Por Cleber Aguiar – Falcão faz trabalho na piscina e se diz confiante em retorno nas quartas do Mundial

Fonte: Portal Uol

Falcão jogou poucos minutos antes de sentir lesão na estreia do Brasil no Mundial

Falcão jogou poucos minutos antes de sentir lesão na estreia do Brasil no Mundial

O ala Falcão deu mais um passo na recuperação de uma lesão na panturrilha esquerda, que o tirou da primeira fase da Copa do Mundo de futsal. Nesta terça-feira, o jogador realizou trabalhos físicos na piscina e mostrou-se confiante em reforçar a seleção brasileira nas quartas de final do torneio, disputado na Tailândia.

“Depois de dias intensos de fisioterapia, acabei de fazer meu primeiro trabalho na piscina. Melhoras absurdas, cada dia uma vitória. Confiança vem junto! Sem tirar os pés do chão e sem deixar a empolgação tomar conta, estou muito confiante para as quartas de final”, escreveu Falcão em sua conta no Twitter.

Por Cleber Aguiar – Grêmio e Luxemburgo se reúnem por renovação nesta terça-feira

Fonte: Portal Terra

Luxemburgo adiantou que não exige ajuste salarial para renovar. Foto: AP

Luxemburgo adiantou que não exige ajuste salarial para renovar
Foto: AP

Cristiano Silva

O novo presidente gremista Fábio Koff vai se reunir nesta terça-feira com Gilmar Veloz, agente do técnico Vanderlei Luxemburgo, para tratar da renovação de contrato do treinador para a temporada de 2013. Não está descartada também a presença do próprio Luxemburgo nesta reunião.

“Vamos nos encontrar com o presidente Koff. Vamos esperar o Luxemburgo dar o treinamento e vamos conversar. Estas reuniões são normais no futebol. O Luxemburgo já deixou bem clara a sua intenção de permanecer no Grêmio”, disse Gilmar Veloz.

Em relação a salários não haverá nenhum tipo de problema. O próprio Luxemburgo já divulgou via assessoria de imprensa que não quer reajuste e aceita renovar pelo mesmo valor. O que pode atrapalhar é o tempo de contrato: Luxemburgo deseja dois anos para renovar, mas o presidente Fábio Koff vai oferecer um contrato para uma temporada.

A outra dificuldade em relação à renovação de Vanderlei Luxemburgo com o Grêmio é quanto à participação do treinador como um dos gestores do futebol.

Ele gosta de participar diretamente das coisas que envolvem o dia a dia do futebol do clube, desde as categorias de base até a alimentação do time profissional. Mas a ideia de ter o treinador como um cogestor não agrada ao novo mandatário gremista.

Por Cleber Aguiar – Mulher de Zagallo morre aos 80 anos no Rio

Fonte: Folha Online

Alcina de Castro Zagallo, 80, mulher do ex-jogador e ex-treinador Mário Zagallo, morreu na segunda-feira vítima de insuficiência respiratória, segundo informou a CBF em nota oficial de luto na noite divulgada em seu site.

De acordo com a entidade, Alcina estava internada na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro e será enterrada às 16h no Cemitério São João Batista, também no Rio. O velório começa a partir das 13h.

Zagallo, que tem 81 anos e está afastado do futebol desde a Copa do Mundo-2006, estava casado com Alcina desde 1955.

Ex-jogador de Botafogo e Flamengo, Zagallo foi campeão do mundo pela seleção em 1958 e 1962 (como jogador), 1970 (como técnico) e 1994 (assistente técnico). Em 2006, foi auxiliar de Carlos Alberto Parreira, reeditando a dupla de 1994.

