Por Cleber Aguiar – Ibson não se derrete por amor antigo e mira o Santos: ‘Nunca quis sair’

Fonte: Globo.com

Jogador garante que não pensou em retornar ao Flamengo, comenta ‘baile do Barcelona’ e fala sobre o estilo de vida brasileiro que teve na Rússia

Por Eduardo PeixotoRio de Janeiro

Manhã do dia 11 de fevereiro, sábado. Ibson recebe meia dúzia de ligações de amigos cariocas festejando o acerto com o Flamengo. Com um quê de espanto e um sorriso constrangido, ele garante a todos que a informação da troca por Alex Silva é inverídica e que seguiria normalmente seu caminho em busca do sucesso no Santos.

A notícia, espalhada por um ex-dirigente do departamento de futebol do Fla, provocou euforia entre os rubro-negros nas redes sociais. Festejaram o retorno virtual de um jogador com mais de 15 anos de Gávea. Mas Ibson, em momento algum, se posicionou favorável à saída da equipe paulista.

O carinho pelo Flamengo fica guardado na estante de recordações. Olha para o papel, vê os três anos e meio de contrato com o Santos e mira o status de imprescindível que ainda não conquistou.

Durante os pouco mais de 40 minutos de entrevista, Ibson apegou-se aos adjetivos positivos e não os largou. A vida no inverno russo foi classificada como “maravilhosa”, Neymar um “moleque sensacional” e a acachapante derrota por 4 a 0 para o Barcelona na final do Mundial virou uma “alegria”.

entrevistão de domingo Ibson (Foto: Montagem sobre foto da Ag. Estado)Flamengo, Spartak, Santos… Ibson em diversos momentos (Foto: Montagem sobre foto da Ag. Estado)

O volante, aos 28 anos, é assim. Desde o início da carreira, usa a mesma velocidade para fazer a ligação entre o meio-de-campo e o ataque para fugir de problemas extracampo. Confira a entrevista:

Como foi acordar e ler que você tinha sido trocado pelo Alex Silva? 
Olha, em momento algum fiquei preocupado achando que tivessem feito algo sem eu saber. Estava bem tranquilo porque tenho contrato com o Santos por quase quatro anos. Conversei com o diretor e ele me passou que não havia nada. No dia seguinte, tinha jogo (contra o Linense) e não me desconcentrei. Mantive a cabeça boa.

Em algum momento alguém do Flamengo o procurou? 
Não, ninguém falou comigo.

Tenho uma história no Flamengo, recebo muitas mensagens dos torcedores. Sei que sigo no coração deles por tudo o que fiz. Também tenho carinho e respeito enormes. Mas no momento não penso em voltar. “
Ibson, volante do Santos

Nem com o seu empresário (Eduardo Uram)? 
Não conversamos sobre isso. Tenho contrato e estou feliz. Em momento algum pensei em sair. Nunca quis sair. Recebi várias ligações de amigos, mas avisei que não sabia de nada, que não tinha nada. Acho que (a notícia) foi precipitada. Mas não me abalou.

Mas no Twitter você foi festejado pelos rubro-negros. Não balançou? 
Tenho uma história no Flamengo, recebo muitas mensagens dos torcedores. Sei que sigo no coração deles por tudo o que fiz. Também tenho um carinho e respeito enormes. Mas no momento não penso em voltar. Tenho contrato com uma grande equipe e quero cumprir. Depois disso, não posso responder. Falar do futuro é complicado.

Sete meses depois de chegar ao Santos, você ainda busca um espaço na equipe. A demora está ligada à readaptação ao futebol brasileiro? 
Sinceramente? Acho que não. Quando voltei fiz cinco jogos bons, mas tive uma lesão muscular na coxa esquerda que me atrapalhou bastante. Fiquei quase 50 dias sem jogar, voltei com uma fibrose no local e ainda sentia muita dor. Isso afetou meu rendimento. No fim do ano, consegui fazer bons jogos.

Ibson no desembarque no Rio de Janeiro (Foto: Fábio Leme / Globoesporte.com)Ibson na chegada ao Brasil para assinar com
o Santos (Foto: Fábio Leme / Globoesporte.com)

Ainda tem vontade de jogar na Europa? 
Pergunta difícil de responder, hein? Sei que tive duas experiências maravilhosas: uma em Portugal (no Porto) e outra na Rússia (no Spartak). Não me arrependi e se voltasse no tempo repetiria as experiências. Sempre quis jogar na Espanha, mas no momento não estou pensando nisso.

Percebe-se um movimento cada vez maior de jogadores voltando da Europa antes dos 30 anos. Por quê? 

Os clubes brasileiros estão bem estruturados. Os salários são parecidos ou até maiores do que os da Europa.

Por que decidiu voltar da Rússia? Foi o famoso incômodo com o frio?
Vivi dois anos incríveis na Rússia. O país é muito bom para morar, o Spartak é um clube espetacular. Tem frio? Tem no inverno, mas eles estão preparados e a vida segue normalmente. Não me atrapalhava. Eu jogava uma vez por semana e tinha bastante tempo para aproveitar a família (a esposa Cíntia e os filhos Ibson Junior e Alícia moraram com o volante em Moscou). Só que depois de algum tempo vários jogadores brasileiros saíram e vi que era a hora de voltar.

