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Por Cleber Aguiar – Colecionador: aquele que veste a camisa

Fonte: Jornal Poder Executivo do Estado de São Paulo

Camisas da Seleção Brasileira estão sempre entre as peças mais valiosas dos colecionadores

O Museu do Futebol, localizado noEstádio do Pacaembu, realiza hoje (27) o 4º Encontro de Colecionadores de Camisas
de Futebol. A ação, em parceria com o site minhascamisas.com.br, comunidade de colecionadores com quase 2 mil filiados,reunirá aficionados, apreciadores e fabricantes de camisas dos mais diversos clubes do Brasil e do mundo. Para participar do encontro, das 10 às 17 horas, não é necessário colecionar camisas. Qualquer pessoa interessada pelo tema pode comparecer e conhecer mais sobre essa ‘mania’. Nas três últimas edições,o evento reuniu 1,5 mil pessoas.“O museu tem como objetivo preservar a memória do futebol brasileiro e o Encontro é uma oportunidade de reunir colecionadores que gostam e admiram o futebol”, diz Renato Baldin, coordenador do Núcleo de Eventos do Museu do Futebol.
Nesta edição, o jornalista e pesquisador José Renato Santiago colocará em exposição algumas camisas com distintivos incomuns,tema do seu recém-lançado livro Os distintivos de futebol mais curiosos do mundo. Esta não é a primeira vez que o Museu do Futebol homenageia os colecionadores de itens ligados ao esporte. A instituição dispõe de um espaço dedicado à idolatria do torcedor: a Sala Grande Área, que reúne 483 fotografias de objetos raros como flâmulas, discos e jornais voltados à modalidade.Em maio do ano passado, o museu realizou a exposição Mania de colecionar, reunindo 119 camisas de clubes pouco conhecidos dos 27 Estados brasileiros, além de flâmulas e peças de futebol de botão. O 4º Encontro de Colecionadores será realizado numa sala externa do Museu do Futebol e não é necessário pagar ingresso para participar. Quem quiser conhecer o acervo, a entrada custa de R$ 6,00; estudantes, professores e idosos pagam meia, R$ 3,00.

Da Agência Imprensa Oficial e da
Assessoria de Imprensa da SEC

Por Cleber Aguiar – Diego Forlán confirma troca do Atlético de Madri pela Inter de Milão

Fonte: O Estado de São Paulo

Diego Forlán vai deixar o clube espanhol Atlético de Madri após quatro temporadas para defender a Inter de Milão, da Itália, disse o atacante uruguaio nesta segunda-feira.

“Despedidas são sempre duras, porque foram quatro anos mais três no Villarreal, e agora… eu vou sair. Nunca vou esquecer o carinho das pessoas”, disse Forlán em entrevista coletiva na capital espanhola.

“Estou realmente em busca de me rejuvenescer, é tudo novo e você encontra motivação nisso porque os desafios são grandes”, disse o ex-jogador de Manchester United e Villarreal.

“Não é sempre que você tem chance de ir para a Inter aos 32 anos, e espero conseguir cumprir as expectativas.”

Por Cleber Aguiar – ENTREVISTA / JOSEPH BLATTER – Presidente da FIFA.

Fonte: O Estado de São Paulo

‘A cidade mais adequada para receber a abertura é o Rio’, diz Blatter

Em entrevista exclusiva, presidente da Fifa esquenta disputa principal da Copa do Mundo de 2014

Jamil Chade – O Estado de S. Paulo

OBERGESTELN, Suíça – Depois de meses de uma verdadeira guerra em torno da viabilização financeira da Arena do Corinthians, em Itaquera, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, declara: quer a abertura da Copa de 2014 no Maracanã e não em São Paulo. O cartola máximo do futebol mundial abriu ao Estado as portas de sua aldeia natal, no centro das montanhas na Suíça. Nada de gravata e terno. Apenas calça de abrigo, uma paisagem alpina e uma longa conversa.

Joseph Blatter corre para as montanhas, na pequena Obergesteln, na Suíça, sempre que tem chance - Jamil Chade/AE
Jamil Chade/AE
Joseph Blatter corre para as montanhas, na pequena Obergesteln, na Suíça, sempre que tem chance

Sentado em uma mesa de um bar local, Blatter falou abertamente sobre a Copa do Mundo de 2014, a avalanche de escândalos de corrupção na Fifa, da presidente Dilma Rousseff, do ex-presidente Lula e do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador Local da Copa (COL), Ricardo Teixeira. Mas fez questão de alertar que é a briga política no Brasil o maior obstáculo para a preparação do Mundial.

