ICFUT – Wanda Nara troca ex-atacante do Grêmio Maxi López por Mauro Icardi, da Internazionale

Fonte: Futebolinterior.com.br

0002048127858_img

O futebol mundial é Wanda Nara e Maxi Lopez, ex-atacante do Grêmio. Mas, na quinta-feira, a modelo divulgou uma nota oficial, por sua assessoria de imprensa, confirmando a separação com o jogador. O motivo: Segundo o jornal argentino “La Nación“, a modelo está se relacionando com outro argentino, Mauro Icardi, que está na Inter de Milão.

Maxi Lopez e Icardi eram amigos, já que estavam jogando juntos no Sampdoria na temporada de 2012-2013. Segundo o jornal, declarações de Icardi no twitter e o comportamento dele, deixam os rumores ainda mais verdadeiros, “Não viva dando explicações” e “Isso é diferente. Isso é amor” são alguma das publicações.

“Não é fácil transmitir a distância e a angústia que se vive quando duas pessoas decidem interromper uma convivência com três filhos lindos, frutos de muito amor. Vivemos em harmonia nos últimos meses, mas distanciados”, divulgou a assessoria de imprensa da modelo.

Maxi Lopez, que está no Genoa, ainda não deu nenhuma declaração oficial sobre o fim do relacionamento. Nas últimas férias, Icardi, Maxi Lopez e Wanda Nara estiveram passeando de barco juntos, pela Europa.

0002048127844_img

0002048127842_img_g

Por Cleber Aguiar – Para Coutinho, gol mais bonito feito por ele foi anulado na Itália

Fonte: Folha Online

RAFAEL VALENTE

coutinho

De óculos escuros, chave do carro na mão, Coutinho, 70, chega à Vila Belmiro para atender a reportagem da Folha. Mas quem faz as primeiras perguntas é ele.

“Quanto tempo vai durar essa entrevista? Você vai gravar?”, diz o atacante bicampeão do mundo pelo Santos em 1963, que tem 457 jogos e 370 gols pelo clube alvinegro.

 

A preocupação com o tempo ficou de lado assim que o ex-jogador começou a falar da conquista contra o Milan após três jogos duros. Aí, ele voltou a viajar no tempo.

 

Entre as histórias relembradas, afirmou, com exclusividade, que foi na Itália, na derrota por 4 a 2, que fez aquele que considera o gol mais bonito da carreira.

 

Acompanhe esta história na terceira reportagem especial sobre o título de 1963.

foto09

Folha – Foi o título mais importante da sua geração?
Coutinho – Todo título é importante, não dá para discriminar A, B ou C. Aquele foi um dos mais importantes e sabemos hoje. Na época, foi mais um jogo, mais uma taça.

Qual a principal lembrança que você tem da conquista?
No primeiro jogo, na Itália, a lembrança maior que tenho é um gol que fiz e foi anulado de forma errada. Acho até que foi um dos gols mais bonitos da minha carreira.

Na época, a Folha relatou que o gol foi anulado por ter tido um toque de mão…
Para mim isso é novidade. Não usei a mão. Usei as pernas, foi de bicicleta. Na verdade, foi de voleio. O árbitro deu pé alto no cara que estava chegando para me marcar.

Então, como foi esse gol?
O Dorval cruzou na área, aí teve um rebote e a bola veio viajando. Olhei para o gol e vi o que poderia fazer. Dei uma meia bicicleta. A bola entrou. Foi um dos gols mais bonitos de toda a minha carreira. Acho que seria o empate por 2 a 2. Foi um erro grotesco do árbitro. Mas tudo bem, passou e a vida continua.

A derrota por 4 a 2 na Itália preocupou o time?
Nada estava perdido para nós. Tínhamos uma equipe que dificilmente perdia duas seguidas. Que me lembro acho que nunca passei por isso. De perder em um sábado ou em um domingo e depois numa quarta ou numa quinta. No jogo de volta, no Maracanã, tivemos uma surpresa muito grande. Com 16 minutos, já estava 2 a 0 para o Milan. Mas fizemos um segundo tempo fabuloso debaixo de uma chuva tremenda. Foi magistral. Dois chutes do Pepe de longa distância, a especialidade dele, depois um gol do Lima e um gol do Mengálvio de cabeça… dá para imaginar, um gol de cabeça do Mengálvio? Era para o Santos ser campeão mesmo. Foi fabuloso.

