Por Cezar Alvarenga – Primeiro Mundial de Clubes vencido pelo Corinthians em 2000, passando por Real Madrid e Vasco.

Fonte: Yahoo Esportes!

Algumas consideraçoes do Mundial de Clubes 2000:

10 – Quem entregou o troféu ao Corinthians? O presidente da Fifa, Joseph Blatter. Quem entregou o troféu aos vencedores da Copa Intercontinental? Algum executivo de uma montadora de carros.

9 – O Vasco da Gama era muito mais forte que a maioria dos adversários de final de Copa Intercontinental. O ataque só tinha Romário e Edmundo. E mesmo cansado de duas temporadas pesadas, o bicampeão brasileiro Corinthians foi campeão.

8 – Na Espanha chamam esse torneio de “Mundialito”. Sem nenhuma conotação negativa. Pois quando o Real Madri perdeu o torneio, o time mudou. Fernando Morientes, um dos astros na conquista da Liga dos Campeões de 2000, meses depois, tomou o lugar do francês Nicolas Anelka. Que foi mal no Mundial.

7 – Campeonato mundial pressupõe a participação do mundo. Quem ganhou a Taça Intercontinental nunca teve de enfrentar adversários de fora da Europa. O Corinthians teve: Raja Casablanca (Marrocos), Al-Nassr (Arábia Saudita), Real Madrid (Espanha) e Vasco da Gama (Brasil).

6 – O Necaxa não pode ser terceiro do mundo em 2000, mas o Mazembe pode ser vice-campeão em 2010? Sério?

5 – O Manchester United desistiu de jogar a FA Cup pela primeira vez em décadas só para disputar o mundial no Brasil. Se o desempenho deles não esteve à altura de um campeão europeu, problema deles.

4 – Se não teve edição em 2001, isso nada tem a ver com o Corinthians. Tem a ver com a falência da ISL, empresa de marketing esportivo ligada à Fifa. A competição seria na Espanha e já tinha até sorteio, com o Palmeiras como um dos cabeças-de-chave.

3 – Consulte o site de gigantes europeus como o Milan. Eles distinguem a Copa Intercontinental do Mundial de Clubes — mesmo tendo ganhado os dois. Qual é mesmo o nome do torneio que o Corinthians venceu?

2 – O formato é exatamente o mesmo do atual. Quando o torneio acontece no Japão, o campeão japonês joga. Ano que vem será no Marrocos e o campeão marroquino jogará. O Corinthians era campeão do Brasil, sede daquela edição.

1 – o torneio se chamava Mundial de Clubes da FIFA. Quer que desenhe?

ICFUT – TOP 10 ÚLTIMAS PARTICIPAÇÕES BRASILEIRAS NO MUNDIAL DE CLUBES

Fonte: futirinhas

O Corinthians já chegou no Japão, onde vai disputar o Mundial Interclubes 2012. Relembre as últimas participações brasileiras nessa competição.

1992 – São Paulo

São Paulo 2 x 1 Barcelona

Na Libertadores o São Paulo fez a final contra o Newells e levou a melhor, enquanto o Barcelona passou pela Sampdoria na Champions League. A decisão entre os brasileiros e espanhóis foi em Tokyo. O Barça abriu o placar com um golaço de Stoichkov, mas permitiu a virada são-paulina com dois gols de Raí:

São Paulo FC : Zetti; Vítor; Adílson; Ronaldão e Ronaldo Luís; Pintado; Toninho Cerezo (Dinho) e Raí; Cafú; Müller e Palhinha. Técnico: Telê Santana.

FC Barcelona : Zubizarreta; Koeman; Ferrer e Eusébio; Amor; Bakero (Goikoetxea); Guardiola e Witschge; Michael Laudrup; Stoitchkov e Beguiristain (Nadal). Técnico: Johan Cruyff.

 

1993 – São Paulo

São Paulo 3 x 2 Milan

O São Paulo faturou o bi da Libertadores em cima da Universidad Católica e enfrentou o Milan, vice-campeão da Champions. Naquela temporada, o então campeã, Olympique de Marsseile, foi suspenso pela UEFA, por corrupção no campeonato francês. No entanto, o título europeu foi mantido. Na decisão em Tokyo, mais uma vez deu São Paulo.

São Paulo FC: Zetti, Cafu, Válber, Ronaldão e André; Dinho, Doriva, Toninho Cerezo e Leonardo; Müller e Palhinha (Juninho). Técnico: Telê Santana.

A.C.Milan: Rossi, Christian Panucci, Alessandro Costacurta, Franco Baresi e Paolo Maldini; Demetrio Albertini (Alessandro Orlando), Roberto Donadoni e Marcel Desailly; Massaro, Papin e Florin Raducioiu (Mauro Tassotti). Técnico: Fabio Capello.

 

1995 – Grêmio

Grêmio 0 x 0 Ajax

O Grêmio de Felipão levou a Libertadores de 1995 passando pelo Atlético Nacional, da Colômbia, nas finais. Assim, enfrentaria o poderosíssimo Ajax, que havia encantado a Europa e batido o gigante Milan. A decisão foi para os pênaltis após um eletrizante 0 a 0, e deu Ajax, no Japão.

