Por Rogerinho – Atlético-MG sofre, mas, de virada, faz 2 a 1 no Villa Nova e mantém os 100%

Time de Nova Lima sai na frente, mas, no segundo tempo, após as mexidas do técnico Cuca, o Galo vira, com gols de Neto Berola e Leandro Donizete

Fonte – Globoesporte.com

Em um gramado muito ruim, quase impraticável, o Atlético-MG, de virada, conseguiu mais uma vitória na temporada 2012. Desta vez, a vítima foi o Villa Nova, que, mesmo acostumado a treinar no estádio Castor Cifuentes, não conseguiu tirar proveito das falhas do piso. O time de Nova Lima até começou na frente, com um gol de Eliandro, ainda no primeiro tempo. Mas, no segundo, com as modificações promovidas pelo técnico Cuca, o Galo conseguiu vencer por 2 a 1. Neto Berola e Rafael Marques marcaram para a equipe de Belo Horizonte.

guilherme Vila Nova x Atlético (Foto: Bruno Cantini/Flick Atlético-MG)
Atlético-MG, de virada, vence o Villa Nova
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O Atlético-MG esteve próximo de perder os 100% de aproveitamento no Campeonato Mineiro. Até agora, com o resultado deste domingo, já são sete vitórias em sete jogos e uma liderança bastante consolidada. Além disso, o Galo também venceu o único compromisso que teve pela Copa do Brasil (3 a 1 sobre o Cene, do Mato Grosso do Sul).

Os três pontos deste domingo deixaram o time alvinegro na liderança do Estadual, com 21 pontos ganhos. O Villa Nova, por sua vez, com apenas 7 pontos, caiu para a oitava colocação na tabela de classificação.

Agora, o Leão do Bonfim enfrentará o Tupi, nesta quarta-feira, às 20h30m (de Brasília), no Municipal de Juiz de Fora, em jogo adiado da quinta rodada do Estadual. Já o Atlético-MG enfrentará o Democrata, no sábado, às 18h30m, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela oitava rodada.

Oportunismo de Eliandro

O Galo enfrentava dois adversários. Além do Villa Nova, o time do técnico Cuca tinha que encarar o já conhecido péssimo gramado do estádio Castor Cifuentes. Eram visíveis as diferentes cores e alturas da grama por todas as partes do campo.

O técnico Mauro Fernandes, do Villa Nova, não pôde escalar o experiente zagueiro Álvaro, vetado de última hora, por causa de um estiramento na coxa direita. O treinador manteve o esquema com três zagueiros, com Paulo Roberto no time. O Leão estreou o volante Henik, contratado durante a semana.

No início da partida, a qualidade técnica falou mais alto, e o Galo tomou a iniciativa. O atacante Guilherme teve chance de abrir o placar, mas o goleiro Élisson fez defesa corajosa ao sair nos pés do jogador. O Villa esperava um erro do Atlético-MG no ataque para surpreender no contra-golpe. Poucas foram as vezes em que a equipe do Villa Nova chegou com perigo pelo chão. Apenas em cobranças de escanteio, o atacante Eliandro assustou o goleiro Renan Ribeiro, que saiu mal e contou com a ajuda da zaga para livrar o perigo.

O jogo era de um lado para o outro. Não em lances de ataque, mas sim de chutões que as defesas davam com o intuito de se livrarem da bola – as dimensões do gramado são bem reduzidas. O Villa Nova chegou ao gol após falha da zaga alvinegra. Aos 38 minutos, o lateral Alex Santos chutou rasteiro, errado, mas a bola desviou na defesa. Eliandro, livre, no rebote, só empurrou para o gol. Festa no Alçapão do Bonfim. A zaga atleticana ainda reclamou de impedimento, mas o gol foi legal. O primeiro tempo terminou com o Villa Nova levando a melhor.

Segundo tempo

Com o placar adverso, o técnico Cuca resolveu mudar e colocou Triguinho e Wesley nas vagas de Richarlyson e Escudero. Aos poucos, o jogo se tornou nervoso para o time alvinegro. A cada falta cometida pelo Villa Nova, os jogadores do Galo pressionavam o juiz para dar o cartão amarelo.

As mudanças surtiram pouco efeito no início. O Galo pressionava mais nas bolas paradas do que com jogadas de bola rolando. O Villa permanecia na proposta de encaixar um contra-ataque e matar de vez a partida. Mauro Fernandes e Cuca apostaram na velocidade. Enquanto o técnico villa-novense colocou Thiaguinho no lugar de Francismar, o treinador do Galo pôs Neto Berola na vaga de Mancini.

O Galo partiu para cima com tudo. Rondava a área do Villa Nova, que se segurava como podia. Os cruzamentos alvinegros eram um tormento para a torcida do time da casa, que vibrava a cada chutão da zaga alvirrubra.

O gol de empate alvinegro, no entanto, era questão de tempo. E surgiu de quem saiu do banco. De tanto insistir, Neto Berola tirou o grito de desafogo da torcida alvinegra no estádio. O rápido atacante tabelou com Wesley e tocou na saída de Elisson, aos 28 minutos, para empatar a partida.

Da mesma forma que o Villa marcou, o Galo virou. Aos 33 , após chute errado de Leandro Donizete, a bola sobrou nos pés de Rafael Marques. O jogador bateu rasteiro, no canto direito de Elisson, que tentou buscar, mas não deu. O zagueiro Paulo Roberto ainda foi expulso pela arbitragem.

O resultado fez justiça ao time que buscou o gol desde o início da partida. A torcida atleticana estendeu a festa no Alçapão do Bonfim e mostrou satisfação pela entrega da equipe em campo para buscar o placar. Com os gritos de ‘Ah, leão banguelo!’, a torcida atleticana deixou o estádio em festa.

