Por Cleber Aguiar – ‘Kaká é o pior galáctico da história’, afirma jornal espanhol

Fonte: Globo.com

Matéria de diário econômico mostra que o Real Madrid pagou R$ 11,8
milhões por gol e R$ 3,2 milhões por jogo do brasileiro

A vida de Kaká não está muito boa na Espanha. Além de a torcida madridista pedir a saída do brasileiro, o jornal “El Economista” definiu o jogador como o “pior galáctico da história do Real Madrid”. A matéria mostra que o clube merengue pagou cerca de € 4,7 milhões (R$ 11,8 milhões) por gol e € 1,29 milhões (R$ 3,2 milhões) por jogo do meia.

O diário lembra também que só a contratação de Kaká custou aos cofres do Real € 115 milhões (hoje, R$ 289,8 milhões). A imprensa espanhola estima que o valor do jogador no mercado esteja entre € 30 milhões e € 35 milhões (entre R$ 75 milhões e R$ 88 milhões), ou seja, mais ou menos 30% do investimento feito. Esta seria a verba esperada em uma venda para o Paris Saint Germain, segundo o “As”.

kaka Real Madrid X Bayern munique (Foto: AFP)Kaká faz careta: situação do brasileiro no Real Madrid é bastante complicada (Foto: AFP)

O periódico de economia ainda informa que, desde a chegada à capital da Espanha, Kaká disputou 89 partidas oficiais das 161 jogadas pelo Real (55% do total). O brasileiro, que sofreu com lesões especialmente após a Copa do Mundo de 2010, marcou 24 gols.

Para efeito de comparação, a publicação repete as contas com Cristiano Ronaldo, que também foi contratado pelo Real em 2009. O atacante teria custado, com o salário, € 165 milhões (R$ 415,3 milhões), “porém seu rendimento supera, em muito, o de seu companheiro”. Cada jogo feito pelo português custa € 1,1 milhão (R$ 2,7 milhões) à entidade, e cada gol, € 1,13 milhão (R$ 2,8 milhões).

Os valores pagos por Benzema, que deixou Lyon e foi para Madri também em 2009, são de € 475 mil (R$ 1,2 milhão) por encontro e € 930 mil (R$ 2,3 milhões) por gol.

O jornal também lembra de Figo (€ 60 milhões), Zidane (€ 72 milhões), Ronaldo (€ 42 milhões) e David Beckham (€ 24 milhões), galácticos que chegaram a viver altos e baixos, mas brilharam – com mais ou menos intensidade – com a camisa do clube, ao contrário de Kaká.

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Oitavas-de-final

1ª RODADA
25/04 – 19h30 Portuguesa-SP 0 x 0 Bahia-BA
25/04 – 21h50 Paraná-PR 1 x 2 Palmeiras-SP
25/04 – 21h50 Goiás-GO 2 x 0 Atlético-MG
26/04 – 19h30 Coritiba-PR 4 x 1 Paysandu-PA
2/05 – 19h30 Fortaleza-CE 0 x 2 Grêmio-RS
2/05 – 21h50 Atlético-PR 1 x 0 Cruzeiro-MG
2/05 – 21h50 Vitória-BA 1 x 1 Botafogo-RJ
2/05 – 21h50 Ponte Preta-SP 1 x 0 São Paulo-SP
2ª RODADA
3/05 – 19h30 Paysandu-PA 0 x 1 Coritiba-PR
3/05 – 21h50 Atlético-MG 2 x 1 Goiás-GO
9/05 – 19h30 Botafogo-RJ x Vitória-BA
9/05 – 22h00 Palmeiras-SP x Paraná-PR
9/05 – 22h00 Grêmio-RS x Fortaleza-CE
9/05 – 22h00 Cruzeiro-MG x Atlético-PR
10/05 – 19h30 Bahia-BA x Portuguesa-SP
10/05 – 21h50 São Paulo-SP x Ponte Preta-SP

Por Cleber Aguiar – Bola e números a favor do Vasco na Argentina

Fonte: O Globo-RJ
Time decide o futuro na Libertadores contra o Lanús, em Buenos Aires, num estádio cheio


Estádio do Lanús, o La Fortaleza tem capacidade para 46 mil pessoas e deve receber um grande público Foto: Marcelo Sadio/Agif

