ICFUT – CARNAVAL 2014 – G.R.C. Escola de Samba Dragões da Real – São Paulo FC – Grupo Especial

GRÊMIO RECREATIVO CULTURAL ESCOLA  DE SAMBA DRAGÕES DA REAL

Índice

Enredo: “Um museu de grandes novidades”
Compositores: Armênio Poesia, Dico, Wagner Rodrigues, Derico, Maurinho da Mazzei e Xandinho Nocera
Intérprete: Daniel Collête

VEM CONHECER O MEU TEMPO
REVER OS MOMENTOS DE FELICIDADE!
SAUDADE BATENDO NO PEITO
TRAZENDO A RECORDAÇÃO;
MARCAS, LEMBRANÇAS, INVENTOS,
ORGULHO DESSA GERAÇÃO!
CANTEI, DANCEI,
A PISTA GANHOU VIDA A NOITE INTEIRA,
NO VELHO SOM GRAVEI NOSSA CANÇÃO,
DO “ASTRO”, “UM PASSO” PRA CONSAGRAÇÃO

ALÔ CRIANÇADA, LÁ VEM DIVERSÃO!
JUNTANDO ALEGRIA, SE FAZ COLEÇÃO!
APLAUSOS AO PALHAÇO E À RAINHA,
“EU TAMBÉM QUERO VIAJAR NESSE BALÃO!”

GRANDES FILMES E NOVELAS
CHEGUEI AO CINEMA, PIPOCA NA MÃO.
QUEM SERÁ AQUELA
QUE ROUBOU A CENA E O MEU CORAÇÃO?
A MAGIA NAS CORES DA TELA, UM SORRISO REVELA
PERSONAGENS TRAPALHÕES!
E O SAMBA A CADA DIA SE ESTRUTURAVA
A EVOLUÇÃO ACOMPANHAVA
MANTENDO SUAS TRADIÇOES!

LÁ VEM A DRAGÕES TÃO BELA!
NA PASSARELA HOJE “VAI PASSAR”
SACODE, BALANÇA, LEVANTA A GALERA!
É MAIS “UM SAMBA POPULAR”!

ORDEM DO DESFILE

GRUPO ESPECIAL

Sexta-feira28/02/2014
Leandro de Itaquera
Rosas de Ouro
X-9 Paulistana
Dragões da Real
Acadêmicos do Tucuruvi
Vai -Vai
Tom Maior

Sábado  – 01/03/2014
Pérola Negra
Gaviões da Fiel
Mocidade Alegre
Nenê de Vila Matilde
Águia de Ouro
Império de Casa Verde
Acadêmicos do Tatuapé

TITULOS

2011 Campeã Acesso A Felicidade se Conta em Contos
Compositores:Dom Marcos, Xina, Beto Goés, Ronny, Raphael, Cesinha, Helinho PDF e Luciano Capadócia. Intérprete:Daniel Collête.
 2001 Campeã Grupo 4-UESP Circo Criança, Uma Grande Esperança
2003 Campeã Grupo 3-UESP O Brilho de Todas as Estrelas
 2004 Campeã Grupo 2-UESP São Paulo Cosmopolita — A Cidade do Mundo

Por Cleber Aguiar – Caso Torcedor Santista !

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Folha de São Paulo

” O Santos era o único hobby” diz viúva

O Estado de São Paulo

Brigas de torcidas deixam estádios e vão às ruas

NOTA OFICIAL DO SANTOS FC

Santos FC repudia e lamenta violência contra torcedores

O Santos FC lamenta os atos de violência que, infelizmente, fizeram mais duas vítimas, uma inclusive fatal, no último domingo (23), após jogo no Morumbi. O Clube, que sempre defendeu a cultura de paz, e acredita que esta é uma condição essencial para o desenvolvimento do futebol mundial, apresenta condolências aos familiares dos torcedores envolvidos.

(Foto: Arte/Divulgação Santos FC)

Nota da Torcida Jovem do Santos

2014-02-24-12-14-44

A FAMÍLIA TJ ESTA DE LUTO!!!!

