Por Cleber Aguiar – Audax, rico e sem torcida, busca a elite do futebol paulista

Fonte: Folha Online

ADRIANO WILKSON

Eles foram fracasso de público em todos os jogos do ano: já chegaram a se apresentar para 76 torcedores.

São uma mescla de jogadores muito jovens com outros que já rodaram por grandes clubes, mas não deram certo.

Renderam prejuízo de mais de R$ 20 mil só nas dez partidas que fizeram em casa pela segunda divisão paulista.

E nunca sequer disputaram um campeonato de elite.

  Divulgação  
CT do Audax, em São Paulo
CT do Audax, em São Paulo

Mesmo assim, são o orgulho do chefe, um senhor de 75 anos dono da décima maior fortuna do Brasil.

Assim caminham os jogadores do Audax, clube que pertence ao Pão de Açúcar e está bem próximo de chegar à elite do futebol paulista.

Às 18h30 deste sábado, a equipe sem torcida vai a Araraquara enfrentar a Ferroviária na fase decisiva da Série A-2.

O bilionário Abílio Diniz não estará lá. Ele foi a apenas uma das partidas do time, que alugou o estádio Nicolau Alayon, do Nacional, na zona oeste de São Paulo.

Ele e outros 123 pagantes –mães de jogadores e funcionários do supermercado– viram o Audax não sair de um empate sem graça e sem gols.

“Um homem como ele tem dificuldade de agenda, mas sempre que o jogo é transmitido na Rede Vida, ele acompanha, torce junto”, afirma Thiago Scuro, gerente-executivo do clube. São-paulino, Abílio quer que o Audax seja o segundo time dos paulistanos que, como ele, já torcem por uma equipe grande.

Para deixar o time mais simpático a potenciais torcedores, o bilionário decidiu separá-lo do supermercado. Em 2011, o Pão de Açúcar Esporte Clube e sua filial do Rio, o Sendas, viraram Audax, palavra latina para “audácia”. A TV Globo, quando citava o time, o chamava de Paec, evitando citar o Pão de Açúcar.

Desde que se aventurou no profissionalismo, o time mudou de nome, uniforme, escudo, estádio e até de cidade, mas não ganhou a simpatia de quem gosta de futebol.

Os resultados em campo, porém, animam. A equipe é uma das favoritas ao acesso. Dos oito times ainda em ação na A-2, subirão quatro.

Se chegar à elite, o Audax quer mandar jogos contra os grandes no Pacaembu.

Gerido sob métodos empresariais, seu centro de treinamento é usado para formar jogadores. O Audax lucra nas negociações e mantém parte dos direitos de quem revela, como o volante corintiano Paulinho, que saiu do clube.

“A política aqui é revelar jogadores para os grandes times”, diz o técnico Antônio Carlos Zago, que já treinou o Palmeiras, foi cartola do Corinthians e sonha em voltar ao epicentro do futebol.

A equipe nasceu como um projeto social. Hoje, para jogar no Audax, dizem dirigentes, o jovem jogador precisa demonstrar talento, mas também não pode faltar à escola. Nem ao curso de inglês oferecido duas vezes na semana.

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E cerca de 20 atletas fazem faculdade, caso raro no meio.

  Divulgação  
Antonio Carlos, técnico do Audax
Antonio Carlos, técnico do Audax

ICFUT – Vasco x Flamengo – Taça Rio 2012

Fonte: Globo.com

Euforia x pressão: Vasco e Flamengo buscam vaga nas semis da Taça Rio

Enquanto São Januário vive alegria por classificação para as oitavas da Libertadores, Ninho do Urubu ferve com crise após derrota para o Emelec

Por Gustavo Rotstein e Richard SouzaRio de Janeiro

LINK AO VIVO PARA O CLÁSSICO VASCO X FLAMENGO 2012 – CLIQUE AQUI

É comum dizer que o clássico entre Vasco e Flamengo é sinônimo de rivalidade e equilíbrio. No duelo deste sábado, não há discussão sobre o primeiro elemento. Quanto ao segundo, há sim, uma desigualdade no que diz respeito ao ambiente das duas equipes. Enquanto São Januário vive momento de euforia, no Ninho do Urubu o clima é tenso e de extrema pressão. Entre a tranquilidade de um lado e a agonia do outro, está em jogo na noite deste sábado, no Engenhão, uma vaga antecipada na semifinal da Taça Rio. Dependendo de outros resultados da sétima rodada, o vencedor da partida pode celebrar o Domingo de Páscoa com a classificação assegurada.

