ICFUT – Após mais uma derrota, Mano Menezes não é mais treinador do Cruzeiro

Fonte:Gazetaesportiva.net

Do correspondente Marcellus Madureira – Belo Horizonte , MG
Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro

O técnico Mano Menezes não é o mais o treinador do Cruzeiro. Após a derrota para o Internacional, por 1 a 0, no Mineirão, na noite desta quarta-feira, pela Copa do Brasil, o treinador não resistiu aos resultados ruins e deixou o comando técnico da Raposa.

O Cruzeiro vem em uma crise técnica enorme. Os números recentes, por exemplo, mostram um time com oito jogos sem marcar um gol e uma vitória nos últimos 18 jogos. No Brasileirão, a Raposa está na zona de rebaixamento com apenas 10 pontos conquistados. É a pior campanha do clube na competição.

ICFUT – Bayern de Munique goleia com 23 Goals

O Bayern de Munique goleou por 23×0 o modesto Rottach-Egern da Oitava Divisão da Alemanha em amistoso.
O grande goleador foi Tolisso com quatro gols, também fizeram Lewandowski, Müller, Wriedt e Goretzka marcaram três vezes, enquanto Renato Sanches fez dois, além de Dajaku, Gnabry, Singh, Dietrich, Nollenberger.

Por Cleber Santista

Vídeo: Canal Oficial do Bayern de Munique no Youtube

ICFUT – Felipe Melo alfineta Santos para defender futebol do Palmeiras

Fonte: Terra.com.br

Lorenzo Meyer

O Palmeiras, de Luiz Felipe Scolari, tem como estilo um futebol vertical, com poucos passes, mesmo com tamanha qualidade técnica de seus jogadores. Quando questionado sobre as críticas refentes ao modo de jogo do Verdão, Felipe Melo citou o Santos para defender sua equipe.

“São várias formas de jogar futebol, cada treinador tem uma. Jogamos contra o atual líder do Campeonato Brasileiro, que tem posse de bola, e o jogo foi 4 a 0 para o Palmeiras. Muito se fala, é bonito ver o Santos jogar, muito bonito. Já saiu de três competições. Enquanto o Palmeiras ou Flamengo, equipes que estão em outra competições viajando para jogar, o Santos está descansando, com tempo para trabalhar”, disse.

“Quando é um clube gigante como é o Santos, com uma comissão técnica importante, com grandes jogadores, se você tem tempo para trabalhar ajuda bastante. Cada um tem uma maneira de jogar, não vejo crítica. O Liverpool jogou contra o Barcelona, que toca muito a bola, e o Liverpool passou e foi campeão da Champions League. Essa é a nossa forma de jogar, um time que muito verticaliza”, completou.

O meio-campista do Palmeiras ainda foi abordado sobre as recentes contratações do futebol brasileiro, especialmente a de Daniel Alves pelo São Paulo. Ao discorrer sobre o assunto, Felipe Melo ressaltou que as chegadas de treinadores estrangeiros são positivas, mas é preciso valorizar o que surge dentro país.

“É bom, estão vindo jogadores de renome. Os clubes estão se fortificando. Torna o campeonato ainda mais difícil de ser vencido. Isso faz com que os estádios encham, a rivalidade dos clássicos afloram ainda mais. É importante grandes treinadores virem para o nosso futebol. Mas eu creio que temos de saber valorizar o nosso produto. É muito fácil valorizar o produto de fora”, analisou.

“Temos profissionais competentes. Falo de treinador e jogador também. Um jogador vem de fora e faz uma coisa ou outra e “nossa, é ídolo”. E a gente vem grandes jogadores que vêm da base, que não tiveram oportunidade de ir para a Europa e fazem melhor do que os gringos. Temos de valorizar nosso produto, o brasileiro. Mas é importante, os treinadores de Santos e Flamengo, que dirigiram grandes clubes e seleções, fazem com que nosso campeonato fique mais rico”, finalizou.

