ICFUT – ESTADUAIS 2014

oficial

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PAULISTA A-1

8ª RODADA
13/02 – 19h30 Botafogo 3 x 1 Mogi Mirim
14/02 – 19h30 XV de Piracicaba 3 x 2 Oeste
15/02 – 16h00 Osasco Audax 0 x 0 Rio Claro
15/02 – 19h30 Comercial 0 x 0 São Bernardo
15/02 – 19h30 Atlético Sorocaba 1 x 0 Ponte Preta
15/02 – 21h00 São Paulo 0 x 0 Portuguesa
16/02 – 16h00 Corinthians 1 x 1 Palmeiras
16/02 – 18h30 Penapolense 4 x 1 Santos
16/02 – 18h30 Linense 1 x 0 Paulista
16/02 – 18h30 Ituano 2 x 0 Bragantino

PAULISTA A-2

7ª RODADA
15/02 – 10h00 Grêmio Osasco 3 x 0 Velo Clube
15/02 – 16h00 Ferroviária 1 x 1 Batatais
15/02 – 16h00 Capivariano 2 x 2 Santo André
15/02 – 19h00 Marília 1 x 0 Rio Branco
15/02 – 19h00 Red Bull 2 x 1 São Caetano
15/02 – 19h30 Itapirense 1 x 3 União Barbarense
16/02 – 10h00 São Bento 3 x 2 Monte Azul
16/02 – 10h00 Mirassol 1 x 0 Catanduvense
16/02 – 15h00 Guaratinguetá 1 x 1 São José
16/02 – 16h00 Guarani 2 x 0 Grêmio Barueri

PAULISTA A-3

5ª RODADA
15/02 – 16h00 Internacional 0 x 1 Independente
15/02 – 16h00 Noroeste 1 x 2 Francana
15/02 – 17h00 São Carlos 1 x 2 Matonense
15/02 – 19h00 Sertãozinho 2 x 1 Votuporanguense
15/02 – 19h00 Novorizontino 3 x 1 Tupã
16/02 – 10h00 Rio Preto 3 x 2 América
16/02 – 10h00 Flamengo 0 x 0 Cotia
16/02 – 10h00 São José “B” 0 x 2 Água Santa
16/02 – 10h00 Juventus 1 x 3 Santacruzense
16/02 – 16h00 Guaçuano 2 x 2 Taubaté

PARANAENSE

6ª RODADA
14/02 – 19h30 Coritiba 2 x 0 Rio Branco
16/02 – 16h00 J. Malucelli 3 x 1 Toledo
16/02 – 16h00 Cianorte 2 x 1 Atlético
16/02 – 17h00 Londrina 3 x 2 Maringá
16/02 – 17h00 Operário 2 x 2 Arapongas
16/02 – 18h30 Paraná 3 x 0 Prudentópolis

ALAGOANO – COPA MACEIÓ

final

1ª RODADA
12/02 – 21h30 Murici 1 x 0 Santa Rita
2ª RODADA
15/02 – 16h15 Santa Rita 0 x 1 Murici

BAIANO

2ª RODADA
12/02 – 22h15 Jacuipense 0 x 1 Bahia
13/02 – 21h30 Vitória 2 x 0 Catuense
15/02 – 18h00 Galícia 1 x 1 Serrano
16/02 – 16h00 Vitória da Conquista 4 x 4 Juazeirense

PARAENSE – TAÇA CIDADE DE BELÉM

Final

1ª RODADA
16/02 – 16h00 Paysandu 0 x 0 Remo
2ª RODADA
23/02 – 16h00 Remo x Paysandu

SUL-MATO-GROSSENSE

8ª RODADA
15/02 – 19h00 Costa Rica 2 x 0 Aquidauanense
15/02 – 21h00 Misto 1 x 1 Comercial
16/02 – 16h00 Sete de Dourados 0 x 5 Ubiratan
16/02 – 16h00 Novoperário 0 x 0 CENE
16/02 – 16h00 Naviraíense 2 x 0 Ivinhema
16/02 – 18h00 Águia Negra 2 x 0 Urso

MINEIRO

5ª RODADA
15/02 – 17h00 Boa Esporte 1 x 0 Nacional
15/02 – 17h00 Caldense 3 x 0 Tupi
16/02 – 16h00 Minas 2 x 1 América
16/02 – 16h00 Atlético 0 x 0 Cruzeiro
16/02 – 16h00 Villa Nova 1 x 3 Tombense
16/02 – 16h00 Guarani 0 x 1 URT

