     Internacional-RS
10/05 – 16:00     Fluminense-RJ     x     São Paulo-SP
10/05 – 16:00     Cruzeiro-MG     x     Flamengo-RJ
10/05 – 16:00     Atlético-PR     x     Vitória-BA
10/05 – 18:30     Grêmio-RS     x     Santos-SP
10/05 – 18:30     Santo André-SP     x     Botafogo-RJ
10/05 – 18:30     Goiás-GO     x     Náutico-PE

Post mais acessado ( 26 de Abril de 2010 )

Por Cleber Aguiar – Entrevista de Neymar com Sônia Racy do Estadão.

Posted: abril 26, 2010 by icfut in Uncategorized
Tags:Por Cleber Aguiar – Entrevista de Neymar com Sônia Racy do Estadão.

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Fonte: O Estado de São Paulo

‘Quero um Porsche e Uma Ferrari na garagem’
Neymar, estrela maior do Santos, é gastão. Mas dá 10% de tudo à igreja

Sonia Racy – O Estado de S.Paulo

Quando nasceu, Neymar ficou sem nome por quase uma semana. Indecisos, seus pais, Nadine e Neymar Santos, pensaram em “Mateus”. “Mas minha mãe sugeriu botar Neymar para ver se um dia esse nome vingaria”, conta o pai do garoto.

Neymar pai jogou futebol em clubes pequenos, o que lhe rendeu o patrimônio de um terreno. Neymar filho, aos 17 anos, já comprou uma cobertura tríplex em Santos – com piscina, sauna e espaço gourmet dentro do apartamento. Uma jacuzzi com TV de plasma ocupa o banheiro de seu quarto. Lá, a nova e grande estrela do Santos vive há cinco meses com pai, mãe, irmã e um primo – que tenta a vida como jogador.

Uma estante envidraçada com fotos, medalhas e troféus de “Juninho” decora a sala-de-estar da casa da família, onde a coluna foi recebida em dois dias diferentes. No primeiro, o pai e empresário do craque contou histórias inéditas. No outro falou o filho – mostrando-se, em família, um tímido e brincalhão.

“E pensar que o Juninho quase morreu”, emociona-se a mãe. “Ele tinha quatro meses e estava no carro comigo e com meu marido quando sofremos um acidente. Ele estava deitadinho atrás e, quando batemos, rolou para debaixo do meu banco. Mas Deus estava no controle e ele só cortou a testa. Meu marido ficou três meses na cama.”

Agora, aos 18 anos, com saúde e futebol para vender por milhões de euros, ele é “um vulcão em erupção”, conforme define seu pai – e para chateação do técnico Dunga. Neymar está solteiro. Rompeu o namoro de cinco meses com uma garota de 16 anos, do Guarujá. Seu pai bem que tenta aconselhar as namoradas do filho: “Para ser mulher de atleta, tem que fazer vista grossa. Homem apronta, mas quando a ficha cai, ele volta. Veja o Robinho, ele sossegou”.

Neymar diz que não quer saber de se apaixonar. “Agora não. Quero curtir a vida”, avisa, esparramando-se no sofá. Entrelaçando as pernas em uma almofada, narra seu sacrifício para não cair no canto das marias-chuteiras. “Você tá quietinho e elas é que vêm para cima. A gente tenta dar umas cortadas, mas é complicado. Tem que ser esperto, primeiro conhecer, ver de onde ela vem, no que está interessada, se ela gosta mesmo de você. Daí você investe.”

E o assédio é grande. “Tem mulher mais velha, mais nova, tem de tudo. Tenho que ficar com o olho bem grandão”, afirma, arregalando o seu par verde.

Para proteger o filho de companhias oportunistas e de impulsos consumistas, quem administra o dinheiro do craque é o pai. Ele diz deixar apenas R$ 5 mil na conta do moço – valor bem inferior ao salário, que hoje beira os R$ 150 mil mensais. “E cinco mil ainda acho muito, porque o Juninho não precisa comprar nada. Tem contrato com a Nike, ganha roupas, tudo. Parece um polvo, tem mais de 50 pares de sapatos.”

História que o jogador confirma. “Eu acho bom, porque a grana acaba. E sou meio gastão, né? Principalmente em viagens. Compro presente para todo mundo. Até para o cachorro, se deixar.” O jovem também coleciona relógios, perfumes e brincos. “Mandei fazer um brinco de ouro com as letras “NJ” (de Neymar Junior).”

Ele adora, também, comprar roupas. Os estilos “variam com o humor”. Fora das marcas esportivas, prefere Calvin Klein e Armani. “Calça gosto assim: apertadinha embaixo e larga na cintura. Aparecendo a cueca.”

Mas o interesse por moda é recente. Quando pequeno, ele queria mesmo era “comprar um supermercado de bolachas. Para poder comer as recheadas a qualquer hora”.

