ICFUT – Felipão não é mais técnico do Palmeiras. Leão é o favorito

Fonte: globo

Demissão do treinador foi cogitada durante a madrugada e confirmada na tarde desta quinta, após reunião dele com a diretoria

Felipão palmeiras grêmio (Foto: Ale Cabral / Agência Estado)Luiz Felipe Scolari: demitido do Palmeiras 
(Foto: Ale Cabral / Agência Estado)

Luiz Felipe Scolari não é mais o técnico do Palmeiras. Em reunião realizada na tarde desta quinta-feira no clube, após a derrota por 3 a 1 para o Vasco, em São Januário, foi decretado o fim do ciclo do treinador à frente da equipe do Palestra Itália. O mais cotado para substituí-lo é Emerson Leão – ironicamente, predecessor do próprio Felipão na seleção brasileira, em 2001.

Além de Felipão, o auxiliar Flávio Murtosa também foi demitido, segundo nota publicada no site oficial do Palmeiras. Galeano, coordenador técnico, ainda balança no cargo. A diretoria ainda não anunciou quem comanda o time no clássico contra o Corinthians, domingo, no Pacaembu.

A diretoria já definiu que vai atrás de Emerson Leão, atualmente no São Caetano. Nairo Ferreira, presidente do Azulão, declarou à rádio Estadão/ESPN que não pretende liberar o treinador para o Palmeiras. O contrato dele com o clube do ABC vai até dezembro. Dorival Júnior, do Flamengo, e Paulo Autuori, que dirige a seleção do Qatar, são os outros cotados no Verdão.

A irregularidade vinha sendo a marca do Palmeiras de Felipão na temporada. A torcida alviverde comemorou muito a conquista da Copa do Brasil (em 11 de julho, ao bater na final o Coritiba), e a consequente classificação para a Libertadores de 2013. Por outro lado, o Verdão colecionou resultados negativos no Brasileiro, caindo para a penúltima colocação após a derrota desta quarta. Do título nacional até o duelo com o Vasco foram 16 partidas pelo Brasileirão, sendo nove derrotas, três empates e somente quatro vitórias.

A luta do Palmeiras agora é contra o rebaixamento para a Série B. Ao todo, o time comandado por Luiz Felipe Scolari somou apenas 20 pontos, estando a sete do Flamengo, o primeiro fora do indesejado Z-4. O Rubro-Negro tem ainda a vantagem de contar com uma partida a menos (23 contra 24), um duelo adiado com o Atlético-MG.

Esta foi a segunda passagem de Felipão pelo Palmeiras. Na primeira, entre 1997 e 2000, o técnico conduziu o Verdão a títulos incontestáveis e à condição de uma das principais equipes do futebol sul-americano. Entre as maiores conquistas estão a Taça Libertadores (1999), Copa Mercosul (1998), Copa do Brasil (1998) e Torneio Rio-São Paulo (2000).

Scolari seguiu sua carreira com trabalhos destacados pelo Cruzeiro (campeão da Copa Sul-Minhas em 2001), seleção brasileira (campeão mundial em 2002), seleção de Portugal (vice-campeão da Eurocopa em 2004), Chelsea e Bunyodkor, do Uzbequistão (campeão uzbeque em 2009), retornando ao Palestra Itália em 2010.

Confira os números de Felipão no Palmeiras

Total: (407 jogos, 192 vitórias, 111 empates, 105 derrotas)
Segunda passagem: (154 jogos, 65 vitórias, 47 empates, 42 derrotas)

2012 – 51 jogos, 22 vitórias, 11 empates, 18 derrotas
2011 – 65 jogos, 29 vitórias, 24 empates, 12 derrotas
2010 – 38 jogos, 14 vitórias, 12 empates, 12 derrotas
2000 – 46 jogos, 23 vitórias, 12 empates, 11 derrotas
1999 – 87 jogos, 41 vitórias, 21 empates, 25 derrotas
1998 – 78 jogos, 44 vitórias, 15 empates, 19 derrotas
1997 – 43 jogos, 19 vitórias, 16 empates, 8 derrotas

Por Cezar Alvarenga – Com gol de Emerson, Timão só empata com a Ponte Preta no Pacaembu.