Como assim? 
Morávamos em um condomínio em que a língua oficial era o inglês. Vários brasileiros e argentinos viviam lado a lado. Era muito divertido. Quando o inverno terminava, fazíamos churrasco em uma mini-praia que havia no condomínio, jogávamos futevôlei… Tudo isso nos ajudava a aliviar a saudade da nossa terra. Mas o Alex, que era meu vizinho de porta, foi para o Corinthians, o Rodolfo voltou (para o Grêmio) e fui ficando mais triste. Quis voltar.

Foi quando apareceu a oferta do Santos? 
Isso. Quando soube me empolguei. O time era campeão da Libertadores e disputaria o Mundial. Mas isso não foi o mais importante. Importante foi saber que tinha uma ótima estrutura, um time forte.

E ainda tinha o Neymar… como o primeiro contato? 
O Neymar é um moleque sensacional, tranquilo, de cabeça boa. E um jogador fora de série. Não tenho nem palavras.

Nem palavras para descrever o cabelo dele?
Cabelo está bem, está bonito. (risos)

Você já arriscou um moicano nos tempos de Flamengo…
É, mas era um pouquinho diferente. Mais discreto. Agora não tenho mais idade.

 

Na última semana relataram um ríspido bate-boca entre você e o Muricy Ramalho durante o jogo contra o Comercial. Como é a relação com ele?
Não houve bate-boca, foi uma coisa de jogo. Ele falou, não escutei, não interpretei da maneira que ele queria. No calor do jogo, você acaba falando mais alto. Mas nada que atrapalhe. O relacionamento é bom, ele é um grande treinador e demonstrou isso nos últimos anos.

Qual foi a reação após a goleada por 4 a 0 para o Barcelona na final do Mundial? 
Sabíamos que seria uma coisa difícil. Mas foi uma alegria por terminar o ano como a segunda melhor equipe do mundo. Voltamos de cabeça erguida. Eles estão há cinco anos juntos. Nunca tinha visto nada igual ao Barcelona. Eles não jogam com atacante fixo e têm um toque de bola espetacular. Impressionou bastante vê-los em campo.

Voltando ao passado… em 2008, o Flamengo perdeu por 3 a 0 para o América-MEX, foi eliminado em casa e surgiu a história de que os jogadores fizeram um pagode com álcool na concentração horas antes do jogo…
Depois de uma derrota adoram inventar coisas que não aconteceram para justificar os fracassos. Não aconteceu nada de anormal na concentração. Aquele jogo é um grande mistério. Eles foram três vezes ao ataque e marcaram três vezes. Ninguém nunca vai conseguir explicar. Nem eu… (risos)

Ibson, do Santos (Foto: Ivan Storti/Divulgação Santos FC)Ibson durante treino do Santos
(Foto: Ivan Storti/Divulgação Santos FC)

Esses boatos o incomodam? 
Plantam muitas notícias. Qualquer pessoa que tem um celular pode tirar uma foto comigo e dizer que fiz isso ou aquilo. É complicado. Passei a nem ler mais jornal para não me aborrecer.

O Bruno era capitão daquele time do Flamengo e vocês tinham um bom relacionamento. Como foi receber a notícia da prisão dele pelo desaparecimento da ex-namorada Eliza Samudio? 
Eu estava na Rússia naquela época e até hoje não acredito nisso. Convivi com o Bruno dois anos e acredito que ele não fez nada. O Bruno, apesar do temperamento forte, não seria capaz de uma crueldade dessas.

Por Cleber Aguiar – Giovanni detona Ganso e diz temer pelo futuro do meia

Fonte:Lancenet.com.br

Ex-jogador, que ‘descobriu’ o camisa 10 santista ainda disse temer pelo futuro do meia caso ele saia do Brasil

Giovanni (Foto: Ivan Storti) Giovanni detonou o camisa 10 santista (Foto: Ivan Storti)

LANCEPRESS!
Publicada em 26/02/2012 às 18:37 
Santos (SP)

Em alta no Santos, Paulo Henrique Ganso foi duramente criticado por Giovanni, o Messias, que o “descobriu” pouco antes de sua última passagem pelo Santos.

O ex-jogador santista, um dos principais do vice-campeonato brasileiro de 1995, lamentou a perda do vínculo com o atleta, com quem disse já ter tido uma relação próxima.

– Tínhamos uma amizade boa, éramos bem próximos. Tive uma participação direta em sua carreira pois o levei para um teste no Santos e ele passou logo de primeira, sabia do potencial que ele tinha. Antes de despontar no futebol, o pai dele chegou comigo para assinarmos um contrato, não quis aceitar poque para amigos a palavra basta. Insistiram, fomos no cartório e assinamos os papeis. Depois, quando ele vingou no time, o Santos veio para que mudássemos o acordo, diminuindo a minha parte e até querendo me tirar do contrato. Houve alguns problemas e o Ganso acabou brigando com todo mundo, mas nem ligo mais, não sou de correr atrás de macho nem de dinheiro – disse em entrevista ao jornal “O Liberal”, do Pará.

