Por Cleber Aguiar – Ronaldo zoa a si mesmo e se compara com gigante do judô brasileiro

Fonte: R7.com.br

Relação entre empresário e “Baby” está no peso elevado

Do R7

O gigante brasileiro Rafael “Baby” Silva conquistou, nesta sexta-feira (3), a quarta medalha do judô brasileiro nos Jogos Olímpicos de Londres. Feliz com o resultado, Ronaldo Fenômeno relatou, por meio de uma rede social, que se identifica com o atleta pertencente à categoria dos pesados, acima dos 100 kg.

— Não sei por que, mas me identifico com o Rafael Baby! #boa moleque.

“Tirei energia de onde não tinha”, diz judoca Rafael Silva

Assim como o medalhista nas Olimpíadas, Ronaldo também sofria com o peso nos tempos de jogador. De acordo com o empresário, este é o principal motivo da tamanha identificação com o judoca. Apesar do “quilinhos” acima, ambos possuem grandes resultados na carreira profissional.

Rafael Silva vence, leva bronze, e judô bate recorde de medalhas

O R7 transmite os Jogos Olímpicos de Londres em cinco canais exclusivos, 24 horas. E durante os Jogos, além da transmissão ao vivo e com sinais exclusivos, você encontra no portal os vídeos de todos os melhores momentos da maior disputa esportiva do mundo. Até o dia 12 de agosto, Olimpíada é no R7, Record e Record News, os canais oficiais de Londres.

Por Cleber Aguiar – Cielo é bronze nos 50m nos Jogos de Londres, e Fratus fica em quarto

Fonte: Globo.com

Classificado com o sexto tempo para a final, francês Florent Manaudou conquista o ouro, enquanto o americano Cullen Jones termina em segundo

Por GLOBOESPORTE.COM Londres, Inglaterra

Havia esperança de ouro. Mas Cesar Cielo não conseguiu repetir nos Jogos de Londres a medalha  conquistada há quatro anos nos 50m livre. Atual recordista olímpico e mundial da prova, Cielo foi novamente ao pódio, mas desta vez por conta do bronze. Com o tempo de 21s59 (cinco centésimos acima da marca da semifinal), o brasileiro terminou atrás do americano Cullen Jones (21s54), prata, e do surpreendente vencedor Florent Manaudou, da França. O nadador francês completou a prova em 21s34, quatro centésimos atrás do registrado por Cielo em Pequim, época em que ainda era permitido o uso do maiô especial. Já o também brasileiro Bruno Fratus ficou com o quarto lugar, com 21s61, sua melhor marca pessoal. 

Cielo, Natação 50m Final (Foto: Satiro Sodré / AGIF)Em Londres, Cielo não consegue o biolímpico nos 50m  (Foto: Satiro Sodré / AGIF)

Ao fim da prova, Cesar Cielo mostrou-se surpreso com o resultado. Ele não imaginava que o ouro pudesse ficar com o francês.

– Posso dizer que foi uma grande surpresa sim. Tiveram mais provas com surpresas, mas essa foi uma grande surpresa. Eu achei que a vitória fosse ficar entre os brasileiros e os americanos, mas ele acabou surpreendendo todo mundo – declarou o brasileiro em entrevista ao SporTV.

Surpreso também estava Manaudou por ter conquistado a quarta medalha de ouro na natação para a França em Londres numa prova na qual não era apontado como nome certo ao pódio.

– É uma boa surpresa conquistar essa medalha. Fiz o melhor tempo da minha vida e fui campeão olímpico aos 21 anos, assim como Cielo em 2008. Estou muito surpreso e feliz. Sobre o segredo de ser tão rápido, sinceramente não sei – disse o francês que passou à final olímpica com o sexto tempo.

Nos Jogos de Pequim, Cielo conquistou o ouro nos 50m estabelecendo o recorde olímpico, com o tempo de 21s30. Nesta final, a prata ficou com o francês Amaury Leveaux (21s45) e o bronze com seu compatriota Amaury Leveaux (21s49). Nas semifinais de Londres, o brasileiro fez o primeiro tempo, com 21s54, empatado com o americano Cullen Jones. Em 2009, o brasileiro estabeleceu o recorde mundial ao nadar em 20s91. Fratus passou à final com a quarta melhor marca, com 21s63.