Ajax: Edwin Van der Sar, Frank de Boer, Michael Reiziger, Winston Bogarde, Danny Blind, Ronald de Boer, Edgar Davids, Jari Litmanen (Martijn Reuser), Finidi George, Patrick Kluivert, Marc Overmars (Nwankwo Kanu). Técnico: Van Gaal

Grêmio: Danrlei, Arce, Rivarola, Adílson Batista, Dinho, Roger , Paulo Nunes, Luís Carlos Goiano, Jardel (Magno Mocelin), Arílson (Luciano Williames), Carlos Miguel(Gélson da Silva). Técnico: Luis Felipe Scolari

 

1997 – Cruzeiro

Cruzeiro 0 x 2 Borussia Dortmund

O Cruzeiro venceu a sua segunda Libertadores diante do Sporting Cristal, vencendo os peruanos por 1 a 0 no Mineirão, com um gol antológico de Elivélton. Depois de 21 anos voltariam a decidir o Mundial, novamente contra os alemães, mas dessa vez os amarelos do Borussia Dortmund, que derrubaram a Juventus para conquistar a Champions. Mais uma vez, deu Alemanha, o Borussia comandado por Andreas Moller venceu o Cruzeiro de Dida por 2 X 0.

Cruzeiro: Dida, Vítor, João Carlos, Gonçalves, Elivelton, Fabinho, Ricardinho, Cleison, Palácios (Marcelo Ramos), Bebeto, Donizete. Técnico: Nelsinho.

Borussia: Krol, Reuter, Feiersinger, Júlio César, Henrick, Freund, Paulo Sousa, Moller, Chapuisat (Decheiver), Zorc (Kirovski), Herrlich. Técnico: Nevio Scala

 

1998 – Vasco

Vasco 1 x 2 Real Madrid

O Vasco de 1998 era um timaço e por isso levou a Libertadores, ao vencer o Barcelona de Guayaquil. O Real Madrid, também com um elenco fortíssimo, venceu a Champions passando pela Juventus. Num grande jogo em Tokyo, o Real levou com um golaço de Raul.

Vasco – Carlos Germano, Vagner (Vítor), Odvan, Mauro Galvão, Felipe, Luisinho (Guilherme), Nasa, Juninho, Ramón (Válber), Donizete e Luizão. Técnico: Antônio Lopes

Real Madrid – Ilgner, Hierro, Sanchez, Sanz, Panucci, Redondo, Seedorf, Roberto Carlos, Sávio (Suker), Mijatovic (Jami) e Raul. Técnico: Guus Hiddink

 

1999 Palmeiras

Palmeiras 0 x 1 Manchester

Mais uma vez Luis Felipe Scolari na decisão, gosta de um torneio mundial esse moço. Dessa vez com o Palmeiras, campeão da Libertadores em cima do Deportivo Cali. O adversário do Verdão seria o gigante Manchester United, maravilhosamente campeão da Champions de 1998-99 numa decisão espetacular e emocionante contra o Bayern de Munique. Em Tokyo, deu Red Devils, 1 x 0.

Palmeiras: Marcos, Arce, Júnior Baiano, Roque Júnior, Júnior, César Sampaio, Galeano (Evair), Alex, Zinho, Asprilla (Oséas), Paulo Nunes (Euller) Técnico: Luiz Felipe Scolari

Manchester United: Bosnich, G.Neville, Silvestre, Stam, Irwin, Keane, Butt, Beckham, Giggs, Solkjaer (Yorke), Scholes (Scheringham) Técnico: Alex Ferguson

 

2005 – São Paulo

São Paulo 1 x 0 Liverpool

Depois de um hiato de seis anos, a Taça da Libertadores voltava às mãos brasileiras, dessa vez de velho conhecido, o São Paulo, que na final venceu o também brasileiro Atlético Paranaense. No Velho Continente, Liverpool e Milan fizeram uma final histórica, os italianos venciam por 3×0 mas os ingleses chegaram ao empate e venceram nos pênaltis. Ainda no Japão, mas não mais em Tokyo, agora em Yokohama, deu São Paulo com gol de Mineiro.

São Paulo: Rogério Ceni; Fabão, Lugano e Edcarlos; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Júnior; Amoroso e Aloísio (Grafite). Técnico: Paulo Autuori

Liverpool: Reina; Finnan, Carragher, Hyypia e Warnock (Riise); Sissoko (Pongolle), Gerrard, Xabi Alonso, Luís Garcia e Kewell; Morientes (Crouch). Técnico: Rafa Benítez

 

2006 Internacional

Internacional 1 x 0 Barcelona

O São Paulo sonhava repetir 1992/1993, mas o Inter não permitiu e bateu o tricolor paulista nas finais da Libertadores. Na Europa, Ronaldinho dava show, e o Barça, pra variar, encantava. Mas não contavam com a astúcia dele, Adriano Gabiru. Deu Inter em Yokohama.

