AÇÃO: Adriana Feliz do Portal Mais Feliz convida para eventos contra a Pedofilia

Amigos do Icfutistas, o mais novo parceiro do site PORTAL MAIS FELIZ através de sua idealizadora Adriana Feliz com um trabalho sensacional de orientação e prevenção a pedofilia , convida a população de Campo Limpo Paulista para dois grandes eventos. No caso dia 28 de Agosto em Jarinu e dia 09 de Setembro o jogo das Estrelas em Bom Jesus dos Perdões.

Portal Mais Feliz no Facebook: https://www.facebook.com/portalmaisfeliz/

Evento na cidade de Jarinu do CONSEG ( Conselho Comunitário de Segurança ) de Jarinu em conjunto com o Portal Mais Feliz .

Evento realizado pela empresa Craques Master Futebol Brasileiro através do seu Presidente/Fundador Gil Santos em parceria com o  Portal Mais Feliz na cidade de Bom Jesus dos Perdões no Estádio Municipal dia 09 de Setembro de 2018 ás 10:00 horas, entrada 1KG de alimento não perecível que será doada à Instituições Carentes.

 

Facebook da Craque Master Futebol Brasileiro: https://www.facebook.com/craquesmaster/

 

Conheçam o trabalho do Portal Mais Feliz:

Missão

Temos como missão a orientação, prevenção e o combate a pedofilia, seguido de outras ações sociais no Brasil, atuamos no socorro emergencial às pessoas em estado de vulnerabilidade, prestando-lhes assistência e suporte em suas necessidades básicas, encaminhando-as posteriormente ao serviço público competente.

Visão
Ser um grupo integrado e dinâmico, atuando através do voluntariado movidos pelo amor ao próximo, objetivando a execução das ações
sociais através de parcerias, visando um mundo melhor e mais feliz.
Valores
Compromisso, ética, dedicação, confiabilidade, valorização do ser humano, responsabilidade social, trabalho em equipe, qualidade de vida, amor ao próximo e transparência.

Nossas ações

 

Frentes de COMBATE: pedofilia, bullying, legalização de drogas, violência doméstica e infanticídio

Teatro de fantoches para crianças

Palestras e Fóruns

Ações sociais

Apadrinhamento solidário

Saúde da mulher (palestras de prevenção)

Capacitação profissional

Voluntáriado mais Feliz

Desapego solidário

Campanhas de arrecadação e repasse de doações

Web Rádio Mais Feliz

 

Adriana Feliz

Idealizadora e Gestora do Portal Mais Feliz

 Biografia

 Adriana Feliz é nascida em São Paulo, casada, mãe de duas filhas, reside em Atibaia desde 2002, é graduada em Pedagogia, Licenciatura Plena e Administração Escolar, MBA em Administração de Empresa, Pós-Graduada em Filosofia e Sociologia, Direito (I), Pós Graduação em Análise de Marketing e Comunicação Política (I). É também empresária, palestrante, colunista na revista Saber Direito e Portal Mais Feliz, idealizadora e gestora do Portal Mais Feliz e  Web Rádio Mais Feliz, é Delegada Federal Parlamentar pelo CONFEP/Brasilia e realizou um excelente trabalho como coordenadora do FENASP Atibaia,  (Fórum Nacional Cristão de Ação Social e Política)

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ICFUT – A banalização dos craques

Fonte: esportemania.net

A banalização dos craques

 

Foto: Kaue Freitas/saopaulofc.net

Lucas é a negociação mais cara do futebol brasileiro. Foto: Kaue Freitas/saopaulofc.net

Lucas, 19 anos, meia-atacante do São Paulo, recentemente foi vendido para o PSG por R$ 108 milhões, concretizando a maior transação da história do futebol brasileiro. O atleta permaneceu apenas dois anos no time da capital paulista e, até o momento, sem conquistar nenhum título. O armador Oscar, 21 anos, que pertencia ao Inter de Porto Alegre, foi reforçar o campeão europeu Chelsea, na última janela de transferências europeia, numa transação que teve a somatória de 25 milhões de libras, aproximadamente R$ 78 milhões, levantou um troféu estadual.

Oscar - Divulgação/ cbf.com.br

Oscar vendido por R$ 78 milhões. Foto: Divulgação cbf.com.br

Neymar, amigo dos dois citados, e talvez a maior estrela brasileira no mundo do futebol, decidiu ficar no Santos. E não foi só pelo amor e inúmeras glórias já conquistadas, mas sim, pela exorbitante renumeração que embolsa todos os meses. Especula-se que a joia da Vila ganha à bagatela de R$ R$ 2,3 milhões mensais, entre salários e contratos publicitários, esses últimos, garantem ao craque o título de maior “propaganda man” do esporte nacional, com 11 empresas vinculadas ao garoto.

Neymar - Reprodução/twitter.com/njr92

Neymar, o craque preferiu permanecer na Vila. Foto: Divulgação twitter.com/njr92

No reino do futebol moderno, tudo é muito bonito, vistoso e bem pago. Mas não estamos falando de uma modalidade nova. A gorduchinha já rola pelo mundo há mais de um século e pensando nessa questão, uma pergunta é inevitável. Eles valem tudo isso?

