ICFUT – Notícia de que Subotic “botou chifre” em Hummels gera polêmica na Europa

Fonte: Futebolinterior.com.br

Dupla do Borussia Dortmund lamentou que boato tenha virado notícia na imprensa

 Um suposto caso de traição envolvendo dois companheiros de Borussia Dortmund gerou uma grande polêmica na imprensa europeia. Na última semana, circularam informações de que a namorada do zagueiro Hummels, a bela modelo Cathy Fischer, estaria de caso com o parceiro de defesa Subotic.
Hummels e Subotic: Dupla está abalada?

Hummels teria descoberto a traição justamente antes do segundo jogo contra o Real Madrid, na terça-feira passada, pela Liga dos Campeões. Este, segundo os tabloides do Velho Continente, teria sido o motivo do defensor ter falhado em um dos gols dos marengues, que venceram por 2 a 0.

Apesar dos rumores, a dupla veio a público desmentir o boato. “O que mais nos surpreendeu nas últimas semanas é como as pessoas foram capazes de tornar verdade algo que era uma fantasia. Certo, Mats (Hummels)?”, indagou Subotic. “É completamente falso. Somos amigos e ambos têm relações formais “, completou.

Hummels também mostrou-se chateado com a facilidade com que o rumor tornou-se uma verdade. “Apesar de tratar-se de uma mentira foi dado como certo. As pessoas pensam que conhecem sua vida privada. Mas sabemos bem, para que possamos virar uma piada”, lamentou.

Pelo menos a polêmica não parece ter interferido dentro de campo. O Dortmund, apesar da derrota para o Real, carimbou a vaga à decisão da Liga dos Campeões contra o Bayern de Munique. Os dois times se enfrentam em Wembley, em Londres (Inglaterra), no dia 25 de maior.

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ICFUT – COPA LIBERTADORES 2013

 

 

Oitavas-de-final
1ª RODADA
24/04 – 21h15 Newell’s Old Boys-ARG 0 x 1 Vélez Sarsfield-ARG
25/04 – 22h15 Real Garcilaso-PER 1 x 0 Nacional-URY
30/04 – 20h15 Tigre-ARG 2 x 1 Olimpia-PRY
30/04 – 22h30 Tijuana-MEX 0 x 0 Palmeiras-BRA
01/05 – 19h30 Grêmio-BRA 2 x 1 Santa Fe-COL
01/05 – 21h50 Boca Juniors-ARG 1 x 0 Corinthians-BRA
02/05 – 20h15 São Paulo-BRA 1 x 2 Atlético-BRA
02/05 – 22h30 Emelec-ECU 2 x 1 Fluminense-BRA
2ª RODADA
08/05 – 22h00 Atlético-BRA 4 x 1 São Paulo-BRA
08/05 – 22h00 Fluminense-BRA 2 x 0 Emelec-ECU
09/05 – 21h15 Nacional-URY x Real Garcilaso-PER
14/05 – 22h00 Palmeiras-BRA x Tijuana-MEX
15/05 – 19h15 Vélez Sarsfield-ARG x Newell’s Old Boys-ARG
15/05 – 22h00 Corinthians-BRA x Boca Juniors-ARG
16/05 – 20h00 Olimpia-PRY x Tigre-ARG
16/05 – 22h30 Santa Fe-COL x Grêmio-BRA

ICFUT – COPA DO BRASIL 2013

ASA SE CLASSIFICOU NOS PENALTIS.

Segunda Fase
1ª RODADA
01/05 – 15h00 Santo André-SP 2 x 3 Goiás-GO
01/05 – 16h00 Crac-GO 3 x 2 Betim-MG
01/05 – 16h00 Cianorte-PR 1 x 3 Atlético-GO
01/05 – 21h50 Campinense-PB 1 x 2 Flamengo-RJ
01/05 – 21h50 Santa Cruz-PE 0 x 0 Internacional-RS
01/05 – 21h50 ASA-AL 3 x 0 Ceará-CE
01/05 – 21h50 Resende-RJ 1 x 2 Cruzeiro-MG
02/05 – 19h30 CRB-AL 0 x 0 Botafogo-RJ
07/05 – 19h30 São Bernardo-SP 1 x 1 Criciúma-SC
07/05 – 21h50 América-MG 0 x 1 Avaí-SC
08/05 – 19h30 Arapongas-PR 0 x 0 Figueirense-SC
08/05 – 20h30 Confiança-SE 1 x 1 Fortaleza-CE
08/05 – 22h00 Joinville-SC 0 x 1 Santos-SP
08/05 – 22h00 Luverdense-MT 2 x 0 Bahia-BA
08/05 – 22h00 ABC-RN 2 x 0 Sport-PE
08/05 – 22h00 Naviraíense-MS 0 x 1 Paysandu-PA
09/05 – 19h30 América-RN x Atlético-PR
09/05 – 21h50 Bragantino-SP x Ponte Preta-SP
15/05 – 19h30 Salgueiro-PE x Vitória-BA
15/05 – 21h30 Nacional-AM x Coritiba-PR

