Por Cleber Aguiar – Pelé visita região afetada por terremoto e tsunami no Japão

Fonte: Portal IG

Rei do futebol teve como objetivo levar solidariedade aos que tentam reconstruir suas casas e voltar a viver normalmente após tsunami

Nesta segunda-feira, Pelé visitou uma escola em Miyagi, no Japão, uma das zonas atingidas por um terremoto e um tsunami no último mês de março. “Eu vim para trazer palavras de encorajamento, como um representante do povo brasileiro”, disse o Rei do futebol, rodeado por crianças da Escola Elementar Fujigaoka de Natori.

 

Foto: AFP

Pelé viajou ao Japão para promover a disputa da Copa 2014 e prestar apoio às vítimas de tsunami

Nomeado embaixador da Copa de 2014 pela presidenta Dilma Rouseff em julho, Pelé viajou ao Japão para promover a disputa do Mundial que será jogado no Brasil e para prestar apoio às vítimas.

Além de distribuir autógrafos e bolas de futebol para as crianças e os demais fãs presentes, o ex-jogador entregou doações de empresas brasileiras aos necessitados, como cobertores e mantimentos.

Por Cleber Aguiar – Mulher de Luis Fabiano diz que marido não é mágico e recomenda igreja ao time

Fonte: Portal UOL

Mulher de Luis Fabiano considera injustas críticas pesadas sobre o atacante

Mulher de Luis Fabiano considera injustas críticas pesadas sobre o atacante

A mulher do atacante Luis Fabiano, Juliana Paradela, recorreu ao Twitter para defender o atacante. Ela critica a maneira como o jogador tem sido tratado sobretudo nas redes sociais. O camisa 9 ainda não marcou desde o retorno ao futebol. A mulher diz que Luis Fabiano não é mágico.

“Se está ruim com ele, posso garantir que seria muito pior sem ele! Quem entende o mínimo de futebol sabe que ele não é mágico! Parem de criticar meu marido! Ele não é salvador da pátria! Se fosse só ele, iria jogar golfe! Futebol é coletivo!”, postou.

A derrota do São Paulo diante do Atlético-GO culminou na queda de Adilson Batista. A esposa do atacante entendeu que todo o elenco não foi bem em Goiânia, considerando injusto apontar o atacante como culpado pelo revés no Brasileirão.

“É… O jeito vai ser levar o time todo do São Paulo para a igreja!”.

 “Agora a culpa é dele?! Ah! Vão catar coquinho! Ele ficou sete meses sem jogar! E acho que ele foi o melhor em campo! Pronto, falei!”.

Após a queda de Adilson Batista, o São Paulo anunciou Milton Cruz como comandante do time para os dois próximos jogos.

Por Cleber Aguiar – Palestra Itália: arena agita o comércio

Fonte: Diário do Comércio – SP

Escrito por André de Almeida
Vista aérea das obras do projeto do futuro estádio./Divulgação

O futuro estádio do Corinthians, em Itaquera, que costuma ocupar alguns minutos nos noticiários e que, possivelmente, sediará a abertura da Copa do Mundo de 2014, promete levar desenvolvimento econômico e social para a região leste de São Paulo. Na mesma linha, mas nem tão comentada, está a Arena Palestra Itália, do Palmeiras, na zona oeste da capital. Da mesma forma que o estádio do rival alvinegro, a conclusão da arena alviverde é ansiosamente aguardada pelos comerciantes que estão no entorno do Parque Antártica. Para eles, a finalização da obra significa aumento nos lucros, por causa da realização de eventos esportivos e culturais que acontecerão no estádio.

A construção da nova Arena Palestra Itália está a cargo da WTorre. As obras começaram há um ano e devem estar concluídas no primeiro semestre de 2013. Com a reforma, o Parque Antártica, que antes abrigava em torno de 30 mil expectadores, terá capacidade para 45 mil pessoas em jogos de futebol e para até 60 mil pessoas em shows musicais.
Pelo contrato de modernização do estádio, a construtora ficará com a direção da Arena por 30 anos, repassando ao Palmeiras uma parte das receitas. No caso de shows, por exemplo, a parcela alviverde variará de 20% a 45%. Já as bilheterias dos jogos continuarão sendo integralmente do clube.
Desenvolvimento – Segundo Dimitrie Gheorghiu, superintendente da Distrital Lapa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a Arena Palestra movimentará o setor empresarial da região, promovendo um grande desenvolvimento local. Entende-se como setor empresarial os segmentos de hotéis, bares, restaurantes, postos de combustíveis, comércio varejista e prestadores de serviços, como os taxistas, por exemplo. 
“O futebol, dentro da nova Arena, será apenas uma das atividades desenvolvidas. As principais delas, em minha opinião, serão os eventos musicais. Esses mega eventos, por sua vez, irão gerar muitos negócios paralelos”, afirma.