ICFUT – Lembra dele? Richarlyson retorna ao vôlei e vira líbero no interior de SP

Fonte: Terra.com.br – Foto: Lance

 

Aos 36 anos, Richarlyson está sem clube após atuar pelo Noroeste na Série A3 do Campeonato Paulista e pelo Campinense. Mas enquanto ele não encontra seu novo clube, ele resolveu mudar suas atenções para o vôlei. Em seu retorno as quadras, ele assinou com o Bauru Vôlei, clube de sua cidade, para atuar novamente como líbero pela equipe.
Destaque na vitória sobre o Marília, Richarlyson voltou ao vôlei após quatro anos afastado das quadras. Em 2015, quando anunciou sua aposentadoria (que durou menos de um mês), o jogador assinou com o Taquarituba para jogar como líbero em uma competição regional.Mas enquanto não retorna aos campos, Richarlyson também divide suas atenções com o crossfit, modalidade que, segundo ele, ajudou na continuação de sua carreira no futebol. Ele exibe vídeos e fotos praticando a modalidade em suas redes sociais com bastante frequência.

Com títulos na Libertadores por São Paulo e Atlético-MG, Richarlyson, também conhecido por ser irmão do atacante Alecsandro, rodou por inúmeros clubes no Brasil, como Fortaleza, Vitória, Chapecoense e outros. O jogador ficou conhecido por sua capacidade de atuar em diversas posições, como zagueiro, lateral e volante.

ICFUT – Em Clássico Rei histórico, Ceará bate Fortaleza pelo Campeonato Brasileiro

Fonte: Gazetaesportiva.net

Depois de 26 anos sem se encontrar na Série A, Ceará e Fortaleza disputaram o Clássico Rei neste sábado, no Castelão, e o Alvinegro se deu melhor. O Vozão bateu o Leão por 2 a 1 em confronto válido pela abertura da 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O placar foi todo construído na primeira etapa. Thiago Galhardo e Felippe Cardoso aproveitaram falhas do Tricolor para abrir 2 a 0 com 17 minutos de jogo. A equipe comandada por Rogério Ceni conseguiu diminuir, em cobrança de pênalti de Juninho, no fim da 1ª etapa, mas a reação parou por aí.
Com o resultado, o Ceará subiu para a 9ª colocação com 17 pontos conquistados. A equipe alvinegra ficou provisoriamente três pontos atrás do G6. Já o Fortaleza se manteve provisoriamente na 14ª posição com 14 pontos. A equipe não corre riscos de entrar na zona de rebaixamento nesta rodada, mas pode perder um lugar na tabela caso o Vasco vença o CSA neste domingo

As equipes voltam a campo na próxima rodada, em confrontos válidos pela 14ª do Brasileirão. O Ceará recebe a Chapecoense no sábado, às 17h (horário de Brasília), enquanto o Fortaleza visita o CSA na segunda-feira, às 20h (horário de Brasília).

O jogo – O 1º tempo fez jus a expectativa gerada pelo clássico. Em jogo enérgico e muito disputado, o Ceará conseguiu capitalizar encima dos erros da defesa do Fortaleza para abrir boa vantagem no placar.

Aos 14 minutos, Leandro Carvalho recebeu de Fabinho na área, foi para o fundo e achou Thiago Galhardo livre na pequena área, após erro crasso de marcação da defesa tricolor. O atacante só teve o trabalho de empurrar a bola para as redes.

Aproveitando o clima de festa no estádio após o primeiro tempo e a desatenção dos tricolores. o Vozão rapidamente ampliou o marcador. Aos 16 minutos, após cobrança de escanteio de Ricardinho, Felippe Cardoso subiu antes que todo mundo para marcar o segundo de cabeça.

Precisando correr atrás do placar, a já ofensiva equipe de Rogério Ceni se lançou ainda mais para frente. A estratégia funcionou quando André Luiz foi derrubado por Luiz Otávio e Heber Roberto Lopes assinalou pênalti polêmico após consulta do VAR. Na cobrança, Juninho bateu firme no lado esquerdo e diminuiu a vantagem.

Na segunda etapa, os ânimos se acalmaram um pouco mais, mas o Fortaleza seguiu em busca do gol de empate. A principal chance veio aos 10 minutos, quando Romarinho acionou André Luis com precisão em profundidade, o atacante ficou livre na cara do gol mas bateu encima de Diogo Silva. Aos 34, Carlinhos recebeu cruzamento de Mariano Vázquez e testou firme para grande defesa do arqueiro rival.