Internacional: Clemer, Ceará, Fabiano Eller, Índio e Rubens Cardoso; Wellington Monteiro, Edinho, Alex (Vargas) e Fernandão (Adriano); Iarley e Alexandre Pato (Luiz Adriano). Técnico: Abel Braga

Barcelona: Valdez, Zambrotta (Belletti), Puyol, Márquez e Bronckhorst; Motta (Xavi), Iniesta, Deco e Giuly; Ronaldinho e Gudjohnsen (Ezquerro) Téc: Frank Rijkaard

2010 – Internacional

2010 Inter 0 x 2 Mazembe

É difícil falar em vexame estando em um Mundial. O time só para disputar tal torneio precisa ser campeão continental. No caso, o Inter havia vencido o Chivas Guadalajara nas finais da Libertadores. Ou seja, a simples presença é um mérito. Mas o Inter conseguiu ser taxado de vexame por muita gente em 2010, quando foi eliminado antes da decisão do Mundial, para o Mazembe, da África do Sul, equipe muito mais inexpressiva e fraca que o Colorado. O goleirão Kidiaba manda lembranças.

Internacional: Renan; Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Wilson Mathias, Guiñazu, Tinga (Giuliano) e D’Alessandro; Rafael Sobis (Oscar) e Alecsandro (Leandro Damião). Técnico: Celso Roth

Mazembe: Kidiaba; Nkulukuta, Kimwaki, Ekanga e Kasusula; Mihayo, Kaluyituka e Bedi; Kasongo, Kabangu (Kanda) e Singuluma. Técnico: Lamine N’Diaye

 

2011 – Santos

Santos 0 x 4 Barcelona

A final do Mundial de 2011 prometia. O Santos liderado por Neymar, que encantava com seus dribles e gols, contra o Barcelona de Messi, Xavi e Iniesta, que ensinava futebol aos adversários. E com o Santos não foi diferente, os brasileiros esqueceram de qualificar o restante do time e em campo foi um baile do Barça. O Santos havia batido o Peñarol nas finais da Libertadores, enquanto o Barça venceu o Manchester em Wembley.

Santos: Rafael; Edu Dracena, Bruno Rodrigo e Durval; Danilo (Elano), Henrique, Arouca, Paulo Henrique Ganso (Ibson) e Léo; Neymar e Borges (Alan Kardec). Técnico: Muricy Ramalho

Barcelona: Valdés; Daniel Alves, Puyol (Fontas), Piqué (Mascherano) e Abidal; Busquets, Thiago Alcântara (Pedro), Xavi, Iniesta e Fábregas; Messi. Técnico: Josep Guardiola

ICFUT – SENSACIONAL! UM EMAIL DE DENER PARA NEYMAR

Fonte: futirinhas

Pra quem não sabe ou não viu, Dener foi um ESPETACULAR jogador de futebol que surgiu na Portuguesa de Desportos e endiabrava defesas adversárias com seus dribles e arrancadas sensacionais. Infelizmente, quando o jogador defendia o Vasco da Gama, por empréstimo, aos 24 anos, acabou falecendo após um acidente de carro, onde ficou preso e sufocado pelo cinto de segurança do veículo. Veja um vídeo de Dener em ação:

 

Veja o email de Dener para Neymar abaixo. Achei simplesmente SENSACIONAL. Acompanhe:

De Dener@alegria para Neymar@ousadia

Meu querido Neymar,

O Garrincha está de prova. Aqui na eternidade, onde o gramado está sempre verde, o bandeira não erra e a torcida da China é maioria, só você e o Messi chamam tanta a atenção quanto o George Best e o Didi. O Puskas ficou todo orgulhoso quando você ganhou o prêmio de gol mais bonito do ano, que leva o nome dele. Mostrava para todo mundo sua jogada contra o Flamengo e dizia num português sem sotaque (milagres acontecem): é o meu garoto!

Eu digo para todo mundo, desde que te vi jogando com 14 anos, lá em Santos, que você nunca seria o Pelé. Você é um dos nossos. Primeiro foi o Garrincha. Depois, eu. Agora, você. Nosso negócio não é fazer centenas de gols para não ser esquecido. É fazer um, dois, talvez dez gols que sempre vão ser lembrados. Você não sabe disso, mas a transmissão dos jogos das categorias de base do futebol do mundo sempre foi um pedido dos boleiros. Ele só foi atendido quando o presidente Kennedy interveio. Ele é americano, mas, como bom descendente de irlandeses, aprendeu a gostar muito de futebol. Ele é seu fã desde que você dava os primeiros tapas na bola. Ele lamenta muito que Freddy Adu não tenha um décimo do seu talento.

Por isso escrevo esta carta. Sua rivalidade não é com Messi. É com a história. Não caia na pilha do Pelé porque pouco importa quem é maior ou menor agora. O que importa é como as pessoas vão se lembrar de você em 20 anos e quantas pessoas você vai inspirar por décadas sem fim. Eu e o Garrincha não sabemos mexer muito bem com o You Tube, mas o Steve Jobs, desde que chegou aqui, tem dado uma força. Você tem de ver a cara do Garrincha quando ele soube que a molecada vê os gols dele até hoje. É sensacional ler os comentários sobre o meu gol contra o Santos, em 1992. Aliás, repare na coincidência: é o mesmo ano em que você nasceu!

