ATLÉTICO CAMPEÃO MINEIRO DE FUTEBOL 2015

 

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Por Cleber Aguiar – Pensamento é eliminar o São Paulo, diz atacante do Atlético-MG

Fonte: Folha Online

VINÍCIUS BACELAR
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O atacante Jô, do Atlético-MG, não esconde o objetivo da equipe na noite desta quarta-feira (jogo começa às 22h), no Morumbi: eliminar o São Paulo da Taça Libertadores-2013.

Para tanto, o time mineiro precisa pelo menos empatar com o clube paulista no encerramento do Grupo 3 da competição continental.

“O pensamento é eliminar o São Paulo. É importante eliminarmos uma equipe que tem tradição na Libertadores”, afirmou por telefone à Folha.

  Bruno Cantini/Divulgação/Clube Atlético Mineiro  
O atacante Jô participa de treino do Atlético-MG. Time enfrenta hoje o São Paulo
O atacante Jô participa de treino do Atlético-MG. Time enfrenta hoje o São Paulo

Jô falou que prefere enfrentar o boliviano Strongest ou o argentino Arsenal ao rival brasileiro nas oitavas de final.

“Se colocar no papel, o São Paulo tem mais qualidade do que os outros dois times. Pegar o Strongest tem o problema da altitude, mas é uma dificuldade menor se comparar com a força do São Paulo”, declarou Jô, que marcou três gols no torneio sul-americano.

O atacante também acredita que o adversário paulista estará enfraquecido com as ausências de Luis Fabiano e Jadson.

O primeiro vai cumprir o terceiro jogo de suspensão (são quatro partidas no total) após ser expulso contra o Arsenal, no Pacaembu. Já o meia não atuará nesta quarta-feira por ter recebido o terceiro cartão amarelo diante do Strongest, em La Paz. No Atlético-MG, o único desfalque certo é o lesionado Bernard.

“Com certeza a perda deles é maior sem Jadson e Luis Fabiano. São dois jogadores que fazem a diferença”, disse.

Com 15 pontos, o Atlético-MG já está garantido na primeira posição geral da fase de grupos da Libertadores. Caso a combinação de resultados classifique o São Paulo, as duas equipes voltarão a se encontrar nas oitavas de final. Neste cenário, o segundo jogo seria em Belo Horizonte.

Por Cezar Alvarenga – Em jogo de viradas, Atlético vence o Cruzeiro e é vice-campeão do Brasileirão.

Fonte: Yahoo! Esportes

Pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2012, Atlético-MG e Cruzeiro fizeram, mais uma vez, um clássico mineiro para testar cardíaco. Em nova chuva de gols, o Galo levou a melhor depois de tomar uma virada. Com o placar de 3 a 2 (gols de Bernard, Léo Silva e Réver), combinado com o empate sem gols do Grêmio diante do Internacional, Alvinegro mineiro venceu o maior rival e ainda garantiu vaga direta na fase de grupos da Libertadores do ano que vem.

O Jogo

Quem foi que achou que o clássico mineiro seria apagado? O Atlético-MG era o único que possuía algo a buscar – o vice-campeonato e a vaga direta na fase de grupos da Libertadores -, mas o Cruzeiro estava disposto a atrapalhar os planos do Galo, e o árbitro Paulo César Oliveira teve que mostrar pulso firme para contralar o ímpeto de ambas equipes.

Com a torcida empurrando, o Galo saiu na frente logo no começo. Guilherme, contestado, cruzou para Jô desviar, Bernard não vacilou e bateu de primeira, em um lance em que a zaga celeste não teve o que fazer. Galo 1 a 0, e o Independência veio abaixo.

Contudo, o lado direito do Atlético-MG bobeou na marcação, e o Cruzeiro quase empatou, mas a trave salvou o goleiro Victor, que, potsariormente, tirou a bola do pé de Martinuccio. Everton havia caído no gramado no lance e, no contra-ataque atleticano, o juiz paralisou o jogo para o atendimento do jogador cruzeirense.

Enquanto o lado direito cochilava, Bernard e Richarlyson, pela esquerda, davam trabalho para a zaga celeste. Do lado azul do duelo, Montillo era o centro das ações, deslocado pela direita e driblando bem a marcação cerrada. O Cruzeiro detinha os escanteios, e o Galo, os contra-ataques. Em um deles, Ronaldinho deixou Tinga na saudade e descobriu Guilherme livre na esquerda. Com o pé ruim, o camisa 10 só arrancou suspiros do torcedor.

Mas Guilherme iria se redimir novamente. Ele deu o passe para Jô girar ao redor de Leandro Guerreiro e sofrer um pênalti aos 36 minuto, cuja cobrança Ronaldinho, surpreendentemente, errou, e Fábio defendeu.