ICFUT- A um ano da reinauguração, Mineirão entra em fase final de reformas

Fonte:globo.com

De acordo com o governo do estado, terceira etapa custará R$ 654,5 milhões

Contagem regressiva para o fim das obras do Mineirão. Faltam exatamente 365 dias para que o “Gigante da Pampulha”, totalmente renovado, seja entregue aos torcedores no dia 21 de dezembro de 2012. Atualmente, o estádio está na terceira e última fase das obras, que começaram em janeiro de 2010. Entre as principais mudanças estão o rebaixamento do gramado em 3,4 metros, a cobertura completa das arquibancadas e a construção de uma área de serviços com lojas e restaurantes.

Também está prevista a construção de uma esplanada que liga o estádio ao ginásio do Mineirinho. Para o secretário da Secopa, Sérgio Barroso, a reinauguração do estádio será uma “momento histórico” para os mineiros.

obras mineirao (Foto: Sylvio Coutinho / Divulgação)

– O Mineirão é um dos templos mais sagrados do futebol brasileiro, bem como será uma das arenas mais modernas do país. Sua memória estará preservada tanto no coração do torcedor, como também no futuro museu dedicado ao futebol, que vai abrigar a história dos maiores espetáculos e protagonistas dessa paixão nacional.

O novo Mineirão terá 64 mil lugares, todos com visão completa do gramado. Neste momento, 15% da estrutura das arquibancadas já foi construída. Segundo o governo de Minas Gerais, um dos responsáveis pela gestão do estádio, as obras da terceira fase custarão R$ 654,5 milhões: R$ 426,4 milhões serão destinados para intervenções no estádio, e R$ 228,1 milhões, para as obras da esplanada, anexos e estacionamentos.

O “Gigante da Pampulha” será uma das sedes da Copa das Confederações, em 2013, além da Copa do Mundo, em 2014. No Mundial, o estádio receberá seis partidas, incluindo uma semifinal.

Dois estádios em 2012

Confirmada a previsão de entrega do Mineirão, Belo Horizonte receberá dois estádios reformados em 2012. Isso porque, em fevereiro, está prevista a entrega do Independência, que também passa por reformas. Com o estádio da região do Horto pronto, os clubes de Belo Horizonte – América-MG, Atlético-MG e Cruzeiro – poderão mandar os jogos lá.

obras mineirao (Foto: Sylvio Coutinho / Divulgação)

Desde meados de 2010, as partidas com mando de campo desses times têm sido disputadas na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. A falta de um estádio na capital foi, inclusive, um dos argumentos das diretorias dos três times para justificar a má campanha em 2011. O América-MG caiu para a Série B, e Atlético-MG e Cruzeiro lutaram contra o fantasma do rebaixamento até as últimas rodadas – a Raposa só escapou no derradeiro jogo, exatamente contra o arquirrival, que foi goleado.

Por Cleber Aguiar – Sem casa, times mineiros agonizam no Campeonato Brasileiro

Fonte: Folha de São Paulo

RAFAEL VALENTE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
RODOLFO STIPP MARTINO
DE SÃO PAULO

Sem jogos em Belo Horizonte, o futebol mineiro amarga em 2011 a sua pior participação na era dos pontos corridos do Campeonato Brasileiro, iniciada em 2003.

Embora sejam três clubes nesta edição (algo que ocorreu somente em 2008), nenhum faz boa campanha: América-MG e Atlético-MG estão na zona de rebaixamento, enquanto o Cruzeiro aparece na 14ª posição, perto da área de degola.

A média de pontos dos times é de 24 pontos. Até 2010, o pior desempenho tinha sido em 2004 e 2005, com a média de 31 pontos. Em 2004, o Cruzeiro era o 12º colocado e o Atlético-MG, o 17º –eram 24 participantes. Já em 2005, com 22 clubes na disputa, o Cruzeiro brigava na parte de cima (era o sétimo) e o Atlético-MG lutava sem sucesso contra o rebaixamento.

Washington Alves/Divulgação
Lance do jogo entre Atlético-MG x Cruzeiro na Arena do Jacaré
Lance do jogo entre Atlético-MG x Cruzeiro na Arena do Jacaré

Em 2011, o América-MG é o lanterna com 19 pontos. O Atlético-MG possui 24 e é o primeiro time na zona do rebaixamento. O Cruzeiro, com 29, também não está muito longe da área da ‘degola’, é o 14º.

Em 2008, quando a dupla teve a companhia do Ipatinga, a média foi de 31,3 pontos (os três juntos somavam 94 pontos em 24 jogos). Naquele ano, o Ipatinga estava na lanterna, mas Atlético-MG estava no meio da tabela e o Cruzeiro brigava pela ponta (era o segundo, com 43).

A melhor participação, contudo, foi em 2003, na primeira edição do campeonato no formato atual. Naquele ano, o Cruzeiro foi campeão e o Atlético-MG o sétimo. Em 24 jogos, somavam 87 pontos (média de 43,5 pontos).

De acordo com os dirigentes do futebol mineiro, a situação na atual edição do Nacional tem ligação direta ao fato de não poder jogar nos estádios do Mineirão e do Independência, fechados para reforma.

No ano passado o Cruzeiro lutou pelo título e pouco usou o Mineirão, foram só três jogos. Mesmo assim, o gerente de futebol do clube, Valdir Barbosa, apontou que o time sentiu muita falta do estádio.

“Sem o Mineirão tivemos prejuízos técnicos e financeiros. Não fomos campeões por dois pontos [O Fluminense acabou o Brasileiro-2010 com 71 pontos contra 69 do Cruzeiro]. Terminamos muito perto do título. Se jogássemos em casa, acredito que teríamos sido campeões”, disse Barbosa.

