Por Rogerinho – Villarreal diz que ainda está negociando Nilmar com o São Paulo

 

Diretor espanhol espera concretizar transferência para melhorar situação financeira

 

Nilmar pode deixar o Villarreal a qualquer momento

FONTE – LANCENET

 

Enquanto o São Paulo garante não negociar mais com Nilmar, o discurso na Espanha é outro. O Villarreal, atual clube do atacante, conta com a negociação para melhorar sua situação financeira, e garante que o jogador pode ser anunciado como reforço tricolor.

– A negociação está aberta. Temos falado com o Nilmar e o comunicamos quais são as intenções do Villarreal – afirmou Fernando Roig Negueroles, diretor-geral do Villarreal, ao jornal Mediterrâneo.

Nesta terça-feira, no CT da Barra Funda, o vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes voltou a afirmar que o jogador não será contratado pelo clube do Morumbi:

– Esse assunto está arquivado. E em uma prateleira bem longe daqui. Não chegamos a um acordo em relação ao salário do atleta. Como eu diria para o Luis Fabiano e o Jadson, que aceitaram receber menos do que recebiam na Europa, que agora é uma exceção? Não dá. Causaríamos um grande problema dentro do nosso elenco.

São Paulo e Villarreal já haviam se acertado. Com a ajuda de investidores, o Tricolor pagaria 10 milhões de euros aos espanhóis. No entanto, Orlando da Hora, empresário de Nilmar, não chegou a um acordo quanto ao salário de seu cliente.

A diretoria paulista ofereceu 25 milhões de reais por cinco anos de contrato ao atacante de 27 anos. Da Hora considerou a proposta baixa.
A camisa 11 segue sem dono.

 

Opinião Pessoal – Coitadinho do Nilmar, é pouco ele ganhar 5 milhões de reais por ano, empresário estraga o futebol, tomara que não dê certo e que ele fique 1 ano sem receber salário no Villarreal pra largar a mão de ser trouxa e ser cordeirinho desse empresariozinho que ele tem.

Por Rogerinho – São Paulo reclama de jogar clássico contra o Palmeiras no Prudentão

Diretoria alviverde ainda não se posiciona sobre o assunto, mas vice do São Paulo tem como certo que o jogo será em Presidente Prudente

 

Fonte – Globoesporte.com

Presidente Prudente traz boas recordações para o Palmeiras. O time do técnico Luiz Felipe Scolari nunca perdeu um clássico na cidade. No último domingo, a vítima foi o Santos em uma virada de tirar o fôlego no abafado Prudentão. A boa relação com a cidade fez a diretoria alviverde cogitar levar ao estádio o confronto com o rival São Paulo, agendado para o próximo dia 26. O São Paulo, por outro lado, é contra isso.

– Tudo indica que vai ser lá, o que nos desagrada muito. Ainda não fomos comunicados e, até o momento, ninguém do Palmeiras nos consultou, mas tenho minhas fontes – disse o vice-presidente de futebol do Tricolor, João Paulo de Jesus Lopes.

estádio prudentão (Foto: Diego Ribeiro / Globoesporte.com)
Clássico entre Palmeiras e São Paulo será disputado no Prudentão

O cartola são-paulino teme que o forte calor típico da cidade prejudique o clássico. O dirigente também reclama do elevado ônus da longa viagem – Presidente Prudente fica a 558km da capital paulista.

– Os clubes aceitam migalhas das cidades do interior e deixam o espetáculo em terceiro plano. Teremos de gastar uma fortuna com o deslocamento, provavelmente teremos de fretar um voo, porque os horários não nos convêm. Além disso, às vezes não conseguimos um hotel bom mesmo reservando antes. Somos completamente contra – disse o cartola.

De acordo com o Estatuto do Torcedor, o Palmeiras tem até o dia 16 para formalizar o mando de campo junto à Federação Paulista de Futebol. A diretoria do Verdão ainda não se posicionou de forma oficial quanto ao assunto, mas o técnico Felipão já aprovou a ideia.

