Por Cleber Aguiar – Ex-lateral do Inter-RS é o oitavo reforço do Santos

Fonte: Folha Online

O lateral direito Nei é o oitavo reforço do Santos para 2013. De acordo com o presidente em exercício do clube, Odílio Rodrigues, o jogador realizará exames médicos ainda nesta segunda-feira para assinar contrato. O vínculo terá dois anos de duração.

“Está tudo certo”, afirmou o dirigente, logo após a apresentação do meia argentino Montillo, na Vila Belmiro.

Nei está com 27 anos e seu último clube foi o Internacional, que rescindiu com ele no fim de 2012. Livre no mercado, o atleta chega ao Santos apenas pelo custo de salários, luvas e comissão do empresário Joseph Lee.

A contratação foi um pedido do técnico Muricy Ramalho e serve como reposição para a saída de Bruno Peres. O jogador pertence ao Audax-SP, estava emprestado ao Santos até maio e acerta os últimos detalhes de um contrato válido por quatro temporadas com o Internacional.

Nei começou a carreira no Corinthians B e, além de Internacional e Santos, também defendeu o Atlético-PR. Os outros sete reforços do Santos são o zagueiro Neto, o lateral esquerdo Guilherme Santos, os volantes Marcos Assunção e Renê Júnior e os meias Montillo, Pinga e Cícero.

  Leo Barrilari/Frame/Folhapress  
O meia Danilo (dir.), do Corinthians, marca de perto o lateral direito do Internacional, Nei
O meia Danilo (dir.), do Corinthians, marca de perto o lateral direito do Internacional, Nei

ICFUT – TABELA DA 2º FASE ,GOLS , TABELA E LINK AO VIVO COPA SÃO PAULO DE JUNIOR 2013.

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LINK PARA JOGOS DA 2º FASE COPA SÃO PAULO JUNIOR 2013 – CLIQUE AQUI !

Segunda Fase
1 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
15/01/2013 15:00 (Ter) Paraná x Audax-SP Nicolau Alayon
15/01/2013 16:00 (Ter) América-MG x Ferroviária Antônio Soares de Oliveira
15/01/2013 16:00 (Ter) Velo Clube x Internacional-RS Benito Agnello Castelano
15/01/2013 16:00 (Ter) Santos x Náutico EM Jaguariúna
15/01/2013 16:00 (Ter) Grêmio Osasco x São Caetano José Liberatti
15/01/2013 16:00 (Ter) Atibaia x Sertãozinho Salvador Russani
15/01/2013 18:30 (Ter) Cruzeiro x Fluminense Martins Pereira
15/01/2013 21:00 (Ter) Palmeiras x Desportivo Brasil Arena Barueri
16/01/2013 16:00 (Qua) Atlético-PR x Mogi Mirim José Lancha Filho
16/01/2013 16:00 (Qua) América-SP x Juventude Benedito Teixeira
16/01/2013 16:00 (Qua) Grêmio x Coritiba Bento de Abreu
16/01/2013 16:00 (Qua) São Paulo x Santa Cruz-PE Luís Augusto de Oliveira
16/01/2013 16:00 (Qua) Botafogo-RJ x Fortaleza Joaquim de Moraes Filho
16/01/2013 16:00 (Qua) Figueirense x Atlético-MG Jorge Ismael de Biasi
16/01/2013 18:30 (Qua) Corinthians x Bahia Hermínio Ometto
16/01/2013 21:00 (Qua) Vasco x Goiás Palma Travassos

 

Primeira Fase

Por Cleber Aguiar – Baú da revista: Juvenal, o caubói solitário

Fonte: Portal UOL / Trivela UOL

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O homem tímido, o dirigente verborrágico. As duas faces de Juvenal Juvêncio, o presidente que desde 2006 transformou em trono seu gabinete no Morumbi

Juvenal Juvêncio não é um só. São dois. O marido é do tipo que não fala “eu te amo” e nem manda flores. O presidente do São Paulo adora falar palavras como “jaez” (qualidade) e “magnânimo”. O primeiro, mais reservado, é apresentado pela mulher. “Ele é um homem maravilhoso, um bom companheiro, mas nunca foi romântico. Quando quer me agradar, pede para os filhos falarem alguma coisa, nunca diz nada diretamente”, afirma dona Angelina, casada com o presidente do São Paulo desde 1954, quando ela tinha 17 anos e ele, 22.

