ICFUT – Vasco enfrenta Universitário, agora sem desprezar a Sul-Americana

Fonte: ig

Cristóvão Borges diz que torneio pode salvar as finanças do time peruano, há 5 meses com salário atrasado

Depois de um começo sem dar muita importância, o Vasco agora passou a flertar com a Copa Sul-Americana. E neste clima de romance, o vice-líder do Campeonato Brasileiro enfrenta o Universitário, do Peru, na noite desta quarta-feira, em Lima, pelas quartas de final do torneio continental. Ao contrário das fases anteriores, o cube dará uma atenção especial à competição a partir de agora. Tanto que vai escalar jogadores importantes como Fágner, Diego Souza, Fernando Prass e Alecsandro.

A bola rola às 18h50 (21h50 horário de Brasília) no Estádio Monumental. Após a partida, os jogadores votam ao Brasil em voo fretado, pois no dia seguinte haverá treino. No domingo, as atenções se voltam para a competição nacional. Com 58 pontos, os vascaínos, igualados com o Corinthians, perdem no número de vitórias. E no domingo, enfrentarám o Santos, na Vila Belmiro, com Neymar.

Brasileiro à parte, o momento é de pensar na Sul-Americana. Embora não seja a prioridade nesta reta final de temporada, a cada fase o time escala jogadores mais experientes. A iniciativa de aproveitar Diego Souza e Fágner é para não deixá-los muito tempo sem atuar. Suspensos, os dois não entraram em campo diante do São Paulo, domingo, em São Januário.

Foto: AE

Alecsandro comemora com Fellipe Bastos. Atacante marcou 2 vezes contra o Aurora

A situação do time peruano contrasta com a do campeão da Copa do Brasil. Enquanto os cruzmaltinos brigam por três títulos no ano, o Universitário atravessa grave crise. Os salários estão atrasados há cinco meses e os jogadores ameaçaram fazer greve. Pelo campeonato nacional, sob forma de protesto, o clube mandou a campo uma equipe de juniores.

Por tudo isso, na teoria, o Vasco leva vantagem no confronto, até porque decidirá a vaga em casa, dia 9. Mas o técnico Cristóvão Borges acredita que a Sul-Americana é o estímulo que faltava, pois a premiação do torneio pode ajudar a equacionar as dívidas.

“Vamos administrar bem isso. Eles estão com salários atrasados, mas continuam passando de fase e jogando tudo na Sul-Americana. Sinal de que a competição é como se fosse se Copa do Mundo para eles. E assim que nós esperamos. É um adversário muito aguerrido”, observou Cristóvão Borges.

A formação que entra em campo nesta quarta permitirá ao treinador tornar o time bastante ofensivo quando estiver com a bola. Além da boa fase de Fágner na lateral direita, na esquerda Julinho se saiu bem na goleada de 8 a 3 sobre o Aurora. Foi dele o cruzamento na medida para Alecsandro marcar o terceiro gol da partida.

Alecsandro, aliás, quer fazer da Sul-Americana um treino de luxo para ganhar condicionamento e tentar recuperar a posição de titular, que hoje pertence a Elton. Para isso, terá o auxílio de Bernardo – autor de dois gols contra os bolivianos – e Diego Souza, o melhor jogador do time na temporada.

“Meu objetivo é jogar no Peru, ganhar ritmo e poder estar à disposição do Cristóvão nos jogos decisivos do Brasileiro. Sei que não estou no nível dos meus companheiros, mas quero recuperar o tempo em que fiquei lesionado”, resigna-se o atacante, que desfalcou a esquipe por sete partidas.