Com isso, o Cruzeiro cresceu no jogo. Richarlyson deixou o corredor na esquerda livre, Montillo cruzou, e Martinuccio chegou de trás para cabeçear sem defesa para o goleiro Victor.

Segundo tempo

Se o Atlético-MG conseguiu marcar o primeiro gol logo no começo do jogo, o Cruzeiro deixou o Independência caladinho com um tento também aos cinco minutos, mas do segundo tempo. Dormindo em campo, o Galo viu Everton chutar no canto de Victor, totalmente livre dentro da área.

Três minutos depois, houve a primeira confusão entre os jogadores. Tinga e Leandro Donizete se atracaram e receberam o cartão vermelho.

A expulsão afetou mais o Cruzeiro, que perdeu o homem de ligação no meio de campo. De tanto cruzar em escanteios, finalmente o Atlético foi feliz. Léo Silva, sempre ele, empatou o clássico depois de cobrança de escanteio.

E a tarde era mesmo dos zagueiros-artilheiros. Se Léo Silva havia anotado seu sétimo gol no Brasileiro, Réver se motivou e testou outra cobrança de escanteio perfeita. Nova virada na partida, com o capitão alvinegro fazendo seu sexto gol na competição.

No fim, Anselmo Ramon ainda recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-MG 3 X 2 CRUZEIRO

Local: Independência, Belo Horizonte (MG)

Data/Hora: 02/12/2012 – 17h (de Brasília)

Árbitro: Paulo Cesar Oliveira (SP)

Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP)

Público e Renda: 21.232 pagantes e R$ 753.000,00

Cartões amarelos: Pierre (CAM), Anselmo Ramon (CRU), Thiago Carvalho (CRU), Marcos Rocha (CAM), Ronaldinho (CAM) e Charles (CRU)

Cartões vermelhos: Tinga, 8’/2ºT (CRU), Leandro Donizete, 8’/2ºT (CAM) e Anselmo Ramon, 43’/2ºT (CRU)

GOLS: Bernard, 5’/1ºT (1-0), Martinuccio, 46’/1ºT (1-1), Everton, 5’/2ºT (1-2), Leonardo Silva, 14’/2ºT (2-2) e Réver, 29’/2ºT (3-2)

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Richarlyson (Triguinho, 45’/2ºT); Pierre, Leandro Donizete, Guilherme (Neto Berola, 7’/2ºT), Ronaldinho (Serginho, 31’/2ºT) e Bernard; Jô. Técnico: Cuca

CRUZEIRO: Fábio, Ceará, Leandro Guerreiro, Thiago Carvalho e Everton (Souza, 37’/2ºT); Charles, Marcelo Oliveira, Tinga e Montillo (Elber, 42’/2ºT); Anselmo Ramon e Martinuccio (Wellington Paulista, 37’/2ºT). Técnico: Celso Roth.

 

ICFUT – Em jogo emocionante Atlético Mineiro vence o Fluminense nos acréscimos e manté disputa pelo título do Brasileirão.

Fonte: UOL Esportes

Em jogo em que a torcida da casa trouxe para o Independência, na forma de protesto, a suspeita de benefícios da arbitragem ao adversário, o Atlético-MG venceu o Fluminense, de virada, por 3 a 2, na tarde deste domingo. Um gol marcado por Ronaldinho Gaúcho, anulado ainda no primeiro tempo, em cobrança de falta, manteve a questão no centro da partida, encarada como espécie de ‘final antecipada’. O dramático triunfo atleticano, obtido gol gol de Leonardo Silva, aos 46 min da segunda etapa, reduziu para seis pontos a vantagem em favor do Tricolor, esquentando o Brasileiro.

Em um Independência lotado, o jogo foi caracterizado pela forte pressão do Atlético-MG, que, além do gol anulado e que gerou muita polêmica, mandou três bolas na trave, duas no primeiro tempo, e teve em Diego Cavalieri um obstáculo. Coerente com sua campanha, o Fluminense, dominado em boa parte do jogo, foi ‘mortal’ no contra-ataque e abriu o marcador, com Wellington Nem, aos 10 min. O empate saiu com Jô, aos 23 min, completando bela jogando individual de Ronaldinho Gaúcho.

Antes do início do jogo, os protestos de torcedores atleticanos contra o que consideram benefício das arbitragens ao Fluminense tomaram conta. Foram faixas, mosaico e narizes de palhaço. Já com a bola rolando, alguns torcedores voltaram a exibir faixas com dizeres “CBF, vergonha” e outras contra o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Essas faixas já tinham aparecido antes dos 20 min, quando o árbitro Jaílson Macedo Freitas anulou o gol de Ronaldinho Gaúcho, em cobrança de falta, sob a alegação de falta cometida pelo zagueiro Leonardo Silva na barreira do Fluminense. Os torcedores intensificaram o protesto e durante muitos minutos o coro de “vergonha” tomou conta do Independência. Em campo, os jogadores atleticanos reclamaram muito, especialmente Ronaldinho.