  Antonio Scorza – 22.mai.98/AFP  
Zagallo, então técnico da seleção brasileira, ao lado de sua esposa, Alcina, no aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, embarcando para a Copa da França
Zagallo, então técnico do Brasil, e Alcina no aeroporto Internacional do Rio, no embarque para a Copa da França

Por Cleber Aguiar – Palmas da torcida celeste a Neymar dividem jogadores cruzeirenses

Fonte: Globo.com

Leandro Guerreiro acha ‘vergonhoso’ craque de time rival ser ovacionado, e Martinuccio diz que também aplaudiria. Atletas santistas se emocionam

Por Marcelo Hazan e Marco A. Astoni Santos e Belo Horizonte

Robinho, Ronaldinho Gaúcho e Romário. Craques e alguns dos exemplos de quem conseguiu, com talento, fazer com que torcidas rivais os reverenciassem em campo na condição de “visitantes”. Na goleada do Santos por 4 a 0 sobre o Cruzeiro, no último sábado, no Independência, Neymar entrou para esse grupo.

Os três gols e a assistência para Felipe Anderson foram as marcas da atuação de gala que encantou os torcedores da Raposa. Presenciar os fãs de Minas Gerais gritando o nome do atacante e o aplaudindo causou reações diferentes aos jogadores do Peixe e a um da equipe mineira.

Enquanto Juan e Arouca, companheiros de clube, ressaltaram a emoção de vivenciar esse fato inusitado, Leandro Guerreiro e o argentino Martinuccio, ambos do Cruzeiro, discordaram entre si sobre a atitude da torcida da Raposa. O meia-atacante do time mineiro afirmou que engrossaria os aplausos ao craque do Santos, mas o volante se disse envergonhado.

– Vejo as imagens da TV eu me sinto envergonhado. Sabemos que o Neymar é um jogador acima da média, mas sendo aplaudido pela nossa torcida foi vergonhoso para nós. Sabemos que é um menino que tem muito a dar ao Brasil, mas para nós foi triste ver aquela cena do torcedor aplaudindo o adversário – afirmou Guerreiro.

– A torcida aplaudiu o Neymar porque é um jogador brasileiro. Não aplaudiu porque o Cruzeiro não ganhou. Se eu fosse da torcida também aplaudiria o Neymar. Ele foi muito bem na partida – disse Martinuccio.

neymar cruzeiro x santos (Foto:  SAMUEL COSTA/HOJE EM DIA/Agência Estado)Neymar acena para a torcida no Independência (Foto: Samuel Costa/Hoje em Dia/Agência Estado)

Pelo lado do Santos, aos 30 anos, o lateral-esquerdo Juan, com passagens por São Paulo, Fluminense, Flamengo e até Arsenal, da Inglaterra, afirma nunca ter presenciado nada igual. Assim como ele, o volante Arouca também diz jamais ter visto algo assim de perto.

– Foi muito legal e emocionante ver o reconhecimento do torcedor, principalmente sabendo que no futebol isso é cada vez mais difícil. Foi de arrepiar. O Neymar já é um jogador do Brasil, não só do Santos. Pelo que ele representa e por continuar aqui, mesmo sendo cobiçado por grandes times da Europa, demonstra orgulho por estar no nosso país e o torcedor reconhece isso. Hoje ele já é um patrimônio do futebol brasileiro – definiu Juan.

Cruzeirense pede autógrafo para Neymar (Foto: Reprodução Sportv)Cruzeirense pede autógrafo para Neymar antes da
partida (Foto: Reprodução SporTV)

– A manifestação de carinho da torcida do Cruzeiro foi algo que eu nunca tinha presenciado. Fico feliz pelo reconhecimento e sucesso que ele faz, pois é um garoto de muito talento. Apesar de tudo que já conquistou na carreira, ele se mantém humilde e centrado – elogiou Arouca.

Pivô de todo o episódio, o próprio Neymar agradeceu muito aos torcedores do Cruzeiro e se disse emocionado com tudo o que aconteceu. O craque garante que a partida ficará marcada para sempre na sua vida. Em pesquisa divulgada recentemente, o atacante do Santos foi considerado o jogador mais querido do Brasil pelos torcedores no país, superando até o argentino Messi, melhor do mundo por três vezes consecutivas.