Fonte: Yahoo! Esportes

Emerson salvou o Corinthians de mais uma derrota para a Ponte Preta, nesta quarta-feira, no Pacaembu. A equipe da casa perdia até os 44 minutos do segundo tempo, quando o atacante aproveitou uma bobeira da defesa campineira e empatou o jogo em 1 a 1. O zagueiro Tiago Alves, de cabeça, havia aberto o placar, em jogo válido pela 24.ª rodada do Brasileirão.

Com o resultado, a Ponte Preta perdeu a chance de se aproximar dos times que brigam por uma vaga na Libertadores. Com 32 pontos, a equipe campineira segue no décimo lugar, uma posição abaixo do Corinthians, que tem a mesma pontuação, mas leva vantagem no saldo de gols.

Na próxima rodada, domingo, às 16h, o Corinthians tem clássico no Pacaembu, contra o mandante Palmeiras. Já a Ponte Preta joga em Campinas diante do Botafogo, às 18h30.

O JOGO – O Corinthians entrou em campo praticamente com força máxima. Os desfalques eram apenas os volantes Paulinho (machucado) e Ralf (suspenso), substituídos por Guilherme e Edenilson. Mas, novamente, assim como foi no Paulistão, a equipe teve muita dificuldade em passar pelo esquema tático campineiro.

Foram 12 minutos de jogo travado até a primeira boa chance, justamente da Ponte Preta. Roger ganhou de Paulo André, bateu cruzado, e a bola passou raspando a trave de Cássio. O goleiro voltou a levar um susto em chute de longe de Nikão, que ele pegou com a ponta dos dedos.

Nada que Douglas e Danilo tentavam dava certo e a bola corintiana invariavelmente parava antes de levar perigo a Édson Bastos. As coisas começaram a melhorar só depois dos 30 minutos, quando o Corinthians fez blitz no ataque. Só aí o goleiro teve que trabalhar, num chute forte de Douglas.

Mesmo atacando pouco, o time da casa teve motivos para sair reclamando do primeiro tempo. Isso porque, aos 42 minutos, Renê Júnior tentou fazer um domínio na sua área de defesa e bateu com a mão na bola. O árbitro Rodrigo Braghetto mandou seguir, enquanto os corintianos pediam pênalti.

O segundo tempo começou mais movimentado, com a Ponte Preta melhor. De volta da seleção, Cássio fez duas grandes defesas em chutes fortes e de longe de Marcinho e Nikão. Aos 10, ele foi salvo por um erro de Roger, que recebeu cara a cara com o goleiro, mas chutou de canela, em cima de Chicão.

Vendo a falta de criatividade da equipe, Tite botou em campo Jorge Henrique, que não jogava há um mês. Mas o panorama do jogo não mudou, com a Ponte sendo sempre mais agressiva. O time de Campinas foi recompensado aos 22 minutos. Nikão bateu falta da esquerda, Renê Júnior cabeceou na segunda trave e tocou para Tiago Alves, no outro poste, testar para o chão, sem chances para Cássio.

Tite mais uma vez tentou dar uma nova cara ao time. Tirou o lateral Alessandro e colocou o garoto Giovanni, meia ofensivo. As chances apareceram, mas não se transformaram em gol. Na melhor delas, o próprio jovem bateu cruzado, para fora.

Quando tudo já parecia perdido, Edenilson deu um chutão desde o meio-campo, Paulo André deu uma de pivô e desviou de cabeça, e a bola sobrou para Emerson, que bateu para o gol. Édson Bastos espalmou para trás e aceitou.

FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 1 X 1 PONTE PRETA

CORINTHIANS – Cássio; Alessandro (Giovanni), Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Edenilson, Guilherme (Adilson), Danilo e Douglas (Jorge Henrique); Romarinho e Emerson. Técnico – Tite.

PONTE PRETA – Édson Bastos; Tiago Alves, Ferron e Diego Sacoman; Cicinho (Xaves), Baraka, Renê Júnior, Marcinho e Uendel; Nikão (Bruno Sabino) e Roger (Luan). Técnico – Gilson Kleina.