O primeiro tempo foi marcado pela intensa pressão atleticana contra o Fluminense, que, cumprindo o que havia afirmado o técnico Abel Braga, não faria nada diferente para esse jogo. O time carioca atuou fechado, contou com defesas importantes do goleiro Diego Cavalieri e com uma dose de sorte, além da intervenção polêmica do árbitro, que anulou gol de Ronaldinho Gaúcho. A única chance da equipe visitante foi aos 31 min, em contra-ataque puxado por Wellington Nem, que conseguiu passar por Victor, mas se enrolou e não conseguiu finalizar.

A primeira oportunidade atleticana foi aos 5 min, em chegada surpresa do volante Leandro Donizete, que errou o alvo. Três minutos depois, Bernard cruzou e Jô, de primeira, obrigou Cavalieri a defender. Já aos 15 min, Marcos Rocha enfiou para Guilherme, que bateu por cima do travessão. Aos 27 min, Bernard e Jô tiveram chances seguidas e, aos 36 min, o goleiro tricolor pegou chute forte de Marcos Rocha.

Quando não foi o goleiro tricolor, ou a falta de pontaria dos atleticanos, a trave salvou duas vezes o Fluminense de sair em desvantagem na etapa inicial. E foram dois lances seguidos, aos 44 min e 45 min, com Bernard e Jô, respectivamente. Na primeira bola na trave, Diego Cavalieri ainda tocou levemente na bola, o suficiente para desviá-la.

“Estamos suportando bem a pressão, mas estamos errando passes. O importante é manter essa calma, mas temos de tentar jogar e criar um pouco mais, para equilibrar e agredir um pouco mais”, comentou o camisa 1 tricolor, após o término do primeiro tempo, enquanto o torcedor atleticano gritava e vaiava a arbitragem, personagem central dos 45 minutos iniciais.

O atacante Bernard lamentou a anulação do gol e estranhou o fato. “Eles fizeram um gol na mesma situação contra o Vasco. Chegou o momento que eles anularam, mas paciência, o goleiro deles está num dia muito feliz, mas temos de continuar tentando fazer a nossa parte”, destacou o jovem atleticano.

Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo. Logo aos 5 min, mais uma vez a arbitragem no centro das atenções. Carlinhos com as mãos evitou que Marcos Rocha seguisse em um lance. A falta foi marcada, mais os atleticanos cercaram o árbitro, cobrando o amarelo, que acabou saindo para o lateral esquerdo. O nervosismo era a tônica do jogo, assim como a pressão atleticana.

Mas, aos 10 min, a história do Fluminense ao longo do Brasileirão se repetiu e saiu o gol do líder da competição. Foi em um contra-ataque, em que a bola chegou a Fred, que serviu a Wellington Nem e que colocou a bola nas redes. Cinco minutos depois, Leandro Donizete acertou a trave do time carioca.

O Atlético continuou pressionando, consciente que jogava as últimas fichas na briga pelo título nacional e empatou, com Jô, aos 23 min, e passou à frente aos 36 min levando a torcida à loucura. Fred empatou aos 36 e quando parecia que ficaria tudo igual, Leonaro Silva fez o gol do triunfo., aproveitando cruzamento de Ronaldinho. Depois disso, houve ainda um tumulto envolvendo atletas dos dois times. Júnior César foi advertido com o terceiro amarelo.

Por Cezar Alvarenga – Galo vence o São Paulo e continua líder por pontos perdidos.

Fonte; Yahoo! Esportes

Atlético-MG e São Paulo fizeram, nesta quarta-feira, no Independência, um jogo de um time só: o da casa. A vitória mineira por 1 a 0, assim, acabou ficando barato para os paulistas, que entraram em campo para buscar um contra-ataque mortal e acabaram prejudicados pela expulsão precoce de Douglas, num lance polêmico, exatamente quando Ney Franco colocaria seu time mais para o ataque. Enquanto Ronaldinho e Bernard brilharam, as estrelas tricolores, Lucas e Jadson, estiveram absolutamente apagadas.

Mesmo com a vitória, o Atlético-MG segue em segundo, uma vez que o Flu também triunfou nesta 24.ª rodada do Brasileirão. O time mineiro tem 51 pontos, dois a menos que o rival. Já o São Paulo vê o G4 cada vez mais distante depois de quatro jogos sem vencer. Com 36 pontos, em sexto, assiste ao Vasco disparar no quarto lugar, com 42.