O ex-jogador prosseguiu com as críticas ao jogador.

– Meus pais sempre me ensinaram isso, a ter ética. O que você fala, você tem que cumprir, e já que eles (Ganso e família) não cumpriram, o problema é deles. Tudo o que você semear aqui você vai colher aqui. Então, deixa eles viverem a vida deles, que eu vou viver a minha. Não tenho nada contra ninguém, mas é claro que a gente perdeu aquela nossa amizade, não por mim, mas eu acho que os caras ficaram meio envergonhados, por não cumprirem o que prometeram.

Giovanni ainda disparou contra a DIS e quem agencia a carreira do meia. O “Messias” chegou a dizer que teme pelo futuro do meia no futebol.

– O Henrique é um menino de muito bom coração mas tem sido mal orientado. A DIS consegue manchar a carreira dele, que está no começo, sei que ele perdeu dinheiro por toda a confusão que aconteceu dele não renovar com o Santos. Ele se prejudica e isso pode fazer falta no futuro. Se pudess e conversar com ele, pediria para ele ficar no Brasil, pois é burrice jogar na Europa hoje, os salários aqui são muito bons. A impressão que dá é que ele não tem mais voz, não manda no próprio passe, não manda na própria vida. Temo que ele nofuturo jogue em algum time da segunda divisão da Espanha – concluiu.

ICFUT – Estaduais ( gols )26/02/2012

Porto 0 x 1 Salgueiro – Campeonato Pernambucano 2012 – 25/02/2012
Vitória da Conquista 3×0 Serrano, Campeonato Baiano 2012
Brasiliense 4 x 0 Capital – Taça JK – Candangão 2012
Vitória 2 x 1 Aracruz – Campeonato Capixaba 2012
Caxias 1×1 Grêmio – Gols – Campeonato Gaúcho 2012 – 26/02/2012
Os Gols De Guarani-MG 0 X 4 Atlético-MG Pela 4ª Rodada Do Campeonato Mineiro
Veja Os Gols De Paranavaí 1 X 3 Atlético-PR Pelo Paranaense
Veja Os Gols De Coritiba 5 X 0 Roma-PR Pelo Campeonato Paranaense
Veja Os Gols De Arapongas 1 X 1 Cianorte Pelo Campeonato Paranaense
Os Gols De Camboriú 1 X 5 Figueirense Pela 9ª Rodada Do Campeonato Catarinense 2012
Os Gols De Criciúma 1 X 1 Chapecoense Pela 9ª Rodada Do Catarinense 2012
Os Gols De Atlético-GO 2X 1Itumbiara, Pela 9ª Rodada Do Campeonato Goiano
Melhores Momentos De Vitória 3 X 0 Serrano Pela 11ª Rodada Do Campeonato Baiano
Central 1 x 1 Sport – Campeonato Pernambucano 2012 – 26/02/2012
Náutico 3 x 1 Belo Jardim – Campeonato Pernambucano 2012 – 26/02/2012
Fortaleza 4 x 1 Ferroviário – Melhores Momentos – Campeonato Cearense 2012
Crateús 1 x 1 Ceará – Melhores Momentos – Campeonato Cearense 2012

Por Cleber Aguiar – Fluminense Campeão taça Guanabara 2012.

Fonte: O Dia Online

Flu acaba com jejum de 19 anos e vence a Taça GB

Fred marca duas vezes e Deco também deixa sua marca na vitória até tranquila do Tricolor

Rio –  Sem dar chance para o Vasco, o Fluminense conquistou a Taça Guanabara neste domingo, ao derrotar o adversário no clássico por 3 a 1, com dois gols de Fred e um de Deco. O gol único do Tricolor foi marcado por Eduardo Costa, já nos minutos finais da partida. O Tricolor quebrou um longo jejum, pois não vencia a Taça Guanabara há 19 anos.

Como um bom clássico, o jogo começou com certo equilíbrio. O Fluminense, no entanto, tinha mais volume de jogo, levando mais perigo ao gol do Vasco. O lance que abriu o placar nasceu de um contra-ataque, aos 35 minutos. Wellington Nem recebeu dentro da área e sofreu entrada forte de Fágner. Pênalti convertido em gol por Fred.
 

Foto: André Mourão / Agência O Dia

Vitória do título Tricolor foi incotestável | Foto: André Mourão / Agência O Dia

Com Juninho mais apagado do que na vitória sobre o Flamengo, o Vasco não reagiu. Numa das poucas jogadas de brilho, o Reizinho cobrou falta da esquerda, encontrando Nilton, que subiu e cabeceou próximo ao gol de Diego Cavalieri. O Flu, por sua vez, aumentava seu poder de ataque.

O segundo gol foi o mais bonito, saindo dos pés de Deco. Ele percebeu o posicionamento adiantado de Fenando Prass e, de longa distância, encobriu o goleiro vascaíno. O Tricolor foi para o intervalo com boa vantagem.

