Por Cleber Aguiar – Vaiado pela torcida do Flamengo, Ronaldinho é flagrado com Valesca Popozuda

Fonte: Futebolinterior.com.br

O jogador encontrou a funkeira quando jantava com seu filho Pablo em churrascaria

 As vaias e protestos da torcida do Flamengo não abalaram nem um pouco o meia Ronaldinho Gaúcho. Após a vitória do Fla sobre o Emelec-EQU, por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, o jogador foi visto ao lado da cantora e dançarina Valesca Popozuda, churrascaria Porcão, na Barra da Tijuca, na madrigada carioca.
Encontro registrado na churrascaria

O jogador estava no local jantando com seu filho Pablo, quando apareceu Valesca, que é flamenguista roxa. A musa, então, pediu para que o promoter da churrascaria, David Brazil, fotografar o momento. Mais tarde, ele postou a imagem no Twitter.

Essa não é a primeira vez que os caminhos de Ronaldinho e da funkeira se encontram. Quando o jogador foi contratado pelo clube da Gávea, a loira de curvas sinuosas marcou presença na apresentação.

Além disso, Valesca também teve um caso com o ex-atacante do Corinthians Dinei, durante o reality show “A Fazenda”, da Rede Record.

ICFUT – Gols Estaduais 10/03/2012

Santa Cruz-RS 1 x 2 Internacional – Gols – Taça Farroupilha ( Gauchão 2012 ) – 10/03/2012

Bangu 1 x 1 Botafogo – Gols – Taça Rio ( Campeonato Carioca 2012 ) – 10/03/2012

Atlético-MG 4 x 2 Nacional – Gols – Campeonato Mineiro 2012 – 10/03/2012

Corinthians 1 x 1 Guarani – Gols – Paulistão 2012 – 10/03/2012

Mogi Mirim 3 x 1 Santos – Gols – Paulistão 2012 – 10/03/2012

De Comercial 0 X 1 Ituano Pelo Paulista 2012 10/03/2012

Tupi 3 X 0 Boa Esporte – Campeonato Mineiro 2012

 Comercial-ES 0 X 4 São José-SP Pelo Copa Do Brasil Feminina 2012

Linhares 2 X 3 Aracruz Pelo Campeonato Capixaba 2012

Rio Branco-ES 5 X 1 Conilon Pelo Campeonato Capixaba 2012

América To 1 X 2 América-MG Pelo Mineiro 2012

Linense 0 X 4 Xv Piracicaba Pelo Paulistão 2012

 

 

Por Rogerinho – Reservas do Timão bobeiam no fim e empatam com Guarani no Pacaembu

Elton coloca Corinthians em vantagem, mas Fumagalli iguala aos 42 minutos do segundo tempo. Willian perde gol ‘à la Devid’

 

FONTE – GLOBOESPORTE.COM

Os reservas do Corinthians não passaram de um empate por 1 a 1 contra o Guarani, neste sábado, no Pacaembu, pelo Campeonato Paulista. Elton, escalado no último treino no lugar do barrado Adriano, abriu o placar no primeiro tempo para o Timão, mas Fumagalli empatou, de pênalti, nos minutos finais.

A vitória corintiana parecia certa. Depois de alguns sustos nos primeiros minutos, o Alvinegro controlou o jogo e poderia ter conquistado uma vantagem maior se Willian não tivesse perdido uma chance incrível na etapa final. Aos 42, porém, o garoto Antônio Carlos cometeu pênalti em Fabinho, impedindo o triunfo.

Apesar do tropeço, o Corinthians continua na liderança do Estadual, agora com 30 pontos, três a mais que o Santos, derrotado pelo Mogi Mirim. O Timão volta a jogar pelo Paulistão no próximo domingo, contra o Comercial, às 16h, no estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto. Neste domingo, a delegação alvinegra viaja para a Cidade do México, onde enfrenta o Cruz Azul, quarta-feira, pela terceira rodada da Taça Libertadores.

Já o Guarani quebra a série de três derrotas consecutivas e se mantém no grupo dos oito melhores que disputarão a segunda fase. O Bugre tem 23 pontos, em sexto lugar. No sábado, recebe o Mirassol, às 18h30m, no estádio Brinco de Ouro, em Campinas.

