ICFUT – CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL SÉRIE A – 2018 – 13º Rodada

CEARÁ 1 X 0 SPORT – 18/07

GRÊMIO 2 X 0 ATLÉTICO-MG – GOLS – 18/07

FLAMENGO 0 X 1 SÃO PAULO – 18/07

CORINTHIANS 2 X 0 BOTAFOGO – GOLS – 18/07

VITÓRIA 1 X 0 PARANÁ

Cruzeiro 3 x 1 América MG

Santos 1 x 1 Palmeiras

Vasco 1 x 1 Fluminense

CHAPECOENSE 1 X 1 BAHIA

Atlético-PR 2×2 Internacional

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ICFUT – BRASILEIRÃO VOLTOU !!!

13ª RODADA

18/07/2018

19h30 Ceará x Sport
21h00 Vitória x Paraná Clube
21h45 Flamengo x São Paulo
21h45 Corinthians x Botafogo
21h45 Grêmio x Atlético-MG

19/07/2018

19h30 Cruzeiro x América-MG
19h30 Chapecoense x Bahia
20h00 Vasco da Gama x Fluminense
20h00 Santos x Palmeiras
21h00 Atlético-PR x Internacional

ICFUT – CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL SÉRIE A – 2018 – 2º RODADA

TABELA E CLASSIFICAÇÃO SÉRIE A – 2018 CLIQUE AQUI !

ICFUT – COPA BRASIL 2018 : JOGOS DAS OITAVAS

Veja os confrontos(os times com asteristicos fazem o segundo jogo em casa)

Vitória x Corinthians*
América-MG x Palmeiras*
Ponte Preta x Flamengo*
Bahia x Vasco*
Atlético-MG x Chapecoense*
Atlético-PR x Cruzeiro*
Santos x Luverdense*
Goiás x Grêmio*

Por Cleber Aguiar – Pensamento é eliminar o São Paulo, diz atacante do Atlético-MG

Fonte: Folha Online

VINÍCIUS BACELAR
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O atacante Jô, do Atlético-MG, não esconde o objetivo da equipe na noite desta quarta-feira (jogo começa às 22h), no Morumbi: eliminar o São Paulo da Taça Libertadores-2013.

Para tanto, o time mineiro precisa pelo menos empatar com o clube paulista no encerramento do Grupo 3 da competição continental.

“O pensamento é eliminar o São Paulo. É importante eliminarmos uma equipe que tem tradição na Libertadores”, afirmou por telefone à Folha.

  Bruno Cantini/Divulgação/Clube Atlético Mineiro  
O atacante Jô participa de treino do Atlético-MG. Time enfrenta hoje o São Paulo
O atacante Jô participa de treino do Atlético-MG. Time enfrenta hoje o São Paulo

Jô falou que prefere enfrentar o boliviano Strongest ou o argentino Arsenal ao rival brasileiro nas oitavas de final.

“Se colocar no papel, o São Paulo tem mais qualidade do que os outros dois times. Pegar o Strongest tem o problema da altitude, mas é uma dificuldade menor se comparar com a força do São Paulo”, declarou Jô, que marcou três gols no torneio sul-americano.

O atacante também acredita que o adversário paulista estará enfraquecido com as ausências de Luis Fabiano e Jadson.

O primeiro vai cumprir o terceiro jogo de suspensão (são quatro partidas no total) após ser expulso contra o Arsenal, no Pacaembu. Já o meia não atuará nesta quarta-feira por ter recebido o terceiro cartão amarelo diante do Strongest, em La Paz. No Atlético-MG, o único desfalque certo é o lesionado Bernard.

“Com certeza a perda deles é maior sem Jadson e Luis Fabiano. São dois jogadores que fazem a diferença”, disse.

Com 15 pontos, o Atlético-MG já está garantido na primeira posição geral da fase de grupos da Libertadores. Caso a combinação de resultados classifique o São Paulo, as duas equipes voltarão a se encontrar nas oitavas de final. Neste cenário, o segundo jogo seria em Belo Horizonte.

