ICFUT – Libertadores 2012.

Fonte: Folha de São Paulo

Time de forasteiros

Corinthians estreia amanhã na Libertadores sem nenhum campeão da Copa São Paulo de juniores e com só um atleta formado pela base

MARTÍN FERNANDEZ
DE SÃO PAULO

Dos seis representantes brasileiros na Libertadores, o Corinthians é, de longe, o que menos usa jogadores formados nas categorias de base.

Da lista divulgada pelo técnico Tite na noite de anteontem, só o goleiro Júlio César frequentou o Parque São Jorge antes de virar profissional.

O treinador cogitou inscrever o zagueiro Marquinhos, 17, campeão da Copa São Paulo de juniores deste ano. Mas o beque acabou fora da lista.

A prática contraria o discurso dos cartolas corintianos. No final do ano passado, ao se desligar do cargo de presidente, Andres Sanchez admitiu que havia negligenciado a formação de atletas.

Neste ano, depois do título da Copa São Paulo, a promessa foi a de que alguns jogadores da base seriam integrados ao time principal.

O Corinthians tem apenas quatro beques relacionados: Chicão, Leandro Castán, Wallace e Paulo André -este último ainda se recupera de uma cirurgia no joelho.

Tite preferiu inscrever mais jogadores do meio de campo para a frente. São sete atacantes na lista: Adriano, Emerson, Liedson, Willian, Jorge Henrique, Gilsinho e Elton.

Tampouco há jogadores corintianos que ganharam a Copa São Paulo de 2009.

O Corinthians estreia amanha na competição, contra o Deportivo Táchira, em San Cristóbal, na Venezuela.

Só dois jogadores do grupo corintiano foram campeões da Libertadores: os meias Danilo e Alex, respectivamente por São Paulo e Inter.

Do Flamengo que venceu o torneio júnior em 2011, há quatro atletas que vão disputar a Libertadores: o goleiro César, o volante Muralha, o meia Thomás e o atacante Negueba. Todos são reservas no time de Joel Santana.

Além desses quatro, outros sete jogadores formados nas categorias de base do clube carioca vão disputar a Taça Libertadores deste ano.

O Santos é o segundo time brasileiro com mais pratas da casa no torneio continental.

Na pré-lista divulgada pelo técnico Muricy Ramalho, há sete atletas, mas o número deve crescer quando o Santos anunciar o grupo definitivo para a Libertadores.

Atrás de reforços, clube esconde lista continental

SANTOS Muricy leva 19 jogadores à estreia na Libertadores, e diretoria ainda negocia Alex Silva

LEONARDO LOURENÇO
DE SÃO PAULO

Ainda à espera de reforços de última hora, o Santos escondeu sua lista com os inscritos para a disputa da fase de grupos da Libertadores.

O clube, que tinha até a noite de ontem para enviar à Conmebol a relação de 25 atletas para a competição, publicou apenas o nome de 19 jogadores relacionados para a estreia, amanhã, contra o The Strongest, em La Paz.

O regulamento pede que os times enviem suas listas até 48 horas antes da primeira partida. Após esse prazo, a equipe é multada em US$ 5 mil (cerca de R$ 8, 5 mil).

Atrás de novos jogadores para completar o elenco, o clube decidiu postergar a inscrição, apesar da multa.

O alvo principal da diretoria é o zagueiro Alex Silva, encostado no Flamengo após se recusar a disputar a primeira fase do torneio continental-o beque, ex-São Paulo, alegou atraso em seus salários.

O jogador já tem um acerto com o atual campeão da Libertadores, mas a equipe carioca dificulta a concretização do negócio, já que deseja uma contrapartida para liberar Alex Silva ao Santos.

O Flamengo queria envolver o meia Ibson na negociação, algo que não foi aceito na Vila Belmiro. O jogador, inclusive, viajou ontem com a delegação santista para Santa Cruz de la Sierra, onde o time treinará na Bolívia -só sobe para La Paz, 3.600 m acima do nível do mar, horas antes da partida inicial.

