Por Cleber Aguiar – ‘Piscinão’ do tráfico no Jacarezinho era decorado com escudos do Flamengo

Fonte: Globo.com

O 'piscinão' do tráfico em 2008    

A piscina que compunha a área de lazer dos traficantes da Favela do Jacarezinho já era velha conhecida da polícia carioca: durante uma megaoperação feita por policiais civis na comunidade, em setembro de 2008, os agentes descobriram o local. Mas, na época, ao invés dos azulejos azuis, a piscina era decorada com as cores e o escudo do Flamengo. Entre os símbolos do Rubro-negro, azulejos brancos.

 

A piscina como está atualmente
A piscina como está atualmente Foto: Marcelo Theobald / Extra

A área de lazer do tráfico fica na localidade conhecida como Valão. Além da piscina – que tem cerca de dez metros de comprimento – no local havia uma cobertura com churrasqueira, máquina caça-níqueis, bancos de concreto e banheiro. Segundo a polícia, traficantes se reúniam no local nos finais de semana para fazer churrasco e festas.

Na manhã desta terça-feira, equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) substituíram policiais civis que desde domingo ocupavam o Jacarezinho. Os PMs da tropa de elite carioca ficarão na comunidade até o início do ano que vem, quando a área deve ganhar uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

ICFUT – LINK AO VIVO PARA 30º RODADA DO BRASILEIRÃO SÉRIE B – 2012

LINK AO VIVO – JOGOS DO BRASILEIRÃO SÉRIE B – 2012 – clique aqui
30ª RODADA
16/10 – 15h00 Atlético-PR x Avaí-SC
16/10 – 19h30 Goiás-GO x Guarani-SP
16/10 – 19h30 Vitória-BA x ASA-AL
16/10 – 19h30 América-RN x Paraná-PR
16/10 – 19h30 São Caetano-SP x Ceará-CE
16/10 – 19h30 Bragantino-SP x Grêmio Barueri-SP
16/10 – 21h50 Guaratinguetá-SP x América-MG
16/10 – 21h50 CRB-AL x Boa Esporte-MG
16/10 – 21h50 Ipatinga-MG x Joinville-SC
16/10 – 21h50 Criciúma-SC x ABC-RN

Por Cleber Aguiar – Brasil reencontra bom jogo e faz 4 a 0 no Japão com ótima atuação de Kaká

Fonte: Portal IG

Paulinho, Neymar (dois) e Kaká marcaram os gols contra rival que vinha de bons resultados

Bruno Winckler ,

Mano Menezes tinha dúvidas se a formação de meio-campo da seleção brasileira com Paulinho, Ramires, Kaká e Oscar poderia render bons frutos contra uma seleção bem entrosada e em evolução como o Japão. E para sua sorte a resposta dada após a vitória desta terça-feira foi a melhor possível. Os 4 a 0 em Wroclaw, na Polônia, dá nova esperança ao torcedor de ver o selecionado nacional evoluir até a disputa da Copa do Mundo em 2014.

Paulinho marcou o primeiro gol e repetiu o que tem feito bem no Corinthians em 2012. O volante ainda perdeu gol incrível sem goleiro. O árbitro polonês Marcin Borski deu uma mãozinha ao marcar pênalti em Kaká (anotado por Neymar), mas o bom jogo do Brasil não pode ser medido por esse lance. Kaká, muito à vontade no seu retorno, ainda acertou a trave no primeiro tempo. No segundo, deixou o seu. 

Mowa Press

Kaká recebe o abraço de Neymar após o gol marcado

Nas análises de Mano para seu time ideal, Diego Alves deve ter ganhado mais pontos para se tornar de fato o goleiro titular da seleção. O Japão ofereceu perigo ao Brasil em alguns lances, mas o arqueiro do Valencia mostrou-se muito seguro quando exigido.

A seleção principal do Brasil encerra sua participação em 2012 no dia 14 de novembro em Nova Jersey contra a Colômbia, do artilheiro Falcao Garcia. Um time com jogadores que atuam no Brasil ainda enfrenta a Argentina no dia 21 em Buenos Aires. O Japão, bem colocado em seu grupo nas eliminatórias asiáticas, enfrenta Omã na mesma data.

