ICFUT – LIBERTADORES 2012 – BOCA JUNIORS X CORINTHIANS – NOTÍCIAS E LINK AO VIVO

Fonte: O Estado de São Paulo

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Danilo é o responsável pelo equilíbrio

Experiente meia, de 33 anos, campeão em 2005, tem a confiança de Tite para acelerar o time ou cadenciar o jogo

FÁBIO HECICO, ENVIADO ESPECIAL / BUENOS AIRES – O Estado de S.Paulo

A barba por fazer o deixa com cara de mau. O olhar fixo, sério, dentro de campo, é para tentar intimidar e desestabilizar o marcador adversário. Aos 33 anos, o meia Danilo, na verdade bom moço e considerado um gentleman por todos com quem trabalha, virou o coração do Corinthians. Tudo passa pelos pés do maestro. Hoje, em La Bombonera, se o Boca Juniors tem Riquelme, o Corinthians se orgulha de dizer que contará com o camisa 20.

Meia esquerda de chute forte e passe preciso, Danilo está vivendo temporada diferenciada na carreira, com mais presença no ataque e com gols decisivos. Para se ter uma noção de sua importância, basta olhar os números: em 129 jogos pelo Corinthians, de 2010 para cá, foram 14 gols, sete apenas em 2012, no qual é o artilheiro corintiano no ano e também na Libertadores, com quatro.

Danilo virou arma ofensiva no jogo aéreo (são cinco gols de cabeça) e também o homem para cadenciar a partida, esfriar o ânimo dos rivais na hora da pressão. Por ter um toque de bola refinado, ele recebe a orientação de Tite para nem sempre acelerar as jogadas. Em lance de contragolpe, sim, ele “faz o time correr”. Na hora do perigo, aposta na tática argentina, o “toque me voy”, as famosas tabelas curtas, para “pôr ordem na casa”, como gosta de frisar Tite.

Sinônimo de companheirismo e dedicação, já que nunca deixou de trabalhar ou questionou sua posição, mesmo quando era preterido até do banco de reservas, Danilo deu a volta por cima, hoje é titular inquestionável e virou um porta-voz do elenco, já que tudo o que fala é bem aceito pelo grupo.

Então, eis o que ele acredita ser possível esta noite. “Temos condições de vencer em Buenos Aires. Sabemos que não será nada fácil e a equipe do Boca é de qualidade. Mas, para sermos campeões, temos de superar tudo isso”, enfatiza, já com a receita do combate. “Jogando da mesma forma que fizemos até agora. Atuamos no mesmo estilo dentro e fora de casa e não podemos mudar só porque será contra o Boca Juniors.”

Danilo já tem um título da Libertadores com o São Paulo, em 2005. Naquele ano, ele brilhou em solo argentino, mas diante do River Plate, na semifinal. Agora, ele espera repetir numa “cancha” com poucos quilômetros distantes de onde mostrou seu talento. Tudo para deixar encaminhado mais um título na carreira, que dá inveja para muitos.

Ele se profissionalizou em 1999, no Goiás. E, de lá para cá, apenas nos anos de 2004 e 2010 não ganhou títulos. No mais, no mínimo uma volta olímpica por temporada, como destaque e com participação decisiva nas conquistas.

Maestro, porta-voz, exemplo ao grupo e também talismã.

‘El Tanque’ evolui e já não lembra o de 2002

RAPHAEL RAMOS , ENVIADO ESPECIAL / BUENOS AIRES – O Estado de S.Paulo

BUENOS AIRES – O fato de Santiago “El Tanque” Silva já ter defendido o Corinthians não significa que o torcedor alvinegro conheça bem o atacante do Boca Juniors. E a razão é simples: sua passagem pelo Parque São Jorge em 2002 foi pífia. Em seis meses, o uruguaio disputou apenas cinco partidas e não marcou nenhum gol. Deixou o Alvinegro rumo ao Nacional do Uruguai sem deixar saudade.