Por Cezar Alvarenga – Em jogo de viradas, Atlético vence o Cruzeiro e é vice-campeão do Brasileirão.

Fonte: Yahoo! Esportes

Pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2012, Atlético-MG e Cruzeiro fizeram, mais uma vez, um clássico mineiro para testar cardíaco. Em nova chuva de gols, o Galo levou a melhor depois de tomar uma virada. Com o placar de 3 a 2 (gols de Bernard, Léo Silva e Réver), combinado com o empate sem gols do Grêmio diante do Internacional, Alvinegro mineiro venceu o maior rival e ainda garantiu vaga direta na fase de grupos da Libertadores do ano que vem.

O Jogo

Quem foi que achou que o clássico mineiro seria apagado? O Atlético-MG era o único que possuía algo a buscar – o vice-campeonato e a vaga direta na fase de grupos da Libertadores -, mas o Cruzeiro estava disposto a atrapalhar os planos do Galo, e o árbitro Paulo César Oliveira teve que mostrar pulso firme para contralar o ímpeto de ambas equipes.

Com a torcida empurrando, o Galo saiu na frente logo no começo. Guilherme, contestado, cruzou para Jô desviar, Bernard não vacilou e bateu de primeira, em um lance em que a zaga celeste não teve o que fazer. Galo 1 a 0, e o Independência veio abaixo.

Contudo, o lado direito do Atlético-MG bobeou na marcação, e o Cruzeiro quase empatou, mas a trave salvou o goleiro Victor, que, potsariormente, tirou a bola do pé de Martinuccio. Everton havia caído no gramado no lance e, no contra-ataque atleticano, o juiz paralisou o jogo para o atendimento do jogador cruzeirense.

Enquanto o lado direito cochilava, Bernard e Richarlyson, pela esquerda, davam trabalho para a zaga celeste. Do lado azul do duelo, Montillo era o centro das ações, deslocado pela direita e driblando bem a marcação cerrada. O Cruzeiro detinha os escanteios, e o Galo, os contra-ataques. Em um deles, Ronaldinho deixou Tinga na saudade e descobriu Guilherme livre na esquerda. Com o pé ruim, o camisa 10 só arrancou suspiros do torcedor.

Mas Guilherme iria se redimir novamente. Ele deu o passe para Jô girar ao redor de Leandro Guerreiro e sofrer um pênalti aos 36 minuto, cuja cobrança Ronaldinho, surpreendentemente, errou, e Fábio defendeu.

Com isso, o Cruzeiro cresceu no jogo. Richarlyson deixou o corredor na esquerda livre, Montillo cruzou, e Martinuccio chegou de trás para cabeçear sem defesa para o goleiro Victor.

Segundo tempo

Se o Atlético-MG conseguiu marcar o primeiro gol logo no começo do jogo, o Cruzeiro deixou o Independência caladinho com um tento também aos cinco minutos, mas do segundo tempo. Dormindo em campo, o Galo viu Everton chutar no canto de Victor, totalmente livre dentro da área.

Três minutos depois, houve a primeira confusão entre os jogadores. Tinga e Leandro Donizete se atracaram e receberam o cartão vermelho.

A expulsão afetou mais o Cruzeiro, que perdeu o homem de ligação no meio de campo. De tanto cruzar em escanteios, finalmente o Atlético foi feliz. Léo Silva, sempre ele, empatou o clássico depois de cobrança de escanteio.

E a tarde era mesmo dos zagueiros-artilheiros. Se Léo Silva havia anotado seu sétimo gol no Brasileiro, Réver se motivou e testou outra cobrança de escanteio perfeita. Nova virada na partida, com o capitão alvinegro fazendo seu sexto gol na competição.