FICHA TÉCNICA
CEARÁ 2×1 FORTALEZA

Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 03 de agosto de 2019, sábado
Horário: 19h (Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Henrique Neu Ribeiro e Éder Alexandre (SC)
VAR: Grazianni Maciel Rocha (RJ), auxiliado por Dyorgines José Padovani (ES) e Leone Carvalho Rocha (GO)
Cartões Amarelos: Valdo, Samuel Xavier e Wescley (Ceará); Carlinhos (Fortaleza)
Cartões Vermelhos: Carlinhos (Fortaleza)
Gols: Thiago Galhardo, aos 14 minutos do 1º tempo, e Felippe Cardoso, aos 17 minutos do 1º tempo, para o Ceará; Juninho, aos 46 minutos do 1º tempo, para o Fortaleza

CEARÁ: Diogo Silva; Samuel Xavier, Valdo, Luiz Otávio e João Lucas; Fabinho, Ricardinho e Lima (Fernando Sobral); Thiago Galhardo (Pedro Ken), Felippe Cardoso e Leandro Caravalho (Wescley)
Técnico: Enderson Moreira

FORTALEZA: Felipe Alves; Tinga, Quintero, Roger Carvalho e Carlinhos; Felipe, Juninho e Romarinho (Edinho); Osvaldo (Mariano Vázquez), André Luis (Kieza) e Wellington Paulista
Técnico: Rogério Ceni

 

ICFUT – Abel Braga quebra o silêncio e rebate Mauro Cezar Pereira

Foto: Felipe Correia / PHOTO PREMIUM

Fonte: Terra.com.br

Treinador comentou sobre as inúmeras críticas do jornalista e da imprensa ao seu trabalho na equipe rubro-negra
O técnico Abel Braga quebrou o silêncio após a saída do Flamengo. O treinador concedeu entrevista ao comentarista Alê Oliveira, no canal do Esporte Interativo no YouTube. Abel falou sobre sua última passagem no time da Gávea e rebateu as intensas críticas do jornalista Mauro Cezar Pereira, da ESPN.

“O clube do vinho é como o clube da água, o clube da esquina, o clube do cinema, o clube do teatro… Não tem clube do vinho. São amigos que tomam vinho. Isso não me incomoda nada e gostaria que não incomodasse as pessoas. Ele (Mauro Cezar) fala o que ele quer. O que ele diz ou não, não me representa nada. Tenho muitos amigos na ESPN e na imprensa. E não deixam de me criticar”, comentou.

Durante a participação no quadro Alê Oliveira Responde, onde o comunicador repassava as perguntas dos internautas ao convidado, Abel relembrou grandes momentos da carreira e elegeu os melhores jogadores que já treinou, mas se esquivou na hora de apontar o melhor de todos.

“Meu último grande time, que tive com mais nomes, foi o Fluminense de 2012. Fred, Deco, Sobis, Nem, Thiago Neves… Era demais. Peguei Edmundo e Romário no Vasco, campeão invicto da Taça Guanabara. No Inter, teve Fernandão, Fabiano Eller, Iarley e o Pato, que eu descobri. O Marques no Atlético-MG. Peguei alguns jogadores de um nível muito bom”, contou Abel, que revelou o time que ele gostaria de ter trabalhado.

“O time que gostaria de ter ido e estive duas ou três vezes bem perto de ir, mas no momento final não foi, é o Porto, de Portugal. A primeira vez, inclusive, estava no Internacional. O convite veio no dia que nós iríamos fazer um jogo amistoso contra a seleção paraguaia, em Assunção. Eu falei que depois do jogo iria comunicar meus diretores e daria uma posição, mas simplesmente eles não esperaram e levaram o Carlos Alberto Silva”, revelou.

Confira outras respostas de Abel Braga:

Palmeiras

Estive duas vezes bem próximo do Palmeiras, quando estava o Toninho Cecílio como executivo. Mas eu tinha contrato com o Al Jazira, dos Emirados Árabes. Quando ele estava de férias, eu renovei o contrato por mais dois anos.