A falta de romantismo tem a ver com a timidez, por mais que alguém que tenha visto Juvenal empunhando um microfone não concorde. Mas como duvidar de dona Angelina? “Ele é do interior, teve criação rígida. É tímido. E por isso, para compensar, é atirado. Quando foi falar com minha mãe, nem me avisou. Não deu tempo para fazer o meio de campo.”

A timidez da relação familiar some quando o homem público aparece. Este Juvenal é outro homem, verborrágico, dono de pausas profundas e adjetivos incomuns. Com o cabelo levemente despenteado, suando, ele domina a situação como se fosse um comediante de stand-up, com aquele sotaque que mistura o interior de São Paulo (ele é de Santa Rosa do Viterbo, a 307 quilômetros da capital) com os “esses” puxados que ficariam bem no Leblon.

Para que “eu te amo”, se ele pode falar que o São Paulo conquista títulos de muito jaez, que tem diretores magnânimos e de alta estirpe? Os arroubos verbais não são a única diferença entre os Juvenais. O marido é tratado com mel do interior. O presidente se trata com uísque escocês. O mel, abundante, é derramado sobre queijo minas, milho e banana no café da manhã. Tudo acompanhado por sucos diversos.

O uísque vem depois. Há pessoas que garantem ver Juvenal bebendo várias vezes por dia. Outros dizem que é só à noite. Todos afirmam que o único efeito é a vermelhidão no rosto e a língua mais solta. Não perde a pose. Não trança as pernas. Não dá vexame. Depois do café da manhã, Juvenal lê jornais de cabo a rabo. E “Esportes” nem é o caderno preferido. “Sabe todos os shows e filmes que estão na cidade e adora política. É fã da Dilma [Rousseff] e também lê livros sobre política. Fez cursos de oratória”, diz Angelina.

Um animal político. “Ele gosta mais de política do que de futebol. Seu herói é o Faria Lima, mas tem votado com a esquerda nos últimos tempos. Não é apenas a política partidária, mas a prática política. Ele gosta do jogo duro, das articulações, de bancar para ver, de apostar alto”, diz Marco Aurélio Cunha, ex-genro de Juvenal e vereador de São Paulo, eleito em outubro para o segundo mandato.

Juvenal gosta de pagar para ver. Vai até o fim em algumas apostas. Foram dois casos recentes. Em 2010, na eleição do Clube dos 13, se uniu a Fábio Koff, que era candidato contra Kleber Leite, apoiado por Ricardo Teixeira. Venceu a eleição, o que serviu de justificativa para que Andrés Sanchez, então presidente do Corinthians e aliado de Ricardo Teixeira, implodisse o Clube dos 13 e passasse a negociar diretamente com a TV Globo – e conseguir – cotas maiores para seu clube.

Não parou por aí. Coincidência ou não, a Fifa decidiu que o Morumbi somente seria a sede de São Paulo na Copa do Mundo se o clube bancasse reformas que custariam R$ 600 milhões. O clube não apresentou garantias bancárias e o Corinthians teve o direito de construir o seu estádio e ser a sede paulista do Mundial.

“O São Paulo não se verrrrga”, foi a resposta de Juvenal. Ele negociou uma reforma do Morumbi, com cobertura, arena de 25 mil lugares para shows e colocação de assentos nas arquibancadas. Além disso, rejeitou ceder os Centros de Treinamento de Cotia e da Barra Funda para treinamentos de seleções.

Apesar das divergências e desavenças, Juvenal e Andrés se falam bastante. Juvenal gosta de mostrar aos que estão ao seu lado o nome de Andrés quando o celular toca. Em outubro de 2011, porém, a relação estava em um ponto que parecia sem volta. Revoltado com Andrés, que havia dito que Dagoberto, então no São Paulo, iria para o Santos e que Romarinho (que foi para o Corinthians) estava chegando ao Morumbi, Juvenal acusou o presidente corintiano de ter “Mobral inconcluso”. Com requintes de crueldade, Juvenal foi no ponto – a baixa escolaridade – que mais aborrece Andrés. Pesquisou e tocou na ferida. Magoou o corintiano e ganhou pontos com sua torcida, que odeia Andrés.

