RETRÔ ICFUT – Campeonato Brasileiro 2011 – Série A

Artilheiro

Borges – Santos FC

Campeão Artilheiro
Corinthians
Corinthians
Brasil Borges
Santos
Atacante
1980-10-05
23 Gols

Estatísticas

Melhor Ataque Fluminense 60 Gols
Pior Ataque Atlético Paranaense 38 Gols
Melhor Defesa Corinthians 36 Gols sofridos
Pior Defesa Avaí 75 Gols sofridos
Mais Goleadas Ceará 4 Goleadas
Mais Vitórias Corinthians 21 Vitórias
Menos Vitórias Avaí 7 Vitórias
Mais Empates Palmeiras 17 Empates
Mais Derrotas Avaí 21 Derrotas
Menos Derrotas Flamengo 7 Derrotas
Max. Jogos sem Perder Flamengo 16 Jogos

ICFUT – DEBATE DA RODADA DO BRASILEIRO SÉRIE A E SÉRIE B 28/06/11

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Por Alexandre: Mintirico tira a “cabeleira” para homenagear arredondados 601.000 acessos do nosso Site

Isso mesmo! Parabéns ao ICFUT que tem chegado aos 601.000* acessos graças ao internauta que acreditaram em nosso trabalho e com fidelidade acessam nosso site. Nada mais justo que uma mera homenagem, quebrando o gelo, Mintirico( personagem interpretado por Alexandre) tira sua cabeleira e parabeniza o ICFUT que num piscar de olhos passou 600 mil acessos.
Obrigado a todos que sempre tem nos apoiado e nos ajudaram a crescer.
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* até a edição deste título 600.578 acessos

Por Cleber Aguiar – Por R$ 20 mi, Prudente volta a ser Barueri

Fonte: O Estado de São Paulo

Novo presidente do clube quer usar estrutura da cidade para recolocar time na elite do futebol

SANDRO VILLAR – Especial para o Estado – O Estado de S.Paulo

PRESIDENTE PRUDENTE – O Grêmio Prudente foi comprado por três empresários e volta a ser Grêmio Barueri. O valor, não confirmado oficialmente, é de R$ 20 milhões. “Não existe isso (R$ 20 milhões). O contrato será alterado e tudo será publicado pela Federação Paulista de Futebol”, disse Domingos Britto, de 56 anos, novo presidente do clube e ex-presidente do Sport Club Barueri.

Britto é dono de 28 lojas de calçados na Grande São Paulo. Os seis ex-sócios receberão R$ 6 milhões. O grupo comprador assumirá os ativos do clube-empresa, avaliados em cerca de R$ 14 milhões. Nenhum ex-sócio foi localizado para comentar a negociação.

Depois de afirmar que “o time nunca deveria ter saído daqui (Barueri)”, o dirigente confirmou que o novo técnico é Sérgio Soares, vice-campeão paulista em 2010 pelo Santo André. “Acertamos com o Sérgio há 15 dias”, explicou. Britto confirmou também Moraci Sant”Anna no cargo de coordenador-geral. “O Moraci já trabalha aqui há dois meses e coordena todo o futebol da cidade”, observou.

As negociações com a diretoria do Grêmio duraram cerca de dois meses. “O time não estava indo bem (em Presidente Prudente). Vai voltar para a elite do futebol no ano que vem porque temos estrutura para isso”, afirmou Britto, que não quis citar os nomes dos dois sócios, mas confirmou o apoio do prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PMDB).

O time já começou a deixar Prudente, onde ficou por pouco mais de um ano e quatro meses. “Primeiro vamos para Itu, onde os jogadores farão a pré-temporada para a Série B do Brasileiro”, contou o novo presidente. A estreia será dia 20, contra o Goiás, em Goiânia. “Depois, voltamos para a nossa sede, que é muito bem montada”, completou. Em Prudente, a sede foi fechada à tarde.

Por Cleber Aguiar – Lei Pelé ( Mudanças )

Fonte: Valor Econômico

Renata W. Lancellotti
A presidente Dilma Roussef sancionou, recentemente, a Lei nº 12.395, de 16 de março de 2011, alterando e aprimorando a Lei nº 9.615, de 24 de março de 1998, a famosa Lei Pelé. São alterações importantes para o fortalecimento das entidades de prática desportiva, dos atletas e, notadamente, dos investidores atentos aos clubes formadores de jovens atletas. O olhar dos investidores está voltado, sobretudo, para o crescimento desses jovens não como simples “ativos” negociáveis, mas sim como “stakeholders” das referidas entidades, que poderão receber investimentos de fundos de investimentos em participações (private equity), regidos pela Instrução CVM nº 391/03, visando a estimular mais transparência, prestação de contas, responsabilidade social e melhores práticas de governança corporativa.