“Nós ainda vamos esperar até a última hora para tentar mais alguém”, confirmou o presidente santista, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro.

Ele, porém, se mostrou pessimista quanto à contratação de Alex Silva, um pedido técnico Muricy Ramalho.

“A chance é remota”, disse. “O tempo passa, as pessoas são complicadas. O Flamengo fez algumas exigências, e buscamos um meio-termo. O jogador quer vir.”

Além disso, o atacante colombiano Rentería sofreu uma lesão na partida contra o Linense, anteontem, e deverá ficar afastado do time por 30 dias. A comissão técnica ainda discute se inscreve o atleta na fase de grupos.

O lateral esquerdo Léo, que se recupera de uma artroscopia no joelho, deverá estar na lista final. Juan, recém-contratado para a mesma posição, será o titular na estreia.

Fonte: O Dia Online

Entre a cautela e a ousadia, Fla vai encarar a pressão na Argentina

POR Hugo Perruso

Rio –  O Flamengo chegou nesta segunda-feira à Argentina dividido em relação à postura que deve adotar para enfrentar o Lanús nesta quarta. O estádio acanhado conhecido como La Fortaleza e o apoio da torcida são as grandes preocupações rubro-negras para a estreia na fase de grupos da Libertadores, o que provoca uma dúvida: atacar para surpreender ou segurar a pressão argentina e tentar matar o jogo no contra-ataque? Pela possível escalação e o histórico de Joel, o mais provável é a segunda opção.

Willians é um dos favoráveis à postura mais defensiva. Preocupado com a pressão da torcida, ele acredita ser importante segurar o ímpeto do Lanús nos primeiros minutos. Apesar da opção perigosa, o volante aposta num bom desempenho da defesa do Flamengo e não vê um empate fora de casa como um mau resultado na estreia.

“Não devemos jogar de igual para igual. Esperar atrás e suportar os primeiros 20 minutos para não levar gol no começo. É estudar e ver como eles virão, e vamos devagar porque lá na frente temos jogadores de qualidade para decidir. O importante na fase de grupos é fazer o resultado em casa e conseguir pelo menos um empate fora. Se puder vencer, melhor, mas jogar fora é muito difícil”, analisou Willians, ressaltando a importância da atenção com essa postura.

“Sentimos um pouco em Potosí, a 4.100 metros, mas agora não tem isso. Não podemos errar. Quem erra sofre no fim”.

Mas a opção defensiva não é defendida por quem é responsável por fazer os gols. Com o exemplo das estreias dos rivais Fluminense e Vasco, Deivid acredita que repetir a postura ofensiva de Arsenal e Nacional é uma forma de não sofrer a pressão dos donos da casa.

“Tem ansiedade, começa a chave de grupos. É uma estreia e sabemos que vamos encontrar dificuldade contra um time argentino, mas temos de nos impor. Não adianta ficar atrás. Estamos num time grande. Precisamos tomar a iniciativa”, analisou o atacante.

Sem Vagner Love, Joel Santana não definiu o time. Com Bottinelli, as chances de não jogar atrás são maiores. Mas o treinador pode optar por um volante (Airton ou Maldonado).

Por Cleber Aguiar – Arenas da Copa 2014 ganham ritmo e começam a tomar corpo

Fonte: O Estado de São Paulo

Construção e reforma estão em nível satisfatório, mas ainda há problemas em alguns locais

Almir Leite – O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – A principal preocupação da Fifa, agora, é com a Lei Geral da Copa, prevista para ser aprovada em março e que provavelmente não vai agradar inteiramente à entidade, porque o capítulo sobre responsabilidade civil da União não deve sair do jeito que Joseph Blatter e sua turma queriam. O grande motivo anterior de calafrios, no entanto, está deixando de existir. O ritmo de construção e reforma de arenas é, enfim, satisfatório. Há problemas, claro, mas que não parecem capazes de tirar o sono dos dirigentes da “dona do Mundial” e do Comitê Organizador Local (COL). Pelo menos no momento.

