HUMOR ICFUT – A partir de hoje dicas culinária de Frango com Rogério Ceni.

Rendimento

6 porções

Ingredientes

Tempero

  • 1 unidade(s) de cebola picada(s)
  • quanto baste de alecrim
  • 1 colher(es) (chá) de tomilho
  • 1 folha(s) de louro
  • quanto baste de sal
  • 1/2 xícara(s) (chá) de Óleo de soja
  • 120 gr de queijo fundido
  • 6 unidade(s) de filé de frango

Caldo

  • 1 colher(es) (chá) de açúcar
  • 1 colher(es) (sopa) de mostarda em grãos
  • 3 unidade(s) de cravo-da-Índia
  • 1 colher(es) (sopa) de manteiga
  • 480 ml de suco de laranja

Modo de preparo

Tempero

Bata bem todos os ingredientes no liqüidificador e, em seguida, tempere o frango, fazendo com que a parte de dentro também leve o tempero.

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Recheie cada filé temperado com o queijo.

Caldo

Leve a manteiga para derreter numa panela. Junte todos os outros ingredientes, misture e deixe reduzir a dois terços de volume. Reserve.

Montagem

Coloque-os numa fôrma refratária com o lado liso para cima. Regue com o caldo de laranja e leve ao forno para assar por aproximadamente 45 minutos, regando sempre.
Pode servir este frango com arroz branco, ou de passas, ou amêndoas com salada verde.

Por Cleber Aguiar – Conca se despede de companheiros no Flu e rescinde contrato: ‘Dia triste’

Fonte: Globo.com

Em seu último dia nas Laranjeiras, argentino autografa diversas camisas no vestiário e tira foto com alguns torcedores. TV estatal da China acompanha

Por Edgard Maciel de Sá Rio de Janeiro

Parecia mais um dia comum nas Laranjeiras. Tanto que Conca foi o primeiro a chegar ao clube. Mas dessa vez o argentino não seguiu a rotina de colocar a chuteira e suar a camisa como nos últimos três anos e meio. No lugar de chutes e dribles desconcertantes, o ídolo tricolor distribuiu autógrafos e abraços já cheios de saudade. A chuva que caiu durante toda a manhã no Rio de Janeiro impediu o jogador de pisar no gramado pela última vez. Mas o camisa 11 do Fluminense logo tratou de transformar o adeus em até breve.

conca abel braga sandro lima fluminense (Foto: Ralff Santos/FluminenseF.C.)O vice de futebol Sandro Lima, Conca e o técnico Abel Braga no vestiário das Laranjeiras nesta segunda-feira: apoiador se despediu de companheiros e funcionários (Foto: Ralff Santos/FluminenseF.C.)

– Serão apenas dois anos e meio. Depois disso eu volto para as Laranjeiras. Isso é certo – disse Conca aos funcionários do clube no vestiário.

Ao lado do presidente Peter Siemsen, do vice de futebol Sandro Lima, e do técnico Abel Braga, o argentino se despediu dos companheiros antes do treino sempre repetindo o mantra: “Vou voltar”. Ao contrário do que publicou o site do Guangzhou Evergrande, o apoiador confirmou que o contrato será por dois anos e meio. Ainda no vestiário, ele autografou diversas camisas do Fluminense. Durante a atividade, Conca ainda falou com membros da comissão técnica à beira do campo e atendeu a dez sortudos torcedores que esperavam por uma última foto.

– É um dia triste. Não sabia que era tão querido. Mas agora vou para China e espero retribuir a confiança que está sendo depositada em mim – explicou.

Conca rescinde contrato com o Fluminense

reporter chinesa treino fluminense (Foto: Edgard Maciel de Sá / Globoesporte.com)Fu Bei, da China Central Television, acompanhou
o treino desta segunda-feira nas Laranjeiras
(Foto: Edgard Maciel de Sá / Globoesporte.com)

Do campo, Conca seguiu direto para o departamento de futebol assinar a rescisão de contrato. Enquanto isso, a repórter Fu Bei, da China Central Television (CCTV), acompanhava tudo da arquibancada. Sincera, ela assumiu que Conca pode acabar desaparecendo na China.