O terceiro gol saiu logo aos 11 minutos do segundo tempo, novamente dos pés de Fred. Thiago Neves desceu pela intermediária e encontrou o artilheiro já próximo da área vascaína. Fred bateu de primeira, mandando a bola no canto esquerdo de Fernando Prass.  A partida estava definida, embora Cristóvão Borges ainda tivesse lançado Eduardo Costa e Kim para tentar uma reação.

Ela veio muito tarde. Eduardo Costa marcou de cabeça, escorando cruzamento de Fagner. Mas já havia 38 minutos da etapa final. Apesar de algumas chances adversárias finalizadas sem êxito, inclusive com bolas na trave, o Fluminense deixou o campo com motivo para comemorar.

Por Cleber Aguiar – Toma lá, dá cá: Palmeiras e São Paulo empatam em jogo de seis gols

Fonte: Globo.com

Com Barcos inspirado, Verdão começa melhor, mas Tricolor cresce com Fernandinho e busca a igualdade. Timão agradece e dispara na liderança

Por Daniel Romeu e Marcelo PradoPresidente Prudente, SP

Um clássico com emoção, luta e seis gols, mas com resultado ruim para Palmeiras e São Paulo. Em uma tarde em que brilhou a estrela de Hernán Barcos do lado verde, Fernandinho saiu do banco de reservas para fazer o São Paulo reagir e arrancar o empate por 3 a 3, neste domingo, em Presidente Prudente, pelo Campeonato Paulista. Um grande clássico, mas com um resultado final que afasta ambos da ponta.

O Palmeiras esteve à frente do placar por três vezes, mas o São Paulo teve forças para responder quase que de forma instantânea. Daniel Carvalho marcou, Cícero empatou, e Barcos, com um golaço, fez 2 a 1 no primeiro tempo. Willian José, de pênalti, igualou novamente na etapa final, Barcos anotou outro, e Fernandinho fechou o jogo.

O grande jogo, porém, ajuda o rival Corinthians a disparar na liderança, agora com 26 pontos, quatro de vantagem. O Verdão chega aos 22, em terceiro, perdendo no número de vitórias para o Guarani, segundo. Já o São Paulo não consegue encostar e permanece na quinta colocação, com 19.

O próximo jogo do Palmeiras será na quarta-feira, às 22h, contra o Linense, em Lins – a equipe do interior está no G-8. A volta do meia Valdivia, lesionado, ainda é incerta. Já o São Paulo recebe o Guaratinguetá, quinta-feira, às 19h30m, no Morumbi. O Guará está na zona da degola.

Paulo Miranda são Paulo Barcos Palmeiras barcos palmeiras são paulo (Foto: Fernando Calzzani / Agência Estado)Paulo Miranda, do São Paulo, e Barcos, do Palmeiras: empate em 3 a 3 (Foto: Agência Estado)

Verdão domina o primeiro tempo
O Palmeiras não demorou a colocar em ação sua melhor arma: a bola parada. Mas, dessa vez, com uma surpresa de Daniel Carvalho. Em cinco minutos de domínio alviverde, o atacante tomou o lugar de Marcos Assunção em cobrança de falta para abrir vantagem. O chute saiu rasteiro, passou ao lado da barreira e entrou no canto direito de Denis.

O gol deu ao Verdão o controle da partida. A defesa não teve dificuldades para superar o apático ataque tricolor. No ataque, a velocidade de Maikon Leite deu o tom para assustar. O time dominou o rival durante quase todo o primeiro tempo e por muito pouco não ampliou em novo disparo de Daniel Carvalho rente à trave.

O São Paulo só melhorou depois dos pedidos de raça da torcida, já aos 22 minutos. Cortez e Lucas foram os melhores com boas jogadas de ataque. Casemiro, que já irritava os torcedores, acordou para criar o lance do empate, aos 30. Em uma das poucas vezes que se apresentou na área, encontrou Cícero livre para desviar na saída do goleiro Deola.

A reação são-paulina, porém, durou pouco. O excesso de espaço dado no meio de campo permitiu que o Palmeiras entrasse com facilidade na área. Melhor para Barcos fazer um golaço. Aos 37, após arrancada de Maikon Leite, o argentino passou por Paulo Miranda, driblou Piris e chutou forte para fazer 2 a 1.

Reação tricolor na etapa final
O São Paulo voltou diferente para o segundo tempo. Na atitude e na formação. Emerson Leão sacou Jadson e colocou Fernandinho para dar mais velocidade e mobilidade ao ataque. Funcionou. O Tricolor corrigiu os erros defensivos e melhorou no sistema ofensivo.

A nova igualdade surgiu logo aos oito minutos. E serviu para irritar ainda mais Felipão. Na sexta-feira, o treinador divulgou um relatório com penalidades, insinuando que o Palmeiras está sendo prejudicado. Mas, agora, não há o que reclamar. Para impedir que Cortez lhe aplicasse um chapéu dentro da área, Cicinho deixou uma das mãos no pescoço do lateral. Willian José marcou.

Empolgado, o São Paulo continuou em cima e quase fez o terceiro, em cobrança de falta de Cícero que acertou o travessão. A defesa tricolor, porém, voltou a vaciliar e permitiu que o Palmeiras marcasse novamente, aos 26. Após cruzamento da esquerda, a bola passou sobre a zaga e sobrou para Barcos tocar rasteiro, sem chance para Denis.

