ICFUT – Léo nega torcida pelo Timão e critica final: "Não jogaram nada"

Fonte: gazetaesportiva

Experiente, o lateral esquerdo Léo sempre foi dono de declarações polêmicas e frases fortes, durante a sua carreira. Por isso, quando o assunto foi a final da Copa Libertadores da América, o veterano jogador não agiu diferente. Contundente, Léo descartou a hipótese de torcer pelo Corinthians, que eliminou o Santos nas semifinais da competição, diante do Boca Juniors (Argentina).

“Se eu falasse que ia torcer para o Corinthians estaria sendo hipócrita e mentiroso. Não vou dizer isso para vocês (jornalistas)“, afirmou Léo, após o treino do Peixe, na tarde desta quinta, no CT Rei Pelé.

Léo também deu a sua opinião sobre a primeira partida da decisão, na qual Boca e Timão empataram por 1 a 1, na noite desta quarta-feira, em La Bombonera. “O que eu vi não me agradou, mas não adianta lamentar. Estamos fora. O Corinthians jogou de uma maneira contra a gente e de outra ontem (quarta). O Boca também estava dando sono. Só que não adianta falar muita coisa. Porém, eu acho que nenhuma das duas equipes jogaram nada. Jogaram para o gasto”, comentou.

Questionado sobre quem acredita que irá levantar a taça da Libertadores, o lateral santista não arriscou palpite, mas resumiu o seu pensamento: “Quem se comportar menos pior vai levar”, emendou.

Corinthians e Boca Juniors voltam a campo na próxima quarta-feira, no Pacaembu, para saber quem fica com o título da competição. O time que ganhar conquista a taça. Se o duelo terminar empatado, a disputa segue para a prorrogação e, se a igualdade permanecer, o campeão será conhecido nas cobranças de pênaltis.

ICFUT – Sub-20: em disputa de 26 pênaltis, Brasil bate Uruguai e vai para final

Fonte: globo

Seleção de Ney Franco vence por 10 a 9 após 0 a 0 nos 90 minutos em torneio preparatório para o Sul-Americano da categoria, na Argentina

A seleção brasileira sub-20, treinada por Ney Franco, está na final do Quadrangular Internacional da categoria, disputado em Resistência, na Argentina. Para isso, teve que suar na decisão de pênaltis contra o Uruguai na noite desta sexta-feira: após 0 a 0 nos 90 minutos, o Brasil venceu por 10 a 9 em uma disputa que contou com 26 cobranças.

O goleiro Luiz Gustavo, do Vitória, defendeu dois pênaltis, assim como o colega uruguaio Cubero (cobranças de Luan, do Vasco, e Henrique, do São Paulo). João Felipe, do São Paulo, e Felipe Anderson, do Santos, tiveram que bater duas vezes, já que a disputa não foi encerrada mesmo com os 11 jogadores cobrando.

A final do torneio será no próximo sábado contra o vencedor do confronto entre Argentina e Chile, ainda nesta sexta. A competição serve de preparação para o Sul-Americano Sub-20, que será disputado ano que vem na Argentina e valerá vaga no Mundial da categoria, em 2013, na Turquia.

Filho do tetracampeão Bebeto, o meia Mattheus, do Flamengo, entrou no segundo tempo e converteu sua cobrança. Além de Luan e Henrique, Felipe Anderson desperdiçou sua primeira tentiva, para fora. Pelo lado uruguaio, Cristoforo e Aguirre chutaram para Luiz Gustavo defender, enquanto De Leon e Silva acertaram o travessão e a trave, respectivamente.