Relembre casos recentes e parecidos com o de Neymar e a torcida do Cruzeiro:

Corinthians 0 x 3 Flamengo – os corintianos que foram ao Pacaembu viram Romário em tarde inspirada pelo Rubro-Negro. O Baixinho fez dois gols, sendo o primeiro deles uma obra-prima. Na esquerda da grande área, ele deu belo elástico em Amaral e toque de classe, quase sem ângulo, para marcar. Durante o jogo, ele recebeu aplausos da torcida do Timão.

América de Cali 1 x 5 Santos – os colombianos não resistiram ao show do Santos liderado por Robinho e Diego. O Rei das Pedaladas não marcou gol, mas seus belos dribles e jogadas de habilidade foram o suficiente para arrancar aplausos da torcida local. Curiosamente, o afago veio quando ele foi substituído por Nenê.

Real Madrid 0 x 3 Barcelona – Ronaldinho Gaúcho brilhou tanto pelo Barça, no dia 19 de novembro de 2005, que até mesmo os torcedores arquirrivais se renderam ao seu talento. Com dois gols e atuação de gala no estádio Santiago Bernabéu, ele foi aplaudido de pé pelos fãs do Real.

Por Cleber Aguiar – Árbitro relata bomba contra PM na súmula e Palmeiras pode perder mandos

Fonte: Futebolinterior.com.br

O time paulista já cumpre suspensão e pode se complicar para ano que vem

campono Campeonato Brasileiro. Isto porque o árbitro goiano Elmo Alves Resende Cunha , que dirigiu o confronto contra o Botafogo, no último domingo, relatou na súmula agrediu quatro policiais e atirou uma bomba em direção à PM.
“Fomos informados pelo 1º tenente Zacheto que o mesmo, o soldado Tasso, o cabo Vicente e a cabo Lucélia foram agredidos fisicamente sofrendo escoriações pela torcida do Palmeiras. O 1º tenente Zacheto teve inclusive seu capacete danificado. Tal fatos ocorreram nas arquibancadas, próxima à referida torcida”, escreveu o árbitro.

Ainda usando o tenente como fonte, o árbitro relatou que uma bomba foi arremessada pela torcida do Palmeiras em direção à tropa que estava se formando atrás de um dos gols da Arena Fonte Luminosa, em Araraquara, para impedir a invasão dos torcedores após o apito final.

O Palmeiras jogou em Araraquara, pois, cumpre punição, justamente, por problemas com a torcida. No clássico contra o Corinthians, torcedores do Verdão atiraram cadeiras contra o gramado do Pacaembu e o time foi punido. Nesta reta final do Brasileiro, o Verdão jogará em São Paulo apenas na penúltima rodada contra o Atlético-GO.

O procurador do STJD, Paulo Schmidt, afirmou que o Palmeiras será denunciado e pode pegar um gancho ainda mais pesado do que teve na derrota para o Corinthians, de apenas quatro jogos. Sendo assim, o Verdão terá que cumprir esta punição apenas na próxima temporada, seja na Série A ou na Série B.

Por Cleber Aguiar – Palmeiras já traça ‘projeto Série B’ do Brasileirão e pensa na Libertadores

Fonte: O Estado de São Paulo

DANIEL BATISTA , PAULO GALDIERI – O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – Matematicamente, o Palmeiras ainda tem chances de se manter na Série A do Campeonato Brasileiro, mas sabe-se que só um grande milagre garante a equipe na elite nacional. Por isso, a diretoria resolveu jogar a toalha e agir com a razão. Chegou a hora de pensar 2013 com a Série B a ser disputada e um árduo trabalho para montar dois times com caras e valores diferentes.

Kleina terá árduo trabalho para montar equipes diferentes - Filipe Araújo/Estadão
Filipe Araújo/Estadão
Kleina terá árduo trabalho para montar equipes diferentes

O primeiro semestre será proporcional à grandeza do clube, com uma Copa Libertadores pela frente e a promessa de um time competitivo, em que serão mantidos os principais jogadores desta temporada. Reforços de peso também contemplam o projeto. No segundo semestre, tudo muda com a triste realidade de uma Série B pelo caminho.