FICHA TÉCNICA – UNIVERSITÁRIO x VASCO
Local:
Monumental, Lima
Data: 2 de novembro de 2011, quarta-feira
Horário: 21h50 (Horário de Brasília)
Árbitro: Carlos Vera (EQU)
Auxiliares: Christian Lescano (EQU) e Carlos Herrera (EQU)
UNIVERSITÁRIO: Llontop; Mendoza, Galván, Galliquio e Rabanal; Rainer, Toño, Vitti e Polo; Fano, Ruidíaz
Técnico: José D. Solar
VASCO: Fernando Prass; Fágner, Nilton, Douglas e Julinho; Diego Rosa, Chaparro, Bernardo e Diego Souza; Alecsandro e Leandro
Técnico: Cristóvão Borges

ICFUT – Santos sobe cinco posições e assume 10º lugar no ranking da IFFHS

Fonte: ig

Equipe de Neymar segue como melhor representante do futebol brasileiro na lista divulgada nesta quarta-feira

Foto: AE

Neymar ajudou a colocar o Santos na décima colocação no ranking mundial de clubes

O Santos, atual campeão paulista e da Copa Libertadores, passou do 15º para o décimo lugar no ranking dos melhores clubes do mundo, elaborado pela IFFHS (siga em inglês para Federação Internacional de História e Estatística do Futebol). A nova lista foi divulgada nesta quarta-feira e o Barcelona continua na liderança.

Depois do Santos, mais cinco brasileiros figuram entre os cem melhores: Internacional, Vasco, Grêmio, Cruzeiro e o atual campeão brasileiro, o Fluminense.

A liderança do Barcelona já dura 38 semanas, um recorde desde que o ranking foi criado. Até então o Milan era o time que mais tempo ocupou o topo da lista, com 37 semanas. O Manchester United acumula 33 e a Inter de Milão, 23. O melhor clube do mundo em outubro foi o Real Madrid, seguido pelo inglês Manchester City. Os dois venceram todos os jogos que disputaram no mês. A última vez que o Real Madrid obteve essa conquista foi em outubro de 2010.

Veja os dez melhores time do mundo e os brasileiros mais bem posicionados:

CLUBE PAÍS PONTOS
1º Barcelona Espanha 335
2º Real Madrid Espanha 309
3º Manchester United Inglaterra 280
4º Vélez Sarsfield Argentina 263
5º Porto Portugal 251
6º Schalke 04 Alemanha 250
7º Manchester City Inglaterra 235
8º Bayern de Munique Alemanha 233
9º Universidad Católica Chile 228,5
10º Santos Brasil 228
11º Internacional Brasil 176
38º Vasco Brasil 164
39º Grêmio Brasil 162
40º Cruzeiro Brasil 155
56º Fluminense Brasil 152
105º Flamengo Brasil 120
114º Botafogo Brasil 118
125º Palmeiras Brasil 114
137º Corinthians Brasil 109
141º São Paulo Brasil

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ICFUT – São Paulo lança programa de TV e ainda não pensa em ter canal

Fonte: ig

Diretor de marketing do clube considera inviável ter um canal próprio e ficar reprisando eventos, como faz o rival Corinthians

O São Paulo lançou, de forma oficial, o seu próprio programa de televisão, a "TV Soberano", que semanalmente ocupará 30 minutos da grade de programação do canal Bandsports, ainda sem dia da semana definido. A data da estreia do programa também ainda é uma incógnita, mas deverá ir ao ar até o final de 2011. No mais tardar, em janeiro de 2012.

Assista ao trailer oficial da TV Soberano

O evento de lançamento aconteceu sem a presença do presidente Juvenal Juvêncio, que era um dos convidados aguardados. O mandatário são-paulino foi representado por outros dirigentes, como o vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes e o vice-presidente de marketing Julio Cesar Casares. O meia Lucas e o goleiro Denis também compareceram.

Apesar da ideia de ter um programa semanal, com direito a boletins diários durante a programação do Bandsports, o São Paulo ainda não pensa em seguir os passos do Corinthians e ter um canal próprio, com 24 horas de conteúdo sobre o clube, na maioria das vezes reprisados. Foi o que admitiu com exclusividade ao iG o diretor de marketing Rogê Davi.

"Tudo tem o seu momento. E agora não é o momento de termos um canal 24 horas no ar, colocando reprises, enchendo linguiça e colocando assuntos que não têm interesse, como o futebol social, o vôlei, basquete. O torcedor em geral não tem interesse nisso. Não temos conteúdo para manter uma TV o dia todo no ar e não achamos interessante ficar reprisando programa toda hora", contou o dirigente.