A resposta foi imediata. Quatro minutos depois, Fernandinho fez bela jogada individual pelo meio e soltou a bomba certeira no canto esquerdo de Deola. Tudo igual outra vez. Cícero só não fez o quarto porque o goleiro palmeirense salvou um chute de longe. Logo depois, Assunção fez Denis também operar seu milagre do dia. Nos minutos finais, o cansaço apareceu. Apesar das tentativas, faltou fôlego para mais emoção.

Por Cleber Aguiar – Goleada do Santos vira motivo para ver o Relógio do Centenário Obra foi inaugurada sexta-feira na Praia do Gonzaga, em Santos

Fonte: Futebolinterior.com.br

A goleada do Santos sobre a Ponte Preta, por 6 a 1, na Arena Barueri, neste sábado, foi um motivo a mais para os dirigentes do Peixe convidarem a torcida e os turistas para verem, neste domingo, o recém-inaugurado Relógio do Centenário do clube.

Na manhã de sexta-feira (24), o Santos deu o pontapé inicial às festividades do Centenário do Peixe em 2012. O clube promoveu a inauguração do Relógio do Centenário, que ficará instalado no ‘coração’ da cidade: a Praça das Bandeiras, na praia do Gonzaga.

O monumento de quase cinco metros de altura apresenta uma contagem regressiva até o dia 14 de abril de 2012, quando o Peixe completa seu 100º ano de existência. Após esta data, o relógio se torna um contador de gols do Santos FC, que é o time mais artilheiro da história do futebol mundial.

O coral infantil da Legião da Boa Vontade (LBV) cantou o hino santista e outras músicas relacionadas ao Clube durante a apresentação.

 

 O ato da inauguração aconteceu com as presenças do sócio Rei Gustavo Parada e do presidente do Peixe, Luis Alvaro, que descerraram o relógio, dando oficialmente início à contagem regressiva para os festejos do Centenário.

Além deles, estiveram presentes o vice-presidente do Alvinegro Praiano, Odilio Rodrigues, o vice-prefeito de Santos, Carlos Teixeira Filho, o secretário de Esportes do município, Paulo Musa, o diretor-presidente da Fundação Pró-Esporte de Santos (FUPES), Rogério Sampaio, entre outras autoridades.

Mais comemoração
Uma série de eventos vão marcar as festividades do Centenário do Santos FC. A inauguração de um espaço permanente de exposições no Memorial das Conquistas; o Navio do Centenário, de 4 a 7 de março; a estreia do filme “Santos: 100 anos de Futebol Arte”; a pintura da maior obra de arte a céu aberto do mundo, que está sendo realizada pelo artista plástico Paulo Consentino; lançamento de medalha e selo pela Casa da Moeda e pelos Correios; livros, produtos oficiais, regatas, bailes, festivais, entre outras comemorações.

No dia 14, um grande evento irá marcar o Centenário na Vila Belmiro.

O site oficial também será relançado com nova roupagem e foco na interatividade com os santistas de todo o mundo, com atualização diária até para as versões em inglês, espanhol e japonês.

O Peixe também se prepara para anunciar um amistoso internacional, entre outras ações que serão confirmadas a partir de março.

Por Cleber Aguiar – Santa Cruz faz 6 a 0 no Petrolina; líder Salgueiro bate Porto

Fonte: Portal Terra

O Santa Cruz conseguiu uma vitória muito importante neste sábado, quando goleou o Petrolina, rival direto pela classificação à segunda fase, por 6 a 0 e se aproximou dele na tabela. O líder Salgueiro também saiu vitorioso de partida no mesmo horário, batendo o Porto por 1 a 0.

Mesmo com o seu menor público na temporada, com cerca de 10 mil torcedores presentes, o Santa chegou ao intervalo vencendo com gols do estreante Weslley, cabeceando após cobrança de falta aos 26min, e Dênis Marques, que aproveitou pivô de Carlinhos Bala para marcar aos 33min.

Logo aos 4min do segundo tempo, o zagueiro William ampliou cabeceando uma cobrança de escanteio. Renatinho transformou em goleada aos 12min, quando recebeu lançamento e bateu na saída do goleiro. Aos 17min, foi a vez de Memo deixar o seu, batendo cruzado pela direita. A defesa do Petrolina se atrapalhou aos 35min e deixou uma chance de bandeja para Flávio Caça-rato, que não perdoou.

Já o Salgueiro repetiu o feito da última rodada e bateu novamente o Porto, dessa vez fora de casa. Os três pontos vieram por um gol do meio-campista Élvis aos 45 minutos do primeiro tempo.

Com os resultados deste sábado, o Salgueiro foi aos 28 pontos e se mantém isolado na liderança, cinco pontos a frente do Sport, que joga no domingo. Já o Santa Cruz continua na quinta posição com 20 pontos, um a menos que o Petrolina.