– Não sei se o jogo vai para Prudente, a direção deve estar estudando os benefícios. Como não temos casa, dependemos de alguns acertos. Acredito que seja muito interessante.

 

Opinião Pessoal – Amigos(as) ICFUTISTAS, ganhamos do fraco Palmeiras aqui na capital, no Prudentão, em Tókio, onde for, time que não tem estádio tem que se contentar em jogar aonde pagam mais, é um absurdo mais enquanto o chiqueirão não ficar pronto acontecerá isso.

Por Rogerinho – Do meio pra frente, 12 brigam por 6 vagas no São Paulo

Quando todos estiverem à disposição, alguns não terão espaço nem no banco de reservas

Fonte – LANCENET

 

A grande reformulação no elenco feita pela diretoria deixará Leão com a dor de cabeça que todos treinadores gostam de ter. Do meio de campo para frente, o São Paulo conta com 12 atletas, que podem ser considerados titulares.

A regra do futebol permite apenas a presença de sete jogadores no banco de reservas. Um goleiro, um zagueiro e um lateral sempre ficam como opções para entrar durante a partida. As outras quatro vagas são preenchidas por volantes, meio-campistas e atacantes.

 

Sendo assim, de todos os jogadores listados abaixo, Emerson Leão será obrigado a deixar dois até fora da partida. No momento, ele não tem esse problema, já que Fabrício e Luis Fabiano estão no departamento médico.

Desde o início do ano, o técnico sabe que um dia terá de lidar com essa situação. Mas foi em 24 de janeiro, data em que Osvaldo, último reforço do clube, foi anunciado, que Leão fez um alerta a todos. Desde os titulares aos que estão chegando.

– O time-base já está montado. Temos alguns atletas que ainda não estrearam. Dependendo da conduta dos que não estrearam, o time-base pode ser mudado. Se tem um bom jogando e chega um ótimo, o ótimo vai jogar – declarou o comandante em entrevista coletiva no CT, antes de ressaltar a importância dos que ficarão fora da equipe:

– Mas não quer dizer que o bom não será útil. Será útil e aprenderá mais. Eles vão entrar e têm de saber disso. E os que vão sair vão ficar bravos, também precisam saber disso.

Com as diversas opções, diminuem as possibilidades de alguns jovens serem observados. O volante Juninho, 23 anos, teve seu contrato renovado e voltou dos Estados Unidos para ficar. A diretoria esperava vê-lo em ação neste Paulistão Chevrolet, mas até agora não foi relacionado para nenhum jogo. Rodrigo Caio, Rafinha e Ademilson são outros que terão poucas chances.

E, no meio do ano, o argentino Cañete estará pronto para jogar…

A situação de cada um dos concorrentes

Fabrício
Está com tendinite no tornozelo esquerdo e não estreou. Em condição, iniciaria titular. Atua mais na marcação.

Wellington
Tem jogado mais como primeiro volante, na proteção da zaga. Titular, também atua como segundo do meio.

Denilson
Joga como primeiro ou segundo volante. Começou ano como titular, mas perdeu vaga e ficou no banco nos últimos dois.

Casemiro
Só foi titular uma vez, mas entrou em todos os outros jogos. Volante de origem, sai mais para o jogo e também pode ser um terceiro homem do meio.

Cícero
Gosta de atuar como segundo volante, mas também pode ser aproveitado na armação. Foi titular em todos os jogos.

Maicon
Ganhou primeira oportunidade como titular no domingo. Foi meia, mas também pode atuar como segundo ou terceiro homem, vindo de trás.

Jadson
Meia de ligação, só fez um jogo e ainda busca melhor forma física. Pode armar as jogadas pela direita ou esquerda.

Lucas
Versátil, foi titular nos cinco jogos. Reveza entre meia pela direita ou atacante, também por este lado.

