Por Cleber Aguiar – Vice do Milan vem ao Brasil e pode se reunir com o Santos por Robinho !

Fonte: Lancenet.com.br

Adriano Galliani, homem forte do futebol do Rossonero, deve chegar ao país até o fim da semana. Nos últimos anos, o cartola fechou negociações no Brasil

Bruno Cassucci e Marcio Porto

Robinho - Milan (Foto: AFP)
Robinho é alvo do Santos para o segundo semestre (Foto: AFP)

Apesar da alta pedida de Robinho no primeiro contato com o Santos, a negociação para repatriar o atacante está longe de ser dada como encerrada. Tanto que Adriano Galliani, homem forte do futebol do Milan (ITA), deve chegar ao Brasil nos próximos dias para tratar diretamente com o Peixe.

Galliani, inclusive, já comunicou a amigos sua vinda e agendou encontros em Santos. A expectativa é que ele chegue até o fim da semana, a tempo de assistir ao duelo entre Brasil x Itália, sábado, pela Copa das Confederações, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

A diretoria do Peixe está ciente da viagem do cartola italiano, mas ainda não tem qualquer reunião marcada e evita criar expectativas porque a negociação não é simples. No primeiro contato entre as partes, o clube italiano insistiu em R$ 27 milhões para liberar o jogador, mesmo preço pedido no início do ano. O Santos nem cogita avançar nas tratativas se o Milan não ceder.

Já com Robinho, a situação é ainda mais complicada com valores. O atacante pediu R$ 1,2 milhão de salário, número rechaçado pela cúpula santista. A quantia é acima da pedida por Robinho no começo do ano.

A vinda de Galliani ao Brasil, porém, dá ânimo ao santista ansioso pela volta do ídolo. Nos últimos anos, a presença de Galliani no país foi sinônimo de negócio fechado. Em 2011, ele concluiu a venda de Ronaldinho Gaúcho ao Flamengo. Este ano, fechou a ida de Alexandre Pato ao Corinthians.

Nos últimos dias, os dirigentes santistas não têm atendido aos telefonemas da reportagem. A cúpula evita o contato desde quando iniciou negociações com o técnico argentino Marcelo Bielsa.

Robinho, por sua vez, passa férias em Santos e, sempre que perguntado, diz que gostaria de retornar ao clube. Ele foi campeão brasileiro em 2002 e 2004, além de Paulistão e Copa do Brasil, em 2010, vestindo a camisa do Alvinegro.

Por Cleber Aguiar – A escritora Juliana Sfair conta o que viu da Feira do livro de Ribeirão

Fonte: Vaievemdavida.com.br

Com o objetivo de prestigiar escritores de Ribeirão, o portal convidou a escritora Juliana Sfair para nos contar um pouco dos bastidores da feira

A escritora Juliana Sfair conta o que viu da Feira do livro de Ribeirão

860982_560165054007388_115713487_o
ap12
Imagens Juliana Sfair

Primeiramente quero dizer que estou extremamente feliz por escrever para o “ “Vai e vem da vida”, consciente da importância do Portal e conseqüentemente expondo minhas palavras e opiniões sobre a 13ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto.


Este ano a Feira aconteceu em outros locais, além da já conhecida praça XV e isso só veio a agregar e pulverizar a cultura e informação. Uma ótima iniciativa da organização.

Quero ressaltar a atenção que recebi da Fundação Instituto do Livro de Ribeirão Preto  nas reuniões, telefonemas, e-mails e no estande, deixo aqui o meu muito obrigada.

Cinema, shows, teatro, salão de idéias, editoras do Brasil inteiro expondo seus livros; informação e cultura invadindo deliciosamente o espaço, os livros abraçando nossa alma inquieta clamando por letras.

Transporte gratuito para os locais da Feira!

Um clima enfeitiçado por personagens, o reino das águas claras de Monteiro Lobato iluminando o evento, cada estande, cada local.

Parece que quando você entra no ambiente de uma feira do livro, o mundo ao seu redor desaparece. É você e seu autor. Você e sua fábula.

Houve também o outro lado, o lado da Feira ser um ponto de encontro, não de jovens com sede conhecimento; mas com outros objetivos. Isso só mostra que as oportunidades estavam e estão aí para todos, sem exclusão.  Quem não soube e não sabe aproveitar, eu lamento.

A vida segue, quem reconhece o poder do conhecimento vai manejar as etapas da vida com mais facilidade.