Sobre o desempenho neste ano, Barbosa admitiu que o time precisa superar outras pedras pelo caminho.

“Além do fator mando, temos que ser realistas que a venda de alguns jogadores, por força de contrato, por causa de parcerias, também pesou.”

O América-MG, sem o Independência, conseguiu subir para a Série A no ano passado. Agora, encontra dificuldades para se manter na elite sem poder jogar em Belo Horizonte.

“Sete Lagoas abriu as portas para nos receber, mas não é a mesma coisa. Também jogamos em Uberlândia. O reflexo é dentro de campo. É o segundo ano seguido [sem jogos na capital mineira]. No primeiro momento dá a sensação de que é uma coisa de improviso. Mas, agora, estamos no segundo ano e o desgaste, as viagens e o lado financeiro começam a pesar mais. É uma bola de neve que cresce”, afirmou o diretor de futebol do América-MG, Alexandre Mattos.

No Atlético-MG, o diretor de futebol, Eduardo Maluf, declarou que jogar fora da capital mineira prejudica bastante a sua equipe.

“O resultado [da má campanha] se deve 60% ao fator mando de campo e 40% ao time que não se encontrou”, comentou Maluf, que também trabalhou por 12 anos no Cruzeiro.

O dirigente atleticano comparou o perfil da torcida do interior com o a de Belo Horizonte.

“O torcedor do interior é mais de ver o jogo e o torcedor da capital é aquele que se considera o 12º jogador. E o time sente isso.”

Para a próxima temporada, o Atlético-MG espera voltar a jogar em Belo Horizonte. “O Independência deve reabrir em fevereiro de 2012 e dará um ânimo diferente”, declarou Maluf.

Por Rogerinho – “Geração Romário” já chega à elite do futebol brasileiro

Nos próximos meses, uma legião de garotos batizados em homenagem ao “Baixinho” aparecerá nos principais times do país

FONTE – IG ESPORTES

Dezessete anos se passaram desde que ele foi o principal nome da conquista do tetra nos Estados Unidos, seis desde a despedida da seleção brasileira e quatro desde o milésimo gol. Agora, enquanto Romário começa a se destacar fora de campo como deputado fiscalizador das obras relacionadas à Copa de 2014, seu nome voltará a ser cada vez mais presente dentro de campo, nas costas das camisas de garotos batizados em sua homenagem.

 

 

Zagueiro Romário, do Inter, deve ser o primeiro homônimo a jogar na Série A do Brasileirão

A idade mais comum entre os “novos Romários” é de 17 anos. Garotos que nasceram nos meses antes ou após o tetracampeonato de 1994 e que hoje estão nas categorias de base de muitos clubes brasileiros. Estes devem chamar a atenção a partir da próxima edição da Copa São Paulo de Juniores. Mas outros, cujos pais já admiravam o artilheiro antes mesmo do Mundial dos Estados Unidos, já começam a aparecer nos elencos profissionais.

É o caso do zagueiro do Internacional Romário Leiria de Moura, de 19 anos. Campeão mundial com a seleção sub 20 há menos de uma semana, ele já se integrou ao elenco comandado por Dorival Júnior e deve em breve estrear como profissional, sendo o primeiro homônimo a jogar na Série A. E ele já está acostumado com as perguntas sobre o xará consagrado.

“Sempre expliquei a mesma coisa. O meu pai queria colocar o nome de um jogador e naquela época quem brilhava mais era o ‘Baixinho’. Mas fiquem tranquilos que eu nunca, jamais, vou virar político”, afirma com bom humor.

 

Na Série B, outros três Romários já atuam como profissionais. Romário da Silva Santos, de 17 anos, lateral-direito do Vitória; Romário Marcelino de Sousa Santos, de 21 anos, atacante de Guarani; e aquele que vem tendo mais destaque, com três gols marcados na competição: Romário Ricardo da Silva, Romarinho, meia de 20 anos do Bragantino.

Entre os grandes clubes brasileiros, somente Grêmio, Corinthians, Fluminense, Atlético-MG e Cruzeiro não possuem um Romário próximo de se tornar profissional. No caso do Cruzeiro, o atacante Vinícius Araújo ganhou o nome como apelido entre os amigos, mas não pretende adotá-lo publicamente. O Romário são-paulino atualmente disputa um torneio no México com a equipe sub-17 do clube. Mas os casos mais curiosos estão mesmo na terra natal do tetracampeão.

 

 

Atacante Romário, do São Paulo, ainda está na equipe sub-17 e deve disputar a Copa São Paulo

 

Um nome que garante vaga em qualquer time

Romário Barbosa de Oliveira, o representante flamenguista dessa geração, é provavelmente o melhor exemplo de como a conquista do tetra influenciou pais na época. Ele nasceu exatamente no dia do título e, assim, sua mãe, Maria Aparecida, não teve como negar a ideia do pai, Manoel, que pressionou para chamar o filho pelo nome do principal responsável pela conquista.

 Ele já chegou a defender o time profissional em amistoso na pré-temporada e agora voltou a treinar nos juniores. Mas o “status” proveniente do nome já o acompanha desde cedo. “Na escola eu sempre era escolhido para jogar nos times dos maiores só porque me chamava Romário. Diziam que com esse nome não dava para ser ruim”, brinca o garoto, que mantém contato pela internet com o Romarinho do Vasco, filho do original.

No clube pelo qual o camisa 11 foi revelado e onde marcou 327 gols, seu filho, Romário de Souza Faria Filho, atacante de 17 anos, não é o único que carrega o nome. Romario Correa de Souza, de 19 anos, faz a dupla de ataque reserva da equipe junior vascaína, já que os titulares são Morano e Rodrigo Dinamite, filho do outro grande ídolo e presidente do clube, Roberto Dinamite.