O suíço ainda criticou o atual futebol brasileiro, disse que a seleção sub-20 não joga “o futebol brasileiro” e adverte que não há nenhuma garantia de que o País saia campeão em 2014 com o atual time.

Nos últimos meses, Blatter se transformou na imagem de uma entidade corrupta e com uma guerra declarada entre diferentes atores na Fifa. À reportagem, Blatter renovou seus ataques contra inimigos e garante que anunciará “mudanças importantes na Fifa” em outubro. Eis os principais trechos da entrevista, concedida da manhã deste sábado, no “recanto de Blatter”.

Em outubro, a Fifa vai anunciar o local de abertura da Copa de 2010. Mas onde é que o senhor gostaria de estar sentado para ver a abertura da Copa do Mundo no Brasil?
Há definitivamente uma competição entre Rio e São Paulo para obter a abertura. Mas já demos o centro de Mídia para o Rio e a sede da organização da Fifa será no Rio. Portanto, a cidade mais adequada para receber a abertura é mesmo o Rio de Janeiro. O futebol brasileiro é o Rio. E para o mundo, o Rio é a cidade mais atraente para abrir uma Copa, sem dúvida.

Mas e todo o debate e financiamento dos estádios em São Paulo? Como fica?
O principal obstáculo para a organização da Copa no Brasil tem sido as brigas políticas entre prefeitos, governadores e governo federal. Isso pode de fato atrapalhar muita coisa. O Brasil sediará uma ótima Copa. Mas tem de resolver essa briga política.

A questão dos aeroportos preocupa?
Decidimos ter uma pessoa dentro da Fifa exclusivamente dedicada a ajudar o Brasil a reformar essa área de transportes para que não tenhamos problemas. Isso precisa ser equacionado.

O senhor teme um caos na organização da Copa?
É mais difícil organizar uma Copa que os Jogos Olímpicos. É um evento nacional e que atinge diferentes cidades. Não é tão fácil organizar esse vento, nem para o Brasil. Mas, olha, tenho certeza que Brasil vai realizar ótima copa. Só não tenho tanta certeza de que terá o melhor time.

Então não há garantias de que a tragédia de 1950 seja superada?
A Alemanha montou palco para ganhar Copa de 2006 e veja o que ocorreu. O Brasil tem um novo técnico (Mano Menezes, que assumiu após a Copa de 2010). Mas já há muitas criticas. Ricardo Teixeira disse que não mudará o plano. Mas a verdade é que se não houver resultados, terá de pensar. O Brasil não terá mais jogos oficiais. Apenas brincadeiras. Não há mais nenhuma pressão de competição até a Copa das Confederações. Então nunca sabe em que pé seleção estará.

Como o senhor avalia o futebol brasileiro atual?
Olha. Acompanhei de perto o sub-20. O Brasil ganhou e aplaudi. Mas eles não jogam o futebol brasileiro. Entendi que o time jovem do Brasil não joga mais o futebol brasileiro. Eles jogam como se tivessem Lúcio e Maicon na zaga. É o mesmo modelo. Forte. Mas onde está esse jogo de dribles, mudando o ritmo de jogo? Nada. É muito poder. Vimos o que ocorreu na Copa de 2010. Vimos também como jogadores perderam a cabeça. Falou-se na falha de Julio Cesar. Mas aquele era o primeiro gol só e o jogo estava empatado. O Brasil entrou em colapso. Não imaginavam que aquela defesa deixaria passar um gol.

Como o senhor vê o uso do futebol por políticos?
O envolvimento de políticos em si não é um problema. O que não pode ocorrer é o abuso do futebol para aumentarem seu poder. Temos de reconhecer que o futebol tem uma dimensão econômica tão grande hoje que ele também ganhou uma dimensão política.

O ex-presidente Lula interferia com frequência no futebol brasileiro e fez lobby até por Itaquera. Isso ajudava ou criava mais obstáculo?
Vamos dizer desta forma: era mais fácil para CBF trabalhar com Lula que agora com Dilma. Só direi isso. Ela teria tomado um distanciamento por conta dos problemas de popularidade de Ricardo Teixeira? Ah sim, ele é impopular no Brasil (risos)?