O iG apurou que a meia hora da "TV Soberano" deverá ir ao ar às sextas-feiras e que será dividida em duas partes iguais. A primeira, com informações exclusivas do futebol, entrevistas com jogadores atuais e do passado, pessoas ligadas ao clube, dirigentes e perfil de atletas. Os outros 15 minutos devem ser ocupados por outras modalidades, como o atletismo, por exemplo, que tem como nome forte do clube a campeã olímpica Maurren Maggi, também colunista do iG Esporte.

Se fora de campo o clube apresenta novidades, dentro dele a situação é delicada. Com oito pontos de desvantagem em relação ao líder Corinthians e ao vice-líder Vasco, a equipe de Emerson Leão terá apenas seis jogos para tentar tirar essa diferença e buscar o heptacampeonato do Brasileirão. O próximo duelo do São Paulo será no sábado, às 19h (de Brasília), diante do Bahia, em Salvador.

ICFUT – Andrés vê demora em recuperação, mas libera Adriano a "encher a lata"

Fonte: gazetaesportiva

O aproveitamento de Adriano pela comissão técnica do Corinthians foi praticamente nulo na temporada até aqui. Contratado em abril, ele fez apenas dois jogos (43 minutos ao todo) e não atua há três jogos. Até o presidente do clube, Andrés Sanchez, admite que sua recuperação tem demorado em relação ao prazo inicialmente previsto. Ainda assim, ele ressaltou que, fora do clube, o atleta tem direito a fazer o que quiser.

"Está demorando um pouco mais do que o esperado para entrar em forma como a gente desejava e esperava, mas está trabalhando forte. Vamos ver se ele ajuda nos próximos jogos", reconheceu Andrés, que espera vê-lo com pelo menos 80% de sua condição física ideal – no momento, segundo o dirigente, Adriano atingiu metade dela. "Mas para um cara com o porte dele, com 100kg, também fica difícil", completou.

Sobre o fato de o jogador ter sido flagrado bebendo chopp, contudo, Andrés usou de desdém. "Só chopp? Deveria ter tomado uísque. Não sou babá, ele faz o que quiser na folga dele. Ele vindo aqui e treinando no horário certo, não estou preocupado. Ele que encha a lata quando quiser. Atrasa (a recuperação), mas é do ser humano. Vou proibi-lo de beber ou dormir 11 horas da noite e impor que ele tome café-da-manhã sempre às 7h30 da manhã e almoce ao meio-dia? A folga é dele, faz o que achar melhor. Ele é atleta e sabe o que é ruim para ele", acrescentou.

Adriano foi contratado em março deste ano e, em 19 de abril, rompeu o tendão de Aquiles do tornozelo esquerdo, levando exatos cinco meses e 13 dias da lesão até estrear com a camisa 10 do Corinthians, diante do Atlético-GO, no Pacaembu. Quase um mês depois da primeira partida, ele ainda se encontra aquém de suas condições físicas. O rendimento abaixo do esperado já ameaça até travar sua renovação de contrato – o vínculo vigente vai até 30 de junho de 2012.

"Sobre renovação dele, a partir de janeiro, vocês perguntem ao Roberto (Andrade, diretor de futbeol e primeiro vice-presidente, que assumirá o comando do clube a partir de 16 de dezembro, quando Andrés promete se licenciar do cargo por conta própria)", esquivou-se o mandatário.

ICFUT – Romário é 11: As 11 camisas do Baixinho na carreira

Fonte: lancenet

Relembre a trajetória de Romário em mais de duas décadas

Romário viveu intensamente o amor por cada camisa que vestiu. Foi eterno enquanto durou. A indiferença não fez parte da realidade do Baixinho no futebol. O cara da camisa 11 vestiu 11 camisas, incluindo uma certa amarelinha, nos 23 anos de carreira profissional (24, se contarmos 2009, quando fez um jogo pelo América-RJ). É sobre elas que o segundo capítulo da série "Romário 11" vai falar.

– Só joguei onde eu quis. Não fui pra nenhum lugar obrigado – contou o Baixinho, ao LANCENET!.