Andrés reagiu. “Não sou ditador, de dar golpe. Sempre trabalhei em empresa privada, nunca trabalhei em lugares públicos. Não me formei na escola dele, que sabe muito bem fazer casas populares e vender”. Referia-se ao fato de Juvenal haver prorrogado o mandato no São Paulo e às suspeitas sobre a atuação dele como presidente da Cecap – órgão estadual responsável pela construção de casas populares – no segundo mandato do governador Laudo Natel (1971-1975).

Juvenal chegou à Cecap depois de ter se formado em Direito em São José dos Campos e ter sido candidato a vereador em 1965, em São Paulo. Pelo Partido Democrático Cristão (PDC), teve 7.935 votos e ficou com a quarta suplência. Foi chamado a assumir em seis oportunidades, completando 50 dias como vereador. Fez nove discursos e um projeto de lei. Juvenal propôs que novas licenças de táxi fossem concedidas apenas para quem tivesse carros amarelos. Para justificar seu pedido, citou metrópoles modernas que já apostavam na uniformização da frota.

De vereador do PDC e ocupante de cargo público em governo da Arena (a base de apoio à ditadura militar) a eleitor do PT. A trajetória pode mostrar alguém que trocou a direita pela esquerda. Não é o que pensa João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente de futebol do São Paulo. “Ele e muitos outros ocuparam cargos técnicos no governo do Laudo. Não tem a ver com direita. Ele deu emprego a Vilanova Artigas, arquiteto comunista”, diz.João Batista Vilanova Artigas (1915-1985) é o arquiteto que projetou o Morumbi. “É um dos ídolos do Juvenal”, diz Marco Aurélio Cunha. Neto do arquiteto, Marco Artigas Forti conta sobre a ligação entre eles: “O Juvenal conheceu o Artigas no concurso para o estádio do Morumbi, no final da década de 1940. Depois, voltou a ter contato com ele na Cecap, quando teve a coragem de nomear o Artigas coordenador de projeto na época em que ele estava sendo processado [1967] e cassado [1969]. Colocar comunista para fazer uma obra pública na ditadura? Precisava ter muita coragem.”

O presidente, que adora dizer-se um entendido em futebol e que vibra com a prática política, se dedica atualmente a estender seu poder no clube mesmo após sua saída. Ele faz de tudo para que em abril de 2014 haja uma chapa única no intrincado sistema eleitoral são-paulino, formada sob sua supervisão. “A arrogância dele chegou a esse ponto, mas não vai conseguir. Há muita gente nova fazendo política no clube, tentando chegar ao Conselho e ele não pode sufocar toda essa gente”, diz Edson Francisco Lapolla, que enfrentou Juvenal na última eleição e teve apenas sete votos. “Muita gente não votou porque achou que estaria legitimando o golpe dele”, completa.

O golpe a que se refere foi a mudança de estatuto patrocinada por Juvenal em 2008, aumentando o mandato do presidente de dois para três anos e permitindo uma nova reeleição. Assim, ele, que tomou posse em 2006, foi reeleito em 2008 e poderá ficar até 2014.

“A eleição está sub judice, ele perdeu na Justiça, mas é tudo lento. Ele continua no poder, mas se tiver que deixar o cargo dois dias antes do final do mandato, eu considerarei como uma vitória pessoal”, diz Lapolla, que afirma não haver cardeais no São Paulo, mas apenas um. “Esquece Leco [Carlos Augusto Barros e Silva], esquece João Paulo [de Jesus Lopes]. O Juvenal sempre foi o único líder”. Se vingar a chapa única, Juvenal, segundo Lapolla, procurará alguém de seu núcleo duro para ser o candidato. “Essa conversa de Rogério Ceni ou Adalberto Batista é lenda. Será Leco ou João Paulo.”

Luís Rosan, fisioterapeuta do clube, repete uma frase dita muitas vezes por Juvenal. “A instituição São Paulo não é um clube de esquina. Sofremos muito para construir nosso patrimônio e ele não pode cair nas mãos de um aventureiro”. Quando deseja convencer Juvenal a investir no seu setor, Rosan usa o estilo do dirigente e fala que “a instituição São Paulo” não pode ficar para trás. Ele se sensibiliza.