Por Cleber Aguiar – O sonho continua! Flu vence Emelec e está nas quartas da Liberta

Fonte:Lancenet.com.br

Em jogo tenso em São Januário, Flu abre o placar, sofre no segundo tempo, mas após duas expulsões do Emelec, amplia e conquista vaga

Marcello Vieira 

Home Fluminense x Emelec - Fred (Foto: Cleber Mendes/LAMCE!Press)
Fred retornou ao seu estilo: com gol (Foto: Cleber Mendes/LAMCE!Press)

Foi com certo sufoco, como o torcedor do Fluminense já se acostumou nas últimas conquistas, mas com gols do artilheiro Fred e Carlinhos, o time de Abel Braga superou o Emelec por 2 a 0 e está classificado para as quartas de final da Libertadores. Nas arquibancadas, os torcedores exaltaram o Time de Guerreiros. O sonho de conquistar a América continua vivo.

O Tricolor espera agora o vencedor do confronto entre Olímpia e Tigre, que jogam nesta quinta-feira, no Paraguai. No jogo de ida, vitória argentina por 2 a 1.

PRIMEIRO TEMPO

Empurrado pela torcida, que lotava São Januário e não parava de cantar, o Fluminense iniciou o jogo tentando pressionar o Emelec. A primeira chegada do Tricolor ocorreu logo aos dois minutos. Em boa jogada de Carlinhos pela esquerda, o lateral aplicou uma meia lua no adversário, levou ao fundo e cruzou. Fred quase conseguiu cabecear, mas a defesa equatoriana afastou.

O lance conferiu falso indício de que o Fluminense fosse estabelecer uma pressão e sufocar o adversário, todavia, não foi isso que se verificou na prática. O Emelec, montado no 4-5-1, se fechava e buscava as saídas em contra-ataque. Embora tivesse a posse de bola, o time de Abel Braga não conseguia oferecer perigo à meta de Dreer.

A primeira grande oportunidade do jogo foi equatoriana. Aos 13, Thiago Neves preciptou inversão de jogo para o lado direito do meio campo. Esperto, o Emelec recuperou a posse e saiu em velocidade com três contra três. De Jesus invadiu a área e chutou forte, obrigando Cavalieri a realizar grande defesa. O Flu tentou responder em seguida. Wellington Nem invadiu pela esquerda, mas cruzou mal.

O panorama do jogo se mantinha inalterado e Thiago Neves parece não ter aprendido a lição. Com 19 minutos de jogo, o meia novamente errou passe bobo. Dessa vez, Valencia avançou livre, sem marcação e arrematou mal, fraquinho, para as mãos seguras de Cavalieri. 

Percebendo os perigos do adversário, a partir deste lance, o Fluminense passou a jogar de forma mais segura. Eram decorridos 21 minutos quando o Tricolor teve finalmente uma grande oportunidade. Carlinhos, em bela atuação, avançou pela esquerda e fez bom cruzamento, que foi desviado por Thiago Neves. A bola quicou perigosamente e Dreer não conseguiu encaixar.

Wellington Nem tentou entrar de carrinho, mas o camisa um conseguiu se recuperar em tempo. O Emelec abusava da violência e fazia diversas faltas. O jogo tinha 27 minutos, quando Fred saiu da área e sofreu pegada dura, no lado esquerdo do ataque tricolor, próximo ao meio campo. Na cobrança, Jean cobrou e a trajetória da bola foi uma parábola perfeita até a cabeça do camisa nove, que desviou de casquinha e abriu o placar. O Fluminense fazia 1 a 0 para delírio do torcedor presente em São Januário.

