HUMOR ICFUT – SE NÃO ME QUISER, TEM QUEM QUEIRA

Fonte: Jacarebanguela.com.br

Roger Guerreiro se oferece ao Fla em rede social: ‘Seria uma honra’

É assim que funcionam as redes sociais. Ele se oferece, o Flamengo rejeita, aí ele posta uma indireta, o Flamengo responde com outra indireta, e eles ficam nessa até se encontrarem pessoalmente e voltarem a ser amigos como se nada tivesse acontecido.

Por Cleber Aguiar – Coritiba lança camisa para homenagear tradicional festa da torcida

Fonte: Gazetaesportiva.net

Em boa fase dentro de campo, o Coritiba decidiu homenagear seu torcedor com seu terceiro uniforme. Na noite desta sexta-feira, o clube paranaense inovou e lançou uma camisa para homenagear o tradicional “Green Hell” (inferno verde), um show de luzes feito nas arquibancadas no momento em que a equipe vem ao gramado do Estádio Couto Pereira.

A inspiração do terceiro uniforme pode ser vista nas listras horizontais em preto e verde-limão, remetendo às luzes do Couto Pereira. Na altura da nuca, a diretoria também quis deixar uma marca e grafou “Green Hell”. Além disso, há um desenho personalizado de uma chama em alto relevo acima do escudo do clube.

Divulgação

O verde-limão nas listas horizontais faz homenagem ao show de luzes do “Green Hell” no Couto Pereira

“O Green Hell deixou as arquibancadas do Couto Pereira e está agora na pele do torcedor. Essa festa da torcida entrou para a história do Coritiba, foi um marco. O Green Hell simbolizou uma fase importante do Coxa, em que clube e torcida se uniram. Hoje nós temos este mesmo sentimento”, afirmou o presidente do clube, Vilson Ribeiro de Andrade.

Modelo, ao lado Keirrison e de Robinho, o atacante Deivid não deixou de elogiar a ideia da diretoria. “Joguei muitos anos na Europa e lá o uniforme 3 é produzido por todos os clubes. A Green Hell ficou show e tenho certeza que vai fazer muito sucesso junto aos torcedores do Coxa”, destacou o jogador do Coritiba.

Neste domingo, o time paranaense terá a primeira oportunidade de usar a camisa, diante do Vasco da Gama, e o atacante Deivd espera passar uma boa primeira impressão. “Vamos lutar para que o primeiro jogo com o uniforme novo fique marcado por um resultado positivo. Hoje (sábado) pela manhã a torcida compareceu ao treino e passou ainda mais energia para que a equipe alcance esse objetivo”.

ICFUT – A Evolução do Dinheiro no Futebol Brasileiro

Fonte: Futebolinterior.com.br

A Evolução do Dinheiro no Futebol Brasileiro
O crescimento é muito grande e há boas perspectivas, desde que haja planejamento estratégico dos cartolas
Silvio Gumiero

Como o nome desta coluna é Futebol & Cia, estou deixando de lado o futebol nas 4 linhas e focando a Cia, a grana que rola no nosso rico e mal administrado futebol. Desde 2003 o Brasileirão tem como regulamento o método de pontos corridos. É uma forma de o patrocinador saber que a sua empresa estará presente até a última rodada.

Mas vamos ao que interessa, aos números que a revista Exame publicou na sua última edição, em uma matéria do jornalista Humberto Maia Junior, baseada em estudo do consultor Amir Somoggi.

A receita dos 100 maiores clubes do Brasil quase que quadruplicou em 10 anos. Foi de 800 milhões em 2003 para 3 bilhões e quinhentos milhões em 2012.

Esse aumento foi em virtude das seguintes receitas, sempre com valores comparativos de 2003 para 2012:

Cotas de TV de 274 milhões para 1 bilhão, quatrocentos e vinte milhões – aumento de 419%

Transferência de jogadores
de 209 para 513 milhões – aumento de 145%

Patrocínio e propaganda de 72 para 497 milhões – aumento de 586%

Clube social e sócio torcedor de 89 para 391 milhões – aumento de 341%

Bilheteria de 56 para 249 milhões – também aumento de 341%.

Com estes números crescentes, a euforia fica menor quando o aumento das dívidas dos clubes foi de 1 bilhão e 200 milhões em 2003 para 5 bilhões e 500 milhões em 2012. Aí é que está o xis da questão.

Os dirigentes que não fazem um planejamento estratégico financeiro correto, colocam os seus clubes em uma situação muito ruim. Com as novas arenas prontas para a Copa do Mundo, as arrecadações com a bilheteria subirão, assim como todos os outros itens da receita.

Colocando executivos competentes e remunerados nas suas gestões, alguns clubes brasileiros poderão, nos próximos anos, ter um equilíbrio contábil e virar o jogo, que atualmente está a favor do déficit, aliás um déficit insustentável.