Por Cleber Aguiar – Inspirado, Montillo faz dois, e Cruzeiro vence o Democrata por 2 a 0

Fonte: Globo.com

Meia argentino chega a 30 gols com a camisa celeste e se torna o maior artilheiro estrangeiro do clube, acima de Aristizábal

Por Marco Antônio AstoniGovernador Valadares, MG

O Cruzeiro conquistou, neste sábado, a terceira vitória seguida no Campeonato Mineiro. Mais do que os três pontos ganhos na tabela de classificação e da chegada à segunda colocação, a vitória serviu para elevar Montillo ao posto de maior artilheiro estrangeiro da história da equipe celeste. O argentino fez os gols da vitória sobre o Democrata, no Mamudão, em Governador Valadares, ambos no segundo tempo. Foram também os primeiros de Montillo na temporada. O argentino, que não marcava há 18 jogos, chegou a 30 gols com a camisa azul e  ultrapassou o colombiano Aristizábal, que marcou 28.

Montillo cruzeiro gol democrata (Foto: Agência Futura Press )Montillo comemora um dos gols do Cruzeiro (Foto: Agência Futura Press )

O jogo foi disputado sob sol forte, em um estádio praticamente lotado. A torcida do Cruzeiro, como sempre acontece em partidas no interior, marcou forte presença. Já os torcedores do Democrata, mesmo com uma campanha muito ruim no Estadual, apenas com derrotas, tentaram incentivar os atletas da Pantera, mas sem sucesso. No total, 1.650 pessoas pagaram ingressos.

Com o resultado, o Cruzeiro assumiu, mesmo que provisoriamente, a segunda posição na tabela, com nove pontos ganhos, atrás do América-MG, mas à frente do maior rival, o Atlético-MG, que ainda jogará na rodada, neste domingo, diante do Guarani-MG, em Divinópolis. O Democrata, com mais uma derrota, segue na lanterna da competição, ainda sem marcar pontos.

Na próxima rodada, o Cruzeiro receberá o América TO, sábado, às 16h (de Brasília), na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. O Democrata faz outro jogo em casa. Na segunda-feira, dia 5 de março, às 20h30m, tem encontro marcado com a Caldense.

Futebol de baixo nível

O sol forte e o calor intenso fizeram com que os dois times começassem o jogo sem forçar nem se expor demasiadamente. A postura do Democrata foi, de certa maneira, surpreendente, já que o time de Governador Valadares não ficou recolhido no campo de defesa esperando apenas a iniciativa do Cruzeiro.

O Cruzeiro, com apenas um armador em campo – já que Roger, sentindo dores na panturrilha direita começou no banco –  teve uma boa chance para abrir o placar logo no primeiro minuto de jogo, mas depois teve enormes dificuldades para criar boas jogadas ofensivas. Montillo ficou sobrecarregado e bem marcado.

O Democrata, por sua vez, também não tinha qualidade na armação de jogadas, vivendo apenas das esporádicas jogadas de Léo Andrade, o que fez com que o jogo tivesse nível técnico muito baixo do esperado na etapa inicial.

Os minutos finais do primeiro tempo foram marcados por um gol incrível perdido pelo Democrata, com Léo Andrade, dentro da pequena área e por uma grande desorganização geral do time do Cruzeiro, que marcava mal e não conseguia atacar.

Cruzeiro superior

O segundo tempo foi bem mais agitado. Vágner Mancini mudou o esquema tático, ao colocar Walter no lugar de Rudnei. O time passou a jogar em um 4-3-3 bem ofensivo. Porém, logo na saída de bola, o Democrata chegou com perigo ao gol de Fábio, mais uma vez em jogada de Léo Andrade. O troco do Cruzeiro veio na medida certa. Logo na sequência, ainda no primeiro minuto, Anselmo Ramon deu belo passe de calcanhar para Montillo abrir o placar.

Após o gol, não restou outra alternativa ao Democrata, a não ser atacar. Assim, a Pantera deu campo à Raposa, que também criou suas jogadas de perigo. Em vantagem no placar, Mancini mandou Roger para o jogo, no lugar de Wellington Paulista, o que fez com que o Cruzeiro tivesse mais posse bola e jogasse de forma mais cadenciada. O Democrata, muito inferiormente fisicamente, já não dava mais trabalho ao sistema defensivo cruzeirense. Bob ainda foi expulso, após falta violenta em Montillo.

O goleiro Alex, que sentiu novamente o corte na perna direita – ele levou dois pontos no intervalo – não suportou as dores e deixou o gramado. Jonathan entrou em seu lugar. O golpe definitivo chegou aos 33 minutos. O criticado Diego Renan recebeu outro passe de calcanhar de Anselmo Ramon, foi até linha de fundo e bateu para o gol. No rebote do goleiro, Montillo bateu para fazer o segundo do Cruzeiro.

Por Cleber Aguiar – Na melhor atuação pelo Timão, Adriano marca e garante liderança

Fonte: Gazetaesportiva.net

Tossiro NetoSão Paulo (SP)

Houve até esboço de vaia diante da falta de ambição do Corinthians no início do segundo tempo, contudo o torcedor alvinegro deixou o Pacaembu feliz na noite deste sábado. Ao bater o Botafogo por 1 a 0, a equipe aumentou frente na liderança do Campeonato Paulista – passa a somar 26 pontos, quatro acima do vice-líder Guarani, que vai a campo no domingo – com gosto especial: o único gol, anotado aos três minutos, foi do em outras oportunidades criticado Adriano, que já demonstra notável evolução e teve sua melhor atuação em um ano.