Com o placar aberto, o Emelec não modificou sua postura e o Fluminense ganhou mais tranquilidade para administrar a vantagem. Dessa forma, a primeira etapa chegou ao fim com o placar que já bastava ao Time das Laranjeiras para alcançar as quartas de final.

SEGUNDO TEMPO

O Emelec iniciou a segunda etapa tentando pressionar e chegou no inicio com três lances de perigo. No mais agudo, aos quatro, Quiñonez entortou Wágner pela direita, invadiu a área e chutou forte, rasteiro. A bola foi cortada por Cavalieri e Digão afastou, assustando a torcida com a possibilidade de um gol contra.

O time equatoriano tomava a iniciativa e ia pra cima, mas o Fluminense não conseguia aproveitar os espaços. Percebendo o melhor momento do adversário, Abel Braga decidiu mexer e sacou Thiago Neves, que esteve abaixo do esperado, e colocou Rhayner.

Aos 23, Caicedo tentou chute da entrada da área e a bola saiu rasteira, pelo lado esquerdo da meta de Cavalieri. Dois minutos depois, Abelão tirou Bruno, colocou Diguinho e passou Jean para a lateral direita. O jogo seguia tenso, com contornos dramáticos em São Januário.

O Tricolor pôde respirar um pouco mais aliviado aos 31 minutos. Achilier fez falta em Rhayner para amarelo. Como o jogador já tinha levado um cartão, acabou expulso. A torcida do Flu voltava a cantar.

O jogo foi praticamente definido aos 37 da segunda etapa, quando Quiñonez reeditou o erro do companheiro e também foi expulso pelo segundo amarelo.

Com dois a mais e com a obrigação do Emelec de sair para o jogo, a missão do Flu foi simplificada. Em ótimo contragolpe, Rhayner acelerou pela direita, foi ao fundo e cruzou rasteiro, bola que Carlinhos apenas teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes. O 2 a 0 decretou números finais em São Januário. O Fluminense estava garantido nas quartas de final.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 2 X 0 EMELEC

Local: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 08/05/2013 – 22h00 (de Brasília)
Árbitro: Victor Hugo Carrillo (PER)
Auxiliares: Jonny Bossio (PER) e César Escano (PER)
Renda/público
: R$ 449,060,00/ 14.469 presentes 

Cartões amarelos: Achilier, Bagüi, Wila, Narváez e Quiñonez (EME); Thiago Neves (FLU)
Cartões vermelhos: Achilier e Pedro Quiñonez (EME);

GOLS: Fred 28’/1°T (1-0), Carlinhos 39’/2°T (2-0)

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno (Diguinho 25’/2°T), Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wágner e Thiago Neves (Rhayner 21’/2°T); Wellington Nem e Fred (Samuel 37’/2°T). Técnico: Abel Braga

EMELEC: Dreer; Narváez, Achilier, Nasuti e Bagüi; Pedro Quiñonez, Wila (Zeballos 25’/2°T), Valencia (Caicedo 16’/2°T), Jimenez e Mondaini; De Jesus. Técnico: Gustavo Quinteros

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Por Cleber Aguiar – GALO DÁ AULA DE TALENTO E DEDICAÇÃO AO SÃO PAULO, E SEGUE NA LIBERTADORES

Fonte:Globo.com

Contra um Tricolor apático, Galo humilha – faz 4 a 1, com show de dribles de Ronaldinho, e agora espera por Palmeiras ou Tijuana nas quartas
 
A CRÔNICA
por Alexandre Lozetti

Um dia o Atlético-MG vai perder no Independência. Um dia… Esse dia não chegou, e parece longe de chegar. O Galo encontrou no Horto seu refúgio, seu porto seguro, estádio de onde emana energia inexplicável que torna o Galo mais forte, e mais vingador. E quem caiu lá dessa vez foi o São Paulo. Caiu no Morumbi, na verdade, quando perdeu um jogo que tinha sob domínio. Não conseguiu se levantar, e foi massacrado.

Como se fosse Usain Bolt contra uma tartaruga, o Atlético-MG ignorou a existência do São Paulo. A vitória atleticana por 4 a 1 (6 a 2 na soma dos jogos) confirma a campanha avassaladora, a invencibilidade de 33 jogos em seu doce lar, e o favoritismo nas quartas de final, seja contra Palmeiras, seja contra Tijuana. O rival será conhecido no próximo dia 14, e o Verdão precisa de uma vitória no Pacaembu para ser mais um paulista entre o sonho do Galo e a taça da Libertadores. Sonho mais do que real.