Rosan pensava em um nome para o novo setor de fisioterapia do clube. Queria algo relativo à palavra “núcleo”. Um dia, estava na Seleção e recebeu um telefonema de Juvenal: “Ele perguntou se eu sabia o que era ‘Refis’. Nem tive tempo de responder e ele falou que era um órgão do governo para socorrer empresas. E que a gente socorreria atletas. Então, sugeriu ‘Reffis’ com dois ‘efes’: Recuperação Esportiva Fisioterápica e Fisiológica. Não gostei, mas aceitei. Pensei que, quando voltasse a São Paulo, já teria pensado em um nome melhor. Só que ele já havia feito convites e cartazes.”

Hoje, no centro de treinamento de Cotia há um novo Reffis, com 7 mil metros quadrados. E, no Morumbi, há um terceiro, para associados e atletas olímpicos. No total, há aparelhos que custam R$ 10 milhões. Rosan se entusiasma ao definir Juvenal. “Ele é como JK [Juscelino Kubitschek]. É um centralizador, um tocador de obras, mas também é alguém que pensa à frente. Em dez anos no São Paulo, ele construiu o Ref-fis, Cotia e está reformando o Morumbi.”

Para Willamis de Souza Silva, o Souza, meia que marcou 47 gols em 133 jogos de 2003 a 2008, Juvenal é apenas Jota Jota. Nada de JK. Um dirigente que sabe o que o jogador quer. “O São Paulo nunca pagou bicho menor que o adversário. Um dia, a gente ia enfrentar o Corinthians, que era patrocinado pela Samsung. A gente era da LG. Aí, soubemos que a diretoria deles tinha prometido um bicho maior que o nosso e uma TV de 32 polegadas. Ele falou que ia pagar o dobro e que ia telefonar para o patrocinador, que prometeu uma TV de 45 polegadas. Maior que a deles. Ganhamos, é lógico.”

Em 29 de junho de 2005, O São Paulo jogou contra o River Plate, em Buenos Aires, pelas semifinais da Libertadores. O time viajou com o bicho combinado. Venceu por 3 a 2 e, entre abraços e gritos, Juvenal entrou no vestiário. Luisão, o centroavante, pegou uma bolsa na mão e chamou Juvenal. “Presidente, estou passando essa bolsa para o senhor. Se jogar para cima, é porque o bicho foi dobrado”. Juvenal arremessou a bolsa. Foi ovacionado.

O dinheiro é pago na hora. Nada de cheque, nada de transferência, dinheiro vivo. “A gente levava até pochete, dava um jeito para não dar na vista, mas o dinheirinho ia direto para casa. Jota Jota sabe do que a gente precisa”, lembra Souza.

Um dia, ele achou que Souza, Fabão e o lateral Junior mereciam um presente. Deu um cavalo para cada um. Manga-larga marchador, de seu haras, o Agropastoril Carolina, em Santa Rosa do Viterbo. Lá, ele tem 60 cavalos. Os mais famosos são os garanhões Grafite de Kakolê, de 11 anos, e Intacto da Nova Geração, de cinco anos. É filho de Maragato LJ, o que permite a Juvenal cobrar R$ 1,5 mil para cada cobertura de seus garanhões.

José Roberto Canassa, conselheiro vitalício que esteve ao lado de Juvenal nos 12 anos de oposição (1990-2002), hoje o vê totalmente recluso. “Ele se acha à prova de erros, não ouve ninguém e ficou arrogante. Brigou com a Federação Paulista, com o Corinthians, o Flamengo, o Palmeiras, o Santos, a CBF e a Fifa. Perdeu tudo. O Morumbi ficou fora da Copa, mas ele acha que está tudo bem.”

Carlos Augusto Barros e Silva, vice-presidente do clube, é muito ligado a Juvenal. “Um homem que pensa muito e decide o que vai fazer sem consultar ninguém. Ele comunica o que resolveu e faz com que todos defendam seu ponto de vista.” Mas essa não é a definição de um ditador? “Mas ele é um ditador. É um déspota esclarecido, mas tudo o que faz é para o bem do clube que dirige. Ele é imprescindível para o São Paulo”.

Marco Aurélio Cunha, ex-genro, sempre votou em Juvenal. Mas comandará uma chapa em 2014. “Serei candidato a presidente. Não gosto de falar em arrogância, mas o clube foi sendo tomado por certa soberba nos últimos anos. É preciso restabelecer laços de amizade com os coirmãos”, diz. Para definir Juvenal, Marco Aurélio Cunha é rápido. “É fácil ter uma relação de paixão e ódio com Juvenal. Ele é severo, duro, carismático e muito inteligente. É vigoroso e leal, mas muito desconfiado. Ele não aceita ser enganado e exagera imaginando que estão fazendo isso com ele. Discute as decisões com seu círculo mais próximo, mas as toma sozinho”. Essa não é a definição de um capo, de um chefe da Máfia? “Prefiro dizer que ele é um caubói. Um solitário caubói”.