Ando preocupado contigo porque você anda caindo demais. Eu sei que os zagueiros pegam pesado, mas algumas das suas quedas são constrangedoras. Você tem de ver a cara do meu amigo Ziembinski, o homem que revolucionou o teatro no Brasil, durante o amistoso da Seleção com o Reino Unido. A cada queda forçada, ele batia com tanta força na mesa que os querubins tiveram de intervir. O homem detesta cena mal feita. Puskas também ficou chateado.

O meu ponto é: craque como a gente só cai quando não tem jeito. O Garrincha apanhava mais do que o Chael Sonnen, mas tentava ficar de pé. Reveja os lances dele contra a União Soviética, na Copa de 1958. O Steve Jobs diz que está tudo no YouTube. Eu, quando joguei no Grêmio, senti na perna o que é o zagueiro gaúcho. Eu sei que os caras batem. Eu sei que não é fácil carregar um talento tão grande. A inveja é grande, o ressentimento é maior. Mas as pessoas são lembradas pelo que fazem, não pelo que deixaram de fazer. Se você cai mais do que faz gols, será lembrado muito mais como o homem que nunca fica de pé do que pelo artista que você é.

Por isso, faço um apelo: prefira o gol a queda. É uma das poucas coisas que você pode se inspirar no Messi, que não cai e faz até o Jorge Luis Borges gostar de futebol. Jogue de pé. Fique de pé. E seja o primeiro homem da nossa linhagem a ser eleito o melhor jogador do mundo. Se você conseguir, é capaz até de adiarem o fim do mundo (que não será em 2012).

Abraços com ousadia e alegria, do seu fã,

Dener.

ICFUT–TODOS OS MELHORES JOGADORES DO MUNDO

Fonte: futirinhas

O prêmio de melhor jogador do mundo da FIFA começou em 1991 e há alguns anos se juntos com o prêmio da revista France Futebol chamando Ballon D’Or (Bola de Ouro), que já existia há mais de 50 anos. Porém, antes da junção, em 2009, havia divergências nas premiações. Tanto que em 2006, o vencedor da pela revista foi o tcheco Pavel Nedved, da Juventus, que sequer figurou no Top 3 da FIFA. Portanto, aqui vai a lista de todos os melhores do mundo da FIFA. Acompanhe:

Por Cleber Aguiar – Quando o cotovelo tricolor resolve falar do glorioso Santos FC.

Por Cleber Aguiar – Nação santista. Quando um acéfalo dirigente de segunda linha do SPFC, resolve abrir a boca só poderia acabar em merda mesmo. Acredito que o distinto dirigente pretendia aflorar seu lado “tricolor” e resolveu usar o Santos como bode espiatório e comparar o Peixe com equipes (que embora mereçam respeito ) como Portuguesa e Juventus, não tem a mesma tradição e hitórico de conquistas do Santos FC.

Talvez o feliz e eufórico dirigente tricolor, tenha resolvido citar o Santos devido às  diversas eliminações frente ao alvinegro praiano em decisões do tipo “mata-mata”  nos últimos anos. Não podemos deixar de falar que a gratidão do “aflorado”  pelos arqui-rivais Corinthians e Palmeiras venham do passado devido a um famoso jogo chamado ” JOGO DAS BARRICAS “  que  Palestrinos e Corintianos salvaram o São Paulo de sua falência , isto é fato real vejam as provas :

Fonte: Cruzdesavoia.wordpress.com

JOGO DAS BARRICAS, 03/07/1938 

21/07/2009 por Seo Cruz
Primeiramente, vamos reproduzir na íntegra a página 10 da Folha da Manhã, datada de 1 de Julho de 1938 (sexta-feira):
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Comprovado o registro, vamos dissecar a notícia em si, reproduzindo a matéria em questão e transcrevendo os techos em destaque: os amigos verão que, além do “Jogo das Barricas” não passar de um pedido de esmola da diretoria leonor para sanar suas dívidas, o torneio contou com o apoio dos órgãos de imprensa da época e da Liga de futebol paulista, que organizava (e teve que interromper, em prol do São Paulo) o torneio estadual:

Sob o patrocínio do São Paulo F. C. realizar-se-á no proximo domingo, no campo do Palestra, no Parque Antarctica, um interessante torneio futebolístico (…)”

* “Conhecidos os quadros que tomarão parte no festival do tricolor, que são: Corinthians, Palestra, Portugueza de Esportes e o promotor do torneio, vemos logo que, se o sorteio for “camarada”, indicará a realização do maior prelio que o futebol paulista póde offerecer: Palestra vs. Corinthians.”

* “A FINALIDADE DO FESTIVAL – O torneio do próximo domingo do Parque Antarctica deve merecer de todos os bons esportistas de S. Paulo o seu incondicional apoio, visto a sua renda destinar-se a um fim nobilitante, como seja o de prestar auxilio moral e financeiro a um clube, legítimo representante do futebol bandeirante, como é o São Paulo que, lutando com as difficuldades proprias do momento, vem atravessando uma crise (…)“

* “UM APPELLO AOS FANS – Os socios do São Paulo, Palestra, Corinthians e Portugueza de Esportes, têm o direito de não pagar ingresso. Por nosso intermedio, no entanto, é feito um appello a todos os torcedores, indistinctamente, para collaborarem com a sua parcella, visto a sua renda reverter em beneficio do proprio futebol local.”