O terceiro jogo também foi tão intenso?
Tivemos o heroísmo do falecido Almir. Pelé não jogou os dois jogos no Maracanã. O Almir o substituiu e foi uma das grandes figuras dos jogos. Até no pênalti que o Santos conseguiu ele foi leão, foi herói. Ele botou a cabeça no pé do goleiro [na verdade, o lance foi com o ex-zagueiro Maldini] e o juiz transformou em pênalti, que o Dalmo com grande maestria, muita calma, muita paciência, cobrou. Tem até o detalhe que ele correu para a bola para bater o pênalti, o goleiro saiu ao encontro dele e ele refugou, não bateu. Aquilo foi de uma calma do Dalmo fora do comum. Em seguida, ele bateu o pênalti, fez o gol, ganhamos por 1 a 0 e fomos campeões. Acho que foi importante pelos detalhes. Passamos um sufoco, perdemos lá de 4 a 2, tínhamos de ganhar por quatro gols aqui e sofremos dois gols, revertamos o placar e depois conseguimos uma vitória de 1 a 0 e fomos campeões. Tudo isso dá um sabor maior de satisfação.

Houve muita provocação por parte dos italianos? Os jornais relatam até que foi uma partida violenta.
Cara feia nunca me assustou. Eles chegavam junto nas jogadas. O futebol italiano é assim, de marcação forte. Vai de cada um saber se desvincilhar e rebater com a mesma moeda. Eu rebatia. Para mim não houve essa violência toda que falam. A marcação foi forte. Eles chegavam junto, fungavam no pescoço -como a gente costuma dizer-, mas vai da habilidade, da criatividade de cada para se sobressair. Não foi dessa violência toda. Foi um pouco de exagero. Se você é atacante, como eu, Pelé, Pepe, Dorval, ninguém vai olhar você e bater palma. Vão chegar juntos.

Uma das histórias é que o brasileiro Amarildo, então atacante do Milan, provocou muito e teve o troco no Rio.
Tanto é que o Almir deu uma pegada feia no Amarildo. Mas já era uma rincha de clube. O Almir jogou no Milan junto com o Amarildo. O Amarildo tinha um tantinho a mais de moral no Milan que o Almir. Então, ficava meio esquisito. O Almir gostava de tomar a cervejinha dele e talvez o Amarildo não o acompanhasse. Acho que a rivalidade veio disso. O Almir se sentiu humilhado quando passou pelo Milan e ele deu o sangue para ganhar. No lance do pênalti, ele deu a cara para o goleiro chutar e, assim, sofrer o penal. Por isso ele foi a grande estrela do Santos na vitória do Mundial. O Ismael também fez falta feia no Amarildo. Ele realmente falou umas graças, mas talvez não tenha sido intencional. Talvez ele falou uma coisa e a imprensa italiana colocou outra coisa.

É verdade que o Amarildo foi vaiado pelo Maracanã ou é exagero?
As vaias ao Amarildo aconteceram. O Maracanã era nosso. Tanto é que o segundo time da maioria dos cariocas é o Santos Futebol Clube. Não sei se é hoje. Na época nossa era. Tanto que disputamos Libertadores e Mundial no Maracanã. De todos os jogos, os mais importantes fizemos no Maracanã. E pegamos sempre aquele campo lotado com aquela torcida fabulosa. Somos agradecidos aos cariocas por ajudar bastante.

O que mudou da sua época para o presente?
O jogador de futebol muda muito de vida. Hoje você está no Santos, amanhã pode estar no Corinthians ou no Palmeiras. Hoje é uma várzea a troca de clube, uma vergonha. O cara sai de um time e chega no outro beijando a camisa. Se eu fosse diretor de clube ou presidente, jogador que chegasse beijando o distintivo estava fora. Acho de uma falsidade. De manhã joga em um clube, de tarde joga em outro e de noite joga em outro. Fica desagradável. Apesar que o amor como nós tivemos pelo Santos acabou, não existe mais, é passado. Aquele lance de joga no Brasil de manhã e de tarde joga na Europa.

Será que o fato de o futebol envolver muito dinheiro hoje ajudou a acabar com o amor que você descreve?
O dinheiro existe, se é muito ou é pouco, não importa. De graça ninguém joga. Acho que o amor acabou. O amor de você gostar. Eu gosto do Santos até hoje. Cheguei aqui com 13 anos de idade e hoje tenho 70. E sou Santos. Moro na Vila Belmiro. É uma questão de amor. Joguei 15 anos no Santos. O Pepe jogou 20 anos, o Pelé também. Dorval jogou 17. Mengálvio jogou 15. Isso chama-se amor ao clube. Não é uma coisa de passar um tempo e ir embora. Nós éramos muito amigos e somos ainda hoje. A amizade nossa é eterna. A gente se gosta muito.