Susto no início, mas Elton marca
Foi um início de jogo preocupante para o Corinthians. As muitas mudanças feitas por Tite e a pouca experiência da defesa, principalmente de Marquinhos, Antônio Carlos e Gomes, campeões da Copa São Paulo, facilitou o jogo do Guarani. Sem Paulinho e com a discreta apresentação de Ramírez, o Timão perdeu qualidade na saída de bola e, em alguns momentos, chegou a ser pressionado pela equipe de Campinas.

Danilo Sacramento do Guarani e Luis Ramirez do Corinthians (Foto: Rahel Patrasso / Ag. Estado)
Ramirez tenta sair da marcação de Danilo Sacramento

Com toques rápidos no campo adversário, o Bugre envolveu a marcação e poderia ter conseguido a vantagem no placar logo nos primeiros minutos. Faltou sorte e capricho. Danilo Sacramento, em chute de longe com desvio na zaga, obrigou Danilo Fernandes a fazer boa defesa. Em seguida, Fumagalli perdeu chance clara ao receber passe de Oziel na área e chutar rente à trave esquerda.

No setor ofensivo, o jogo do Corinthians era outro. Emerson e Willian apostaram na velocidade contra a pesada defesa adversária e tiveram resultado. Sheik, aliás, foi decisivo. Após bela jogada dele pela direita, Elton carimbou a zaga e desperdiçou. Na segunda oportunidade, aos 24, surgiu o gol alvinegro. Emerson pedalou sobre um marcador e tocou de calcanhar para Ramon cruzar. Elton dominou, girou e bateu forte: 1 a 0.

Ah, Willian…
O Corinthians voltou para o segundo tempo com mais força no meio de campo e, consequentemente, sem dar espaços para o Guarani. Rápido, o Timão segurou a bola no campo adversário e evitou sustos. Emerson quase ampliou em falha de Domingos na pequena área. Emerson, o goleiro do Guarani, fez grande defesa.

O salvador bugrino, contudo, quase entregou minutos depois o segundo gol de presente ao Alvinegro. Após chute cruzado para a área, o goleiro soltou a bola nos pés de Willian. O atacante passou pelo goleiro e, com o gol, livre acertou a trave, “à la Deivid”. Incrível chance perdida pelo Cebolinha.

O Guarani tentou responder. Fábio Bahia, de cabeça, fez Danilo Fernandes praticar grande defesa. Quando a reação parecia acontecer, o time de Campinas ficou com um jogador a menos, aos 20 minutos. Domingos puxou Elton ao perder a bola na intermediária e foi expulso – ele já tinha cartão amarelo.

Com o passar do tempo, Tite notou o cansaço de alguns jogadores e apostou em mudanças. Vitor Júnior e Gilsinho entraram nas vagas de Douglas e Willian, respectivamente. Quando a vitória parecia certa, veio o castigo. Aos 42, Antônio Carlos segurou Fabinho na área e a arbitragem marcou pênalti. Fumagalli marcou e estragou a noite corintiana.

Por Rogerinho – Empate no jogo, vitória na vida: volta de Jobson tem assistência e aplausos

Atacante volta a jogar após seis meses de suspensão por doping, exibe o velho sorriso, é bem recebido pela torcida e dá passe para o gol de Cidinho

FONTE – GLOBOESPORTE.COM

Aos 34 minutos do primeiro tempo, o técnico Oswaldo de Oliveira olha para o banco de reservas do Botafogo e, quase como num código, pede a ida de Jobson para o vestiário. Naquele momento, depois de seis meses de suspensão por doping, o jogador iniciava o aquecimento com o preparador físico Ricardo Henriques para voltar do intervalo com a camisa 11 na tentativa de ajudar o time a vencer o Bangu, neste sábado, em Moça Bonita.

O empate em 1 a 1 não foi o resultado esperado por torcedores, comissão técnica, jogadores e dirigentes, mas a vitória pessoal de Jobson já estava assegurada. A longa espera pela volta aos campos deu sinais em seu rendimento. A explosão ainda não foi a mesma e a finalização, no péssimo gramado de Moça Bonita, ainda não saiu como deveria.