Como o senhor explica tantas acusações de corrupção na entidade que preside por tantos anos?
Outros cartolas do mundo me dizem: parabéns, você polarizou a atenção da imprensa internacional. O que eu tenho para dizer sobre isso é o seguinte : temos maus perdedores na Fifa. Temos de dizer que alguns de nossos atores e alguns dos principais atores da Fifa não agiram bem. Mas já começamos a atuar. Agora, peço que a imprensa nos de um tempo para aplicar as medidas que estamos elaborando. No dia 21 de outubro vou anunciar medidas.

Mas há quem diga que essas medidas não resolvem nada.
Essa animosidade vem da Inglaterra. Veja o timing das acusações. Foi justamente quando perderam o direito de sediar a Copa de 2018. Três semanas antes das eleições para presidente é que trouxeram acusações. Sabe, vou dizer a verdade. Tudo isso é ainda uma revanche por de terem perdido em 1974 a presidência da Fifa para João Havelange. Ainda não aceitaram que não controlam a Fifa. Como não poderiam recuperar a presidência, decidiram que iriam destruí-la.

Mas a foi eleição usada por outros também. Quando em março o senhor criticou a preparação do Brasil para a Copa de 2014, dizendo que o país estava menos preparado que a África, a CBF disse que era uma revanche sua contra Teixeira por ele estar apoiando Mohamed Bin Hammam?
Verdade? Foi isso que disseram?

O senhor acredita que haverá uma guerra em 2015 pela presidência da Fifa?
Terei 79 anos e não vou querer concorrer a nada. Mas posso dizer que a Europa fará de tudo para manter a presidência da Fifa. Digo, para recuperar a presidência, porque não me consideram europeu. Para evitar essa guerra, vamos montar um plano para permitir essa eleição. Teremos renovação, não revolução.

O senhor aposta em Teixeira com tendo alguma chance de ser eleito como o próximo presidente da Fifa?
Bom, ele é o candidato de Havelange (risos).

Por Cleber Aguiar – Rodada de clássicos tem protestos anti-Teixeira

 

Fonte: Folha de São Paulo

Faixas e gritos pedem saída de cartola da CBF


Articulado por um movimento de torcidas organizadas, protestos contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, se estenderam, em alguns lugares timidamente, pelos principais estádios do Brasil na 19ª rodada do Brasileiro.
Houve ainda proibição de protesto na Arena do Jacaré, em Minas Gerais, no clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro.
A manifestação mais visível foi de organizada do Palmeiras, no jogo contra o Corinthians. A torcida fez mosaico com a bandeira do Brasil e dizeres “Fora Teixeira”.
Entre corintianos, houve alguns pequenos cartazes de torcedores isolados.
No clássico da Vila Belmiro, a torcida são-paulina levou cartazes e faixas pedindo a saída do cartola da CBF.
Também houve um mosaico na torcida do Internacional, no Gre-Nal, com crítica ao dirigente da CBF. Inicialmente, a polícia disse que vetaria a manifestação.
No Rio, no clássico entre Flamengo e Vasco, houve torcedores isolados com cartazes anti-Teixeira e uma distribuição de panfletos pedindo sua saída da confederação, nas cercanias do estádio.
A torcida do Atlético-MG levou uma faixa contra o dirigente, mas a entrada desta no estádio de Sete Lagoas foi barrada pela polícia militar.
“Não se trata de censura, mas de dar melhor visibilidade ao torcedor”, afirmou membro da polícia militar.
Em Santa Catarina, havia uma disputa entre cartolas locais e o Ministério Público sobre o protesto. Não se viu cartazes no Orlando Scarpelli, no jogo Figueirense x Avaí.

Por Cleber Aguiar – Manchester humilha o Arsenal: 8 a 2

Fonte: O Estado de São Paulo

Rooney, autor de três gols, leva time à maior goleada da história do clássico e aumenta pressão sobre Wenger

O Manchester United massacrou o Arsenal com uma goleada por 8 a 2, ontem no Old Trafford. Esse foi o placar mais elástico na história do clássico e colocou o United na liderança do Campeonato Inglês, com os mesmos 100% de aproveitamento do Manchester City nas três primeiras rodadas, mas com vantagem no saldo de gols (10 contra 9).

O atacante Rooney foi o nome do jogo, não só pelos três gols que fez de bola parada (duas belas cobranças de falta e um de pênalti), mas por liderar a equipe durante toda a partida. Também Ashley Young se destacou com dois golaços marcados em belos chutes de fora da área. Welbeck, Nani e Park completaram a goleada.