Por Cleber Aguiar – Boleiro do mensalão

Fonte: Folha de São Paulo

Xico Sá

Quis o destino que o jovem André fosse fazer um teste com uma camiseta da mãe, eleitora petista em Belém

Amigo torcedor, amigo secador, noves fora o julgamento dos homens da capa preta, um boleiro está condenado para o resto dos seus dias por causa do escândalo no governo Lula. É o André Mensalão, camisa 10, moço de fino trato com a bola, craque do Guarany de Sobral (CE) na disputa da Terceirona.

Joga muito. No mais difícil dos certames do país. Série A é mamata. É futebol metrossexual. É futebol não-me-toques, ai, ui, e todo mundo tira a perna. A série C é faroeste, onde os fracos não têm vez, é a febre da selva, a poeira dos sertões, o futebol do macho-jurubeba.

Ele joga com a elegância paraense da terra abençoada que nos deu o doutor Sócrates Brasileiro, o Giovanni e o Paulo Henrique Ganso. Vi o menino em campo algumas vezes. Não merecia tamanho castigo com esta maldita alcunha. Eis um caso para o qual defendo a mudança de nome imediata do atleta.

Azar medonho. Quis o destino que o jovem André, em um certo dia do ano de 2005, fosse fazer um teste no time do Ananindeua (PA) com uma camiseta da mãe, eleitora petista em Belém. Era justamente aquela camiseta branca clássica do partido com uma grande estrela vermelha estampada no peito.

Ao avistá-lo na beirada do campo, o maldoso treinador já mandou a pilhéria:”Você veio de Brasília, meu filho? Com esta camisa, só pode fazer parte do mensalão”, contou André ao repórter João Valadares, do “Correio Braziliense”, um feliz torcedor do Santa Cruz, outra brava agremiação da Terceirona.

André tinha 15 anos quando pipocou o escândalo. Agora aos 22 merece que se faça justiça. Por mais que a torcida do Cacique do Vale, como é conhecida a equipe de Sobral, já esteja acostumada a berrar seu apelido, a mudança de batismo é mais do que válida. Vou ao Supremo Tribunal Federal se for preciso.

Ora, o menino não pegou “bola” alguma nessa história. Como a maioria dos brasileiros, o rapaz nem sabe direito o que diabo venha a ser as tenebrosas transações de Brasília. Só sabe, como grande parte da massa, que quase ninguém presta nem para troco na nossa política.

Na terra onde os apelidos jogam bola sozinhos, como dizia o vascaíno Drummond, André não pode pagar por essa praga maldita. Repare que belos vulgos: Pelé, Pepe, Garrincha, Tostão, Manga, Dadá Beija-Flor ou Peito de Aço, Fio Maravilha, Beijoca, Geraldinho Saravá etc.

Comecemos desde já uma campanha por nova chance, novo apelido para o André Mensalão, o craque do bugre sobralense. O que você sugere, amigo? Por favor, nada de gracinhas do tipo “André Cachoeira”. Um escândalo pelo outro seria farinha do mesmo saco. No próprio registro do cara temos opções: André Luiz Leão Lima. André Leão. Nome forte. De guerra. Voto neste.

Por Cleber Aguiar – Paulistas têm pior campanha desde 2003

Fonte: Folha de São Paulo

SÉRIE A
Nenhum dos seis times de São Paulo que disputam o Campeonato Brasileiro frequentou o G4 este ano

Os clubes paulistas jamais começaram tão mal um Campeonato Brasileiro desde que o sistema de pontos corridos foi implantado, em 2003.

Com mais de um terço da competição realizada (13 rodadas), nenhum dos seis representantes paulistas esteve no grupo dos quatro primeiros, que garante vaga na Libertadores. É algo inédito.

As piores campanhas eram a de 2008, quando apenas um paulista, o Palmeiras, apareceu em quarto lugar na oitava rodada. E em 2005, quando a Ponte Preta assumiu a liderança e o Corinthians, que seria o campeão, alcançou a terceira colocação -tudo na oitava rodada do torneio.

Além disso, hoje, os seis paulistas têm médias de pontos, de vitórias e de gols marcados piores do que em qualquer outra edição do Brasileiro por pontos corridos.

Palmeiras, Santos e Portuguesa têm frequentado a zona do rebaixamento, e o São Paulo, o melhor na tabela apesar de ter passado por uma mudança de técnico (Emerson Leão por Ney Franco), alcançou a quinta colocação em apenas duas rodadas. Hoje, ocupa a 7ª posição.