Restam agora mais dois jogos (diante de Catanduvense e Santos) até novo compromisso importante pela Copa Libertadores, contra o Nacional, em 7 de março. Ainda na primeira quinzena do mês, além do clube paraguaio, o time brasileiro enfrentará o Cruz Azul, do México, no dia 14. Por isso, o objetivo é somar o máximo de pontos possíveis e adiantar a classificação para a próxima fase da competição estadual, podendo disputá-la simultaneamente com atletas reservas.

Fernando Dantas/Gazeta Press

Titular pela segunda vez no ano, Adriano vibrou muito com Willian após balançar as redes no começo do jogo

A única indecisão no Corinthians, desfeita a menos de duas horas da partida, era Alex. O meia poderia perder a titularidade para Douglas em função de pancada recebida no joelho esquerdo ao longo da vitória sobre a Portuguesa, na rodada passada, mas se recuperou a tempo de estar entre os 11 iniciais. Ainda assim, o time foi a campo com seis desfalques: Alessandro, Leandro Castán, Danilo, Jorge Henrique, Emerson e Liedson, todos aos cuidados do departamento médico. 

Mesmo sem a formação considerada ideal, a equipe da casa não demorou a abrir a contagem no Pacaembu. Passados três minutos do apito inicial do árbitro Robério Pereira, o peruano Ramírez avançou em velocidade pela faixa esquerda do gramado e cruzou à meia altura, buscando Alex, que não acertou o desvio em cheio e viu a bola sobrar para Adriano. Bem posicionado, mas já caindo, o centroavante tocou de pé direito para a rede e inaugurou o marcador. Foi seu segundo gol em quase um ano (ou sete jogos, incluindo um amistoso) de clube.

Dono da camisa 10 alvinegra desde março do ano passado, Adriano parece viver seu melhor momento com ela. Por ter tido grave contusão no tendão calcâneo do pé esquerdo um mês depois de anunciado como reforço, ele estreou somente em outubro de 2011 e, além de polêmicas fora de campo, lutou em vão contra sobrepeso acentuado. Na atual temporada, após novas aventuras noturnas, aceitou programação especial de treinamentos da comissão técnica, tendo se concentrado sozinho no CT Joaquim Grava inclusive, e emagreceu – algo que se traduziu diretamente em mais chances de atuar e maior mobilidade.

A festa da torcida por Adriano e seu rápido gol, no entanto, traiu quem previa um passeio corintiano nos minutos que se seguiriam. Embora não tenha criado oportunidades claras de balançar a rede do goleiro Julio Cesar, o Botafogo não deixou de atacar, tanto que o primeiro tempo terminou com os visitantes em busca da igualdade no placar. Fruto da aparente tranquilidade que tomou conta dos comandados de Tite pela vantagem parcial: a não ser pelo tento e um cabeceio perigoso de Adriano aos 39 minutos, os jogadores do Corinthians, principalmente o apagado Alex, pouco fizeram até o intervalo. Já os botafoguenses, que estreavam belo uniforme em homenagem ao ídolo Sócrates, falecido no início do ano, desceram ao vestiário confiantes.

Por sua vez, os torcedores corintianos transpareceram desconfiança nos minutos inicias da segunda metade de jogo. Insatisfeitos com o baixo rendimento, alguns deles cobravam substituições de Tite – Douglas foi o nome mais gritado nas arquibancadas – e pediam que o time partisse ao ataque. De início, entraram Edenílson e Gilsinho, no lugar de Ramírez e Willian respectivamente. Um pouco mais ligado, o Corinthians por pouco não ampliou a vantagem duas vezes. Aos 19 minutos, Adriano chutou forte para defesa de Juninho. Dois minutos mais tarde, foi a vez de Chicão cabecear no pé da trave esquerda.

Aos 37 minutos, Tite finalmente cedeu aos pedidos por Douglas. O camisa 15 entrou no lugar do volante Paulinho, que acusou dores no momento em que a substituição já estava definida – possivelmente o treinador sacaria outro atleta. De qualquer forma, a mexida significou a permanência de Adriano em tempo integral de um confronto pela primeira vez desde que chegou ao clube. Não por coincidência, foi também a primeira vez em que deu reais esperanças de que pode retomar seu melhor futebol. Mesmo distante disso, foi o principal jogador do Corinthians nos 90 minutos ao marcar o gol da vitória diante de mais de 17 mil pagantes.

Por Cleber Aguiar – Em atuação inspirada de Neymar, Santos FC goleia Ponte Preta por 6 a 1 e chega à quinta vitória seguida no Campeonato Paulista

Fonte: Santosfc.com.br

© Ricardo Saibun/Divulgação Santos FC

Peixe embala série de vitórias e já está em terceiro no Paulistão

Com uma atuação inspirada de Neymar, que participou de todos os gols da goleada do Santos FC sobre a Ponte Preta por 6 a 1, o Peixe garantiu a quinta vitória consecutiva no Campeonato Paulista neste sábado (25). Na partida válida pela décima rodada do Estadual, realizada na Arena Barueri, o próprio craque e Edu Dracena, com dois gols cada, além de PH Ganso e Guilherme (contra) foram os responsáveis por levar o Alvinegro Praiano à vitória.