Obs.: reportagem originalmente publicada na edição de janeiro/2013 da revista ESPN.

Por Cleber Aguiar – Paulistão: Acaba a “era Rivaldo” no Mogi Mirim e clube já tem novo comandante

Fonte:Futebolinterior.com.br

O ex-jogador vendeu sua parte do clube ao administrador Hélio Vasone Júnior

  O empresário Helio Vasone Junior, dono da empresa Energy Sports, que gerencia carreira de atletas, é o novo controlador do Mogi Mirim. 

Anteriormente detentor de 50% do clube, ele agora se tornou o único administrador do Mogi ao adquirir a parte que pertencia a Rivaldo Borba Ferreira, que por sua vez havia adquirido o controle da agremiação de familiares do ex-presidente Wilson Fernandes de Barros.

As negociações começaram no final de 2012 e se concretizaram oficialmente na última sexta-feira, dia 4. “Resta agora acertar apenas a parte burocrática. Contrato e alguns outros detalhes jurídicos. Mas, desde segunda-feira, 7, já respondo pelo Mogi Mirim”, afirmou Vasone ao Portal Futebol Interior.

Segundo o novo comandante do Sapo, o valor da transação não chegou aos R$ 12 milhões cogitados inicialmente, mas a negociação atingiu cifras significativas. “O valor não foi de R$ 12 milhões. Se fosse este valor, até eu (Hélio), venderia minha parte para ele (Rivaldo)”, brinca.

Vasone enfatizou que sua gestão será moderna e profissional e que não existirá espaço para o amadorismo. “Vou fazer uma gestão profissional. Não vai ter amadorismo. Além disso, vai ser moderna e os profissionais que não se enquadrarem nesta linha, terão que deixar o clube”, declarou.

“A sociedade com Rivaldo ocorreu como um casamento de litígio” brincou Vasone, que confirmou que as negociações foram tranquilas e com muito respeito entre as partes. “A transição foi realizada serenamente e pautada nos interesses de cada um”, completou.

O patrimônio do Mogi engloba também o Centro de Treinamento de Mogi Guaçu. Mas, em relação ao CT, Vasone preferiu não comentar e informou que maiores detalhes serão divulgados na próxima terça-feira, 15.

Na ocasião, a diretoria do Sapo apresentará todo o plantel de jogadores e novas camisas para o Paulistão, em evento no Bristol Zaniboni Hotel. Na oportunidade será oficializada também a transição de administração.

“Em relação ao CT de Mogi Guaçu não quero comentar neste momento. Vamos esclarecer todos os detalhes na terça-feira, com a presença do Wilson Bonetti, procurador de Rivaldo”, anunciou Vasone.

Com a intenção de estreitar o relacionamento com o poder público, Vasone se reuniu na segunda-feira com o prefeito Gustavo Stupp (PDT) e com o vice Gerson Rossi (PPS).

“Fui me apresentar e cumprimentar o novo prefeito de Mogi Mirim. Quero estreitar o nosso relacionamento. O Mogi tem muito a oferecer aos torcedores e à cidade”, argumentou.

Escolinhas
Após uma boa conversa, Gerson Rossi, que também acumula o cargo de Diretor do Departamento de Esportes da Prefeitura, convidou Vasone para percorrer a cidade e visitar algumas praças esportivas.

No roteiro, o Nias (Núcleo Integrado de Ações Sociais), o Estádio “José Geraldo Franco Ortiz”, o Lavapés, e o Estádio “Ângelo Rottoli”, o Tucurão. “Meu objetivo é investir nas escolinhas de futebol da cidade. Poderemos firmar uma parceria. E, assim, caso algum jogador tenha destaque, poderemos aproveitar nas categorias de base do Mogi”, informou Vasone.

Durante a transição, ficou acertado que Rivaldo terá participação apenas em eventuais negociações de atletas no decorrer da disputa do Paulistão. Após o encerramento da competição, o campeão mundial não terá mais nenhum vinculo com o clube.

