Por Cezar Alvarenga – Pesquisa comprova, Timão é o time com maior número de rivais do Brasil.

Fonte: Yahoo! Esportes

Pesquisa realizada pela empresa Stochos neste mês fez a seguinte pergunta para os entrevistados: “Qual é o maior rival do seu clube?”. A empresa entrevistou 8.291 torcedores, com representantes das classes A, B, C e D a partir de 16 anos. Veja o resultado:
1º Corinthians – 20,2% dos torcedores elegeram o Timão como maior rival do seu time.
2º Vasco – 14,1% dos torcedores elegeram o Vascão como maior rival do seu time.
3º Flamengo – 12% dos torcedores elegeram o Mengão como maior rival do seu time.
4º Palmeiras – 8,1% dos torcedores elegeram o Verdão como maior rival do seu time.
5º São Paulo – 5,2% dos torcedores elegeram o Tricolor paulista como maior rival do seu time.
6º Atlético-MG – 4,6% dos torcedores elegeram o Galo como maior rival do seu time.
7º Santos – 3,8% dos torcedores elegeram o Peixe como maior rival do seu time.
8º Internacional – 3,1% dos torcedores elegeram o Colorado como maior rival do seu time.
9º Grêmio – 3,1% dos torcedores elegeram o Imortal como maior rival do seu time.
10º Cruzeiro – 2,6% dos torcedores elegeram a Raposa como maior rival do seu time.
11º Fluminense – 1,7% dos torcedores elegeram o Flu como maior rival do seu time.
12º Botafogo – 0,8% dos torcedores elegeram o Fogão como maior rival do seu time.

Por Cleber Aguiar – Bruno e Macarrão tinham caso, diz defesa

Fonte: Tribuna do Norte Online

Relacionamento gay é usado como explicação para carta em que ex-goleiro do Flamengo pede a amigo de infância que assuma assassinato de Eliza Samudio

A carta na qual o goleiro Bruno supostamente pede ao amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, para assumir a morte de Eliza Samudio, publicada pela revista Veja desta semana, mostra, na verdade, um relacionamento homossexual entre os dois. Foi o que disse ontem ao Estado o advogado do goleiro, Rui Pimenta.

Bruno e Macarrão estão presos há dois anos, acusados de envolvimento no sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza, que tinha um filho com o ex-jogador do Flamengo.

Na carta, Bruno diz ao amigo que, depois de conversar com os advogados, eles chegaram à conclusão de que “a melhor forma para resolvermos isso é usando o plano B”. De acordo com a Veja, o plano A seria negar o crime e o B, Macarrão assumir a culpa para livrar o goleiro da prisão.

“Naturalmente, pela masculinidade dele, um gladiador, eu entendo que o relacionamento entre eles existia. Eu levo a carta para esse lado, ele queria terminar essa relação”, disse Pimenta. Ele afirmou também que esse é um “claro caso de amor”.

O advogado lembra de outro trecho da reportagem, no qual mensagens de texto escritas por Eliza revelam a existência de um vídeo que arrasaria a reputação de Bruno. Ela, Macarrão e Bruno participariam de orgia no vídeo. Além disso, Macarrão tem uma tatuagem nas costas que diz: “Bruno e Maka, a amizade nem mesmo a força do tempo irá destruir, amor verdadeiro (sic)”.

O advogado disse que vai se encontrar com Bruno hoje na penitenciária para saber se ele realmente escreveu a carta. “Eu respiro nesta carta um relacionamento bem íntimo entre os dois e a revista errou ao dar interpretação diversa”, disse.

O documento já está em poder das autoridades. A acusação vai pedir que o texto seja anexado ao processo como prova do envolvimento de ambos no crime. Bruno, o primo dele, Sérgio Rosa Sales, e o amigo Macarrão foram pronunciados por homicídio, sequestro, cárcere privado e ocultação de cadáver. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é acusado de ser o executor de Eliza. A defesa primeiramente negou a morte, agora passou a forçar a tese de culpar Macarrão.