GOL – Tiago Alves, aos 22 minutos do segundo tempo. Emerson, aos 44 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Rodrigo Braghetto (SP).

CARTÕES AMARELOS – Fábio Santos, Alessandro, Guilherme, Chicão, Édson Bastos, Cicinho, Nikão e Ferron.

RENDA – Não disponível.

PÚBLICO – 21.914 pessoas.

LOCAL – Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Por Cezar Alvarenga – Galo vence o São Paulo e continua líder por pontos perdidos.

Fonte; Yahoo! Esportes

Atlético-MG e São Paulo fizeram, nesta quarta-feira, no Independência, um jogo de um time só: o da casa. A vitória mineira por 1 a 0, assim, acabou ficando barato para os paulistas, que entraram em campo para buscar um contra-ataque mortal e acabaram prejudicados pela expulsão precoce de Douglas, num lance polêmico, exatamente quando Ney Franco colocaria seu time mais para o ataque. Enquanto Ronaldinho e Bernard brilharam, as estrelas tricolores, Lucas e Jadson, estiveram absolutamente apagadas.

Mesmo com a vitória, o Atlético-MG segue em segundo, uma vez que o Flu também triunfou nesta 24.ª rodada do Brasileirão. O time mineiro tem 51 pontos, dois a menos que o rival. Já o São Paulo vê o G4 cada vez mais distante depois de quatro jogos sem vencer. Com 36 pontos, em sexto, assiste ao Vasco disparar no quarto lugar, com 42.

Mais uma vez vendo a crise bater à porta, o São Paulo vai tentar se recuperar no sábado, às 18h30, contra a Portuguesa, no Morumbi. Já o Atlético-MG vai a Pernambuco para, no domingo, enfrentar o Náutico no Estádio dos Aflitos.

O JOGO – Sem poder contar com Rhodolfo e Luis Fabiano, vetados pelo departamento médico, Ney Franco optou pelo simples: Paulo Miranda na zaga e Osvaldo no ataque, com Casemiro substituindo o suspenso Denilson. A postura do São Paulo, de jogar no contra-ataque, em velocidade, chamava o Atlético-MG, que tinha uma ótima via de escape pela direita, com Marcos Rocha sempre levando vantagem sobre Cortez.

A primeira boa chance do jogo surgiu aos 13 minutos, quando Guilherme cruzou, Leonardo entrou de carrinho, mas Rogério Ceni foi para a dividida e salvou. O goleiro voltaria a fazer ótima defesa em falta magistralmente batida por Ronaldinho. Da ponta direita, todos esperavam a cobrança na área, mas ele arriscou direto, em chute venenoso.

Ney Franco não estava satisfeito com o São Paulo e já preparava uma troca arriscada, do meia/volante Douglas pelo atacante Ademilson. Mas aí Douglas tentou um bote, escorregou, e acabou acertando Leandro Donizete, em lance plasticamente feio. Sandro Meira Ricci não quis saber e expulsou o jogador tricolor, enfrentando muitos protestos dos paulistas.

O vermelho fez Ney Franco mudar a substituição, com Edson Silva entrando no lugar de Maicon. Paulo Miranda ficou pela direita e o São Paulo se fechou. E mesmo assim a melhor chance do Atlético veio no contra-ataque. Lucas errou um domínio de bola, Bernard invadiu a área no mano a mano com Wellington, bateu rasteiro, e Rogério pegou.

O segundo tempo começou com dez atleticanos atacando os são-paulinos e Osvaldo, solitário, tentando alguma coisa para os visitantes. Em 12 minutos, foram duas tentativas dele, as mais perigosas da etapa.

Mas o Atlético era quem pressionava e chegou ao gol de forma improvável: pelo alto, com bola cruzada em monte a um monte de são-paulinos. Bernard cruzou no meio da pequena área, Casemiro, Tolói e Rogério Ceni ficaram olhando e Leonardo foi o único a subir para cabecear, direto para o fundo do gol.