“Quero o Mogi na Série B do Brasileiro”
Projetando grandes mudanças na administração do Mogi Mirim, Hélio Vasone declara que não medirá esforços para colocar o time na série B do Brasileiro em 2014. “Vamos investir pesado no segundo semestre. Meu objetivo e participar do Brasileiro da Série B em 2014”, confessou o dirigente.

Em relação ao Paulistão, Vasone também demonstrou motivação e promete dar todo o respaldo aos profissionais do clube durante a competição, mas anuncia que cobrará os resultados. “No mínimo quero ver o Mogi novamente como campeão do Interior. Vamos lutar por objetivos maiores neste Paulistão, mas não abro mão de assegurar a mesma campanha que conquistamos na temporada anterior”, informou.

Outra novidade na gestão de Vasone será a mudança do nome do Estádio “Romildo Vitor Gomes Ferreira”. O novo presidente do Sapo confirma que a nomenclatura atual não se manterá e possivelmente será feito um plebiscito com a participação dos torcedores para se definir o novo nome.

Alguns nomes estão na pauta de Vasone: do ex-presidente Wilson Fernandes de Barros, e de Vail Chaves, responsável pela cessão do terreno que abriga o estádio.

Outras ações também serão realizadas pela nova administração para reaproximar o torcedor. “Pretendo resgatar o torcedor e vê-los nas arquibancadas. Mas, para isso, temos que apresentar um bom futebol e um bom time dentro das quatro linhas. Este é um fator primordial”, comenta Vasone.

Promoções nos preços dos ingressos para os jogos disputados em Mogi Mirim também estão entre as prioridades da nova gestão. “Quero resgatar a participação da família no estádio. Então, temos que buscar diminuir o custo das entradas”, destacou.

Reafirmando o compromisso com o Mogi e com o torcedor, Vasone finaliza com uma proclamação arrojada. “Vou formar uma equipe de profissionais capacitados para me ajudar a administrar o clube, e tenho certeza que o Mogi e os torcedores vão ganhar muito com isso”.

 

 
 

Por Cleber Aguiar – Cuca indica Josué para o Atlético-MG, mas diretor de futebol volta a despistar

Fonte: lancenet.com.br

Volante de 33 anos, para defender o Galo na Libertadores, terá que conseguir a liberação antecipada do Wolfsburg (ALE), clube no qual é ídolo e tem contrato até o meio deste ano

Frederico Ribeiro

Josué - Wolfsburg (Foto: AFP)
Josué seria o nome ideal de volante para o técnico Cuca (Foto: AFP)

Diego Tardelli, um meia-atacante e um volante. Esses sãos os objetivos do Atlético-MG para fechar de vez o elenco que irá disputar a Copa Libertadores e o Estadual neste primeiro semestre. E, para a última posição citada, o nome de Josué é quem ocupa o status de prioridade.

Depois de enfraquecer o interesse em Adriano, que estaria livre para assinar contrato com qualquer equipe em fevereiro (mas que pediu cerca de 130 mil reais mensais para ficar em Santos), a diretoria do Galo sondou o empresário do jogador do Wolfsburg (ALE), que seria mais uma indicação de Cuca. Josué, atualmente, participa da preparação do time alemão para enfrentar a volta da Bundesliga, parada por conta do inverso rigoroso no país.

Com contrato até o final desta temporada europeia, que termina em meados de maio, o volante de 33 anos tentaria sua liberação junto aos diretores do Wolfs para poder voltar ao Brasil e defender o Atlético-MG antes mesmo de terminar o seu vínculo na Alemanha. O brasileiro, no entanto, poderá enfrentar uma certa resistência para conseguir sair do clube antes do previsto, pois, nesses cinco anos e meio defendendo o Alviverde alemão, ele se tornou um ídolo da torcida, tendo participado da conquista da Bundesliga em 2009.

Assim como Araújo, atacante contrato pelo Galo e que chega nesta terça para assinar contrato, Josué também foi um personagem importante no começo da trajetória profissional de Cuca como treinador, em 2003, pelo Goiás. Josué viria para atuar ao lado de Pierre e reforçar ainda mais o meio de campo defensivo, atuando na vaga de Leandro Donizete.

Apesar do interesse em Josué, o diretor de futebol Eduardo Maluf, como dita a política do clube, preferiu não dar pistas e se esquivou no assunto. 

– Não falamos sobre isso, porque pode atrapalhar as negociações. Portanto, não vamos comentar sobre especulações ou possíveis negociações – afirmou o dirigente alvinegro.