Com uma faixa de apoio a Jobson na arquibancada e os gritos pelo jogador, sua entrada para o aquecimento no campo já se transformou em um evento. Sem esconder o sorriso e a satisfação, mostrou estar ansioso por sua reestreia com a camisa do Botafogo. Depois de acompanhar os primeiros 30 minutos sentado, levantou correndo ao receber o chamado para ir ao vestiário aquecer.

Jobson Botafogo x bangu (Foto: Pedro Vilela / Futura Press)
Jobson arrisca um chute no jogo contra o Bangu

Na volta do intervalo, a placa subiu com o número 11 no lugar do 13, de Loco Abreu. Desta vez, nem o uruguaio deve ter ficado chateado, afinal a entrada de Jobson significava uma vitória da vida. Com o médico Roberto Hallal, responsável por seu tratamento, nas tribunas de Moça Bonita, ele deu seu primeiro toque na bola com apenas um minuto de jogo no segundo tempo. Um passe simples para Felipe Menezes, mas motivo de comemoração dos torcedores.

Aos sete minutos, Jobson deu sua primeira arrancada. Ele tabelou com Felipe Menezes, recebeu na frente, mas acabou desarmado até com facilidade pelo zagueiro. Ainda tímido no jogo, procurava seu espaço no campo. Em uma boa jogada pela esquerda, errou um cruzamento, aos 16 minutos, mas ainda assim foi aplaudido.

Jobson Botafogo x bangu (Foto: Thales Soares / Globoesporte.com)
Jobson se prepara para entrar em campo

Aos 20 minutos, o atacante deu seu primeiro chute, mas a bola explodiu na defesa e foi para longe. Na parada técnica, Jobson torceu sua camisa para aliviar o peso do suor. Afinal, voltar depois de sete meses sem jogar uma partida oficial não é tarefa das mais corriqueiras.

Na volta para o jogo, o momento de maior tensão. Jobson recebe a bola livre dentro da área e faz o gol, mas a arbitragem marca impedimento, aos 23 minutos, frustrando a torcida e provocando todos os gritos possíveis de revolta de quem foi ao estádio ver o retorno do jogador aos campos.

Apos 28 minutos, Jobson teve sua melhor participação no jogo. Ele deu bom passe para Cidinho abrir o marcador e deixar os torcedores do Botafogo na esperança de que o atacante tem tudo para brilhar em sua volta.

Enquanto Jobson ajudava o time a vencer o jogo, o médico Luiz Fernando Medeiros foi em direção à mesa do delegado do confronto entre Botafogo e Bangu. Ao lado de representantes da Federação do Rio e do Bangu, participou do sorteio para o exame antidoping. O atacante não foi sorteado, sobrando para Márcio Azevedo e o meia Jeferson.

Sorteio antidoping Botafogo x bangu (Foto: Thales Soares / Globoesporte.com)
Sorteio para o exame antidoping. Nome de Jobson não saiu

Logo depois do sorteio, no entanto, o Bangu empatou com um gol de Almir, ex-Botafogo. Jobson levou a mão ao rosto, limpou o suor e esperou a nova saída. Aos 33, ele conseguiu criar uma boa chance, mas pegou mal na bola e ela passou por cima do travessão. Pouco depois, aos 40, deu passe para Herrera chutar e parar na defesa.

A última chance do Botafogo de vencer caiu justamente nos pés de Jobson. Depois de um escanteio, a bola sobrou em seus pés. Ele se livrou de dois marcadores e chutou, mas novamente a defesa bloqueou. No fim, o atacante ainda saiu aplaudido. Mais do que um ponto conquistado, ele celebrou neste sábado uma vitória na vida.

