ICFUT – CORINTHIANS X BOCA JUNIORS – FINAL DA COPA LIBERTADORES 2012 – NOTÍCIAS E LINK AO VIVO

Fonte: Diario Olé – Argentina

Tradutor Google

“Nós lemos e ouvimos”

Falcioni chegar ao hotel em San Pablo. Qualquer ilusão.

Falcioni chegar ao hotel em San Pablo. Qualquer ilusão

 Falcioni disse que a escola tomou conhecimento de os agravos do Corinthians: “Vamos em paz, temos jogadores com experiência e classe”. E disse que eles estão “confiantes” para trazer a Copa de volta.

Emerson, um meio-campista, “Aquele que vive com a sua boca é uma cantora. Eu jogar futebol, jogar com os pés. Riquelme iria reclamar menos e jogar mais …”.

Cássio, arqueiro, “No criminoso sempre um atalho ou dois.”

Castan, o zagueiro: “Riquelme acha que defendeu em todos os momentos Vamos ver o que eles fazem aqui. …”.

Copa do clima, clima quente. Picanteó Corinthians em torno do fim da Libertadores, com algumas observações off-cor e até mesmo um modelo brasileiro de limpar o chão com o Boca . Mas os argentinos não encolher. E antes de partir para São Paulo, Falcioni alertou: “Temos lido e ouvido o que eles disseram …”.

“Que a tranquilidade de ter feito a coisa certa e saber que dentro do grupo são jogadores experientes e muito mais. Estamos acostumados”, disse JC, tentando minimizar a polêmica, mas reconhecendo a chicana de Tima. Mas sim, Falcioni marcou o tribunal: “Os meninos estão indo bem e com confiança.”

O piso

A foto de Dani Bolina com o Boca no chão.

A foto de Dani Bolina com o Boca no chão.

Um modelo brasileiro enviou uma foto usando o Boca como um pano e torcida do Corinthians comemorou a piada nas redes sociais. Tanta confiança? Falcioni motivação extra e companhia …

Diz a lenda que na perna pré-segunda final contra o Palmeiras na Libertadores de 2000, vários mostrou sinais pouco preso no guarda-roupa da boca: “Se nós somos campeões”. Eram declarações de Scolari, o treinador rival, com a dependência excessiva do anterior. Bianchi aproveitou, encorajou os seus meninos a esses recortes de jornal. E agora, olhando para repetir o feito de que vice-rei, Falcioni já tem material …

Depois de Emerson Sheik, o Corinthians o meia, Riquelme criticado por reclamar muito contra o árbitro, agora apareceu uma foto de uma modelo brasileira com o Boca e esfregão. A menina em questão, Dani Bolina, elevou sua foto para redes sociais e foi a raiva entre os fãs de Tima, a se recuperar também encontrou na mídia brasileira.

Será que vão transformar os pequenos sinais de Bianchi?

“Ele nunca esteve em dúvida”

Angelici em sua chegada a São Paulo com a delegação.

Angelici em sua chegada a São Paulo com a delegação.

Continuidade Angelici Falcioni disse tudo o que acontece na Libertadores: “Este semestre foi muito bom ea escola já tem reconhecimento.” Ele também assegurou que “está empenhado” para uma revanche da final.

Na pré-final da Libertadores, o rumor de uma possível maneira de Falcioni, seja qual for o resultado, se espalhou rapidamente por todo o Boca mundo, inquieto mesmo em tempos de realização desportiva. Mas Angelici, presidente e que tem a última palavra que ele disse antes de partir para o Brasil, não importa o que acontece em San Pablo, JC vai continuar a liderar o xeneize: “Isso nunca esteve em dúvida”, disse ele.

“Este semestre foi muito bom, um grande esforço de todos. Tendo lutado o torneio, alcançando as finais … O campus já tem reconhecimento”, disse Angelici, que avaliou o trabalho da comissão técnica. E também disse ter fé em torno do fim da Libertadores: “Viajamos confiantes, temos um grande time e cada vez que sair para o Boca são respeitados.”

Fonte: Clarin.com.ar

Embora um grupo de fãs lançou foguetes Corinthians que caíram perto do parque do Pacaembu, a equipe fez uma apreciação relaxado do estádio. Nesta quarta-feira vai jogar o título de São Paulo. Olhe prática no Brasil.