No entanto, por não ter definido o posicionamento oficial do Galo na questão do volante, Maluf pode ter confirmado as negociações. Isso porque, quando perguntado sobre Riquelme, ele deixou claro que o argentino nunca interessou ao Galo.

Por Cleber Aguiar – Montillo se apresenta, elege Neymar estrela do Peixe e o compara a Messi

Fonte: Globo.com

Reforço diz que astro santista, como o atacante do Barça, tem capacidade para decidir sozinho, mas promete ajudar a dividir a responsabilidade

Por Marcelo Hazan e Lincoln ChavesSantos, SP

O meia Montillo, enfim, assinou contrato de três anos com o Santos e foi apresentado como principal reforço do clube para a temporada, nesta segunda-feira, na Vila Belmiro. Antes de o jogador conversar com os jornalistas, ele e o vice-presidente Odílio Rodrigues reconheceram a dificuldade da negociação para tirar o atleta do Cruzeiro, que recusou as primeiras ofertas. Após muita insistência, a transferência deu certo. Pesou também a amizade do argentino com Neymar. Durante as conversas, o camisa 11 pediu para que o amigo atuasse no Alvinegro (assista ao vídeo acima). Os contatos começaram depois de um amistoso da Seleção. Jogar com o astro pesou na sua decisão. 

Vestido com uma camisa comemorativa com a inscrição “Montil10” (trocadilho com o nome e o número do jogador) e, posteriormente, com a 10 do Peixe, o principal reforço da temporada foi modesto. Ele rechaçou o status de astro e elegeu Neymar como a estrela do Santos. Além disso, disse que somente o atacante santista e o compatriota Messi, do Barcelona, são capazes de decidirem sozinhos uma partida. Ainda assim, sua vontade é ajudar Neymar e dividir a responsabilidade na busca por títulos.

Montillo apresentado no Santos (Foto: Lincoln Chaves / Globoesporte.com)Montillo visitou o Memorial das Conquistas do Peixe (Foto: Lincoln Chaves / Globoesporte.com)

– Atuar contra onze jogadores é difícil. Só Neymar e Messi podem ganhar um jogo sozinhos, mas a ideia não é essa. Queremos ajudá-lo a ser ainda melhor. Todos jogadores fazem um time, não podemos depender de um só jogador. A responsabilidade tem de ser dividida. Quero ser crucial para ajudar, mas a nossa estrela continua sendo o Neymar – definiu.

 

Montillo não escapou da famosa comparação entre Pelé e Maradona. Questionado sobre qual dos dois gênios da bola foi o melhor, o agora camisa 10 do Santos ficou em cima do muro. 

– Vou fugir, com certeza (risos). Pelé foi o melhor na época dele e Maradona também.  Não vou brigar por ninguém. O Pelé marcou mais de mil gols e o Maradona nos deu uma Copa do Mundo. Fico feliz por isso, por ser argentino. São dois gênios da bola – elogiou.

Depois de ser apresentado, Montillo conheceu o Memorial das Conquistas, localizado na Vila Belmiro, deu autógrafos a torcedores, posou para fotos e recebeu um livro comemorativo do centenário do clube, celebrado no ano passado. O jogador ainda viu de perto as taças dos dois Mundiais de Clubes (conquistados em 1962 e 63) e as três Libertadores conquistadas pelo Peixe em 1962, 63 e 2011.

Para comprar 60% dos direitos econômicos de Montillo, o Santos pagou 6 milhões de euros (R$ 16 milhões) e cedeu o volante Henrique ao Cruzeiro. O jogador é a contratação mais cara da história do clube.

montillo Santos museu (Foto: Lincoln Chaves / Globoesporte.com)Montillo diz que Neymar resolve sozinho, mas promete ajudar (Foto: Lincoln Chaves / Globoesporte.com)

Por Cezar Alvarenga – Valdivia mal começa a treinar e já machuca o tornozelo.

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O ano de 2013 começou da mesma forma que 2012 terminou para Valdivia. O chileno machucou o tornozelo esquerdo após choque com Henrique no treino desta segunda-feira e teve que deixar o gramado da Academia de Futebol carregado pelos médicos do clube. O meia não escondeu a dor e nem a decepção e deixou o campo chorando.