Mais uma vez vendo a crise bater à porta, o São Paulo vai tentar se recuperar no sábado, às 18h30, contra a Portuguesa, no Morumbi. Já o Atlético-MG vai a Pernambuco para, no domingo, enfrentar o Náutico no Estádio dos Aflitos.

O JOGO – Sem poder contar com Rhodolfo e Luis Fabiano, vetados pelo departamento médico, Ney Franco optou pelo simples: Paulo Miranda na zaga e Osvaldo no ataque, com Casemiro substituindo o suspenso Denilson. A postura do São Paulo, de jogar no contra-ataque, em velocidade, chamava o Atlético-MG, que tinha uma ótima via de escape pela direita, com Marcos Rocha sempre levando vantagem sobre Cortez.

A primeira boa chance do jogo surgiu aos 13 minutos, quando Guilherme cruzou, Leonardo entrou de carrinho, mas Rogério Ceni foi para a dividida e salvou. O goleiro voltaria a fazer ótima defesa em falta magistralmente batida por Ronaldinho. Da ponta direita, todos esperavam a cobrança na área, mas ele arriscou direto, em chute venenoso.

Ney Franco não estava satisfeito com o São Paulo e já preparava uma troca arriscada, do meia/volante Douglas pelo atacante Ademilson. Mas aí Douglas tentou um bote, escorregou, e acabou acertando Leandro Donizete, em lance plasticamente feio. Sandro Meira Ricci não quis saber e expulsou o jogador tricolor, enfrentando muitos protestos dos paulistas.

O vermelho fez Ney Franco mudar a substituição, com Edson Silva entrando no lugar de Maicon. Paulo Miranda ficou pela direita e o São Paulo se fechou. E mesmo assim a melhor chance do Atlético veio no contra-ataque. Lucas errou um domínio de bola, Bernard invadiu a área no mano a mano com Wellington, bateu rasteiro, e Rogério pegou.

O segundo tempo começou com dez atleticanos atacando os são-paulinos e Osvaldo, solitário, tentando alguma coisa para os visitantes. Em 12 minutos, foram duas tentativas dele, as mais perigosas da etapa.

Mas o Atlético era quem pressionava e chegou ao gol de forma improvável: pelo alto, com bola cruzada em monte a um monte de são-paulinos. Bernard cruzou no meio da pequena área, Casemiro, Tolói e Rogério Ceni ficaram olhando e Leonardo foi o único a subir para cabecear, direto para o fundo do gol.

Se Mano Menezes viu o jogo, deve ter se arrependido de convocar Jadson e não Ronaldinho Gaúcho. Enquanto o meia tricolor mal viu a cor da bola, o do Atlético participou de quase todos os lances de sua equipe. Aos 33, deu passe improvável para Neto Berola, que chutou no travessão. Outro de quem se esperava muito, Lucas visivelmente sentiu o cansaço depois de jogar pela seleção.

Nos minutos finais, Ney Franco lançou um terceiro atacante, mas não era mesmo o dia do São Paulo, que sequer chegou perto da meta de Victor. Por outro lado, se não fosse Neto Berola, em noite ruim, e Rogério, que salvou também chute de Marcos Rocha, o Atlético teria goleado.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-MG 1 X 0 SÃO PAULO

ATLÉTICO-MG – Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Júnior César; Pierre, Leandro Donizete, Guilherme (Neto Berola), Bernard (Escudero) e Ronaldinho Gaúcho; Leonardo (Richarlyson). Técnico – Cuca.

SÃO PAULO – Rogério Ceni; Douglas, Paulo Miranda, Rafael Tolói e Cortez; Wellington (Paulo Assunção), Casemiro (Ademilson), Maicon (Edson Silva) e Jadson; Lucas e Osvaldo. Técnico – Ney Franco.

GOL – Leonardo, aos 17 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Sandro Meira Ricci (Fifa-PE).

CARTÕES AMARELOS – Leonardo Silva, Ronaldinho Gaúcho, Guilherme, Paulo Miranda, Paulo Assunção, Wellington, Rogério Ceni e Maicon.

CARTÃO VERMELHO – Douglas.

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Independência, em Belo Horizonte.

