Por Cleber Aguiar – Centenário do Santos FC – Faltam 2 dias !!

Fonte: O Estado de São Paulo

Centenário do Santos

100 ANOS DE GLÓRIA – 14 DE ABRIL DE 1912/2012

 
Robinho, Pelé e NeymarRobinho, Pelé e Neymar- Info/AE

100 anos de GlóriaO Santos nasceu grande e logo subiu a Serra para brilhar entre os mais fortes de São Paulo. Nunca mais se restringiu à cidade que também ajudou a tornar famosa. A Vila Belmiro sempre foi seu palco e pelo seu gramado trilharam jogadores de gerações, como Feitiço e Araken, das décadas de 1920/1930. O Santos já dava o que falar antes mesmo de se imortalizar com Pelé, que chegou ao clube na metade dos anos 50.

Também não é demais dizer que o time mudou com Pelé, ganhando patamares que nenhum outro clube brasileiro talvez tenha, nem mesmo os mais populares. O Santos de Pelé batizou equipes mundo afora. Tudo por causa dele, carinhosamente chamado de Crioulo pelos companheiros daquele timaço que fez história, cuja linha era formada por Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Pelé foi tão grandioso que sua carreira serve de divisor na história do clube. O Santos foi um antes dele, durante seu reinado e depois.

Mais tarde, outros tantos também brilharam na Vila mais famosa do mundo. Daria para citar uma legião, alguns geniais. Recentemente, o clube formou duas gerações de sucesso, uma liderada por Robinho e Diego e outra com Neymar e Ganso.

ICFUT – Copa do Brasil 2012 – ( 12/04/2012 )

2º fase

1ª RODADA
4/04 – 19h30 Ipatinga-MG 0 x 1 Grêmio-RS
4/04 – 20h30 ASA-AL 1 x 0 Coritiba-PR
4/04 – 20h30 Juventude-RS 2 x 0 Portuguesa-SP
4/04 – 21h50 Horizonte-CE 1 x 3 Palmeiras-SP
4/04 – 21h50 Guarani-SP 1 x 2 Botafogo-RJ
4/04 – 21h50 Paysandu-PA 2 x 1 Sport-PE
4/04 – 21h50 América-MG 0 x 0 Goiás-GO
5/04 – 19h30 Criciúma-SC 1 x 2 Atlético-PR
5/04 – 21h50 Atlético-GO 2 x 1 Ponte Preta-SP
11/04 – 20h30 ABC-RN 1 x 1 Vitória-BA
11/04 – 20h30 Penarol-AM 0 x 5 Atlético-MG
11/04 – 21h50 Chapecoense-SC 1 x 1 Cruzeiro-MG
11/04 – 21h50 Remo-PA 2 x 1 Bahia-BA
11/04 – 21h50 Bahia de Feira-BA 2 x 5 São Paulo-SP
11/04 – 21h50 Ceará-CE 2 x 2 Paraná-PR
12/04 – 20h30 Fortaleza-CE x Náutico-PE
2ª RODADA
11/04 – 19h30 Grêmio-RS 3 x 0 Ipatinga-MG
11/04 – 19h30 Coritiba-PR 3 x 0 ASA-AL
11/04 – 21h50 Sport-PE 1 x 4 Paysandu-PA
11/04 – 21h50 Goiás-GO 4 x 3 América-MG
12/04 – 19h30 Portuguesa-SP x Juventude-RS
12/04 – 19h30 Atlético-PR x Criciúma-SC
18/04 – 19h30 Ponte Preta-SP x Atlético-GO
18/04 – 21h50 Vitória-BA x ABC-RN
18/04 – 21h50 Botafogo-RJ x Guarani-SP
18/04 – 21h50 Náutico-PE x Fortaleza-CE
18/04 – 21h50 Paraná-PR x Ceará-CE
18/04 – 21h50 Cruzeiro-MG x Chapecoense-SC
19/04 – 19h30 Bahia-BA x Remo-PA

ICFUT – Libertadores 2012 -= 12/04/2012

Chivas 0 X 2 Velez Sarsfield – Taça Libertadores 2012

Fluminense 0 X 2 Boca Juniors – Taça Libertadores 2012

Corinthians 3 X 1 Nacional – Taça Libertadores 2012

Fonte: Gazetaesportiva.net

Desesperado, Fla tenta fazer sua parte ante Lanús para manter sonho

 

O Flamengo busca um verdadeiro milagre na noite desta quinta-feira para conseguir se classificar às oitavas de final da Copa Libertadores. O Rubro-negro recebe o Lanús, da Argentina, às 19h30 (de Brasília), no Engenhão, pela última rodada do Grupo 2.

Na lanterna com apenas cinco pontos conquistados, o time brasileiro tem que vencer e torcer para que o jogo entre Olimpia e Emelec, do Equador, que se enfrentam no mesmo horário no Paraguai, termine empatado. Apenas essa combinação classifica os brasileiros. Já os argentinos, na liderança com dez pontos, estão assegurados nas oitavas e dependem de um empate para garantir a primeira posição.

A derrota por 3 a 2 para o Emelec na semana passada, no Equador, foi uma grande decepção aos flamenguistas, que estão adotando um discurso bem desanimado. “Eu particularmente não gosto de depender de ninguém. Se o Flamengo estivesse precisando de uma simples vitória, eu diria que a nossa equipe iria se classificar. Mas só isso não basta. Precisamos ganhar e torcer por um outro resultado. Mas depender dos outros é a pior coisa que tem”, disse o atacante Deivid.

O técnico Joel Santana, por sua vez, tenta manter a ponta de esperança viva entre os jogadores, mesmo que a situação esteja complicada. “Enquanto existir esperança, o Flamengo tem que lutar e buscar a classificação. Sabemos que a tarefa não é fácil, que pecamos muito nesta Libertadores, levamos muitos gols em poucos jogos e deixamos de fazer pontos importantes dentro de casa e até mesmo em jogos que poderiam ter tido uma história diferente longe do Rio de Janeiro. Mas temos que focar no Lanús e procurar fazer a nossa parte dentro de campo”, disse.

Para este compromisso, o Flamengo não poderá contar com o zagueiro David Braz, vetado pelo departamento médico por conta de uma lesão no músculo posterior da coxa direita. Assim, Welinton segue no setor ao lado do chileno Marcos González.

Pelo lado do Lanús, o técnico Gabriel Schurrer acredita que sua equipe pode tirar proveito do desespero do Flamengo para conseguir pelo menos o empate e garantir matematicamente a primeira colocação. O treinador, porém, sonha até mesmo com o resultado positivo no Rio de Janeiro.