Vocês tiveram oportunidade para sair do Santos, não?
Isso houve com todo mundo. Não só com o Pelé. A Juventus da Itália me queria. O Boca Juniors me queria. A Inter de Milão me queria. O Atlético de Madri me queria. O Valencia me queria. É que nunca nos preocupamos com isso. Outra coisa. A gente pensava da seguinte maneira: nós jogamos em um time que se jogarmos dez vezes em um mês vamos ganhar 11. O Santos era assim. A gente pensava: sair daqui para bater cabeça por aí, mas não vou mesmo! Nunca pensamos em sair. Nunca um diretor chegou na gente para isso. Eles tinham tranquilidade para trabalhar com a gente e nós também. Tínhamos diretores de moral. Nicolau Moran, Athiê Jorge Coury, Modesto Roma, Renê Ramos, Carlo Angerami, Augusto da Silva Saraiva… tínhamos gente de respeito na diretoria. Gente que se falasse ‘A’ era ‘A’. Nós confiamos neles e eles na gente. Foi por isso que o Santos conseguiu fazer um time fabuloso.

O que diferenciava aquele time do Santos dos outros?
Tínhamos craques em todas as posições e nosso time sempre foi moleque, com muitas brincadeiras. Isso continua até hoje. Só havia seriedade quando entrávamos em campo.

335276-970x600-1

Por Cleber Aguiar – Metaleiro, técnico do sub-20 do Peixe sofre com garotada do funk e pagode

Fonte: Globo.com

Filho de Pepe, ídolo do Santos, Alexandre Serrano Macia é fã de heavy metal, organiza excursões a shows, incentiva bandas e teve loja de discos

Sexta-feira, 8 de novembro. Vestido com uma camiseta preta, do guitarrista sueco Yngwie Malmsteen, Pepinho Macia chega ao CT Rei Pelé para treinar os garotos da equipe sub-20 do Santos, finalista da Copa do Brasil da categoria. Fã de heavy metal, o técnico caminha até o vestiário se esforçando para ignorar a música que sai das potentes caixas de som dos modernos carros das promessas santistas.

– O negócio dos meninos é funk, pagode e sertanejo mesmo – diz, em tom resignado.

Filho de Pepe, segundo maior artilheiro da história do Santos com 405 gols (atrás “só” de Pelé, que fez 1.091), Alexandre Serrano Macia, o Pepinho, tem 48 anos e curte rock na mesma intensidade em que se dedica ao futebol. Tanto que depois do treinamento de sexta-feira, ele subiu a Serra para ir a um show de Yngwie Malmsteen, em São Paulo. Não conhece? Ele é bem fã. Na noite anterior, ele já havia organizado uma excursão para apresentação de um grupo bem mais famoso, o Red Hot Chili Peppers, também na capital.

– Apesar de o meu pai não gostar de rock, ele acabou sendo meu principal incentivador, porque ele tinha uns discos do Elvis Presley. Eu ouvia e achava bacana, agitado. Depois foram as amizades de adolescência que me levaram ao rock. Comecei a procurar discos pelas lojas, ir a shows e o primeiro que comprei foi um vinil do Led Zeppelin – conta o técnico do sub-20 do Peixe, time que disputa nesta terça-feira, contra o Criciúma, na Vila Belmiro, o primeiro jogo da final da Copa do Brasil da categoria.

Em Santos, Pepinho é tão conhecido por ser técnico das categorias de base do Peixe quanto pela sua importância na cena local do rock. Ele nunca foi músico, mas esteve sempre presente nos eventos de heavy metal. Durante anos produziu shows na cidade, teve também uma loja de discos e CDs, chamada Metal Rock, e criou um selo, pelo qual conseguiu lançar algumas pequenas bandas.

Mosaico Pepinho Macia Santos sib-20 (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Pepinho Macia, técnico do sub-20 do Santos  (Fotos de Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Pepinho sabe que é ponto fora da curva no futebol quando o assunto é gosto musical. Mas, quando provocado sobre o tema, afirma que só no Brasil é assim.

– Não é comum ter roqueiro no futebol brasileiro, porque se você for aqui do lado, na Argentina, está cheio de gente que gosta de rock. E na Europa, então, é mais comum quem gosta de rock e futebol do que outra coisa. Aqui tem um ou outro só, como o Rogério Ceni. São exceções. Paralelamente ao futebol, eu sempre acompanhei e me fiz presente no contexto do rock.