Por Rogerinho – Atlético-MG bate o Nacional-MG, de virada, por 4 a 2, e mantém liderança

Com dois gols do atacante André, artilheiro isolado do Campeonato Mineiro com sete gols, o Galo, em jogo animado, completa a sexta vitória seguida

Fonte – GLOBOESPORTE.COM

O Atlético-MG venceu o Nacional-MG, por 4 a 2, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, na tarde deste sábado, e repetiu uma façanha que só havia conseguido uma vez na história, mais precisamente em 1995: chegou à sexta vitória consecutiva nas seis primeiras partidas da temporada. O jogo foi muito movimentado, e os gols do Galo foram marcados por André (2), Guilherme e Marcos Rocha. Para o Búfalo, marcaram Alex Maranhão e Éder.

gol Atlético-MG (Foto: Pedro Vilela / Futura Press)
Atlético-MG comemora um dos gols diante do Nacional-MG
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Com os dois gols marcados, André se isolou na luta pela artilharia da competição. O atacante atleticano chegou aos sete gols, contra seis de Wellington Paulista, do Cruzeiro, e cinco de Fábio Júnior, do América-MG. O time de Cuca se manteve na liderança do Campeonato Mineiro, ao chegar a 18 pontos. O Nacional-MG continua em posição intermediária, com sete pontos ganhos, na sétima posição da tabela.

As 3.659 pessoas que pagaram ingresso e proporcionaram uma renda de R$ 60.560,00 viram um jogo repleto de alternativas. O Nacional-MG chegou a estar na frente do placar duas vezes, mas não resistiu à força do Atlético-MG. O time de Nova Serrana cansou no segundo tempo e levou três gols, após fazer 2 a 1. Nas três vezes em que jogou contra os times da capital, a equipe de Nova Serrana levou a virada de forma semelhante.

O Galo, agora, volta suas atenções para a Copa do Brasil. O time estreará na competição nacional nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília). O time vai a Dourados, no Mato Grosso do Sul, onde jogará com o Cene. Na próxima rodada do Campeonato Mineiro, o Atlético-MG vai a Nova Lima para enfrentar o Villa Nova, no próximo domingo, às 16h, no Castor Cifuentes. O Nacional-MG, por sua vez, tem compromisso na segunda-feira, dia 19, às 20h30m, quando encara o Democrata, no Mamudão, em Governador Valadares.

Equilíbrio e empate

Alex Maranhão do Nacional-MG e Fillipe Soutto do atlético-MG (Foto: Pedro Vilela / Futura Press)
Fillipe Soutto foi titular na vaga de Pierre 
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O Atlético-MG começou o jogo em cima do Nacional-MG, com bom toque de bola e em busca de espaços em cima da fechada defesa do time do interior. Superior em campo, o Galo variava as jogadas nas duas pontas e também no meio, já que estava difícil encontrar brechas para penetrar.

Tranquilo e sem se abater com a pressão do time de Belo Horizonte, o Nacional-MG conseguiu abrir o placar em seu primeiro ataque. Éder foi derrubado por Marcos Rocha, dentro da área. Pênalti que Alex Maranhão bateu com categoria, aos 11 minutos, para fazer o gol do Búfalo.

Quem pensou que o Galo sentiria o golpe se enganou redondamente. Na saída da bola, um minutos depois, Marcos Rocha se redimiu do pênalti cometido. O lateral atleticano recebeu na intermediária e soltou uma bomba indefensável para Raniere. Golaço.

Com o placar alterado, a partida ficou equilibrada e muito disputada. Se o Atlético-MG tomava a iniciativa e chegava ao ataque a todo o momento, o Nacional-MG não deixava por menos. Também era perigoso e não abdicava das jogadas ofensivas.

O tempo passou e, como o Galo não encontrava brechas na defesa do Búfalo, por errar muitos passes, a bola parada passou a ser melhor arma. O alvinegro teve boas chances em faltas cobradas por Escudero, em que Guilherme e André finalizaram para boas intervenções da defesa do Nacional-MG e do goleiro Raniere.

O placar do primeiro tempo ficou mesmo no 1 a 1, com justiça, já que, mesmo fechado em campo, o time de Nova Serrana também levou perigo.

Virada do Galo

Cuca tentou mudar a forma do meio jogar, ao tirar Carlos César e mandar Mancini a campo, na volta do segundo tempo. Mas a substituição não surtiu efeito, pelo menos nos minutos iniciais, já que quem marcou o segundo gol foi o Nacional-MG.