A FAMÍLIA TJ ESTA DE LUTO PELA MORTE DE UM DE NOSSOS ASSOCIADOS(MARCIO BARRETO), QUE DEUS ABENÇOE ,CONFORTE E DE FORÇAS A FAMÍLIA E ENTES QUERIDOS DE NOSSO GUERREIRO. LUTO TJ!!!

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Por Cleber Aguiar – Confira para quais times os ministros do STF torcem

Fonte: Globoesporte.com

Teori Zavascki já foi conselheiro do Grêmio; ministro Gilmar Mendes tem uma camisa autografada pelo Pelé no seu gabinete.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Você imaginava que a ministra Rosa Weber é colorada? E que o ministro Ricardo Lewandowski é palmeirense? Sim, eles são gente como a gente e têm seus times do coração. Curiosamente, nenhum deles é corintiano.

Saiba quais são os clubes dos ministros do STF:

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Fonte: Bernardo Pombo

1) Joaquim Barbosa – São Paulo
2) Ricardo Lewandowski – Palmeiras
3) Celso de Mello – São Paulo
4) Marco Aurélio – Flamengo
5) Gilmar Mendes – Santos
6) Dias Toffoli – Palmeiras
7) Luiz Fux – Fluminense
8) Rosa Weber – Internacional
9) Teori Zavascki – Grêmio
10) Luís Barroso – Flamengo

*A ministra Cármen Lúcia não torce para nenhum time.

Em seu blog, o jornalista Bernardo Pombo, do Globo Esporte, levanta curiosidades sobre os ministros: Teori Zavascki já foi conselheiro do Grêmio e, em 2008, Pelé esteve presente na cerimônia de posse de Gilmar Mendes como presidente do STF. O ministro tem uma camisa autografada pelo Rei no seu gabinete.

Por Cleber Aguiar – Treinadores transmitem a paixão pelo futebol como herança aos filhos

Fonte: O Estado de São Paulo

Filhos de Oswaldo de Oliveira, Pepe e Zagallo seguem a carreira dos pais, mas buscam a própria identidade

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Pai e filho trabalham juntos na comissão técnica do Santos. Gabriel Oliveira observa os próximos adversários e sugere ao pai/treinador Oswaldo de Oliveira as estratégias de jogo. Já era assim no Botafogo, último clube de Oswaldo. Lá e cá, os dois preferem não misturar as estações pessoais e profissionais e evitam falar sobre o tema. Nem os jogadores comentam o fato.

Com a mesma canhota potente do pai, que foi apelidado de Canhão da Vila, Pepinho tinha de tentar ser jogador. O pai conta que os treinadores teimavam em escalá-lo fora de posição – era meia e queriam que ele jogasse na lateral – e a carreira não vingou. Depois de uma bem-sucedida loja de discos, que virou referência em Santos, Pepinho quis ser treinador no fim dos anos 90. Decisão de gente grande, que encaixou o sonho de ser jogador no recipiente da vida adulta. Mais importante ainda foi decidir iniciar a carreira fora do Santos. “Havia uma cobrança grande e até uma desconfiança. Afinal, todo mundo sabia que eu era filho do Pepe.” Um parêntese histórico: José Macia,o Pepe é o segundo maior artilheiro do Santos, com 405 gols. Considerando que Pelé é hors concours, ele é o cara.

Depois de 15 anos de carreira e 14 clubes, Pepinho voltou ao Santos preparado. Ganhou títulos importantes com os jovens, como a Copa São Paulo de Futebol Júnior, e já preparou uma nova fornada de Meninos da Vila, formada por Stéfano Yuri, Diego Cardoso, Lucas Otávio e Serginho. Ele saiu-se tão bem que já foi sondado pela diretoria para fazer um plano de carreira e se especializar na formação de novos talentos. Continua a ser o filho do Pepe, mas trilhou seu caminho, como ele mesmo diz. Antes disso, chegou a trabalhar com o patriarca em três clubes, inclusive na campanha histórica da semifinalista Portuguesa Santista no Paulistão de 2003. “Eu fico mais nervoso assistindo aos jogos do time dele do que aos meus, quando eu era treinador”, confessa Pepe, hoje com 79 anos, que conquistou vários títulos como treinador, como os Paulistas de 1973, pelo Santos, e 1986, pela Inter de Limeira, e o Brasileirão daquele mesmo ano, pelo São Paulo.