LINK AO VIVO PARA LANÚS X VASCO – LIBERTADORES 2012

Estádio do Lanús, o La Fortaleza tem capacidade para 46 mil pessoas e deve receber um grande público Marcelo Sadio/Agif

RIO — Compreensível que, após estar vencendo por 2 a 0 em São Januário, o gol sofrido diante do Lanús tenha criado certa insegurança na torcida do Vasco. Mas há muitos motivos para ter confiança num desfecho feliz nesta quarta-feira, em Buenos Aires, no estádio La Fortaleza, onde o time decide o seu futuro na Libertadores. Além da superioridade técnica, o Vasco tem o empate a favor no confronto das 22h (horário de Brasília) para chegar às quartas de final. E na maioria das vezes em que atuou na Argentina em competições sul-americanas, o clube voltou com resultados que, hoje, bastariam para manter vivo o sonho do bicampeonato da Libertadores.

No mesmo horário, outro brasileiro decide seu futuro. No Pacaembu, o Corinthians enfrenta o Emelec e, após o 0 a 0 do Equador, precisa vencer. Empate com gols classifica os equatorianos. Um novo 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis.

É verdade que o retrospecto do Vasco contra argentinos no torneio não é dos melhores. A vitória de 2 a 1 da última quarta-feira foi apenas a segunda do time na história da Libertadores. Jogando na Argentina, foram três empates e duas derrotas. No entanto, muita coisa pesa a favor do Vasco. Ao todo, considerando partidas de Libertadores, Copa Mercosul e Copa Sul-Americana, o clube já jogou 14 vezes no país vizinho. Em nove, voltou ao Brasil sem perder — foram três vitórias e seis empates —, o que hoje será o bastante. Em dez destes jogos o time fez gol, o que hoje servirá para obrigar o Lanús a marcar pelo menos duas vezes. O Vasco se classifica com vitória ou empate. Caso perca por 2 a 1, o jogo vai para os pênaltis. Se perder por um gol de diferença, mas fizer ao menos dois gols, estará classificado também. O Vasco estará eliminado com derrotas por 1 a 0 ou por dois ou mais gols de diferença. Nas 14 visitas à Argentina em competições sul-americanas, somente em cinco o time sofreu derrotas que o eliminariam nesta quarta-feira.

Mas, para quem contesta o peso da história, o presente também pode ser animador. Em 2012, o Vasco já disputou 27 partidas e, em todas elas, marcou ao menos um gol. Jogando fora do Rio de Janeiro na Libertadores, pela fase de grupos, venceu o Alianza Lima por 2 a 1, os uruguaios do Nacional por 1 a 0 e empatou em 1 a 1 com o Libertad, no Paraguai.

— Os times estão se acostumando a jogar fora de casa. Não é mais um bicho papão. Até os jovens têm ficado tranquilos — disse Diego Souza.

Se este Vasco se habituou a suportar pressões e as armadilhas próprias da Libertadores jogando fora de casa, terá que lidar também com os seus próprios problemas para sair de Buenos Aires classificado. A começar pelo fato de jogar mais uma vez sem seu melhor zagueiro. Dedé continua fora do time e Rodolfo seguirá como titular, ao lado de Renato Silva. Nesta terça-feira, o time ficou sabendo que não poderia fazer o treino de reconhecimento do gramado do La Fortaleza. A diretoria do Lanús argumentou que não havia nada agendado para que o Vasco utilizasse o campo. A direção vascaína, no entanto, garante que foi feito um acordo no Rio de Janeiro, na semana passada, para que houvesse o treino de reconhecimento. O Vasco usaria o campo na noite de terça. Mas o Lanús informou que, neste horário, era o clube argentino que faria seu treino. O Vasco usou um campo anexo da Bombonera, estádio do Boca Juniors.

No jogo de ida, o Lanús não programara treino em São Januário na véspera do jogo. No entanto, ao chegar ao Rio, em função da forte chuva, não pôde usar o CFZ, conforma programara. Em cima da hora, os argentinos pediram ao Vasco para treinar em São Januário e o clube brasileiro alegou que, em função do feriado, não havia funcionários suficientes trabalhando, o que teria impedido a abertura do estádio.

Chance histórica para o Lanús

Se o jogo tem o peso de uma decisão para o Vasco, também tem para o técnico Cristóvão Borges, pressionado pela torcida desde o jogo de ida, no Rio. Na ocasião, ele foi vaiado após o fim da partida, em especial por ter sacado Felipe no segundo tempo para a entrada de Fellipe Bastos, logo após o Vasco sofrer o gol do Lanús.