Nesses dez anos que separam a saída do atacante do Corinthians e o seu reencontro com o clube na decisão da Libertadores, muita coisa aconteceu na vida de Santiago Silva. Depois de fracassar no Nacional, ele ainda jogou no River Plate do Uruguai antes de ir para a Europa. Passou pelo pequeno Energie Cottbus, da Alemanha, e depois pelo Beira-Mar, de Portugal. Depois ainda perambulou por clubes uruguaios e argentinos, e só foi se encontrar no Banfield, em 2009.

Sob o comando de Julio César Falcioni (não por acaso o seu técnico agora no Boca), ele foi um dos responsáveis pelo título inédito do Banfield no Torneio Apertura – foi artilheiro com 14 gols.

Em alta, foi mais uma vez artilheiro do Apertura no ano seguinte, desta vez pelo Vélez. Em 2011, o título argentino lhe rendeu uma transferência para a Fiorentina por US$ 2,5 milhões (pouco mais de R$ 5 milhões). Na Itália, porém, praticamente não jogou.

Vendo o homem que lhe ajudou a ganhar o título argentino de 2009 encostado na Europa, Falcioni pediu a sua contratação. No dia 14 de fevereiro, contra o Zamora, da Venezuela, ele fez a sua estreia na Libertadores. No esquema de Falcioni é um homem de poucos mas decisivos gols. Muito diferente do garoto que passou pelo Corinthians em 2002.

Bombonera assusta os rivais com sua torcida fanática pelo Boca Juniors

Além do frenético barulho de seus aficionados, estádio é chamado de a ‘catedral’ do futebol na Argentina

ARIEL PALACIOS – Correspondente – O Estado de S.Paulo

BUENOS AIRES – Seis vezes campeão da Copa Libertadores, o Boca Juniors conta com a sua fanática torcida para buscar mais um troféu na competição sul-americana. E, novamente, os torcedores xeneizes não poderão celebrar a conquista no famoso estádio La Bombonera. Somente, em 1978, contra o Deportivo Cali, da Colômbia, e 2001, contra o Cruz Azul mexicano, a equipe festejou em sua casa.

 

Nascido no bairro de La Boca, um setor da capital argentina originalmente povoado por imigrantes italianos, o Boca Juniors, que completou um século em 2005, é o time que mais mística acumula na Argentina. Por um lado, está a lenda da suposta composição operária de seus torcedores. Por outro, as características peculiares de seu templo: o estádio de La Bombonera (a caixa de bombons). E, de quebra, o fanatismo de seus torcedores.

“Filhos de Itália”, “Defensor da Boca”, “Estrela da Itália”, “Boca Juniors”. Esses eram os nomes que cinco rapazes, filhos de imigrantes italianos de Gênova, debatiam para batizar o time. A discussão transcorreu em um perdido dia do distante ano de 1905. Finalmente optaram por Boca Juniors.

Fonte: Folha de São Paulo

É Brasil na Libertadores?

Pesquisa Datafolha mostra que um terço dos palmeirenses apoiam o Corinthians hoje na cidade

DE SÃO PAULO

O anticorintianismo na final da Taça Libertadores é menos intenso do que parece e, para muitos torcedores rivais, o Corinthians é, sim, o Brasil na competição.

Pesquisa Datafolha mostra que boa parte das pessoas que se declararam palmeirenses, são-paulinas ou santistas torcerá para o grande rival contra o argentino Boca Juniors na partida de hoje.

Foram consultados 1.081 eleitores na cidade de São Paulo, entre segunda-feira e ontem. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, em intervalo de confiança de 95%.

Surpreende principalmente o número de torcedores do Palmeiras, considerado o grande adversário corintiano desde o século passado, e do Santos, eliminado pelo time comandado por Tite na semifinal da Libertadores, que responderam Corinthians à pergunta “Para qual time torcerão na partida desta quarta?”.

São 37% dos santistas e 31%, quase um terço, dos palmeirenses que serão Corinthians por uma noite.

O são-paulinos ficaram um pouco atrás, mas 25% responderam preferir a vitória do rival do que a do Boca na partida de hoje na Bombonera.

Aqueles que pretendem ignorar o jogo são 9% entre palmeirenses e são-paulinos e apenas 3% entre os santistas. Estes afirmaram que não torcerão para nenhum dos dois.