NOME PRÓPRIO.
Paulo Zagallo conta que sua carreira de treinador começou ainda na infância, quando via seu pai preparar a seleção que foi tricampeã no México, em 1970. “Aquelas cenas ficaram na minha mente, foram fixadas, e tenho muito orgulho de tudo o que aprendi com ele.” Aqui entra aquela história de continuidade e ruptura. Apesar da influência do tetracampeão mundial (duas vezes como jogador, uma como técnico e outra como coordenador), Paulo se prefere ser chamado pelo primeiro nome. Foi assim em todos os clubes em que passou, como Madureira, Tupi (MG) e Aquidauanense (MS). Agora, procura uma oportunidade no futebol paulista. “Os clubes de São Paulo têm boa estrutura e, apesar de ter feito muitas outras coisas, como ser gerente de banco e comerciante, minha profissão é técnico de futebol. Está no sangue.”

A psicóloga Katia Rubio, professora da Escola de Educação Física da USP, explica que essa identificação é forte não só no futebol, principalmente se o patriarca estiver disponível para transmitir o seu legado. “Existe um modelo pedagógico baseado na mimese, ou seja, aprendemos vendo os outros fazendo”, explica Katia, que absolve Oswaldo de Oliveira pelo silêncio. “Para muitas pessoas, principalmente no futebol, o ambiente de trabalho não tem espaço para a intimidade de uma relação pai e filho.”

COMPARAÇÕES COM TELÊ.
Renê Santana, filho de Telê Santana, um dos mais importantes treinadores do futebol brasileiro, falecido em 2006, tem um grande projeto para 2014: fundar um time de futebol em Minas Gerais, onde mora. Com a chancela do Instituto Telê Santana, entidade que preside, o apoio da iniciativa privada e das leis federais de incentivo ao esporte, Renê quer montar e coordenar uma equipe com jogadores de várias cidades mineiras, inicialmente nas categorias juvenil e júnior.

O projeto nasceu porque Renê ficou exigente, como ele mesmo diz. Após passar por clubes do interior de Minas, São Paulo e Paraná, como Ipatinga, Matsubara, Mamoré e Sãocarlense, e atuar como comentarista de tevê, resolveu dar um passo à frente. “A não ser por um milagre, não temos oportunidade de ser campeões. A maioria dos times do interior carece de condições de trabalho. Assim, estou com esse projeto, que ainda está na fase inicial.”

Além da exigência crescente, o treinador também teve dificuldades de relacionamento com dirigentes exatamente por causa do sobrenome famoso. “Vários dirigentes contrariavam minhas determinações apenas para demonstrar poder, mas nunca me curvei. Se me escolheram pensando no Telê, escolheram errado.”

Uma das lembranças mais marcantes da infância de Renê aconteceu em 1969, no Fluminense. O clube determinou que os jogadores de futebol deveriam sair pela porta dos fundos do clube para não se misturar com os sócios. Telê seguiu a norma, por se sentir parte do grupo, mas achou a porta fechada. Como não havia ninguém para abri-la, pulou o muro – foto que estampou os jornais da época. E os jogadores, então, voltaram a usar a porta da frente. “Ele nunca se limitou às lições dentro das quatro linhas. Para ele, caía bem o título de professor. Ele sempre foi mesmo melhor técnico”, elogia o filho.

Renê conquistou alguns títulos do Módulo II do Campeonato Mineiro, mas nunca dirigiu uma grande equipe. Seu pai foi técnico da seleção brasileira nas Copas de 1982 e 1986. Após duas eliminações, amargou por vários anos a fama de pé-frio, que só foi superada com dois títulos da Copa Libertadores e do Mundial Interclubes com o São Paulo, em 1992 e 1993.