Veja todos os convocados por Ney Franco:

Goleiros
Luiz Gustavo (Vitória)
Igor Rayan (Cruzeiro)

Laterais
Fabinho (Fluminense)
Henrique (São Paulo)
Felipe Anderson (Santos)

Zagueiros
Luiz Gustavo (Palmeiras)
Luan (Vasco)
Wellington Carvalho (Fluminense)

Meias
Rodrigo Caio (São Paulo)
João Felipe (São Paulo)
Misael (Grêmio)
Giovanni (Corinthians)
Mattheus (Flamengo)
Taiberson (Atlético-PR)
Mike (Internacional)

Atacantes
Paulo Henrique (Atlético Mineiro)
Bruno Mendes (Guarania)
Ademilson (São Paulo)

ICFUT–Conheça a história de Romarinho

Fonte: lancenet

De Palestina para a América! Conheça a incrível história de vida de Romarinho

LANCENET! detalha a história da infância sofrida e problemática do jovem atacante, de 21 anos, que brilhou na Bombonera

HOME Romarinho - Boca Juniors x Corinthians (Foto: Daniel García/AFP) Golaço! Romarinho fez o gol que garantiu o empate do Corinthians com o Boca (Foto: Daniel García/AFP)

Paulinho rouba a bola de Riquelme e toca para Emerson, que gira e enfia para Romarinho. O jovem atacante, de 21 anos, recebe em velocidade e, com a frieza de um verdadeiro veterano, dá um toque sutil por cima do goleiro Orión para silenciar a temida Bombonera.

O emblemático lance que gerou o gol de empate do Corinthians com o Boca Juniors (ARG) na primeira final da Copa Santander Libertadores está na ponta de língua de todo corintiano. Mas e a história do frio Romarinho? Os torcedores estão curiosos para conhecer.

Natural de Palestina, a 500km de São Paulo, Romário Ricardo da Silva, assim como a grande maioria dos jogadores brasileiros, foi descoberto por um olheiro em um campinho de terra batida.

Enquanto os pais trabalhavam na lavoura, o garoto dava os primeiros chutes na bola. Aos sete anos, chamou a atenção do Vitória e mudou-se, sozinho, para Salvador. Mas a saudade da família bateu mais forte e, duas semanas depois, ele já estava de volta a Palestina.

Após um período de três anos treinando nas categorias de base do Rio Preto (SP), Romarinho, aos 10 anos, passou em um teste do São Paulo.

A timidez e humildade foram características marcantes na infância do atacante. Mas a passagem de dois anos pelo Tricolor trouxe à tona um sério problema com os estudos.

– Ele era muito humilde, tímido e não gostava de estudar. O São Paulo ajudou muito ele, mas o clube não teve muita paciência para lidar com essa questão dos estudos e acabou dispensando ele – lembra Herico Lima, funcionário público e primeiro treinador de Romarinho em Palestina, ao LANCENET!.

A dispensa não abalou o jogador, que seguiu em busca do sonho de tornar-se profissional. Antes de destacar-se no Bragantino e ganhar o título de revelação do último Paulistão, ele passou por outras três equipes paulistas: Rio Branco, Desportivo Brasil e São Bernardo.

Santista declarado, o atacante por pouco não foi contratado pelo Peixe. O presidente Luis Alvaro queria o empréstimo de graça, mas o Braga recusou. Foi aí, então, que o Corinthians entrou no caminho de Romarinho. E Romarinho entrou no caminho do Corinthians, Ou melhor dizendo, na história do clube.

CURIOSIDADES

Família
Após ser contratado pelo Corinthians, Romarinho trouxe os pais para morar em São Paulo. O pai Ronaldo, no entanto, não se adaptou à capital e já pretende retornar ao interior.

Irmãos no batente
Os irmãos de Romarinho seguem trabalhando em Palestina. Um trabalha com frentista e o outro é funcionário na Usina Colombo.

Apelidos
Romarinho se chama Romário Ricardo da Silva, mas o primeiro nome nada tem a ver com o Baixinho. O nome surgiu a junção dos nomes do pai Ronaldo e do avô Mário. No Desportivo Brasil (SP), ele também recebeu o apelido de Djavan (cantor).

CAUSOS DO GOL LIBERTADOR

Cornetada
Ontem, antes de voltar ao Brasil, Tite revelou o diálogo entre o auxiliar-técnico Mauro da Silva e Romarinho: Antes dele entrar, o Mauro disse para ele: "O cara vai te colocar no jogo". E ele respondeu: "Estou cansado de tomar porrada na Série B, que é duro pra caramba, aqui é mais fácil, tem mais espaço."