Por Rogerinho – Atlético-MG sofre, mas, de virada, faz 2 a 1 no Villa Nova e mantém os 100%

Time de Nova Lima sai na frente, mas, no segundo tempo, após as mexidas do técnico Cuca, o Galo vira, com gols de Neto Berola e Leandro Donizete

Fonte – Globoesporte.com

Em um gramado muito ruim, quase impraticável, o Atlético-MG, de virada, conseguiu mais uma vitória na temporada 2012. Desta vez, a vítima foi o Villa Nova, que, mesmo acostumado a treinar no estádio Castor Cifuentes, não conseguiu tirar proveito das falhas do piso. O time de Nova Lima até começou na frente, com um gol de Eliandro, ainda no primeiro tempo. Mas, no segundo, com as modificações promovidas pelo técnico Cuca, o Galo conseguiu vencer por 2 a 1. Neto Berola e Rafael Marques marcaram para a equipe de Belo Horizonte.

guilherme Vila Nova x Atlético (Foto: Bruno Cantini/Flick Atlético-MG)
Atlético-MG, de virada, vence o Villa Nova
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O Atlético-MG esteve próximo de perder os 100% de aproveitamento no Campeonato Mineiro. Até agora, com o resultado deste domingo, já são sete vitórias em sete jogos e uma liderança bastante consolidada. Além disso, o Galo também venceu o único compromisso que teve pela Copa do Brasil (3 a 1 sobre o Cene, do Mato Grosso do Sul).

Os três pontos deste domingo deixaram o time alvinegro na liderança do Estadual, com 21 pontos ganhos. O Villa Nova, por sua vez, com apenas 7 pontos, caiu para a oitava colocação na tabela de classificação.

Agora, o Leão do Bonfim enfrentará o Tupi, nesta quarta-feira, às 20h30m (de Brasília), no Municipal de Juiz de Fora, em jogo adiado da quinta rodada do Estadual. Já o Atlético-MG enfrentará o Democrata, no sábado, às 18h30m, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela oitava rodada.

Oportunismo de Eliandro

O Galo enfrentava dois adversários. Além do Villa Nova, o time do técnico Cuca tinha que encarar o já conhecido péssimo gramado do estádio Castor Cifuentes. Eram visíveis as diferentes cores e alturas da grama por todas as partes do campo.

O técnico Mauro Fernandes, do Villa Nova, não pôde escalar o experiente zagueiro Álvaro, vetado de última hora, por causa de um estiramento na coxa direita. O treinador manteve o esquema com três zagueiros, com Paulo Roberto no time. O Leão estreou o volante Henik, contratado durante a semana.

No início da partida, a qualidade técnica falou mais alto, e o Galo tomou a iniciativa. O atacante Guilherme teve chance de abrir o placar, mas o goleiro Élisson fez defesa corajosa ao sair nos pés do jogador. O Villa esperava um erro do Atlético-MG no ataque para surpreender no contra-golpe. Poucas foram as vezes em que a equipe do Villa Nova chegou com perigo pelo chão. Apenas em cobranças de escanteio, o atacante Eliandro assustou o goleiro Renan Ribeiro, que saiu mal e contou com a ajuda da zaga para livrar o perigo.

O jogo era de um lado para o outro. Não em lances de ataque, mas sim de chutões que as defesas davam com o intuito de se livrarem da bola – as dimensões do gramado são bem reduzidas. O Villa Nova chegou ao gol após falha da zaga alvinegra. Aos 38 minutos, o lateral Alex Santos chutou rasteiro, errado, mas a bola desviou na defesa. Eliandro, livre, no rebote, só empurrou para o gol. Festa no Alçapão do Bonfim. A zaga atleticana ainda reclamou de impedimento, mas o gol foi legal. O primeiro tempo terminou com o Villa Nova levando a melhor.

Segundo tempo

Com o placar adverso, o técnico Cuca resolveu mudar e colocou Triguinho e Wesley nas vagas de Richarlyson e Escudero. Aos poucos, o jogo se tornou nervoso para o time alvinegro. A cada falta cometida pelo Villa Nova, os jogadores do Galo pressionavam o juiz para dar o cartão amarelo.

As mudanças surtiram pouco efeito no início. O Galo pressionava mais nas bolas paradas do que com jogadas de bola rolando. O Villa permanecia na proposta de encaixar um contra-ataque e matar de vez a partida. Mauro Fernandes e Cuca apostaram na velocidade. Enquanto o técnico villa-novense colocou Thiaguinho no lugar de Francismar, o treinador do Galo pôs Neto Berola na vaga de Mancini.

O Galo partiu para cima com tudo. Rondava a área do Villa Nova, que se segurava como podia. Os cruzamentos alvinegros eram um tormento para a torcida do time da casa, que vibrava a cada chutão da zaga alvirrubra.

O gol de empate alvinegro, no entanto, era questão de tempo. E surgiu de quem saiu do banco. De tanto insistir, Neto Berola tirou o grito de desafogo da torcida alvinegra no estádio. O rápido atacante tabelou com Wesley e tocou na saída de Elisson, aos 28 minutos, para empatar a partida.

Da mesma forma que o Villa marcou, o Galo virou. Aos 33 , após chute errado de Leandro Donizete, a bola sobrou nos pés de Rafael Marques. O jogador bateu rasteiro, no canto direito de Elisson, que tentou buscar, mas não deu. O zagueiro Paulo Roberto ainda foi expulso pela arbitragem.