Bombas. A equipe treina com a fumaça de fogos de artifício ao fundo. (Telam)

Boca concentração não é alterada nem inesperados ruídos ou explosões. Demonstrou-se terça-feira quando a equipe realizou um trabalho de reconhecimento Estádio do Pacaembu, um dia da etapa final da Copa Libertadores. Um punhado de torcida do Corinthians jogou fogos fora do estádio, mas o grupo não se abalou.

Por volta das 8 pm, a equipe chegou ao estádio para o Corinthians e muito relaxado, saiu para o campo para explorar. Desde o início, o grupo foi dividido em cinco partes, uma das quais viveu cerca de fogos de artifício.

Antes de colocar todos juntos para o meio campo de futebol, caiu fora do estádio bombinhas vários, alguns muito próximos ao grupo que fez James Silva, Dario Cvitanich, Leandro Somoza e Matias Caruzzo, entre outros. Nada aconteceu. Jogadores não interromper o “louco” que estavam fazendo e correu bem.

Além deste grupo, um composto de Diego Rivera, Sosa Franco, Lucas Viatri e Rodriguez Clemente, entre outros, me diverti bastante em um círculo para a bola e não cair em uma curva, outro exigiu Walter Ervin, para ser colocado sobre as luvas por um tempo. Roman lado, trabalhando e Roncaglia, correndo em volta do campo.

Além das explosões, alguns fãs brasileiros infiltrados nas arquibancadas e começou a insultar, mas o fato de não passar. Boca da Paz não foi alterada a qualquer momento, na terça-feira. A mente está definido para ganhar a final e amanhã levantar a Libertadores sétima Copa.

A história de vida notável do menino que foi o carrasco do Boca

Romarinho, com uma grande definição Falcioni privou a equipe ganhar a rodada final da Copa, nasceu em uma cidade chamada Palestina. Foi descoberto pelo caçador de talentos quando tinha apenas sete anos, e foi só o outro lado do Brasil.

Para muitos, o nome soou Romarinho após a definição mais requintado Agustin Orion saiu Boca sem vitória, e não Bombonera celebração, na primeira final da Copa Libertadores. E este atacante habilidoso, que foi eleita Estreante do último torneio de São Paulo também tem uma história particular.

Romarinho nasceu há 21 anos na Palestina, a 500 quilômetros de San Pablo. De acordo com o slogan jornal brasileiro Lance! em seu site, foi descoberto por um caçador de talentos quando a sua velocidade foi apresentado em um pasto. Dos pais de criação, o talentoso atacante chamou a atenção de Vitória Bahia. Aos sete anos, mudou-se apenas Salvador. Mas a nostalgia bateu duro, e apenas duas semanas depois estava de volta na Palestina.

Só voltou, ele se juntou ao Rio Preto, onde jogou três anos. Após um teste de Romarinho passou e se juntou às fileiras dos poderosos São Paulo. Até então, 10 anos, a frente foi caracterizado pela sua timidez enorme e sérios problemas com o estudo. “O Pablo San ajudou, mas não tenho muita paciência para lidar com esse problema e, finalmente, deixá-lo ir”, disse Lima Henrico, o treinador, Lance!

Que decepção não fez mossa sonho Romarinho de se tornar um jogador profissional. Antes de brilhar no Bragantino, a frente passou pelo Rio Branco, Brasil e Esportes de São Bernardo. Com Bragantino foi eleito Newcomer Paulista torneio.

Santos queria, mas a chegada não se concretizou porque o presidente da equipe queria tê-lo, mesmo sem gastar um centavo. Bragantino, naturalmente, recusou. E isso é quando Corinthians parecia destino Romarinho. Agora a frente pela Tima foi um bom jogo em Buenos Aires quer dar ao clube que lhe deu a oportunidade de ganhar seus primeiros Copa Libertadores.