Momento mais marcante da carreira

O mais marcante, óbvio, foi o Mundial de Clubes. Quando estávamos no Japão, os caras falavam que as apostas estavam 9 por 1. Nosso time jogou com muita inteligência, sabendo que o outro time (Barcelona) era superior, e aquilo pra mim, na carreira, foi o mais marcante e importante.

Time com mais dificuldade para treinar

Foi a Ponte Preta, em 2003. Inclusive, peguei um carinho, respeito, admiração e paixão pelo clube. Mas ali eu perdi, durante o Brasileiro, 11 jogadores, sendo nove titulares. Era muito complicado para trabalhar, porque os caras não tinham dinheiro de passagem para ir treinar. Peguei uma admiração muito grande pela Macaca. Foi um trabalho difícil

Derrotas mais dolorosas da carreira

Tive quatro jogos que me marcaram. A perda da Copa do Brasil pelo Flamengo (em 2004, para o Santo André), por exemplo. Nosso time tinha Felipe, Júlio César, Athirson e Zinho, que não jogou a final. Depois, teve a do Fluminense no ano seguinte, contra o Paulista (Copa do Brasil de 2005). Outro jogo que me marcou muito foi que nós ganhamos do Olimpia, fora de casa, com gol do Luiz Fernando Flores, e depois perdemos em casa nos pênaltis. Bastava o empate, estávamos ganhando de 2 a 1, perdemos um pênalti, os caras empataram, a decisão foi para os pênaltis e perdemos. E teve o jogo do meu terceiro ano como treinador, em 1988, no Brasileiro contra o Bahia. Jogávamos muito bem na Fonte Nova, mas tomamos o gol de empate no fim do primeiro tempo. No Beira-Rio depois não conseguimos reverter.

Relação com Edmundo e Romário

Falei com eles que acima de nós estava o Vasco. Procuramos fazer o trabalho da melhor maneira possível. O Edmundo, por exemplo, era um dos primeiros a chegar para os treinamentos. Romário tinha no contrato dele que não treinava de manhã. Não tive problema com nenhum dos dois. Eles tiveram problemas entre eles, mas administrei muito bem. O pior momento entre os dois, pra mim, era na véspera de jogo, porque tinha um time do Romário e outro do Edmundo. Eles apostavam. Mas os dois foram impecáveis comigo. No fundo, eles se respeitavam. Podiam ter problemas naquele momento um com outro, mas eles se respeitavam.

Forma de jogar dos treinadores gringos

A exigência é grande porque nós da América do Sul temos o futebol mais técnico, mas não temos o futebol com mais intensidade, o mais agressivo. Essa é a diferença. Isso já vem um pouco da características de países. Hoje tem o Sampaoli fazendo um trabalho maravilhoso. O Gareca está muito bem na seleção do Peru, mas não foi bem no Palmeiras, assim como já aconteceu com São Paulo e Flamengo. Qualquer tipo de adaptação é um pouco complicada. Aqui não temos apenas um tipo de cultura social. Temos uma cultura futebolística também. Isso faz diferença. Mas acho que é muito bom receber esse pessoal porque também aprendemos.

Se decepcionou com a torcida do Flamengo?

Não. Torcida colocava 50 mil todo jogo. A torcida é soberana. Eles aplaudem, vaiam… Eles têm o direito. A razão de ser de qualquer clube de futebol é a torcida, ainda mais o Flamengo, que tem a maior torcida do mundo.

E com a direção?

Quando você vai para um clube, você conversa com as pessoas. Você expõe e escuta ideias. Aquilo que eu fiz as pessoas escutarem, é exatamente o que eu sou. E aquilo que escutei, é exatamente o que aquelas pessoas queriam para o clube nos próximos três anos. No momento que pedi demissão, é porque havia conversas com o Jorge (Jesus). Ele está totalmente fora dessa questão, ele é treinador e não tem nada a ver com isso. Mas eu me senti traído. Quando vi que aquilo que tinha como idéia que iria encontrar não era o que estava ocorrendo, eu decidi sair. E saí. Só lamento uma coisa: eu tinha tido uma conversa com uma pessoa da direção durante a eleição e tinha ficado praticamente apalavrado com aquela pessoa. Mantive aquilo que na minha consciência era o correto.