“Nós sabemos que o Flamengo vai precisar tomar a iniciativa do confronto, pois apenas a vitória o dá direito de sonhar com a classificação para as semifinais. A equipe deles tem qualidade, mas terá que se expor e deixar espaços para o nosso time. O Lanús está classificado e precisa ter inteligência para saber tirar proveito da situação”, disse Gabriel Schurrer.

O Lanús tem uma dúvida para esta partida. O experiente meia argentino naturalizado italiano Mauro Camoranesi vem sofrendo com uma lesão na coxa direita, está em tratamento intensivo e fará um teste antes da partida. Caso ele não possa atuar, Mauricio Pereyra deverá ser o escolhido.

Se vem brilhando e surpreendendo na Copa Libertadores, o Lanús faz fraca campanha no Torneio Clausura da Argentina. O time, que não vence há sete partidas e foi derrotado por 1 a 0 pelo Colón no fim de semana, amarga a penúltima colocação com apenas sete pontos conquistados, mesma pontuação do lanterna Olimpo.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-BRA X LANÚS-ARG

Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 11 de abril de 2012 (Quinta-feira)
Horário: 19h30(de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldán (Colômbia)
Assistentes: Abraham González (Colômbia) e Wilson Berrio (Colômbia)

FLAMENGO: Felipe; Leonardo Moura, Marcos González, Welinton e Junior Cesar; Willians, Muralha, Darío Bottinelli e Ronaldinho Gaúcho; Vagner Love e Deivid
Técnico: Joel Santana

LANÚS: Agustín Marchesin; Carlos Araujo, Paolo Goltz, Diego Braghieri e Luciano Balbi; Guido Pizarro, Mauro Camoranesi (Mauricio Pereyra), Matías Fritzler e Diego Valeri; Mariano Pavone e Mario Regueiro
Técnico: Gabriel Schurrer

Classificado, Vasco visita o Nacional de olho na liderança

Gazeta Press Montevidéu (Uruguai)

O Vasco visita o Nacional nesta quinta-feira, às 21h50 (de Brasília), no Estádio Parque Central, em Montevidéu, no Uruguai, pela última rodada do grupo 5 da Copa Libertadores. O Cruz-maltino já está garantido nas oitavas de final e divide a liderança com o Libertad, ambos com dez pontos. Os paraguaios levam vantagem nos critérios de desempate e deverão assegurar a primeira posição em caso de triunfo sobre o Alianza, em Lima, em confronto programado para o mesmo horário. Já os uruguaios, que têm seis pontos, estão eliminados e por isso priorizam o Torneio Clausura do Uruguai. Dessa maneira, vão mandar a campo uma equipe recheada de reservas para medir forças com o Cruz-maltino.

Mas não é apenas o Nacional quem demonstra pouco interesse no jogo. Os vascaínos mesmos dão sinais de estarem mais preocupados com o duelo do próximo domingo, diante do Nova Iguaçu, que vai definir a sorte do time na Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca.

“Sabemos que precisamos cumprir uma missão importante no Uruguai que é lutar pela primeira posição do grupo. Mas confesso que estou com a cabeça no Nova Iguaçu. Perdemos o clássico contra o Flamengo (2 a 1) e agora temos que ganhar a próxima partida do Campeonato Carioca. Mas vamos tentar deixar isso de lado e focar no Nacional”, disse Renato Silva.

Já o técnico Cristóvão Borges prefere evitar declarações sobre o Nova Iguaçu e lembra que o Vasco precisa ainda somar pontos.

“Temos que buscar a vitória, pois terminar a primeira fase com 13 pontos seria muito importante, já que assim a tendência é decidirmos em casa a maior parte dos confrontos na fase de mata-mata. Nossa pontuação é boa, mas temos que melhorar esse quadro, independentemente de sermos ou não os primeiros colocados do grupo, temos que buscar esses três pontos”, disse Cristóvão.

Apesar de Cristóvão garantir foco no Nacional, o Vasco viajou para o Uruguai com desfalques importantes. O zagueiro Dedé, afastado por conta de um edema ósseo na fíbula da perna esquerda, e o meia Felipe, com dores no ombro direito por conta de tendinite, foram vetados, enquanto que Juninho Pernambucano acabou sendo preservado por ter se submetido recentemente a uma cirurgia dentária. Assim, Rodolfo será o companheiro de Renato Silva na zaga, enquanto que Eduardo Costa ganha a vaga de Felipe.

Pelo lado do Nacional, o técnico Marcelo Gallardo acredita que o fato de preservar alguns jogadores não significa que sua equipe não vai buscar a vitória.

“O Nacional vai sempre entrar em campo pensando na vitória. Nossos jogadores sabem que têm uma grande camisa para honrar e todos querem aproveitar a oportunidade de jogar uma partida de Copa Libertadores. Vejo esse jogo como uma grande oportunidade de dar chance a atletas que não estão tendo minutos para mostrar o que podem fazer pelo clube”, disse Marcelo Gallardo.

O treinador do Nacional não quis confirmar a escalação, dizendo que apenas o goleiro Jorge Bava está assegurado, O zagueiro Darwin Torres, recuperado de uma pubalgia, vai para a partida também.

O Nacional atualmente é o quinto colocado no Torneio Clausura com 13 pontos ganhos e no fim de semana conseguiu uma importante vitória ao fazer 3 a 1 no Bella Vista.

FICHA TÉCNICA
NACIONAL-URU X VASCO-BRA

Local: Estádio Parque Central, em Montevidéu (Uruguai)
Data: 11 de abril de 2012 (Quinta-feira)
Horário: 21h50(de Brasília)
Árbitro: Pablo Lunati (Argentina)
Assistentes: Gustavo Esquivel (Argentina) e Juan Belatti (Argentina)

NACIONAL: Jorge Bava, Pablo Álvarez, Rafael García, Darwin Torres e Diego Placente; Facundo Piriz, Santiago Romero, Marcos Aguirre e Alvaro Recoba; Gonzalo Bueno e Joaquín Boghossian Técnico: Marcelo Gallardo

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Renato Silva, Rodolfo, Thiago Feltri, Rômulo, Eduardo Costa, Fellipe Bastos e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro
Técnico: Cristóvão Borges

6ª RODADA
12/04 – 19h30 Olimpia-PRY x Emelec-ECU
12/04 – 19h30 Flamengo-BRA x Lanús-ARG
12/04 – 21h50 Alianza Lima-PER x Libertad-PRY
12/04 – 21h50 Nacional-URY x Vasco da Gama-BRA

ICFUT – Entrevista de Neymar para Estadão/Espn

Fonte: O Estado de São Paulo

‘São grandes as chances de continuar no Santos’

Craque admite em entrevista à Estadão ESPN, que pode seguir na Vila Belmiro após a Copa do Mundo de 2014

Os constantes elogios e o assédio ininterrupto dos fãs e da imprensa parecem não mexer com a cabeça de Neymar. Em entrevista à Radio Estadão ESPN, o craque santista não se ilude com a possibilidade de atuar no futebol europeu, admite poder seguir na equipe da Vila Belmiro após a Copa do Mundo de 2014 e diz não ter espaço no grande elenco do Santos da época de Pelé. Confira os principais momentos.

