Por Cleber Aguiar – Empresa vende réplicas dos estádios dos clubes brasileiros!

Fonte:Replicasreal.com

A Réplicas Real é uma empresa brasileira que está mapeando e reproduzindo réplicas idênticas dos estádios de futebol.

Nossos produtos são para todos os amantes do futebol e estarão em breve disponíveis nas melhores lojas do país.

Nossas réplicas são confeccionadas em material resistente e fiéis aos estádios, com acessórios como luzes, arquiban-
cadas, cabine de rádio, fosso, casa mata, goleiras, tudo construído em material plástico PP tratado, que possui dura-
bilidade de 100 anos, aquele plástico que não amarela. As luzes são de leds e seu funcionamento é com 4 pilhas pequenas.

Nossas réplicas são desmontáveis em 15 peças e acompanham adesivos avulsos para personalização.

Compre logo o seu . . .

Morumbi

Olimpico

Mineirão

Link do site de venda:

http://www.lojauniversal.net/

Por Edgar Santista – Será ?

Antes de decidir não viajar à Bolívia, zagueiro Alex Silva tinha arrumado as malas para abandonar a concentração em Londrina

 

A ausência de Alex Silva da viagem à Bolívia não surpreendeu jogadores e comissão técnica do Flamengo. Eles sabiam que o companheiro pularia do barco a qualquer momento. O zagueiro ficou irritado com a entrevista em que o vice de finanças Michel Levy atribui a “um ou dois marqueteiros” as críticas às pendências financeiras. Ele também soube que o dirigente fez comentários depreciativos ao seu advogado, chamando-o de “bichado” por causa dos constantes problemas no joelho.

Alex chegou a arrumar as malas para abandonar a concentração em Londrina, mas foi convencido a ficar por outro titular. O defensor disse aos companheiros que tem uma proposta do Santos, embora o presidente do clube paulista, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, negue que tenha procurado o jogador.

– Ele estava muito irritado com o dirigente lá e falou que preferia disputar a Libertadores em um clube organizado como o Santos e não nessa bagunça em que se transformou o Flamengo – disse o companheiro de Alex Silva.

Michel Levy se esquivou ao ser perguntado se seria uma dos motivos para a saída de Alex Silva:

– Não dou declaração. Deixa esse cara falar – disse.

O vice de finanças e a presidente Patricia Amorim andavam muito incomodados com o comportamento do atleta, a quem consideravam incendiário e fomentador de rebeliões. Até segunda-feira, o clube devia R$ 250 mil de parcelas de luvas a Alex, cujos vencimentos mensais são de R$ 300 mil. Patricia Amorim anunciou, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, que o zagueiro está afastado do elenco, e seu caso, entregue ao departamento jurídico do Flamengo.

O GLOBOESPORTE.COM conversou com quatro atletas – três titulares e um reserva – que estiveram em Londrina. Segundo um deles, o clima “numa análise boazinha” era péssimo. Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves terminaram 2011 com a relação azeda, e o comportamento pouco participativo de R10 nos treinos passou a incomodar a parte mais experiente do grupo.

Um outro jogador, titular, também tinha decidido não viajar para a Bolívia com a justificativa de não suportar mais trabalhar com Luxemburgo. Mas mudou de ideia. Durante os dez dias no interior paranaense, o treinador não escondeu o desconforto com Ronaldinho, a diretoria e a falta de contratações.

O desfecho do caso Alex

O empresário de Alex Silva, Luiz Taveira, chega ao Rio nesta terça-feira para uma reunião com o diretor de futebol Luiz Augusto Veloso, à tarde, na Gávea. Na conversa, o agente e o dirigente vão tratar do futuro do zagueiro no clube. Após deixar a concentração do time em Guaralhos (SP) e decidir não viajar com a delegação para a Bolívia, o defensor foi afastado pela diretoria nesta segunda. Segundo a presidente Patricia Amorim, o caso está com o departamento jurídico.

Na casa dos pais em Amparo, interior de São Paulo, Alex frisou não ter sido comunicado da decisão tomada pela direção rubro-negra.