Influência da imprensa no seu trabalho

No fundo a imprensa vai com aquilo que é o pensamento de alguns torcedores. Ou então é uma opinião própria do jornalista. Mas não influencia nada. Não leio sobre o clube que eu trabalho. Não adianta a direção ter opinião contrária porque não vou atendê-los. O que rola é minha cabeça, não é a deles. Vou escutá-los, atender não. Esse problema começou a surgir na semana que vencemos o Athletico-PR. Nós tínhamos um jogo contra o Fortaleza e depois o Corinthians pelo jogo de volta da Copa do Brasil. Me perguntaram se seria o mesmo time, e eu disse que ‘com certeza que não’. E depois veio uma resposta que não concordavam com aquilo. Acho legal, eles têm a opinião deles e eu tenho a minha. É a minha cabeça que rola, não vou perder por causa dos outros”, completou.

Arrascaeta

Não tenho nada contra o Arrascaeta. Minha equipe, naquele momento, estava muito bem. Tive jogos que coloquei o Bruno (Henrique) pra dentro e se saiu muito bem. E o Gabriel (Barbosa) também. Isso tudo para tentar o encaixe com o Arrascaeta. Mas tinha Everton Ribeiro e Diego ainda. É um jogador de um nível muito grande. Eu tinha pedido o Dedé, mas não foi possível depois do caso do Arrascaeta. Bruno Henrique foi o primeiro pedido. Fiquei feliz com a vinda do Rodrigo Caio, que além de um excelente caráter é um ótimo jogador. O Flamengo está muito bem servido. Não fui eu que pedi a contratação (do Arrascaeta), foi a direção do Flamengo que trouxe.

ICFUT – Corinthians confirma 40 mil ingressos vendidos para o Derby

Fiel Corintiana já garantiu 40 mil ingressos vendidos para o Dérbi (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Fonte: Gazetaesportiva.net

A torcida do Corinthians mostrou que está empolgada para o clássico deste domingo, às 19h, contra o Palmeiras. Nesta sexta-feira, o Timão divulgou a parcial de ingressos para a partida que acontece em Itaquera, e confirmou mais de 40 mil entradas vendidas.

A expectativa de bom público já era alta desde o início das vendas, mas aumentou depois da classificação para as quartas de final da Copa Sul-Americana.

A parcial de ingressos informa ainda que há apenas dois setores disponíveis. A Oeste Superior, por R$ 210 (inteira) e a Oeste Inferior, com a inteira a 300 reais.

As vendas continuam de forma online, através do site http://www.ingressoscorinthians.com, e também de forma física, pelas bilheterias cadastradas pelo clube.

Confira os pontos de venda disponíveis para a Fiel:

Das 12h às 19h
Parque São Jorge – Rua São Jorge, 777 – Tatuapé
Poderoso Timão do Shopping D – Av. Cruzeiro do Sul, 1100 – Loja 2039
Poderoso Timão do Shopping Tietê Plaza – Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1465

Das 12h às 17h
Arena Corinthians – Portão A – Avenida Miguel Ignácio Cury, 111 – Artur Alvim
Poderoso Timão da Rua Augusta – Rua Augusta, 1948 – Cerqueira César

Além dos pontos anteriormente citados, outras 17 lojas Poderoso Timão vendem entradas para o setor Oeste Superior, com 20% de desconto sobre o preço da inteira. Cada loja possui 30 ingressos à disposição. Por isso, não há venda de meia-entrada nestes locais.
Confira as lojas Poderoso Timão com entradas para o setor Oeste Superior:
Poderoso Timão Alphashopping
Poderoso Timão Cotia
Poderoso Timão Cubatão
Poderoso Timão Diadema
Poderoso Timão Extra Anchieta
Poderoso Timão Franca
Poderoso Timão Ibirapuera
Poderoso Timão Interlagos
Poderoso Timão Ipiranga
Poderoso Timão Itaim Paulista
Poderoso Timão Lapa
Poderoso Timão Osasco
Poderoso Timão São Bernardo Plaza
Poderoso Timão SP Market
Poderoso Timão Tatuapé
Poderoso Timão Tucuruvi
Poderoso Timão Vila Matilde