O Vasco chega ao clássico motivado por garantir a classificação para as oitavas de final da Libertadores com uma rodada da antecedência. Depois de vencer por 2 a 1 o Alianza em Lima, a equipe comemorou o triunfo do Libertad sobre o Nacional do Uruguai pelo mesmo placar. Ninguém esconde o alívio e satisfação do resultado, que dá ao time cruz-maltino a tranquilidade de concentrar todas as suas atenções no clássico contra seu maior rival.

Além de deixar o Flamengo muito distante das oitavas de final da Libertadores, a derrota para o Emelec, quarta-feira passada, deixou o ambiente rubro-negro em ebulição. Depois de não conseguirem contato com os jogadores na volta da delegação do Equador, na manhã de quinta, alguns membros de torcidas organizadas foram ao Ninho do Urubu na manhã desta sexta e atiraram ovos e pipocas no ônibus que levava alguns atletas ao treino. O único titular no veículo era o goleiro Felipe. Os demais ficaram na concentração. À tarde, houve uma reunião entre a presidente Patricia Amorim, os jogadores e alguns vice-presidentes. O técnico Joel Santana não foi convidado. O tom da conversa foi de cobrança.  

Wagner dos Santos Rosa apita a partida, auxiliado por Eduardo de Souza Couto e Francisco Pereira de Sousa. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os detalhes em Tempo Real. O Premiere FC transmite para todo o Brasil pelo sistema pay-per-view.

header as escalações 2

Vasco: embora esteja em situação confortável no Grupo B, o Vasco vai com o que tem de melhor para o clássico contra o Flamengo. O objetivo é vencer o clássico, garantir a vaga na semifinal por antecipação e poupar jogadores na última rodada da fase de classificação, no próximo domingo. O técnico Cristóvão Borges deve optar pela seguinte formação: Fernando Prass, Fagner, Renato Silva, Fabrício (Rodolfo) e Thiago Feltri; Romulo, Fellipe Bastos, Felipe e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro.

Flamengo: depois da derrota para o Emelec, quarta-feira, Joel Santana não realizou nenhum treino técnico ou tático com os titulares. Com o time em situação delicada na Libertadores, muito perto da eliminação na primeira fase, o treinador pretende usar força máxima para tentar minimizar a crise e assegurar a classificação para a semifinal da Taça Rio. A provável escalação: Felipe, Léo Moura, Marcos González, Welinton e Junior Cesar; Muralha, Willians, Bottinelli e Ronaldinho; Deivid (Luiz Antonio) e Vagner Love.  

quem esta fora (Foto: arte esporte)

Vasco: com um edema ósseo na perna esquerda, Dedé será desfalque por, no mínimo, três semanas. Juninho Pernambucano ainda se recupera de uma cirurgia dentária. Carlos Tenorio (ruputa do tendão de Aquiles do pé direito) e Kim (torção do joelho direito) são as outras ausências.

Flamengo: Joel não pode contar com Airton, Maldonado e David Braz, ainda vetados pelo departamento médico. O meia Renato recupera a forma física depois de uma cirurgia cardíaca.

header fique de olho 2
Vasco: 
a partir deste sábado o Vasco vai ter de se acostumar a viver sem Dedé. Uma das referências do time, o zagueiro está machucado e vai dar lugar a Fabrício ou Rodolfo. Seja quem for o escolhido por Cristóvão Borges, terá a responsabilidade de substituir um ídolo.