O resultado fez justiça ao time que buscou o gol desde o início da partida. A torcida atleticana estendeu a festa no Alçapão do Bonfim e mostrou satisfação pela entrega da equipe em campo para buscar o placar. Com os gritos de ‘Ah, leão banguelo!’, a torcida atleticana deixou o estádio em festa.

ICFUT- A um ano da reinauguração, Mineirão entra em fase final de reformas

Fonte:globo.com

De acordo com o governo do estado, terceira etapa custará R$ 654,5 milhões

Contagem regressiva para o fim das obras do Mineirão. Faltam exatamente 365 dias para que o “Gigante da Pampulha”, totalmente renovado, seja entregue aos torcedores no dia 21 de dezembro de 2012. Atualmente, o estádio está na terceira e última fase das obras, que começaram em janeiro de 2010. Entre as principais mudanças estão o rebaixamento do gramado em 3,4 metros, a cobertura completa das arquibancadas e a construção de uma área de serviços com lojas e restaurantes.

Também está prevista a construção de uma esplanada que liga o estádio ao ginásio do Mineirinho. Para o secretário da Secopa, Sérgio Barroso, a reinauguração do estádio será uma “momento histórico” para os mineiros.

obras mineirao (Foto: Sylvio Coutinho / Divulgação)

– O Mineirão é um dos templos mais sagrados do futebol brasileiro, bem como será uma das arenas mais modernas do país. Sua memória estará preservada tanto no coração do torcedor, como também no futuro museu dedicado ao futebol, que vai abrigar a história dos maiores espetáculos e protagonistas dessa paixão nacional.

O novo Mineirão terá 64 mil lugares, todos com visão completa do gramado. Neste momento, 15% da estrutura das arquibancadas já foi construída. Segundo o governo de Minas Gerais, um dos responsáveis pela gestão do estádio, as obras da terceira fase custarão R$ 654,5 milhões: R$ 426,4 milhões serão destinados para intervenções no estádio, e R$ 228,1 milhões, para as obras da esplanada, anexos e estacionamentos.

O “Gigante da Pampulha” será uma das sedes da Copa das Confederações, em 2013, além da Copa do Mundo, em 2014. No Mundial, o estádio receberá seis partidas, incluindo uma semifinal.

Dois estádios em 2012

Confirmada a previsão de entrega do Mineirão, Belo Horizonte receberá dois estádios reformados em 2012. Isso porque, em fevereiro, está prevista a entrega do Independência, que também passa por reformas. Com o estádio da região do Horto pronto, os clubes de Belo Horizonte – América-MG, Atlético-MG e Cruzeiro – poderão mandar os jogos lá.

obras mineirao (Foto: Sylvio Coutinho / Divulgação)

Desde meados de 2010, as partidas com mando de campo desses times têm sido disputadas na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. A falta de um estádio na capital foi, inclusive, um dos argumentos das diretorias dos três times para justificar a má campanha em 2011. O América-MG caiu para a Série B, e Atlético-MG e Cruzeiro lutaram contra o fantasma do rebaixamento até as últimas rodadas – a Raposa só escapou no derradeiro jogo, exatamente contra o arquirrival, que foi goleado.

Por Cleber Aguiar – Sem casa, times mineiros agonizam no Campeonato Brasileiro

Fonte: Folha de São Paulo

RAFAEL VALENTE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
RODOLFO STIPP MARTINO
DE SÃO PAULO

Sem jogos em Belo Horizonte, o futebol mineiro amarga em 2011 a sua pior participação na era dos pontos corridos do Campeonato Brasileiro, iniciada em 2003.

Embora sejam três clubes nesta edição (algo que ocorreu somente em 2008), nenhum faz boa campanha: América-MG e Atlético-MG estão na zona de rebaixamento, enquanto o Cruzeiro aparece na 14ª posição, perto da área de degola.

A média de pontos dos times é de 24 pontos. Até 2010, o pior desempenho tinha sido em 2004 e 2005, com a média de 31 pontos. Em 2004, o Cruzeiro era o 12º colocado e o Atlético-MG, o 17º –eram 24 participantes. Já em 2005, com 22 clubes na disputa, o Cruzeiro brigava na parte de cima (era o sétimo) e o Atlético-MG lutava sem sucesso contra o rebaixamento.

Washington Alves/Divulgação
Lance do jogo entre Atlético-MG x Cruzeiro na Arena do Jacaré
Lance do jogo entre Atlético-MG x Cruzeiro na Arena do Jacaré

Em 2011, o América-MG é o lanterna com 19 pontos. O Atlético-MG possui 24 e é o primeiro time na zona do rebaixamento. O Cruzeiro, com 29, também não está muito longe da área da ‘degola’, é o 14º.