O fraco desempenho tem ao menos uma explicação: prioridade às competições paralelas. Dos seis times, quatro tiveram boas participações nos torneios que disputaram simultaneamente no primeiro semestre.

Corinthians e Palmeiras conquistaram títulos da Libertadores e da Copa do Brasil respectivamente. Jogadores foram poupados, principalmente por Tite, o que fez os corintianos aparecerem na lanterna em vez de tentarem defender o título da Série A, conquistado em 2011.

Santos, na Libertadores, e São Paulo, na Copa do Brasil, chegaram às semifinais e também priorizaram essas competições -principalmente os santistas no torneio continental. O time colecionou empates no período. Foram cinco jogos que terminaram em igualdade no período.

“O torcedor muitas vezes não entende, machuca, mas é preciso ter prioridade”, dizia o técnico Tite antes das partidas decisivas da Libertadores. Enquanto batia Santos e Boca Juniors e levantava o título inédito, o Corinthians, no Brasileiro, amargava derrotas e ficava distante de ter chance de brigar pelo bi.

Mesmo com uma boa recuperação, que o levou à 9ª colocação na tabela, a distância corintiana para o líder Atlético-MG é de 16 pontos.

No caso do Palmeiras, depois de bater o Coritiba na decisão da Copa do Brasil e conquistar um título nacional após 12 anos, foram cinco jogos no Nacional, com só uma vitória, dois empates e duas derrotas. O time chegou a deixar a zona do rebaixamento ao vencer o Náutico, dia 22 de julho, mas depois caiu contra Bahia e Cruzeiro -é o 18º.

O Santos aguarda o retorno de Neymar e Ganso, que estão com a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos. Serão, no máximo, mais três jogos sem as estrelas.

ICFUT – Sawa vence duelo com Marta e Brasil cai para o Japão nas quartas

Fonte: lancenet

Pela primeira vez a Seleção não chega nas semifinais do futebol feminino

BRA X JPN - (Foto: Glyn Kirk/AFP)Renata teve boa chance no primeiro tempo (Foto: Glyn Kirk/AFP)

Ainda não vai ser desta vez que o futebol feminino vai levar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. Na verdade, foi a pior campanha das meninas nesta competição, que tem a modalidade desde 1996. A derrota contra o Japão por 2 a 0 na tarde desta sexta-feira em Cardiff, no País de Gales, tirou a chance da Seleção levar outra medalha, e as nipônicas vão às semifinais para enfrentar a França.

O Brasil não jogou mal. Houve um domínio por praticamente 90 minutos da partida. Mas poucas chances tiveram alguma finalização, principalmente por causa da insistência no jogo aéreo. Mas a baixa estatura atrapalhava. E do outro não havia uma equipe qualquer, o Japão venceu o Mundial no ano passado, e tem no meio-campo a atual Melhor Jogadora do Mundo: Sawa. Ela acabou sendo bem mais efetiva do que Marta, que não brilhou nos Jogos Olímpicos. E o jogo deixou claro que a derrota contra o Reino Unido seria fatal.

O JOGO

O primeiro tempo teve um domínio do Brasil. O problema é que o gol não saiu, e nos poucos momentos de brilho do Japão, elas foram mais perigosas. Como no primeiro lance do jogo. Ohnu matou a bola no peito e acertou um bonito chute, obrigando Andreia a trabalhar logo.

Depois desse lance, o Brasil começou a dominar o meio-campo. O Japão esperava a bola para transições velozes, mas desta vez, ao contrário do jogo contra o Reino Unido, a marcação no meio funcionava, e, pelo menos por enquanto, conseguia controlar o jogo.

Renata Costa estava mais avançada, Thaisinha flutuava na frente pelos dois lados, e Marta organizava as jogadas em conjunto com Formiga. Quando a bola chegava na frente, Cristiane levava perigo, mas a primeira grande chance foi de Renata, aos 16: cruzamento de Rosana, a zaga não cortou, e sobrou para a brasileira, que da marca do pênalti chutou por cima.

As poucas vezes em que o Japão chegava eram através de Sawa, a "Xavi de saias". Após lindo passe, Kinga teve boa chance, mas foi desarmada. Na jogada seguinte, lindo chute de Formiga, e defesa melhor ainda de Fukumoto.