— Aquilo foi um fato isolado e pode acontecer outras vezes… ou não. Não vai ter gosto especial (caso o Vasco se classifique). Vou ficar muito feliz porque o Vasco passou — disse Cristóvão ao site “Globoesporte.com”.

Seja ou não pela pressão, Cristóvão mudou de opinião em relação ao time que vai a campo. Antes da viagem, anunciou que manteria o time que venceu o Lanús no Rio, com Felipe e Juninho Pernambucano juntos no meio-campo. Em Buenos Aires, através da assessoria de imprensa, avisou que, ao assistir a vídeos de jogos do time argentino, observou que o rival joga em casa de forma diferente da usada como visitante. Não disse, no entanto, o que mudará no time. Especula-se que Fellipe Bastos pode entrar no lugar de Juninho.

O Lanús, embora não seja um clube dos mais populares, entra em campo sob forte mobilização de sua torcida. O jogo contra o Vasco é tratado como uma “ocasião histórica”, já que pela primeira vez a equipe pode chegar às quartas de final da Libertadores. O time argentino deve levar a campo uma formação muito ofensiva.

— Estamos ansiosos porque podemos fazer história. Precisamos jogar com muita agressividade o tempo todo, pressionando no campo do adversário. Sabemos da importância do gol que fizemos no Brasil, mas qualquer resultado pode acontecer — disse o meia Valeri, capitão do Lanús.

Lanús x Vasco

Local: La Fortaleza

Horário: 22h

Lanús: Marchesín, Araujo, Goltz, Braghieri e Velázquez; Pizarro, Fritzler, Valeri, Camoranesi e Regueiro; Pavone

Vasco: Fernando Prass, Fágner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Rômulo, Felipe, Fellipe Bastos e Diego Souza; Éder Luís e Alecsandro

Juiz: Carlos Amarilla (Paraguai).

Por Cleber Aguiar – Corinthians está entre céu e inferno

Fonte: O Estado de São Paulo

Tite e dirigentes mostram otimismo para enfrentar o Emelec, mas lembram que tropeço é possível e marcam folga amanhã

LINK AO VIVO PARA CORINTHIANS X EMELEC – LIBERTADORES 2012

FÁBIO HECICO – O Estado de S.Paulo

O Corinthians entra em campo hoje, às 22h, diante do Emelec, no Pacaembu, com um sentimento que há tempos não vivia: a pressão. Cair diante dos equatorianos ainda nas oitavas da Libertadores, algo pouco provável, mas não descartado, pode causar enorme estrago na equipe, até então considerada uma das mais sólidas do País. Nem Tite estaria livre em caso de vexame.

Obsessão do clube, a Libertadores é apontada como a “competição do ano”. Cair diante de um adversário tecnicamente mais frágil, em pleno Pacaembu – já vem de decepção no Paulista -, jogo no qual o Alvinegro precisa da vitória simples, ressuscitaria as cobranças em cima do técnico, muito fortes após queda em 2011 diante do Tolima e também ao longo do Brasileiro.

Na época, Tite foi bancado por Andrés Sanches e retribuiu com a conquista Nacional. Agora, num ano em que bate recordes e crava sua marca na história corintiana, o técnico e o time se veem no paredão. Não que o presidente Mário Gobbi vá demiti-lo, mas será pressionado para tal.

O discurso é de raça e luta, misturado com certa cautela. Até a direção já se arma para um possível revés. A precaução é tão grande que o clube já antecipou folga para todos na quinta-feira. Nada de correr o risco de enfrentar a fúria da torcida como no ano passado, quando um grupo de torcedores foi ao CT para protestar e acabou depredando carros.

Tite sabe da missão. E não esconde sua meta para levar o time às quartas após 12 anos. “Eu estou na minha sétima Libertadores e tudo menos que final já senti o sabor, quero a final. Para isso a bola não pode queimar, mas também não podemos apressar demais”, afirma, garantindo estar com a cabeça boa apesar da possibilidade de queda. “(A cabeça está) Com a mesma tranquilidade e naturalidade do primeiro dia, mas com trabalho e exposição é sempre assim, foi no Grêmio, no Atlético-MG, no Palmeiras, no Inter e novamente vai continuar assim aqui”, diz.