Nascido na comunidade do Jacarezinho – ou melhor, como o próprio gosta de dizer, favela -, o menino Romário deu os primeiros chutes no Estrelinha, clube da Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, onde morou desde os 3 anos (deve ter sido ali que ele cavou seu primeiro pênalti também). Seu Edevair, pai do jogador e fundador do Estrelinha, foi o grande incentivador do menino, em uma época de dificuldades.
– Às vezes não tinha dinheiro para ir treinar com meu irmão. Como eu jogava mais, meu pai me dava a passagem e meu irmão ficava em casa – conta Romário, com um sorriso no rosto ao lembrar do esforço que a família fez para que ele continuasse nos treinos.

1 – VASCO – Primeiro Amor

Romário teve muitas alegrias jogando pelo Vasco (Foto: Ralff Geabra)

Quando Romário foi para o infantil Olaria, em 1979, a relação com o futebol passou a ficar mais séria. A genialidade já se destacava no garoto, que logo foi parar no Vasco, em 1981. Foram quatro anos até o técnico Edu Coimbra, irmão de um certo craque que brilhava no rival, relacionar Romário para enfrentar o Coritiba pelo Brasileirão de 1985. O Baixinho entrou no segundo tempo e logo de cara teve a chance de compor o ataque vascaíno com ninguém menos que Roberto Dinamite.

FICHA TÉCNICA DA ESTREIA DE ROMÁRIO
VASCO 3 X 0 CORITIBA

Local: Estádio São Januário, Rio De Janeiro (RJ)
Data: 6/2/1985
Árbitro: Carlos Sérgio Rosa Martins
Auxiliares: Paulo Sérgio Pinto e Ricardo Muller
Renda: Cr$ 33.895.000,00 / Público : 6.137
Cartões vermelhos: Ivan (VAS) e Lela (CTB);
Gols: Roberto Dinamite 6’/1ºT (1-0), 40’/1ºT (2-0) e Vítor, 44’/2ºT (3-0);

VASCO: Acácio, Edevaldo, Nenê, Ivan, Aírton, Vítor, Geovani, Cláudio Adão, Mário Tilico (Romário), Roberto Dinamite e Rômulo (Donato). Técnico: Edu Antunes Coimbra.

CORITIBA: Rafael, André, Vavá, Gardel, Dida, Marildo, Tobi (Heraldo), Paulinho (Eliseu), Lela, Índio e Édson. Técnico: Dino Sani.

O primeiro gol só viria em 18 agosto, contra o Nova Venécia (ES), mas não demorou a deslanchar, já que foi vice-artilheiro do Carioca daquele ano. A relação com o Time da Colina, pelo qual marcou o milésimo gol, é a mais próxima que Romário tem. Depois da passagem inicial da carreira, de 1985 a 1988, o Baixinho retornaria ao mais três vezes (2000-02, 2005-06 e 2007-08), além de iniciar a carreira de técnico, que futuramente seria trocada pela de deputado.

2 – PSV – Avassalador

Romário em ação pelo PSV contra o Steaua Bucareste (Foto:Site Oficial/PSV)

Romário já não era mais uma aposta no Vasco e teve participação importante na conquista do bi nos Cariocas de 1987 e 1988, além de ter sido chamado para a Seleção Brasileira medalha de prata na Olimpíada de Seul-88. Tudo isso teve um preço: a cobiça dos holandeses do PSV, na época detentores da Copa dos Campeões da Europa, que o contrataram em julho de 1988, por US$ 5 milhões, maior valor para que um jogador deixasse o Brasil até então. O investimento funcionou. Desde o craque Johann Cruyff que os holandeses não viam tamanha genialidade. Romário foi o melhor jogador da Eredivisie, o campeonato nacional, nas três primeiras temporadas. Sucesso.

Nem tudo foram flores, já que em 1993, ano de despedida de Romário do PSV, o time não ganhou nada. Mas isso não apagou o que ele fizera anteriormente. Tanto que o respeito que os holandeses têm pelo Baixinho rendeu duas salas em homenagem ao brasileiro no estádio do clube, o Phillips Stadium. Uma coisa natural, se não fosse pelo fato de o clube não ter um museu, mas ter reservado um local de reverência ao camisa 11.

PSV DE ROMÁRIO (1988/89): Lodewijks, Gerets, Valckx, R. Koeman e Veldman; Van Aerle, Lerby e Vanenburg; Romario, Gillhaus, Janssen. Técnico: Guss Hiddink.