Ronaldinho e Jô, Atlético-MG x São Paulo (Foto: AFP)

 

Ronaldinho e Jô: pura diversão diante de um adversário apático (Foto: AFP)

São sete vitórias em oito jogos. Números que passam pela segurança de Victor e dos gigantes Réver e Leonardo Silva, substituído por Gilberto Silva neste jogo; o equilíbrio de Marcos Rocha e Richarlyson; a marcação ferrenha de Pierre e Leandro Donizete; o talento de Ronaldinho, Bernard, Jô e Diego Tardelli. Pelo trabalho de Cuca, que também superou o trauma pessoal de ser favorito, ter sempre tudo nas mãos, e morrer na praia. Mais um massacre marcado por inspiração e transpiração, receita infalível de sucesso.

O São Paulo está eliminado – com sua pior derrota na história da Libertadores. Paga pela demora de seu técnico em encontrar a melhor formação, pela ineficiência da diretoria em achar um substituto para Lucas, por atitudes intempestivas de alguns de seus jogadores mais experientes, como Luis Fabiano e Lúcio, e até por certa dose de azar na fase de grupos. E mesmo com tudo isso, tem bom time e pode ser protagonista no Campeonato Brasileiro. Tempo para se preparar é o que não falta. O Tricolor só voltará a campo no dia 26 de maio, contra a Ponte Preta, em Campinas, já pela competição nacional.

Já o Galo terá o tradicional duelo com o Cruzeiro pela final do Campeonato Mineiro. Neste domingo o primeiro jogo. Na semana seguinte, assistirá de camarote ao embate entre Palmeiras e Tijuana. Contra qualquer adversário, por ter a melhor campanha, fará o primeiro jogo das quartas de final fora de casa para decidir no alçapão do Independência.

Ganso e Leando Donizete, Atlético-MG x São Paulo (Foto: AP)Ganso foi bem marcado por Leando Donizete (Foto: AP)

Vamos jogar videogame, São Paulo?

Sabe quando você chega em casa irritado e chama seu irmão mais novo para jogar futebol no videogame, só para relaxar os músculos? Foi mais ou menos assim que o Atlético-MG tratou o São Paulo no primeiro tempo. Para dar um simples passe lateral, os visitantes até suavam e mordiam a língua, tal qual a criança em frente à televisão. Já o Galo fazia de tudo com a maior naturalidade. Passes, dribles, chutes, desarmes….e gol.

Com menos de 20 segundos, Jô chutou por cima. Com dois minutos, Ronaldinho bateu falta no travessão de Rogério Ceni. Não é tempo de videogame, não. É tempo real, mesmo. Tempo que castigava os são-paulinos, que precisavam de dois gols, mas ainda não haviam descoberto como passar do meio-campo.

Luis Fabiano, Atlético-MG x São Paulo (Foto: EFE)Luis Fabiano e Pierre, em lance de jogo entre
Atlético-MG e São Paulo (Foto: EFE)

Como Pierre não tem o hábito de fazer gols, comemorou cada lateral como se fosse um chute no ângulo. Como se fosse um chute de Jô. No ataque do Atlético é assim. Todos podem estar em todas as posições. Tardelli, na direita, lançou Bernard, como centroavante. Toloi tentou desarmar, mas a bola sobrou para Jô, recuado, fuzilar e abrir o placar. Ou melhor. Fuzilar e fazer 3 a 1 no agregado para o Galo, que já vencia desde a semana passada.

A troca de posições no São Paulo era menos inteligente, menos empolgante. Era triste. Douglas, que é e já pediu para ser lateral-direito, foi escalado no ataque mais uma vez. Na esquerda! Após o gol, foi para a direita. E Ney Franco tinha três atacantes no banco: Wallyson, Ademilson e Silvinho. Além de Osvaldo, destaque do time no ano, vetado por dores no quadril.