O precoce
O clima de alegria no vestiário do Corinthians não contagiou Romarinho. Além dos cumprimentos pelo gol feito na Bombonera, alguns jogadores brincaram com ele: “A gente se mata 90 minutos, você entra em campo e já faz gol em um minutos. Aí não dá…”, contou um atleta ao LANCENET!.

"Seu senti, coisa de momento"
Romarinho revelou na coletiva pós-jogo que, ao ser chamado por Tite, um companheiro falou que ele faria um gol. E o goleiro Julio Cesar confirmou ao LANCENET! que foi ele: "Foi uma coisa do momento, eu senti. Ele tinha feito dois gols contra o Palmeiras e senti que ele faria de novo."

Com a palavra – Herico Cardoso (Funcionário público e olheiro que descobriu Romarinho em Palestina)

"A Palestina explodiu com o gol de empate do Romarinho. Parecia que era jogo de Copa do Mundo, ninguém dormiu. A cidade estava mobilizada por ele. Todos adoram o garoto.

Apostei no Romarinho quando vi ele jogando em um campinho perto de casa. Ele tinha cinco anos e me chamou a atenção.

Com o tempo, lapidei o Romarinho e percebi que ele seria um grande jogador. Ele pode ser tímido e frio, mas é atrevido dentro de campo. Os craques são assim. O moleque é predestinado mesmo."

Bate-bola – Zé Sérgio (Ex-treinador das categorias de base do São Paulo)

LANCENET!: Se recorda da passagem do Romarinho pela base do São Paulo?
Zé Sérgio: Ele passou pelo sub-15. O Romarinho chegou a treinar com meu filho lá no CT de Barueri. Fiquei na dúvida se era ele mesmo. Reconheci quando estava no Bragantino.

LNET!: Por que ele não ficou no clube?
ZS: Acho que saiu por comportamento ou tamanho. Ele era bem pequeno. Mas ouvi muito que ele era um menino bem complicado. Todo mundo falava que não tinha jeito.

LNET!: Mas que tipo de coisas ele aprontava para ser taxado assim?
ZS: Era meio malandro no jeito de ser. Não queria saber de estudar. Na concentração, fazia muita bagunça. Se juntava com uma turminha e aprontava. Até arrumava confusão com os mais velhos.

LNET!: No campo se destacava?
ZS: Vi pouco jogando. Mas ele não tinha essa dinâmica de agora. Era bem preguiçoso para fazer as coisas e era mais armador, cadenciava o jogo. Hoje ele é atacante e tem mais velocidade. Ele também era meio gordinho, pesado em campo. Hoje dá para ver que ele amadureceu muito. Acompanho seus jogos.

ICFUT–EUROCOPA: Balotelli decide e coloca Itália na final da Euro e na Copa das Confederações

Fonte: globo

Com a vitória por 2 a 1 sobre a Alemanha, Azurra vai encarar a Espanha no domingo.

 

De garoto problema a salvador da pátria. Apontado por muitos como um jogador que aparece mais por suas polêmicas do que pelo futebol, Mario Balotelli foi o herói da Itália nesta quinta-feira. Com dois gols do atacante do Manchester City, a Azzurra derrotou a favorita Alemanha por 2 a 1, no estádio Nacional de Varsóvia, na Polônia, e se garantiu na final da Eurocopa contra a Espanha, domingo. Özil, cobrando pênalti nos acréscimos do segundo tempo, descontou.

De quebra, os italianos, que contaram também com um atuação soberba de sua defesa e do goleiro Buffon, asseguraram uma vaga na Copa das Confederações de 2013, no Brasil, já que a campeã mundial Espanha tem lugar garantido. Além disso, mantiveram a “freguesia” diante dos germânicos: nunca perderam para o rival em competições oficiais (oito jogos, quatro vitórias e quatro empates).