Em 2008, quando a dupla teve a companhia do Ipatinga, a média foi de 31,3 pontos (os três juntos somavam 94 pontos em 24 jogos). Naquele ano, o Ipatinga estava na lanterna, mas Atlético-MG estava no meio da tabela e o Cruzeiro brigava pela ponta (era o segundo, com 43).

A melhor participação, contudo, foi em 2003, na primeira edição do campeonato no formato atual. Naquele ano, o Cruzeiro foi campeão e o Atlético-MG o sétimo. Em 24 jogos, somavam 87 pontos (média de 43,5 pontos).

De acordo com os dirigentes do futebol mineiro, a situação na atual edição do Nacional tem ligação direta ao fato de não poder jogar nos estádios do Mineirão e do Independência, fechados para reforma.

No ano passado o Cruzeiro lutou pelo título e pouco usou o Mineirão, foram só três jogos. Mesmo assim, o gerente de futebol do clube, Valdir Barbosa, apontou que o time sentiu muita falta do estádio.

“Sem o Mineirão tivemos prejuízos técnicos e financeiros. Não fomos campeões por dois pontos [O Fluminense acabou o Brasileiro-2010 com 71 pontos contra 69 do Cruzeiro]. Terminamos muito perto do título. Se jogássemos em casa, acredito que teríamos sido campeões”, disse Barbosa.

Sobre o desempenho neste ano, Barbosa admitiu que o time precisa superar outras pedras pelo caminho.

“Além do fator mando, temos que ser realistas que a venda de alguns jogadores, por força de contrato, por causa de parcerias, também pesou.”

O América-MG, sem o Independência, conseguiu subir para a Série A no ano passado. Agora, encontra dificuldades para se manter na elite sem poder jogar em Belo Horizonte.

“Sete Lagoas abriu as portas para nos receber, mas não é a mesma coisa. Também jogamos em Uberlândia. O reflexo é dentro de campo. É o segundo ano seguido [sem jogos na capital mineira]. No primeiro momento dá a sensação de que é uma coisa de improviso. Mas, agora, estamos no segundo ano e o desgaste, as viagens e o lado financeiro começam a pesar mais. É uma bola de neve que cresce”, afirmou o diretor de futebol do América-MG, Alexandre Mattos.

No Atlético-MG, o diretor de futebol, Eduardo Maluf, declarou que jogar fora da capital mineira prejudica bastante a sua equipe.

“O resultado [da má campanha] se deve 60% ao fator mando de campo e 40% ao time que não se encontrou”, comentou Maluf, que também trabalhou por 12 anos no Cruzeiro.

O dirigente atleticano comparou o perfil da torcida do interior com o a de Belo Horizonte.

“O torcedor do interior é mais de ver o jogo e o torcedor da capital é aquele que se considera o 12º jogador. E o time sente isso.”

Para a próxima temporada, o Atlético-MG espera voltar a jogar em Belo Horizonte. “O Independência deve reabrir em fevereiro de 2012 e dará um ânimo diferente”, declarou Maluf.

Por Rogerinho – “Geração Romário” já chega à elite do futebol brasileiro

Nos próximos meses, uma legião de garotos batizados em homenagem ao “Baixinho” aparecerá nos principais times do país

FONTE – IG ESPORTES

Dezessete anos se passaram desde que ele foi o principal nome da conquista do tetra nos Estados Unidos, seis desde a despedida da seleção brasileira e quatro desde o milésimo gol. Agora, enquanto Romário começa a se destacar fora de campo como deputado fiscalizador das obras relacionadas à Copa de 2014, seu nome voltará a ser cada vez mais presente dentro de campo, nas costas das camisas de garotos batizados em sua homenagem.

 

 

Zagueiro Romário, do Inter, deve ser o primeiro homônimo a jogar na Série A do Brasileirão

A idade mais comum entre os “novos Romários” é de 17 anos. Garotos que nasceram nos meses antes ou após o tetracampeonato de 1994 e que hoje estão nas categorias de base de muitos clubes brasileiros. Estes devem chamar a atenção a partir da próxima edição da Copa São Paulo de Juniores. Mas outros, cujos pais já admiravam o artilheiro antes mesmo do Mundial dos Estados Unidos, já começam a aparecer nos elencos profissionais.

É o caso do zagueiro do Internacional Romário Leiria de Moura, de 19 anos. Campeão mundial com a seleção sub 20 há menos de uma semana, ele já se integrou ao elenco comandado por Dorival Júnior e deve em breve estrear como profissional, sendo o primeiro homônimo a jogar na Série A. E ele já está acostumado com as perguntas sobre o xará consagrado.