“Trabalhamos com a possibilidade de ter de montar dois times. Um para o primeiro semestre e outro para o segundo. Temos de pensar nisso, não tem jeito”, admitiu o gerente de futebol, César Sampaio. O problema é conseguir atrair alguns jogadores para disputar a Libertadores e a Série B. “Realmente é difícil convencer um jogador de nível Série A jogar a Série B, mas temos de tentar”, emendou.

Dois nomes certos para 2013, mas que podem fracassar as negociações em caso de queda, são o goleiro Dida e o lateral-direito Ayrton, do Coritiba. Outros três jogadores também estão apalavrados e só dependem da permanência do time na elite nacional.

O fato é que o presidente Arnaldo Tirone não sabe o que fazer. Ele chegou a conversar com Gilson Kleina para que o técnico aproveite as próximas rodadas para definir os últimos nomes de quem deve ou não ficar para a próxima temporada. O problema, porém, é que, paralelamente à situação do time, o dirigente tem se preocupado mais com a política do clube e seu interesse em tentar a reeleição.

Um dirigente confidenciou ao Estado que na derrota para o Coritiba, no dia 11 de outubro, muitos dentro do clube já haviam jogado a toalha. “Acontece que, se admitirmos publicamente que já caímos, o mundo cai em nossa cabeça, porque a verdade incomoda muita gente. Então é melhor não abrirmos o jogo, para evitar mais problemas”, disse o dirigente, pedindo anonimato.

Triagem. A ideia é primeiro fazer uma análise dos jogadores que têm contrato até o fim do ano, casos de Correa, Leandro, Artur, Daniel Carvalho, Obina, Betinho, Román e Fernandinho. Desses, existe o interesse em manter apenas Obina.

Depois, o clube vai mirar nos jogadores com salários mais elevados. É certo que Barcos terá um aumento de salário para permanecer pelo menos até o fim da Libertadores. Resta convencer o argentino de que será um bom negócio. Ele já admitiu que pode sair se o time cair e recentemente foi sondado pela Fiorentina e por um clube do Catar.

Já Marcos Assunção deve renovar contrato por mais uma temporada. Henrique e Wesley devem ficar. Valdivia vai entrar na lista dos negociáveis.

Com a eleição presidencial em janeiro, nem Gilson Kleina está garantido, mas no clube poucos creditam a difícil situação da equipe ao treinador. “Ele é um coitado, que pegou o barco afundando”, disse um dirigente.

Torcida do Palmeiras promete pressão sem violência e isenta Kleina

Membros de organizada dizem que não querem dar motivo para desculpas

Daniel Batista – Estadão

SÃO PAULO – Integrantes da maior torcida organizada ligada ao Palmeiras prometem que não haverá tentativa de agressão contra jogadores ou dirigentes do time e que a pressão para que se evite o rebaixamento acontecerá só com protestos.

 - Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Diferente de outros anos em que o time enfrentou crises dentro de campo, desta vez não haverá retaliações com tentativa de agressão. Para os torcedores que fazem parte das organizadas, esse tipo de atitude só ajuda a tirar o foco daqueles que, por eles, são considerados os verdadeiros culpados pela situação que o time vive no Brasileiro.

Os torcedores também renegam a tentativa da diretoria em impugnar o jogo contra o Internacional. Na avaliação deles, essa medida só serve para envergonhar ainda mais o clube, já que o gol marcado por Barcos e que deu início a toda a polêmica foi feito com a mão.

A indignação contra a diretoria e com alguns jogadores não atinge o técnico Gilson Kleina. Por ter aceitado assumir o cargo quando o time já estava em crise e com uma má campanha em curso, o treinador é absolvido de culpa pelos integrantes da organizada.