O jogo
O Japão, com 13 dos 23 convocados atuando na Europa, ofereceu mais riscos à seleção brasileira do que os rivais dos últimos amistosos (China e Iraque). A vitória japonesa contra a França, em Paris, credenciava ainda mais o adversário brasileiro desta terça-feira.

A seleção asiática teve mais posse de bola nos primeiros movimentos do jogo, mas a formação brasileira no meio campo, mais leve com volantes com boa apresentação no ataque, rendeu os primeiros ataques de perigo do jogo. Talvez contra rivais mais fortes Mano precise de um jogador mais marcador na posição. Sandro tem sido o preferido do técnico nesta função.

Em Wroclaw, antes dos 10 minutos, Kaká e Neymar e depois Hulk e Oscar já haviam feito boas jogadas. E aos 12, depois de passe de Oscar, Paulinho acertou um ótimo chute de fora da área para abrir o placar.

Foi o segundo gol do volante corintiano pela seleção em seis jogos. Aos 16 ele apareceu mais uma vez no ataque, driblou o goleiro, mas acabou tocando para fora. O Japão assustou com Kagawa, seu camisa 10 e titular do Manchester United. Mas Diego Alves se postou bem na meta brasileira.

Aos 25, Kaká se enroscou com seu marcador na área, a bola encostou o braço do japonês e o árbitro anotou o pênalti controverso. E Neymar marcou mais um gol pela seleção. Aos 33, em nova boa jogada brasileira, Kaká acertou a trave em chute da entrada da área.

Na volta do intervalo, Mano manteve a mesma equipe. Poderia fazer até seis alterações, mas preferiu deixar o time que fazia um bom jogo mais tempo juntos. A primeira mudança aconteceu só aos 31 minutos, com a saída de Hulk e entrada de Giuliano. Até ali, Neymar, aos 2 e Kaká, em ótima jogada individual aos 29, haviam ampliado o placar. Ramires também havia marcado em cruzamento de Neymar, mas o juiz anotou que a bola deu a volta trás do gol antes de chegar ao volante.

Lucas, Leandro Damião, Thiago Neves e Sandro ainda entraram no time nos minutos finais nas vagas de Kaká, Neymar, Oscar e Ramires. Mano tentou assim atuar com um centroavante fixo. Lucas, o melhor entre os substitutos, por pouco não marcou mais um para o Brasil, que parece evoluir, enfim.

FICHA TÉCNICA: BRASIL 4 x 0 JAPÃO
Local: Estádio Miejski, em Wroclaw (POL)
Data: 16 de outubro de 2012
Horário: 9h10 (de Brasília)
Árbitro: Marcin Borski (POL)
Auxiliares: Rafał Rostkowski (POL) e Tomasz Listkiewicz (POL)

Cartões Amarelos: David Luiz e Ramires (BRA)

Gols: Paulinho aos 12 e Neymar aos 25 minutos do 1º tempo. Neymar aos 2 e Kaká aos 29 minutos do 2º tempo

Japão: Kawashima, Uchida (Sakai), Yoshida, Konno e Nagatomo; Endo, Hasebe (Hosogai), Nakamura (Inui) e Kiyotake; Honda e Kagawa. Técnico: Alberto Zaccheroni.

Brasil: Diego Alves, Adriano, Thiago Silva, David Luiz e Leandro Castán; Paulinho, Ramires (Sandro), Oscar (Thiago Neves) e Kaká (Lucas); Hulk (Giuliano) e Neymar (Leandro Damião). Técnico: Mano Menezes.