Fernandinho
Titular nos quatro primeiros jogos, foi banco no último. Atua pela esquerda.

Osvaldo
Atacante, joga pela direita ou esquerda. Ainda não estreou, mas pode ficar como opção para quinta-feira.

Willian
Sem Luis Fabiano, assumiu o ataque. Joga como referência no setor.

Luis Fabiano
Referência do ataque, está lesionado desde o terceiro jogo. Volta como titular.

Por Rogerinho – Valdivia alfineta o Corinthians e diz que prefere vencer o São Paulo

Valdivia alfineta o Corinthians e diz que prefere vencer o São Paulo

 

Meia chileno lembra que o Alviverde tem encontrado mais dificuldades para derrotar o time do Morumbi do que o do Parque São Jorge

FONTE – SporTV.com 

 Se para os torcedores do Palmeiras vencer um duelo contra o Corinthians tem um gosto especial, para Valdivia o adversário a ser batido é o São Paulo. Em entrevista ao programa “Bem, Amigos!”, o camisa 10 lembrou que o clube do Palestra Itália não perde para o Timão desde fevereiro de 2011 e, por isso, um triunfo sobre o Tricolor Paulista é mais valorizado.

– Gosto mais de ganhar do São Paulo. Já faz tempo que não perdemos para o Corinthians. O São Paulo é mais difícil ganhar.

Desde a primeira passagem pelo Alviverde, em 2006, Palmeiras e Corinthians disputaram 18 clássicos. O clube do Palestra Itália conseguiu sete vitórias, contra quatro do Alvinegro. Em sete oportunidades os time deixaram o gramado empatados. O jogador deixou o Verdão em 2008 para atuar no Al-Ain, dos Emirados Árabes, por dois anos.

O desempenho do Palmeiras diante do São Paulo foi pior no mesmo período. Nas últimas seis temporadas, em 19 partidas, o Tricolor venceu nove clássicos, enquanto o Alviverde ganhou apenas cinco. Cinco jogos terminaram empatados.

Em 2011, porém, o Alviverde não perdeu para o Tricolor: uma vitória e dois empates.

Uma das partidas marcantes de Valdivia com camisa do Palmeiras ocorreu justamente contra o Corinthians. No Paulista de 2008, o chileno fez o gol da vitória alviverde por 1 a 0  e na comemoração fingiu chorar, ironizando declarações de que o chileno “chorava muito” ao reclamar de faltas.

ICFUT – Musa de reality global, Andressa é estrela da revista do São Paulo

Fonte: Futebolinterior.com.br

Andressa se destacou no programa Hipertensão, da Red Globo

 Quando uma pessoa é muito bonita, dizem que esta passou duplamente na fila da beleza quando foi “fabricada”. Pois bem. Se isso mesmo é verdade, pode se dizer esse é o caso da gaúcha Andressa Ribeiro, gata da edição 2010 do reality Hipertensão, exibido pela Rede Globo.
Após deixar a atração, Andressa se destacou ao ser a capa da revista masculina Playboy e, agora, está na edição de fevereiro da revista do São Paulo. A beldade posou n o Estádio do Morumbi e teve suas imagens publicadas. Quem não deve ter gostado disso é o namorado dela, Fábio Toshi. Curiosamente, ela disse que só virou são-paulino por influência dele.O Portal FI traz algumas imagens da beldade aos internautas, para que estes posam perceber que as curvas delas podem deixar qualquer torcedor rival com inveja do São Paulo.

 

 

Por Cleber Aguiar – De ingênuos e malandros: grupo do Flu tem extremos na Libertadores

Fonte: Globo.com

Entre o temor pela experiência do Boca Juniors e a curiosidade pela estreia do Zamora, chave ainda tem o Arsenal, em crescimento

Por Alexandre Alliatti e Wagner Bordin Rio de Janeiro

Fred no treino do Fluminense (Foto: Agência Photocâmera)Gols de Fred serão importantes para o Fluminense
na Libertadores (Foto: Agência Photocâmera)

Os extremos opostos se encontram na chave do Fluminense. O Grupo 4 une a experiência do Boca Juniors, bicho-papão da Libertadores nos últimos anos, com a virgindade do Zamora, representando pela primeira vez a Venezuela no torneio continental. A eles, soma-se o Arsenal de Sarandí, adversário tricolor nesta terça-feira, na largada da chave.