Como está sendo participar desta semana histórica do centenário do Santos?

É um orgulho poder fazer parte desta história, ao lado de grandes jogadores do passado. Todos os eventos estão sendo muito importantes e me deixam bastante feliz.

Como é ser atualmente o grande ídolo do Santos, time no qual você começou a carreira?

O Santos é a minha segunda casa. Estou há oito anos no clube. Vinha na Vila ver o Robinho jogar. Sonhei me tornar um ídolo e hoje estou vivendo tudo isso. Tudo está dando certo.

Você não é um ídolo do Santos. Torcedores de outros times também te admiram. O que você faz para conseguir isso?

O Santos não é um time odiado pelos outros torcedores. Corintianos, palmeirenses gostam do nosso time. Todo mundo gosta de ver um futebol alegre em campo. Procuro fazer meu trabalho normal em campo. Não tenho rivalidade com ninguém.

Você quer continuar jogando o Campeonato Paulista ou pensa em atuar na Copa dos Campeões ou no Campeonato Espanhol?

São grandes as chances de eu permanecer no Santos após a Copa do Mundo de 2014. Gosto muito de vestir a camisa do Santos e entrar em campo. Também tem o fato de permanecer no Brasil. Mas é lógico que sonho um dia em disputar outros campeonatos.

Existe uma vaga no lado esquerdo do ataque do Barcelona, onde o técnico Pep Guardiola faz um revezamento constante. Você já se imaginou atuando naquela função?

Eu pensei quando era criança. Agora o Barcelona está numa fase espetacular, com todos os jogadores sabendo muito bem quais suas funções em campo. É muito difícil se encaixar do jeito que eles estão jogando agora.

E no grande time do Santos da década de 60? Você acha que teria espaço para atuar com Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe?

Eu não teria a menor chance. Eles eram jogadores sensacionais. Graças a Deus nasci em uma outra época, porque não teria espaço nenhum.

Mas o Pelé, Pepe disseram que você poderia jogar…

Fico muito feliz e honrado por eles falarem isso, jogadores que fizeram história no clube.

Como você convive com as faltas nos jogos?

Estou acostumado. Não é proibido fazer falta. Não me importo de sofro dez faltas. Só não gosto quando são violentas ou para machucar. Cabe ao juiz coibir.

Qual o seu gol mais bonito?

Gosto dos dois que fiz contra o Internacional.

O que você gostaria de ter dos grandes craques?

Um pouco de cada um (risos). Acho que ainda preciso melhorar em todos os fundamentos. Controle de bola, chute, velocidade…

Você se tornou uma celebridade. Como administra a agenda?

A ficha ainda não caiu. Não entendo como milhões de pessoas ficam atrás de mim por causa de fotos e autógrafos. Sei que me tornei alguma coisa, mas ainda não sei o quê.

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Por Rogerinho – São Paulo goleia o Bahia de Feira, iguala recorde e elimina jogo de volta

Fora de casa, Tricolor conta com apoio da torcida e consegue a vitória por 5 a 2, que coloca o time de Emerson Leão nas oitavas da Copa do Brasil

FONTE – GLOBOESPORTE.COM

O São Paulo venceu o Bahia de Feira, por 5 a 2, em Feira de Santana, e se garantiu nas oitavas de final da Copa do Brasil. Além de eliminar o jogo de volta, o triunfo nesta quarta-feira colocou o time de Emerson Leão na história do clube. Agora, a equipe soma onze vitórias consecutivas, igualando a maior série do Tricolor – as outras duas foram em 1943 e 1982.

Após um começo equilibrado, o São Paulo abriu o placar, com Rhodolfo – zagueiro chegou ao quinto gol neste ano –, e viu o Bahia empatar logo na sequência. Porém, com dois pênaltis convertidos por Luis Fabiano, que está com media de um gol por jogo, e gols dos reservas Maicon e Osvaldo, o Sampa abriu a vantagem necessária para eliminar a partida de volta. Nem o gol de pênalti convertido por João Neto salvou a equipe baiana.

O São Paulo volta a campo neste domingo, contra o Linense, às 16h, fora de casa, pela última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista. O Tricolor lidera a competição, com 43 pontos, mesmo número que o Corinthians, que perde nos critérios de desempate.

Já o Bahia de Feira tem um duelo decisivo pelo Campeonato Baiano. O Tremendão pega, domingo, às 16, no Joia da Princesa, o Juazeiro, em busca da classificação para a segunda fase do estadual. Atualmente o time é o quarto colocado, com 32 pontos, e só depende de si para se classificar.

Pela Copa do Brasil, o Tricolor espera a definição do duelo entre Atlético-GO e Ponte Preta para conhecer seu adversário nas oitavas de final da competição nacional. Na primeira partida, em Goiânia, o Dragão venceu a Macaca por 2 a 1. O segundo duelo será disputado na próxima quarta-feira, dia 18, em Campinas.

Rhodolfo - Bahia de Feira x São Paulo (Foto: Rubens Chiri / Agência Estado)
Rhodolfo cabeceia para abrir o marcador para o São Paulo
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Sampa na frente e goleiro expulso

O São Paulo entrou em campo com um objetivo muito claro: vencer a partida por dois ou mais gols de diferença para eliminar a partida de volta. Por isso, o treinador Emerson Leão optou por colocar o time em campo com três atacantes – Lucas aberto pela direita, Fernandinho pela esquerda e Luis Fabiano centralizado. Um pouco mais atrás, Jadson foi o responsável por servir o ataque.

Do outro lado, o Bahia entrou em campo do jeito que Arnaldo Lira prometeu durante a semana. O time se mandou para o ataque e procurou os espaços na defesa do Sampa. As coisas, porém, desandaram logo aos 9 minutos do primeiro tempo. Em busca do gol, o São Paulo passou a pressionar e, em cobrança de falta de Jadson, Rhodolfo abriu o placar.