Os autores locais e regionais,conforme a minuta que nos foi enviada por e-mail, precisavam retirar seus livros do estande no dia último dia da Feira. E lá estava eu, com uma certa nostalgia estampada nos olhos. Um aperto, uma alegria tímida, mas muito realizada.

Fiquei andando, observando, conversando, trocando cartões, fazendo contatos.

Embriagada pela poesia de Cora Coralina, Leminski. Sugada pela distopia de Jogos Vorazes. Retinas coloridas com as camisetas, bolsas, pinturas de Frida Khalo, Marilyn Monroe.

Voltei ao mundo real quando uma voz anunciou: “Expositores e Visitantes a 13ª  Feira Nacional do Livro de Ribeirão será encerrada as 18horas”. Era a hora de começar pensar na próxima; então que venha a 14ª  Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto com seus estantes e abraços de culturais de todas as formas, gostos e gêneros.

Por Cleber Aguiar – Lancenet apoia movimento !!!

Fonte: Lancenet.com.br

LANCE! Opina: O gigante acordou!

Protesto em São Paulo (Foto: Miguel Schincariol /AFP)
Manifestantes ganham as ruas de São Paulo (Foto: Miguel Schincariol/AFP)

O povo foi às ruas! Na imensa maioria, não para cometer violência ou depredar o patrimônio público ou privado. Mas clamando por mudanças. O que nos inspira a nos manifestar é a esperança de que algo de bom possa advir deste lindo momento de reação da sociedade. “Desculpe o transtorno, estamos mudando o país”, dizia um cartaz na segunda-feira.

O povo deveria ter ido às ruas em 2008 quando se criou o COL (Comitê Organizador Local) como se fosse uma ação entre amigos fe Ricardo Teixeira, com ele como presidente, sua filha, seu assessor de comunicação e seu advogado como membros, sem nenhum representante da sociedade nem do governo, quem paga a conta da Copa.

O povo poderia ter ido às ruas quando se anunciou a construção de estádios muito custosos em locais onde o futebol não justifica, gastando-se bilhões de reais em elefantes brancos com manutenção cara, e não investindo em mobilidade urbana, melhoria dos aeroportos, implantação do trem-bala Rio-São Paulo, recuperação de estradas, estrutura de comunicação e segurança, tão caras para a população brasileira.

O povo deveria ter protestado quando viu que os estádios, diferentemente do que foi anunciado, seriam construídos com dinheiro público na quase totalidade, consumindo mais de R$ 8 bilhões, divididos em investimentos, compromissos e empréstimos com origem pública, sendo no final somente 4% de recursos privados. E também quando Renan Calheiros foi eleito pelos seus pares para a presidência do Senado, numa afronta a toda a nação.

O povo poderia ter ido às ruas em 2006 quando a Timemania foi inventada, refinanciando as dívidas dos clubes sem nenhuma contrapartida exigida nem punição aos dirigentes que não pagassem as parcelas.

O povo poderia ter demandado um Comitê Organizador plural para 2016, com representantes da sociedade e que não fosse presidido pelo mesmo presidente do COB – algo inédito nos Jogos Olímpicos – que acumula poderes e funções excessivas e deixa de se concentrar na formação de atletas, este sim papel fundamental do COB.

O povo poderia ter ido às ruas quando, após Ricardo Teixeira se refugiar no exterior, com medo de encarar a lei brasileira, a sucessão na CBF e no COL foi feita tal qual uma capitania hereditária, para Marin e Del Nero, este como vice da CBF e virtual sucessor do novo presidente, apesar de diversos indícios de falta de decoro para os cargos.

Não se pode retroagir no tempo, mas se pode construir o futuro com novas práticas, estimulando a nação a realizar seu potencial, ocupando o lugar que o mundo nos reserva. Não nos faltam recursos naturais, humanos e econômicos. O que precisamos fazer é usá-los com eficiência e ceifando a corrupção, que tanto nos subtrai. Neste momento, há muito a ser feito e o povo pode ir às ruas para…

– Uma legislação que refunde as bases do esporte e do futebol brasileiro, reduzindo os poderes de federações e confederações, eliminando a perpetuação de dirigentes e impondo transparência de seus atos;

– Exigir a mudança imediata no COL, com a saída de Marin e de Joana Havelange, herdeiros de Teixeira, ampliando sua prestação de contas, atualmente limitada à CBF a à Fifa;