Obra da Arena Fonte Nova é uma das mais adiantadas - Manu Dias/Divulgação
Manu Dias/Divulgação
Obra da Arena Fonte Nova é uma das mais adiantadas

A Fifa começou 2012 marcando de perto as obras nas 12 arenas. Viu e recebeu boas notícias. Com exceção da Arena das Dunas, cuja situação foi classificada pelo secretário-geral da Fifa como “preocupante”, o ritmo dos demais estádios não causa sobressaltos.

“Não há nenhum calendário problemático na construção das arenas”, resumiu o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, ele mesmo empenhado numa peregrinação por todas as cidades-sede, em visitas que têm na vistoria dos estádios a atribuição principal. O governo federal também marca as arenas sob pressão.

Além da obra em Natal, atenção maior, de acordo com um dos inspetores da Fifa que observa com lupa as construções, só merecem a Arena de Pernambuco (nesse caso, por ter até o meio do ano para se mostrar apta a receber a Copa das Confederações em 2013), a Arena da Baixada e o Beira-Rio. Mas o ritmo das obras na Fonte Nova, no Estádio Nacional Mané Garrincha, Mineirão e, sobretudo, a rapidez com que está subindo o Itaquerão, recebe elogios rasgados.

A rigor, nem mesmo os estádios de Atlético-PR e Internacional (com obras paralisadas há quase oito meses) preocupam, pois ambos estão sendo “incrementados” para que possam receber a Copa. Ou seja, não carecem de reformas profundas. Isso leva até a situações curiosas, com a da Arena da Baixada. Como pouca coisa nova foi feita até agora, há quem defenda que apenas 5% das obras estão concluídas. O Atlético sustenta que 60% do estádio está pronto.

NOVELA
O Beira-Rio está com as obras paradas porque o Inter e a Construtora Andrade Gutierrez ainda não assinaram o contrato que viabilizará a retomada dos trabalhos de reforma. Pressionada, a empresa publicou na imprensa gaúcha, na sexta-feira, nota sobre o impasse.

De acordo com a construtora, ainda não há acordo sobre as garantias que os demais integrantes da Sociedade de Propósito Específico (SPE) receberão. Os investidores da obra, atualmente orçada em R$ 290 milhões, estão definidos – a empresa será um deles, com participação de 20%. “Essa é única pendência relevante para a formação da SPE, uma vez que as garantias financeiras são necessárias para pleitear a linha de financiamento ao projeto no BNDES”, diz a empresa.

O presidente do Inter, Giovanni Luigi, tem demonstrado otimismo. Mas, por via das dúvidas, evita estabelecer uma data para a assinatura do tal contrato.

Por Cleber Aguiar – Resgate

Fonte: Folha de São Paulo

Jogadores que emigram atrás do sonho dourado da bola viram problema para o Itamaraty, que desde 2007 já ajudou 20 brasileiros encrencados no exterior

JOHANNA NUBLAT
FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA

O Itamaraty tem dado assistência e até repatriado garotos que emigraram para jogar futebol no exterior e caíram em armadilhas ou se desentenderam com clubes.

Desde 2007, 20 jogadores, todos maiores de idade, receberam ajuda do governo brasileiro para se livrar de encrencas com contratos em línguas estrangeiras, multas e, na maioria das vezes, arcar com custos da volta ao país.

Levantamento do Itamaraty mostra que os casos recentes se concentraram no Oriente Médio e no leste asiático. Malásia, Indonésia e Armênia são alguns dos países onde os postos diplomáticos brasileiros foram acionados.

Os problemas de Lucas Camargo Alves, 21, aconteceram no Irã. Ele saiu do Brasil sem contrato e sem registro oficial. Foi fazer testes e acabou assinando contrato apenas em persa, a língua do país.

Pouco depois, com seu time fora do campeonato nacional iraniano, começou a ter problemas com os empresários, que pararam de pagar o salário e retiveram o passaporte dele e de um outro jogador brasileiro, conta.

“Diziam que só devolveriam os passaportes se a gente pagasse o que gastaram com a gente, dava quase U$ 100 mil [R$ 173,2 mil]. Aí fomos à embaixada.” Depois de uma temporada fora, Lucas desembarcou no Brasil em dezembro passado.