O estádio, tomado por são-paulinos, tremeu com o lance. Este foi o quinto gol do zagueiro na temporada. Ao todo, ele já marcou nove vezes com a camisa do São Paulo desde a sua chegada.

Depois de sofrer o gol, as coisas foram de mal a pior para o Bahia de Feira. Desorganizado, o time se mandou para o ataque e errou muitos passes. Assim, deu campo para o São Paulo buscar mais um. O problema para os paulistas, porém, ficou por conta do gramado. Com toque de bola rápido e jogadores velozes, o Tricolor perdeu vários ataques na disputa com o campo esburacado. Fernandinho, por exemplo, se enrolou várias vezes em que tentou conduzir pela esquerda.

Descontente com o time, Arnaldo Lira promoveu a primeira alteração ainda aos 26 minutos. Johnnattan entrou no lugar de Edson. Logo depois da mudança, o Bahia conseguiu o empate. João Neto acreditou na jogada pela esquerda, chegou ao fundo e cruzou. Paulo Miranda não alcançou e a bola ficou com Carlinhos, que dominou e bateu no cantinho.

O gol foi comemorado, estranhamente, por muita gente. Os mesmos que vibraram com Rhodolfo, pularam com Carlinhos. Mas não deu nem tempo de a torcida local se tornar completamente voltada para o Tremendão. Logo na sequência o São Paulo tomou novamente a frente do marcador.

Dionantan cometeu pênalti no Fabuloso e foi expulso. Já com Filipe na meta baiana, o camisa 9 colocou o Tricolor em vantagem. A marcação da penalidade foi severamente criticada por parte da torcida, principalmente a que estava assistindo ao jogo das tribunas. No fim do primeiro tempo, os paulistas voltaram a pressionar, mas não ampliaram o placar.

Rhodolfo gol São Paulo (Foto: Rubens Chiri / Ag. Estado)
Rhodolfo comemora gol que abriu caminho para goleada são-paulina
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Mais um pênalti e vaga garantida

No intervalo, Leão teve de fazer sua primeira alteração. Fernandinho, que tomou uma pancada na primeira etapa, foi sacado para a entrada do aniversariante do dia: Osvaldo. O atacante completou nesta quarta 25 anos. A volta para o segundo tempo demorou mais do que o esperado. Um dos refletores se apagou e o árbitro teve de esperar que ele se acendesse para reiniciar o jogo.

Com a bola rolando, o Bahia foi para o ataque e correu o risco do contra-ataque. Com um a menos, o Tremendão pouco se preocupou com a defesa. Em jogadas rápidas e lançamentos longos, o time da casa assustou o São Paulo. Denis teve que se esticar aos 8 minutos para salvar bom chute de João Neto.

Mas, como no primeiro tempo, o Sampa acabou com a esperança do Bahia de Feira. Após pênalti marcado em cima de Lucas, Luis Fabiano foi para a cobrança e fez o 3 a 1. Este foi o nono gol do atacante em nove jogos.

A desvantagem no placar fez o Tremendão se mandar para o ataque. Se já estava desorganizado, ficou ainda pior. Em alguns momentos, cinco jogadores ficaram no campo do São Paulo. A defesa do time da casa ficou totalmente desguarnecida. O desespero foi para tentar se manter na briga por uma vaga na terceira fase da Copa do Brasil. Porém, o Tricolor definiu sua classificação aos 32 minutos. Luis Fabiano fez boa jogada individual, passou pelo marcador e passou para Maicon, que na entrada da grande área bateu com categoria para fazer o quarto gol são-paulino em Feira de Santana.

Nem mesmo o gol de João Neto, que converteu pênalti após falta de Paulo Miranda em Zé Roberto dentro da área, atrapalhou a vida do Tricolor. Serviu até para “acordar” os são-paulinos para o jogo. Aos 39, Luis Fabiano, perdeu chance inacreditável ao chutar para fora lance com o gol completamente aberto. Mas, três minutos mais tarde, Osvaldo compensou para os paulistas ao bater cruzado e fechar o marcador: 5 a 2. Festa da torcida tricolor em Feira de Santana.

Por Rogerinho – Boca Jrs. freia o Fluminense e garante a festa argentina no Engenhão

Time argentino vence por 2 a 0 em falhas da defesa tricolor. Rafael Moura perde pênalti no fim do jogo que marcou a perda dos 100% de aproveitamento

FONTE – GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

O Fluminense entrou em campo, nesta quarta-feira, sabendo que uma vitória o deixaria muito perto de ter a melhor campanha da primeira fase da Libertadores. Caso vencesse, precisaria apenas de um empate na última rodada para garantir vantagem em todos os duelos da fase decisiva. A situação empolgou os tricolores que lotaram o Engenhão. 36.263 pessoas estiveram presentes no estádio para apoiar o time. Mas o resultado deixou os tricolores desapontados. Sem criatividade, o time carioca foi vencido por um Boca Juniors pragmático, que se aproveitou das falhas da defesa rival para construir a vitória por 2 a 0 (gols de Cvitanich e Sanchez Miño).

A derrota, com direito a pênalti perdido por Rafael Moura no fim, pôs fim aos 100% de aproveitamento do Fluminense na competição. Até o jogo desta quarta, a equipe tinha vencido os quatro jogos disputados no torneio, inclusive o duelo contra o Boca na Bombonera.

Com o resultado, o Boca garantiu a vaga na próxima fase, já que chegou aos 10 pontos e não pode mais ser alcançado por Arsenal de Sarandí-ARG (6) e Zamora-VEN (1). O time argentino buscará na última rodada o primeiro lugar do grupo, que hoje pertence justamente ao Fluminense. O Tricolor está com 12 pontos e tem agora a segunda melhor campanha geral (perde no saldo de gols para o Vélez Sarsfield-ARG).

Na próxima rodada, o Fluminense vai até a Argentina enfrentar o Arsenal de Sarandí. O Boca, por sua vez, busca a vitória contra o Zamora-VEN. Os dois jogos serão disputados no dia 18, às 19h30m (horário de Brasília).

Dario Cvitanich gol Boca juniors (Foto: EFE)
Cvitanich comemora primeiro gol

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Erros e gol do Boca

O Fluminense começou o jogo empolgado e empurrado por sua torcida. Ficava com a bola mais tempo e procurava mais o ataque. Mas do outro lado o adversário era o Boca Juniors. Mesmo não sendo mais aquele bicho papão, o time argentino mostrou porque ainda impõe respeito. Mesmo sem dominar a partida, não se encolheu em campo e tentou nos poucos ataques que teve chegar ao gol.