O coordenador das categorias de base, Jair Bragança, diz que Romarinho não se comporta como filho de craque e destaca sua personalidade calma e profissional. “Não há o que falar dele. É um bom garoto, comprometido. Aliás, todos eles são. Tanto os Romários quanto o Rodrigo Dinamite são exemplares, sem estrelismo nenhum”, afirma. Resta aguardar para saber se apesar da postura menos “marrenta”, o brilho em campo será parecido com o do pai.

Curiosidades

Na tabela abaixo, o iG apresenta uma lista dos Romários que já jogam ou que devem se profissionalizar em breve por algum dos principais clubes brasileiros. Mas os homônimos do “Baixinho” também estão presentes em outros lugares, como demonstra essa lista de curiosidades:

– o Campeonato Carioca juvenil de 2011 teve 11 Romários inscritos, incluindo o filho do próprio;
– no site da Fifa, além do Romário original, aparecem dois brasileiros com o mesmo nome: o zagueiro do Inter e o lateral-direito do Vitória;
– no mesmo site, a busca aponta três estrangeiros: Romário Williams e Romário Jones, jamaicanos, e Romário Piggott, panamenho;
– na busca de jogadores profissionais no site da Federação Paulista, são sete Romários, além de um Luan Romário;
– e na busca da FPF nas categorias de base, são 20 Romários, além de um Jackson Romário, um Jeferson Romário e um Rafael Romário;

 

NOME COMPLETO CLUBE POSIÇÃO DATA DE NASCIMENTO
Romário Leiria de Moura  Internacional zagueiro 28/06/1992 
Romário da Silva Santos  Vitória lateral-direito 18/12/1993 
 Romário Marcelino de Sousa Santos Guarani atacante 17/01/1990 
 Romário Ricardo da Silva Bragantino meia 12/12/1990 
Romário Barboza da Costa  São Paulo atacante 16/04/1994 
Romário Barbosa de Oliveira  Flamengo meia 17/07/1994 
Romário de Souza Faria Filho   Vasco atacante 20/10/1993 
Romario Correa de Souza  Vasco  atacante 15/01/1992 
 Romário Hugo dos Santos Palmeiras atacante 01/06/1994 
Romário Guedes de Almeida  Santos volante 04/06/1993 

Por ICFUT – Fred marca aos 44 do segundo tempo e evita derrota contra o Paraguai

 

 

Após levar virada, Brasil escapa de vexame com gol nos minutos finais. Seleção precisa vencer Equador para avançar sem depender dos outros

Fonte – Globoesporte.com

O sorriso de Larissa Riquelme sempre encantou os brasileiros. Mas neste sábado, a alegria da musa contrastou com a decepção e a péssima atuação da Seleção comandada por Mano Menezes. No Estádio Mário Alberto Kempes, em Córdoba, a equipe canarinho conseguiu um empate de 2 a 2 com o Paraguai graças a um gol heroico de Fred aos 44 minutos do segundo tempo. O time de Mano Menezes agora terá que vencer o Equador, quarta-feira, para se classificar para as quartas de final da Copa América sem depender de outros resultados.

Barrado, Robinho assistiu ao jogo do banco de reservas. Preterido por Mano para a entrada de Jadson, ele chegou até a aquecer, mas sequer entrou em campo. O antes inquestionável Neymar deixou o gramado vaiado. E, pela quarta vez consecutiva, os torcedores pediram pela entrada de Lucas, o que só ocorreu no segundo tempo. Até faixa para Marta foi exibida no Mário Kempes, que ainda ouviu gritos de “olé” da torcida guarani. Jadson abriu o placar para a Seleção, e Roque Santa Cruz e Valdez marcaram para os paraguaios (veja galeria de fotos da partida).

Com o empate, Brasil e Paraguai somam dois pontos e dividem a vice-liderança provisória do Grupo B. Quem está na ponta é a Venezuela, que derrotou o Equador, por 1 a 0, em Salta, no complemento da rodada, também neste sábado.

Na próxima quarta, a Seleção encara o Equador novamente em Córdoba, às 21h45m (de Brasília), na última partida da primeira fase da Copa América. O Paraguai enfrenta a Venezuela, pouco antes, às 19h15m, em Salta. A última vez que o Brasil não conseguiu vencer nas duas primeira rodada da Copa América foi há 18 anos, em 1993: 0 a 0 com Peru (18/06/93) e 3 a 2 para o Chile (21/06/93).

Com Jadson na vaga de Robinho, Seleção começa mal etapa inicial em Córdoba

neymar brasil dario veron paraguai copa américa (Foto: Agência Reuters)
Neymar teve atuação apagada na etapa inicial.
Seleção teve dificuldades
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A Seleção entrou em campo com uma surpresa de Mano Menezes. Jadson na vaga de Robinho. Com o apoiador do Shakhtar Donestsk, o esquema saiu do 4-3-3 para o 4-4-2. Mesmo com a alteração, o time começou mal a partida, perdido em campo. Percebendo tal situação, o Paraguai quase abriu o marcador aos 2 minutos. Barrios lançou para Roque Santa Cruz já dentro da área. Da marca do pênalti e de frente para Julio César, o atacante errou feio o gol.

Santa Cruz, por sinal, não balançava a rede desde maio de 2010 em um amistoso do Paraguai contra a Coreia do Norte antes da Copa da África do Sul. Após o lance, a Seleção Brasileira seguiu errando passes, precipitando jogadas. A partir dos dez minutos, os zagueiros tentaram o artifício de explorar a velocidade de Alexandre Pato. Outro pouco inspirado no jogo.