Ainda defende seu trabalho. “Futebol não dá para colocar dessa forma (um mais forte que o outro), pois são pessoas que fazem Emelec e Corinthians. Só pela grandeza do clube sim, como a do Flamengo, do Santos, do São Paulo, mas no campo não é assim, senão não seria campeão com o Caxias. Tem de se impor dentro de campo e o Corinthians não pode ser julgado pelo resultado de um jogo.”

Para evitar o vexame, ousadia. “Vamos buscar o resultado desde o início, fazer valer o fator casa, buscar a vitória de forma consciente, a equipe está trabalhada, já jogou muito tempo junto, tem o lastro, a experiência para buscar o resultado.”

Time calejado. No discurso dos jogadores, também pedido de calma, como fez o atacante Emerson. “A pressão vem de todos os lados, não só por passar das oitavas, até por jogar aqui, mas o grupo está preparado e confiante, temos consciência do que temos de fazer e vamos com tudo para quebrar esse tabu”, disse, ciente de que já são 12 anos sem avançar às quartas da Libertadores.

Isso quer dizer que o time partirá para cima com tudo? “Não, tem de ter cautela também, não ir com tudo e levar um gol, daí fica bem perigoso. Sabemos da obrigação da vitória. Mas o torcedor age diferente, em alguns momentos não consegue entender que a gente foi lá e conseguiu empate e até podia vencer, como também eles podem vir aqui e podem empatar ou nos vencer. “

Por Cleber Aguiar – Libertadores: Vélez Sarsfield é o primeiro classificado para as quartas ( veja os gols )

Fonte: Globo.com

Em jogo dramático, time argentino empata com o Nacional de Medellín em 1 a 1 e pode ser o adversário do Santos, caso a equipe paulista passe pelo Bolívar

Por GLOBOESPORTE.COM Buenos Aires, Argentina

Se o Santos confirmar seu favoritismo e passar pelo Bolívar nesta quinta-feira, seu adversário já está definido. É o Vélez Sarsfield, que, na noite desta terça, empatou com o Nacional de Medellín em 1 a 1 no Estádio José Amalfitani, em Buenos Aires, numa partida dramática. Como no primeiro jogo, o Vélez havia derrotado o Nacional por 1 a 0, na Colômbia, o time argentino tornou-se o primeiro classificado para as quartas de final da Libertadores

O primeiro tempo foi muito equilibrado, com mais posse de bola do Nacional no início do jogo. Precisando da vitória, a equipe colombiana se lançou ao ataque e teve duas boas chances em sequência. Aos 15 minutos, o zagueiro Tula cabeceou, e a bola passou rente à trave após cobrança de falta pela direita. E, aos 19, o goleiro do Vélez, Barovero, fez boa defesa em chegada de Hurtado.

O time da casa pouco atacava. Apenas aos 35 minutos, Lucas Pratto ameaçou o gol de Pezzuti, mas o cabeceio foi mesmo para a linha de fundo.

No segundo tempo, o Vélez veio a campo com uma postura diferente. Logo aos seis minutos, o zagueiro Sebastián Domínguez obrigou o goleiro adversário a fazer bela defesa. E, aos sete, veio o gol da equipe argentina: Alejandro Cabral chutou, a bola bateu na trave, e Fernández aproveitou a sobra. O goleiro ainda encostou na bola, mas não foi o suficiente para evitar que ela encontrasse a rede. Agora, só a virada bastava ao Nacional para avançar às quartas de final.

Vélez x Atletico Nacional, Augusto Fernandez (Foto: Agência EFE)Jogadores do Vélez Sarsfield comemoram muito o gol de Augusto Fernández  (Foto: Agência EFE)

E, justamente quando o Vélez parecia confortável na partida e, consequentemente, no confronto, o Nacional empatou. Aos 24, Mosquera acertou o ângulo do gol de Barovero numa excelente cobrança de falta. A bola chegou ainda a bater no travessão antes de entrar.

Bastava um gol para o Nacional eliminar o Vélez em Buenos Aires, e os 20 minutos finais da partida foram dramáticos, com muita disputa e chances para ambas as equipes. Mas as defesas foram mais fortes, e o 1 a 1 permaneceu. Melhor para o Vélez e sua apaixonada torcida, que saiu do estádio feliz e bem aliviada.