HUMOR ICFUT – Carreira de jogador é curta… não é Paulo Nunes ?

Fonte: Kibeloco.com.br

EGO TRIP

Enquanto isso, no portal de um conglomerado qualquer…

Pois é. O ex-atacante Paulo Nunes, campeão da Copa América, bicampeão da Libertadores por Grêmio e Palmeiras, bicampeão brasileiro por Flamengo e Grêmio e campeão paulista pelo Corinthians, acabou de ser transformado, aos 40 anos, em “fã animadinho” por um site de celebridades. Para vocês verem como a carreira de jogador de futebol é curta.

Para quem ainda não lembra :

Por Cleber Aguiar – Itaquerão tem oferta de R$ 300 mi

Fonte: O Estado de São Paulo

Banco privado oferece quantia para dar nome ao futuro estádio do Corinthians

 
Wagner Vilaron – O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – A proximidade da Copa do Mundo de 2014 e o consequente ‘boom’ de reformas e construção de estádios pelo País fizeram com que algumas expressões começassem a figurar nas conversas entre torcedores. Uma dessas é o tal ‘naming rights’, algo como ‘direito de nomear’. A receita com esta ferramenta de marketing é tão relevante que o Corinthians pretende utilizá-la para pagar a linha de crédito de R$ 400 milhões do BNDES que será usada na obra do Itaquerão.

A informação que circula no Parque São Jorge é a de que o presidente do clube, Andrés Sanchez, já tem sobre a mesa uma proposta de R$ 300 milhões. A negociação é feita com um banco privado. A princípio, os números agradaram à diretoria. Porém, dois detalhes impedem que o contrato seja assinado no curto prazo: o primeiro é o tempo do acordo. Enquanto o clube tenta fechar por 15 anos, a empresa interessada acena com, no mínimo, 20.

De acordo com um diretor corintiano que pediu para não ser identificado, a linha de raciocínio dos representantes do clube na negociação é simples. Para eles, é um tipo especial de contrato, que só se fecha uma vez. “A empresa que acertar com o Corinthians agora terá sua marca como nome do estádio pelos próximos 15, 20 anos. Quem consegue mudar esse nome depois de tanto tempo?”, ponderou. “Por isso a negociação tem de ser feita com muito cuidado. O nome que ficar acertado agora fatalmente acompanhará o estádio por um período muito maior do que aquele que estiver no acordo. Aparentemente é algo que se negocia uma vez só.”

O segundo aspecto apontado pelos corintianos para protelar a batida do martelo é o estágio da obra em Itaquera. Segundo o diretor de marketing, Luis Paulo Rosenberg, a tendência é de que o mercado passe a valorizar mais a nova arena a partir do próximo ano. “Por enquanto as pessoas constatam que a obra está em ritmo acelerado, mas ainda não identificam o estádio propriamente dito”, afirmou. “Quando tudo estiver subindo, com cara mesmo de estádio, as pessoas entenderão que aquilo é uma realidade e que não tem mais volta. Creio que nesse momento a tendência e de valorização.”

Não é bem assim. Esta linha de raciocínio de Rosenberg não é compartilhada pelo consultor da BDO/RCS, Amir Somoggi, especializado em análise de mercado e marcas. O profissional destaca que quanto mais tempo a nova arena permanecer sem um nome oficial, maior a possibilidade de o público nomeá-la por conta própria. “O local já é chamado de Fielzão, Itaquerão. Quanto mais demorar para o acerto do contrato, mais difícil será fazer o novo nome pegar”, explicou.

O consultor destaca que o mercado brasileiro ainda tenta entender como funciona o ‘naming rights’. A maior dificuldade é perceber que se trata de uma estratégia que vai muito além de dar o nome de uma empresa ou produto à arena. “Não adianta pensar em publicidade, exposição da marca apenas. Tem de pensar em relacionamento com o mercado”, afirmou. “Ou seja, mais importante do que ter o nome no estádio é usar a estrutura, como camarotes, para atrair clientes.”

Veja video da construção:

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Por Cleber Aguiar – Sete meses após deixar o futebol, Washington admite: ‘Ainda sofro’

Fonte: Globo.com

Empresário, palestrante, futuro político e pai, Coração Valente tem agenda lotada como trunfo para se acostumar à nova vida de aposentado

Por Cahê Mota Direto de Caxias do Sul (RS)

Há exatos sete meses e três dias, Washington deixou o futebol. Mas quem disse que o futebol cumpriu sua parte no “trato”? Neste período, o contato com a bola passou a acontecer apenas em peladas com amigos as segundas e sábados, mas a cabeça e o coração, sempre tão valente, seguem entrelaçados com o esporte que consagrou o ex-atacante de Fluminense e Atlético-PR. Entre as (muitas) novas funções, a que mais incomoda é a de torcedor, capaz de ainda causar dor em um “aposentado” que não pode reclamar de não ter o que fazer.