Por Cleber Aguiar – ‘Oba-oba de 50 não pode contagiar a seleção em 2014’

Fonte: O Estado de São Paulo

Zagueiro alerta para o drama que o Brasil sofreu em casa na Copa e espera que políticos não usem a seleção

JAMIL CHADE , ENVIADO ESPECIAL/ WROCLAW – O Estado de S.Paulo

Abrir as portas da seleção brasileira para políticos em 2014 na Copa do Mundo não seria por si só um problema. Mas desde que não se transforme, como em 1950, num uso político do grupo e um clima de “oba-oba” afete a preparação e concentração da seleção. A avaliação é de Thiago Silva, capitão da seleção de Mano Menezes e homem de confiança do treinador para levar o grupo à conquista do hexa, jogando em casa em menos de dois anos. Em entrevista exclusiva ao Estado, durante a concentração na Polônia, o zagueiro admite que no exterior já o perguntam como o Brasil fará para superar os erros de 1950. Thiago Silva sorri de forma constrangida quando se comenta que seus ombros estão mais largos diante do peso de levar todo um país nas costas no primeiro Mundial no Brasil em 64 anos. Mas não foge de suas responsabilidades e confessa que já ficou sem dormir diante das cobranças. O capitão não esconde uma mágoa com a forma pela qual a torcida brasileira tem criticado o grupo. Mas revela um sonho: como capitão, quer repetir o que Bellini, Mauro, Carlos Alberto Torres, Dunga e Cafu fizeram e levantaram a taça. Mas, desta vez, diante de um Maracanã lotado.

Se nada mudar radicalmente, tudo indica que você será o capitão da seleção que vai disputar a Copa de 2014 e eventualmente a pessoa que levantaria a taça diante o público brasileiro. Você já pensou nesse momento?

Na primeira vez que entrei como capitão, não pensei nisso não. Já na segunda já veio em mente ter essa conquista. Não será fácil. Mas ser capitão não foi algo que ocorreu na minha vida de forma forçada. Eu não coloquei como meta. Aconteceu naturalmente. Mano me deu essa oportunidade e acima de tudo responsabilidade. É um orgulho. Mas se eu te disser que não estou pensando lá na frente em levantar a taça diante do Brasil, estaria mentindo. Penso sim. Tenho isso como objetivo e sonho. Todos nós aqui sabemos que, se vencermos no Brasil, a Copa vai mudar nossas vidas para sempre.

Você já chegou a não dormir por causa do peso da responsabilidade?

No meu primeiro jogo como capitão, que sabia que iria ser capitão, ficou essa pressão. Eu me perguntava: o que eu vou falar para o grupo, o que vou dizer para motivar. Aquela noite foi difícil de dormir e acordei já pensando. Foi uma noite conturbada.

Diante das vaias recebidas, como vocês estão lidando internamente com as críticas?

É algo que fica martelando e fica até chato. Acho que o grupo não tem nada a ver com isso nem a comissão técnica. Fenômenos no futebol nascem a cada quinze anos. Essa é a verdade. Não nascem craques todos os anos. Nós temos uma responsabilidade grande de representar o nosso País. As pessoas acham que estamos de brincadeira, de sacanagem. O que ocorre é que confundem as coisas. Somos felizes por estarmos em campo e às vezes somos interpretados de outra maneira. Mesmo quando colocamos fotos na Internet, lemos comentários com muita besteira. Temos de saber aturar isso e lidar com essa pressão, porque estamos em uma situação um pouco chata. Mas vamos reverter pouco a pouco essa visão. Esse é o nosso dia a dia aqui dentro. Não podemos deixar de lado a alegria. Todos sonhamos estar aqui. Antes de sair do Milan, Gattuso me disse que o Brasil estava jogando como europeus, muito sérios e que havíamos perdido a alegria de jogar. Isso foi algo que me marcou bastante. Hoje vemos o grupo jogando solto e é assim que deve jogar.

Muitos apontam que foi justamente na Era Dunga que o Brasil perdeu a alegria de jogar. Você estava naquele grupo e hoje é um dos poucos que está com Mano. Quais são as diferenças…

A grande diferença é a experiência. Naquela ocasião tínhamos muitos jogadores experientes e era sério o tempo todo. Não se dava nem uma risada ao adversário. Aqui, somos todos jovens e alegres por estarmos na seleção. Por isso é que se vê muita alegria a cada treino e jogo. Isso nos faz mais unidos. Num momento fácil, é muito mole dar apoio aos outros. Difícil é num momento ruim.