Por Cleber Aguiar – Fã do time de 95, Elano veste a camisa 7 de Renato Gaúcho

Fonte: Globo.com

Meia é apresentado ao Grêmio e encorpa discurso de levar clube à Libertadores

Por Hector WerlangPorto Alegre

Elano mal chegou e já está integrado ao projeto de levar o Grêmio à Libertadores. Ao ser apresentado como novo reforço na manhã desta terça-feira, o meia, ex-Santos, se disse fã do time bicampeão da América em 1995. E, de quebra, vestiu a camiseta 7, imortalizada por Renato Gaúcho, campeão do torneio sul-americano e do mundo em 1983. É assim, usando os exemplos do passado e projetando o futuro, que o atleta espera repetir o sucesso de sua carreira no novo clube.

– É uma oportunidade que muitos sonham e às vezes não conseguem. Tenho o privilégio de estar jogando. Sei da história do Grêmio, eu posso escalar o time bicampeão da Libertadores, mesmo sendo novinho. É um clube de tradição. Vamos correr atrás de nosso objetivo. O primeiro é a classificação para a Libertadores. É uma honra vestir a camiseta de Renato, o homem do Mundial – disse o jogador de 31 anos.

Elano é apresentado no Grêmio (Foto: Lucas Uebel/Divulgação, Grêmio)Elano vestirá a camisa 7 de Renato no Grêmio (Foto: Lucas Uebel/Divulgação, Grêmio)

Ao assinar contrato por três temporadas, Elano evitou comparações com os jogadores daquela época. Admitiu apenas que está acostumado a jogar como terceiro homem de meio-campo, função desempenhada com Vanderlei Luxemburgo no Santos campeão brasileiro de 2004:

– Aquele time é indiscutível. Pelos jogadores. Tiveram grandes histórias em todos os times e aqui. Não gosto de comparação. Cada um tem seu estilo. Vou me adaptar a filosofia e mostrar o meu futebol. Como sempre fiz. Gosto de jogar como terceiro homem do meio, mas depende do treinador.

Elano depende de ter o nome publicado no BID para poder estrear. Ele está em boas condições físicas, afinal, estava trabalhando normalmente no Santos. No domingo, o Grêmio desafia o Cruzeiro.

– Estou pronto. Quero agradecer o carinho das pessoas. Esses detalhes fazem a diferença – completou o jogador.

O Grêmio retoma os treinamentos na tarde desta terça-feira.

Por Cleber Aguiar – A história do menino Ade que virou Tite por um equívoco do professor Scolari

Fonte: O Estado de São Paulo

Treinador do Corinthians, quando garoto, tem nome trocado pelo técnico do Palmeiras

PAULO GALDIERI, ENVIADO ESPECIAL / CAXIAS DO SUL – O Estado de S.Paulo

Familiares e amigos que viram pela televisão, na última quarta-feira, a consagração profissional de Tite como técnico, ao levar o Corinthians a conquistar pela primeira vez o cobiçado título da Libertadores da América, se lembraram naquele instante de como tudo começou, 40 anos atrás, e de como o futebol havia se tornado uma peça fundamental na vida da família Bachi.

Anos 1970, Caxias do Sul. A cena era comum no começo das tardes frias ou amenas da cidade gaúcha. Ade, 12 anos, filho do meio de dona Ivone Mazochi e seu Genor Bachi, se juntava com Miro, seu irmão mais novo (ele ainda tem Beatriz, a mais velha) para jogar futebol. Sem muitos recursos financeiros, os garotos estudavam no Colégio Estadual do Guarani (hoje Henrique Emílio Meyer), onde não havia quadra para o passatempo preferido da família. Para não ficar sem o futebol de todas as tardes, eles não faziam nenhuma cerimônia para pular o muro dos fundos do tradicional (e particular) colégio de freiras da cidade, o Madre Imilda, localizado a menos de 200 metros da casinha onde viviam, numa travessa da Rua Sinimbu, no bairro de Lourdes.

A cena se repetiu por anos e foi o início do contato diário de Adenor Leonardo Bachi, muito antes de ele se tornar o Tite, técnico campeão da América com o Corinthians e um apaixonado pelo esporte de onde tirou seu sustento desde sempre e do qual quase nunca se afasta.

A paixão de Tite pelo futebol vai além de seus compromissos e obrigações profissionais. É parte de sua vida, seja como o técnico de um time de ponta durante uma campanha importante, como a da Libertadores recém-conquistada, seja de folga, entre uma caipirinha e outra ao lado da churrasqueira acompanhado dos mais chegados, contando histórias de quatro décadas no mundo da bola.