O artigo 29 da nova Lei Pelé é um exemplo desse estímulo; além de definir o conceito de formadora de atletas, estabelece, explicitamente, regras, garantias e assistências ao jovem atleta. O artigo 27 da lei, cuja redação teve como influência o artigo 18bis do regulamento Fifa sobre transferência de atletas, trouxe inovações e mais segurança jurídica aos investidores. Isso porque os direitos econômicos, tão valorizados na antiga lei, estão sendo desmitificados.

Na prática, os direitos econômicos nada mais são que direitos de créditos referentes a valores que a entidade venha a receber no futuro, em uma eventual transferência do atleta, cuja cessão se formalizava mediante contrato. As entidades de prática desportiva recorriam a investidores, negociando direitos econômicos em troca de recursos para viabilizar o pagamento de multas rescisórias de atletas. Ou seja, os direitos econômicos estavam ligados às referidas multas. Em contrapartida, a nova lei, de forma protecionista, além de tratar expressamente dos casos de atletas em formação, modificou e blindou a lógica de transferência de atletas. A referida norma prevê que são nulas de pleno direito as cláusulas de contratos firmados entre as entidades de prática desportiva e terceiros, ou entre estes e atletas, que possam intervir ou influenciar nas transferências de atletas ou, ainda, que interfiram no desempenho do atleta ou da entidade, exceto quando objeto de acordo ou convenção coletiva de trabalho.

    Direitos econômicos são créditos referentes a valores a receber no futuro

Por outro lado, também estabelece que são nulos de pleno direito os contratos firmados pelo atleta ou por seu representante legal com agente desportivo, pessoa física ou jurídica, bem como as cláusulas contratuais ou de instrumentos procuratórios com vínculo desportivo que, dentre outras regras, acarretem exigência de receita total ou parcial exclusiva da entidade e versem sobre gerenciamento de carreira de atleta em formação com idade inferior a 18 anos.

Isso significa que os direitos econômicos perderam sua razão, já que a que a nova lei, de forma transparente, invalidou os contratos que impliquem vinculação ou exigência de receita total ou parcial relativa à cláusula indenizatória exclusiva à entidade de prática desportiva à qual está vinculado o atleta. Ora, os agentes desportivos poderão receber pelo seu trabalho, todavia, é razoável entender que esses “stakeholders” não poderão compartilhar dos reais direitos dos atletas. Ou seja: o atleta deixa de ser “fracionado” como qualquer ativo. Nesse contexto, podemos concluir que as especulações, as tentativas de formação de cestas de atletas ou mesmo os fundos de investimentos em direitos creditórios sairão desse cenário, mas, em contrapartida, será estimulado o ingresso de novos investidores, por intermédio de fundos de private equity.

Em outubro de 2010, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negou a constituição de fundo de investimento em jogadores de futebol regido pela Instrução CVM nº 409, de 2004. O relator do caso, o diretor Eli Loria, indeferiu o recurso, afirmando que os “direitos econômicos” possuem a natureza de direitos creditórios de existência futura e incerta, só que emergentes de relações já constituídas.

Seguindo o espírito da nova Lei Pelé, os direitos econômicos tomaram cartão vermelho, não fazendo mais sentido, portanto, a constituição de fundos de investimentos em direitos creditórios. Em contrapartida, como dito, entram em campo, como potenciais e principais investidores os fundos de private equity, como stakeholders importantes na criação de projetos de formadores de atletas e clubes não deficitários, devidamente profissionalizados, com boas práticas de governança corporativa. Assim, os fundos de private equity poderão ser donos do negócio e não meros espectadores.

Renata Weingrill Lancellotti é sócia do Motta, Fernandes Rocha Advogados. Possui LLM em Direito Societário e MBA Executivo, ambos pelo INSPER (antigo Ibmec SP).

Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações

ICFUT – PROVOCAÇÕES DA FINAL SANTOS X CORINTHIANS

CLEBER X ALEXANDRE

Impressionante como ganha importância o clássico da final entre santistas e corintianos, já que rivalidade entre os clubes vem crescendo a cada temporada. É evidente que o time do parque São Jorge não convenceu no jogo contra o Palmeiras. Pra ser campeão tem muito a melhorar, não apresentou futebol digno de campeão, mas como se trata de “final do paulistão”, a esperança da torcida vai além desse comentário. O Santos parece favorito segundo opinião da imprensa, mas a garra corintiana sempre fez a diferença nas finais do Paulistão. Resumindo: Esperamos um grande jogo de igual pra igual, sendo assim, quem ganha é o torcedor, boa sorte galera!

*opinão do integrante Alexandre