Neymar tem uma marcante passagem na infância que envolve molecagem, inveja e, novamente, bolachas. Certa vez, ele e um grupo de amigos do clube foram a uma padaria e roubaram um pacote de biscoitos. Ao perceber, o então treinador Betinho fez o grupo voltar, pagar e pedir desculpas. O deslize rendeu. Um dos pais dos meninos envolvidos foi até o presidente do clube e disse: “Esse Neymar, que vocês ficam pajeando, é um ladrão”. A história caiu como uma bomba nos ouvidos de Neymar pai, que só soube da história quando voltou à noite do CET, onde trabalhava como mecânico. “Todos estavam envolvidos, mas foram reclamar só do Juninho por pura inveja. Ele era o único a ganhar duas cestas-básicas em vez de uma.”

Por falar em inveja, Neymar pai conta que desde pequeno o filho jogava com “fitinha de Jesus” na cabeça. “Minha mulher fazia questão, que era para protegê-lo. Mas chegaram até a chamá-lo de “mascarado”. Quando foi para o Santos, teve que abandonar essa proteção.”

Com ou sem faixa, Neymar, segundo seu pai, sempre foi e continua sendo um fiel contribuinte da Igreja Batista Peniel, de Sãio Vicente. Doa 10% de tudo o que ganha para lá. “O primeiro salarinho dele foi R$ 450. Fizemos esse primeiro contratinho dele no Santos e minha mulher pegava os R$ 45 e dava para igreja todo mês. OK, ainda sobravam uns R$ 400 para pagar as contas. Daí ele passou a ganhar R$ 800. Tá bom, doa R$ 80… Só que Deus começa a te provar, né? Pegamos R$ 400 mil. Caramba, meu, como vamos “dizimar” R$ 40 mil? É um carro! Cara, mas daí você pensa que Deus foi fiel. Pum, dá R$ 40 mil! Mas daí vieram “catapatapum” reais. Meu Deus, não quero nem saber, “dizima” logo isso! (risos). É… Deus te prova no pouco e no muito”, suspira o patriarca da família Silva Santos. E o que pensa disso o jogador? Como revela na conversa que se segue, o dinheiro não lhe faz a menor falta.

Dói abrir mão de R$ 40 mil?

Para Deus, nada dói. E acho legal. A gente conhece bem o pastor da Peniel. Faz dez anos que estou lá e agora estão ampliando a igreja. Acho que se a gente acreditar em Deus, as coisas vêm naturalmente. Deus me deu tudo: dom, sucesso…

Falando nisso, qual é a parte chata de fazer sucesso?

Ah, não tem parte chata. Eu acho que é sempre legal.

Já foi vítima de racismo?

Nunca. Nem dentro e nem fora de campo. Até porque eu não sou preto, né?

O que gostaria de poder comprar que ainda não tem?

Queria um carrão.

Mas você acabou de comprar um Volvo XC-60, por R$ 140 mil, Não é um carrão?

Ah, é, mas queria uma Ferrari. Nunca andei.

Uma Ferrari ou um Porsche?

Não sei. Qual é melhor?

Não sei, também.

Ah, então eu queria um Porsche amarelo e uma Ferrari vermelha na garagem.

Qual é seu tipo de mulher?

Linda.

Prefere as loiras, as morenas, japonesas…?

Tem que ser linda. Sendo linda, tá tudo certo. E só não pode ser interesseira.

Você alisa mesmo os cabelos a cada 20 dias?

Aliso. Nem sei o que eles (cabeleireiros) fazem. Só sei que tem um cheiro ruim. Mas fica bom porque meu cabelo é meio enrolado. Aí tem que alisar para o moicano espetar. E também pinto de loiro. Sou meio maluco, né?

Parece que você tira as sobrancelhas também…

Tiro aqui embaixo (diz, penteando-as com os dedos).

E o que mais você faz para cuidar da aparência?

Depilo as pernas com uma maquininha. Da canela até as coxas. Acho que fica melhor assim. Ah, e faço o pé com a podóloga do CT (Centro de Treinamento do Santos). E, olha aqui, meu pé até que é bonitinho, né? O pessoal costuma ter a unha preta. Eu, não.

Como gosta de se divertir?
Depende. Quando eu ganho o jogo, aí saio para bagunçar. Mas se perco, prefiro ficar quieto em casa. Só jogo uma sinuca. Fico chateado, bravo e se alguém fizer uma piadinha na rua… eu não tenho sangue de barata. Também gosto de dançar. Danço de tudo: funk, psy, sertanejo, blackmusic.

Gosta de viajar?

Gosto de ir para outros lugares, mas não gosto de viajar, não. É chato ficar dez horas dentro do avião. Você anda para lá e para cá e nunca chega.

Qual o lugar que mais gostou de conhecer?

Os Estados Unidos. Fui para Nova York e Los Angeles. É tudo é diferente, né? A rua, o cheiro. Fui também para Catar, México, Nigéria.

Para onde gostaria de ir?
Hmmm… para a Disney. Gosto de parque de diversões, brinquedos radicais. Tenho medo, mas eu vou. Ah, e Cancún também. Não surfo, mas pego um “jacarezinho”.

Já tirou seu título de eleitor? Não tirei. Nem queria, mas vou ter que tirar.

Sabe quais vão ser os candidatos à Presidência?

Não sei, não

Gosta do Lula?

Não tô prestando muito atenção nisso. Mas agora vou ter que passar a prestar.

E até onde quer chegar como jogador de futebol?

Quero ser o melhor do mundo.

Com Débora Bergamasco