No fim, Anselmo Ramon ainda recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-MG 3 X 2 CRUZEIRO

Local: Independência, Belo Horizonte (MG)

Data/Hora: 02/12/2012 – 17h (de Brasília)

Árbitro: Paulo Cesar Oliveira (SP)

Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP)

Público e Renda: 21.232 pagantes e R$ 753.000,00

Cartões amarelos: Pierre (CAM), Anselmo Ramon (CRU), Thiago Carvalho (CRU), Marcos Rocha (CAM), Ronaldinho (CAM) e Charles (CRU)

Cartões vermelhos: Tinga, 8’/2ºT (CRU), Leandro Donizete, 8’/2ºT (CAM) e Anselmo Ramon, 43’/2ºT (CRU)

GOLS: Bernard, 5’/1ºT (1-0), Martinuccio, 46’/1ºT (1-1), Everton, 5’/2ºT (1-2), Leonardo Silva, 14’/2ºT (2-2) e Réver, 29’/2ºT (3-2)

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Richarlyson (Triguinho, 45’/2ºT); Pierre, Leandro Donizete, Guilherme (Neto Berola, 7’/2ºT), Ronaldinho (Serginho, 31’/2ºT) e Bernard; Jô. Técnico: Cuca

CRUZEIRO: Fábio, Ceará, Leandro Guerreiro, Thiago Carvalho e Everton (Souza, 37’/2ºT); Charles, Marcelo Oliveira, Tinga e Montillo (Elber, 42’/2ºT); Anselmo Ramon e Martinuccio (Wellington Paulista, 37’/2ºT). Técnico: Celso Roth.

 

ICFUT – Em jogo emocionante Atlético Mineiro vence o Fluminense nos acréscimos e manté disputa pelo título do Brasileirão.

Fonte: UOL Esportes

Em jogo em que a torcida da casa trouxe para o Independência, na forma de protesto, a suspeita de benefícios da arbitragem ao adversário, o Atlético-MG venceu o Fluminense, de virada, por 3 a 2, na tarde deste domingo. Um gol marcado por Ronaldinho Gaúcho, anulado ainda no primeiro tempo, em cobrança de falta, manteve a questão no centro da partida, encarada como espécie de ‘final antecipada’. O dramático triunfo atleticano, obtido gol gol de Leonardo Silva, aos 46 min da segunda etapa, reduziu para seis pontos a vantagem em favor do Tricolor, esquentando o Brasileiro.

Em um Independência lotado, o jogo foi caracterizado pela forte pressão do Atlético-MG, que, além do gol anulado e que gerou muita polêmica, mandou três bolas na trave, duas no primeiro tempo, e teve em Diego Cavalieri um obstáculo. Coerente com sua campanha, o Fluminense, dominado em boa parte do jogo, foi ‘mortal’ no contra-ataque e abriu o marcador, com Wellington Nem, aos 10 min. O empate saiu com Jô, aos 23 min, completando bela jogando individual de Ronaldinho Gaúcho.

Antes do início do jogo, os protestos de torcedores atleticanos contra o que consideram benefício das arbitragens ao Fluminense tomaram conta. Foram faixas, mosaico e narizes de palhaço. Já com a bola rolando, alguns torcedores voltaram a exibir faixas com dizeres “CBF, vergonha” e outras contra o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Essas faixas já tinham aparecido antes dos 20 min, quando o árbitro Jaílson Macedo Freitas anulou o gol de Ronaldinho Gaúcho, em cobrança de falta, sob a alegação de falta cometida pelo zagueiro Leonardo Silva na barreira do Fluminense. Os torcedores intensificaram o protesto e durante muitos minutos o coro de “vergonha” tomou conta do Independência. Em campo, os jogadores atleticanos reclamaram muito, especialmente Ronaldinho.

O primeiro tempo foi marcado pela intensa pressão atleticana contra o Fluminense, que, cumprindo o que havia afirmado o técnico Abel Braga, não faria nada diferente para esse jogo. O time carioca atuou fechado, contou com defesas importantes do goleiro Diego Cavalieri e com uma dose de sorte, além da intervenção polêmica do árbitro, que anulou gol de Ronaldinho Gaúcho. A única chance da equipe visitante foi aos 31 min, em contra-ataque puxado por Wellington Nem, que conseguiu passar por Victor, mas se enrolou e não conseguiu finalizar.