Com o triunfo (o maior registrado nesta edição do Paulistão), a equipe de Muricy Ramalho abre a rodada na terceira colocação, com 21 pontos – seis vitórias, três empates e apenas uma derrota.

O próximo compromisso santista acontece na quarta-feira (29), diante do Guarani, às 19h30, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP).

Para o desafio, o técnico Muricy Ramalho não contará com Neymar, PH Ganso, Rafael e Fucile. Os três primeiros servirão à Seleção Brasileira no amistoso desta terça-feira (28), diante da Bósnia, na Suíça. E o lateral direito atuará pelo Uruguai em partida amistosa contra a Romênia na quarta-feira (29), na capital do País rival, Bucareste.

Neymar dita o ritmo, e Santos FC faz dois no primeiro tempo
Santos FC e Ponte Preta fizeram um jogo aberto no primeiro tempo na Arena Barueri. Porém o Peixe, que contou com uma atuação inspirada de Neymar nos 45 minutos iniciais, soube aproveitar as chances criadas e ir para o vestiário em vantagem.

Com 11 minutos, por pouco o Alvinegro Praiano não abriu o placar. Em jogada parecida com o primeiro gol do Santos FC diante do Comercial, na última quarta-feira (22), Neymar arrancou pela meia e passou para Ibson pela direita. De frente para o Lauro, o meia mandou em cima do goleiro rival.

Só que a inspiração de Neymar não demoraria a resultar em gol para o Santos FC. E foi o que aconteceu aos 27. O craque recebeu de Juan na intermediária e, sem dominar, mandou uma bomba no canto direito de Lauro. Golaço.

Aos 34, na construção do segundo gol, Neymar brincou mais uma vez de jogar futebol. Na lateral e com dois marcadores em cima, o atacante deu um chute no ar e em seguida, achou Borges dentro da área. O centroavante girou em cima de um adversário e tentou o arremate. A bola ficou viva na pequena área para PH Ganso escorar para as redes e anotar seu primeiro gol na temporada.

Dois minutos depois, quase veio o terceiro. Neymar arrancou em velocidade pelo centro e achou Borges livre pela direita. No arremate, o artilheiro do último Brasileirão mandou à esquerda de Lauro.

E a um minuto dos 40, aconteceu o último lance de perigo da etapa. E novamente com Neymar. O craque santista arriscou de fora da área e a bola passou por cima da meta da Ponte Preta.

Santos FC ‘bombardeia’ Ponte e registra maior goleada do Paulistão
No segundo tempo, a Macaca veio para cima do Alvinegro Praiano, tanto é que descontou no início da etapa. Mas o Santos FC não acusou o golpe, foi para cima e garantiu a quinta vitória seguida no Paulistão, com um show de Neymar, PH Ganso e Cia.

Aos seis minutos, a Ponte Preta buscou a reação e conseguiu descontar. Renato Cajá lançou Uendel em profundidade pelo lado esquerdo. O lateral campineiro penetrou na área santista e tocou por baixo de Rafael.

No minuto seguinte, o Santos FC respondeu. Da direita, PH Ganso achou Neymar na esquerda, livre. De frente para Lauro, o craque mandou à direita do goleiro pontepretano.

Em seguida, veio a chuva na Arena Barueri. E com ela, veio mais do Santos FC. Em escanteio cobrado por Neymar, Borges subiu mais alto que a defesa adversária e cabeceou para a boa defesa de Lauro. Na sobra, Guilherme tentou afastar e chutou em cima de Ferron, que acabou colocando a bola contra a própria meta.

E aos 13, saiu o quarto do Peixe. Neymar cobrou falta da esquerda na cabeça de Edu Dracena, que se antecipou à zaga pontepretana e desviou para as redes.

Três minutos depois, o time de Campinas (SP) perdeu o volante Cicinho, expulso após receber o segundo amarelo por falta dura em cima de Neymar.

Com 22, o capitão Edu Dracena mostrou seu faro para cabecear e fez o quinto. Desta vez, Neymar cruzou da direita e o zagueiro apareceu livre para desviar para o gol.

Após dois minutos, a Ponte Preta perdeu mais um jogador. Guilherme fez falta em cima de Neymar na lateral esquerda e levou o segundo amarelo.  

Com a vantagem em número de jogadores dentro de campo, o Santos FC continuou no ataque. E com isso, anotou o sexto. Aos 32, PH Ganso recebeu na meia-lua, girou e deu um passe milimétrico para Neymar na esquerda. O camisa 11 dominou e tocou de cobertura para as redes na saída de Lauro.

Já aos 36, o adversário ficou com oito jogadores em campo após Renato Cajá agredir o lateral esquerdo Juan e ser expulso pelo árbitro Marcelo Rogério.

Em seguida, o Santos FC administrou a posse da bola no campo de ataque e sacramentou o maior placar desta edição do Campeonato Paulista.