Tite por engano. Uma das histórias mais curiosas é de como Adenor, ou simplesmente Ade, como a família ainda o chama, ganhou o apelido célebre: foi tudo um grande engano, cometido por outro gaúcho famoso de Caxias do Sul: Luiz Felipe Scolari.

Aos 14 anos, Tite ainda jogava apenas como amador os torneios entre escolas estaduais. Defendendo seu colégio, o garoto, um meia clássico, camisa 10 às costas, enfrentou o time do Cristovão Mendonza, equipe que era treinada por Felipão, à época um jogador semi amador e já veterano do time do Caxias, que dividia seu tempo com a função de professor de educação física.

Scolari ficou sabendo que o time rival tinha um meia habilidoso, com potencial de se tornar profissional, chamado Ade. Ele fazia dupla de meio-campo do “Emilio Meyer” com outro aluno, um garoto conhecido como Tite. Felipão gostou do que viu no camisa 10, o Adenor, mas confundiu o nome dele e passou a chamá-lo de Tite. Assim ele foi apresentado aos dirigentes do Caxias, onde depois se tornaria profissional e até jogaria ao lado de Scolari no fim dos anos 70.

A vida de Tite é toda direcionada para o futebol. E, como um sujeito apegado à família e aos amigos (os mesmos desde os tempos de colégio), ele arrasta todos a seu redor.

Exemplo disso é que nos dias de folga em Caxias, a diversão principal de Tite é cuidar do Carrossel, o time formado por amigos, e por Ademir (o Miro) seu irmão e companheiro de campos e quadras desde os tempos da puladas diárias de muro e, eventualmente, pelo mais novo elemento do time, Mateus Bachi, 21 anos, filho do treinador e jogador do time na época das férias escolares.

O nome do time é quase um tratado de imodéstia de seus “atletas”. Deriva da legendária Holanda da Copa de 1974, conhecida como “Carrossel Holandês” por seu estilo de jogar e de encantar com toques rápidos e “equilíbrio”, palavra preferida do técnico.

O Carrossel tem direito a uniforme oficial, foto posada a cada jogo e “casa própria” -o Centro Esportivo e de Lazer Tite (Celte), formado por um par de quadras de futebol society com grama sintética, um galpão com churrasqueira e bar, que aluga espaço para os boleiros de fim de semana.

“Ele não fala de outra coisa. Não tem outro assunto para ele. É futebol, é o Carrossel, é o jeito que o time joga. Ele gosta tanto de futebol que, no início de carreira, já profissional, ele jogava pelo Caxias mas não deixava de viajar com a gente pra jogar peladas”, conta Alvaro Mentta, gerente de vendas de uma concessionária de veículos, em Caxias do Sul, e amigo desde a infância.

Essa paixão toda foi nutrida pelo pai, que incentivava Tite se tornar jogador, e a mãe, que aumentou sua produção como costureira para compensar a falta de dinheiro no período mais difícil, quando as contas apertaram e o filho ficou entre abandonar o sonho de virar jogador ou ajudar na renda familiar.

“O pai teve uma época que fez a cobrança. Estava na hora de trabalhar. Mas a mãe disse que trabalhava mais pra deixar ele tentar ser jogador”, lembra o irmão Miro, hoje com 46 anos e administrador do Celte. “Era dia e noite costurando para ele poder jogar”, complementa a mãe, dona Ivone, 76 anos.

Rituais. Dona Ivone, aliás, é parte importante de dois dos rituais seguidos por Tite como técnico. O primeiro, e mais conhecido, é o de usar nos dias de jogos uma camisa da cor predominante do time que dirige. No Corinthians, o preto é a escolha dele, no Palmeiras, usava verde, no Inter, o vermelho. A ideia veio a partir da iniciativa de sua mãe, que depois do primeiro título dele como treinador, o Gaúcho de 1999 pelo Caxias, lhe deu um terço na cor do time, a grená.

A segunda superstição de Tite que remete à mãe é a ligação no dia da partida. “Ele liga sempre por volta do meio-dia, pede a bênção a ela e pede que reze por ele”, diz Miro.

Tite, de fato, tem a religião como um traço marcante de sua personalidade herdada da mãe. “Eu rezo para o santo do dia. Mas tenho o São Jorge como o principal. E foi só outro dia que eu descobri que ele era o padroeiro do Corinthians. Combinou.”