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Se o amigo já achou suficientemente humilhante o clube da elite paulistana (a casta que representava os herdeiros dos barões do café) vir à publico pedir esmola – ou se você estranhou a benevolência de um jornal de grande circulação ao abraçar com tanto gosto essa ‘campanha’, a ponto de pedir que os sócios de todos os clubes esvaziassem os bolsos, espere que que a coisa piora bastante.

Senão, vejamos a edição de sábado, véspera do ‘interessante torneio’.

N.C.: Assim como fizemos acima, reproduziremos primeiro o registro na íntegra (agora a folha 9 da edição de sábado, 2 de julho de 1938, da mesma Folha Da Manhã), e logo após ampliaremos um trecho em destaque, com a devida transcrição dos pontos relevantes:

Após a clara mudança de foco (agora trata-se de um “festival” com taça e tudo, mas cuja maior atração ainda era o possível encontro entre Palestra x Corinthians), o jornal reforça seu apelo e revela um estranho e “incondicional apoio” da L.F.E.S.P. (órgão que se equivalia à atual F.P.F., no que tange sua autoridade sobre os clubes do estado) ao São Paulo.

À transcrição que choca pela sinceridade ingênua, amici:

* “A LIGA NÃO COBRARÁ PORCENTAGEM – Conforme é corrente, a renda do festival em questão será em beneficio do São Paulo F. C., tanto assim que esse clube, pede, por nosso intermedio, que todos os affeiçoados contribuam com sua parcella, adquirindo ingresso, apesar do direito que assiste aos socios do São Paulo, Palestra, Portugueza de Esportes e Corinthians de não pagarem entradas.

A L.F.E.S.P. querendo contribuir para o maior exito financeiro do festival abriu mão da porcentagem que lhe cabe, dando assim um bello exemplo do seu incondicional apoio ao tricolor.

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Ainda falta publicar detalhes desse “fantástico festival”, mas o jornal, que tantos apelos fez à população para que salvassem o São Paulo da bancarrota, pagando ingressos, não publica a renda do encontro, em outras duas páginas que me chegaram (dando conta do resultado do torneio).

O texto ficaria muito longo se eu não destrinchasse este post em duas partes, mas acho que até aqui já provamos um ponto: Palestra, Corinthians e Portuguesa salvaram Madame da falência iminente, o que era fato, em uma série de amistosos promovidos no Palestra Italia, em 3 de julho de 1938.

O Jogo das Barricas existiu, como se vê. A farsa administrativa e a empáfia daquela gente, no entanto, sobrevive até hoje. Muito em parte por nossa culpa.

Vamos comparar a história do Santos FC e do dirigente  fanfarão do São Paulo.

Fonte: terceirotempo.bol.uol.com.br

João Paulo de Jesus Lopes
Dirigente do São Paulo

por Diogo MiloniJoão Paulo de Jesus Lopes é um dirigente que tem sua história traçada em paralelo com a trajetória do São Paulo Futebol Clube. Em 2011, na presidência de Juvenal Juvêncio, João Paulo assumiu a função de vice-presidente de futebol.

Natural de São Paulo, João Paulo nasceu em 1949 e formou-se em Engenharia Civil. Em 1973, era assessor do então governador Laudo Natel, o mesmo homem que o levaria para o Tricolor Paulista, seis anos mais tarde.

Ainda fora do futebol, entre 1974 e 1982, foi gerente de projetos do Banco de Desenvolvimento de São Paulo, entre 1982 e 2000, atuou na vice-presidência da holding do Grupo Abril-CLC.

No São Paulo, foi diretor adjunto de futebol de 1980 à 1990 e conselheiro eleito entre 1986 e 1990. Retornou ao clube em 2002, após a vitória de Juvenal Juvêncio no pleito daquele ano. Com o clube do Morumbi, estava presente nas conquistas de inúmeros títulos.

Foram sete Campeonatos Paulistas, três Campeonatos Brasileiros, uma Copa Libertadores da América e um Mundial de Clubes.

Em 2011, João Paulo de Jesus Lopes vivia com a expectativa de poder assumir a presidência do Tricolor, já que é o substituto natural do então mandatário Juvenal Juvêncio.

Santos FC
Fonte: Santosfc.com.br

História

A Trajetória

O Santos FC foi fundado no dia 14 de abril de 1912, por iniciativa de três esportistas da Cidade (Francisco Raymundo Marques-foto-, Mário Ferraz de Campos e Argemiro de Souza Júnior) que convocaram uma assembleia na sede do Clube Concórdia (localizado na Rua do Rosário nº18, na parte superior da antiga padaria e confeitaria Suissa – Atual Avenida João Pessoa), para a criação de um time de futebol. Durante a reunião, surgiu a dúvida quanto ao nome que seria dado a essa agremiação. Várias sugestões apareceram: Concórdia, África, Brasil Atlético, entre outros. Mas os participantes da reunião aclamaram, por unanimidade, a proposta de Edmundo Jorge de Araújo: a denominação Santos Foot-Ball Club.