Se Mano Menezes viu o jogo, deve ter se arrependido de convocar Jadson e não Ronaldinho Gaúcho. Enquanto o meia tricolor mal viu a cor da bola, o do Atlético participou de quase todos os lances de sua equipe. Aos 33, deu passe improvável para Neto Berola, que chutou no travessão. Outro de quem se esperava muito, Lucas visivelmente sentiu o cansaço depois de jogar pela seleção.

Nos minutos finais, Ney Franco lançou um terceiro atacante, mas não era mesmo o dia do São Paulo, que sequer chegou perto da meta de Victor. Por outro lado, se não fosse Neto Berola, em noite ruim, e Rogério, que salvou também chute de Marcos Rocha, o Atlético teria goleado.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-MG 1 X 0 SÃO PAULO

ATLÉTICO-MG – Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Júnior César; Pierre, Leandro Donizete, Guilherme (Neto Berola), Bernard (Escudero) e Ronaldinho Gaúcho; Leonardo (Richarlyson). Técnico – Cuca.

SÃO PAULO – Rogério Ceni; Douglas, Paulo Miranda, Rafael Tolói e Cortez; Wellington (Paulo Assunção), Casemiro (Ademilson), Maicon (Edson Silva) e Jadson; Lucas e Osvaldo. Técnico – Ney Franco.

GOL – Leonardo, aos 17 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Sandro Meira Ricci (Fifa-PE).

CARTÕES AMARELOS – Leonardo Silva, Ronaldinho Gaúcho, Guilherme, Paulo Miranda, Paulo Assunção, Wellington, Rogério Ceni e Maicon.

CARTÃO VERMELHO – Douglas.

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Independência, em Belo Horizonte.

Por Cezar Alvarenga – Fluminense vence a Portuguesa no Canindé e continua na liderança do Brasileirão.

Fonte: Yahoo! Esportes

O Fluminense venceu, mas não convenceu. Mesmo sem jogar bem, o time do técnico Abel Braga venceu por 2 a 0, com gols de Jean e Wellington Nem e manteve a liderança do Campeonato Brasileiro, agora com 53 pontos.

O juiz Jailson Macedo de Freitas ainda ignorou um pênalti claro em cima do atacante Fred, no primeiro tempo, quando o jogo ainda estava 0 a 0. A Lusa continua com 29 pontos.

Na próxima rodada, o Tricolor recebe o Atlético-GO, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. Já a equipe paulista encara o São Paulo, no Morumbi.

JUIZ IGNORA PÊNALTI CLARO EM FRED

O primeiro tempo começou bastante disputado. Logo no primeiro minuto, a Portuguesa pressionou e quase abriu o placar. Léo Silva – sempre presente no ataque – cabeceou e Diego Cavalieri defendeu. No rebote, Bruno Mineiro chutou e Cavalieri apareceu mais uma vez para evitar o gol dos paulistas.

O troco tricolor veio logo depois. Aos oito minutos, Diguinho deu ótimo passe rasteiro para Nem, que finalizou de esquerda para ótima defesa do experiente Dida.

Com o jogo bastante truncado no meio-campo, a Portuguesa se fechava e apostava nos contra-ataques para o centroavante Bruno Mineiro, que vive ótima fase. Em um deles, aos 11, Luis Ricardo cruzou da direita e Bruno se antecipou à zaga e cabeceou por cima do gol de Cavalieri, levando certo perigo.

A Portuguesa gostou e, na sequência, o ataque pressionou Gum, o zagueiro afastou mal e a bola caiu no pé de Léo Silva. O volante chutou por baixo de Cavalieri e o próprio Gum tirou a bola em cima da linha.

O jogo seguia disputado e com boas jogadas. Mas o juiz tratou de estragar a festa. Aos 23, o volante Diguinho – que avançava bastante – fez ótimo lançamento para Fred. O centroavante foi claramente derrubado pelo zagueiro Rogério dentro da área, mas o juiz não marcou nada e ainda deu uma bronca no artilheiro do Campeonato Brasileiro.

LUSA ATUA MELHOR NO SEGUNDO TEMPO, MAS FLU MATA O JOGO

No intervalo, o técnico Abel Braga resolveu ousar ao colocar Rafael Sobis no lugar de Diguinho, mas de início a mudança não surtiu efeito e o time tricolor perdeu terreno e chamou a Portuguesa para o seu campo.