CARIOCA

8ª RODADA
15/02 – 17h00 Macaé 0 x 0 Nova Iguaçu
15/02 – 17h00 Friburguense 3 x 0 Audax
15/02 – 19h00 Volta Redonda 1 x 0 Madureira
15/02 – 19h30 Fluminense 4 x 1 Boavista
15/02 – 19h30 Cabofriense 1 x 0 Resende
16/02 – 16h00 Vasco da Gama 1 x 2 Flamengo
16/02 – 16h00 Bonsucesso 0 x 1 Bangu
16/02 – 18h30 Duque de Caxias 1 x 2 Botafogo

MATO-GROSSENSE

16/02 – 16h00 Cuiabá 0 x 0 Rondonópolis
16/02 – 19h00 Cacerense 0 x 2 União
16/02 – 19h00 Luverdense 2 x 0 Mato Grosso
15/02 – 18h00 Mixto 1 x 0 Sinop

BRASILIENSE

6ª RODADA
15/02 – 16h00 Ceilândia 3 x 0 Atlético Ceilandense
15/02 – 16h00 Sobradinho 0 x 1 Brasília
15/02 – 16h00 Santa Maria 0 x 0 Luziânia
15/02 – 17h00 Brasiliense 0 x 0 Gama
16/02 – 10h30 Unaí 1 x 2 Formosa
16/02 – 10h30 Legião 1 x 1 Capital

GOIANO

8ª RODADA
15/02 – 17h00 Vila Nova 1 x 3 Goiás
15/02 – 17h00 Anapolina 1 x 0 Anápolis
16/02 – 16h00 Goianésia 2 x 1 Trindade
16/02 – 16h00 Grêmio Anápolis 2 x 1 Atlético
16/02 – 16h00 Aparecidense 2 x 0 Crac

CEARENSE

16ª RODADA
15/02 – 17h00 Horizonte 2 x 2 Ferroviário
15/02 – 17h00 Crato 1 x 2 Quixadá
15/02 – 18h00 Guarani-J 2 x 2 Tiradentes
16/02 – 16h00 Fortaleza 7 x 0 Itapipoca

AMAZONENSE

4ª RODADA
15/02 – 17h00 Princesa do Solimões 2 x 0 Iranduba
16/02 – 16h30 Nacional 3 x 0 São Raimundo
19/02 – 16h30 Nacional Borbense x Holanda
19/02 – 16h30 Manaus x Sul América

GAÚCHO

8ª RODADA
14/02 – 19h30 Juventude 0 x 0 Novo Hamburgo
15/02 – 19h30 Internacional 4 x 0 Caxias
16/02 – 16h00 Esportivo 1 x 3 Grêmio
16/02 – 19h00 Veranópolis 0 x 0 Passo Fundo
16/02 – 19h00 São José 1 x 1 São Paulo
16/02 – 19h00 Brasil 2 x 0 São Luiz
16/02 – 19h00 Aimoré 1 x 0 Pelotas
16/02 – 19h30 Lajeadense 2 x 0 Cruzeiro

POTIGUAR

3ª RODADA
15/02 – 21h30 Corintians 2 x 1 Globo
16/02 – 17h00 Alecrim 1 x 0 Santa Cruz
16/02 – 17h00 Baraúnas x ABC
05/03 – 20h30 América x Potiguar-M

CATARINENSE

6ª RODADA
15/02 – 19h30 Joinville 4 x 1 Atlético Ibirama
16/02 – 16h00 Criciúma 2 x 1 Chapecoense
16/02 – 16h00 Metropolitano 1 x 4 Brusque
16/02 – 18h30 Figueirense 1 x 2 Avaí
16/02 – 19h00 Marcílio Dias 4 x 0 Juventus

ICFUT – Somos todos Tingas

Fonte: O Estado de São Paulo

Nirlando Beirão

Das arquibancadas de Huancayo ou do borrão coletivo de mil caras e nenhum rosto da web emergiu a face do preconceito

Tinga, meia-atacante do Cruzeiro, não consta da lista de meus favoritos do futebol. Milita naquele ex-Palestra Itália mineiro onde – a História registra e meu pai de alma alvinegra gostava muito de lembrar – se barravam atletas pelo critério da cor da pele. De mais a mais, protagonizou o episódio com o qual se buscou empanar a conquista do campeonato brasileiro pelo Corinthians em 2005: jogando pelo Internacional de Porto Alegre, no Pacaembu, Tinga ensaiou um salto ornamental diante do guarda-metas adversário, obra de notável efeito coreográfico capaz de atestar seus dotes de acrobata, mas não de enganar o judicioso árbitro. Há ainda quem diga que foi pênalti (naquele ano, o Inter tinha o Tinga, o Corinthians tinha o Tevez).