 

Rua do Rosário, 18, endereço do local de fundação do clube

 A primeira diretoria foi formada por:
Presidente – Sizino Patusca (foto)
Vice-presidente – George Cox
1º secretário – José G. Martins
2º secretário – Raul Dantas
1º tesoureiro – Leonel Silva
2º tesoureiro – Dario Frota
Os diretores eram: Augusto Bulle, João Carlos de Mello, Henrique Cross, Francisco Raymundo Marques, Cícero F. da Silva e Jomas de C. Pacheco.

A primeira apresentação do time, considerada como jogo-treino, ocorreu no dia 23 de junho de 1912, no campo da Villa Macuco, contra um combinado local. O confronto foi vencido pelo Santos pelo placar de 2 a 1, com gols de Anacleto Ferramenta e Geraule Ribeiro. O time entrou em campo com: Julien Fauvel; Simon e Ari; Bandeira, Ambrósio e Oscar; Bulle, Geraule, Esteves, Fontes e Anacleto Ferramenta.

O primeiro jogo tido como oficial aconteceu apenas em 15 de setembro de 1912. O Santos venceu o Santos Athletic Club (atual Clube dos Ingleses) por 3 a 2, no campo da Avenida Ana Costa, nº 22 – local onde hoje se encontra a Igreja Coração de Maria. O primeiro gol do confronto foi marcado por Arnaldo Silveira (que tinha o apelido de Miúdo). O tento é considerado o primeiro da história do Clube. Os outros dois gols foram anotados pelo próprio Miúdo e por Adolpho Millon Júnior. O time estreante entrou em campo com a seguinte formação: Julien Fauvel; Sidnei e Arantes; Ernani, Oscar e Montenegro; Millon, Hugo, Nilo, Simon e Arnaldo Silveira.

Já no início de 1913, o Santos recebeu um convite da Liga Paulista de Futebol para disputar o campeonato estadual daquele ano. Esta foi a primeira competição oficial disputada pelo Clube. A estreia aconteceu no dia 1º de junho, diante do Germânia. O resultado, porém, não foi nada animador: derrota por 8 a 1. O Santos jogou com Durval Damasceno, Sebastião Arantes e Sydnei Simonsen; Geraule Ribeiro, Ambrósio Silva e José Pereira da Silva; Adolfo Millon, Nilo Arruda, Anacleto Ferramenta, Harold Cross e Arnaldo Silveira.

 

Edital de fundação do clube publicado no Diário de Santos

 Três semanas depois, no dia 22 de junho, o time santista conquistava sua primeira vitória em uma competição. E logo diante daquele que viria a se tornar seu maior rival: 6 a 3 contra o Corinthians no Parque Antárticta (atual Palestra Itália).

Ainda em 1913, foi disputado pela primeira vez, o Campeonato Santista de Futebol, contando com a participação de Santos, América, Escolástica Rosa e Atlético. O Alvinegro Praiano foi o grande campeão, com seis vitórias em seis jogos, 35 gols pró e apenas sete contra. Este foi o primeiro título da história do Clube.

Desde os primeiros anos de existência, o quadro de futebol do Santos obteve êxitos memoráveis, tanto em jogos locais como internacionais. Seu primeiro título de Campeão Paulista aconteceu em 1935, dois anos após o profissionalismo futebol brasileiro.

Equipe campeã paulista em 1935

 Em 1955, após 20 anos sem ser campeão paulista, o Santos voltou a conquistar outro título estadual. Na final da competição, a equipe santista venceu o Taubaté por 2 a 1, sob o comando do técnico Lula. A equipe foi formada por: Manga; Hélvio e Feijó; Ramiro, Formiga e Urubatão; Tite, Negri, Álvaro, Del Vecchio e Pepe.

No ano seguinte, chegaria à Vila Belmiro, trazido pelas mãos de Valdemar de Brito, o menino Pelé, de 15 anos, que deu de novo impulso à história do Santos, levando-o a conquistas que enalteceram o futebol brasileiro no planeta. O Santos de Pelé fez seu nome no exterior. Praticamente deu a volta ao mundo, encantando torcedores com o futebol mágico de seus craques. Formou um ataque memorável: Dorval, Mengávio, Coutinho, Pelé e Pepe. Nesse período, o Santos foi Bicampeão Mundial Interclubes (1962/1963), Bicampeão da Taça Libertadores da América (1962/1963), entre outras glórias.

Pelé no início de carreira

Após a Era Pelé, o Santos Futebol Clube continuou seu caminho de glórias. Em 1978 formou um time campeão. Os Meninos da Vila, apelido dado pela juventude dos atletas da equipe, conquistaram o Campeonato Paulista de 1978. Destacaram-se na época Juary, Pita, Ailton Lira entre outros.

O estadual voltaria a ser conquistado pelo Clube em 1984. Já em 1997, foi levantado o troféu do Torneio Rio-São Paulo e, em 1998, a Taça Conmebol.