Washington em obras (Foto: Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)Washington acompanha obra de sua construtora: vida de empresário (Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)

Ao sair de cena nos gramados, Washington trocou o Rio de Janeiro por Caxias do Sul (RS), onde se desdobra para cumprir uma lista de tarefas. Dono de uma construtora, ele dedica a maior parte do tempo ao papel de empresário, mas arruma brecha na agenda para dar palestras motivacionais, se preparar para ingressar na política nas eleições do ano que vem e, principalmente, ser pai. Tanto compromissos, entretanto, ainda não o fizeram esquecer o futebol.

Quando tem jogos do Flu, do Caxias, ainda dá o baque, a vontade de estar em campo. Mas vou me acostumando, né? O sofrimento é grande. Tento esquecer, mudar o foco”
Washington, ex-atacante

– Ainda estou sofrendo. Quando tem jogos do Fluminense, do Caxias, ainda dá o baque, a vontade de estar em campo. Mas vou me acostumando, né? Tenho tentado me habituar. As coisas da construtora, meus compromissos me ocupam e consigo distrair um pouco. O sofrimento é grande. Ainda fico pensando: “Poxa, podia estar em campo, treinando, jogando”. E se ficar muito com isso na cabeça a pessoa vai se corroendo, o sofrimento só aumenta. Tento esquecer, mudar o foco – disse em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM na cobertura em que vai morar em breve em prédio construído por sua empresa.

A saudade da bola, por outro lado, não implica em arrependimento. Ainda desacostumado mas empolgado com a nova vida, Washington garante que em momento algum nestes sete meses questionou sua decisão.

– Não tenho dúvida nenhuma: fiz a escolha certa. Claro que muita gente fala que eu não devia ter parado, que tinha condição de estar jogando bem ainda… Isso acaba até sendo bom. Pior seria se dissessem que demorei a parar. É algo que conforta e me deixa a certeza que foi no momento certo.

No lugar de jogos, concentrações e gols, são reuniões, obras e encontros partidários que fazem parte do intenso dia a dia do Coração Valente. E o número de tarefas pode aumentar no que depender do Caxias, clube que o revelou e disputa a Série C do Brasileirão.

– A rotina é na empresa. Eu já tenho a construtora há sete anos, mas agora que estou realmente de frente. Antes só vinha nas férias ou quando tinha problemas para resolver rápido. Agora, participo de todas as negociações, de tudo. Tenho acompanhado bem de perto. Há também uns contatos para entrar na política. Tenho tomado conta dos meus negócios, da família, das filhas e vivo a vida. Sempre que posso ajudo o Caxias também, faço palestras. Querem que eu seja gerente, mas ainda estou pensando. Não sei se é o momento.

Paizão vislumbra carreira política e projetos sociais

Washington com a filha em homenagem do Dia dos Pais (Foto: Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)Washington e filha Ana Carolina em evento pelo
Dia dos Pais (Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM)

Se voltar ao futebol é uma possibilidade, a entrada na política é quase uma certeza. Apesar de ainda não bater o martelo quanto a sua candidatura, Washington deixa escapar que já tem até metas traçadas para nova carreira.

– Estão tentando me convencer a seguir esse caminho. Já fiz contatos com alguns partidos para me candidatar a vereador em Caxias. Tive a oportunidade de entrar nesse ramo também no Rio, mas optei pelo Sul. Aqui que está minha família. Primeiro, vou tentar ser vereador, depois o desejo é disputar para ser deputado estadual.

De todos os compromissos do ex-atacante, o mais simples é o que mais lhe dá prazer. Depois de 18 anos como jogador profissional, Washington celebra o fato de poder se dedicar por inteiro a família, principalmente as filhas Ana Carolina, de 9 anos, e Catarina, de 3.

– Essa é a recompensa, a vantagem. Quando eu jogava, era muito difícil ter um Dia dos Pais ou aniversário com minhas filhas. Agora, estou tendo essa oportunidade. Nisso, eu saí ganhando. São dias especiais, valem como gols. Depois de tudo que passei, fiquei mais emotivo – revelou após chorar em evento em homenagem aos pais na escola da mais velha – Nem lembro a última vez que passei o Dia dos Pais com elas.

Essa é a recompensa, a vantagem.  Nem lembro a última vez que passei o Dia dos Pais com elas”
Washington, sobre proximidade com as filhas

O fim ainda recente da carreira e a agenda atribulada não permitiram que o Coração Valente colocasse em prática o desejo de criar um projeto social voltado para crianças. Enquanto isso não acontece, a colaboração é dada em forma de palestras.