Jogador foi injuriado logo no Peru, tão distante de qualquer supremacismo racial ariano - Reprodução
Reprodução
Jogador foi injuriado logo no Peru, tão distante de qualquer supremacismo racial ariano

É justo reconhecer, porém, que o Tinga é um sujeito simpático, seus 36 anos o amadureceram e ele pratica hoje um futebol de sorriso e de alegria, em linguagem escorreita e com limpidez transparente, o que torna ainda mais doloroso o abuso que sofreu quarta-feira à noite em Huancayo, no Peru, quando o atual campeão brasileiro estreava na Libertadores contra o Real Garcilaso. Do instante em que entrou em campo até o final da partida, foi perseguido por injúrias na forma de gestos e ruídos simiescos.

Logo no Peru, ao que me consta nação bem distante de qualquer supremacismo racial de modelo ariano. Nem mesmo um Vargas Llosa, enfarpelado como um inglês da City, haveria de se envergonhar de suas raízes. Seus livros estão embebidos de encanto pelo policromatismo étnico da sua gente. Mas, lá, aqui, acolá, esta América Latina de múltiplas faces e muitas peles às vezes escorrega – como aconteceu em Huancayo – na discriminação e na intransigência. Uma deliciosa paródia disso frequenta o seriado Modern Family (produzido pela ABC e exibido no Brasil pela Fox). Gloria Delgado (Sofia Vergara) é o furacão latino, morenaça bem caliente, que seduz o pater familias gringo e sacode a pasmaceira de uma gente propensa a pensar como capiaus de Kentucky. A colombiana bonitona é vista com desconfiança, claro. Mas Gloria/Sofia demole o clichê com o requinte debochado da autoironia. “Quem vocês pensam que eu sou?” – provoca, acentuando o sotaque. “Uma peruana?”

De volta ao Brasil, Tinga parecia mais aturdido do que irritado. Alegou que já não estranha (“minha vida foi de provações”) aquilo a que, no entanto, nenhum ser humano há jamais de se acostumar, ato impossível de perdoar, atitude que apequena não a vítima e sim o algoz. Disse o craque que, além do preconceito de cor, já sentiu na pele rasgos de preconceito social, aquele que começa pelo desprezo arrogante aos pobres e pode terminar no culto ostensivo a algum tipo de apartheid. Aquela mentalidade que se pode ler no subtexto dos sermões-manifestos dos balofos xerifes crepusculares em seus programas de TV que vertem sangue. Coisa mais ao menos na linha de: pobre bom é pobre morto.

A brutalidade que impregnou o futebol vem do contágio com uma sociedade truculenta e ignorante? Ou é a sociedade que acabou se impregnando, toda ela, do violento espírito de arquibancada? Desconfio que as duas coisas se alimentam, em espiral de vertiginosa reciprocidade. Pelo menos no que diz respeito a este Brasil 2014, onde a barbárie espreita a cada esquina. O problema é que o espírito de arquibancada – no estádio, mas também fora dele – tenta isentar-se de qualquer responsabilidade. A arquibancada é anônima, o borrão coletivo de mil caras e nenhum rosto, um aglomerado humano prestes a explodir numa paixão que, por definição, não está sujeita às amarras da razão. É como se o futebol estivesse imune a regras de convívio social. Em nome da emoção, tudo será permitido. A promessa de alegria se converte, na estufa de ódio, em antecâmara da barbárie. Penso, por exemplo, na mítica torcida do Corinthians. A Fiel. Diz-se dela que o Corinthians não é um clube que tem uma torcida, mas a torcida que tem um clube. De algum tempo para cá, alguns descerebrados só têm prejudicado seu próprio time.

Releio a palavra barbárie – tema-síntese do momento brasileiro – e me transporto imediatamente para outro território muito além dos gramados, onde, no entanto, mais do que em qualquer outro sítio viceja hoje esse mesmo espírito vulgar e selvagem de arquibancada. Acertou quem pensou: a web. As redes sociais, os blogs do rancor, os tuítes babujados de cólera, muitos deles usufruem, assim como os torcedores de Huancayo, do benefício covarde do anonimato para botar lenha na fogueira da intolerância. A internet virou sementeira de todos os preconceitos. Aposto que tem por aí gente falando coisas horrorosas do pobre Tinga.