Fala muito. A paixão pelo futebol, segundo dona Ivone, não atrapalhou Ade de ser um bom aluno. “Não tenho do que me queixar.”

O prontuário escolar de Tite no Emilio Meyer, bem conservado nos arquivos da escola até hoje, mostra que ele era um aluno que oscilava entre notas boas e medianas. Jamais foi brilhante, mas também não estava entre os piores da classe.

Nas observações dos conselhos de classe anuais, entre a quinta série e a oitava do antigo Ginásio, de 1972 a 1975, Tite é descrito por seus orientadores como um aluno que se destaca pela “criatividade, participação, entrega dos trabalhos, interesse”. Entre os problemas, detectavam dificuldade com matemática e português.

Nas observações finais de 1974, quando cursou a sexta série, o conselho da escola para Adenor, registrado oficialmente a mão em seu prontuário, foi: “Você tem capacidade para atingir um bom aproveitamento. Dedique-se mais ao estudo, pois tem condições para render mais”. Mas a observação mais curiosa é a de que Tite sempre foi bastante falante. “Mais dedicação e falar menos”, orientava a escola.

Tite, o treinador vencedor, talvez definisse Ade, o garoto que gostava de futebol, com uma de suas expressões mais conhecidas: “Fala muito.”

 

ICFUT – Entrevista de Mário Gobbi presidente do Corinthians para Folha de São Paulo

Fonte: Folha de São Paulo

Cofres abertos

Presidente do Corinthians diz que atletas serão mais valorizados após o título e pede calma com Romarinho

LUCAS REIS
MARCEL RIZZO
DE SÃO PAULO

Mário Gobbi, 50, o primeiro presidente do Corinthians a conquistar a Libertadores, desdenhou do torneio durante todo o semestre. E continua a minimizá-lo.

“Eu dizia que o Corinthians é maior que a Libertadores, e é maior mesmo”, disse ontem, em entrevista à Folha.

Ele contou como foi o plano de diminuir a importância do campeonato para tirar a pressão dos jogadores. Disse também que os atletas, e

principalmente o técnico Tite, serão financeiramente mais valorizados nas renovações de seus contratos.

Mas pede calma com Romarinho, o ídolo-relâmpago.

“Ele é uma promessa, vamos devagar. A mão que hoje o aplaude é a mesma que amanhã vai atirar pedras nele”, declarou o cartola.

Reforços para o Mundial virão -ele não confirma, mas a prioridade número zero é trazer um centroavante.

Folha – O Corinthians encerrou o estigma de sofredor?

Mário Gobbi – Não existe bem que sempre dure nem mal que nunca acabe. Na década de 70, não se falava em Libertadores no Corinthians. Em 80, também não. No final da década de 80, o Corinthians buscou o título brasileiro, que veio em 90, quando aí sim o time passou a buscar a Libertadores. Foi um tempo de espera, mas tudo acaba.

Como foi a estratégia para minimizar a pressão pelo título?

Todo mundo só pensava em Libertadores e criou-se uma pressão insuportável para trabalhar. Internamente, nós a priorizamos, trabalhamos alucinadamente para vencer, mas externamente estava proibida essa palavra. Então tentei fazer o torcedor entender que o Corinthians é maior que a Libertadores. E é maior mesmo.

Foi o maior título da história do clube?

Difícil dizer se foi o maior. Tem o Mundial antes disso. Cada um tem um sentimento. Em 77, o título encerrou uma fila, e a Libertadores iniciou uma nova fase de evolução. Mas acima da Libertadores está o Mundial, com certeza.

Até Lula fez um apelo para que o time não se desmanche…

Desmanche não vai ter. Tem o caso do Castán, que quis sair [jogará na Roma]. O chamamos para oferecer um contrato à altura do patamar dele, mas ele quis sair por um projeto pessoal, nem quis ouvir nossa proposta. Teve uma proposta do Alex, dos Emirados, que recusamos. Estava fora do que a gente acha que ele vale. O Paulinho, ao contrário do Castán, não quer sair, ele vai permanecer. O Willian é só de terceiros, [sair] depende mais dele do que do Corinthians. Não tem mais proposta de nenhum jogador. E toda peça que por acaso sair vai ser reposta. E jamais perder mais de um jogador por posição. No Corinthians, ninguém nunca precisou pedir aumento. Quando o jogador muda de patamar, a diretoria o chama e o reconhece.