Depois de muita pressão, a Lusa quase marcou. Pela direia, Ananias fez boa jogada e Moisés concluiu, mas a zaga tricolor afastou.

Porém, o time paulista parece ter cansado de atacar e não produzir muita coisa de útil. Com isso, a maior técnica tricolor começou a sobressair. Aos 19, o lateral Carlinhos bateu de direita – em sua jogada característica -, a bola desviou em Rogério, mas Dida fez ótima defesa.

E o inevitável aconteceu. Aos 28, a bola sobrou na entrada da área para o volante Jean. Ele chutou colocado, a bola desviou na zaga e morreu no canto esquerdo de Dida. 1 a 0 para o Flu, em pleno Canindé.

Após o gol, a Portuguesa deu mostras de que iria tentar um último suspiro. Mas uma falha do zagueiro Gustavo, na frente de Wellington Nem, enterrou de vez a Lusa. O jovem atacante aproveitou, cortou Dida em lance digno de videogame e marcou o segundo para o time de Abel Braga.

No minuto seguinte, a Lusa até fez o gol, mas Diego Viana estava impedido e o tento foi anulado. E alguns minutos depois, Cavalieri operou dois milagres em sequência. Sem jogar muito bem, o Fluminense decidiu. Seria a famosa sorte de campeão?

FICHA TÉCNICA

PORTUGUESA 0 X 2 FLUMINENSE

Local: Canindé, São Paulo (SP)

Data-Hora: 12/09/2012 – 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Jailson Macedo de Freitas (BA)

Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (Fifa-MG) e Fabiano da Silva Ramires (ES)

Renda e público: Não divulgado.

Cartões amarelos: Ferdinando (POR); Diguinho, Digão, Fred (FLU)

Gols: Jean 28’/2ºT (0-1) e Wellington Nem 30’/2ºT (0-2)

PORTUGUESA: Dida, Luis Ricardo, Gustavo, Rogério e Marcelo Cordeiro; Ferdinando (Diego Viana 31’/2ºT), Leo Silva, Moisés e Boquita; Ananias e Bruno Mineiro – Técnico: Geninho.

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Digão, Gum e Carlinhos; Edinho, Diguinho (Rafael Sobis – intervalo), Jean e Thiago Neves (Fábio 35’/2ºT); Fred e Wellington Nem (Higor 43’/2ºT) – Técnico: Abel Braga.

ICFUT – Em São Paulo, CBF lança Copa do Brasil sub-20 com 32 clubes

Fonte: espn

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) traz uma novidade para o futebol de base nacional. Nesta quarta-feira, a entidade apresentou a Copa do Brasil sub-20, que será disputada a partir do mês que vem com 32 clubes.

O torneio aposta no sistema de mata-mata, com confrontos de ida e volta. O jogo de abertura será entre Corintihans e Avaí, no dia 2 de outubro, às 20 horas. Na primeira fase, quem ganhar o confronto de ida por dois gols de diferença elimina o rival sem a necessidade da volta, como acontece no torneio dos profissionais.

Djalma Vassão/Gazeta Press

Dirigentes e organizadores apresentaram nesta quarta-feira a Copa do Brasil sub-20.

Na apresentação desta quarta-feira, o vice-presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, destacou um "momento histórico" para o futebol brasileiro. "Queremos que essa competição tenha brilho, alegria, fair-play, princípios éticos e morais", explicou o dirigente, que também comanda a Federação Paulista de Futebol (FPF) e esteve no evento ao lado de Virgílio Elísio, diretor de competições da CBF, Edu Gaspar, gerente de futebol do Corinthians, além de outros representantes da organização.

Todas as equipes que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro profissional estão confirmadas na competição. Ainda por cima, haverá a presença de 12 clubes da Série B.

A Copa do Brasil sub-20 terá a duração de dois meses e meio, inclusive com transmissão de uma rede de televisão paga, a ESPN. As finais estão confirmadas para os dias 11 e 15 de dezembro. Para 2013, está prevista a realização da mesma competição na categoria sub-17 e, no futuro, uma chance para times sub-15.