Em repúdio ao que aconteceu em Huancayo, é hora de responder aos detratores do jeito que os estudantes enragés de maio de 1968 responderam à acusação feita a seu líder, Daniel Cohn-Bendit. “Somos todos judeus alemães”, bradavam as ruas sublevadas do Quartier Latin.

Aqui, agora, somos todos Tingas. Com muito orgulho.

NIRLANDO BEIRÃO, JORNALISTA E ESCRITOR, É AUTOR, ENTRE OUTROS LIVROS, DE CORINTHIANS – É PRETO NO BRANCO (EDIOURO), EM PARCERIA COM WASHINGTON OLIVETTO, E RODEIO CONTA OS JARDINS (DESIGNA)

Por Cleber Aguiar – Aloísio marca gol em amistoso e mostra “voadora” aos chineses

Fonte: Gazetaesportiva.net

Este domingo foi movimentado para o centroavante Aloísio. Horas após ser apresentado pelo Shandong Luneng, da China, o Boi Bandido entrou em campo, para seu primeiro amistoso com a equipe laranja, e se destacou. Com um gol e participação direta no tento de Montillo, que consolidou o triunfo por 2 a 1 sobre o Shanghai Shenxin, o ex-jogador do São Paulo ainda apresentou a sua marca registrada para os torcedores asiáticos: a “voadora”, eternizada durante sua passagem pelo Tricolor.

Após balançar as redes, Aloísio se dirigiu à bandeirinha de escanteio e protagonizou o golpe, fazendo a alegria dos fãs mandantes. No embate, o Boi Bandido teve ação providencial no gol do meia Montillo, ex-Santos e Cruzeiro. O Pirata aproveitou o rebote do goleiro adversário, em finalização firme do brasileiro, e só teve o trabalho de concluir para o fundo das redes.

Mesmo com o pouco tempo de clube, o centroavante já mostrou estar adaptado para o novo desafio: “Eu já tinha feito gol no jogo-treino durante a semana, mas marcar no primeiro amistoso diante da nossa torcida é bem melhor. Espero que continue assim. Os companheiros me receberam muito bem. Já até me chamam de Boi. Foi a primeira palavra que aprendi em chinês”, explicou.

Adiante, Aloísio expôs sua expectativa de atuar com Montillo e Vágner Love, no clube que é dirigido pelo técnico Cuca, campeão  da última Libertadores pelo Atlético-MG: “O começo de trabalho está sendo muito bom. Jogar ao lado deles vai facilitar muito. São dois caras acima da média e irei aprender muito, assim como todos jogadores do Shandong Luneng. Além disso, o Love está me ajudando muito aqui. Sempre me dá dicas sobre o país e a cidade. Explicou como as pessoas pensam, agem, além de apontar os melhores lugares para visitar. A chegada do Cuca também será fundamental para o sucesso da nossa equipe. Ter um técnico que fala a nossa língua facilita demais as coisas”, discorreu.

Por fim, o Boi Bandido elogiou o início do trabalho do ex-comandante do Galo e colocou o clube Laranja como favorito nos certames em que disputará: “Aos poucos, o Cuca está conseguindo implementar a sua filosofia de trabalho e os jogadores estão assimilando. Temos tudo para conseguir brigar pelos principais títulos da China e da Ásia”, sintetizou.

Mesmo integrando toda a pré-temporada do Shandong Luneng em Antálian, na Turquia, Aloísio fora anunciado neste domingo por um único fator: a diretoria do clube asiático preferiu realizar o evento na sede do clube, em Jinan, província de Shandong.

 

Divulgação

Aloísio marcou um gol e teve participação direta no tento do meia argentino Montillo (Foto: Triple Comunicação)

Por Cleber Aguiar – Penapolense 4 x 1 Santos – Paulistão 2014

FICHA TÉCNICA
PENAPOLENSE 4 x 1 SANTOS

Local:  Estádio Tenente Carriço, em Penápolis (SP)
Data: 16 de fevereiro de 2013 (domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Jose Claudio Rocha Filho
Assistentes: Fausto Augusto Viana Moretti e Alex Ang Ribeiro

Cartão amarelo: Gustavo Henrique, Mena e Alan Santos (Santos)

Cartão vermelho: Gustavo Henrique (Santos) e Petros (Penapolense)