Em um contragolpe fulminante, Reinaldo Alagoano arrancou pela direita e cruzou na pequena área para Éder, que só teve o trabalho de empurrar a bola para as redes de Renan Ribeiro, aos 11 minutos.

A alegria do Nacional-MG, porém, durou pouco, e o roteiro do primeiro tempo se repetiu. Três minutos depois, o Galo empatou. Após boa troca de passes no ataque, Guilherme deu lindo passe para André, que recebeu e bateu na saída de Raniere.

Após o empate, o Atlético-MG partiu com tudo pra cima do Nacional-MG, em busca do desempate. A pressão e o melhor preparo físico do Galo prevaleceram, e Guilherme virou o placar, aos 23 minutos, em um belo chute de dentro da área do Búfalo.

Totalmente desanimado em campo, o Nacional-MG virou presa fácil e sofreu mais um gol, quatro minutos depois, feito novamente por André, artilheiro do Mineiro 2012. Após boa jogada de Neto Berola, André cabeceou para marcar seu sétimo gol e superar Wellington Paulista, do Cruzeiro, na tabela de artilharia.

Nos minutos finais, o Galo apenas administrou a vantagem conquistada, tranquilo e líder absoluto do Estadual, diante de um Nacional-MG que foi valente, mas não teve como conter o talento e a força do adversário.

Por Rogerinho – Sport vence América-PE por 4 a 2 e assume liderança provisória

Rubro-negro agora torce para o Salgueiro não vencer o Santa Cruz neste domingo e assim ficar com a primeira colocação

Fonte –  GLOBOESPORTE.COM Recife

Na busca pela liderança, o Sport não vacilou e venceu o lanterna América na noite deste sábado. O Rubro-negro foi até o estádio Ademir Cunha, em Paulista, mas não teve a esperada facilidade diante do Alviverde, ganhando por 4 a 2. Os gols do Leão foram marcados pelos zagueiros Bruno Aguiar e Tobi e pelos atacantes Willians e Marcelinho Paraíba, agora com dez tentos na artilharia. O Periquito descontou com Flávio Barros e Léo Gama. No fim do primeiro tempo, apreensão em campo com uma queda de Bruno Aguiar, que saiu desacordado do gramado.

A vitória coloca o Sport temporariamente na liderança do Pernambucano com 36 pontos, dois a mais que o Salgueiro que joga neste domingo contra o Santa Cruz. Com a derrota, o América conhece seu 13º resultado negativo no Estadual e segue com três pontos, dando praticamente adeus à Série A do Estadual.

O Sport volta a campo pelo Estadual no próximo sábado, às 19h, quando receberá o Salgueiro na Ilha do Retiro. Dependendo do resultado do Carcará neste domingo, o jogo pode ser um confronto direto pela liderança. Antes, na quarta-feira, o Leão enfrentará o Quatro de Julho pela Copa do Brasil. O jogo será no Piauí. O América voltará a jogar em casa, no domingo, contra o Porto, tentando conhecer sua primeira vitória.

América x Sport (Foto: Aldo Carneiro)
Dentro de casa, América sofreu para segurar o Sport
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Sport toma iniciativa e abre placar em cobrança de falta

Ciente de sua força diante do América, o Sport começou o primeiro tempo partindo para cima. Os primeiros chutes a gol vieram com Jael, em cobrança de falta, e Hamilton, de fora da área. Mas, em ambos os lances, a bola passou muito longe do gol.

O América só teve oportunidade de chegar ao ataque aos 12 minutos quando Jailton aproveitou uma bobeira do volante Hamilton e cruzou rasteiro. Na tentativa de encaixar a bola, Magrão acabou dando rebote, mas contou com a zaga para afastar o perigo.

Depois desse lance, o Sport voltou à pressão inicial. No entanto, apesar do maior volume de jogo e poderio ofensivo, o Leão não conseguia transformar sua força em gol. Aos 18 minutos, Renê se livrou do marcador em um bela jogada e tocou para Willians, que pecou na hora de dominar.

América x Sport (Foto: Aldo Carneiro)
Bruno Aguiar fez golaço de falta
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A sorte do Sport no jogo mudou aos 19 minutos quando Negretti derrubou o atacante Jael no limite da área. Na cobrança de falta, quase um pênalti, Bruno Aguiar abriu o placar com um forte chute no meio do gol. Se o América já entrou em campo assustado, o gol ajudou a piorar ainda mais a situação.