E quase conseguiu em uma falha da defesa tricolor. Santiago ficou sozinho na entrada da área, mas chutou para longe. O Fluminense não se abateu e foi para cima. Deco deu lindo cruzamento para Fred, que matou a bola no peito e chutou cruzado. O goleiro, entretanto, conseguiu defender com a ponta do pé. O camisa 9 teve outra chance após boa jogada de Wellington Nem pela direita. O jogador driblou três e tocou para o meio, mas a zaga argentina chegou travando o chute do artilheiro tricolor.

Apesar de não chutar muito, o Fluminense se mantinha rondando a área do Boca e tentava chegar ao gol. Mas a defesa resolveu falhar mais uma vez e o time argentino chegou ao gol. Depois de uma bola chutada pela zaga do Boca, Leandro Euzébio cabeceou para o meio da área e deu a bola no pé de Cvitanich. Diguinho ainda tentou o segurar, mas já era tarde. Chute forte e silêncio no Engenhão.

O restante do primeiro tempo foi um jogo de ataque contra defesa. O Fluminense tentou de todos os jeitos penetrar a defesa do Boca, mas só o conseguiu em um boa jogada de Nem, que cruzou para Fred, na cara do gol. A cabeçada, entretanto, saiu fraca e o goleiro adversário conseguiu mandar para fora.

Segundo tempo com cara de primeiro

O segundo tempo começou exatamente como o primeiro. O Fluminense seguiu com mais posse de bola, mas com dificuldade em criar boas jogadas. O Boca tentava ampliar nas bobeadas que a defesa tricolor dava. Em uma delas, Cvitanich quase fez o segundo, após boa jogada de Chávez. Com o resultado nas mãos, o time argentino passou a gastar mais tempo em reposições de bola e substituições.

O Fluminense parecia anestesiado em campo. Mesmo com a bola no pé e com a torcida empurrando, o time não tinha criatividade para ameaçar o gol rival. Coube a Deco, o melhor em campo, protagonizar os melhores lances para o Tricolor. Primeiro, deu um bom passe para a área e encontrou Thiago Neves livre. O meia girou e bateu colocado, mas o chute saiu fraco e fácil de defender. Depois, cobrou uma falta de longe e assustou o goleiro do Boca.

Os dois times pareciam mesmo querer fazer uma reprise do primeiro tempo. Mais uma vez, mesmo com mais domínio, o Fluminense falhou na defesa e viu o Boca chegar ao gol. Mouche recebeu na entrada da área, pela direita, e cruzou para o segundo pau. A defesa tricolor deixou a bola passar até chegar aos pés de Sanchez Miño. Sem dificuldade, o volante aumentou para o Boca.

O gol esfriou de vez a torcida tricolor e fez com que o espanhol passasse a ser a língua oficial das músicas cantadas no Engenhão. E elas aumentaram ainda mais de tom quando Wellington Nem foi derrubado na área e o juiz marcou pênalti. Rafael Moura, que entrou no lugar de Fred, que estava com dores, bateu mal e o goleiro defendeu. Foi o balde de água fria para a tentativa de reação tricolor no final.

Por Rogerinho – Argentinos brilham, Grêmio bate Ipatinga e avança na Copa do Brasil

Em jogo equilibrado até boa parte da etapa final, Bertoglio e Miralles dão a vitória para os gaúchos. Léo Gago completa o 3 a 0

FONTE – GLOBOESPORTE.COM

Sem tanto brilho, mas esbanjando pragmatismo e zelo pela vantagem, o Grêmio venceu o Ipatinga por 3 a 0 no Olímpico, na noite desta quarta-feira. Já havia batido o rival por 1 a 0 no jogo de ida, em Minas Gerais, confirmando o favoritismo e avançando às oitavas de final da Copa do Brasil – não sem antes, no entanto, dar ao torcedor uma generosa dose de drama mexicano, que acabou atravessada pelo ritmo do tango.

Com um gol em cada tempo, os argentinos Facundo Bertoglio e Miralles, xodós das arquibancadas, abriram o caminho da classificação. No final, já sem sustos no horizonte gremista, Léo Gago completou o placar.

O Grêmio agora está à espera do seu novo adversário, que sairá da disputa entre Fortaleza e Náutico, que começa nesta quinta-feira. Antes de conhecê-lo, o Tricolor encara no domingo mais uma decisão. Enfrenta o Ypiranga pelas quartas de final da Taça Farroupilha, o segundo turno do Gauchão, no Olímpico. Não há partida de volta, e empate nos 90 minutos leva aos pênaltis. Já o Ipatinga mede forças com a Tombense, no sábado, às 16h, em Tombos, pela décima rodada do Grupo B do Módulo II do Campeonato Mineiro.

Jogadores gol Grêmio (Foto: Alexandre Auler / Ag. Estado)
Jogadores comemoram gol do Grêmio
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Garçom mostra serviço em dois minutos

Obediente às instruções de Vanderlei Luxemburgo, o Grêmio começou marcando sob pressão. O resultado da aplicação surgiu logo aos dois minutos. Marco Antonio, que teve retorno festejado pelo técnico, fez jus à fama de garçom. Deu belo passe para Facundo Bertoglio. Veloz, o argentino entrou na área, driblou o goleiro Bruno e concluiu: 1 a 0.

Embora extremamente concentrado no jogo, o Grêmio não confirmou a expectativa que se anunciava, de uma classificação cheia de gols. Valente, o Ipatinga aproveitou muito o espaço defensivo deixado pelo lateral Gabriel. Chegou a assustar aos 22 minutos. Jônatas Obina e Leandro Brasília, com liberdade, quase marcaram em duas tentativas que esbarraram na defesa comandada pelo mascarado Gilberto Silva. Após cirurgia no nariz, o zagueiro precisou de uma proteção no rosto à la NBA para entrar em campo. O goleiro Victor também trabalhou, fazendo ao menos duas importantes defesas em chutes de média distância.

Com a vantagem, o Grêmio parecia não querer sufocar o rival. Mesmo sendo um adversário da segunda divisão do Campeonato Mineiro, o Ipatinga conseguia frear com relativo sucesso as tentativas gaúchas. André Lima, que sofreu críticas de Luxemburgo por sair em demasia da área contra o Caxias, acabou envolvido pela dupla de zagueiros gigantes, Cláudio Luiz, de 1,98m de altura, e Azevedo, de 1,94m.