O lance parece ter acordado as japonesas, que enfim conseguiram manter a bola. Na sequência foram duas chances, uma com Ohno e outra com Miyama. Na terceira, as nipônicas não perdoaram. Ogimi recebeu bom passe, a defesa vacilou, e a atacante sai na cara de Andreia, que também não fechou muito bem, e o chute veio bem colocado para abrir o placar.

Ogimi corre para comemorar com Sawa (Foto: Glyn Kirk/AFP)

SEGUNDO TEMPO

No início da etapa final, o Brasil demonstrava nervosismo. Nos primeiros 10 minutos, Marta levou um cartão amarelo, e logo depois deixou o pé em uma adversária, mas que não teve maldade. De qualquer forma, estava mais difícil sair para o ataque, o Japão valorizava a posse e marcava muito bem, jogava com inteligência. A melhor chance tinha sido em cobrança de falta da Rainha, que passou perto do gol de Fukumoto.

Pouco depois, o Brasil melhorou, algumas boas chances. Uma finalização de Cristiane passou muito perto. E a empolgação veio. Rosana e Marta cresceram bastante e o jogo tornou-se uma pressão, assim como no primeiro tempo Mas muitos cruzamentos altos na área eram desperdiçados. E do mesmo jeito que estava a etapa inicial, depois do domínio brasileiro, veio o gol japonês. E com estilo.

Ohno recebeu lindo lançamento, limpou a zaga brasileira, e finalizou de canhota, sem qualquer chance para Andreia. Depois disso, a Seleção perdeu qualquer ânimo para reação. Até teve algumas chances, mas a eliminação acabou vindo mais cedo do que o esperado, e a esperança do ouro no futebol ficou para os homens.

FICHA TÉCNICA
BRASIL 0X2 JAPÃO

Local: Millenium Stadium, Cardiff (GAL)
Data-Hora:
03/08/2012, às 13h (de Brasília)
Árbitra: Kirsi Heikkinen (FIN)
Gols:
Ogimi (26’/1ºT), Ohno (28’/2ºT)
Cartões amarelos:
Marta (BRA), Sakaguchi (JAP), Bruna (BRA)
Cartões vermelhos:

BRASIL: Andreia, Fabiana, Bruna, Erika, Renata Costa (Grazielle, 39’/2ºT) e Rosana (Ester, 34’/2ºT); Francielle, Thaisinha e Formiga; Cristiane e Marta. Técnico: Jorge Barcellos

JAPÃO: Fukumoto, Kinga, Iwashimizu, Kumagai e Sameshima; Xakaguchi, Miyama, Kawasumi e Sawa; Ohno (Ando, 34’/2ºT) e Ogimi (Takase, 43’/2º). Técnico: Norio Sasaki

Por Cezar Alvarenga – Timão assume Top 10 do mundo, segundo IFFHS

Fonte: Yahoo! Esportes

Campeão invicto da Libertadores, o Corinthians foi promovido na lista dos dez primeiros colocados do ranking da Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS)

De acordo com a lista divulgada nesta quarta-feira, o Timão pulou três posições e, agora, é o 9º da lista, que continua sendo liderada pelo Barcelona.

Depois do Corinthians, o clube brasileiro mais bem colocado é o Vasco, em 11º. Outros 15 clubes do país apareceram na lista de 400 equipes

Confira abaixo o ranking (entre parênteses a posição na lista anterior):

1º (1) Barcelona (Espanha)

2º (2) Universidad de Chile (Chile)

3º (3) Real Madrid (Espanha)

4º (5) Bayern Munique (Alemanha)

5º (4) At. Madri (Espanha)

6º (6) Boca Juniors (Argentina)

7º (7) Chelsea (Inglaterra)

8º (8) Libertad (Paraguai)

9º (12) Corinthians

10º (9) Velez Sarsfield (Argentina)

12º (11) Vasco

22º (23) Fluminense

25º (26) Santos

34º (42) Internacional

59º (55) Flamengo

102º (109) Coritiba

102º (128) Palmeiras

118º (143) Grêmio

122º (128) São Paulo

131º (143) Botafogo

164º (258) Atlético-MG

261º (258) Atlético-GO

293º (258) Figueirense

315º (296) Bahia

383º (276) Atlético-PR

383º (361) Cruzeiro