– Vou começar um projeto social. Já participei com palestras do projeto do Jorginho (atual técnico do Figueirense). Recebo muitos convites. O futebol ajuda pela força do esporte e também todos conhecem minha história, né? Sabem o que eu passei. Querem que eu fale em motivação, metas.. Mas também desejo fazer algumas coisas aqui pelo Rio Grande do Sul. Ajudar crianças carentes e colocá-las no esporte.

Todos os projetos e compromissos são conciliados a um papel importante na vida de Washington: o de paciente disciplinado. E para quem estiver preocupado com a saúde do ídolo, o recado é simples:

– Estou 100%, graças a Deus. Está tudo tranquilo. Estava liberado até para jogar.

Jogar não é mais necessário, mas o coração segue sendo valente para dar conta da nada mole vida de aposentado.

Washington com a casa em obras (Foto: Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)Washington fiscaliza obra em cobertura onde vai morar, em Caxias-RS (Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)
Veja alguns videos do jogador :

Por Cleber Aguiar – Peso pesados.

Fonte: Folha de São Paulo
Corinthians e Flamengo, as melhores equipes deste Brasileiro, ampliarão a partir do ano que vem a distância financeira que já os separa dos rivais

BERNARDO ITRI
DO PAINEL FC

Pegar a tabela do Brasileiro e ver Corinthians e Flamengo na ponta de cima, como acontece hoje, pode se tornar algo bem mais comum nas próximas temporadas. Pelo menos, dinheiro não vai faltar para que isso aconteça.
O novo contrato de TV (2012-2015) com a Globo aumentou a receita de todos os clubes, mas Corinthians e Flamengo, que já recebiam valores superiores aos outros, distanciaram-se mais ainda.
A diferença das quantias pagas às duas equipes para seus adversários, na maioria dos casos, chega a dobrar.
Para se ter uma ideia, em 2011, pelo atual contrato, o Corinthians receberá cerca de R$ 41 milhões, e o São Paulo, perto de R$ 36 milhões.
No próximo ano, quando o novo contrato passará a valer, entrarão nos cofres do Parque São Jorge ao menos R$ 100 milhões. E, nos do clube do Morumbi, R$ 85 mi.
A diferença entre as receitas de TV dos dois clubes, que era de R$ 5 milhões, triplicou, passando para R$ 15 milhões.
“É natural que isso aconteça. Pensa quanto pode ser cobrado de um patrocinador em um jogo do Corinthians ou em um jogo de outro clube. Se eu fosse dirigente de outro clube, talvez reclamasse. Mas, como sou do Corinthians, acho justo”, afirma Roberto de Andrade, diretor de futebol do clube alvinegro.
“Se investíamos 20% da receita de TV no futebol, poderemos continuar com esse percentual, ou até aumentar, e teremos mais jogadores de qualidade”, projeta ele.
Já contando com o aumento de receitas, o Corinthians chegou a fazer proposta de R$ 90 milhões para ter Tevez.
“R$ 85 milhões é uma projeção pessimista do São Paulo. E R$ 100 milhões para o Corinthians é otimista”, rebate Adalberto Baptista, diretor de futebol do São Paulo.
Ele considera que a receita que seu clube terá com pay-per-view, que é variável, pode reduzir esse abismo.
Na comparação com o Palmeiras, o isolamento do Corinthians é maior. Entrarão no caixa do Parque Antarctica, neste ano, R$ 34 milhões. E, pelo próximo acordo, R$ 82 milhões -diferença de R$ 18 milhões para o arquirrival.
No Rio, o abismo do Flamengo para os rivais tem cenário ainda mais gritante. Para o Vasco, a diferença de receitas de direitos de TV, que hoje é de R$ R$ 13 milhões, chegará a R$ 25 milhões.
“A gente vale quanto pesa. Minha marca vale mais, então eu ganho mais”, argumenta o vice-presidente do Flamengo, Hélio Ferraz.
O Fluminense verá também o Flamengo mais distante. Serão R$ 43 milhões de diferença de receitas. Pelo contrato vigente, ela é de aproximadamente R$ 20 milhões.

Valores em milhões:

Por Cleber Aguiar – Neymar vira refém dos Árbitros !