Primeiro disco foi do Led Zeppellin. Hoje, Pepinho é fã de AC/DC, Black Sabbath, Rush, Judas Priest, Iron Maiden, Manowar, Slayer, Morbid Angel e Motörhead

Fã de AC/DC, Black Sabbath, Rush, Judas Priest, Iron Maiden, Manowar, Slayer, Morbid Angel, Motörhead, entre outros, o técnico do sub-20 do Santos gosta de dizer que seu gosto vai de Beatles a Sepultura. Seus xodós são os mais de mil canhotos de ingressos de show que ele guarda, no mesmo local onde está sua coleção de mais de 20 mil discos de vinil e CDs. Falta agora uma taça de futebol em seu acervo.

– Estou seguindo essa carreira de técnico e sempre penso em mais. Tenho de ter ambição para tentar conquistar e subir mais na carreira. Estou muito satisfeito no Santos. Se a gente conseguir esse título da Copa do Brasil, vamos revelar atletas que conquistaram. Quem não quer revelar um goleiro que defende pênalti, um zagueiro que salva em cima da linha, um atacante que faz gol de final? – diz Pepinho.

Alexandre Serrano Macia tem contato com futebol desde que nasceu, em 1965. Não tem recordação, porém, de seu pai como jogador. Apenas como técnico. Viu Pepe ser campeão paulista com o Santos e com a Inter de Limeira, brasileiro com o São Paulo…

– Tentei ser jogador. Joguei cinco anos na base do Santos, fui também da Portuguesa Santista. Mas aí a cobrança era muito grande e eu não tinha nem 10% do futebol do meu pai. Queriam que eu jogasse na mesma posição dele, mas eu não tinha as mesmas características e acabei não jogando. Aí em 98 comecei a trabalhar como auxiliar e treinador. Foram 14 equipes até agora, inclusive no Catar – conta.

Pepinho Macia Jorge Eduardo Santos Sub-20 (Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo / Santos FC)Pepinho, durante jogo do sub-20 do Santos
(Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo / Santos FC)

Completamente envolvido na final da Copa do Brasil sub-20, que tem seu primeiro jogo entre Santos e Criciúma nesta terça-feira, na Vila Belmiro, Pepinho acredita que o carisma que herdou do pai possa ajudar na relação com os jogadores. O técnico da garotada ainda assegura que seu pai pouco se intromete no seu trabalho.

– Eu falo com meu pai todos os dias, almoçamos juntos, mas confesso que ele não dá pitaco. Ele fala algumas coisas do alto da experiência dele, dá alguns conselhos, mas só. Além da qualidade do trabalho e dos ensinamentos que consegui assimilar, o que mais gosto é do carisma dele. Os jogadores olhavam para ele e sorriam. É importante ter essa empatia com o grupo. E sinto que tenho isso aqui. Temos um ambiente muito bom. Isso conta muito na hora do “vamos ver” – diz Pepinho.

A partida de volta da grande decisão entre Santos e Criciúma será no dia 20 de novembro, no estádio Heriberto Hulse, na cidade catarinense.

Por Cleber Aguiar – Contra um desesperado Paysandu, Palmeiras joga por título da Série B

Fonte: Globo.com

A um ponto da conquista da Série B, Palmeiras pode levar caneco antes mesmo de a bola rolar. Papão tenta afastar fantasma da Série C

Marcelo Nicacio, do Paysandu, com o Alan Kardec, do Palmeiras (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)Marcelo Nicácio e Alan Kardec duelam nesta terça
(Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)

Chegou a hora de levantar – de novo – a taça de um torneio que o Palmeiras não gostaria de ter disputado, a Série B. Nesta terça-feira, às 21h50 (de Brasília), o Verdão precisa de apenas um empate com o Paysandu, no estádio Mangueirão, em Belém, para comemorar o bicampeonato da Segundona e fechar com chave de ouro a temporada da redenção.

– Esse momento é muito importante para o grupo, porque batalhamos para antecipar o objetivo do acesso e agora do título – declarou o lateral-esquerdo Juninho.

A comemoração, porém, pode ser consumada antes mesmo de o Verdão entrar em campo. Caso a Chapecoense não vença o Paraná, às 19h30, em Curitiba, a equipe de Gilson Kleina já poderá vibrar com a conquista. O acesso à Série A foi conquistado há duas semanas, depois de empate por 0 a 0 com o São Caetano.