Gols:
PENAPOLENSE: Guaru, aos nove minutos do primeiro tempo, de pênalti, Douglas Tanque, aos seis do segundo tempo, Petros, aos 39 do segundo tempo e Alex Créu, aos 42 do segundo tempo
Santos: Cícero, aos 44 minutos do primeiro tempo

PENAPOLENSE: Samuel; Rodnei, Jaílton, Gualberto e Rodrigo Biro; Petros, Liel, Guaru (Fio) e Washington; Douglas Tanque (Neto) e Alexandro Créu (Lucas)
Técnico: Narciso

SANTOS: Aranha, Cicinho, Gustavo Henrique, Neto e Mena; Alan Santos, Arouca e Cícero; Geuvânio (Rildo), Thiago Ribeiro (Gabriel) e Leandro Damião (Stéfano Yuri)
Técnico: Oswaldo de Oliveira

Por Cleber Aguiar – BOLA NA TRAVE E MUITAS CHANCES: GALO E CRUZEIRO, NO ENTANTO, FICAM NO 0 A 0

Fonte: Globo.com

por Fernando Martins Y Miguel

No primeiro clássico do ano, rivais empatam sem gols no Independência

No primeiro encontro entre Atlético-MG e Cruzeiro na temporada, nenhum dos lados saiu comemorando do Independência. O empate sem gols no Horto foi melhor para a Raposa, que além de jogar como visitante e com toda a torcida contra, somou um ponto importante na busca pelas primeiras posições.

Já o Galo acumula uma sequência de três partidas sem vitória no Campeonato Mineiro: são duas derrotas e um empate. Com cinco pontos, o time de Paulo Autuori tentará a reabilitação na próxima quarta-feira, em Patos de Minas, contra a URT, às 19h30m (de Brasília).

Os comandados de Marcelo Oliveira recebem o Guarani, de Divinópolis, no mesmo dia, porém, às 22h (de Brasília), no Mineirão. O Cruzeiro chegou aos 11 pontos ganhos e à vice-liderança, atrás do Boa Esporte que lidera com 12 pontos, em quatro partidas.

O clima de rivalidade era intenso, mesmo sem a torcida do Cruzeiro presente. Mas o episódio de racismo vivido pelo volante Tinga na partida pela Libertadores, no Peru, fez com que os torcedores do Atlético-MG presentes ao Independência se solidarizassem com o jogador do time rival.

Faixas contra o racismo e um mosaico negro com uma bandeira branca e outra preta marcaram as manifestações. Até a natureza deu uma lição de convivência pacífica, já que o azul do céu belo-horizontino, constante nos últimos dias por conta do calor, cedeu lugar para o cinza das nuvens carregadas. Um misto de azul e preto também no céu da capital para o maior duelo do estado.

Jô e Dedé, Atlético-MG x Cruzeiro (Foto: Alisson Gontijo/Agência Estado)
Jô e Dedé em lance no disputado clássico mineiro (Foto: Alisson Gontijo/Agência Estado)

Dentro de campo as cordialidades ficaram em segundo plano. Em busca da recuperação, já que o Galo vem de duas derrotas seguidas no Mineiro e o Cruzeiro sofreu o réves para o Real Garcilaso na Libertadores, os times disputavam palmo a palmo o jogo, muitas vezes com divididas ríspidas.

A igualdade no primeiro tempo foi no placar e no número de gols impedidos. Ricardo Goulart e Jô chegaram a comemorar, mas em impedimento, a arbitragem acabou logo com a alegria dos dois jogadores. E no primeiro tempo os times foram para o vestiário sem ter o que comemorar.

Mais chances, nada de gol

O segundo tempo começou da mesma maneira que terminou o primeiro. A disputa era muito intensa, mas nada de bola balançando a rede. Tardelli pelo lado do Galo e Everton Ribeiro pelo lado da Raposa eram as decepções do clássico: nada conseguiam produzir.

Por conta disso, Marcelo Moreno entrou no lugar do meia celeste, com Ricardo Goulart sendo recuado para a armação – o meia teve um gol anulado. Egídio também deu lugar ao jovem Mayke, e Dagoberto deixou o campo para a entrada de Marlona. As oportunidades continuavam surgindo, com os dois goleiros trabalhando muito.