– Vi pela internet que estou afastado, mas nem Patrícia nem ninguém no clube me comunicou. Mas se é ela quem manda, e se disse que estou afastado, eu respeito. Afinal ela é a presidente, e eu a respeito muito. Sei que essa situação vai se resolver – limitou-se a dizer o jogador.

Luiz Taveira conversou com Alex sobre sua ida ao Rio, mas não dá detalhes sobre o encontro. O empresário diz que não é possível ainda dizer se ele continuará no clube.

– Eu não tenho a menor ideia do que vai acontecer. Já falei com ele, mas prefiro não falar mais nada para não complicar ainda mais a situação. O Alex é um jogador que toma posição, não tem medo. Mas às vezes isso pode prejudicá-lo. Não existe o momento certo para tomar decisões. Vamos sentar, conversar com o Flamengo e ver o que vai acontecer – disse, por telefone.

Texto: globoesporte.com

Por Cleber Aguiar – Entrevista com Luís Fabiano – Fabuloso

Fonte: Folha de São Paulo

Pressão

Para evitar os fracassos de 2011 nesta temporada, Luis Fabiano cobra comprometimento de seus colegas de São Paulo e planejamento da diretoria

LEONARDO LOURENÇO
DE SÃO PAULO

Uma chegada triunfal, uma lesão, duas cirurgias, poucos jogos (12) e ainda menos gols (sete). O 2011 de Luis Fabiano foi frustrante, assim como também foi o do São Paulo, sem títulos, outra vez.

Por um 2012 diferente, o centroavante de 31 anos cobra os próprios colegas.

“Existe uma pressão por um comprometimento maior do que o do ano passado, que foi lamentável”, disse ele à Folha após o treino de ontem.

Folha – Como você está para o início desta temporada?
Luis Fabiano – Estou totalmente recuperado. Minha preparação está sendo melhor do que o esperado. Não estou tendo nenhum tipo de dor mais forte, faço tudo sem o menor problema. Depois de passar três anos sem fazer uma pré-temporada, a última foi com o Sevilla em 2008, agora eu consigo me preparar bem. Isso é importante.

Cumprir uma pré-temporada fará muita diferença a você?
Faz diferença, até porque são muitos jogos e, sem a preparação adequada, em certo momento do ano você começa a sentir lesões, a musculatura não aguenta. Vou estar preparado para aguentar mais jogos. Nos últimos três anos, eu joguei muito, mas me machuquei mais do que estou acostumado. Não sou um jogador de se lesionar com tanta frequência.

É forte a pressão pela conquista de um título neste ano?
O São Paulo é um time grande e todo ano tem a pressão e a obrigação de ganhar, porque está acostumado a isso. Quem está aqui hoje tem que ter essa consciência e estar preparado para essa pressão de vitória sempre. Neste ano, a pressão que existe é por um comprometimento maior do que o do ano passado, que foi lamentável.

Deu para identificar os motivos desta falta de comprometimento que você citou?
Desde o começo, se você não tem um planejamento legal, se as coisas não começam a dar certo, se a gente muda muito a filosofia do trabalho, a tendência é não terminar bem, como aconteceu no ano passado. Foi um conjunto de coisas que não fez a gente ter um ano bom. Alguns jogadores, por vários tipos de situações, estavam pensando em outra coisa, não no São Paulo.

O torcedor pode esperar algo melhor desta vez?
Espero que a gente consiga formar um grupo forte e competitivo, com cara de campeão. O campeão sai daqui, da pré-temporada, com um time competitivo, com vontade de ganhar. Estou aqui para isso, para deixar um quadro de campeão na parede.

Ainda pensa em seleção?
Se eu jogar tudo o que estou acostumado, pode pintar uma chance. Claro que, jogando no São Paulo e fazendo um bom ano, vão começar a pensar que o Luis Fabiano pode ter lugar na seleção. Mas não tenho obsessão, as coisas acontecem naturalmente, com tranquilidade.