Por Cleber Aguiar – Valdivia e Wesley comandam virada do Palmeiras sobre o Paraná

Fonte: Globo.com

Tricolor sai na frente com gol contra de Charles, contra. Inspirado, Mago comanda a virada com passes precisos. Volante fecha o placar

A CRÔNICA
por Marcelo Hazan

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A torcida do Palmeiras lotou o Pacaembu, neste sábado, para rever Valdivia, poupado contra o São Caetano, torcendo pela manutenção da série invicta e da liderança do Campeonato Brasileiro da Série B. Tudo isso aconteceu, mas não foi fácil. Porque do outro lado estava o aplicado Paraná, do técnico Dado Cavalcanti. De virada, o Verdão venceu por 2 a 1, gols de Juninho e Wesley (Charles, contra, fez para o Paraná), para festa dos palmeirenses que compareceram em peso: 29.012 pagantes – recorde de público nesta Série B.

Agora, o Palmeiras está há nove jogos invicto – lidera a competição, com 34 pontos. Já o Paraná vê quebrada a sua série de nove partidas sem derrotas, mas se mantém em quarto, com 23 pontos.

Na próxima terça-feira, o Palmeiras enfrenta o Joinville, na Arena Joinville. No mesmo dia, o Paraná faz o confronto direto pelo G-4 com o Boa Esporte, que também tem 23 pontos, mas está em quinto porque tem saldo de gols menor (9 a 0).

Wesley e Valdivia comemora, Palmeiras x Paraná Clube (Foto: Mauro Horita/Agência Estado)Wesley e Valdivia comemoram vitória alviverde no Pacaembu (Foto: Mauro Horita/Agência Estado)

Paraná sai na frente

Os bons números de Palmeiras e Paraná, ambos no G-4, com ataques efetivos e defesas bem armadas , já anunciavam um confronto equilibrado no Pacaembu. E isso ficou claro no primeiro tempo. Espelhados no 4-4-2, os times travaram batalha intensa no meio de campo.

Dificultado pela disciplina tática do Paraná, o Verdão teve muito trabalho para levar perigo. O time paranaense, com Ricardo Conceição incansável, bloqueou a entrada de sua área. Restou ao time da casa arriscar chutes de longe, sem perigo.

Pouco ameaçado, o Paraná se animou e chegou ao gol na bola parada, com grande colaboração de um palmeirense. Aos 17 minutos, Lucio Flavio cruzou da esquerda. Anderson subiu e desviou. A bola não entraria, mas o volante Charles, ao tentar afastá-la da área, mandou para as redes: gol contra.

Após ver Reinaldo quase ampliar o marcador, Valdivia chamou a responsabilidade e comandou as ações ofensivas. Ele chegou a sentir a perna direita após levar pancada de Ricardo Conceição, mas seguiu em campo. O Mago até teve um gol anulado por impedimento, aos 34. O Verdão só voltaria a levar perigo a três minutos do fim da etapa inicial, quando Luis Carlos defendeu chute à queima-roupa de Leandro. Insatisfeitos com a derrota parcial, torcedores palmeirenses vaiaram a equipe.

Verdão cresce e vira

Além da torcida, o técnico Gilson Kleina também estava descontente com o Palmeiras. Por isso, substituiu Charles por Mendieta. Com dois meias, o time verde aumentou o seu volume de jogo e encurralou o Paraná. O gol era inevitável e começou a ser construído por Valdivia.

No meio, o chileno acertou belo passe para Luis Felipe invadir a área pela direita. O lateral deu um corte para dentro e finalizou cruzado de esquerda. Luis Carlos defendeu, e, no rebote, Juninho empatou: 1 a 1, aos 14 minutos.

O Paraná apareceu muito pouco na etapa final. Apenas Reinaldo dava algum trabalho aos zagueiros palmeirenses, que, apesar do aperto, souberam controlá-lo. Pouco antes de virar, o Verdão ainda perdeu gol incrível com Leandro. Wesley fez grande jogada pela esquerda e cruzou. O atacante, na pequena área, com o gol livre à sua frente, errou o alvo.

Wesley, aliás, deu a volta por cima no jogo. Depois de errar muitos passes e até pisar na bola no primeiro tempo, ele mostrou muita tranquilidade para marcar o seu e virar a partida, novamente em jogada iniciada por Valdivia. O Mago lançou Mendieta, que chutou. Luis Carlos deu outro rebote. Com calma, Wesley pegou a sobra, limpou um zagueiro e definiu o lance com classe: explosão no Pacaembu.

A virada fez a aplicação tática paranaense acabar e o time teve de sair com tudo na busca pelo gol, sem sucesso. Antes do fim, Valdivia ainda cumpriu uma promessa: forçou o terceiro cartão amarelo e foi substituído por Eguren. Ele foi convocado pela seleção do Chile para amistoso contra o Iraque e já seria desfalque diante do Joinville, terça-feira.