Se o Palmeiras usa o jogo desta terça-feira para deixar definitivamente a Série B para trás e pensar somente na elite, a história do Paysandu é diferente. Na 17ª colocação, a equipe paraense ainda luta para permanecer na segunda divisão e evitar uma traumática queda para a Série C do Campeonato Brasileiro.

Anderson Daronco (RS) apita a partida e será auxiliado por Marcos da Silva Brigido (CE) e Elan Vieira de Souza (PE). O SporTV transmite o jogo ao vivo para todo o Brasil. O GloboEsporte.com também acompanha o duelo em Tempo Real, com vídeos exclusivos, a partir das 21h20m (horário de Brasília).

header as escalações 2

Paysandu: no último treino, três opções foram testadas na armação: Djalma, Diego Barboza e Jaílton. Como o primeiro entrou bem contra o Oeste, a tendência é que fique com uma vaga. Mas a maior novidade é o retorno do lateral-direito Yago Pikachu, artilheiro do time na Série B ao lado de Marcelo Nicácio. Apesar de o técnico fazer mistério, a provável escalação: Matheus; Yago Pikachu, Fábio Sanches, Leonardo e Pablo; Vanderson, Zé Antônio, Jailton (Diego Barboza) e Djalma; Heliton (Careca) e Marcelo Nicácio.

Palmeiras: Gilson Kleina ganhou alguns problemas para o duelo que pode valer o título da Série B ao Palmeiras. Valdivia foi para a seleção chilena, Leandro levou cartão vermelho e Wesley se machucou. Por outro lado, Alan Kardec está de volta. A provável escalação, então, ficou assim, de acordo com o treinamento de segunda-feira: Fernando Prass; Wendel, André Luiz, Henrique e Marcelo Oliveira; Eguren, Márcio Araújo, Felipe Menezes e Juninho; Ananias e Alan Kardec.

quem esta fora (Foto: arte esporte)

Paysandu: a principal ausência do time é o meio-campista Eduardo Ramos, suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo contra o Oeste, no último sábado.

Palmeiras: Leandro (suspenso), Valdivia (na seleção chilena) e Wesley, Vinicius, Vilson, Charles, Luis Felipe e Mendieta (no departamento médico).

header pendurados (Foto: ArteEsporte)

Paysandu: Aleílson, Dirceu, Djalma e Zé Antônio.

Palmeiras: Leandro, Luís Felipe e Marcelo Oliveira.

Por Cleber Aguiar – Edílson Capetinha pode acertar com Grêmio Osasco Audax

Fonte: Futebolinterior.com.br

0002048128071_imgO Grupo que administra o Grêmio Osasco e o Grêmio Osasco Audax, está em busca de reforços para a próxima temporada. A procura por novas peças para a montagem das equipes que disputaram o Campeonato Paulista das Séries A1 e A2, começou neste final de semana e um dos possíveis nomes para o ano de 2014, pode ser o de Edílson Capetinha, ex- atacante da Seleção Brasileira e de grandes clubes como Corinthians, Palmeiras e Cruzeiro.

O grupo e o atleta se reuniram no último sábado e as conversas para que o campeão mundial vista a camisa do Grêmio Osasco Audax estão bem adiantadas. Edilson também esteve presente na partida deste domingo, quando o GEO foi eliminado da Copa Paulista de Futebol, diante do próprio Audax, nos pênaltis. O atacante pode ser o primeiro reforço do time em 2014.

Amigo pessoal de Vampeta, novo presidente do Grêmio Osasco Audax e ex-gerente de futebol do Grêmio Osasco, Edílson está com 43 anos e não atua profissionalmente desde 2010, quando vestiu a camisa do Bahia. Nos últimos anos, Edílson foi comentarista de futebol e atuou em campeonatos amadores para manter a boa forma.

A contratação de jogadores que brilharam em grandes clubes e na Seleção Brasileira é bastante comum no Grêmio Osasco. Neste ano, o clube contou com os atacantes Viola (Ex-Corinthians, Santos, entre outros) e Dodô (Ex-São Paulo, Botafogo, entre outros) na disputa do Campeonato Paulista da Série A2.

Edílson Capetinha se destacou na maioria dos clubes por onde passou. Em 1998 e 1999, foi bicampeão brasileiro ao lado de Vampeta no Corinthians. Baianos, os dois ainda atuaram juntos em 2007 pelo Vitória e foram pentacampeões pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002.