A primeira chance clara da Seleção só aconteceu aos 19. Ganso tocou para Jadson na entrada da área, que tocou de primeira para Pato. O atacante recebeu na marca do pênalti e tentou driblar Villar, que se recuperou e tocou na bola no momento do chute. No banco, Mano mostrava insatisfação com mais um lance perdido. O camisa 10 da Seleção, por sinal, tinha lampejos. Ora com boas jogadas, ora com passes no fogo para os companheiros.

Torcida pega no pé de Jadson, que abre o placar para o Brasil

jadson brasil gol paraguai copa américa (Foto: agência AFP)
Vaiado antes do gol, Jadson desabafa ao marcar
para a Seleção Brasileira
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A partir dos 25, os torcedores brasileiros no Estádio Mario Kempes passaram a pegar no pé de Jadson. A cada toque na bola do apoiador, vaias. Os gritos de Lucas começaram a ecoar na arquibancada. Até mesmo o nome da atacante Marta, destaque da Seleção Brasileira feminina que disputa a Copa do Mundo na Alemanha foi gritado.

– Olê, olê, olê, olá, Marta, Marta – gritavam os torcedores.

E Jadson parecia sentir as vaias. Aos 32 levou cartão amarelo após entrada dura na intermediária de ataque. Cinco minutos, ele poderia até ter sido expulso pelo árbitro Wilmar Roldan após derrubar Barrios em um contra-ataque paraguaio. Novas vaias e gritos por Lucas ecoaram no estádio de Córdoba.

Mas o futebol dá voltas. Aos 39, Jadson recebeu de Ganso na entrada da área e bateu forte à direita de Villar: 1 a 0 Brasil. Na comemoração, o jogador desabafou, colocou a mão no ouvido, pedindo uma reação positiva dos torcedores que o vaiaram durante a etapa inicial. O tento foi o primeiro de fora da Copa América.

Na tribuna de imprensa, o analista de desempenho, Rafael Vieira, membro da comissão técnica de Mano, socava à mesa a sua frente em sinal de desabafo, comemorando o gol do apoiador.

Mesmo com o resultado positivo após o fim do primeiro tempo, Mano deixou o gramado ouvindo os gritos de burro de um grupo de torcedores inconformados com a escalação da Seleção

Com cartão amarelo, Jadson é substituído no intervalo

larissa riquelme  brasil x paraguai (Foto: Marcos Felipe/Globoesporte.com)
Larissa Riquelme acompanhou a partida em
Córdoba
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Na volta para o segundo tempo, Mano optou por sacar Jadson, que havia levado o amarelo e poderia ter sido expulso antes do gol. O comandante optou pela entrada de Elano. O trio campeão da Libertadores pelo Santos estava formado, com o meia, Paulo Henrique Ganso e Neymar. Com eles, o Brasil passou a explorar os contra-ataques. Mas o Paraguai não estava morto. E um goleador adormecido acordou.

Santa Cruz recebeu sozinho ótimo passe de Barrios já dentro da área e bateu à direita de Julio César,que nada pôde fazer. O goleador acabou com o jejum de mais de um ano sem balançar a rede e se tornou o maior goleador de sua seleção, com 25 tentos, ao lado de Saturnino Cardozo. Festa da modelo Larissa Riquelme, que estava no estádio acompanhando a partida, e dos torcedores paraguaios, maioria em Córdoba.

Logo após o gol, os gritos por Lucas voltaram a ecoar no estádio. Mesmo assim, o jogador do São Paulo seguia no aquecimento. Em campo, o maestro de Mano, Paulo Henrique Ganso, desafinava. Acertava pouco. Os passes não eram precisos, os dribles não funcionavam. Neymar também não conseguir repetir as boas atuações do Peixe.

Neymar perde gol, Valez não perdoa: 2 a 1 Paraguai. Fred empata no fim

O ataque da Seleção seguia sem pontaria. Nervosismo? Aos 20, Neymar pareceu não saber o que fazer com a bola. Ganso fez um lindo lançamento para o atacante, que ficou de frente para Villar. Em vez de finalizar de canhota, o camisa 11 preferiu chutar de direita e errou o alvo, deixando o arqueiro paraguaio evitar o segundo tento canarinho.

Na sequência, o Paraguai aproveitou mais uma falha da defesa brasileira para virar o jogo. Aos 22, Haedo Valdez recebeu dentro da áream chutou para defesa de Julio César, mas deu sorte de a bola bater em seu corpo antes de morrer no fundo do gol: 2 a 1. Com a desvantagem no placar, Mano atendeu o pedido da arquibancada e sacou Ramires para a entrada de Lucas. A Seleção seguiu mais perdida do que na etapa inicial, errando muitos passes.

Enquantos os brasileiros buscavam o empate, os paraguaios tocavam a bola. Em outros tempos impensável, os gritos de olé eram a favor dos rivais canarinhos e não do time de amarelo. No fim, Fred amenizou mais um tropeço da Seleção. Aos 44, o jogador recebeu passe dentro da área, girou e chutou sem chance para Villar. Tudo igual em Córdoba.

ICFUT – Ceni e sorte de líder garantem a vitória do São Paulo sobre o Galo

Com um gol de Casemiro, Tricolor Paulista derrota o Atlético-MG por 1 a 0 e pula na frente na tabela de classificação do Brasileirão 2011

por Marco Antônio Astoni

O líder do Campeonato Brasileiro seria conhecido depois do apito final do árbitro Sandro Meira Ricci. Com a torcida a favor na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o Atlético-MG precisava de um empate diante do São Paulo para assumir a ponta, mas a sorte estava do lado do outro lado. Embora tenha pressionado bastante, principalmente no segundo tempo, o Galo parou nas mãos de Rogério Ceni e na sorte dos visitantes. Com um gol de Casemiro, ainda no primeiro tempo, o Tricolor Paulista venceu por 1 a 0 (assista ao gol no vídeo acima), manteve os 100% de aproveitamento e chegou ao primeiro lugar com nove pontos, dois a mais que os rivais Corinthians e Palmeiras. A equipe atleticana ocupa a quarta colocação, com seis.