A primeira oportunidade atleticana foi aos 5 min, em chegada surpresa do volante Leandro Donizete, que errou o alvo. Três minutos depois, Bernard cruzou e Jô, de primeira, obrigou Cavalieri a defender. Já aos 15 min, Marcos Rocha enfiou para Guilherme, que bateu por cima do travessão. Aos 27 min, Bernard e Jô tiveram chances seguidas e, aos 36 min, o goleiro tricolor pegou chute forte de Marcos Rocha.

Quando não foi o goleiro tricolor, ou a falta de pontaria dos atleticanos, a trave salvou duas vezes o Fluminense de sair em desvantagem na etapa inicial. E foram dois lances seguidos, aos 44 min e 45 min, com Bernard e Jô, respectivamente. Na primeira bola na trave, Diego Cavalieri ainda tocou levemente na bola, o suficiente para desviá-la.

“Estamos suportando bem a pressão, mas estamos errando passes. O importante é manter essa calma, mas temos de tentar jogar e criar um pouco mais, para equilibrar e agredir um pouco mais”, comentou o camisa 1 tricolor, após o término do primeiro tempo, enquanto o torcedor atleticano gritava e vaiava a arbitragem, personagem central dos 45 minutos iniciais.

O atacante Bernard lamentou a anulação do gol e estranhou o fato. “Eles fizeram um gol na mesma situação contra o Vasco. Chegou o momento que eles anularam, mas paciência, o goleiro deles está num dia muito feliz, mas temos de continuar tentando fazer a nossa parte”, destacou o jovem atleticano.

Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo. Logo aos 5 min, mais uma vez a arbitragem no centro das atenções. Carlinhos com as mãos evitou que Marcos Rocha seguisse em um lance. A falta foi marcada, mais os atleticanos cercaram o árbitro, cobrando o amarelo, que acabou saindo para o lateral esquerdo. O nervosismo era a tônica do jogo, assim como a pressão atleticana.

Mas, aos 10 min, a história do Fluminense ao longo do Brasileirão se repetiu e saiu o gol do líder da competição. Foi em um contra-ataque, em que a bola chegou a Fred, que serviu a Wellington Nem e que colocou a bola nas redes. Cinco minutos depois, Leandro Donizete acertou a trave do time carioca.

O Atlético continuou pressionando, consciente que jogava as últimas fichas na briga pelo título nacional e empatou, com Jô, aos 23 min, e passou à frente aos 36 min levando a torcida à loucura. Fred empatou aos 36 e quando parecia que ficaria tudo igual, Leonaro Silva fez o gol do triunfo., aproveitando cruzamento de Ronaldinho. Depois disso, houve ainda um tumulto envolvendo atletas dos dois times. Júnior César foi advertido com o terceiro amarelo.

Por Cezar Alvarenga – Galo vence o São Paulo e continua líder por pontos perdidos.

Fonte; Yahoo! Esportes

Atlético-MG e São Paulo fizeram, nesta quarta-feira, no Independência, um jogo de um time só: o da casa. A vitória mineira por 1 a 0, assim, acabou ficando barato para os paulistas, que entraram em campo para buscar um contra-ataque mortal e acabaram prejudicados pela expulsão precoce de Douglas, num lance polêmico, exatamente quando Ney Franco colocaria seu time mais para o ataque. Enquanto Ronaldinho e Bernard brilharam, as estrelas tricolores, Lucas e Jadson, estiveram absolutamente apagadas.

Mesmo com a vitória, o Atlético-MG segue em segundo, uma vez que o Flu também triunfou nesta 24.ª rodada do Brasileirão. O time mineiro tem 51 pontos, dois a menos que o rival. Já o São Paulo vê o G4 cada vez mais distante depois de quatro jogos sem vencer. Com 36 pontos, em sexto, assiste ao Vasco disparar no quarto lugar, com 42.