A experiência não vai impedir que ele tente outra vez. “Não tenho medo de ir de novo. Não somos mais marinheiros de primeira viagem.”

Nesse caso, o Itamaraty não repatriou os jogadores, que já tinham a passagem de volta. Ajudou com verba para alimentação e hotel e a negociar uma multa contratual.

“Quando a pessoa tem dívidas com o clube ou problemas com a imigração complica muito, porque não temos verba do governo para arcar com dívidas trabalhistas”, afirma Luiza Lopes da Silva, diretora do departamento consular e de brasileiros no exterior do Itamaraty.

A aproximação da Copa de 2014 e da Olimpíada em 2016 no país pode incentivar mais pessoas a tentar jogar fora, avalia o departamento, que estuda a distribuição de uma cartilha para tentar esclarecer esses jovens jogadores.

SISTEMA

Luiz Gustavo Vieira de Castro, diretor de Registro e Transferência da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), diz que “pouco a pouco, vão ser fechadas todas as brechas para ida de jogadores que vão fazer uma aventura”. A CBF estima que 6.000 brasileiros estejam em clubes estrangeiros neste momento.

Castro cita como um mecanismo de controle o sistema obrigatório para todas as transferências internacionais de atletas, adotado pela Fifa em 2010. Chamado de TMS (Transfer Matching System), registra informações como valor e termos do contrato, além do percentual obtido pelo agente com a negociação.

O objetivo é aumentar a transparência e evitar a lavagem de dinheiro nas transações. O processo é obrigatório para todos os jogadores com registro profissional.

“É como se fosse um Big Brother, isso tudo fica escrito”, afirma Castro. “Sem esse trâmite o jogador não tem legalmente ‘condição de jogo’ no país que o recebeu”, diz.

Quando lançado, no entanto, times menores reclamaram da falta de estrutura para aderir à nova ferramenta -que é toda em inglês.

Por Cezar Alvarenga – Técnicos tiveram aumentos consideráveis nos grandes de São Paulo nos últimos 10 anos.

Fonte: UOL Esportes

Eles não fazem gols, não marcam e não passam a bola. Mesmo assim, os salários não param de subir. Em dez anos, os salários dos técnicos dos grandes clubes paulistas subiram 120%. Como comparação, o salário mínimo, no mesmo período, cresceu 41%.

A diferença aumenta ainda mais ao levar em conta os montantes envolvidos. Há 10 anos, a remuneração mínima estabelecida pelo governo federal era de R$ 438,93 (após correção monetária, pelo IGP-M, do valor original de R$ 200,00). Hoje, é de R$ 622,00. Enquanto isso, em média, técnicos de Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos ganhavam R$ 193 mil em 2002, contra R$ 427 mil em 2012.

UOL Esporte buscou, nos arquivos da Folha de S. Paulo, os valores divulgados de salários dos treinadores nos últimos dez anos para chegar à variação. O time com a maior oscilação no período é o Palmeiras, com aumento de 472% entre Vanderlei Luxemburgo, em 2002, e Luiz Felipe Scolari, que comanda a equipe atualmente.

No São Paulo, o movimento é inverso. Emerson Leão recebe 63% (com correção monetária) do que a média entre os salários de Nelsinho Baptista e Oswaldo Oliveira, que comandaram a equipe em 2002. O treinador, porém, é quem mais apareceu nos quatro clubes no período: foram seis passagens (duas em São Paulo e Santos e uma em Corinthians e Palmeiras).

O segundo na lista dos mais requisitados é Vanderlei Luxemburgo, com cinco “projetos” no quarteto: dois no Palmeiras e três no Santos. Ele foi, ainda, o técnico que recebeu o maior salário do período. Em sua passagem pelo Palmeiras em 2008, ele ganhava 28% a mais do que Luiz Felipe Scolari, o técnico mais bem pago do país atualmente (em valores atualizados).