Flamengo:
 a dupla de zagueiros formada por Marcos González e Welinton não vive bom momento. Nos dois últimos jogos, quatro gols sofridos. Foram três contra o Emelec e um contra o Bangu. 

header o que eles disseram

Cristóvão Borges, técnico do Vasco: “A partida é muito importante porque vale a nossa classificação. Além de tudo, é um duelo contra o Flamengo, um clássico de tradição e rivalidade. É sempre motivante, e vamos com tudo pra conseguir a vitória.”

Felipe, goleiro do Flamengo: “A coisa já está ruim. Se não vencermos (o Vasco), vai ficar pior. Estamos com um pé no inferno. É difícil ter tranquilidade e paciência. Representar essa camisa é o que está faltando, estamos deixando a desejar.

header números e curiosidades

* O Flamengo tem levado vantagem sobre o Vasco recentemente. Nas últimas 21 partidas, venceu nove vezes. Foram quatro vitórias vascaínas e oito empates. Neste século, Flamengo e Vasco se enfrentaram 44 vezes. A vantagem também é rubro-negra. Foram 17 vitórias, contra 15 triunfos do Vasco e 12 empates.

* Será a sétima vez que Vasco e Flamengo vão se enfrentar no Engenhão. Até aqui, uma vitória para cada lado e quatro empates. 

* O Vasco disputou 20 clássicos estaduais no Engenhão. Foram seis vitórias, nove empates e cinco derrotas.

* O Flamengo tem bom retrospecto em clássicos estaduais no Engenhão. Em 20 partidas, foram seis vitórias, 13 empates e apenas uma derrota. Esta justamente para o Vasco, por 2 a 1, na semifinal da Taça Guanabara deste ano.header último confronto v2

 

Vasco e Flamengo reeditam uma das semifinais da Taça Guanabara deste ano. Na oportunidade, no dia 22 de fevereiro, os vascaínos venceram os rubro-negros de virada por 2 a 1. Vagner Love abriu o placar para o Fla, mas Alecsandro e Diego Souza resolveram e colocaram o Cruz-Maltino na decisão contra o Fluminense. 

Por Cleber Aguiar – Não sou todo mundo, diz Coutinho sobre ausência em filme do Santos

Fonte: Folha de São Paulo

FÁBIO MAZZITELLI
DE SÃO PAULO

SPFW 2012Antônio Wilson Honório, o Coutinho, 69, foi o único ex-jogador santista que não autorizou o uso de sua imagem no documentário “Santos, 100 Anos de Futebol Arte”, que estreou nesta sexta-feira nos cinemas.

No documentário, o parceiro de Pelé no ataque santista dos anos 60 aparece somente em imagens de jogos antigos e na fala de personagens da história do clube, como a do próprio Pelé. “De uma forma de outra, ele está lá”, diz a cineasta Lina Chamie, diretora do longa.

  Acervo UH – 13.jul.60/Folhapress  
Pelé (à dir.) conversa com Coutinho dentro de carro, em 1960
Pelé (à dir.) conversa com Coutinho dentro de carro, em 1960

Folha entrou com Coutinho por telefone, mas o ex-atacante não deu um motivo que justificasse sua decisão e quis encerrar a conversa assim que soube do assunto. O diálogo foi rápido:

– Por que não quis participar do filme?

– Deixe esse assunto pra lá.

– Você chegou a gravar o depoimento e depois não o autorizou.

– Está tudo certo, não quero falar sobre isso.

– Mas está todo mundo lá no filme, Coutinho.

– Não sou todo mundo.

Segundo a cineasta Lina Chamie, Coutinho chegou a receber uma equipe do documentário em Santos, onde vive, mas depois pediu para que as suas gravações não fizessem parte do filme.

“Tentei até a última hora. Liguei para ele da ilha de edição. Disse `estou tirando a sua parte, tem certeza?’ Ele manteve a posição”, conta a cineasta, que também não ouviu uma justificativa consistente sobre o motivo da escolha do ídolo santista.

Coutinho anotou 370 gols com a camisa do Santos e é o terceiro maior artilheiro da história do clube – fica atrás só de Pelé e Pepé.