Paulo Autuori por sua vez colocou Neto Berola no lugar de Diego Tardelli. Berola teve a chance de fazer o gol, mas preferiu tocar para Marcos Rocha, e a zaga do Cruzeiro conseguiu abafar. O Atlético-MG passou a dominar a etapa final, criando mais chances. O jogo seguiu corrido, disputado, até o fim, mas nenhum dos times mexeu no placar.

 

Por Cleber Aguiar – Em jogo com briga e quatro expulsões, Avaí vence Figueirense

Fonte: Gazetaesportiva.net

O Avaí se recuperou no Campeonato Catarinense em um jogo com muita confusão, na noite deste domingo. Mesmo jogando no estádio Orlando Scarpelli, o Leão derrotou o Figueirense por 2 a 1 e deixou a lanterna da competição, em clássico que teve 61 minutos no segundo tempo.

Antes de uma grande confusão entre os jogadores, o clube visitante saiu na frente no placar. Aos 12 minutos, Marquinhos cobrou falta, e Antônio Carlos levou a melhor pelo alto para marcar o gol.

A partida seguiu muito acirrada, com chances dos dois lados. Assim, o Figueira chegou ao empate, aos quatro minutos do segundo tempo. Everton Santos pegou a bola na área e mandou colocado para fazer o gol dos donos da casa.

Porém, a partida saiu do controle aos 16 minutos. O árbitro marcou falta e anulou gol do Figueirense, e os jogadores dos dois times se desentenderam. A confusão ganhou grandes proporções no gramado, com vários jogadores se exaltando e chegando até a agressões.

O árbitro levou cerca de dez minutos para conseguir reiniciar a partida, expulsando dois atletas de cada lado: Eduardo Costa e Dudu, pelo Figueirense, e Everton Santos e Marquinhos, pelo Avaí.

Com nove jogadores em cada equipe, os visitantes marcaram o gol da vitória aos 40 minutos. Revson bateu falta no meio do gol, mas o goleiro Volpi deu rebote na área, e Paulo Sérgio mandou para as redes.

A partir daí, o Figueirense tentou se lançar no desespero ao ataque e até acertou a trave, em chute de Marcos Assunção. No entanto, o Avaí conseguiu se segurar e, quando o árbitro apitou o fim do confronto, os jogadores dos visitantes dançaram no gramado, com o meia Marquinhos sendo um dos mais animados.

O Avaí, que teve a demissão do técnico Emerson Nunes na semana passada, deixou a lanterna do Campeonato Catarinense, chegando ao oitavo lugar, com sete pontos. Já o Figueirense continua na liderança, com 11, levando vantagem nos critérios de desempate em relação a Joinville e Criciúma.

Em outro jogo deste domingo, o Marcílio Dias atuou em casa e derrotou o Juventus por 4 a 0, com dois gols de Schwenck, um de Anderson Lopes e outro de Tauã. A equipe anfitriã chegou aos oito pontos, no sétimo lugar, enquanto o Juventus fica na lanterna, com seis.

Por Cleber Aguiar – Palmeiras empata clássico e Corinthians chega ao sexto jogo sem vitória

Fonte: O Estado de São Paulo

Equipe corintiana perde chances, para nas mãos de Fernando Prass e sofre empate no Pacaembu

Mano Menezes e Gilson Kleina tiveram papel fundamental no empate em 1 a 1 entre Palmeiras e Corinthians, neste domingo à tarde, no Pacaembu, pela oitava rodada do Paulistão. Um minuto depois de o técnico alviverde trocar um zagueiro por um atacante e o alvinegro fazer o contrário, tentando segurar o placar aberto por Romarinho, Alan Kardec marcou e decretou um resultado justo pelo que foi o jogo.

Romarinho, como de praxe, fez seu papel de algoz alviverde, marcando o quinto gol da carreira contra o Palmeiras, mais de um terço dos 14 gols que anotou com a camisa do Corinthians. Mas, logo depois que ele saiu de campo ovacionado pela torcida corintiana, maioria no Pacaembu, Alan Kardec deixou tudo igual de cabeça e voltou a justificar as especulações de que possa ganhar uma chance na seleção.

Há seis jogos sem vencer (quatro derrotas e dois empates), o Corinthians é lanterna do Grupo B, com oito pontos. Na quarta, pega o Oeste, fora de casa. Já o Palmeiras chegou ao segundo empate seguido também, mas está invicto – antes, só vitórias. Com 20 pontos, lidera do Grupo D. Até o Santos jogar, tem a melhor campanha geral.