Fonte: Folha de São Paulo

Alvo

Na mira dos árbitros, Neymar faz temporada com mais cartões amarelos do que gols e é punido quatro vezes mais do que companheiro de zaga

LEONARDO LOURENÇO
DE SÃO PAULO

Neste Brasileiro, Neymar fez quatro jogos, saiu derrotado em todos eles. Mas em ao menos um quesito o atacante mantém 100% de aproveitamento na competição: os cartões amarelos.
Não houve uma partida sequer no torneio em que ele tenha deixado o gramado sem ser advertido pelo árbitro.
Hábito que nesta temporada se tornou mais comum ao garoto de 19 anos, principal astro do futebol no país.
Apenas em partidas pelo Santos, Neymar foi punido em 14 oportunidades.
No clube litorâneo, o camisa 11 acumula mais cartões do que gols em 2011, já que balançou as redes 13 vezes.
A fama de indisciplinado acompanha Neymar desde o início de sua carreira, em 2009, mas ele sempre compensou ao somar mais gols do que advertências.
Em 2010, levou 22 cartões, mas marcou 43 tentos. No primeiro ano como profissional, foram 14 gols e sete amarelos.
Em média, Neymar é punido com o amarelo uma vez a cada dois jogos em 2011, quatro vezes mais do que o zagueiro Durval, seu companheiro de Santos, que tem só cinco advertências como essa em 44 partidas no ano.
As “atitudes antidesportivas” justificam a maioria das punições ao atacante nas súmulas do Paulista e do Brasileiro, divulgadas na internet.
É assim que os juízes explicam cinco dos noves amarelos de Neymar nessas duas competições, inclusive o último e mais polêmico.
No sábado, na derrota para o Atlético-GO, o árbitro Sandro Meira Ricci advertiu o atacante por considerar que Neymar simulou um pênalti.
Processado na Justiça comum por Ricci por conta de uma mensagem no Twitter, como a Folha mostrou na véspera do jogo, o atleta protestou ao final do confronto. “O mérito é do juiz”, disse ele, sobre os 2 a 0 para o Atlético.
A Conmebol, ao contrário da FPF e da CBF, não divulga as súmulas da Libertadores em seu site na internet.
Mas, entre os cartões de Neymar no torneio, ao menos dois têm a marca da indisciplina do jovem atacante.
Um, no primeiro duelo da final ante o Peñarol, fez Neymar acusar o paraguaio Carlos Amarilla de perseguição -o árbitro, dias antes, já o tinha amarelado em amistoso da seleção ante a Holanda.
O mais célebre, porém, é o que resultou em sua expulsão contra o Colo Colo, ao comemorar um gol com uma máscara de seu rosto distribuída por um patrocinador.
No dia seguinte, ao ser apresentado no Santos, o técnico Muricy Ramalho saiu em defesa do atacante. “Eu queria ter uns cinco problemáticos como ele no time”, disse.

Por Cleber Aguiar – OS CRAQUES, A SELEÇÃO E AS “BONITONAS”

Fonte: Folha de São Paulo

Um cartaz da Adidas com uma foto publicitária e a inscrição “Parabéns, Lucas!” anuncia o aniversário de 19 anos do meia do São Paulo e da seleção, na noite de domingo, no clube Royal. Ele ganhou uma festa da agência 9ine, que cuida de sua imagem. A brincadeira na porta é que Neymar, prestes a ser pai, daria uma caixa de camisinhas ao aniversariante, que chega às 23h, com três seguranças. “Tenho que tomar cuidado. Quero ser pai só mais para a frente. Ter dois, três filhos, quantos Deus mandar”, diz.

Ele comenta a má fase da seleção, derrotada pela Alemanha. “Claro que fica um clima chato. Leva tempo até o Mano [Menezes] colocar a cara dele no time.” Fala também sobre a possibilidade de o treinador dar lugar a Luiz Felipe Scolari ou Vanderlei Luxemburgo no fim do ano. “Temos que fazer nosso trabalho, independente do treinador que escolherem. Deixa isso para a diretoria.”

O corintiano Ralf, titular contra a Alemanha, diz que “nem Deus agradou a todo mundo” e que “o Mano é gabaritado. O que for melhor para a gente vai ser feito”. Um amigo de Ralf “resolveu vir de última hora” e não estava na lista – 450 convidados, 300 de Lucas. “Sempre tem amigos dos amigos dos amigos”, diz o são-paulino.

Júnior Pedroso, do estafe de Lucas, sai para socorrer uma amiga, que “está na lista do Neymar”, mas não no computadorda hostess. “Não pode entrar qualquer bonitona”, reclama a assessora da festa. “Ela não é bonitona, é convidada.”

 Outras “bonitonas” desafiam o frio e a garoa com vestidos curtos e justos. Quatro delas procuram o “Léo”, que, segundo funcionários da casa, é “um empresário que apresenta amigas para jogadores”. Só uma, Noelle Andressa, está na lista. À coluna, ela se identifica como Lais Fernanda, 21, modelo, e diz que “esqueceram de colocar nossos nomes”. Impedidas pelos seguranças de esperar na porta, as quatro vão embora. Felipe Andreoli, do “CQC”, brinca com Neymar: “Está cheio de mãe de juiz lá dentro da festa”.