O torcedor mais otimista pode dizer que é impossível ser difícil um grupo onde se encontra o Zamora. Outro torcedor mais pessimista pode dizer que é impossível ser fácil um grupo onde se encontra o Boca Juniors. O Arsenal pode fazer a balança pender para um lado ou para outro.

A chave traz saudosismo ao Tricolor. Em 2008, quando foi vice-campeão, o Fluminense enfrentou tanto Arsenal quanto Boca Juniors. O primeiro foi oponente na fase de grupos. Os brasileiros golearam por 6 a 0 no Rio e levaram 2 a 0 na Argentina. Os xeneizes cruzaram o caminho tricolor nas semifinais. O Flu empatou por 2 a 2 fora de casa e garantiu presença na decisão com vitória por 3 a 1 no Maracanã.

Arsenal-ARG (Foto: Arte esporte)

A campanha do Arsenal em 2011 não foi boa, e a equipe garantiu vaga na Libertadores graças ao novo regulamento da AFA (Associação de Futebol Argentino), que coloca a melhor equipe argentina na Copa Sul-Americana na principal competição da América. No Apertura-2011, o time não foi bem. Terminou na 13ª colocação.

Conca na partida do Fluminense contra o Arsenal-Arg em 2008 (Foto: EFE)Arsenal e Fluminense duelaram na primeira fase
em 2008: goleada aqui, derrota lá (Foto: EFE)

Comandado por Gustavo Alfaro, o time não gera muito volume de jogo e atua no 4-4-2. Sua maior arma são os contra-ataques, se aproveitando da velocidade de seus atacantes que jogam pelas pontas. Ademais, o time tem uma considerável linha defensiva, composta por Hugo Nervo, Lisandro López e Guillermo Burdisso, irmão de Nico Burdisso.

O Arsenal vai para sua segunda Libertadores. Disputou a competição em 2008, quando enfrentou o Fluminense na etapa de grupos, da qual foi eliminado.

Fique de olho: a principal contratação da equipe para esta Libertadores foi o meia Carlos Carbonero, que em 2011 esteve no Estudiantes de La Plata. O jogador foi contratado para ser o responsável para fazer a transição da equipe e se adapta ao estilo de jogo proposto por Gustavo Alfaro. Dará uma maior velocidade ao contragolpe da equipe.

Efeito caldeirão: não é fácil jogar no acanhado estádio Julio Humberto Grondona, a casa do Arsenal. A capacidade é para 16 mil pessoas. E elas ficam muito próximas ao campo, separadas apenas por uma grade. Foi lá que o Fluminense perdeu em 2008.

Desempenho recente: pela pré-Libertadores, o Arsenal bateu o Sport Huancayo, do Peru, por 3 a 0 no primeiro jogo e empatou por 1 a 1 na partida de volta. Antes, em amistosos, levou 2 a 0 do Flandria e fez 1 a 0 no Comunicaciones.

BocaJuniors-ARG (Foto: Arte esporte)

Existem duas Libertadores: uma com o Boca Juniors, outra sem ele. O gigante argentino tem seis títulos do torneio. E o mais impressionante: quatro deles nos últimos 12 anos. Mas não disputou as duas últimas edições da disputa.

Campeão invicto do Apertura, o Boca Juniors começou 2012 com um elenco ainda mais forte. O clube xeneize contratou o centroavante uruguaio Santiago “El Tanque” Silva (ex-Vélez), que, apesar de não ter ido bem na Itália, sempre tem um bom retrospecto na Argentina, e repatriou o meia Juan Pablo Ledesma.