– Está difícil, eles estão colocando jogadores nas nossas costas – reclamou Pará, substituto do lesionado Julio Cesar na lateral-esquerda, preocupado com o Ipatinga, na saída para o intervalo.

Sangue e suor: Bertoglio total

bertoglio grêmio ipatinga copa do braisl (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
Bertoglio foi o grande nome do time até sair cansado
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Mesmo dotado de pouco brilho, o Grêmio reservava a sua torcida momentos de emoção no primeiro tempo. E sempre dos pés inquietos do endiabrado Bertoglio. Aos 18, deu passe certeiro para Léo Gago invadir a área e chutar rente à trave. Cinco minutos depois, deixou Marco Antonio em frente ao gol. Mas o meia desperdiçou a chance. Depois, aos 36, passou como um raio pelo esforçado, porém lento, Azevedo, que acabou achando a bola, mas também o nariz do argentino. Cheio de disposição, o autor do primeiro gol estancou o sangramento e voltou pouco depois, como se nada tivesse acontecido.

– O nariz está bem, só um pouco de dor. Estou feliz pelo gol – disse, na saída para o intervalo.

Tanto esforço acabou lhe custando a vaga no time. Extenuado, deixou o campo aos 15 minutos do segundo tempo, para a entrada de seu compatriota Miralles. Pouco presente no ataque, o Grêmio observava o Ipatinga avançar. Aproveitando as bolas aéreas, os mineiros assustavam.

Miralles completa o tango no Olímpico

O Ipatinga chegou bem perto do empate aos 16 minutos, após mais uma bola levantada. Ela se ofereceu a Jônatas Obina, livre, em frente à pequena área. Mas o atacante conseguiu isolar o chute, perdendo chance incrível. A esta altura, a torcida tricolor já demonstrava muita preocupação no Olímpico.

Mas, aos 31, mais um argentino tranquilizou o Grêmio. Pela meia esquerda do ataque, Miralles dominou a bola em seu pé direito e mostrou a Obina como se faz. Como num replay dos que marcou diante do Flamengo, no ano passado, e do Caxias, no último domingo, fez outro golaço, chutando cruzado de longe, com efeito, no ângulo oposto.

Antes do fim, Léo Gago ainda teve tempo de deixar o seu, como no jogo de ida. Quase da mesma posição, pela intermediária, soltou a bomba e acertou o canto, ampliando e carimbando o passaporte tricolor rumo às oitavas da Copa do Brasil.

Por Rogerinho – No ‘Pacaembu paraguaio’, Timão bate Nacional e avança às oitavas

Com a Fiel presente em peso na Ciudad del Este, ataque trabalha bem para Corinthians fazer 3 a 1 e garantir classificação antecipada ao mata-mata

 FONTE – GLOBOESPORTE.COM

Por um dia, o Pacaembu se mudou para Ciudad del Este, no Paraguai. E, como não costuma perder oportunidades “em casa”, o Corinthians está nas oitavas de final da Taça Libertadores. Com imensa maioria nas arquibancadas do estádio 3 de Febrero e em uma noite com o atacante funcionando precisamente, o Timão venceu o Nacional-PAR por 3 a 1, nesta quarta-feira, e se garantiu no mata-mata com uma rodada de antecedência.

Parte do resultado foi construído por dois jogadores que tiveram a confiança do técnico Tite para retornarem à equipe após lesões. Jorge Henrique, ausente por três partidas em virtude de dores na coxa esquerda, foi decisivo novamente ao abrir o placar em um primeiro tempo muito disputado.

Já Emerson, fora do último jogo por dores no tornozelo esquerdo, confirmou a grande fase que vive e anotou o segundo. Peralta descontou de “meia-bicicleta”, acabando com a invencibilidade de 409 minutos da defesa alvinegra, mas Elton fez o terceiro no minuto seguinte e findou qualquer esperança paraguaia de reação.

O Corinthians parte agora em busca do primeiro lugar do Grupo 6 e espera para conhecer seu adversário nas oitavas. O Timão tem 11 pontos, três a mais do que o Cruz Azul-MEX e precisa de um simples empate contra o eliminado Deportivo Táchira-VEN, na próxima quarta-feira, às 22h, em São Paulo – o Nacional também está fora. Pelo Paulistão, encara a Ponte Preta, domingo, às 16h, em Campinas, pela última rodada da fase de classificação.

Jorge Henrique Corinthians Marcos Miers (Foto: AFP)
Jorge Henrique, do Corinthians, protege a bola de Marcos Miers, do Nacional-PAR
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Nacional assusta, Jorge Henrique marca
O Corinthians mostrou em pouco tempo que não se contentaria apenas em jogar para empatar, resultado que o classificaria para as oitavas. Ofensivo e usando a velocidade como uma de suas armas, o Timão criou, chegou com facilidade ao ataque, mas se abriu e permitiu que o Nacional também levasse perigo. Pesou a maior qualidade técnica para que os brasileiros fossem para os vestiários em vantagem.

Com a necessidade de vencer para seguir na briga, os paraguaios arriscaram bastante com o lateral-direito Mazacotte. Foi por lá que partiu o cruzamento certeiro para Rodrigo Teixeira cabecear perto da trave. O problema fez Tite colocar Jorge Henrique para ajudar Fábio Santos na marcação. O atacante, porém, quase entregou de presente o primeiro gol. Julio Cesar salvou em chute de Riveros.

Apesar dos sustos na defesa, o Corinthians esteve melhor em campo. Liedson perdeu grande oportunidade de frente para o goleiro Don, que ainda parou Danilo no rebote na pequena área. O gol parecia mais próximo do Alvinegro e veio aos 29 minutos. Jorge Henrique recebeu de Danilo pela esquerda e chutou. A bola passou entre as pernas de um marcador e entrou no canto direito do camisa 1 paraguaio.

O Timão diminuiu o ritmo com a vantagem e passou a esperar o adversário em seu campo para explorar os espaços. O Nacional perdeu força pela direita, mas ainda assim quase empatou no fim. O zagueiro Miranda cobrou falta de muito longe, a bola encobriu Julio Cesar e carimbou o travessão.

Sheik e Elton colocam o Corinthians nas oitavas
O segundo tempo mudou o jogo. O Corinthians diminuiu os espaços e dominou o Nacional até com certa facilidade. O segundo gol veio logo aos cinco minutos. Edenílson tabelou com Danilo, e a bola sobrou na entrada da área para Emerson. O Sheik driblou em velocidade o goleiro e tocou para as redes. Golaço!