Então o Romarinho já ganhou um aumento?

Você não pode comparar o patamar do Castán com o patamar do Romarinho. O perigo é que se cria uma coisa, depois não se sabe se confirma. O Corinthians está fazendo um trabalho a nível social, preparando o Romarinho. É uma promessa, mas vamos devagar. Ele tem que acontecer, ser titular. Faremos um trabalho educativo. O Viola marcou aquele gol [no Paulista de 1988] e ficou três anos sendo um jogador de um gol só.

E agora você tem um time e um técnico que, com o título, mudaram de patamar…

Nenhum clube oferece a um jogador o que o Corinthians dá. Ninguém no elenco está fora do padrão do clube, todo mundo está no patamar dele. E quem não estiver, vamos corrigir. Em que pese ter contratos, mas trabalhamos meritoriamente. Garanto que os jogadores têm uma posição muito especial.

O salário do Tite é menor do que os de alguns colegas.

Não gosto de comparar. É claro que todos, na renovação de contrato, serão valorizados, não tenha a menor dúvida. O Tite foi valorizado na renovação de contrato dele. O quanto, não se sabe se foi justo ou injusto. Mas na hora de rever [o contrato do técnico, que acaba em dezembro], vamos reparar e chegar no patamar em que ele está hoje.

O Mundial já é a prioridade?

Vamos conversar, ver as necessidades do treinador, reforçar. Queremos ganhar o Brasileiro e o Mundial. Vamos ver como vai estar lá na frente, aí decidimos [qual torneio priorizar]. Se tivesse que decidir às vésperas [do Mundial], buscaríamos o Mundial.

Por Cleber Aguiar – Corinthians é visto como o maior rival no futebol nacional, diz pesquisa

Fonte: Globo.com

Clube é a primeira opção de são-paulinos, santistas e palmeirenses. E ainda aparece na lista de torcedores de Flamengo, Fluminense e Vasco

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo

Para os corintianos não restava dúvida que os secadores estavam ligados antes de a bola rolar para a final diante do Boca Juniors, na quarta-feira passada, no jogo do título da Libertadores. Quase uma semana depois, números de uma pesquisa mostram o tamanho dessa torcida contra. Afinal, o Timão foi apontado como o principal rival no futebol brasileiro. 

O levantamento feito pela empresa Stochos neste mês considerou entrevistas com 8.291 torcedores, com representantes das classes A, B, C e D a partir de 16 anos. A margem de erro é de 1,1% para mais ou para menos.

O Corinthians foi apontado como principal rival por torcedores de Palmeiras, Santos e São Paulo – e figurou na lista de Flamengo, Fluminense e Vasco, aparecendo inclusive na frente do Botafogo (veja tabela ao final do texto). Ficou com 20,2% das citações de todos os entrevistados.

Info Rivalidade Clubes Brasil Resultado (Foto: infoesporte)

– É até engraçado, mas temos que jogar por nós. E pelos nossos 33 milhões de torcedores que ficaram muito felizes. Não adianta torcer contra, não vai mudar nada. Temos de respeitar. Na quinta, muita gente ficou chateada. E o torcedor do Corinthians vai poder extravasar – disse Willian, que está de saída para o Metalist, da Ucrânia.

Em segundo lugar, ficou o Vasco. Os números não deixam dúvida sobre a influência que tiveram as indicações de rubro-negros, que formam a maior torcida do país: 60,8% apontaram o clube de São Januário como principal rival.

Entre os vascaínos, a votação para o Flamengo como maior rival alcançou um número ainda mais expressivo: 85,3%. Tricolores (com 69,0%) e botafoguenses (com 67,5%) também citaram os rubro-negros, que aparecem em terceiro lugar no ranking geral, graças também a 5,1% de corintianos.

Seguindo a lista, vêm na ordem: Palmeiras, São Paulo, Atlético-MG, Santos, Inter, Grêmio, Cruzeiro, Fluminense e Botafogo.

As pesquisas por estado mostram algumas curiosidades. No Paraná, 91,1% dos atleticanos apontaram o Coritiba como maior rival, mas um número bem inferior de coxas-brancas (75,0%) citaram o Furacão. Em Pernambuco, o Náutico não aparece na lista dos torcedores do Santa Cruz, que tem quase a totalidade (94,0%) indicando o Sport.