O duelo entre Itália e Espanha acontece no próximo domingo, no estádio Olímpico de Kiev, na Ucrânia. A seleção da Velha Bota vai lutar pelo seu segundo título da Euro (foi campeã em 1960), já a Fúria, que levou o caneco em 1964 e 2008, tenta o tricampeonato do torneio, que, curiosamente, só a eliminada Alemanha possui. A TV Globo, o GLOBOESPORTE.COM e o SporTV transmitem a decisão ao vivo a partir das 15h45m (de Brasília).

Mario Balotelli marca gol da Itália contra a Alemanha (Foto: Reuters)Mario Balotelli marca o segundo, tira a camisa e, como "prêmio", recebe o cartão amarelo (Foto: Reuters)

Assim como fizera contra a Grécia, nas quartas de final, o técnico da Alemanha, Joachim Löw, surpreendeu outra vez na escalação. Retornou com os habituais titulares Gómez e Podolski nas vagas de Klose e Reus, respectivamente, e lançou o jovem Toni Kroos, do Bayern de Munique, no lugar que supostamente seria de Thomas Muller.

Pelo lado da Itália, sem os laterais-direitos Maggio (suspenso) e Abate (machucado), Cesare Prandelli improvisou o zagueiro Chiellini no setor e lançou Bonucci na zaga.

Com mais torcida, a Alemanha, assim como dissera Löw na véspera, começou impondo seu ritmo, encurralando a Azzurra no seu campo de defesa. Logo aos cinco, após cobrança de escanteio, Pirlo deu uma de zagueiro e, em cima da linha, salvou um arremate meio sem jeito do zagueiro Hummels.

Na sequencia, em dois lances seguidos, com Boateng e Kroos, os germânicos quase abriram o placar. No entanto, o goleiro Buffon salvou a pátria italiana.

Andrea Pirlo na partida da Itália contra a Alemanha (Foto: Reuters)Com Buffon já batido, Andrea Pirlo salva a Itália de sair atrás logo no início da partida (Foto: Reuters)

A estrela de Balotelli

Se sofria atrás, a Itália pouco incomodava na frente. Isso até os 19 minutos. Cassano fez bela jogada pela esquerda, passou por dois marcadores com um só drible, e cruzou. Balotelli, fazendo jus à camisa 9 que veste, se esquivou da marcação de Badstuber e, de cabeça, colocou no fundo da rede.

Muita festa do atacante do Manchester City, e sem nenhuma reação polêmica. Ele fez questão de abraçar efusivamente Cassano na celebração, e foi celebrado por todos companheiros, mostrando que, embora fosse um lance de comemoração,ele conta com apoio do elenco.

O gol abalou a “Nationalef”, que quase sofreu o segundo minutos depois com Montolivo. O meia, que carrega na chuteira a bandeira da Alemanha (por causa da mãe), recebeu sozinho na grande área, mas demorou a bater.

O incrível Balo

No entanto, o meia recém-contratado pelo Milan se redimiu da bobeada aos 35 e deu belo lançamento nas costas de Lahm para… Balotelli. Esperto e mortal, o atacante dominou, não deixou o lateral-direito alemão chegar a tempo e, com uma bomba de pé direito, colocou no ângulo. Golaço.

Aí não teve jeito. A comemoração teve lá sua dose de polêmica. O jogador de 21 anos tirou a camisa e estufou o peito numa pose à la Incrível Hulk, parecida com a feita por brasileiros como Adriano e Hulk, do Porto. Ele acabou advertido com cartão amarelo pelo árbitro francês Stéphane Lannoy.

Na saída para o intervalo, Balotelli recebeu cumprimentos de todos companheiros, mas levou um leve puxão de orelha de Prandelli, que, segundo pessoas próximas, disse “Pelo amor de Deus, não leva o segundo amarelo”.

Mario Balotelli e Cassano comemoram gol da Itália contra a Alemanha (Foto: EFE)Mario Balotelli e Cassano comemoram gol da Itália contra a Alemanha (Foto: EFE)

‘Brasiliano’ Thiago Motta em campo

A resposta alemã veio logo em seguida, com Reus, atleta do Borussa M’Gladbach, cobrando falta no ângulo e obrigando Buffon a se esticar todo para colocar para escanteio.