Em 45 minutos, o Tricolor teve uma chance de gol. Ganso recebeu de Carleto e bateu de primeira, mas Victor saiu muito bem em seus pés e defendeu. Do outro lado… Era puro videogame! Jô e Tardelli ganharam de Rafael Toloi, em noite sofrível, mas pararam em Rogério Ceni e na falta de sorte. O zagueirão se recuperou em seguida ao salvar, em cima da linha, tal qual o lateral-esquerdo Ronaldo Luís fazia nos anos 90, um chute de Bernard. Mas era essa a única semelhança com aquele timaço de Telê Santana… E lá se foi o primeiro tempo, com dez finalizações do Galo, e duas do Tricolor. Estatísticas de videogame.

Massacre atleticano, vergonha tricolor

Há duas semanas, Silvinho treinava no Penapolense, à espera do milagre de vencer o São Paulo no Paulistão. Nesta noite, Silvinho estreou na Libertadores, à espera do milagre de virar o jogo contra o Atlético-MG. Como sua trajetória tão rápida é quase um milagre, por que não acreditar? Quando Luis Fabiano recebeu lançamento de Jadson na direita, Silvinho acreditou e correu para a área. A bola do Fabuloso passou pelas mãos de Victor e os pés de Ganso antes de chegar torta ao estreante, que não conseguiu finalizar.

Diego Tardelli, Atlético-MG x São Paulo (Foto: AFP)Diego Tardelli comemora, com Ronaldinho(AFP)

Foi a grande chegada do Tricolor. A única. O cardápio do Galo era vasto. Aceita um Bernard? Vai um Tardelli? Que tal um Jô? Narrar lance por lance desse time regido por Cuca, porque mais parece uma orquestra a uma equipe de futebol, é desnecessário e tornaria este texto interminável e cheio de adjetivos. Principalmente quando o outro lado, em vez de combater, prefere se entregar.

Edson Silva quis fazer linha de impedimento e deixou Jô livre. Rafael Toloi, com as pernas trêmulas, tentou recuo para Rogério Ceni, e nem viu Diego Tardelli chegando. Wellington, o jovem Wellington, foi mole tal qual um senhor de idade na dividida com o veterano Ronaldinho. Três erros contra três talentos, e o que era para ser uma simples classificação virou uma humilhação sem precedentes na Libertadores para o São Paulo. Mais dois de Jô, mais um de Tardelli, os melhores em campo.

Precisou ficar 4 a 0 para Ney Franco decidir se preservar. Antes, havia improvisado Douglas, lançado o novato Silvinho e aberto ainda mais o time com Ademilson no lugar de Denilson. Isso que é gostar de andar na corda bamba…

Luis Fabiano aproveitou rebote de Victor em chute de Carleto, e fez um dos gols menos comemorados da história do São Paulo. E Ronaldinho, de olhares, passes e chutes imprevisíveis, não fez mais um gol que entraria para sua galeria de obras de arte. 4 a 1. De bom tamanho para a apatia tricolor, de ótimo tamanho para o passeio alvinegro.

Rever, Ronaldinho e Jô, Atlético-MG x São Paulo (Foto: AFP)Réver e Ronaldinho vibram com um dos três gols de Jô (Foto: AFP)

Por Cleber Aguiar – Portuguesa lança novo uniforme para Campeonato Brasileiro

Fonte: Gazetaesportiva.net

A Portuguesa apresentou seu novo uniforme que será utilizado no Campeonato Brasileiro 2013. A parceria com a Lupo, fornecedora de material esportivo na última temporada continua.

Os novos modelos de camisa foram apresentados no evento de inauguração da loja oficial do clube, nesta terça-feira à noite.

A novidade na camisa número 1 é um detalhe em verde-limão na gola. A camisa número 2, que também conta com o detalhe, ganhou duas listras: uma verde e uma vermelha na parte superior da camisa.

O atacante Diogo e o lateral Luís Ricardo foram os escolhidos para posar com os novos uniformes, tanto na festa, quanto no Centro de Treinamento na manhã desta quarta.

Divulgação

Luís Ricardo (esq.) e Diogo foram os jogadores escolhidos como modelos do novo uniforme da Lusa

Por Cleber Aguiar – MISTO DO CRUZEIRO VENCE O VILLA NOVA E ASSEGURA A VAGA NA FINAL DO MINEIRO

Fonte: Globo.com

Após golear no jogo de ida, Raposa entra sem alguns titulares, mas faz o dever de casa e decide título estadual contra o arquirrival Atlético-MG

DESTAQUES DO JOGO
  • deu certo

    time misto

    Marcelo Oliveira poupou titulares já pensando na final do Mineiro. E o mistão deu certo. Não encheu os olhos da torcida, mas manteve a invencilidade da equipe.