Para respondermos essa questão vamos voltar algumas décadas, nos primórdios do futebol brasileiro, antes mesmo do primeiro título mundial do país. Leônidas da Silva, jogador que atuou nos anos 30 e 40, é um dos responsáveis pela popularização e divulgação do esporte nas regiões norte e nordeste do Brasil. Em 1942 foi negociado pelo Flamengo com o São Paulo por 200 contos de réis, moeda da época. Isto após ter conquistado diversos títulos pelo clube carioca. Naquele tempo o Diamante Negro era o maior ídolo do futebol, tanto no rubro negro, quanto no país.

Leônidas da Silva - Divulgação / Alberto Sartini-Saopaulofc.net

O Diamante Negro executando sua obra prima. Foto: Divulgação Alberto Sartini/saopaulofc.net

Outro caso que podemos citar aqui é o de Rivelino, para alguns, maior jogador do Corinthians. O craque passou dez anos no alvinegro paulista, foi um garoto do terrão, expressão usada para jovens da base. Mas por ironia do destino jamais ergueu um troféu no time. Em 1975 se transferiu para o Fluminense por três milhões de cruzeiros. No tricolor carioca conquistou títulos e mais fama, pois já era consagrado pelo tricampeonato mundial com a seleção no México, no ano de 1970.

Já na década de 80, temos o Galinho de Quintino, ídolo mor da história do Flamengo. Zico ganhou tudo que um atleta pode ganhar em um clube brasileiro: estadual, Libertadores, Mundial, campeonato nacional. Enfim, Arthur Antunes Coimbra é sinônimo de sucesso dentro dos gramados. Passou ao todo, com idas e vindas da Gávea, 20 anos, se despedindo em 1990 e um ano depois assinou contrato com um time japonês por quantia não divulgada.

Reprodução / Facebook.com/zicooficial

Zico, maior ídolo da história do Flamengo. Foto: Divulgação facebook.com/zicooficial

Para encerrarmos essa viagem no tempo e responder de vez aquela pergunta, temos a carreira de Rogério Ceni. O goleiro artilheiro vestiu apenas uma camisa em toda sua carreira, podemos dizer que Rogério é a cara do São Paulo e vice-versa. Recordista em número de jogos no tricolor do Morumbi, o arqueiro teve oportunidade de sair do clube paulista quando recebeu diversas proposta. No entanto o camisa 1 preferiu permanercer no São Paulo, onde conquistou 2 libertadores, 3 Campeonatos Brasileiros, 1 mundial, entre outros títulos. Rogério, ainda em atividade, é um exemplo de jogador que tem amor a camisa, coisa rara nos tempos atuais.

Rubens Chiri/saopaulofc.net

Rogério é a cara do São Paulo. Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Hoje, os garotos sobem da base já com status de estrela, ídolo. Entretanto não conquistaram nada pelos seus clubes formadores e, na primeira oportunidade, saem do país com grandes salários e pouca bola. Tornam-se irreais, comparados ao que produzem por seus clubes. No presente, as cifras falam mais que a capacidade individual de cada um. Se algum sheik do petróleo, a mídia, os dirigentes e principalmente os empresários acham um garoto bom, ele será. E será valorizado, celebridade, mesmo que não tenha cativado de fato os torcedores. Estes últimos, seduzidos pela exposição em excesso, não dimensionam e procuram ratificar o “endeusamento”, cumprindo com a máxima de que, torcedor sempre apoia no bem e no mal, portanto, acabam levantando castelos de areia.

Todos os boleiros citados, antigos e novos, tem suas qualidades, importância e representatividade, jamais questionadas por nós, reles fãs mortais. Mas, deixando realmente de lado o saudosismo, que não os é negado e de fato, está inserido no DNA dos grandes amantes futebol, acredito que há uma grande disparidade no que tange aos valores oferecidos e principalmente a supervalorização dos jogadores atuais.

Nos tempos idos, era necessário construir uma carreira para se tornar um ícone da agremiação. Esta, deveria vir carregada de dedicação, glórias, sucessos, fracassos, um bom drama, típico do Brasileiro. Títulos? Essências, e quase sempre protagonizados pelos herois, ou em casos raros, esse “detalhe”, como por exemplo o eterno patada atômica Riva, que nunca gritou “É campeão” pelo time de Parque São Jorge. Ele, por sua infinidade de talentos e uma raça característica dos grandes nomes da bola, será sempre eternizado nos corações corintianos.

É possível que essa banalização dos craques seja fruto da falta deles. Com isso, a torcida credita suas esperanças em promessas, as quais na maioria das vezes não passam disso mesmo. Não temos mais desfilando nos gramados brasileiros jogadores como Garrincha, Nilton Santos, Tostão, Careca. Em suma, verdadeiros boleiros, no melhor sentido da palavra. Aquele cara que mata a bola no peito, coloca no chão e chuta no ângulo, decidindo jogos importantes. Além de fazer a alegria da galera nas arquibancadas e assim fazendo o torcedor ter orgulho de falar “Aquele cara joga no meu time”.

Texto: Marcelo Fonseca e Rodrigo Alves.