 

Gabriel Mantia, vendedor da loja oficial do clube, onde o movimento caiu entre 70% e 80%./Bruno Poletti-LUZ

Parceria – A aposta do dirigente nos shows musicais tem fundamento. Há menos de duas semanas, o Palmeiras fechou uma parceria com a empresa AEG para a operação da Nova Arena. Maior grupo de gestão de entretenimento do mundo e responsável por casas de shows como o Staples Center (Los Angeles), O2 (Londres) e O2 World (Berlim), a AEG realiza aproximadamente  sete mil shows por ano e gere 100 arenas nos cinco continentes. 
O contrato terá dez anos de duração, renovável por mais 20. “Como será uma arena de primeiro mundo, o empreendimento gerará uma nova economia, com reflexos positivos, entre eles a valorização imobiliária da região e a modernização de estabelecimentos comerciais”, diz Dimitrie. Segundo ele, os empresários certamente investirão em na reforma de fachadas e em capacitação de seus funcionários. 
Otimismo -Comerciantes e prestadores de serviços ouvidos pelo Diário do Comércio estão otimistas com as oportunidades de negócios que serão abertas com a inauguração da Arena Palestra Itália. Na opinião de Herman Correia, proprietário de uma lanchonete na rua Turiassú, quando o complexo multiuso estiver pronto, certamente será possível recuperar a clientela, perdida em decorrência das obras de reforma do estádio.
“Tivemos de nos adaptar durante este período de obras. Atualmente, nossa clientela é formada basicamente pelos operários que trabalham na construção da Arena”, afirma Correia. Uma das maiores preocupações do empresário é a provável valorização dos imóveis da região. Como não é proprietário da lanchonete, ele está preocupado com um possível aumento de aluguel que, se houver, terá de ser repassado. “Mas, no geral, tudo vai melhorar. Terei de volta toda minha clientela junto com os  jogos e também os shows musicais”, completa.
Gabriel Guedes, gerente de um estacionamento na mesma rua, também aguarda com otimismo a conclusão das obras no Palestra Itália. Como os jogos representavam 40% do faturamento total, a esperança é recuperar o prejuízo com a a abertura da Arena. Até mesmo o faturamento da loja oficial do Palmeiras no Parque Antártica sofre com a falta de jogos. “As vendas caíram de 70% a 80%. Com o novo estádio, nosso faturamento deve dobrar em relação ao período anterior às obras”, diz Gabriel Mantia, vendedor do estabelecimento.
Crescimento – Próximo ao Parque Antártica, o Shopping West Plaza divulgou, por meio de nota, que todas as ações que proporcionem investimentos e o crescimento da região são interessantes para o empreendimento. O comunicado ainda enaltece a importância da parceria entre o Palmeiras e a AEG. “A Arena aumentará a visibilidade da região. E, especificamente para o West Plaza, a possibilidade de novos consumidores para o Shopping, atraídos pelo novo estádio, também nos deixa ainda mais otimistas e confiantes no sentido de continuarmos apresentando crescimento de vendas e aumento de fluxo”.
Novo estádio não empolga ex-goleiro e ídolo do clube
Cattani atuou no Palmeiras nas décadas de 1940 e 1950./Folhapress

Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, Oberdan Cattani, que atuou como goleiro nos clube nas décadas de 1940 e 1950, aguarda a nova Arena Palestra Itália sem muita empolgação. Aos 92 anos, Oberdan é adepto da tese de que o clube não precisava construir um  novo estádio. “Seria necessário apenas de uma pequena reforma. Mas já que vão construir outro, vamos ver no que vai dar”.
O ex-goleiro, no entanto, vê com bons olhos o atual desenvolvimento do comércio do entorno do Parque Antártica, no bairro da  Pompeia,  principalmente por causa de  dois shoppings centers. Na época em que era atleta no clube, o comércio praticamente não existia na rua Turiassú, onde fica a sede do Palmeiras. ” A principal lembrança que tenho daquela época é que passava um  córrego naquela rua e. certa vez, salvei dois garotos que caíram na água”, lembra.
Oberdan Cattani, que testemunhou o fim do Palestra e o nascimento do Palmeiras, em 1942, é conselheiro vitalício do clube e  costuma visitá-lo com  frequencia. Mora nas Perdizes, também na zona oeste.

Por Cleber Aguiar – Itaquerão sofre menos exigências que Palestra

Fonte: O Estado de São Paulo

Só Palmeiras terá de fazer, por exemplo, intervenções viárias perto de seu estádio

 
Caio do Valle, de O Jornal da Tarde

Enquanto o Palmeiras está tendo de cumprir uma série de exigências da Prefeitura para minimizar o impacto de seu novo estádio em Perdizes, zona oeste da capital, as obras da arena do Corinthians em Itaquera, zona leste, não estão vinculadas a melhorias viárias pagas pelo construtor para o entorno do estádio, cotado para abrir a Copa de 2014.

Embora as duas construções tenham capacidade permanente semelhante – cerca de 45 mil torcedores – só o clube alviverde terá de bancar intervenções nas vias perto do estádio, como o alargamento da Avenida Francisco Matarazzo, adequações em cruzamentos e instalação de semáforos. As ações atendem a exigências da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) – o clube não informou custos.

As obrigações estão contidas na certidão de diretrizes da obra palmeirense. O documento, emitido pela Secretaria Municipal de Transportes e necessário para obter o alvará de aprovação, estabelece medidas para mitigar a previsão de piora no trânsito causada por estabelecimentos geradores de tráfego, como shoppings e prédios comerciais.

Para a arena corintiana, apesar de o número de vagas de estacionamento ser mais do que o dobro da prevista pelos palmeirenses, a Prefeitura não exigiu qualquer intervenção. Apenas o porte do estacionamento foi fixado – 3,7 mil vagas reservadas para carros e 741, para motos.

Segundo texto assinado pelo secretário municipal dos Transportes, Marcelo Branco, as obras viárias necessárias ao empreendimento já “estão contidas no Plano de Desenvolvimento da Zona Leste”, convênio assinado entre Estado e Prefeitura em abril, como parte do pacote que viabilizou o estádio corintiano.

Esse plano prevê cinco intervenções para melhorar o acesso às imediações da arena alvinegra – entre elas, a construção de uma via para ligar as Avenidas Itaquera e Radial Leste -, todas pagas com recursos públicos, ao contrário do que ocorre em Perdizes. O plano para Itaquera está orçado em R$ 478,2 milhões.

Quem passa diariamente pelas redondezas das obras na zona leste reclama dos gargalos no trânsito local e teme uma piora. Um exemplo é o entroncamento das Avenidas Miguel Inácio Curi e Itaquera. Estreitas, as vias já não comportam o volume de veículos nos horários de pico.

O frentista Esequiel Batista, de 30 anos, diz que o trânsito local é agravado pela falta de opções. “Aqui não há ruas paralelas que sirvam de alternativa.” A Prefeitura justifica as diferenças dizendo que os estádios estão em regiões de urbanização distintas. Para a gestão Kassab, a arena do Palmeiras está em uma área de “desenvolvimento mais consolidado, com grande oferta de transporte público e infraestrutura” e com “densidade populacional e uso do solo” muito maiores do que em Itaquera.

ICFUT – Torcedores palmeirenses chamam Kleber de ‘Judas’ e ‘traidor’ no Canindé

Fonte: espn

Parte da torcida do Palmeiras demonstrou a sua revolta com o atacante Kleber, neste domingo, durante a derrota para o Fluminense, por 2 a 1, no Canindé. Torcedores nas arquibancadas exibiram camisetas com inscrições chamando Kleber de "Judas" e "traidor". Outros protestaram mostrando cartazes com "time de safado".
Kleber, que era considerado um dos grandes ídolos da torcida alviverde, foi afastado do time pela diretoria após sair em defesa do volante João Vítor, que se envolveu em uma briga e foi agredido por torcedores na última terça-feira. Na ocasião, Kleber ficou indignado com o fato e se recusou a viajar no mesmo dia para o Rio de Janeiro, onde o time enfrentaria o Flamengo no dia seguinte.