Disposto a fechar ainda mais seu time – o meia Diamanti já havia entrado minutos antes na vaga de Cassano – Prandelli sacou Montolivo e colocou o ítalo-brasileiro Thiago Motta para fechar ainda mais o meio de campo.

Mas, mesmo assim, a Itália quase fechou o caixão. Diamanti deu belo passe para Marchisio aos 22, mas o jogador do Juventus acabou arrematando para fora.

Mario Balotelli comemora gol da Itália contra a Alemanha (Foto: AP)Mario Balotelli abre o placar em Varsóvia e recebe o carinho dos companheiros de Azurra (Foto: AP)

Klose entra, mas Balotelli é quem quase marca

Na volta para o segundo tempo, Löw sacou logo dois de uma vez. Mas naquela de “seis por meia dúzia”, ou seja, atacantes por atacantes: Podolski por Reus, e Klose por Gómez.

As substituições deram mais energia aos germânicos, que partiram em busca do empate, enquanto a Itália, adotando o velho e bom “catenaccio”, ficava atrás tentando explorar contra-ataques com Balotelli e Cassano, que acabou deixando o campo aos 13, demonstrando muito cansaço, para a entrada de Diamanti.

Mesmo quando não está bem, Balotelli é um atacante que não tem medo de arriscar. Com dois gols na partida, então… Aos 15, Mario, como é chamado pelos colegas de Azzurra, driblou Lahm e chutou com perigo rente à trave do goleiro Neuer.

Mario Balotelli deixa o jogo da Itália contra a Alemanha (Foto: Reuters)Homem do jogo, Balotelli sai de maca para a entrada de Di Natale aos 25 da etapa final (Foto: Reuters)

Mostrando que se dedicou bastante, mas também dando aquela “valorizada” para gastar o tempo, Balotelli caiu no gramado sentindo cãibras, aos 24. Vaiado por quase todo estádio, menos pelos pontos azuis onde estavam os “tifosi” italianos, acabou deixando o gramado para a entrada de Di Natale. Foi para o banco recebendo o afago de todos como o grande herói da Velha Bota.

A Alemanha, por sua vez, caiu de produção vertiginosamente depois do bom começo na etapa final e nem parecia o time decantado por Löw na véspera, cheio de personalidade e confiança. De quebra, ainda levava sustos consideráveis atrás, como, quando Marchisio, mesmo diante do marcador caído (Badstuber) no chão e quase na pequena área, mandar outra vez para fora, aos 30.

Já com Thomas Müller em campo, os germânicos, na base do desespero, até tentaram conseguir furar a defesa italiana. Mas só conseguiram nos acréscimos e, mesmo assim, numa penalidade cobrada por Özil após mão na bola de Balzaretti.
Mas no fim, com sufoco e sofrimento como sempre, deu Itália. Vaga na decisão, tabu mantido, e Balotelli, que respirou aliviado após o apito derradeiro do juiz, nas manchetes. Mas não por causa de polêmicas, mas, sim, pelo bom futebol. Que continue assim.

ALEMANHA 1 X 2 ITÁLIA

Neuer; Boateng (Müller), Hummels, Badstuber e Lahm; Khedira, Schweinsteiger, Kroos, Özil e Podolski (Reus); Mario Gomez (Klose)
Buffon; Balzaretti, Barzagli, Bonucci e Chiellini; Pirlo, Marchisio, Montolivo (Thiago Motta) e De Rossi; Balotelli (Di Natale) e Cassano (Diamanti)

Técnico: Joachim Löw
Técnico: Cesare Prandelli

Gols: Balotelli, aos 20 e 36 minutos do primeiro tempo; Özil, aos 46 do segundo tempo

Cartões amarelos: Hummels (ALE); Thiago Motta, Balotelli, Bonucci e De Rossi (ITA)

Local: Estádio Nacional de Varsóvia, na Polônia. Data: 28/6/2012Árbitro: Stéphane Lannoy (FRA). Auxiliares: Frédéric Cano (FRA) e Michael Annonier (FRA)