A fé no time do Boca é maior entre os fãs do Santos. Quando a pergunta foi “Quem será o campeão da Libertadores?”, 59% dos santistas acham que os argentinos levarão a taça após as duas partidas -o jogo da volta será na próxima quarta-feira, dia 4 de julho, no Pacaembu.

Novamente muitos palmeirenses, 38% dos entrevistados que se declararam torcedores da equipe, acreditam que o Corinthians faturará pela primeira vez a competição que os seus três principais adversários já levantaram pelo menos uma vez -caso do Palmeiras, e três vezes para Santos e São Paulo.

Quando a renda familiar e a escolaridade aumentam, o entrevistado torce menos para o Corinthians. Por exemplo: 46% das pessoas que recebem mais de dez salários mínimos serão corintianas hoje, contra 55% daquelas que recebem até dois salários mínimos por mês.

Os mais velhos também secarão menos o time brasileiro: 64% dos entrevistados com 60 anos ou mais apontaram torcida corintiana, contra 50% daqueles que têm entre 25 e 34 anos.

A pesquisa apontou novamente o Corinthians como mais citado quando a pergunta foi sobre o time da preferência, com 37% das respostas. O São Paulo ficou com 22%, o Palmeiras, com 14%, e o Santos, com 6%.

A torcida terceirizada virou mania entre os times brasileiros nos últimos anos. Houve casos como as camisas divididas entre as cores do Corinthians e do Boca (curiosamente os rivais de hoje) quando os argentinos enfrentaram e bateram o Palmeiras na final da Libertadores, em 2000.

Ficha Técnica: Boca Juniors x Corinthians – Libertadores

Ficha Técnica

BOCA JUNIORS-ARG X CORINTHIANS

Local: Estádio La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina)
Data: 27 de junho de 2012, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses (CHI)
Assistentes: Francisco Mondria (CHI) e Carlos Astroza (CHI)

BOCA JUNIORS: Orion; Roncaglia, Caruzzo, Schiavi e Clemente Rodríguez; Ledesma, Somoza, Erviti e Riquelme; Pablo Mouche e Santiago Silva
Técnico: Julio César Falcioni

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf e Alex; Jorge Henrique, Emerson e Danilo
Técnico: Tite

Por Cleber Aguiar – ‘Para a Fifa, o essencial são os estádios’, diz Aldo Rebelo

Fonte: O Estado de São Paulo

Principal representante do governo na organização da Copa diz que interesse do País é mais amplo e que todas as obras serão feitas

BRASÍLIA – Cacique da organização da Copa do Mundo, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirma que, para a Fifa, as obras essenciais são apenas dos estádios. Em entrevista exclusiva ao Estado, ele mantém a esperança de que as obras de mobilidade ficarão prontas, nega intervenção no Comitê Organizador Local e defende a viabilidade das arenas em construção pelo País.

 

Ministro defende viabilidade das obras - Lunae Parracho/Reuters
Lunae Parracho/Reuters
Ministro defende viabilidade das obras

Faltando menos de dois anos para a Copa, qual a sua avaliação dos preparativos?

A Copa não é apenas a mais importante festa do futebol mundial, mas uma grande oportunidade para o desenvolvimento do País. O Brasil já gerou mais de 300 mil empregos por causa da Copa, outros 300 mil serão gerados durante o evento e o PIB brasileiro terá um acréscimo de 0,4 ponto porcentual pelo menos até 2019. Nós temos a oportunidade de demonstrar virtudes e superar deficiências. Esse é o esforço que tem sido feito.

O TCU aponta que quatro estádios, de Brasília, Cuiabá, Natal e Manaus, podem virar elefantes brancos. Como evitar?

Eles já foram projetados para evitar que isso aconteça. Brasília é uma metrópole, a capital do País. O estádio não será apenas um campo de futebol, mas um centro de eventos, um centro de convenções, vai ter salas de cinema, restaurantes, e está dentro de uma área de lazer importante. O estádio de Wembley, na Inglaterra, não acolhe mais de 10 partidas de futebol por ano, é acima de tudo um centro de entretenimento. Hoje o conceito é das chamadas arenas. Estes estádios da Copa serão importantes para o futebol local, para o entretenimento e para o turismo de eventos.