Tabela Copa do Brasil

ICFUT – Primeira partida de Túlio após volta ao Botafogo é cancelada

Fonte: gazetaesportiva

O início da jornada de Túlio em busca dos sete gols restantes para completar os 1000 na carreira terá que esperar mais um pouco. Em fase de preparação para o amistoso diante do Tupi, programado para este sábado, o atacante foi informado nesta quarta sobre o cancelamento da partida referente ao projeto “Túlio a 1000 – Sete gols de solidariedade”.

Segundo nota oficial publicada no site do Bota, a diretoria do clube mineiro deixou de cumprir parte dos acordos estabelecidos entre os dois clubes, feito que resultou na não realização do amistoso.

“Fechamos com o presidente do Tupi um acordo baseado em uma cota fixa e mais as despesas de translado, hospedagem e alimentação. Lamentavelmente, a parte que se refere à cota acertada não foi cumprida, ocasionando o cancelamento da partida”, afirma Marcelo Guimarães, diretor de marketing alvinegro.

Com 993 gols somados em seus cálculos, Túlio acertou o retorno ao Botafogo em agosto, a fim de marcar os últimos sete (correspondentes ao número de sua camisa) para alcançar a histórica marca no clube onde viveu o melhor momento de sua carreira.

Por Cezar Alvarenga – Vasco vence e afunda Palmeiras na zona de rebaixamento.

Fonte: Yahoo! ESportes

Sob o comando do interino Gaúcho, após a demissão de Cristóvão Borges, o Vasco voltou a vencer no Brasileirão, nesta quarta-feira, ao superar o combalido Palmeiras por 3 a 1, em São Januário. Se reabilitou o time carioca, o resultado afundou ainda mais os paulistas, em crise no campeonato.

Recuperado da goleada sofrida para o Bahia, no fim de semana, o Vasco chegou aos 42 pontos e consolidou sua quarta colocação na tabela. A irregularidade do time desde as últimas rodadas do primeiro turno custou o emprego de Cristóvão Borges no início desta semana. Marcelo Oliveira, seu substituto, assistiu à partida das tribunas de São Januário, nesta quarta.

O Palmeiras, por sua vez, se complicou ainda mais na tabela. Pressionado pela vitória do Figueirense mais cedo, o time de Luiz Felipe Scolari entrou em campo já na penúltima posição, precisando de um triunfo para ficar em 17º, perto de deixar a zona de rebaixamento.

Mas não foi o que aconteceu. A equipe paulista estacionou nos 20 pontos, três a mais que o lanterna Atlético-GO. E sete abaixo do Flamengo, o primeiro time fora da zona da degola.

A pressão sobre o Palmeiras era grande também por conta de sua sequência no Brasileirão. Depois do duelo com o Vasco, o time de Felipão fará o clássico com o Corinthians, domingo, no Pacaembu. O time de São Januário vai enfrentar o Cruzeiro, no mesmo dia, em Varginha.

O JOGO – Vivendo situação semelhante neste Brasileirão, com uma sequência negativa e pressionados pela torcida, Vasco e Palmeiras também foram iguais em campo no primeiro tempo. Cada time protagonizou um momento de crescimento e baixa durante a etapa, com um gol para cada lado.

Depois de um início lento, a partida ganhou movimentação quando o visitante abriu o placar aos 23 minutos. Luan, que vestia camisa comemorativa de 100 jogos pelo Palmeiras, aproveitou rebote de Fernando Prass, após cruzamento de Tiago Real e cabeçada perigosa de Artur, e deixou o time paulista em vantagem.

Despertado pelo gol rival, o Vasco foi para cima e buscou o empate seis minutos depois. Wendel levantou na área, Alecsandro escorou de cabeça e Tenório completou para as redes. O empate deixou a partida mais cadenciada, concentrada no meio-campo, e sem maiores chances de gol.

O Palmeiras até tentou retomar a dianteira no placar, aos 34, mas desperdiçou duas boas chances. Valdivia finalizou de fora da área e contou com um desvio da zaga para dar trabalho a Fernando Prass. No rebote, Luan pegou mal na bola e mandou longe do gol.