O goleiro De Gea se recuperou das falhas nos primeiros jogos e defendeu um pênalti cobrando por Van Persie quando o jogo estava 1 a 0. O brasileiro Anderson também fez boa partida, mostrando que é um volante que marca e também sai para o jogo.

O placar escandaloso retrata muito bem o abismo que se abriu entre as duas equipes nos últimos anos. Em treze partidas disputadas entre os dois clubes, o United venceu 10, marcando 32 gols e sofrendo 11.

Com um único ponto conquistado em três jogos, esse é o pior início de temporada do Arsenal desde 2006/2007. Capenga após a saída de Fábregas e Nasri, o time se mostrou ontem inoperante no ataque e com uma defesa ingênua. Os torcedores já colocam em dúvida o trabalho do técnico Arsène Wenger, há quinze anos à frente do time.

Apesar disso, o comandante dos Gunners tentou manter a calma. “Nós sofremos fisicamente no segundo tempo. O Manchester United tem muita categoria e nos puniu. Acabamos nos abrindo, e eles não perdoaram,” analisou o treinador francês na entrevista coletiva depois da partida.

Outro massacre. O placar histórico conseguido pelo Manchester United foi tão fantástico que chegou até a ofuscar um pouco outro resultado igualmente notável: a goleada do Manchester City sobre o Tottenham por 5 a 1, em Londres.

O destaque do jogo foi o atacante bósnio Edin Dzeko (autor de quatro gols), que ajudou sua equipe a dominar o adversário. O City chegou à sua terceira vitória, enquanto o Tottenham ainda não pontuou.

Os quatro gols marcados levaram Dzeko ao primeiro lugar da tabela de artilheiros do Campeonato Inglês, com 6 gols, um a mais que Rooney.

Nos outros jogos que completaram a rodada, o Newcastle venceu o Fulham por 2 a 1 e o Stoke City bateu o West Bromwich por 1 a 0.

Por Cleber Aguiar – ENTREVISTA / SÓCRATES

Fonte: Folha de São Paulo

Meu fígado não está totalmente comprometido

INTERNADO APÓS HEMORRAGIA, EX-JOGADOR DIZ QUE QUASE NASCEU DE NOVO, AFIRMA QUE VAI PARAR DE BEBER E ENALTECE O REGIME CUBANO

JUCA KFOURI
COLUNISTA DA FOLHA

No final da tarde de anteontem, o Doutor Sócrates estava feliz. E empregado.
E em meio à entrevista exclusiva à Folha, foi interrompido pelo doutor Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, que entrou em seu quarto, com o enteado Sérgio, em busca de dois autógrafos em camisas do Corinthians.
O detalhe é que Lottenberg é são-paulino roxo e foi obrigado por Sócrates, 57, a segurar as camisas alvinegras enquanto ele as autografava para o enteado corintiano.
“O que eu não faço por você?”, disse o presidente do hospital, que não só salvou a vida de Sócrates, graças à competência e ao esforço do cirurgião Breno Boueri, como o convidou para fazer parte de sua equipe, que trata exatamente de transplantes de fígado, comandada pelo doutor Ben-Hur Ferraz Neto.
Convite prontamente aceito.
Sócrates, internado após uma hemorragia digestiva, tinha recebido uma ligação do ex-presidente Lula e permanecia na companhia permanente de sua mulher, cujo nome tatuou discretamente no pulso esquerdo, a jornalista Kátia Bagnarelli, que, na madrugada de sexta retrasada, foi preparada para o pior.

Folha – Foi o maior susto da sua vida?
Sócrates
– Não… O que é susto? Ah, boa pergunta.

Você teve medo de morrer? Eu cheguei perto, mas passei por situações talvez mais próximas. Esse caso específico foi meio que surpreendente, porque fazia três meses que eu não consumia álcool.

Em Cuba [onde esteve recentemente] você não consumiu?
Consumi. Mas tem uma característica muito interessante nessa história. O meu fígado tem alguns problemas, mas ele funciona bem. Boa parte dele funciona bem. Só que ele chegou num ponto de absoluta incompatibilidade [risos] com o álcool.

Você sempre soube o que estava acontecendo, não?
Isso não dá para quantificar, não é assim. Eu cheguei num ponto que tive de parar para cuidar disso e descobri uma coisa maravilhosa: eu não tenho abstinência, não sinto falta, falta química.