O torcedor atleticano deixou o estádio na bronca com Sandro Meira Ricci, acusado de não marcar três pênaltis a favor do Galo, todos no primeiro tempo. O São Paulo, além de aplicar uma forte marcação, contou com a sorte e também com a qualidade e eficiência do goleiro Rogério Ceni, um dos destaques da partida.

As duas equipes voltam a campo no próximo fim de semana. O São Paulo recebe o Grêmio às 18h30m (de Brasília), no Morumbi. No domingo, o Atlético-MG enfrenta o Bahia em Pituaçu, às 16h (de Brasília).

Contra-ataque mortal do Tricolor

Se a técnica não apareceu no primeiro tempo, Atlético-MG e São Paulo mostraram disposição na luta para manter o aproveitamento de 100% no Brasileirão, retrospecto que os gabaritava à liderança. O Tricolor jogou fechado, e Dagoberto era, na prática, o único atacante. Discretamente, Lucas e Casemiro eram os que mais se aproximavam da área atleticana.

O Galo, por sua vez, encontrava enormes dificuldades para penetrar na defesa são-paulina. Como os laterais apoiavam pouco, e Mancini era figura apagada, Magno Alves ficou isolado no ataque. Para abrir o placar, o São Paulo usou de sua principal arma, o contra-ataque. Aos 21 minutos, Wellington achou Casemiro na entrada da área. O volante, sem marcação, teve tempo de ajeitar a bola e escolher o canto, antes de soltar a bomba. Golaço!

O gol abalou o Atlético-MG, que demorou a se reencontrar na partida. O Tricolor, alheio aos problemas do adversário, dominou o meio-campo, com uma atuação impecável dos garotos Wellington, de 20 anos, e Casemiro, de 19. A pressão do Galo não surtia efeito, tanto que Rogério Ceni participou muito pouco do jogo na etapa inicial. Renan Ribeiro, ao contrário, trabalhou muito mais e ainda levou uma bola na trave, em um chute de Lucas, que desviou em Réver.

No fim da primeira etapa, jogadores e torcedores do Atlético-MG reclamaram bastante de três pênaltis em lances duvidosos: um sobre Magno Alves, outro em cima Patric, e o terceiro num chute do Magnata, que teria desviado na mão de Luiz Eduardo. O árbitro Sandro Meira Ricci não teve dúvidas e não assinalou as penalidades.

Pressão atleticana

Dorival Júnior mudou o Galo para a etapa final. Dudu Cearense e Neto Berola entraram nas vagas de Toró e Mancini, respectivamente. E num lance inusitado, o treinador foi obrigado a fazer a terceira mudança antes mesmo de a bola rolar. Fillipe Soutto voltou ao gramado, mas sentiu dores e pediu para sair. Serginho entrou.

O novo desenho do Atlético-MG deu mais possibilidades ao time mineiro. Berola jogava aberto pelas pontas. Dudu Cearense e Serginho deram nova dinâmica ao meio-campo, e Richarlyson tentava o gol a todo momento, chutando de longe ou aparecendo na área como elemento surpresa. Nestes momentos, brilhou a estrela de Rogério Ceni, com várias intervenções salvadoras.

Notando a superioridade atleticana, Carpegiani também mexeu. Tirou Casemiro, Lucas e Dagoberto e colocou Bruno Uvini, Marlos e Willian. Assim, o Tricolor se rearrumou em campo e, por muito pouco, não fez o segundo gol, em jogadas velozes, com Juan e Marlos.

O Atlético-MG acabou se afobando na busca pelo empate, o que deu ao São Paulo a possibilidade de respirar e equilibrar o jogo. O time mineiro pressionou nos minutos finais, mas o Tricolor teve sabedoria e tranquilidade para manter o resultado e confirmar a sua terceira vitória no Campeonato Brasileiro, com quatro gols marcados e nenhum sofrido.

atlético-mg 0 x 1 são paulo
Renan Ribeiro, Patric, Réver, Leonardo Silva e Leandro; Richarlyson, Fillipe Soutto (Serginho), Toró (Dudu Cearense) e Giovanni Augusto; Magno Alves e Mancini (Neto Berola). Rogério Ceni; Jean, Xandão, Luiz Eduardo e Juan; Rodrigo Souto, Wellington, Casemiro (Bruno Uvini), Carlinhos Paraíba; Lucas (Marlos) e Dagoberto (Willian).
Técnico: Dorival Júnior. Técnico: Paulo César Carpegiani.
Data: 8/6/2011. Horário: 21h50m (de Brasília). Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF). Auxiliares: César Augusto de Oliveira Vaz (DF) e Carlos Emanuel Manzolill (DF).
Público: 17.397 pagantes. Renda: R$ 190.475 Cartões amarelos: Magno Alves, Patric, Dudu Cearense  (Atlético-MG); Lucas, Carlinhos Paraíba, Wellington, Rodrigo Soutto (São Paulo).
Gol: Casemiro (São Paulo), aos 21 minutos do primeiro tempo.

Por Cezar Alvarenga – Férias forçcadas de Fábio Costa é melhor que muitos na ativa.

Fonte: UOL Esportes

Um goleiro experiente, com títulos na carreira, mas com histórico de problemas e caro. Fábio Costa deixou o cenário do futebol há mais de cinco meses, encontra dificuldades no mercado, e sobrevive tranquilamente graças ao volumoso ordenado de cerca de R$ 155 mil que ainda recebe de Santos e Atlético-MG.