Em 2002, ano em que o clube completou 90 anos, o Santos conquistou, pela sétima vez, o principal torneio nacional (o Campeonato Brasileiro). O time que conseguiu a conquista foi, basicamente, formado dentro da Vila Belmiro. Os Meninos da Vila viraram febre no Brasil inteiro e a dupla Diego e Robinho se tornou símbolo de um futebol vistoso e alegre. No ano seguinte, com a base mantida, o Peixe chegou aos vice-campeonatos da Libertadores da América e do Campeonato Brasileiro.

Robinho na jogada que marcou o título brasileiro de 2002

Já em 2004, viria o oitavo título Brasileiro da história do Clube. Ainda com Elano, Léo e Robinho na equipe, o Peixe disputou um campeonato no formato de pontos corridos emocionante. O time assumiu a ponta da tabela apenas na penúltima rodada da competição. No último jogo, 2 a 1 sobre o Vasco e mais um caneco para a galeria de títulos do Clube.

No biênio 2006/2007, a torcida comemoraria o bicampeonato Paulista. O primeiro foi levantado na Vila Belmiro, na última rodada do estadual, que, naquele ano, fora disputado no formato de pontos corridos. No ano seguinte, a taça foi erguida após decisão de 180 minutos contra o São Caetano. As duas partidas ocorreram no Morumbi. No primeiro jogo, 2 a 0 para os adversários. O Alvinegro Praiano devolveu o placar no segundo confronto, ficando com o título por ter tido melhor campanha.

Em 2009, começou a aparecer a terceira geração de Meninos da Vila, comandada por Neymar e PH Ganso. Naquela temporada, o time ficou com o vice-campeonato Paulista. Já em 2010, com o craque Robinho como mentor e também a presença de Léo – que havia retornado no ano anterior -, o time conquistou o Paulistão e a primeira Copa do Brasil de sua história.

Em 2011, mais uma temporada vitoriosa e o retorno de Elano. Primeiro, foi levantado o caneco do Paulistão após decisão contra o Corinthians. No primeiro jogo, 0 a 0 no Pacaembu. Na segunda partida, 2 a 1 na Vila Belmiro. O confronto ainda marcou o primeiro título conquistado pelo Peixe no Estádio Urbano Caldeira com uma final (formato mata-mata).

Na sequência, a Taça Libertadores (terceira do Peixe), cravando de vez na história do Clube a geração Neymar e PH Ganso, além de nomes como Arouca, Danilo, o próprio Elano, o capitão Edu Dracena, Léo – santista com mais títulos após a Era Pelé -, Rafael, entre outros. A conquista veio sobre o Peñarol, do Uruguai, que, por coincidência, já havia decidido o título da competição com o Alvinegro em 1962. Após um 0 a 0 no Centenário de Montevidéu, o Peixe venceu por 2 a 1 no Pacaembu, com gols de Neymar e Danilo.

AS CORES DO CLUBE
Certamente, a grande maioria dos torcedores santistas não imagina que, nos seus primeiros meses, o clube era tricolor, tendo como cores oficiais branco e azul, com frisos dourados.

Na prática, porém, os dirigentes do Santos encontravam enormes dificuldades para confeccionar camisas e calções nessas cores. Esse problema fez com que esse assunto sempre fosse questionado.

Quase um ano depois, no dia 31 de março de 1913, na terceira reunião da diretoria, o sócio Paulo Peluccio sugeriu que o clube passasse a adotar o seguinte uniforme: calção branco e camisa listrada de branco e preto.E conseguiu aprovação geral dos presentes. Na oportunidade, o então presidente do Santos, Francisco Raymundo Marques (que assumia o cargo na mesma data), apresentou os modelos da bandeira do clube, que passaria a ser “branca, diagonalmente atravessada por um faixa preta com as iniciais do Club em letras brancas”.

Títulos

1913 – Campeão Santista (invicto)
1915 Bicampeão Santista (invicto)
1928 Campeão Torneio Início (Apea)
1935 Campeão Paulista (LPF)
1937 Campeão do Torneio (LPF)
1948 – Campeão da Taça Cidade de Santos
1948 – Vencedor da Taça das Taças

1949 Campeão da Taça Cidade de São Paulo
1951 Torneio Quadrangular de Belo Horizonte (Campeão Invicto)
1952 Campeão do Torneio (FPF)
1952 Campeão da Taça Santos
 
1955 Campeão Paulista (2º)
1956 Campeão da Taça Gazeta Esportiva (24 jogos invicto)
1956 Torneio Internacional da FPF
1956 Campeão do Torneio de Classificação (17 jogos invicto)

1956 Bicampeão Paulista (3º)
1958 Campeão Paulista (4º)
1959 Troféu Dr. Mário Echandi
1959 Torneio Pentagonal do México
1959 Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Rio/S. Paulo)
1959 Troféu Tereza Herrera (Espanha)

1959 Torneio de Valencia (Espanha)
1960 Troféu de Gialorosso (Itália)

1960 IV Torneio de Paris
1960 Campeão Paulista (5º)

1961 Torneio da Costa Rica
1961 Torneio Pentagonal de Guadalajara (México)

1961 Bicampeão do Torneio Paris
1961 Torneio Itália/61
1961 Bicampeão Paulista (6º)
1961 Campeão Brasileiro (1º) Taça Brasil
1962 Bicampeão Brasileiro – Taça Brasil
1962 Campeão Sul-Americano Interclubes
1962 Tricampeão Paulista (7º)
1962 Campeão Mundial Interclubes
1963 Tricampeão Brasileiro – Taça Brasil
1963 Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Rio/S. Paulo)
1963Bicampeão Sul-Americano Interclubes