Mas se a experiência marcava aquele grupo, como se explica o que ocorreu no jogo contra a Holanda nas quartas de final e que você assistiu do banco?

Foram dois jogos diferentes. No primeiro tempo, poderíamos ter feito três a zero. O esquema tático foi muito bem. No segundo, pensamos que poderíamos fazer a mesma coisa, ganhando facilmente. Mas foi o contrário que ocorreu. A Holanda neutralizou as principais jogadas e atacando de uma maneira que não esperávamos, que era na bola aérea. Isso nos deu uma dificuldade muito grande. Erramos algumas vezes e perdemos a confiança. Depois do empate, a equipe teve um descontrole muito grande.

Muito se fala da importância de Kaká para trazer experiência ao grupo. Mas o que é que o meia traz ao grupo de Mano Menezes que Julio Cesar, Maicon ou Lúcio já não trouxeram quando tiveram suas chances…

O que podemos dizer é a qualidade no meio campo. Outros tiveram a oportunidade de retornar e também tinham experiência. Mas não na posição que estávamos necessitando. A movimentação do ataque na última partida parecia que já tínhamos jogado há muito tempo juntos.

Todos apontam que a Copa das Confederações será decisiva para essa seleção. Não ser campeão seria considerado como um fracasso ou o que conta é como a seleção vai jogar?

É a forma que vamos jogar. Acredito que já criamos uma identidade. Quando se troca taticamente os onze titulares entre uma Copa e outra, é uma dificuldade e sabemos disso. No início desse processo, isso foi algo complicado. Mas vejo a equipe bem nesse momento, com entrosamento bom e grande movimentação. Agora, sabemos que a Copa das Confederações será muito importante em termos de confiança, principalmente por ser dentro do País. Mas se formos derrotados, acredito que isso não vai abalar o grupo porque o nosso principal objetivo é o Mundial. Claro que, com a perda dentro de casa, a tendência é de que a pressão e cobrança aumentem ainda mais e não é isso que queremos.

Além das atuais críticas, o

Brasil vai enfrentar o seu

passado. Vocês já falaram sobre o que ocorreu em 1950?

Muita gente fala disso comigo aqui no exterior. A verdade é que, aqui na seleção, ainda não reunimos o grupo para falar: puxa, o que ocorreu em 1950 que podemos mudar. No Milan, alguns jogadores já vieram me falar da situação de 1950 e da pressão que sofreríamos. Vieram me perguntar o que faríamos para ganhar. O segredo é trabalhar o dia a dia, confiar mais em nós. As pessoas tentam tirar essa confiança de nós. Temos de olhar olho no olho e dizer: vou fazer tudo por você. Vejo um grupo preparado nesse momento. Eu confio no meu grupo e tenho total confiança na comissão técnica que está fazendo trabalho incrível.

Você acha que é o caso de blindar a seleção em 2014 contra eventuais usos por políticos como palco ou para evitar que se transforme cabo eleitoral de partidos?

Se você vê que é uma pessoa bem-intencionada e quer seu bem de verdade, é válido abrir suas portas para fazer foto ou dar palestra. Não é isso que vai tirar nossa concentração em nosso objetivo maior. É claro que se ficar num oba-oba, com muita festa, é claro que vai prejudicar. Mas temos pessoas capacitadas dentro da comissão e uma assessoria de imprensa. Acredito que, conversando, não vai ter nenhum tipo de problema. A seleção é do povo brasileiro e, se essas pessoas quiserem vir, serão bem recebidas.

Diante das perguntas que se fazem sobre os estádios brasileiros e diante das críticas à seleção, você acha que esse é um momento de redefinição para o futebol brasileiro.

O Brasil perdeu espaço de um tempo para cá no futebol. As pessoas criticam muito o estilo de jogo e modo de ser. Mas estamos mudando isso. Já ouvi alguns espanhóis dizendo que querem jogar contra o Brasil. Eles sabem que estamos melhorando e que o trabalho é sério para um eventual confronto ser um clássico mundial.

A Espanha é a melhor seleção do mundo hoje?