Aos 28 minutos, Algodão foi recuar a bola e quase marcou contra. Um minuto depois, no entanto, veio o castigo. O zagueiro Tobi aproveitou uma sobra de bola dentro da área dos donos da casa e chutou para fazer o segundo gol do Sport.

Gol do Periquito e susto do Leão

Parecia que o jogo ficaria fácil para o Sport, mas o Leão se acomodou e o América foi para cima. Em poucos minutos, o Periquito teve diversas chances de dimimuir e até empatar a partida. A primeira oportunidade surgiu aos 31 minutos quando Jailton e Flávio Barros só não marcaram graças a duas intervenções milagrosas de Magrão.

Aos 38 minutos, de tanto arriscar, o América fez o seu gol. Roma avançou pela lateral direita, foi até a linha de fundo, se livrou do marcador e tocou para Flávio Barros empurrar para as redes.

Bruno Aguiar - Sport (Foto: Reprodução/SportTV)
Bruno Aguiar ficou desacordado e preocupou todos em campo
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No fim do primeiro tempo, Bruno Aguiar se chocou com Flávio Barros e caiu com o rosto no chão. O jogador do Sport ficou desacordado por algum tempo em campo, gerando muita preocupação. Por conta do acidente, deu lugar a Edcarlos, que fez sua estreia com a camisa rubro-negra. A paralisação levou a partida até os 47 minutos.

Sport atropela

No final do primeiro tempo, o Sport sofreu com uma leve pressão do América e voltou decidido a não deixar o “abafa” se repetir. E logo no primeiro minuto, os visitantes marcaram o terceiro gol com Willians. O atacante recebeu pela direita, driblou dois marcadores e chutou rasteiro, cruzado, sem chance para Danilo.

Mesmo com o placar de 3 a 1, o Sport se mandou todo para o ataque. O goleiro do América impediu Jael, Marcelinho Paraíba e Marquinhos Paraná de ampliar o placar com ótimas defesas.

Periquito não se entrega

O América tentou chegar ao ataque principalmente pelo lado esquerdo. No entanto, a cada tentativa, deixava brechas para o Sport avançar nos contra-ataques. Aos 29 e 30 minutos, o goleiro Danilo precisou sair da área e dar uma de zagueiro para evitar que Willians e Marcelinho Paraíba balançassem a rede.

Aos 34 minutos, o esforço do América foi recompensado com um gol de Léo Gama. Em seguida, Marcelinho Paraíba marcou mais um gol de falta. O meia-atacante agora tem dez gols na artilharia isolada do Estadual. Mesmo com uma diferença no placar, o Periquito não se entregou e foi para frente, mas o jogo terminou mesmo com a vitória do Leão.

América x Sport (Foto: Aldo Carneiro)
Marcelinho Paraíba é o artilheiro do Estadual com dez gols

Por Rogerinho – Reservas do Santos jogam mal, Mogi vence e encerra sequência alvinegra

Peixe, que vinha de sete vitórias consecutivas, mas deixa o Romildo Ferreira com derrota por 3 a 1. ‘Sensação’ segue em ascensão

Fonte – GLOBOESPORTE.COM Mogi Mirim, SP

De folga, Neymar, Ganso, Borges & Cia. acompanharam o time do Santos no sofá de casa neste sábado. Sem badalação e sem suas principais estrelas, faltou brilho para os reservas do Peixe contra o Mogi Mirim: com má atuação e sem entrosamento, deixaram o Romildo Ferreira com derrota por 3 a 1 e viram o rival Corinthians aumentar a vantagem na liderança do Paulistão. Para o Sapão, superior durante toda a partida, o resultado confirmou o posto de “melho do interior” e ainda encerrou a sequência de sete vitórias do adversário na competição.

Com a cabeça no Juan Aurich, adversário da próxima quinta pela Libertadores, o Peixe esteve irreconhecível se comparado ao show contra o Inter, na última quarta. De bom, só o retorno do volante Adriano, que não jogava uma partida oficial desde novembro e que, sem ritmo, saiu no segundo tempo. No mais, o que se viu foram erros na marcação, armação nula e defesa insegura.