– É claro que ele vai ter dificuldades por lá. A comida, a língua… é complicado prever, mas acho que ele pode acabar sumindo na China – disse a correspondente da TV estatal chinesa, que mora em São Paulo há um ano.

Em seu último ato no Brasil, Conca dará uma entrevista coletiva nesta segunda-feira, às 14h, no Windsor Atlântica Hotel, no Leme, para anunciar oficialmente seu adeus do Fluminense. Em três temporadas e meia nas Laranjeiras, o argentino disputou 210 partidas, marcou 40 gols e conquistou um título: o Campeonato Brasileiro do ano passado.

Por Alexandre – “Que vergonha? ou Que falta de vergonha?”

OPINIÃO: – EU ACREDITO QUE ESTÁ FALTANDO VERGONHA NA CARA DA NOSSA SELEÇÃO QUE A MUITO TEMPO DEIXOU DE SER IMBATÍVEL. NÃO QUE EU ESTEJA DESMERECENDO A SELEÇÃO VENEZUELANA E SIM ALERTANDO OS PRINCÍPIOS DE NOSSA SELEÇÃO QUE ESTÃO DEIXANDO PRA TRÁZ O RÓTULO DE POTÊNCIA SUL AMERICANA. PARA CONCLUIR, COM O JOGUINHO QUE O BRASIL APRESENTOU EM SUA ESTRÉIA, DIFÍCILMENTE TERÁ O MERECIMENTO DO TÍTULO DA COPA AMÉRICA. COMO BOM BRASILEIRO EU DEBATO: ACORDA SELEÇÃO!!!!!!!!!! comentado por Alexandre

Por Cleber Aguiar – “Parceiros da Fifa tiveram de concorrer em licitação”

Fonte: Folha de São Paulo

2014
Alemanha negociou regras no Mundial de 2006, afirma consultora

FILIPE COUTINHO
ENVIADO ESPECIAL A CUIABÁ

A Fifa tenta impor suas regras, mas é possível reagir e negociar. Nem sempre a palavra final é da entidade. É o que conta Henriette Wärgele, coordenadora de Munique na Copa da Alemanha e consultora na África do Sul.
Ela descreveu como, no Mundial de 2006, os patrocinadores tiveram de participar de licitações para prestar serviços aos governos. Lembrou ainda que os alemães fizeram pressão e evitaram o monopólio da cerveja patrocinadora da Fifa nas cidades.
A consultora deu palestra a representantes das 12 cidades-sedes em fórum em Cuiabá, nesta semana. Henriette presta serviços à GIZ, agência alemã para o desenvolvimento internacional, que pretende fazer parcerias no Brasil sem fins lucrativos.

Folha – Quais as principais dificuldades de cidades-sedes?
Henriette Wärgele – Tudo tem que estar perfeito, porque o mundo todo estará vendo. Mas não é o “seu” evento. As cidades colocam muito dinheiro e esforço. E o mais complicado é saber o que a cidade-sede vai fazer e o que a Fifa vai fazer.

Por que isso é complicado?
Porque é um evento da Fifa, mas é você quem põe o dinheiro e trabalha mais. Isso o obriga a saber negociar com a Fifa. É preciso que as cidades-sedes se unam, porque, como é sobre dinheiro, haverá problemas.

Quais as dificuldades que Munique teve?
Uma delas foi cultural. A Fifa tem um patrocinador de cerveja e queria que apenas eles vendessem bebida na Copa. Temos orgulho da nossa cerveja, e queriam que não bebêssemos a nossa própria cerveja. Tivemos de negociar por um ano para que liberassem, sem propaganda.

A Fifa tratou a Alemanha diferente da África e do Brasil?
A Fifa é uma entidade muito confiante. Eles chegam e dizem o que querem. Isso aconteceu na Alemanha e na África do Sul. Tudo vai depender de como você reage.

É comum haver conflitos de interesse entre Fifa e sedes?
Há um objetivo comum: todos querem a melhor Copa. A Fifa olha somente para o evento, e as cidades têm de se preocupar com o legado.