O preço das obras nos estádios não para de subir. Houve falha de planejamento?

Não. O planejamento é feito com base no custo do momento, você não tem como fazer com base no custo futuro. Os reajustes podem ter as origens mais diversas, salarial, de custo de matérias-primas, de equipamentos, entre outros. É natural que isso aconteça. Os órgãos de controle acompanham para verificar se há alguma manipulação.

O governo vai retirar obras da matriz de responsabilidade?

Nós preferimos trabalhar com a hipótese de que as obras serão concluídas. Isso não é uma coisa controlada somente pelo governo federal, tem obras que são dos Estados e dos municípios e nós não vamos nos antecipar para definir se devem sair ou não. Quem toma a decisão, em última instância, é o G-Copa, mas trabalhamos em harmonia.

Em maio, 41% das obras da Copa não tinham começado. Este atraso preocupa?

Nós temos a referência do calendário de conclusão dentro do período da Copa do Mundo. A imprensa, embora trabalhe com a notícia impressa que nasce e morre no papel, parece não considerar como importante o planejamento, a licitação e o contrato que são fases anteriores ao início físico da obra. Algumas das obras estão nessa fase, mas a maioria já está em execução.

Se essas obras não forem concluídas a tempo, haverá que tipo de problema?

A própria Fifa considera que o essencial mesmo são os estádios e o acesso aos estádios, que as outras obras não são essenciais para a Copa do Mundo. O governo produz a matriz de responsabilidade não em função apenas da Copa, mas porque são obras previstas para essas metrópoles e que facilitarão a mobilidade urbana, a acolhida do turista e o conforto das pessoas das cidades. É possível prever que essas obras serão realizadas. Jornais e televisões também planejam contratar mais mão de obra para a Copa, só que não farão isso agora, nem por isso posso dizer que estão atrasados ou garantir que irão contratar.

Nos últimos meses houve a troca de comando na CBF e no Comitê Local. Há um alinhamento do comitê ao governo? Houve intervenção?

Nós não buscamos alinhamento, mas eficiência. Quando se aproxima os dois lados evidente que você alcança mais fácil e rápido as soluções. Não tem intervenção, o comitê mantém toda sua autonomia e não há interesse do governo em se imiscuir nos assuntos internos.

O senhor já iniciou uma articulação para adequar leis estaduais e municipais?

Há reuniões periódicas entre o ministério e representantes dos Estados e das capitais. Esse assunto será tratado nesse fórum, que é presidido pelo secretário executivo do ministério, Luís Fernandes. O governo vai trabalhar para que o compromisso do Brasil seja cumprido. As responsabilidades foram assumidas, cumpridas no âmbito da Lei Geral da Copa e o governo vai contribuir para que os estados e municípios adotem legislações nessa direção.

A Fifa pretende começar a venda de ingressos para a Copa das Confederações em dezembro, como resolver a questão da meia-entrada e da venda de bebidas até lá?

A meia-entrada para a terceira idade ficou protegida pela Lei Geral. As outras, que não estão em legislação nacional, ficaram contempladas em parte naquela cota de ingressos mais baratos. A lei de cada sede terá de se adequar ao compromisso e à natureza daquilo definido na Lei Geral, de que a garantia é apenas da meia-entrada para a terceira idade. No caso da venda de bebidas, minha interpretação é de que a lei nacional subordina a estadual, mas há outras visões que precisam ser respeitadas e isso será tratado na reunião com as sedes.

Apesar do investimento no esporte de alto rendimento, a previsão do COB para a Olimpíada de Londres é apenas repetir Pequim. O que é preciso fazer para elevar o esporte olímpico brasileiro a outro patamar?

Os avanços têm acontecido desde as leis Agnelo/Piva e de Incentivo ao Esporte, a criação do Bolsa Atleta e do Bolsa Técnico e o amparo que o governo vai oferecer à preparação da Olimpíada de 2016 com um projeto específico, que está na preparação dos últimos detalhes. O Brasil vai para a Olimpíada de Londres com boa expectativa de medalhas e vai chegar ao Rio de Janeiro em 2016 muito melhor por causa da nossa responsabilidade. O Brasil não deve fazer apenas uma Olimpíada exemplar do ponto de vista da organização, mas também no quadro de medalhas.