Felipe gol Mogi Mirim (Foto: Célio Messias / Ag. Estado)
Felipe dá uma cambalhota após mais um gol do Mogi

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Pelo Mogi, Val marcou dois, Felipe marcou um e o resultado ficou barato pelo futebol apresentado diante de sua empolgada torcida – já é o sexto jogo de invencibilidade, o que consolida cada vez mais o time do técnico Guto Ferreira no G-8. O atacante Dimba marcou o gol de honra do Peixe, logo aos três minutos.

Pelo Paulistão, o Santos volta a campo no próximo domingo, quando faz clássico contra o São Paulo, às 16h, no Morumbi. Antes disso, no entanto, enfrenta o Juan Aurich, do Peru, na quinta, pela Libertadores. O Mogi Mirim pega o Guaratinguetá, às 18h30m de sábado, no Estádio Dario Rodrigues Leite.

Sapão ‘galático’ e Peixe devagar

Se algum torcedor santista demorou a ligar o televisor para assitir à partida, perdeu justamente os lances mais interessantes da primeira etapa. A opção do técnico Muricy Ramalho em poupar para não “estourar” seus titulares parecia dar resultado. Descansados, os reservas começaram voando e, aos três minutos, abriram o placar. A jogada do gol foi bonita: lançamento perfeito de Elano para Felipe Anderson. Com categoria, o meia dominou, tirou a marcação e só ajeitou para Dimba. O atacante invadiu a pequena área em velocidade e bateu no canto.

Dimba Santos x Mogi Mirim (Foto: Célio Messias / Ag. Estado)
Veloz, Dimba foi preciso para abrir o placar para o Santos
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Mas o melhor time do interior neste Paulistão não se intimidou. Desentrosada e sem segurança, a defesa santista formada por Bruno Rodrigo e Vinicius Simon já dava mostras de que poderia comprometer e a “sensação” Mogi Mirim cresceu no jogo. Aos seis minutos, chegou ao empate. Gil cobrou falta na área, ninguém marcou e Val testou firme para o fundo da rede. Daí em diante, exceção feita a uma cabeçada perigosa de Bruno Rodrigo, só deu Mogi.

Sem marcação e com grande dificuldade na saída de bola, o Peixe dava espaços e perdia feio no meio-campo. Adriano (sem ritmo) e Anderson Carvalho, volantes com característica de marcação, sobrecarregavam os apagados Elano e Felipe Anderson na armação. Enquanto isso, o atacante Roni e o lateral Edson deitavam e rolavam pelo lado direito do ataque do Sapão. Em três chutes de longe, Aranha, goleiro do Peixe, fez valer a chance entre os titulares e salvou o time. E assim, o Santos saiu no lucro com o empate no primeiro tempo.

Santos se acomoda, e Mogi aproveita

Muricy preferiu não mexer na equipe para a segunda etapa, e o Mogi continuou melhor. Os dois volantes da equipe da casa saíam para o jogo e confundiam a marcação santista. Se Alan Kardec não voltasse para buscar jogo, não veria a cor da bola. Felipe, por outro lado, camisa 10 do Mogi, criava boas chances e não perdoou quando Vinicius Simon deu bobeira em frente à grande área, aos 9 minutos: o zagueiro tentou domínio, sozinho, mas a bola bateu no seu pé de apoio e Felipe roubou em velocidade. Livre, na cara do gol, chutou forte no canto direito e tirou qualquer chance de Aranha salvar mais uma.

E nem a virada do Mogi foi o bastante para acordar o Alvinegro. Cinco minutos depois, Felipe fez jogada incrível pela direita, passou a bola entre as pernas de Felipe Anderson e ajeitou para Val bater com perfeição e ampliar da entrada da área.

Enquanto a torcida do Mogi, em êxtase, gritava olé, o Peixe não conseguia trocar passes e o desânimo tomou conta da equipe. “Reserva de luxo”, Elano deixou a desejar. Com a vitória praticamente garantida, o Mogi sentiu o cansaço, tirou o pé e administrou o resultado.