O goleiro está de férias forçadas desde janeiro já que é rejeitado pelos clubes. Morando em uma praia do Litoral Norte de São Paulo, Fábio Costa não quer mais a atenção da mídia, se nega a dar entrevistas, e vive a rotina de um ex-jogador, embora ainda tenha vínculo com o Santos até o fim de 2013, e seja atleta do Atlético-MG até o fim do ano por empréstimo.

“A situação dele eu não considero dramática, pois ele tem um salário elevado, um contrato em vigência e longo. Ficar parado e ganhando o que ele ganha eu também gostaria de ficar”, cutucou o presidente santista Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro.

“O Atlético paga metade do salário para o Fábio Costa, e o Santos paga o restante, em dia, respeitando o acordo, cumprindo com as suas obrigações. Mas o jogador não faz parte do elenco do Atlético”, destacou o diretor de futebol do Atlético-MG, Eduardo Maluf.

Cumprindo os compromissos contratuais, Santos e Atlético-MG já desembolsaram juntos cerca de R$ 800 mil para pagar Fábio Costa desde o início do ano. O goleiro vive uma situação cômoda, e não se desespera na procura de um novo clube.
“Ele não vai para qualquer clube. A situação profissional é triste, mas o Fábio Costa sabe que as coisas no futebol mudam de uma maneira muito rápida. Não existem cinco goleiros no Brasil melhor que ele atualmente. A qualquer momento alguém pode precisar do Fábio”, opinou o empresário do goleiro, Marcelo Robalinho.

Clubes da Série B não são vistos com bons olhos. E a dificuldade maior é encontrar algum interessado em pagar cerca de R$ 75 mil mensais, assumindo a quantia gasta pelo Atlético-MG no momento.

No Santos, Fábio Costa vai se tornar um peso maior na virada do ano, ao fim do empréstimo com o Atlético-MG. O time da Vila terá que arcar sozinho com os cerca de R$ 155 mil por mais 24 meses. Isso se nenhum clube surgir com interessado. “O Fábio Costa não tem uma rejeição técnica no mercado. E sim por ter sido um goleiro que vestiu bastante a camisa do Santos, e arranjou muito problema em nome do clube”, destacou Robalinho.

A amizade declarada com o ex-presidente Marcelo Teixeira, e a idolatria do mesmo pelo goleiro, fizeram com que Fábio Costa jamais tivesse uma oportunidade no Santos após a antiga oposição tomar posse do clube.

Por ICFUT – Atlético-MG aproveita ressaca do Avaí e conquista segunda vitória

Assista aos melhores momentos

 

Assim como contra o Atlético-PR, na primeira rodada, Galo vence a partida em jogadas áereas, com dois gols de Leonardo Silva e um de Réver

 

Fonte – GLOBOESPORTE.COM

 

Com um futebol leve, rápido e envolvente, o Atlético-MG não deu chances ao Avaí e, mesmo na Ressacada, em Florianópolis, venceu o confronto, de virada, por 3 a 1. Com um show dos zagueiros-artilheiros, o Galo conquistou a segunda vitória seguida no Campeonato Brasileiro. Assim como na primeira rodada, na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-PR, o time mineiro venceu com jogadas de bolas levantadas na área. Desta vez, Leonardo Silva, duas vezes, e Réver marcaram para o time mineiro. Fábio Santos descontou para os catarinenses.

acleisson avaí atlético-mg (Foto: Agência Futura Press)
Giovanni Augusto e Acleisson disputam a bola

 

Mesmo saindo atrás no placar, em nenhum momento, o Atlético-MG foi inferior em campo. Com um meio-campo muito bem armado pelo técnico Dorival Júnior, o time alvinegro dominou as ações e mereceu a fácil vitória. O Avaí, visivelmente, ainda não se recuperou da eliminação na Copa do Brasil, na última quarta-feira, para o Vasco. O time se mostrou nervoso em campo e não foi páreo para o Galo.

Com o resultado, o Atlético-MG, provisoriamente, chega à liderança da competição, com seis pontos ganhos. Mesmo com a vitória do São Paulo, sobre o Figueirense, no Morumbi, por 1 a 0, o Galo leva vantagem no saldo de gols, cinco contra três. O Avaí, em contrapartida, com duas derrotas seguidas, é o último colocado, ainda sem pontuar na tabela de classificação.

Agora, na próxima rodada, o Avaí vai à Vila Belmiro, onde enfrentará o Santos, no domingo, às 18h30m (de Brasília). A folga do Atlético-MG será um pouco maior. O Galo só voltará a campo na quarta-feira, dia 8 de junho, às 21h50m, quando receberá o São Paulo, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

Ressaca azul e branca

O clima na Ressacada não era favorável ao Avaí. Afinal, a eliminação na Copa do Brasil para o Vasco, dentro do próprio estádio, na última quarta-feira, ainda doía nos jogadores e na torcida do Leão, que compareceu em pequeno número.

O Atlético-MG se aproveitou disso e começou melhor em campo. O time mineiro tomou a iniciativa da partida e buscou o ataque, como se estivesse jogando em casa. Mas bastou um vacilo para o Avaí abrir o placar, justamente em seu primeiro ataque. Após lançamento para a área, Fábio Santos foi mais esperto que a zaga atleticana e bateu na saída de Renan Ribeiro.

A ideia de que o gol faria o time catarinense crescer não durou nem um minuto. O Galo continuou com as rédeas do jogo nas mãos, muito mais tranquilo e consciente em campo. Assim, o empate não demorou a sair, aos 15 minutos, com Leonardo Silva, que aproveitou um cabeceio de Richarlyson, após cobrança de escanteio.