Antes da coisa química, fale da psicológica, você que sempre foi adepto do viver cada momento, viver sempre apaixonado. Dá para mudar?
Não acho que tenha de mudar, não. Na verdade, eu vou tirar o álcool. Eu já tinha tirado, a minha concepção de vida já tinha mudado. E, em primeiro lugar vou trabalhar como médico, aquela coisa que eu brinquei, que eu estava no hospital para arrumar emprego, eu já arrumei. Vou trabalhar na equipe de transplante aqui. Já comecei a estudar, vou trabalhar com hepato, principalmente na parte política, da divulgação, da informação, da conscientização sobre a importância dessa questão.

Por que você não fez anúncio de cerveja?
Para falar a verdade, de cerveja porque nunca fui convidado. Mas de cigarro eu não faria.

Faria de cerveja?
Em certa época, faria.

E hoje?
Hoje não. Aí é que tá. Tudo depende muito da época. Hoje, ao contrário, eu quero muito que as pessoas tenham consciência do que ocorre, do que pode ocorrer com elas, do quanto é importante a qualidade de vida. E que saibam que o Brasil tem uma legislação para essa coisa de transplante de fígado de primeiríssima qualidade. O que mostra que, se podemos fazer isso nesta área, podemos fazer em todas as outras e mandar embora do país quem não queremos que fique aqui.

Por falar nisso, em toda essa impressionante onda de carinho que cercou você nesses dias, há também quem diga que de democrata você não tem nada porque deu o nome de Fidel a seu caçula. É mais uma de suas contradições?
De fato, estou tirando muita coisa de positivo neste meu quase nascer de novo. Quanto ao Fidel Castro, símbolo da Revolução Cubana, como Che Guevara, as pessoas estão mal informadas. No nosso país se conhece muito pouco o que acontece fora daqui e mesmo aqui dentro. A estrutura política cubana é extremamente democrática. Eu queria que meu filho nascesse lá, eu queria ser um cubano. Nós estivemos lá agora, nós fomos passear! Peguei minha mulher e fui lá, passear, curtir lampejos de humanidade. Um povo como aquele, numa ilhota, que há mais de 60 anos briga contra um império, só pode ser muito forte, e ditadura alguma faz um povo tão forte. Ditadura não é tempo de serviço, necessariamente é qualidade de serviço. Em Cuba, o povo participa de tudo, em cada quarteirão. E aqui? Pra quem você reclama? Você vota e não tem pra quem reclamar.

E nesse embalo lá, você deu uma vacilada e bebeu? Cerveja, vinho, rum, o quê?
Nada, tava um calor danado. Umas cervejinhas…

Pouco?
Muito pouco, comparativamente com o que eu bebia.

Mas desencadeou essa crise?
Não, já estava sensível, ia acontecer de qualquer forma.

Foi a segunda hemorragia?
Séria, foi.

Você parou de fumar na Copa de 1982 por um mês. Você precisará de auxílio agora para se livrar do álcool?
Não vou precisar. Teoricamente, o que acontecerá comigo é o seguinte: vou parar de beber, meu fígado vai melhorar pra caramba e eu não vou precisar mexer em nada. Meu fígado não está completamente comprometido.

Você vai fazer transplante?
Acho que não vou fazer, acho que não vou precisar.

Por que você quer viver?
Quero mudar meu país, quero mudar meu povo, sempre. Eu acho que a vida é a coisa mais importante que nós temos. Por que eu vou jogar fora? Sabia que era tão querido?
Eu desconfiava [diz com olhar maroto]. Eu sempre me senti, sei lá por que, meio representante popular, por defender causas comuns a mais gente. Acho que é por isso.

Dizem que todo mundo gostaria de ler seu próprio obituário. Você imagina que em diversos jornais o seu foi escrito? Gostaria de lê-lo?
Eu não. O que vão escrever depois que eu morrer não vale nada. O que vale é enquanto eu estiver vivo. Depois que eu morrer, morri, ué.