Organizadas do Palmeiras exigem a saída de 13 jogadores

Torcedores prometem não deixar diretoria e elenco em paz até o final do campeonato e fazem lista de dispensa

SÃO PAULO – As torcidas organizadas do Palmeiras prometem não dar paz para jogadores e diretoria até o fim do campeonato. E, para mostrar sua indignação, resolveram entregar uma lista de jogadores que eles não querem que fiquem no Palmeiras no ano que vem.

Bruno, Artur, Correa, Leandro, Fernandinho, Thiago Heleno, Leandro Amaro, Román, João Vitor, Mazinho, Luan, Daniel Carvalho e Betinho estão na lista da torcida, que promete pegar no pé desses jogadores caso permaneçam no clube para a próxima temporada.

Foi esta, inclusive, uma das reivindicações dos torcedores que invadiram a concentração da equipe em Recife, antes do jogo contra o Náutico, dia 14 de outubro. A principal organizada promete protesto sem violência, já que o que “tinham de bater, já bateram”, como disse um dirigente da facção.

A intenção da principal organizada é, pelo menos por enquanto, evitar a violência para não desviar o foco e ficar claro que a culpada da crise é a diretoria e qualquer atitude mais agressiva possa servir para desviar o foco.

Por outro lado, existe uma ala mais “xiita” das organizadas que não deve aliviar para ninguém. Ela é em menor número, mas pode oferecer perigo. Na madrugada passada, chegou a pichar os muros da sede social e da loja oficial do clube com ameaças de morte ao presidente Arnaldo Tirone. O dirigente tem andado com mais seguranças do que o normal.

As organizadas pedem a saída de toda a diretoria de futebol, inclusive do gerente César Sampaio, que consideram fraco e sem pulso para assumir o cargo que ocupa atualmente. /D.B. e P.G.

Pressão é cada vez maior sobre a diretoria do Palmeiras

Arnaldo Tirone e outros membros da cúpula têm sido cobrados pessoalmente por sócios e grupos políticos

SÃO PAULO – O peso da má campanha do Palmeiras em campo paira sobre as principais cabeças da diretoria alviverde. Arnaldo Tirone e outros membros da cúpula têm sido cobrados pessoalmente por sócios e grupos políticos internos no clube pela iminente queda no Campeonato Brasileiro.

No último sábado, o presidente foi questionado por membros de uma das mais ativas associações de torcedores palmeirenses na internet. Em tom de ameaça, ouviu que a culpa pela situação do time é toda dele.

Os resultados em campo também já minam as chances de uma reeleição – pretensão que agora o presidente passou a não confirmar mais publicamente, para evitar ser acusado de priorizar a política e deixar os problemas do time em segundo plano.

Antes apoiado por grupos de conselheiros sob influência de ex-presidentes (casos de Affonso della Monica e Mustafá Contursi, artífices de sua vitória, há quase dois anos), agora Tirone vive um isolamento político. A seu lado, permanecem apenas os diretores de maior confiança: o financeiro, Antonio Henrique Silva, o de futebol, Roberto Frizzo, e o jurídico, Piraci Oliveira. São esses cartolas que têm ajudado Tirone nessa reta final de mandato, enquanto os demais grupos políticos preferem adotar uma postura de oposição aberta ou, no máximo, de neutralidade momentânea.

Na mesma medida em que tem sido cobrada, a diretoria tem tentado envolver os jogadores em tudo. Desde a demissão de Felipão, é comum que o elenco seja ouvido antes que algumas decisões estratégicas sejam tomadas. Foi assim no processo de escolha do novo treinador. Emerson Leão foi descartado pelo clube depois do veto dos atletas. Já Narciso, em contrapartida, foi mantido na comissão técnica como auxiliar de Gilson Kleina também por sugestão dos jogadores.

O episódio mais recente da participação dos jogadores nos rumos do time foi a escolha de Presidente Prudente para o último jogo da punição imposta pelo STJD. Foi por um pedido do elenco que a diretoria remarcou a partida contra o Fluminense para o Prudentão, embora considere que jogar em Araraquara, que é uma cidade mais próxima da Capital (250 km, enquanto Prudente fica a mais de 500 km), era melhor para a logística. / D.B. e P.G.