3 – BARCELONA – “Matador de Porteros”

Que esquadrão! Um timaço! Não era a 11, mas a camisa do Barça combinou muito bem com Romário. Com tanto craque junto, até no banco, não seria difícil. Pobre Real Madrid, que sofreu nas mãos, ou melhor, nos pés dessa turma campeã do Espanhol na temporada 1993-1994.

Romário fez gols de tudo quanto foi jeito nesse time do futebol total de Cruyff. Lá, virou o “Matador de Porteros” (matador de goleiros). As atuações impediram que Parreira o deixasse de lado na Seleção que iria aos Estados Unidos na Copa de 1994. Todo mundo já sabe o que essa história rendeu.

BARCELONA DE ROMÁRIO: Zubizarreta, Ferrer, Koeman e Goykoetchea; Guardiola, Amor, Nadal e Sergi; Laudrup, Stoitchkov e Romário. Técnico: Johan Cruyff

4 -FLAMENGO – Popstar

Romário chegou ao Flamengo em 1995, para o "melhor ataque do mundo"
(Foto: Hipólito Pereira/O Globo)

Melhor ataque do mundo: Sávio, Romário Edmundo. A rima é boa, mas o futebol não emplacou. Na primeira passagem de Romário – na época o melhor jogador do mundo, segundo a Fifa – pela Gávea, muita badalação e pouco futebol.

A relação com o Flamengo e sua torcida se consolidou com o passar dos anos. A ida ao Maracanã com Romário no time era certeza de gols, ainda que o Fla não saísse de campo com a vitória. Ah, o Maracanã. Pelo Rubro-Negro, Romário fez do estádio o seu palco preferido. Conhecia cada centímetro das grandes áreas e sabia o caminho do gol mesmo se estivesse de olho fechado (ou de bandana!).

Entre idas e vindas à Espanha, foram cinco anos de Flamengo. A despedida, em 1999 – mesmo com os títulos Carioca e da Mercosul -, foi turbulenta, ao término do Brasileiro. Mas a torcida do Fla jamais se esquecerá dos momentos de alegria que Romário proporcionou, graças à enxurrada de gols do Baixinho.

5 – VALENCIA – Intrigas

Romário não teve muita sorte com a camisa do Valencia, para onde foi por empréstimo em 1996 e em 1997. A relação que teve com os técnicos nas duas passagens que teve na Espanha: Luís Aragonés e Claudio Ranieri. Estava infeliz com o ritmo de treinos, virou reserva. Aí voltou ao Flamengo.

6 – FLUMINENSE – Altos e baixos

Baixinho teve muitas polêmicas no Fluminense (Foto: Ari Ferreira)

Com a camisa do Tricolor das Laranjeiras, a passagem de Romário foi um tanto quanto instável. Se o Flu protagonizou atuações inesquecíveis em 2002, como o 5 a 1 sobre o Cruzeiro na estreia do Baixinho, o time teve apagões que custaram caro, como no 6 a 0 sofrido diante do São Paulo. Partida em que Romário agrediu o zagueiro Andrei, companheiro de time. Os títulos não vieram.

Ao mesmo tempo em que Romário foi lembrado pela agressão ao torcedor na arquibancada das Laranjeiras, ele conseguiu no Flu seu único gol de bicicleta. Foi uma relação de extremos. Ficou no clube de 2002 a 2004, com um hiato para ir ganhar dinheiro no Qatar. Deixou o Flu no ano em que o clube contratou medalhões, como Edmundo, Felipe e Petkovic.

FLUMINENSE DE ROMÁRIO (2002): Murilo, Flávio, César, Zé Carlos e Marquinhos; Marcão, Beto, Fabinho e Fernando Diniz; Romário e Magno Alves. Técnico: Robertinho.

7 – AL-SADD – Petrodólares

Romário foi jogar no Qatar por um contrato milionário. O Baixinho ganhou US$ 1,7 milhão para atuar por 100 dias no Al Sadd. Ele jogou apenas um jogo, não fez nenhum gol e teve de esperar os 100 dias para voltar ao Brasil. A experiência com a camisa do petrodólar não foi das melhores… e ele voltou ao Flu.