A torcida palmeirense não gostou da atitude de Kleber, que não fez grandes jogos e não marcou nenhum gol desde a polêmica proposta do Flamengo pelo atacante. Na próxima terça-feira, o jogador deve se reunir com o presidente Arnaldo Tirone para definir a sua situação no clube. O técnico Luiz Felipe Scolari já avisou que~não pretende mais trabalhar com Kleber.

Torcedores do Palmeiras exibiram camisas no Canindé chamando Kleber de Judas

Torcedores do Palmeiras exibiram camisas no Canindé chamando Kleber de Judas
Crédito da imagem: Agência Estado

ICFUT – Logo após Adilson cair, são-paulino inicia sondagem a Felipão

Fonte: uol (blog do perrone)

Minutos após o São Paulo anunciar a demissão de Adilson Batista, um dirigente tricolor telefonou para um amigo de Luiz Felipe Scolari. Pediu o número do celular de Felipão, perguntou quando ele volta de Portugal e qual a sua real situação no Palmeiras.

Não foi uma ligação oficial, com a chancela de Juvenal Juvêncio, mas o presidente são-paulino não esconde sua admiração pelo treinador do rival. No Morumbi, todos sabem que seria difícil tirá-lo agora do Palestra Itália. Por isso, a ala que já defendia Milton Cruz como interino até dezembro, fará mais barulho agora.

Por outro lado, a queda de Adilson fortalece Felipão, que trava um braço de ferro com a cúpula palmeirense por causa de promessas que não têm sido cumpridas.

ICFUT – Adilson pede perdão à torcida: "me dediquei como se fosse Seleção"

Fonte: terra

Adilson Batista deixou os vestiários no Serra Dourada bastante abatido. A derrota por 3 a 0 para o Atlético-GO pôs fim à sua passagem pelo São Paulo e o técnico optou por dar somente um pronunciamento, sem dar espaço para perguntas, em suas últimas palavras como comandante do clube do Morumbi. E as direcionou aos seus principais contestadores: os torcedores.

"Peço desculpas ao torcedor são-paulino. Entendo a chateação e a revolta. Torço para que o clube tenha tranquilidade e volte o ambiente favorável, de calor. A bola comigo não estava entrando", lamentou o treinador, ressaltando seu empenho para que o trabalho gerasse melhores resultados.

"Agradeço ao São Paulo Futebol Clube pela possibilidade de trabalhar. Procurei me dedicar da maneira como se tivesse uma oportunidade na Seleção Brasileira pela estrutura, condição de trabalho e lealdade das pessoas que o dirigem", enalteceu Adilson.

O técnico tem razões para ficar chateado. Nestes três meses à frente da equipe, optou por morar no CCT da Barra Funda para, como dizia, "vivenciar o time". Acompanhava pessoalmente e com atenção todas as atividades, fossem elas feitas por reservas ou até quem raramente era relacionado.

Na sexta-feira, durante sua entrevista coletiva, demonstrou alegria pelas palavras de Juvenal Juvêncio dois dias antes, de pleno apoio ao seu trabalho, e até concordou com a avaliação do presidente de que são os jogadores que não estavam rendendo. Mas o mandatário estava menos paciente do que dizia. De São Paulo, ligou neste domingo para o diretor de futebol, Adalberto Batista, informar o técnico que estava demitido.

"O futebol é resultado e, infelizmente, os nossos não têm sido os melhores. Peguei o time em segundo lugar após o trabalho do Paulo César Carpegiani e do Milton Cruz, auxiliar técnico e o entrego em sexto", constatou, admitindo que tinha esperança de evitar a queda.

"Fizemos um bom primeiro tempo, poderíamos ter conseguido um resultado melhor. Futebol é assim. Não se vence, é melhor sair. Agradeço ao Juvenal, ao José Carlos Alves, gerente de futebol , ao Adalberto pela tranquilidade neste período", encerrou, antes de seguir cabisbaixo em sua última aparição com uniforme do São Paulo.