REBELDE

Avesso a entrevistas e com fama de “o mais temperamental” entre os ídolos santistas dos anos 60, época em que o Santos foi bicampeão mundial, o ex-atacante anda reforçando traços rebeldes nas festividades do centenário, que será completado em 14 de abril.

Antes de não autorizar seu depoimento no documentário, o ex-jogador já havia impedido que seu nome fosse incluído no livro “Os dez mais do Santos”, de Thiago Arantes, sobre os maiores jogadores da história santista, lançado neste ano.

No site oficial do clube, porém, Coutinho está lá, selecionado no grupo dos maiores que já vestiram a camisa 9.

Por Cleber Aguiar – Entrevista do Jogador Lucas do São Paulo FC para o Estadão.

Fonte: O Estado de São Paulo

‘A arbitragem não protege os talentos no Brasil’

Caçado em campo, assim como Neymar, garoto do São Paulo pede justiça nos lances em que apanha dos adversários

BRUNO DEIRO – O Estado de S.Paulo

Um mês depois de desabafar publicamente irritação com críticas a seu excesso de individualismo, Lucas está apanhando como nunca dos zagueiros. Para o garoto, não há sinal mais claro de que a boa fase voltou. Decisivo na série invicta de 12 jogos do São Paulo, ele garante que não se preocupa mais com desconfianças que, volta e meia, ainda pairam sobre seu futebol.

Aos 19 anos, o meia, até por seu estilo de jogo, já se acostumou às botinadas dos rivais. Em entrevista ao Estado, revela que apanhava até mais no tempo em que atuava nas categorias de base do São Paulo, mas sente que tem mais probabilidade de se machucar entre os profissionais. E, assim como Neymar, reclama que fica marcado por alguns árbitros por frequentemente acabar estatelado no gramado ao fim de cada jogada. “Alguns acham que estamos simulando ou nos jogando.”

As críticas à falta de espírito coletivo, há um mês, mexeram com sua autoestima?

Procuro deixar os problemas fora de campo, levo como motivação, não posso deixar atrapalhar. Críticas vão haver sempre. Não busco provar nada para ninguém, mas para mim mesmo. Sei que tenho capacidade e tenho de provar a cada dia.

Sente que precisa brilhar a cada jogo para calar os críticos?

Às vezes você faz um jogo maravilhoso hoje, você vira craque e rei. Amanhã, quando não vai tão bem, já não serve mais, não é tudo aquilo e começam a duvidar do seu futebol. A gente sabe que o futebol é feito de resultados. Então, as críticas não me abalam e os elogios não me iludem mais. Procuro apenas fazer meu melhor todo dia.

No ano passado, você teve problemas para aceitar marcação mais forte. Já se acostumou?

Desde que comecei a jogar, por causa do meu estilo, apanho muito. Partia muito para cima, às vezes carregava demais a bola e acabava chamando a falta.

Nesta temporada, acha que está mais visado pelos rivais?

Às vezes era até pior nas categorias de base. O jogo lá era mais corrido e não tinha tanta disciplina tática. Além disso, não havia tanta câmera em campo, tinha menos gente olhando. Acabava apanhando mais. Mas, em contrapartida, no profissional a força é maior e a chance de acabar me machucando também é.

A arbitragem do País tem protegido atletas mais habilidosos?

É difícil, mas acho que a arbitragem não protege tanto a gente. Isto não é um apelo, mas tem de proteger quando houver falta, independentemente se for um jogador habilidoso ou um zagueiro mais forte. Tem de proteger a justiça dentro do campo. Às vezes eles esquecem que eu e o Neymar, por exemplo, vamos cair porque nosso porte físico é menor que dos zagueiros e volantes. Acham que estamos simulando ou nos jogando. Acho que falta um pouco essa consciência.

Teme ficar marcado?

Procuro sempre ficar de pé e seguir no lance para tentar finalizar ao gol. Acho que por isso não tenho fama de cai-cai. Procuro fazer bastante academia para segurar mais o tranco e ficar de pé nas jogadas.

Há mais violência na marcação quando está em boa fase?