Mintirico – “Vale a pena ver de novo o que aconteceu em 1990”

Em 1990, o “Braga” estreava na elite do futebol nacional, terminando na oitava colocação dos 20 Clubes que disputaram essa edição. No entanto, esse fato não foi o melhor acontecimento do ano. No Campeonato Paulista, a equipe comandada pela até então revelação dos técnicos de futebol, Wanderley Luxemburgo e por uma série de craques em nível de seleção brasileira, como o lateral direito Gil Baiano, o volante, futuramente campeão mundial na Copa de 1994 pela Seleção Brasileira, Mauro Silva e o centro avante Sílvio, que seria vice-campeão da Copa América pela Seleção Brasileira. O “Massa Bruta” enfrentaria o Novorizontino na “final caipira” sagrando-se campeão do Campeão Paulista da Primeira Divisão de 1990.
Já o São Paulo:
O São Paulo foi rebaixado em 1990?
Curiosidades, Vídeos

De José Renato Sátiro Santiago Jr

Atendendo aos inúmeros pedidos, encaminho abaixo detalhes sobre os fatos ocorridos durante o Campeonato Paulista de 1990.

Ele foi dividido em 2 grupos:

Grupo 1: Corinthians, Internacional, Bragantino, Novorizontino, Palmeiras, São Paulo, Mogi-Mirim, Santos, Portuguesa, União São João, São José e Guarani.

Grupo 2: Catanduvense, Juventus, Botafogo, XV de Piracicaba, XV de Jaú, América, Noroeste, São Bento, Santo André, Ferroviária, Ituano e Ponte Preta

1) Segundo o regulamento do Campeonato Paulista, durante as duas primeiras fases as equipes se enfrentariam dentro e fora de seus grupos. Sendo que os 12 times com melhor campanha, independentemente do grupo do qual fazia parte, se classificariam, automaticamente, para a Quarta Fase:

O que aconteceu: As equipes classificadas foram o Corinthians, Palmeiras, Bragantino, Santos, Mogi-Mirim, Portuguesa e Novorizontino, pelo Grupo 1 e XV de Piracicaba, XV de Jaú, Ferroviária, Ituano e América, pelo Grupo 2.(Regulamento Cumprido)

2) Conforme o regulamento os campeões de cada grupo se classificariam automaticamente para a Copa do Brasil de 1991.

O que aconteceu: Corinthians e XV de Piracicaba foram os vencedores de seus grupos e se classificaram para a Copa do Brasil de 1991. (Regulamento Cumprido)

3) O regulamento informava que as equipes que não tivessem se posicionado entre as 12 melhores aos longos das duas primeiras fases, deveriam disputar a Terceira fase, uma espécie de repescagem. As equipes seriam divididas em dois grupos de 6.

O que aconteceu: As equipes foram divididas em 2 grupos, o primeiro formado por Botafogo, Internacional, Santo André, São Paulo, Ponte Preta e Noroeste e o outro por Guarani, Catanduvense, São José, Juventus, União São João e São Bento. (Regulamento Cumprido)

4) O regulamente definia que apenas os campeões de cada grupo desta terceira fase, se classificariam para a quarta fase, quando se juntariam aos demais 12 classificados anteriormente, e seriam divididos em 2 grupos de 7.

O que aconteceu: Botafogo e Guarani foram os campeões de seus grupos e se classificaram para a Quarta fase. Nesta fase, as equipes foram divididas em 2 grupos de 7. O primeiro grupo foi formado por Bragantino, Corinthians, Botafogo, Santos, Ituano, Mogi-Mirim e XV de Jaú, o segundo grupo foi constituído por Novorizontino, Palmeiras, Guarani, Portuguesa, América, XV de Piracicaba e Ferroviária. (Regulamento Cumprido)