O JOGO – A torcida alvinegra conheceu um novo Corinthians neste domingo. No time titular, só quatro campeões mundiais: Cássio, Ralf, Romarinho e Guerrero. Sem Paulo André, que foi para a China, o volante assumiu o posto de capitão. No meio, Jadson fez sua estreia, enquanto Cássio fez seu primeiro jogo desde outubro.

Apesar de atuar com três volantes, o time alvinegro era mais ofensivo e chegava com mais facilidade à área adversária no começo da partida. Aos 22 minutos, a melhor chance do primeiro tempo: Bruno Henrique cruzou, Romarinho desviou e Guerrero perdeu livre na pequena área. Pouco depois, a resposta. De Valdivia para Mazinho, que chutou forte e deu trabalho a Cássio.

O Palmeiras, com Valdivia procurando o jogo, ameaçava mais nos contra-ataques. Tocando a bola em velocidade, impunha riscos à desentrosada vaga corintiana. Mas chances reais de gol foram poucas. De nota, uma aos 41 minutos, em que Leandro bateu de peito de pé, procurando o ângulo, mas mandou para fora.

As oportunidades que faltaram no primeiro tempo sobraram no segundo. Logo no primeiro minuto, Jadson arriscou de fora de área e mandou tirando tinta à trave. Guilherme, logo em seguida, chegou mais perto: carimbou o travessão. Romarinho acertou o gol, duas vezes, mas parou em grandes defesas de Fernando Prass.

Nem parecia o Romarinho que tantas vezes foi algoz do Palmeiras. O atacante até tentou dar uma de artilheiro para fazer de Guerrero herói, mas o centroavante errou cara a cara com Fernando Prass.

O goleiro foi o melhor do jogo, mas não conseguiu fazer nada na terceira chance de Romarinho. Aos 15 minutos, Fagner recebeu de Guilherme pela direita e rolou na medida para o (antigo) xodó da torcida empurrar para as redes.

Substituído aos 36 minutos para a entrada de Jocinei, Romarinho viu do banco de reservas o Palmeiras empatar logo no minuto seguinte. Diogo, que havia acabado de entrar, cruzou da direita, Alan Kardec se movimentou bem e cabeceou certeiro, no canto de Cássio, para deixar tudo igual.
CORINTHIANS 1 X 1 PALMEIRAS

CORINTHIANS – Cássio; Fagner, Gil, Felipe e Uendel; Ralf, Guilherme, Bruno Henrique (Ramírez) e Jadson (Renato Augusto); Romarinho (Jocinei) e Paolo Guerreiro. Técnico – Mano Menezes.

PALMEIRAS – Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington (Diogo) e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Mazinho (Marquinhos Gabriel) e Valdivia; Leandro (Mendieta) e Alan Kardec. Técnico – Gilson Kleina.

GOL – Romarinho, aos 15, e Alan Kardec, aos 37 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Raphael Claus.

CARTÕES AMARELOS – Jadson, Guilherme, Guerrero, Mendieta, Lúcio, Leandro e Valdivia.

RENDA – R$ 668.660,50.

PÚBLICO – 22.222 pagantes.

LOCAL – Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).P

Por Cleber Aguiar – ARBITRAGEM ERRA, E FLA VENCE O VASCO NO RETORNO DO CLÁSSICO AO MARACANÃ

Fonte: Globo.com

Com Nadal na plateia, cobranças de falta de Douglas e Elano entram por alguns centímetros, mas arbitragem valida só uma, e Rubro-Negro faz 2 a 1

O Clássico dos Milhões, último dos jogos entre grandes a voltar a ser disputado no Maracanã após a reforma para a Copa do Mundo, atraiu pouco público, muita polêmica e terminou com vitória por 2 a 1 do Flamengo sobre o Vasco. Num duelo que tinha Hernane Brocador, Martín Silva e Douglas como candidatos a personagens do jogo, quem assumiu esse papel foi o quinteto de arbitragem comandado por Eduardo Guimarães. O auxiliar de linha não viu a cobrança de falta de Douglas quicar 33cm dentro do gol. Em outra cobrança, de Elano, a arbitragem acertou ao validar o gol, já que a bola entrou 22cm.

Ironia do destino. No camarote, o espanhol Rafael Nadal – tenista número 1 do mundo que visitava pela primeira vez o estádio e até deu o pontapé inicial no jogo – deve ter contado vantagem que no seu esporte existe um recurso de vídeo para saber se a bola foi dentro ou fora. No futebol sem o chip na bola, não. E o placar, que poderia ter tido dois gols do Vasco, teve dois do Flamengo. Gabriel entrou no segundo tempo e virou herói com um gol aos 44 minutos que garantiu a virada rubro-negra. Fellipe Bastos abriu o placar diante de um público de 13.245 pagantes (16.972 presentes). A renda foi de R$ 858.505.