Sim, quanto mais procurado dentro do campo é sinal de que se está fazendo um bom papel, pois querem te parar de qualquer maneira. Depende do meu crescimento. Quanto mais vou aparecendo e me destacando na carreira, mais fico marcado, Mas isto não me incomoda, vou continuar partindo para cima. Mostra que estou indo bem.

Além das entradas violentas, tentam intimidar de outro jeito?

Não aconteceu muito no profissional, de querer intimidar. Nas categorias de base acontecia mais, de dizerem que iriam me quebrar. O que rola hoje é uma brincadeira. Dizem: ‘Vai correr para o outro lado’ ou ‘Vai devagar hoje, hein?’ Até por eu ser amigo de alguns (zagueiros rivais) fora do campo.

No Santos, o Neymar tem resolvido alguns jogos. Sente que pode fazer o mesmo no São Paulo?

Com certeza, isso inspira a gente. Ver um amigo como o Neymar jogando assim me inspira para tentar jogar melhor. Ver jogadores como ele e o Messi fazendo grandes jogos me motiva a fazer melhor meu papel.

Os boatos sobre sua saída do São Paulo ainda te incomodam?

Isso é tudo especulação. Fico feliz quando vejo que há clubes de fora interessados no meu futebol. Mas, que eu saiba, não teve nada de oficial até hoje. Claro que penso em jogar na Europa algum dia, mas antes quero conquistar um título aqui, pelo São Paulo.

Qual sua meta para 2012?

A gente é movido a objetivos. Botei na cabeça que quero ganhar o meu primeiro título como profissional neste ano e fazer parte da Olimpíada. Com o tempo, me sinto mais maduro e experiente para buscar isso.

Por Cleber Aguiar – Muricy avalia como “horrível” jogo entre Juan Aurich e The Strongest

Fonte: Gazetaesportiva.net

Do correspondente Rodrigo MartinsSantos (SP)
Após o empate entre Internacional-RS e Santos, Juan Aurich (Peru) e The Strongest (Bolívia) completaram a quinta rodada do grupo 1 da Copa Libertadores da América, em duelo realizado nesta quinta-feira, em Chiclayo. Os peruanos venceram o jogo e complicaram a situação dos bolivianos na competição. O técnico do Peixe, Muricy Ramalho, revelou ter assistido a partida, que terminou com a vitória do Juan Aurich, mas reprovou o nível técnico apresentado no duelo. 
“Foi um jogo muito ruim, horrível. Vi os 90 minutos e saí cansado. Mas tive que ver. É o meu trabalho”, disse Muricy, antes de fazer uma análise do que os dois times mostraram em campo nesta quinta.

“As duas equipes pareciam que estavam jogando para não ganhar. Além disso, ajudou para o baixo nível do espetáculo o campo, com aquele ‘carpete’ (society), que é horrível. O vento lá é impressionante também. Nada colaborou para o jogo. Estávamos interessados em ver um jogo melhor. Tanto que, em alguns instantes, eu coloquei na partida do Atlético-GO e Ponte Preta (no Serra Dourada, pela Copa do Brasil). Então, foi um jogo muito ruim mesmo”, analisou.

Divulgação/Santos FC

O técnico Muricy Ramalho destacou o baixo nível técnico do confronto entre Juan Aurich e The Strongest

No entanto, se pelo aspecto técnico, Muricy Ramalho sofreu com o confronto entre peruanos e bolivianos, por outro o resultado praticamente assegurou a classificação dos santistas para a etapa de mata-mata da Libertadores.O Alvinegro Praiano, com 10 pontos ganhos, só será eliminado caso o Strongest lhe derrote por uma diferença de cinco gols, no próximo dia 19, na Vila Belmiro, e o Inter vença o Juan Aurich, em Chiclayo, na última rodada da fase de grupos do torneio.

“Por esse lado, foi muito bom. Nos dá tranquilidade. Estamos praticamente qualificados, pela questão do saldo de gols nosso (5, do Santos, contra -3 dos bolivianos)”, encerrou o comandante.