“Sempre expliquei a mesma coisa. O meu pai queria colocar o nome de um jogador e naquela época quem brilhava mais era o ‘Baixinho’. Mas fiquem tranquilos que eu nunca, jamais, vou virar político”, afirma com bom humor.

 

Na Série B, outros três Romários já atuam como profissionais. Romário da Silva Santos, de 17 anos, lateral-direito do Vitória; Romário Marcelino de Sousa Santos, de 21 anos, atacante de Guarani; e aquele que vem tendo mais destaque, com três gols marcados na competição: Romário Ricardo da Silva, Romarinho, meia de 20 anos do Bragantino.

Entre os grandes clubes brasileiros, somente Grêmio, Corinthians, Fluminense, Atlético-MG e Cruzeiro não possuem um Romário próximo de se tornar profissional. No caso do Cruzeiro, o atacante Vinícius Araújo ganhou o nome como apelido entre os amigos, mas não pretende adotá-lo publicamente. O Romário são-paulino atualmente disputa um torneio no México com a equipe sub-17 do clube. Mas os casos mais curiosos estão mesmo na terra natal do tetracampeão.

 

 

Atacante Romário, do São Paulo, ainda está na equipe sub-17 e deve disputar a Copa São Paulo

 

Um nome que garante vaga em qualquer time

Romário Barbosa de Oliveira, o representante flamenguista dessa geração, é provavelmente o melhor exemplo de como a conquista do tetra influenciou pais na época. Ele nasceu exatamente no dia do título e, assim, sua mãe, Maria Aparecida, não teve como negar a ideia do pai, Manoel, que pressionou para chamar o filho pelo nome do principal responsável pela conquista.

 Ele já chegou a defender o time profissional em amistoso na pré-temporada e agora voltou a treinar nos juniores. Mas o “status” proveniente do nome já o acompanha desde cedo. “Na escola eu sempre era escolhido para jogar nos times dos maiores só porque me chamava Romário. Diziam que com esse nome não dava para ser ruim”, brinca o garoto, que mantém contato pela internet com o Romarinho do Vasco, filho do original.

No clube pelo qual o camisa 11 foi revelado e onde marcou 327 gols, seu filho, Romário de Souza Faria Filho, atacante de 17 anos, não é o único que carrega o nome. Romario Correa de Souza, de 19 anos, faz a dupla de ataque reserva da equipe junior vascaína, já que os titulares são Morano e Rodrigo Dinamite, filho do outro grande ídolo e presidente do clube, Roberto Dinamite.

O coordenador das categorias de base, Jair Bragança, diz que Romarinho não se comporta como filho de craque e destaca sua personalidade calma e profissional. “Não há o que falar dele. É um bom garoto, comprometido. Aliás, todos eles são. Tanto os Romários quanto o Rodrigo Dinamite são exemplares, sem estrelismo nenhum”, afirma. Resta aguardar para saber se apesar da postura menos “marrenta”, o brilho em campo será parecido com o do pai.

Curiosidades

Na tabela abaixo, o iG apresenta uma lista dos Romários que já jogam ou que devem se profissionalizar em breve por algum dos principais clubes brasileiros. Mas os homônimos do “Baixinho” também estão presentes em outros lugares, como demonstra essa lista de curiosidades:

– o Campeonato Carioca juvenil de 2011 teve 11 Romários inscritos, incluindo o filho do próprio;
– no site da Fifa, além do Romário original, aparecem dois brasileiros com o mesmo nome: o zagueiro do Inter e o lateral-direito do Vitória;
– no mesmo site, a busca aponta três estrangeiros: Romário Williams e Romário Jones, jamaicanos, e Romário Piggott, panamenho;
– na busca de jogadores profissionais no site da Federação Paulista, são sete Romários, além de um Luan Romário;
– e na busca da FPF nas categorias de base, são 20 Romários, além de um Jackson Romário, um Jeferson Romário e um Rafael Romário;

 

NOME COMPLETO CLUBE POSIÇÃO DATA DE NASCIMENTO
Romário Leiria de Moura  Internacional zagueiro 28/06/1992 
Romário da Silva Santos  Vitória lateral-direito 18/12/1993 
 Romário Marcelino de Sousa Santos Guarani atacante 17/01/1990 
 Romário Ricardo da Silva Bragantino meia 12/12/1990 
Romário Barboza da Costa  São Paulo atacante 16/04/1994 
Romário Barbosa de Oliveira  Flamengo meia 17/07/1994 
Romário de Souza Faria Filho   Vasco atacante 20/10/1993 
Romario Correa de Souza  Vasco  atacante 15/01/1992 
 Romário Hugo dos Santos Palmeiras atacante 01/06/1994 
Romário Guedes de Almeida  Santos volante 04/06/1993