1963 Bicampeão Mundial Interclubes
1964 Bicampeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa(Rio/S. Paulo)
1964 Campeão Paulista (8º)
1964 Tetracampeão Brasileiro – Taça Brasil
1965 Torneio Hexagonal do Chile
1965 Torneio de Caracas (Venezuela)
1965 Torneio Quadrangular de Buenos Aires (Argentina) 
1965 Bicampeão Paulista (9º)

1965 Pentacampeão Brasileiro – Taça Brasil
1966 Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Rio/S. Paulo)
1966 Torneio de Nova York
1967 Campeão Paulista (10º)

1967 Torneio Triangular de Florença
1967 Torneio Rubens Ulhoa Cintra 

1968 Torneio Amazônia
1968 Torneio Octogonal Chile (Nicolau Moran)
1968 Bicampeão Paulista (11º)

1968 Torneio Pentagonal de Buenos Aires
1968 Hexacampeão brasileiro – Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1ª Taça de Prata)

1968 Recopa – Sul-Americano Interclubes
1968 Recopa – Mundial Interclubes
1969 Tricampeão Paulista (12º)
1969 – Torneio de Cuiabá  

1970 Torneio Hexagonal do Chile
1970 Taça Cidade de São Paulo

1970 Torneio Triangular da Guatemala
1971Torneio de kingston – Jamaica – Triangular
1972 Fita Azul do Futebol Brasileiro (17 partidas invicto)
1973 Campeão Paulista (13º)

1975 Torneio Governador do Estado – Taça Laudo Natel
1975 Torneio Governador da Bahia (Roberto Santos)
1977 Torneio Hexagonal do Chile
1977 Torneio Triangular do México (Leon)

1978 Campeão Paulista (14º)
1983 Torneio Vencedores da América (Uruguai)
1983 Torneio Cidade de Barcelona (Espanha)
1984Torneio Início
1984Taça dos Invictos da Gazeta Esportiva Nova Série (15 partidas invicto)

1984 Campeão Paulista (15º)
1985 Torneio Copa Kirim (Japão)
1987 Torneio Cidade de Marseille – 1ª edição (França)

1990 Super Copa Americana (China)
1994 Copa Denner
1996 – Torneio de Verão (Santos)
1997 Torneio Rio/S. Paulo

1998 – Copa Conmebol

2002 – Heptacampeão brasileiro-Campeonato Brasileiro (1º)
2004 – Copa Federação Paulista de Futebol (Santos B)
2004 – Octacampeão brasileiro- Campeonato Brasileiro (2º)
2006 – Campeão Paulista (16º)
2007 – Bicampeão Paulista (17º)
2010 – Campeão Paulista (18º)
2010 – Campeão da Copa do Brasil (1º – nono título nacional)
2011 – Bicampeão Paulista (19º)
2011 – Campeão da Libertadores (3º)
2012 Tricampeão Paulista (20º)
2012 – Campeão da Recopa Sul-Americana (1º)

ICFUT – Vice do São Paulo compara Santos a Portuguesa e Juventus

Fonte: lancenet

Ao comentar sobre a disputa por Montillo, que também interessa ao Alvinegro Praiano, João Paulo de Jesus Lopes disse que se trata de um ‘segundo clube’ dos torcedores

João Paulo de Jesus Lopes - São Paulo (Foto: Miguel Schincariol)
João Paulo de Jesus Lopes está pessimista por Montillo (Foto: Miguel Schincariol)

O vice-presidente de futebol do São Paulo deu uma declaração polêmica ao comentar a disputa com o Santos para contratar o meia Montillo, do Cruzeiro. Para ele, o clube do Morumbi não está brigando com um rival.

– Nós temos muito respeito por alguns adversários. Tirando os adversários tradicionais, o Santos, a Portuguesa e o Juventus são, de certa forma, nossos segundos times. Ficaria indelicado fazer algum comentário em cima das possibilidades desses clubes, com os quais temos grande relacionamento – disse o dirigente, à Rádio Bradesco Esportes FM.

Nos últimos dias, o Peixe surgiu como maior oponente do São Paulo nas negociações para ter Montillo. O Tricolor chegou a adiantar as conversas com a Raposa, até que o vice-presidente santista, Odílio Rodrigues, afirmou que já havia acertado com o jogador e irritou os mineiros, que agora fazem jogo duro.

Jesus Lopes, que costumeiramente não dá declarações muito otimistas sobre possíveis reforços, demonstrou-se desanimado.

– Houve muito interesse no Montillo no início do ano. Nós avançamos nas negociações, mas as coisas se mostraram praticamente impossíveis de se concretizar, dado o posicionamento do Cruzeiro. Percebemos que essas coisas se mantêm. O São Paulo não entra em leilão. É óbvio que gostaríamos de ter um jogador dessa qualidade, mas não estou vendo muita perspectiva de que o Cruzeiro abra mão desse jogador – acrescentou Jesus Lopes.