– Demandar a fundação de uma nova CBF, hoje praticamente exploradora monopolista dos valiosos direitos comerciais da Seleção, que tenha que usar seus vastos recursos para o fomento do futebol brasileiro, investindo nas Séries C, D e no futebol feminino, instituindo o veto a doar dinheiro para campanhas eleitorais de políticos e deixando de fazer benesses como os R$ 130 mil mensais pagos para o refugiado Teixeira até março deste ano;

– Protestar contra o projeto do governo de perdoar parte da dívida de mais de R$ 2 bilhões dos clubes sem que se tenha garantia de punição para os que derem novos calotes no governo e aos que praticam apropriação indébita de impostos de forma costumeira. O futebol é hoje um grande negócio e os clubes têm que pagar os impostos que devem;

– Cobrar a existência efetiva de uma política de massificação do esporte, tornando sua prática acessível a toda sociedade e permitindo o surgimento de talentos que possam defender o país em competições de alto rendimento;

– Exigir que, além dos grandes investimentos em obras de infraestrutura para a Olimpíada-2016, que vão gerar o legado físico, os investimentos nos legados ambiental, social e esportivo, sejam tratados como alta prioridade.

Os Jogos não podem ser somente um evento esportivo, mas sim uma oportunidade única de mudar o destino da cidade-sede e do país. Mudanças no esporte podem mudar o nosso Brasil.

Enfim, o povo foi às ruas!

 

Por Cleber Aguiar – Santos informa valores de Neymar e amistoso com multa de € 4,5 milhões

Fonte: Globo.com

m reunião fechada para a imprensa na Vila Belmiro, diretoria do clube diz
aos conselheiros que recebeu do Barcelona € 17 milhões pelo ex-camisa 11

Por Fernando Prandi Santos, SP

Odílio Rodrigues, vice-presidente do Santos (Foto: Lincoln Chaves / Globoesporte.com)Odílio Rodrigues, vice-presidente do Santos
(Foto: Lincoln Chaves)

Em reunião do Conselho Deliberativo do Santos, na noite de terça-feira, o comitê fiscal do clube informou que Neymar foi vendido ao Barcelona por € 17 milhões (cerca de R$  50 milhões). Deste montante, 55% são do Peixe, 40% da DIS (grupo de investidores) e 5% da Teisa (empresário ligados ao clube). Além disso, foram acordados dois amistosos – um no Brasil e outro na Europa – com multa de € 4,5 milhões (R$ 13,5 milhões) para o Peixe, em caso da não realização do jogo em território brasileiro. A reunião foi fechada para imprensa e sócios, por decisão de maioria dos conselheiros.

Os amistosos dependem da liberação da CBF. Caso ela não ocorra, o Barça se comprometeu a pagar ao Santos mais € 4,5 milhões pela negociação. Há quem veja isso como uma manobra para o clube diminuir o percentual que precisa repassar para a DIS. No entanto, o vice-presidente do clube, Odílio Rodrigues, diz que a ideia é realizar os jogos.

– Podemos conseguir patrocinadores, vender o jogo para a televisão ou para algum organizador e mandar em qualquer estado do Brasil. Caso isso (o amistoso no Brasil) não seja possível, pois não depende só do Santos, nós vamos receber um valor considerável do Barcelona – afirma o dirigente.

Apesar do dinheiro extra que o Santos ganhará por conta dos amistosos, muitos conselheiros saíram decepcionados com o que o Santos recebeu para vender seu melhor jogador. A diretoria do clube, porém, lembra que a decisão partiu do atleta, que tinha contrato por mais um ano e sairia de graça, após este vínculo chegar ao fim.

Neymar apresentação Barcelona Camp Nou (Foto: AP)Valor da venda de Neymar para o Barcelona, divulgado pelo Santos, decepcionou conselheiros  (Foto: AP)

– Teve gente que aprovou, teve gente que não. Ninguém quer perder o Neymar, mas não dá a fórmula para segurar. Explanamos com transparência o que tínhamos que explanar. Chegou um ponto em que o Neymar não estava mais rendendo, por conta de toda a pressão. Ele também atingiu a elite do futebol e, sem ser ufanista, a elite está na Europa – declarou Odílio.

Sobre a divergência do valor citado pelo Santos – os € 17 milhões – e o divulgado pelo Barcelona – € 57 milhões – Odílio afirmou:

– Imagino que o Barcelona, quando fala esse número, está falando o custo que o atleta Neymar tem para o Barcelona. Estamos falando do que veio para o Santos.  O Barcelona, provavelmente, pelo que entendi, pagou comissão, não sei quem mais. Esse deve ser o valor do custo do clube pelo Neymar.