 

A atividade desta segunda consistia em duelos de ataque contra defesa. Em um deles, o zagueiro Henrique deu um carrinho para tentar desarmar Valdivia. O chileno caiu e já não conseguiu se levantar. O meia foi atendido ainda no gramado pelos médicos do clube, mas acabou saindo de campo carregado pelo companheiro Maurício Ramos.

O médico alviverde, Otávio Vilhena, não quis dar previsões sobre a lesão e sobre o tempo que o chileno poderia ficar fora. Fato, é porém, que o meia já preocupa para o começo de temporada. A estreia do Palmeiras no Campeonato Paulista já no domingo, contra o Bragantino.

Valdivia não entra em campo desde o dia 6 de outubro. O chileno teve uma lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo no jogo diante do São Paulo e não participou da fase final da campanha do rebaixamento do Palmeiras. No começo de ano, o meia ainda criou mais polêmica por não se reapresentar no dia combinado. Ele alegou que estava se tratando no Chile.

Por Cleber Aguiar – Suposta nova camisa tricolor tem mudanças basicamente na gola

Fonte: Gazetaesportiva.net

A menos de uma semana da apresentação oficial da coleção, vazaram os supostos novos uniformes de jogo do São Paulo – a reportagem não conseguiu contato com o departamento de marketing do clube para confirmar a veracidade das imagens. Na mudança de fornecedora do material esportivo, a principal alteração na camisa principal ficaria basicamente por conta da gola.

O desenho da Penalty deixou as linhas tricolores da gola (agora aparentemente um pouco maior e menos plana) para o lado de dentro. De resto, não há nenhuma grande novidade.

Já na segunda camisa, uma gola V tricolor substitui a gola redonda toda vermelha da Reebok, e as mangas passam a ser inteiramente pretas, em vez das antigas que acompanhavam a coloração tricolor do restante do modelo.

A nova coleção será apresentada na quinta-feira, no bar temático do Morumbi. Estarão presentes, além de representantes da empresa e do clube, também jogadores do elenco são-paulino.

Arte GE.Net

Mudança principal foi no modelo 2, que agora teria manga inteiramente preta (Arte: Maurício Rito)

Na pré-temporada que vem sendo realizada no CT de Cotia, atletas e membros da comissão técnica já utilizam uniformes de treino, mas os novos reforços vêm sendo apresentados com uma camisa genérica, a mesma utilizada na Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Comunicado divulgado em 1º de janeiro informou que o acordo, válido até 2015, renderá mais de R$ 35 milhões anuais ao São Paulo. O cálculo inclui um pagamento fixo, valores a serem pagos através do fornecimento de uniforme e também premiações por desempenho.

Por Cleber Aguiar – Documentação chega e Montillo será apresentado na Vila nesta segunda

Fonte: Lancenet.com.br

Segundo a assessoria de imprensa do clube, ainda não há definição se a apresentação da contratação mais cara da história do Peixe será aberta ao público

Montillo - Santos (Foto: Ivan Storti)
Montillo já treina com o grupo alvinegro desde o início da semana (Foto: Ivan Storti)

A tão esperada documentação aportou na Vila Belmiro e o meia Montillo, principal reforço do Santos em 2013, enfim, poderá ser apresentado com as cores alvinegras. O argentino tem encontro marcado com os jornalistas nesta segunda-feira, na Vila Belmiro, às 12h30.

Segundo a assessoria de imprensa do clube, ainda não há definição se a apresentação do novo camisa 10 do Peixe será aberta ao público. De certo, por enquanto, apenas a convicção da primeira entrevista coletiva do atleta e as tradicionais poses para fotos.

Trabalhando com o grupo desde a última terça-feira, no CT Rei Pelé, Montillo corre contra o tempo para ficar à disposição do técnico Muricy Ramalho. Nos últimos dias, o jogador já iniciou os trabalhos com bola no gramado e mostrou estar perto da forma física ideal.

Caso mantenha o ritmo forte dos últimos treinamentos, a expectativa é que o jogador comece a participar dos treinos coletivos na próxima semana e esteja apto para o amistoso de apresentação do elenco 2013 nesta quarta-feira, no Pacaembu, às 20h30.

Na estreia do Peixe no Paulistão, no próximo dia 20, contra o São Bernardo, no Estádio Primeiro de Maio, o argentino, protagonista da contratação mais cara da história do Peixe, deve estar entre os 11 titulares da equipe alvinegra.