Sem nenhuma dúvida disso.

Mas são os favoritos para a Copa de 2014?

Até o momento sim. Claro que favoritismo não diz nada quando estamos dentro de campo. O Brasil está no caminho certo.

Por Cleber Aguiar – Fonte Nova entra no primeiro mundo das arenas

Fonte: O Estado de São Paulo

Após implosão, estádio de Salvador se inspira no de Hannover e terá uma agenda cheia de eventos nos 365 dias do ano

EDUARDO ASTA / INFOGRAFIA, TEXTO, JONATAN SARMENTO / ILUSTRAÇÃOALMIR LEITE, PAULO FAVERO, REPORTAGEM – O Estado de S.Paulo

O Estádio de Hannover, na Alemanha, que recebeu partidas da Copa de 1974 e 2006, serviu de inspiração para a reforma da Fonte Nova, em Salvador. Após a morte de sete pessoas em 2007, quando o piso do anel superior cedeu, a arena foi fechada e optou-se pela implosão, que ocorreu em 29 de agosto de 2010. A partir daí iniciou-se a reforma, mas os arquitetos decidiram não ignorar as características originais do campo criado por Diógenes Rebouças.

“A gente trabalhou em parceria com o escritório alemão (Schulitz Architektur + Technologie) e a experiência deles era o Estádio de Hannover. Juntamos isso com a característica da Fonte Nova e misturamos tudo, modernizando”, explica Marc Duwe, um dos responsáveis pelo novo projeto.

O principal charme da Fonte Nova é a abertura no lado sul, voltada para o Dique do Tororó, que faz com que as arquibancadas tenham o formato de ferradura. Isso foi usado no projeto para melhorar a ventilação natural no estádio, principalmente por causa da cobertura que será instalada. Assim, o conforto ambiental no interior foi levado em conta e, além de diminuir o calor, essa ventilação ajuda no crescimento do gramado. “Pensamos bastante na questão da sustentabilidade ambiental”, afirma o arquiteto.

Outra arena famosa, a Bombonera, na Argentina, serve de exemplo quando o assunto é o uso da Fonte Nova. Segundo Duwe, o estádio portenho é mais visitado em dias que não tem jogos na cidade. “Na Fonte Nova teremos um restaurante que faz a ligação entre as duas arquibancadas e com vista para o dique e para o campo. Ele funcionará todos os dias. Teremos um centro cultural, que era chamado de museu antigamente, diversos eventos, cursos, salas para conferências e também camarotes que poderão ser usados como sala de reuniões”, conta.

Lino Cardoso, diretor de Marketing da Arena Fonte Nova, considera que o estádio será um importante legado para a cidade de Salvador. “Ele é o primeiro equipamento de conceito multiuso da Bahia. No mesmo espaço, os visitantes terão, além do futebol, uma programação variada, com eventos de pequeno, médio e grande portes como shows nacionais e internacionais, exposições fotográficas, reuniões de negócios, feiras gastronômicas, congressos, palestras, eventos de esportes radicais, além de festas de casamentos, formaturas, etc”, afirma.

Ele explica que a intenção é usar a arena nos 365 dias do ano e que toda essa infraestrutura atrairá novos investimentos e a revitalização do Centro Histórico de Salvador. “Para se ter uma ideia, já no período de obras, a construção do estádio valorizou em mais de 30% os imóveis do seu entorno, segundo o mercado imobiliário”, revela.

Com término das obras previsto para dezembro, a operação do estádio começará já em 2013, com a utilização de todo o potencial multifuncional da arena. O calendário de eventos já está em elaboração e inclui, além da realização de jogos de futebol dos times locais, uma série de eventos anuais como festa de réveillon, evento pré-carnavalesco e shows musicais em parceria com o grupo iContent (que organiza o famoso Festival de Verão Salvador).

“Também já está no calendário a realização de uma grande festa junina, que é tradicional no Nordeste. Temos assinado um Memorando de Entendimentos com o Bahia para a realização de jogos e em estudos a instalação de uma unidade avançada de ensino com a Faculdade Unijorge”, conclui Lino Cardoso.