– Desde criança, assisto a jogos no Maracanã. Hoje pude fazer um gol. É fruto de trabalho, muito foco, muita dedicação. Acho que eu merecia ser premiado – disse Gabriel.

Prejudicados, os vascaínos chegaram a partir para cima da arbitragem no intervalo. A maior reclamação era com o auxiliar Rodrigo Castanheira, que observou a cobrança de falta de Douglas, mas não viu a bola entrar.

– É um jogo tão gostoso de se jogar, vem um juiz e faz isso. O árbitro pediu desculpas. Como assim, desculpa? – questionou Edmílson.

A vitória levou o Flamengo a 19 pontos e o manteve colado ao Fluminense, líder no quesito saldo de gols (11 contra 8). Já o Vasco, com 15 pontos, foi ultrapassado pela Cabofriense e caiu para quarto lugar. Na próxima rodada, o Cruz-Maltino visita o Bangu na quarta-feira, às 16h (de Brasília), em Moça Bonita. No mesmo dia, o Rubro-Negro recebe o Madureira, às 22h, no Maracanã.

Montagem lances polêmicos Vasco x Flamengo (Foto: André Durão)
Lances polêmicos marcaram a volta do clássico Vasco x Flamengo ao Maracanã (Foto: André Durão)

Cobranças de faltas entram, mas só uma vira gol

Com seus titulares, o Flamengo foi na base da vontade para superar o desgaste da maratona de jogos na semana. Mas deu sinais de que ainda sentia o cansaço de ter atuado por mais de 80 minutos com um homem a menos no México, pela Libertadores, e de ter encarado 22 horas na viagem de volta ao Rio. Praticamente só deu Vasco num primeiro tempo em que terminou com 60% de posse de bola e teve no estreante Douglas sua principal figura. Com muitos espaços, o meia construiu a jogada para o gol de Fellipe Bastos aos 36 minutos. E era para ter feito o dele em uma cobrança de falta que pegou no travessão, quicou 33cm dentro do gol, saiu e o juiz não validou o lance, para revolta dos vascaínos.

O Vasco, mesmo superior, perdeu a chance de nocautear o adversário que já estava na lona, mas conseguiu revidar na bola parada aos 39. Também cobrando falta, em uma das raras finalizações do Fla no primeiro tempo, Elano bateu colocado para defesa de Martín Silva já dentro do gol. Nova polêmica, mas desta vez a arbitragem levou alguns segundos para entender que a bola entrou e validou o empate rubro-negro. Novamente para revolta dos vascaínos. No intervalo, os jogadores partiram para cima dos árbitros, e o clima esquentou.

Gabriel Vasco x Flamengo (Foto: André Durão)
Gabriel entra no fim e, com pitada de sorte, decide o clássico a favor do Flamengo (Foto: André Durão)

Gabriel entra no fim e vira herói

Preocupado em perder alguém expulso, Adilson Batista tratou de esfriar os ânimos nos vestiário. O juiz distribuiu seis cartões no priomeiro tempo, três para cada lado. O Vasco esqueceu o árbitro e voltou a jogar bola. Começou a etapa final da mesma forma, pressionando, mas insistindo em chutes de longe e chuveirinhos. Sentindo o cansaço do time, Jayme de Almeida mexeu cedo e colocou Gabriel no lugar de um apagado Lucas Mugni e Muralha no lugar de Amaral. Só então o Fla cresceu e começou a atacar, o que pouco conseguia fazer até então.

Foi a vez do Vasco, pressionando desde o início, sentir o desgaste. Adilson também resolveu colocar fôlego novo com William Barbio e Pedro Ken nas vagas de Everton Costa e Aranda. Mas faltou velocidade a Barbio num lançamento em que iria sair na cara de Felipe, mas viu Samir chegar primeiro na bola. Exausto, Douglas também foi sacado para dar vez a Bernardo. E quando tudo se encaminhava para o empate, aos 44 Gabriel se consagrou. Levou sorte, é verdade. Tentou o passe, a bola bateu na zaga e voltou para ele. Chutou e ainda contou com um leve desvio de Guiñazu para vencer Martín Silva. Era o gol da vitória.