8 – MIAMI FC – Aventureiro

Sem clima com a torcida do Vasco e com companheiros que não aceitavam algumas regalias, Romário descobriu a América em 2006, 504 anos depois de Cristóvão Colombo. Em uma “Segunda Divisão” dos Estados Unidos, marcou 19 gols, mas não classificou o time para a fase final da competição. Chegou a ser treinado pelo companheiro de tetra, Zinho.


Romário se apresentou no Tupi, mas não jogou
(Foto: Paulo Wrencher)

9 – ADELAIDE UNITED – Alternativa

Ainda em 2006, diante da tentativa frustrada de jogar no Tupi, onde foi apresentado, mas não pôde jogar porque a transferência se deu fora da época permitida pela CBF, a solução foi desbravar o futebol australiano.

10 – AMÉRICA-RJ – Homenagem

O sonho do pai de Romário, Seu Edevair, era ver o filho atuando pelo América, seu time do coração. O Baixinho sempre disse que cumpriria a promessa feita ao pai. Mas, para a tristeza do camisa 11, o projeto só se concretizou após a morte do pai. Foi apenas um jogo. Mas foi com muita emoção que Romário homenageou seu mentor, a quem amava.

11 – SELEÇÃO BRASILEIRA – Paixão maior

O choro na despedida da Seleção Brasileira (Foto: Ari Ferreira)

A camisa preferida de Romário. Pela Seleção, ele alcançou a glória máxima na carreira, que foi a Copa de 1994. A relação começou cedo, com ele sendo convocado para o time sub-20, em 85, mas acabaria sendo cortado do Mundial (cenas dos próximos capítulos). A Copa de 90 foi um ponto baixo, sendo reserva de Müller. Mas as glórias dos anos seguintes o elevaram ao status de um dos maiores da História.

BRASIL NA FINAL DA COPA-1994: Taffarel, Jorginho (Cafu), Aldair, Márcio Santos e Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho e Zinho (Viola); Bebeto e Romário. Técnico: Carlos Alberto Parreira

O problema para Romário foi que, a não ser em 1994, não teve sorte nas épocas de Copa. Foi cortado às vésperas da competição em 1998, contundido. Deixou a França chorando. Quatro anos depois, não teve apelo que fizesse Felipão se convencer a convocá-lo e o Brasil foi penta sem ele. Fez sua despedida contra a Guatemala, em 2005, no Pacaembu. Marcou um dos gols na vitória por 3 a 0. Chorando, deu adeus à camisa que mais amou na carreira.

BRASIL NA DESPEDIDA DE ROMÁRIO: Marcos (Rogério Ceni); Cicinho (Gabriel), Fabiano Eller (Gláuber), Ânderson e Léo; Mineiro, Magrão (Marcinho), Ricardinho e Carlos Alberto; Romário (Grafite) e Robinho (Fred). Técnico: Carlos Alberto Parreira

ICFUT – Real está no Brasil por Neymar e Lucas, diz jornal

Fonte: lancenet

Publicação espanhola garante que clube vai fechar com a Joia da Vila, e também está de olho no craque do São Paulo

Santos x Atlético-PR - Neymar comemora (Foto: Tom Dib) Neymar chegaria ao Real após Londres-2012 (Foto: Tom Dib)

O Real Madrid (ESP) está no Brasil por Neymar. De acordo com o "El Confidencial", da Espanha, Miguel Pardeza, um dos diretores do clube, e o advogado Javier López Farré estão em São Paulo para dar os últimos retoques à "operação Neymar", que custará 56 milhões de euros (R$ 134,4 milhões).

Ainda segundo a publicação, o jogador será incorporado ao elenco merengue depois dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Seu contrato terá a duração de cinco temporadas, e ele receberá 6 milhões de euros anuais (R$ 14,4 milhões), sem contar prêmios e incentivos.

O jornal avança dizendo que Pardeza aproveitará a presença no país para observar a evolução de outros jovens brasileiros: o principal deles, Lucas, do São Paulo. Segundo o "El Confidencial", José Mourinho está encantado com o jogador.

Real Madrid (ESP) e Barcelona (ESP) disputam a contratação de Neymar há tempos. Os rivais espanhóis fizeram propostas de 60 milhões de euros (cerca de R$ 143 milhões) pelo atacante em setembro.