TÉCNICOS: MÉDIA SALARIAL

Ano Média salarial*
2002 R$ 193 mil
2003 R$ 121 mil
2004 R$ 289 mil
2005 R$ 262 mil
2006 R$ 519 mil
2007 R$ 259 mil
2008 R$ 433 mil
2009 R$ 422 mil
2010 R$ 267 mil
2011 R$ 404 mil
2012 R$ 427 mil
* Atualizados pelo IGP-M (FGV)

Por Cezar Alvarenga – Mano convoca Ronaldinho para o primeiro amistoso do ano.

Fonte: UOL Esportes

O técnico Mano Menezes anunciou nesta terça-feira no Rio de Janeiro a lista de convocados para o primeiro amistoso da seleção brasileira em 2012, contra a Bósnia Herzegovina, no fim deste mês, na Suíça.

Desta forma, o treinador mantém Ronaldinho no grupo, mesmo como o começo de temporada irregular da estrela do Flamengo. O santista Paulo Henrique Ganso também volta a aparecer como opção entre os meias convocados.

“Da primeira vez que convoquei o Ronaldinho, me perguntaram se era uma coisa de momento ou se fazia parte de um projeto. Estou me mantendo coerente com aquilo que disse. Eu fui muito cobrado recentemente nos balanços finais sobre a manutenção de uma base, e eu disse que a próxima etapa iria brindar isso. Não posso ficar trocando a todo momento por causa de um momento ruim. A fase agora exige um período melhor. As coisas serão mais estáveis”, afirmou Mano, na justificativa sobre a convocação do veterano.

Kaká, que teve uma sequência de jogos pelo Real Madrid, ficou fora. O técnico foi evasivo ao comentar a ausência do meia. “Eu não tenho uma explicação para todos os jogadores que não fazem parte da seleção brasileira”, disse .

Outro destaque é o retorno do goleiro Julio Cesar, titular da posição na última Copa do Mundo. O jogador da Inter de Milão volta para brigar com Diego Alves, em grande momento no Valencia na Espanha, com direito até a pênalti defendido em duelo com o astro Lionel Messi.

Para a mesma posição, o treinador da seleção volta a dar chance para o novato Rafael, goleiro do Santos, que tem idade para integrar a equipe olímpica.

No ataque, Jonas e Hulk mantêm seus lugares cativos após os amistosos do fim de 2011. Eles têm a companhia de dois jogadores que atuam no futebol nacional, Neymar e Leandro Damião.

O Brasil estreia na temporada diante da Bósnia Herzegovina no dia 28, na cidade de St. Gallen, na Suíça. Os adversários vêm de uma eliminação na repescagem das eliminatórias da Eurocopa, em confronto com Portugal.

A equipe de Mano Menezes não entra em campo desde novembro do último ano, quando bateu o Egito por 2 a 0, em partida amistosa realizada em Doha, no Qatar.

Depois do compromisso contra os bósnios, a seleção volta a se apresentar apenas em maio, contra a Dinamarca na Alemanha. Em seguida, encara turnê pela América do Norte, com amistosos marcados contra Estados Unidos, México e Argentina.

GOLEIROS

Júlio César (Inter de Milão/ITA)
Diego Alves (Valencia/ESP)
Rafael (Santos/BRA)

LATERAIS

Daniel Alves (Barcelona/ESP)
Adriano (Barcelona/ESP)
Danilo (Porto/POR)
Alex Sandro (Porto/POR)
Marcelo (Real Madrid/ESP)

ZAGUEIROS

Dedé (Vasco/BRA)
Thiago Silva (Milan/ITA)
Luisão (Benfica/POR)
Davi Luiz (Chelsea/ING)

VOLANTES

Hernanes (Lazio/ITA)
Fernandinho (Shakhtar/UCR)
Elias (Sporting/POR)
Sandro (Tottenham/ING)

MEIAS

Ronaldinho (Flamengo/BRA)
Ganso (Santos/BRA)
Lucas (São Paulo/BRA)

ATACANTES

Neymar (Santos/BRA)
Leandro Damião (Inter/BRA)
Hulk (Porto/POR)
Jonas (Valencia/ESP)