Riquelme na partida do Boca Juniors contra o União de Santa Fé (Foto: Reuters)Riquelme, o craque: há quem pense que o time xeneize fica melhor sem ele (Foto: Reuters)

No Apertura, o Boca apresentou uma defesa muito sólida, comandada pelo experiente Schiavi . A equipe marcou 25 gol e sofreu apenas seis em 19 partidas. Como não faz muitos gols, contratou Santiago Silva. Riquelme atuou pouco. Sem ele, alguns consideraram que a equipe teve um desempenho melhor, já que a saída de bola ficou mais rápida.

A principal característica desta equipe é a solidez encontrada por Facioni. Mesmo sem grandes estrelas, o treinador armou uma defesa muito boa, com Schiavi e Orion. Walter Erviti e Leandro Somoza tornam a saída rápida e forte, e Pochi Chávez é a solução caseira para substituir Riquelme.

Fique de olho: apesar de Riquelme ser a grande estrela deste elenco, o jogador atuou em apenas dez jogos no Apertura. Vale ficar atento a Santiago Silva, artilheiro no Vélez e no Banfield, e que pode ser o novo Palermo.

Efeito caldeirão: é infernal jogar em La Bombonera. O mítico caldeirão do bairro de La Boca, santuário dos xeneizes, recebe uma das torcidas mais fanáticas do planeta. La 12, organizada que fica atrás de um dos gols, canta sem parar. Há momentos em que toda a torcida acompanha o ritmo, e aí o barulho é de impressionar. A ressalva é que o gramado costuma ser bom.

Desempenho recente: pela Copa Argentina, empatou por 1 a 1 com o Santamarina. Pelo Torneo de Verano, empatou por 0 a 0 com o San Lorenzo, perdeu por 1 a 0 para o Independiente e fez 2 a 0 e depois 1 a 0 no River plate.

Zamora-VEN (Foto: Arte esporte)

O Zamora vive um momento único. Pela primeira vez em sua história de 35 anos, disputa a Libertadores da América. A presença na competição é resultado de uma zebra no futebol venezuelano: a conquista do Clausura de 2010/2011, depois de ser o penúltimo no Apertura.

time de Zamora  (Foto: Reprodução / Facebook)Zamora vive momento único ao disputar primeira
Libertadores (Foto: Reprodução / Facebook)

A experiência internacional do Zamora é quase nula. Disputou duas vezes a Sul-Americana, com duas eliminações precoces: na etapa preliminar em 2007 e na primeira fase em 2009. Excetuado o Clausura, só ganhou uma Copa da Venezuela, em 1980. O clube fica em Barinas, 525km distante de Caracas.

O elenco do Zamora é uma mistura de atletas criados na cidade, jogadores que circulam pelo futebol venezuelano e estrangeiros. O grupo tem quatro colombianos, um argentino, um uruguaio e um panamenho.

Fique de olho: a aposta em colombianos tem reflexo no setor ofensivo do Zamora. É ali que estão Jhon Córdoba e, em especial, Luis Yanez, o destaque do time, autor de sete gols no campeonato local.

Efeito caldeirão: o Zamora manda seus jogos no Agustín Tovar, apelidado de La Carolina. O estádio tem capacidade para 30 mil pessoas. Em 2006, sofreu forte reforma para ser sede, no ano seguinte, da Copa América. É um espaço moderno para os padrões da Libertadores. Neste domingo, houve confusão, e o estádio corre risco de interdição. Trinta pessoas ficaram feridas após confronto entre torcida e polícia.

Desempenho recente: o Zamora largou bem no Clausura venezuelano. Empatou por 2 a 2 com o Tucanes de Amazonas, bateu o Atlético el Vigía por 2 a 1 e superou o Zulia por 1 a 0. Na última rodada, porém, levou 3 a 1 do Lara em casa.