O Nacional foi obrigado a procurar o ataque para reagir. Mas, quando finalmente se arriscou, Mazacotte parou em grande defesa de Julio Cesar já dentro da área. O goleiro voltou a salvar  pouco tempo depois, contudo, não conseguir fazer milagre. Em rebote na área, aos 24, Peralta descontou de “meia-bicicleta”.

A reação paraguaia acabou no minuto seguinte. Em jogada de Paulinho, Emerson dividiu com o goleiro na área e a bola sobrou livre para Elton apenas empurrar para a meta e assegurar a classificação. O sonho corintiano de, enfim, conquistar a América está cada vez mais vivo.

Por Rogerinho – Em três minutos, Paysandu despacha Sport da Copa do Brasil

No Recife, Papão não se intimidou e venceu Leão por 4 a 1 na Ilha do Retiro. Os dois primeiros gols saíram aos 15 e 18 minutos do 2º tempo
FONTE – GLOBOESPORTE.COM

Assim como ocorreu na semana passada no estádio Mangueirão, em Belém, o Sport foi envolvido pelo Paysandu e acabou perdendo por 4 a 1. A equipe paraense, que podia até empatar para se classificar à próxima fase da Copa do Brasil, definiu a classificação em três minutos. No segundo tempo, Yago Pikachu, aos 15 minutos, e Hellinton, aos 18, garantiram um feliz retorno do time ao Pará. O zagueiro Bruno Aguiar descontou aos 31 minutos para os donos da casa. Hellinton ainda voltou a marcar aos 39 minutos. Rafael Oliveira fez o quarto gol nos acréscimos. O jogo teve 14.933 espectadores no estádio.

Para o técnico Lecheva, a vitória teve gosto de vingança. Em 2006, durante a final do Pernambucano entre Sport e Santa Cruz, o treinador, que na época era jogador tricolor, perdeu um pênalti e fez a alegria do Leão. Com a classificação obtida na Ilha do Retiro, o Paysandu sai do Recife com a passagem carimbada para as oitavas de final da Copa do Brasil. O adversário da vez será o Coritiba. Nesta quarta-feira, os paranaenses bateram o ASA -ALpor 3 a 0. O confronto entre o Coxa Branca e o Papão ainda não tem data definida.

A próxima partida do Sport será contra o Santa Cruz no próximo domingo na Ilha do Retiro. O Clássico das Multidões, como o embate é conhecido em Pernambuco, vale a liderança do estadual para o Leão. Basta empatar para o Rubro-negro garantir a primeira colocação na fase classificatória e ter o direito de fazer os últimos jogos da semifinal e final diante de sua torcida.

O Paysandu volta as atenções para a semifinal do Campeonato Paraense. No primeiro jogo, a equipe perdeu por 1 a 0 do Águia de Marabá e agora terá a chance de dar o troco no rival em casa, no estádio Mangueirão, no próximo sábado.

Sport x Paysandu (Foto: Aldo Carneiro)
Yago Pikachu marcou gol do Paysandu
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Papão intimida Leão na ilha

Pressionado pela busca de um resultado positivo, já que o empate não lhe era favorável, o Sport partiu para cima do Paysandu com tudo e nos minutos iniciais do jogo já estava marcando presença na área adversária. A disposição do Leão abriu espaço para o Bicolor tentar os contra-ataques e os paraenses não se intimidaram. Aos cinco minutos, os visitantes deram o primeiro chute a gol em cobrança de falta.

A ofensividade do Paysandu, inclusive, pôde ser vista ao longo de boa parte do primeiro tempo. Os paraenses surpreenderam quem esperava uma postura mais defensiva e campo e chegaram ao ataque em vários momentos. Aos 12 minutos, os visitantes tiveram uma excelente chance de abrir o placar com Thiago Potiguar. O jogador ficou cara a cara com o goleiro Magrão, mas chutou fraco e possibilitou a defesa.

Sport x Paysandu (Foto: Aldo Carneiro)
Paysandu foi melhor do que Sport no primeiro tempo
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O Sport também arriscou subidas ao ataque, mas sem muito ímpeto. Os chutes do Leão no primeiro tempo saíram dos pés do atacante Willians e do lateral Renê. No primeiro tempo, o técnico Mazola Júnior se viu obrigado a realizar uma substituição imprevista. Willians, machucado, precisou sair de campo e deu espaço para Jheimy.

Jael balança as redes, mas gol é anulado

A alteração não resultou em benefícios táticos para o Sport e a equipe continuou chegando ao ataque, mas sem qualidade no arremate final. Nem mesmo Marcelinho Paraíba, artilheiro do time na temporada, com 13 gols, e destaque em quase todas as partidas, estava inspirado. Os donos da casa até conseguiram abrir o placar com Jael, mas o juiz Paulo César de Oliveira viu toque de mão do atacante e anulou o gol.

A partir dos 35 minutos, o desespero começou a rondar o time do Sport e os jogadores rubro-negros passaram a arriscar chutes de longa distância. Naldinho e Marcelinho Paraíba tentaram, mas estavam com o pé descalibrado. O Paysandu foi mais contundente e quase marcou com Rafael Oliveira. O camisa 11 recebeu um belo passe de Thiago Potiguar e só não fez o gol graças ao goleiro Magrão.

Antes do apito final, o Sport ainda assustou com Marcelinho Paraíba. Em cobrança de falta, ele obrigou o goleiro Paulo Rafael a se esticar todo para agarrar uma bola no canto. O jogo foi até os 49 minutos por conta de uma paralisação. O árbitro Paulo César de Oliveira interrompeu o jogo nos minutos finais para que a polícia tentasse identificar o torcedor do Leão que estava usando um laser para atrapalhar o camisa 1 do Bicolor (veja vídeo ao lado).

Sport x Paysandu - Jael (Foto: Aldo Carneiro)
Atacante Jael não teve muitas oportunidades no setor ofensivo
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Três gols no segundo tempo

Para o segundo tempo, o Sport entrou em campo modificado. O técnico Mazola Júnior tirou Rivaldo e colocou Marquinhos Paraná. O Paysandu voltou ao gramado com a mesma formação da etapa inicial e tomou um susto aos dois minutos de jogo. Em uma jogada envolvendo Jael e Renê, o goleiro Paulo Rafael foi obrigado a tirar a bola da área com os pés. Um minuto depois, foi a vez de Marcelinho Paraíba chutar a gol.