Mais uma vez vendo a crise bater à porta, o São Paulo vai tentar se recuperar no sábado, às 18h30, contra a Portuguesa, no Morumbi. Já o Atlético-MG vai a Pernambuco para, no domingo, enfrentar o Náutico no Estádio dos Aflitos.

O JOGO – Sem poder contar com Rhodolfo e Luis Fabiano, vetados pelo departamento médico, Ney Franco optou pelo simples: Paulo Miranda na zaga e Osvaldo no ataque, com Casemiro substituindo o suspenso Denilson. A postura do São Paulo, de jogar no contra-ataque, em velocidade, chamava o Atlético-MG, que tinha uma ótima via de escape pela direita, com Marcos Rocha sempre levando vantagem sobre Cortez.

A primeira boa chance do jogo surgiu aos 13 minutos, quando Guilherme cruzou, Leonardo entrou de carrinho, mas Rogério Ceni foi para a dividida e salvou. O goleiro voltaria a fazer ótima defesa em falta magistralmente batida por Ronaldinho. Da ponta direita, todos esperavam a cobrança na área, mas ele arriscou direto, em chute venenoso.

Ney Franco não estava satisfeito com o São Paulo e já preparava uma troca arriscada, do meia/volante Douglas pelo atacante Ademilson. Mas aí Douglas tentou um bote, escorregou, e acabou acertando Leandro Donizete, em lance plasticamente feio. Sandro Meira Ricci não quis saber e expulsou o jogador tricolor, enfrentando muitos protestos dos paulistas.

O vermelho fez Ney Franco mudar a substituição, com Edson Silva entrando no lugar de Maicon. Paulo Miranda ficou pela direita e o São Paulo se fechou. E mesmo assim a melhor chance do Atlético veio no contra-ataque. Lucas errou um domínio de bola, Bernard invadiu a área no mano a mano com Wellington, bateu rasteiro, e Rogério pegou.

O segundo tempo começou com dez atleticanos atacando os são-paulinos e Osvaldo, solitário, tentando alguma coisa para os visitantes. Em 12 minutos, foram duas tentativas dele, as mais perigosas da etapa.

Mas o Atlético era quem pressionava e chegou ao gol de forma improvável: pelo alto, com bola cruzada em monte a um monte de são-paulinos. Bernard cruzou no meio da pequena área, Casemiro, Tolói e Rogério Ceni ficaram olhando e Leonardo foi o único a subir para cabecear, direto para o fundo do gol.

Se Mano Menezes viu o jogo, deve ter se arrependido de convocar Jadson e não Ronaldinho Gaúcho. Enquanto o meia tricolor mal viu a cor da bola, o do Atlético participou de quase todos os lances de sua equipe. Aos 33, deu passe improvável para Neto Berola, que chutou no travessão. Outro de quem se esperava muito, Lucas visivelmente sentiu o cansaço depois de jogar pela seleção.

Nos minutos finais, Ney Franco lançou um terceiro atacante, mas não era mesmo o dia do São Paulo, que sequer chegou perto da meta de Victor. Por outro lado, se não fosse Neto Berola, em noite ruim, e Rogério, que salvou também chute de Marcos Rocha, o Atlético teria goleado.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-MG 1 X 0 SÃO PAULO

ATLÉTICO-MG – Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Júnior César; Pierre, Leandro Donizete, Guilherme (Neto Berola), Bernard (Escudero) e Ronaldinho Gaúcho; Leonardo (Richarlyson). Técnico – Cuca.

SÃO PAULO – Rogério Ceni; Douglas, Paulo Miranda, Rafael Tolói e Cortez; Wellington (Paulo Assunção), Casemiro (Ademilson), Maicon (Edson Silva) e Jadson; Lucas e Osvaldo. Técnico – Ney Franco.

GOL – Leonardo, aos 17 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Sandro Meira Ricci (Fifa-PE).

CARTÕES AMARELOS – Leonardo Silva, Ronaldinho Gaúcho, Guilherme, Paulo Miranda, Paulo Assunção, Wellington, Rogério Ceni e Maicon.

CARTÃO VERMELHO – Douglas.

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Independência, em Belo Horizonte.