  • deu errado

    Villa Nova

    A ideia era vencer para terminar bem no Mineiro. Mas o time de Nova Lima não conseguiu superar o time misto do Cruzeiro e acabou derrotado.

  • lance capital

    o gol

    Depois de um primeiro tempo ruim dos dois times, o Cruzeiro abriu o marcador aos 23 do segundo tempo, matando o Villa e confirmando a classificação.

A CRÔNICA
por Marco Antônio Astoni

Cruzeiro e Villa Nova cumpriram a formalidade de entrar em campo na noite desta quarta-feira, no Mineirão, para disputar a partida de volta pela semifinal do Campeonato Mineiro. Com a vitória celeste por 4 a 0 no primeiro jogo, só uma goleada por cinco ou mais gols de diferença daria a classificação ao Leão do Bonfim. A confiança dos anfitriões era tanta que o técnico Marcelo Oliveira resolveu lançar um mistão em campo, poupando titulares. E com um gol de falta de Egídio, a Raposa venceu por 1 a 0 e ratificou a classificação para decidir o título contra o arquirrival Atlético-MG.

Egidio comemora, Cruzeiro x Villa Nova (Foto: Vinnicius Silva/Agência Estado)Jogadores comemoram o gol de Egídio, que ratificou a vaga celeste (Foto: Vinnicius Silva/Agência Estado)

O público pagante – 10.965 torcedores, que proporcionaram uma renda de R$ 427.755 – não viu um bom jogo. O Cruzeiro apresentou futebol burocrático e lento, mas o suficiente para confirmar a 12ª vitória seguida na temporada.

A luta pelo 37° título mineiro começa neste domingo, às 16h (de Brasília), quando o Cruzeiro vai até o estádio Independência enfrentar o Galo. O segundo jogo está marcado para o outro domingo, dia 19, no Mineirão.

Partida lenta

Com uma equipe mista em campo, o Cruzeiro errava muitos passes e mostrava desentrosamento. Ciente da extrema dificuldade de cumprir o desafio que tinha, o Villa Nova fazia o papel de franco atirador: antes mesmo de a bola rolar, o meia Tchô afirmara que o Leão entraria em campo apenas para fazer uma boa partida. O tom já era de missão impossível.

Os lances de perigo no primeiro tempo foram raros. Se William Nobre, goleiro do Villa, teve pouco trabalho, Rafael, do Cruzeiro, foi um espectador de luxo. Diego Souza chegou a fazer um gol de cabeça, mas o árbitro anulou corretamente, apontando impedimento do meia cruzeirense.

Entre os 22 jogadores em campo, o mais interessado no jogo era o atacante Borges, que luta pela artilharia do Mineiro com Júnior Negão, do Tombense – seu rival tem um gol a mais (8 a 7). O cruzeirense mandou uma bola na trave, aos 35 minutos, além de ter se movimentado muito e dado opções aos companheiros, mas não conseguiu marcar pela oitava vez.

Gol solitário

A etapa final foi um pouco mais animada. O Cruzeiro demonstrou mais interesse no jogo, e o Villa soltou-se um pouco mais, ainda que não conseguisse criar jogadas que levassem perigo efetivo a Rafael. Os dois treinadores mexeram nos times, buscando mais dinamismo e velocidade. Marcelo Oliveira mandou a campo Ananias, Elber e Anselmo Ramon, e Alexandre Barroso colocou Renan e Michel Lucas.

Apesar da melhora na partida, os ataques de ambos os times permaneciam improdutivos, com as defesas levando a melhor em praticamente todos os lances. Assim sendo, só mesmo a bola parada para tirar o insistente zero do placar. Elber foi derrubado na entrada da área, e Egídio bateu com perfeição, aos 23, para fazer o gol da vitória.

Nos minutos finais, a torcida do Cruzeiro fazia a festa, cantando músicas de provocação ao Atlético-MG e comemorando a 15ª vitória em 16 partidas na temporada. Ao Villa Nova restou o consolo de terminar a competição com o título de campeão do interior e vagas na Série D deste ano e na Copa do Brasil de 2014.