No início do jogo, Mazola Júnior foi obrigado a fazer a terceira mudança no Sport, pois Naldinho pediu para sair. Dessa maneira, Ruan entrou no jogo e o Leão ensaiou crescer na partida. Aos 14 minutos, Marcelinho Paraíba quase pega o goleiro Paulo Rafael de surpresa. Um minuto depois veio o balde água fria. Yago Pikachu avançou no contra-ataque e tocou na saída de Magrão para abrir o placar. Três minutos após o primeiro gol, Hellinton, que havia acabado de entrar no Paysandu, ampliou a favor dos visitantes.

Apesar da desvantagem no placar, o Sport não arrefeceu os ânimos e se lancou ao ataque com tudo. O Rubro-negro teve boas chances de abrir o placar, mas o gol só saiu aos 31 minutos dos pés do zagueiro Bruno Aguiar. Depois de diminuir a diferença, a equipe pernambucana seguiu em cima, mas foram os atletas do Paysandu que voltaram a sorrir. Aos 39 minutos, em um vacilo da defesa dos donos da casa, Hellinton marcou o terceiro gol e aos 49 minutos Rafael Oliveira sacramentou a classificação dos paraenses.

Por Rogerinho – Coritiba derruba vantagem do ASA, vence por 3 a 0 e passa às oitavas

Coxa abre boa vantagem no primeiro tempo e administra a classificação para próxima fase da Copa do Brasil, na qual enfrenta Sport ou Paysandu

FONTE – GLOBOESPORTE.COM

O Coritiba não deu atenção para a vantagem do ASA-AL, venceu o time alagoano por por 3 a 0 e está nas oitavas de final da Copa do Brasil. A vitória foi praticamente decidida no primeiro tempo, quando um ofensivo time alviverde correu para se recuperar da derrota na semana passada, por 1 a 0. Os gols da noite foram marcados pelo volante Tcheco, atacante Anderson Aquino e o meia Everton Ribeiro.

A expectativa era de uma partida equilibrada, já que o ASA não foi para Curitiba com um propósito defensivo. O discurso do técnico Heriberto da Cunha era impor a mesma pressão que rendeu a vitória em casa, na semana passada. A equipe de Alagoas até tentou, mas não suportou a pressão do anfitrião.

O Coritiba teve mais volume de jogo e contou com boas atuações de Rafinha e Roberto, na criação. Na pressão, o Coxa conseguiu voltar para o vestiário com a vaga na mão e administrar durante a etapa final, quando selou a classificação.

O próximo compromisso do Coritiba na Copa do Brasil será contra o Sport-PE ou Paysandu, que decidem vaga nesta quarta-feira. Enquanto isso, volta as atenções para o Campeonato Paranaense, no qual enfrenta o Operário-PR, no domingo, às 16h (de Brasília), fora de casa.

Sem conseguir a classificação inédita para as oitavas da Copa do Brasil, o ASA tenta conquistar o returno do Campeonato Alagoano. No próximo sábado, às 15h15 (de Brasília), joga contra o Corinthians-AL.

Willian Coritiba x ASA (Foto: Divulgação / Coritiba)
Coritiba explorou bem as jogadas ofensivas e faz 3 a 0 no ASA
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Coritiba corre atrás do prejuízo e abre vantagem

O segundo encontro entre ASA e Coritiba foi pouco parecido com o jogo de ida, em Maceió-AL. Uma delas era a marcação adiantada do time alagoano, que não resistiu à pressão coxa-branca. O motivo era claro. Com a derrota por 1 a 0 em Arapiraca, o Verdão tinha que fazer dois gols para se classificar.

Em campo, a presença de Rafinha no meio-campo alviverde foi a diferença do Coxa. O ASA estava com o mesmo elenco, exceto a presença do lateral-direito Dudu. O visitante tentou aproveitar os contra-ataques, com descidas rápidas, principalmente pela direita. O Coritiba assustava, mas demorou para furar o bloqueio arapicarense. O meia Rafinha não conseguia dar um passo sem a sombra do volante Cal.

Os principais lances de perigos do Coxa eram através das bolas paradas. Aos 12 minutos, Roberto cabeceou, mas a bola saiu pelo canto esquerdo. Do outro lado, após um rápido contra-ataque, o ASA quase abriu o placar aos 30 minutos, quando o atacante Lúcio Maranhão exigiu uma defesa do goleiro Vanderlei.

O técnico Marcelo Oliveira precisou mexer no time, quando o volante Willian sentiu o músculo posterior da coxa direita. Entrou Gil, que deixou o time mais exposto, porém com um apelo no ataque pelo lado direito. Por ali foi o caminho para os dois gols nos últimos dez minutos.

Com 37 minutos, o volante Jorginho deslocou o atacante Roberto bem na entrada da grande área. Os jogadores contestaram que a falta foi fora da área, em um lance rápido que valeu a interpretação do juiz. Tcheco foi para a bola e mandou para as redes. Oito minutos mais tarde, Roberto desceu com velocidade, cruzou, Rafinha escorregou e a bola sobrou para o atacante Anderson Aquino fazer o segundo.

ASA parte para o ataque, mas Coxa fecha classificação

A situação se inverteu na etapa final. Não era mais o Coritiba que precisava correr atrás do resultado, mas o ASA. Por isso, o técnico Heriberto da Cunha colocou um time mais avançado, mas desencontrado no ataque. Enquanto isso, o Coxa se fechava na marcação e explorava o bom toque de bola na hora de sair para o ataque.

Com 15 minutos de jogo, o treinador do clube alagoano mudou duas peças e colocou a equipe para a frente. Saíram os dois laterais Dudu e Augusto para a entrada do lateral Marcinho e do meia-atacante Gabriel.

Como reação, o técnico Marcelo Oliveira chamou o volante Júnior Urso e o meia Everton Ribeiro para entrarem em campo, nos lugares de Lincoln e Roberto. Mudanças contestadas pela torcida. Mas deu certo. Com 26 minutos, Everton aproveita tabela com Aquino e marca o terceiro. Felizes com a boa atuação do Coxa, os torcedores explodiram com o coro: “Sou coxa-branca, com muito orgulho, com muito amor”.

Se a situação já estava complicada para o ASA, piorou com o terceiro gol alviverde. Cunha ainda tentou trocar Jorginho por Tiago Gaúcho. Neste caso, a estrela do técnico alagoano não brilhou. Gaúcho deixou o cotovelo no rosto de Everton e foi expulso, aos 38 minutos.

Com a classificação garantida, o Coritiba ainda se deu ao luxo de perder algumas oportunidades de ampliar o resultado. Nada que tirasse a vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. A caminhada continua.