Por Cleber Aguiar – Porco, 25

Fonte: Folha de São Paulo

De provocação e ofensa gravíssima dos rivais a xodó dos torcedores, mascote do Palmeiras completa 25 anos

DE SÃO PAULO

A mascote mais emblemática dos clubes paulistas está fazendo mais um aniversário.
E, quando nasceu, o porco era um filho rejeitado.
O Palmeiras completa agora 25 anos da adoção do animal que não substitui o periquito como mascote oficial, mas que domina os gritos de guerra e adereços da torcida.
Foi nas finais do Paulista de 1986 , em agosto daquele ano. Os palmeirenses, antes dessa época, estrilavam quando ouviam os rivais chamando-os de porcos -até então, uma ofensa gravíssima.
Contra a Inter de Limeira, na decisão, no dia 31 de agosto -e, dizem, até na semifinal contra o Corinthians, dias antes- a torcida, enfim, ignorou os rivais. O que era uma ofensa virou apoio.
E, 25 anos depois, virou um símbolo de orgulho para os palmeirenses. Mas o processo de adoção começou antes, em 1983. E não foi simples.

PROVOCAÇÕES
“Assumir o porco? Você ficou maluco?”, foi o que ouviu o então diretor de marketing do clube, João Roberto Gobbato, em 1983.
Munido de um desenho, feito à mão pela sua mulher, e uma carta chamada “A bem da verdade”, ele iniciou um processo de adoção do porco que levaria três anos para enfim ser aceito e concluído.
“Na época, soava tão absurdo como se hoje o São Paulo assumisse o bâmbi e o Corinthians assumisse o gambá”, declarou Gobbato, empresário, já fora do clube.
Ele usou um argumento que passava pelo orgulho verde. Tiraria uma arma das mãos dos rivais, que não poderiam mais chamar o Palmeiras de porco. “É absorvendo certos apelidos que acabamos com a ação de sermos alvo de gozação”, diz a carta.
A ideia era adotar o porco sem tirar do periquito o status de símbolo do clube.
Consequentemente, isso diminuiria, também, a violência nos estádios paulistas.
Aos poucos, ele foi convencendo os cartolas palmeirenses. Então, em 1986, Gobbato juntou as duas principais torcidas organizadas do clube, Mancha Verde e TUP. Conversou com alguns jogadores, como Jorginho. Todos apoiaram a ideia do porco.
Então, nas finais do Estadual de 1986, o porco estreou. “E dá-lhe porco, e dá-lhe porco, olê, olê, olê”, gritaram os palmeirenses no Morumbi.
Dois meses depois, o clube foi além: promoveu a entrada de torcedores e jogadores em campo segurando um porco em uma partida contra o Santos, pelo Nacional. Jorginho, ex-atacante, posou com o bicho na capa da “Placar”.
Desde então, o porco virou o símbolo máximo do Palmeiras, embora, até hoje, encontre alguma resistência.
“O símbolo do Palmeiras é o periquito. Está no estatuto. O porco foi adotado como medida de amenizar as provocações rivais. Mas dizer que é o símbolo do Palmeiras é demais”, afirmou o diretor de futebol Roberto Frizzo, que fazia parte do clube já naquela época, 25 anos atrás.
O incômodo da velha guarda tem explicação. A origem do apelido mexe com o brio dos italianos -foi na Segunda Guerra que surgiu a alcunha. Com o tempo, a ofensa foi alimentada pelos rivais, principalmente pelo Corinthians. “Quero ver se eles [corintianos e são-paulinos] vão assumir o gambá e o bâmbi”, provoca Gobbato. (LUCAS REIS)

ICFUT–BRASILEIRÃO SÉRIE A: Resultados 28/08/11 e Classificação

Grêmio 2×1 Internacional

Ceará 3×0 Bahia 2011

Figueirense 2×3 Avai

Atlético-MG 1×2 Cruzeiro

CLASSIFICAÇÃO P J V E D GP GC SG %
1
Corinthians
37
19
11
4
4
30
18
12
64.9
2
Flamengo
36
19
9
9
1
33
21
12
63.2
3
São Paulo
35
19
10
5
4
30
23
7
61.4
4
Vasco
35
19
10
5
4
26
21
5
61.4
5
Botafogo
34
19
10
4
5
29
19
10
59.6
6
Palmeiras
32
19
8
8
3
25
14
11
56.1
7
Cruzeiro
27
19
8
3
8
26
20
6
47.4
8
Internacional
27
19
7
6
6
28
24
4
47.4
9
Coritiba
26
19
7
5
7
32
24
8
45.6
10
Figueirense
26
19
7
5
7
21
24
-3
45.6
11
Fluminense
25
19
8
1
10
22
22
0
43.9
12
Atlético-GO
25
19
7
4
8
22
21
1
43.9
13
Ceará
25
19
7
4
8
27
28
-1
43.9
14
Santos
22
18
6
4
8
23
28
-5
40.7
15
Grêmio
21
18
5
6
7
18
23
-5
38.9
16
Bahia
20
19
4
8
7
21
27
-6
35.1
17
Atlético-PR
18
19
4
6
9
20
28
-8
31.6
18
Avaí
17
19
4
5
10
21
40
-19
29.8
19
Atlético-MG
15
19
4
3
12
24
38
-14
26.3
20
América-MG
13
19
2
7
10
22
37
-15
22.