Os velhos problemas do Avaí ficaram novamente expostos, como uma ferida que ainda não cicatrizou. O Atlético-MG dominou o jogo, e o Leão só levou perigo em lances esporádicos. O placar de 1 a 1 no primeiro tempo ficou de bom tamanho para os catarinenses, que demonstraram espírito de luta, mas pareciam ainda conviver com os fantasmas da eliminação para o Vasco.

Predomínio alvinegro

A bola rolou para o segundo tempo, e o Atlético-MG não precisou nem de dois minutos para virar o placar. Fillipe Soutto cobrou escanteio, e o capitão Réver subiu mais alto que a zaga do Avaí para colocar o Galo à frente do placar.

O segundo gol atleticano desmoronou de vez o Avaí. O time de Santa Catarina tentava o ataque de forma desordenada e dava muitos espaços para o contra-ataque. Para piorar ainda mais a situação, a torcida do Leão começou a pegar no pé de alguns jogadores, como George Lucas, Julinho e Marquinhos, que deve anunciar a transferência para o Grêmio.

O Galo, que na primeira rodada fez dois dos três gols sobre o Atlético-PR em cobranças de escanteios, fez ainda mais contra o Avaí. Após bola cruzada na área, Leonardo Silva, outra vez, aos 23, aumentou a vantagem.

Os minutos finais serviram para o Galo administrar a vantagem construída e para a torcida do Leão protestar muito, pedindo a saída do técnico Silas. Os dois times vivem momentos muito distintos. Enquanto o Atlético-MG mostra futebol de alta qualidade e está de bem com a vida, o Avaí precisa juntar os cacos e se reconstruir, para ainda vislumbrar um fim de 2011 sem maiores sobressaltos.

avaí 1 x 3 atlético-mg
Renan; George Lucas (Robinho), Cássio, Gustavo Bastos e Julinho; Marcinho Guerreiro, Acleisson, Marquinhos (Estrada) e Marquinhos Gabriel; Fábio Santos e Rafael Coelho (Maurício Alves). Renan Ribeiro; Patric, Réver, Leonardo Silva e Leandro; Fillipe Soutto, Richarlyson, Toró (Gilberto) e Giovanni Augusto (Mancini); Magno Alves (Neto Berola) e Guilherme.
Técnico: Silas. Técnico: Dorival Júnior.
Motivo: segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Data: 28/5/2011. Horário: 18h30m (de Brasília). Local: Ressacada, em Florianópolis (SC). Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (FIFA/RJ). Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (FIFA/RJ) e Bruno Boschilia (aspirante FIFA/PR).
Público: 4.551 pagantes. Renda: R$ 40.650,00. Cartões amarelos: Gustavo Bastos (Avaí); Patric e Guilherme (Atlético-MG).
Gols: Fábio Santos (Avaí), aos 7 minutos, e Leonardo Silva (Atlético-MG), aos 15 minutos do primeiro tempo; Réver (Atlético-MG), aos 2 minutos, e Leonardo Silva (Atlético-MG), aos 23 minutos do segundo tempo.

Por ICFUT – RedeTV! compra briga com o Clube dos 13 por transmissão

Contudo, emissora não confirma se pagará as luvas, obrigatório para a sequência do vínculo

Fábio Koff
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FONTE – LANCEPRESS!

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A RedeTV! enviou um comunicado ao Clube dos 13 nesta quinta-feira afirmando que tomará as medidas cabíveis para a reparação do prejuízo sofrido com o não cumprimento do contrato pelos direitos de transmissão do Brasileiro para TV aberta de 2012 a 2014.

Há cerca de duas semanas, o C13 ficou de informar a emissora de que não honraria o contrato, pois os clubes filiados abdicaram da participação na licitação e fecharam com a Globo. A RedeTV! não confirma o recebimento do ofício.

Baseada apenas na coletiva de imprensa da alta cúpula da entidade, a Rede TV! decidiu insistir no enfrentamento com o C13, e por consequência a Globo. Contudo, não será fácil receber a multa por conta da quebra de contrato da entidade.

A RedeTV! venceu a licitação do C13 com proposta de R$ 1,5 milhão. A rescisão tem indenização estipulada em 30% do valor firmado. A emissora pode até ignorar o fato de os clubes não terem assinado o documento. Mas precisa pagar as luvas do vínculo para ele seguir válido. O montante pode ser depositado até em juízo.

A RedeTV!, por ora, não informa se fará algum crédito ao C13 até 21 de junho, como exigido. Nem do valor total por 20 clubes e nem de 11, a partir de assinaturas do presidente da entidade, Fábio Koff, não avalizadas pelos filiados.

Para o C13, como nenhum clube assinou o documento, não haverá valor a ser depositado. Assim sendo, também não haverá multa a ser paga.

A RedeTV! pode também dar entrada a uma ação na Justiça por danos morais. Mas não terá o respaldo do Cade, que não ratificou uma suposta formação de cartel da Globo com os clubes.

A diretoria da emissora também informa que nada fará para reaver o Brasileiro da Série B, sob alegação de que não há um clube de expressão (que atraia muita audiência) nesta temporada.

Por ICFUT – Kalil confirma acerto do Atlético-MG com a Globo

Contrato terá validade até o Campeonato Brasileiro de 2014. Presidente do Galo não revelou quanto o clube receberá

FONTE – LANCENET

Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG, confirmou que o Galo acertou com a Rede Globo os direitos de transmissão dos jogos do clube no Campeonato Brasileiro, até 2014.

– Tapei o nariz e fechei com a Globo – disse Kalil, que não anunicou quanto o clube receberá por ano.

Com o Atlético, já são 17 os clubes que assinaram com a Globo: Atlético-MG, Atlético-PR, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Internacional, Goiás, Grêmio, Flamengo, Fluminense, Palmeiras, São Paulo, Santos, Sport, Vasco e Vitória.