 Fonte: Estadao.com.br
Líderes corintianos negam disputa por faixa de capitão no jo com o Boca
Danilo ou Alessandro devem assumir posto de comandante da equipe alvinegra na final da Libertadores
FÁBIO HECICO – Agência Estado

SÃO PAULO – O torcedor já sonha com o Corinthians campeão da Libertadores, mas a imagem ainda não é nítida. Afinal, quem será o responsável por levantar a taça? O técnico Tite tem promovido um rodízio da faixa de capitão e Alessandro e Danilo disputam o posto na decisão desta quarta-feira contra o Boca Juniors. Os dois, porém, minimizam a importância da faixa no braço.

Alessandro é um dos nomes mais cogitados para capitão - José Patrício/AE
José Patrício/AE
Alessandro é um dos nomes mais cogitados para capitão

“Independente de quem seja o capitão, o primeiro objetivo é vencer. Por quem o Tite decidir, todo mundo vai acatar. Temos que nos preocupar com o jogo”, comentou Danilo. “Ele já foi (capitão), eu também. Indiferente de quem colocar a faixa, a vontade e o desejo são maiores que a faixa”, reforçou Alessandro.

Do grupo corintiano, o único que sabe como é conquistar uma Libertadores é exatamente Danilo, campeão com o São Paulo em 2005. E o meia, uma das figuras mais importantes do Corinthians na competição deste ano, avisa que a taça é mais pesada que de costume. Não só literalmente. “O importante é ganhar, independente do peso. Não é fácil ganhar, por isso ela (taça) se torna pesada. Ela não é fácil de se ganhar, ainda mais contra argentinos”, lembrou.

Perto de se tornar bicampeão sul-americano, Danilo mais uma vez se destaca como autor de gols decisivos. O meia cresce em jogos importantes e tem sido assim cada vez que o Corinthians decide um confronto no Pacaembu. “O momento é bom. Nos jogos aqui estou tendo mais oportunidade e graças da Deus a bola está sobrando. Numa final, vou estar ali para ajudar”, disse o sempre discreto Danilo.

A maturidade observada no jogador que é o cérebro do time corintiano é vista também na maior parte dos titulares alvinegros para o jogo desta quarta-feira. Para Alessandro, isso pode ser decisivo para o título. “Num grupo onde tem muitos jogadores de qualidade, o principal para se fortalecer e buscar conquistar o título é ser humilde para marcar, cumprir função tática. É importante colocar na cabeça que pode ser mais importante marcando e com isso o time cresce muito.”

Torcidas trocam provocações em desembarque do Boca em São Paulo
Integrantes da organizada do time argentino no Brasil, a La 12 São Paulo, estiveram em Cumbica
FÁBIO HECICO – Agência Estado

SÃO PAULO – O desembarque da delegação do Boca Juniors no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), no início da tarde desta terça-feira, acabou não ocorrendo normalmente como previsto por causa de tumultos provocados por torcedores do próprio time e de corintianos que estavam no local. Eles trocaram provocações e xingamentos antes do segundo jogo da final da Copa Libertadores, entre o clube argentino e o Corinthians, nesta quarta-feira, no Pacaembu.

Torcida da LA 12 São Paulo no Aeroporto de Cumbica - Marcio Fernandes/AE
Marcio Fernandes/AE
Torcida da LA 12 São Paulo no Aeroporto de Cumbica

Membros da torcida La 12 São Paulo, versão paulistana da tradicional organizada do Boca, estiveram presentes no aeroporto. A facção conta com 51 sócios e foi apoiar o time argentino de perto antes da decisão da competição continental.

Irritados com a presença dos torcedores da organizada do Boca, neste caso formada principalmente por brasileiros que são simpatizantes da equipe argentina, os corintianos deixaram o clima quente no saguão de desembarque do aeroporto. Alguns até chegaram a chamar outros para a briga, mas o conflito não provocou problemas de maiores proporções.

O tumulto criado fez a delegação do Boca desistir de passar pelo saguão e deixar o aeroporto diretamente pela pista de pouso do aeroporto, evitando assim o contato com os exaltados torcedores. Antes disso, alguns ônibus e batedores esperavam pelos jogadores do time argentino ao lado dos portões que dão acesso ao saguão, mas eles acabaram deixando o local e seguiram para a pista para apanhar os atletas e depois transportá-los com escolta até o hotel onde o time ficará hospedado em São Paulo.