Acha que o time da Copa de 2010 ficou estigmatizado?
É duro falar, mas realmente aquela seleção, que foi vitoriosa, ficou marcada pela derrota para a Holanda [2 a 1, nas quartas de final]. Merecíamos respeito maior. Depois da Copa, parecia que aquele grupo não valia mais nada, sem um jogador que poderia vestir a camisa da seleção de novo. Todos foram esquecidos, só se falava em renovação. A derrota dói para todos, mas a gente ainda tem valor. Foram muitas críticas, até injustas. Massacraram o Dunga. Mas temos que assimilar e seguir nosso caminho.

Por Cleber Aguiar – Com geração mais nova na Copinha, Atlético-PR trabalha lado psicológico

Fonte: Globo.com

Grupo tem média de 17 anos, a geração mais jovem do clube no torneio. Furacão encara o Olé Brasil na terça-feira, pelas oitavas de final

Por Fernando FreireCuritiba

A Copa São Paulo de Futebol Júnior é uma competição Sub-18, mas, para parte do grupo do Atlético-PR, o principal torneio das categorias de base poderia ser até sub-17. A média de idade do elenco é de 17,1 anos. O Rubro-Negro conta com a geração mais nova na Copinha, que já foi Sub-20 e Sub-19 antes de virar Sub-18 (formato adotado em 2008).

Os zagueiros Erwin e Rafael Zuchi, o volante Hernani e o meia Otávio, por exemplo, têm apenas 17 anos. Camisa 10 do Furacão, Marcos Guilherme é o mais jovem do grupo, com 16. Apesar disso, o Atlético-PR já está nas oitavas de final da Copinha. Na primeira fase, a equipe comandada por Sandro Forner venceu Sinop e Marília, empatou com Linense e terminou na liderança do Grupo B. Na fase seguinte, o clube paranaense passou pelo Cruzeiro – vitória por 6 a 5 nos pênaltis, após empate sem gols no tempo normal.

Time júnior do Atlético-PR na Copa São Paulo (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)Time júnior do Atlético-PR na Copa São Paulo (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)

– É um grupo jovem, mas de qualidade. Isso ficou provado contra o Cruzeiro, time que tem apenas dois jogadores com 17 anos (os outros nove já têm 18). Isso é bom. Mas não é porque passou pelo Cruzeiro que vai ser fácil contra o Olé Brasil. Nós trabalhamos isso, conversamos com o grupo. Temos que continuar com a humildade de quando chegamos. Trabalhar da mesma forma para avançar na competição – comentou o técnico do jovem grupo rubro-negro.

Sandro Forner aposta justamente no trabalho psicológico para ir ainda mais longe na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Ele cobra equilíbrio dos jogadores durante as partidas, para que um gol contra não abale o time.

– O trabalho tático, já fizemos. Agora é questão de estratégia. Precisamos estar bem psicologicamente, porque, dentro de um jogo, existem vários jogos. Você pode começar bem, levar um gol e se perder no jogo. Ou o contrário: começa mal, marca e melhora. Por isso, estamos conversando bastante com os jogadores. Isso é fundamental.

O jogo do Atlético-PR contra o Olé Brasil está marcado para 18h30m (horário de Brasília) de terça-feira, no Estádio Teixeirão, em São José do Rio Preto. O SporTV transmite a partida. Quem se classificar desse duelo encara, nas quartas de final, Palmeiras ou Paulista.

Jogos:

17/01 – 16h – Corinthians x Primeira Camisa (SP) – Jaguariúna

17/01 – 17h – América-MG x Red Bull Brasil (SP) – São Carlos

17/01 – 18h30 – Atlético-PR x Olé Brasil (SP) – São José do Rio Preto

17/01 – 21h – Palmeiras x Paulista (SP) – Araraquara

18/01 – 10h – Vitória x Rondonópolis (MT) – São José dos Campos

18/01 – 16h – Grêmio x Fluminense – São Paulo

18/01 – 18h30 – Internacional x Coritiba – Barueri

18/01 – 21h – Santos x Desportivo Brasil (SP) – São Carlos