O segundo tempo foi logo dominado pelo Vasco ao virar o placar aos 6 minutos. Após cobrança de falta de Juninho na área, Nilton desviou de cabeça e marcou o segundo dos anfitriões.

Abalado, o Palmeiras esboçou reação, ao tentar impor pressão na defesa vascaína. Mas pouco produzia, com Valdivia, pouco inspirado, e Barcos, cansado após deixar a seleção argentina na noite de terça-feira.

O Vasco, então, passou a jogar no contra-ataque. E, aos 26, sacramentou a vitória em rápida jogada de Tenório pelo meio. O atacante acionou o experiente Juninho, que não teve dificuldade para superar Bruno e mandar para as redes.

FICHA TÉCNICA:

VASCO 3 x 1 PALMEIRAS

VASCO – Fernando Prass; Max (Luan), Dedé, Douglas, William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho Pernambucano, Jhon Cley (Felipe); Tenório e Alecsandro (Éder Luis). Técnico: Gaúcho (interino).

PALMEIRAS – Bruno; Artur, Maurício Ramos e Wellington; Juninho, Henrique, Correa, Tiago Real (Vinícius) e Valdivia; Luan (Betinho) e Barcos (Obina). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

GOLS – Luan, aos 23, Tenório, aos 29 minutos do primeiro tempo. Nilton, aos 6, e Juninho, aos 26 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Jhon Cley, Alecsandro, Nilton, Douglas, Felipe, Wellington,

ÁRBITRO – Wilton Pereira Sampaio (GO).

RENDA e PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ).

ICFUT – SP ganha ajuda de investidor para pagar os R$ 23,8 milhões e deve anunciar Ganso nesta quinta

Fonte: uol

Torcedor do Inter, Delcir Sonda ajudará o São Paulo a comprar o meia PH Ganso

Torcedor do Inter, Delcir Sonda ajudará o São Paulo a comprar o meia PH Ganso

A novela envolvendo a saída do meia Paulo Henrique Ganso deve chegar ao fim nesta quinta-feira. Isso porque o São Paulo ganhou um reforço de peso para pagar os R$ 23,8 milhões, valor proporcional aos 45% dos direitos econômicos do atleta a que o Santos tem direito.

Após a investida do Grêmio, que está disposto a pagar o montante, Delcir Sonda, mandatário da DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, vai atender a um pedido do clube do Morumbi e ajudará os são-paulinos na compra de Ganso.

Por conta disso, o São Paulo espera anunciar a contratação do meia nesta quinta. A divisão do montante é mantida em sigilo pelas duas partes, porém, o valor chegará aos R$ 23 milhões pedidos pelo Santos.

Um dos motivos que incentivou Delcir Sonda a ajudar o São Paulo na negociação é o fato dele ser torcedor fanático do Internacional, arquirrival do Grêmio. O investidor tem uma parceria com o Colorado, e já colocou no clube jogadores como o argentino D´Alessandro e o lateral esquerdo Kleber.

Além de Delcir Sonda, o São Paulo também contou com o lobby do próprio Paulo Henrique Ganso, que fez questão de sinalizar sua preferência pelo clube do Morumbi para todos os envolvidos na transação.

A promessa do São Paulo de reservar a camisa 8, que foi de Kaká, é um dos motivos que cativou o meia santista. A atitude foi interpretada pelo craque como uma demonstração de que ele será bem tratado no novo clube. Além disso, Ganso considera que terá mais visibilidade no Morumbi para voltar à seleção brasileira.

Depois de declarar que só venderia Ganso pelo valor integral da multa – R$ 53 milhões – o presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, admitiu pela primeira vez nesta quarta-feira, que aceita negociar o atleta pelo valor proporcional aos 45% de Ganso.

"Nem adianta o São Paulo apresentar uma proposta se for inferior aos R$ 23,8 milhões. Vão gastar tinta e papel. Esse é o número para o Ganso sair do Santos. O assunto já encheu, é difícil ficar cuidando só disso na vida. Tenho um monte de outras coisas importantes para tratar", declarou o presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro para a Rádio Globo.