Corinthians faz do preparo físico mais um trunfo para superar o Boca

Equipe fez a maioria de seus gols no segundo tempo e vai procurar explorar o bom fôlego de seus jogadores

Fábio Hecico, Paulo Galdieri e Raphael Ramos – O Estado de S.Paulo

“Não para, não para, não para, nunca.” O grito da torcida do Corinthians para empurrar o time até o fim dos jogos traduz uma verdade dentro de campo que será um diferencial na decisão da Libertadores com o Boca Juniors: o preparo físico. ‘Voando’ nos 90 minutos, o Timão espera superar os argentinos no fôlego, já que é fácil ver um jogador dando enorme pique com a partida por acabar. E, muitos, para comemorar um gol. Dos 20 na Libertadores, 13 foram na etapa final, oito no último quarto do jogo.


Confirmado na final, Emerson treina no CT às vésperas da final da Libertadores - José Patrício/AE - 2/7/12
José Patrício/AE – 2/7/12
Confirmado na final, Emerson treina no CT às vésperas da final da Libertadores

“Os meninos estão bem preparados em tudo. E como correm, é impressionante”, não esconde a satisfação o diretor adjunto Duílio Monteiro Alves.

“A gente não desiste nunca, luta até o final e isso é um diferencial”, afirma o atacante Emerson, um dos ‘incansáveis’ do time. Além de atacar muito, vira e mexe ele está lá atrás dando combate. “Nosso time não é a melhor defesa apenas pelos zagueiros. A marcação começa com os atacantes. Eles ajudam no combate e, ao roubarmos a bola, já estamos perto do gol”, endossa Castán, que vai além: “Ninguém tem mais vontade e disposição do que a gente. Eles (Boca) podem até igualar, mas não nos superam em entrega, correria”.

Na Argentina, por exemplo, Emerson foi o responsável pelo passe para o gol de Romarinho no empate por 1 a 1, já aos 40 da fase final. E deu muito trabalho aos defensores com sua correria. Chegou a irritar alguns, sendo parado com faltas.

Lutar até o fim é uma marca corintiana nessa Libertadores. E muito graças ao preparador físico Fábio Mahseredjian, que chegou em setembro e deixou o time no ponto. “Eles estão bem preparados, realmente. Mas o sucesso é muito por causa do conjunto. Essa equipe corre bem porque está bem armada em todos os quesitos, é equilibrada e isso a faz se desgastar menos”, explica Mahseredjian, que cita o Vasco em 2000 e o Inter de 2010 como equipes que se destacaram no preparo físico. Quem não se lembra do gol de Ralf, de empate com o Táchira, na estreia do Corinthians, aos 49 do segundo tempo? Ou o de Paulinho diante do Vasco, aos 42?

Nesta quarta, no Pacaembu, o time promete dar a vida em campo e buscar o inédito título até o fim. “Vamos para cima, sem nos poupar pensando em prorrogação. Numa final tem de dar o máximo desde o início. E não existe esse negócio de um time cair no segundo tempo, como falaram do Boca”, alerta Mahseredjian.

Muitos argentinos, porém, veem um desgaste no time. Qual o motivo? Enquanto o Corinthians poupou seus titulares em vários jogos e tem média de idade de 28 anos, o Boca, com sete jogadores acima dos 30, vem em fim de temporada desgastante e já deu claros sinais de esgotamento físico. Se na Bombonera Tite lamentou a “perda de velocidade” com a contusão de Jorge Henrique, a recuperação do atacante faz o treinador mais uma vez apostar na velocidade e, consequentemente, no preparo físico, para triunfar.

Ficha Técnica

CORINTHIANS X BOCA JUNIORS-ARG

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 4 de julho de 2012, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldan (COL)
Assistentes: Abraham Gonzalez (COL) e Humberto Clavijo (COL)

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf e Alex; Jorge Henrique, Emerson e Danilo
Técnico: Tite

BOCA JUNIORS: Orion; Roncaglia, Caruzzo, Schiavi e Clemente Rodríguez; Ledesma, Somoza, Erviti e Riquelme; Pablo Mouche e Santiago Silva
Técnico: Julio César Falcioni

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