5) Quanto ao rebaixamento, vamos ao texto original do regulamento oficial do Campeonato Paulista de 1990. Parágrafo 1º do artigo 5º: “Para o Campeonato da Primeira Divisão de Futebol Profissional de 1991, o Grupo I será constituído pelas 14 associações classificadas para disputar a quarta fase do Campeonato de 1990 e o Grupo II será constituído pelas dez associações restantes que não se classificaram para a quarta fase e mais quatro advindas da Divisão Especial de 1990.” Parágrafo 2º – “No campeonato da primeira divisão de futebol profissional de 1990, não haverá descenso à divisão especial de futebol profissional. Mas a partir de 1991, ou a cada ano haverá o descenso de uma associação da Primeira Divisão de Futebol Profissional e o acesso de uma associação da Divisão Especail de Futebol Profissional”

O que aconteceu: O Campeonato Paulista de 1991 foi constituídos por 2 grupos de 14 equipes: Grupo I formado pelos 14 classificados para a Quarta Fase do Campeonato de 1990 – Corinthians, Palmeiras, Botafogo, Portuguesa, Guarani, Bragantino, Santos, Ituano, América, Novorizontino, XV de Piracicaba, XV de Jaú, Ferroviária e Mogi-Mirim; Grupo II formando pelas 10 equipes que não se classificaram para a Quarta Fase do Campeonato de 1990: São Paulo, Internacional, Santo André, Noroeste, Catanduvense, Juventus, Ponte Preta, União São João, São José e São Bento, mais 4 equipes originária da Divisão Especial de 1990 que foram: Olímpia, Marília, Sãocarlense e Rio Branco (Regulamento Cumprido)

6) Por fim, voltando a Quarta Fase do Campeonato de 1990, o regulamento previa que os campeões de cada grupo disputariam o título

O que aconteceu: Bragantino e Novorizontino foram campões de seus grupos e decidiram o título em 2 jogos, nos dias 22 e 26 de agosto. O título foi conquistado pelo Bragantino (Regulamento Cumprido)

Por Cleber Aguiar – Com cantor Thiaguinho na torcida, Corinthians treina na Bombonera

Fonte:Globo.com

Tite prioriza posicionamento da defesa, principalmente na marcação aos laterais, que, segundo ele, representam o maior perigo oferecido pelo Boca

Por Carlos Augusto Ferrari Buenos Aires

O Corinthians fez na noite desta terça-feira o reconhecimento da Bombonera, palco da primeira partida da decisão da Libertadores da América, nesta quarta, contra o Boca Juniors. No gramado, um torcedor ilustre: Thiaguinho, ex-vocalista do Exaltasamba. Corintiano fanático, ele acompanhou o treino ao lado de diretores e de Lucas, filho de Andrés Sanches, ex-presidente do clube e atual diretor de seleções da CBF.

– É um sonho de criança ver uma final de Libertadores. Até liguei para o meu pai para dizer que estou no gramado da Bombonera na véspera da final da Libertadores – contou Thiaguinho, que se disse “muito amigo” de jogadores como Jorge Henrique, Chicão e Alex.

– É a primeira vez que vejo um jogo do Corinthians fora do país. Meu palpite é 1 a 0, mas se for 0 a 0 está de ótimo tamanho. Este time está com muita cara de que vai sair vencedor – emendou o cantor.

Thiaguinho no treino do Corinthians na Argentina (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Thiaguinho, ex-Exaltasamba, vê o treino no gramado (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Em campo, o técnicoTite realizou seu tradicional treino de posicionamento da defesa – ele costuma fazer isso antes dos jogos. O treinador, porém, deu maior ênfase ao trabalho de marcação nas laterais, fazendo com que Emerson Sheik dê combate pela esquerda, e Jorge Henrique, pela direita. Tite já havia citado os dois laterais do Boca como homens fortes no apoio. Mauri, preparador de goleiros, foi o responsável por fazer os cruzamentos para que a defesa afastasse a bola da área.

Tite também trabalhou a saída para o jogo com os laterais e volantes, exigindo toque de bola rápido no meio-campo. No ataque, Sheik atuou aberto pela esquerda, Jorge Henrique pela direita, com Alex e Danilo centralizados, formando praticamente uma linha de quatro atacantes. A ideia é que, sem a bola, todos voltem para marcar.

O jogo entre Boca e Corinthians começa às 21h50m (de Brasília) desta quarta-feira. O GLOBOESPORTE.COM inicia a transmissão, ao vivo, às 21h.