Veja os números por estado no gráfico abaixo:

INFO Rivalidade Clubes do Brasil (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)

Por Cleber Aguiar – Juiz homenageia Corinthians em audiência

Fonte: Folha de São Paulo

‘Singela homenagem’ de magistrado pelo título da Libertadores foi registrada em ata

DE SÃO PAULO

O título do Corinthians na Libertadores foi parar na Justiça. Um juiz substituto da 2ª Vara do Trabalho em Campo Grande fez uma homenagem ao time na ata de uma ação.

O caso ocorreu anteontem. No início da audiência entre uma ex-funcionária e representantes de uma gráfica, processada por suposta falta de pagamento de horas extras, Márcio Alexandre da Silva pediu licença aos presentes para uma “singela homenagem” a “seu time do coração”.

A “homenagem” foi parar na ata, disponibilizada ontem no site da Justiça do Trabalho.

O juiz determinou ainda que o tribunal mandasse cópia da ata, que além dos agradecimentos contém depoimentos de testemunhas do processo, para o presidente do Corinthians, Mário Gobbi, com um pedido para que ele “faça chegar a homenagem” ao elenco e ao técnico do time.

Segundo o texto, os advogados da ex-funcionária e da gráfica são “corintianos” e “associaram-se à homenagem”.

“Quando entrei e vi aquela bandeirona [do time] cobrindo toda a parede [atrás do juiz], fiquei feliz e contei que também era corintiana”, disse Kátia Maria Souza Cardoso, defensora da gráfica.

O Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região afirmou que o teor da ata “expressa opinião pessoal” do juiz e que a Corregedoria deve “tomar as providências cabíveis”.

A assessoria de Silva disse que ele só pretende comentar o caso na segunda-feira.

(JEAN-PHILIP STRUCK E JULIANNA GRANJEIA)

Por Cezar Alvarenga – Insatisfeito, Ganso está quase de saída do Santos.

Fonte: Yahoo! Esportes

Ganso não deve jogar mais no Santos. A informação vazou na tarde deste domingo, em Porto Alegre. O dono da DIS – braço do Grupo Sonda que atua no futebol -, Delcir Sonda, torcedor fanático do Internacional, já teria até confirmado a decisão, anunciando um possível acerto com o clube gaúcho.

A despedida de Ganso pode ter sido no empate por 0 a 0 contra a Portuguesa, no dia 1º de julho, no Canindé. Terminada a Olimpíada de Londres, em agosto, o seu destino só não será o Internacional se surgir uma proposta irrecusável do futebol europeu. Consta que a DIS entrou em acordo com a diretoria santista para se tornar único dono dos direitos econômicos do jogador, adquirindo os 45% que pertenciam ao Santos.

O valor da transação teria sido inferior aos aproximadamente R$ 58 milhões se tivesse sido usada como base a multa contratual de R$ 130 milhões. Como Oscar interessa ao futebol europeu, Ganso é tido como o substituto ideal dele no Inter.

O presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, alegou neste domingo que continua em recesso por conta da eliminação do time na Libertadores para não falar sobre a negociação de Ganso. O vice-presidente Odílio Rodrigues Filho negou que o jogador esteja mesmo de saída.

“Não tem isso. Ganso não jogou hoje (domingo) por estar passando por um trabalho de recondicionamento físico”, disse o vice-presidente do clube. “O Santos não comenta esse assunto, mas não tem nada disso. Ganso é jogador do Santos, tem contrato até 2015.”

A situação entre Ganso e o presidente Luis Alvaro voltou a ficar estremecida na semana passada. O dirigente chegou a dizer que se cansou de tentar convencer o meia a aceitar o tal plano de carreira e um novo contrato com o clube.

O salário de Ganso no Santos é de R$ 130 mil por mês e inúmeras vezes o jogador se queixou de não ser valorizado pelo clube. Principalmente depois que a direção santista se recusou a comprar os 10% dos direitos que lhe pertenciam, após o Mundial de Clubes no Japão, em dezembro do ano passado. Como o jogador precisava do dinheiro, mais uma vez a DIS saiu em seu socorro e comprou os 10%.