Artilharia

12 GOLS
Santos –
Borges

10 GOLS
Flamengo – Ronaldinho Gaúcho


8 GOLS
Botafogo – Elkeson
Cruzeiro – Montillo

Flamengo – Deivid
Fluminense – Rafael Moura
Internacional – Leandro Damião

19ª RODADA
27/08 – 18h00 Coritiba-PR 1 x 1 Atlético-PR
27/08 – 18h00 Fluminense-RJ 1 x 2 Botafogo-RJ
27/08 – 18h00 América-MG 1 x 2 Atlético-GO
28/08 – 16h00 Palmeiras-SP 2 x 1 Corinthians-SP
28/08 – 16h00 Santos-SP 1 x 1 São Paulo-SP
28/08 – 16h00 Grêmio-RS 2 x 1 Internacional-RS
28/08 – 16h00 Ceará-CE 3 x 0 Bahia-BA
28/08 – 16h00 Flamengo-RJ 0 x 0 Vasco da Gama-RJ
28/08 – 18h00 Atlético-MG 1 x 2 Cruzeiro-MG
28/08 – 18h00 Figueirense-SC 2 x 3 Avaí-SC
20ª RODADA
31/08 – 18h00 Vasco da Gama-RJ x Ceará-CE
31/08 – 18h00 Corinthians-SP x Grêmio-RS
31/08 – 20h30 Atlético-PR x Atlético-MG
31/08 – 20h30 Cruzeiro-MG x Figueirense-SC
31/08 – 20h30 Atlético-GO x Coritiba-PR
31/08 – 21h50 Avaí-SC x Flamengo-RJ
31/08 – 21h50 Internacional-RS x Santos-SP
31/08 – 21h50 Botafogo-RJ x Palmeiras-SP
31/08 – 21h50 São Paulo-SP x Fluminense-RJ
1/09 – 20h30 Bahia-BA x América-MG

Por Edgar Santista – Com golaços de Lucas e Ganso, San-São termina empatado

 

 

Neymar e Piris - Santos x São Paulo (Foto: Ivan Storti) Neymar e Piris travaram duelo pessoal na Vila Belmiro (Foto: Ivan Storti)

Tudo igual na Vila Belmiro! Em jogo recheado de atrativos e com um golaço para cada lado, Santos e São Paulo empataram em 1 a 1, neste domingo.

Com o resultado, o Tricolor reassume a terceira posição do Brasileirão, com 35 pontos. Já o Peixe, que tem um jogo a menos (contra o Grêmio), permanece na 14ª colocação. O empate também mantém o tabu das duas equipes, que ainda não venceram um clássico neste campeonato.

O Alvinegro passou a maior parte do jogo com um homem a mais, já que Carlinhos foi expulso aos 27 do primeiro tempo.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 1 X 1 SÃO PAULO

Estádio: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data/hora: 27/8/2011 – 16h
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Marcio Luiz Augusto (SP)

Renda e público: 12.498 pagantes / R$ 301.515,00
Cartões amarelos: Adriano e Pará (SAN); Piris e João Filipe (SPO)
Cartões vermelhos: Carlinhos Paraíba, 27’/1ºT (SPO)
Gols: Lucas, 45’/1ºT (0-1); Ganso, 35’/2ºT (1-1)

SANTOS: Rafael, Pará (Alan Kardec, 25’/2ºT), Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano (Felipe Anderson, 36’/1ºT), Henrique, Danilo e Ganso; Neymar e Borges. Técnico: Muricy Ramalho

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Piris, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Wellington, Carlinhos Paraíba, Casemiro (Jean, 31’/2ºT) e Cícero ; Lucas (Rivaldo, 42’/2ºT) e Dagoberto (Henrique, 17’/2ºT). Técnico: Adilson Batista.

Fonte: Lancenet