A palavra final tem que ser sempre da Fifa?
Nem tudo é negociável. Assinamos um contrato, mas muitos detalhes são negociáveis. Quanto mais cidades- -sedes juntas, mais poderosas elas ficam. Um exemplo: o povo alemão ficou furioso de gastar uma fortuna numa Copa e nem poder ir a um jogo. Então sugerimos criar grandes festas. A Fifa não só gostou da ideia como tomou para si e criou a Fifa Fun Fest.

A Folha mostrou que a Fifa pressiona as cidades-sedes a contratarem patrocinadores. Como foi na Alemanha?
Dissemos para os patrocinadores da Fifa para que participassem das licitações. Caso contrário, se quisessem realmente oferecer o serviço para a cidade-sede, que fizessem de graça então.

Por que as cidades-sedes enfrentam problemas contratuais com a Fifa?
O coordenador de uma cidade-sede às vezes não tem certos conhecimentos técnicos. Tudo começa como uma coisa geral, e depois chegam os detalhes, os contratos. Em Pretoria, por exemplo, queriam fazer oito Fifa Fun Fests. Não conseguiram fazer como queriam e tiveram de reduzir.

Por Cleber Aguiar – Entrevista de Robinho para Folha de São Paulo.

Fonte: Folha de São Paulo

ENTREVISTA ROBINHO

Pensarei em ser o melhor do mundo até o fim da carreira

MARTÍN FERNANDEZ
SÉRGIO RANGEL
ENVIADOS ESPECIAIS A LOS CARDALES

Robinho, 27, cresceu. Deixou de ser o garoto que chamava Ronaldo de “presidente” para virar “tio” de Neymar, Ganso e Lucas. À Folha o atacante conta que já sofreu com racismo na Argentina, garante que não vai ficar chateado se for para o banco da seleção e defende os gastos com a Copa-14.

Folha – Como é jogar a Copa América na Argentina?
Robinho – Vai ser difícil, como foram as outras. Agora eu sou mais velho, mais experiente, mas com a mesma vontade de ganhar. Aqui é diferente, a torcida argentina influencia bastante, é um ponto positivo para eles.

Você está num papel novo, não é mais o garoto.
Tio, né? É legal, o tempo passa, fiquei mais experiente, mais maduro na seleção por todas as fases que passei. Já fui muito criticado, muito elogiado, mas também não estou tão velho. Tenho 27, eles [Lucas, Neymar] têm 19. Mas dou conselhos a eles.

Neymar pediu a sua opinião sobre a possibilidade de ele ir jogar na Europa?
O que eu passo é para ele ficar atento, porque ele vai ser cada vez mais cobrado. Não é mais promessa, já é realidade. Na Europa, o futebol é diferente do Brasil, é mais de força. Mas não sei se ele vai sair agora ou depois.

Você finalmente achou seu lugar na Europa?
Estou muito feliz, fui campeão italiano na minha primeira temporada no Milan. Cheguei ao time que queria, estou jogando bem, fazendo gols. O time me dá moral.

Vai jogar bem aberto ou mais pelo meio?
O Mano quer que eu jogue aberto pela direita, com o Ney [Neymar] na esquerda. Com essa formação bastante ofensiva, os homens da frente têm que ajudar Lucas [Leiva] e Ramires na marcação.

É um sacrifício?
É um sacrifício que vale a pena. Para jogar dessa maneira ofensiva, todo mundo tem que ajudar a marcar.

Ficou chateado por perder o posto de capitão?
Não fiquei. O Lúcio merece, é campeão do mundo, mais velho do que eu, o Júlio César também. Não é a faixa que vai mudar meu modo de lidar com os companheiros.

Já sofreu algum caso de racismo na Europa?
Graças a Deus, nunca sofri isso, nunca tive problema em nenhum time em que já joguei, nem com torcida nem com adversário, nada.

E na Argentina?
Aqui já, mas não foi pessoal comigo, foi com os brasileiros em geral, chamam de “macaquito”, essas coisas. Fizeram coro num jogo que a gente perdeu [por 3 a 1, em 2004, pelas eliminatórias].

E se acontecer de novo?
Vou tentar esquecer, jogar futebol e responder na bola.

Como é jogar na mesma posição de jogadores tão jovens como Neymar e Lucas?
É difícil, são jogadores excelentes, já são realidade no Brasil, mas isso é bom para a seleção brasileira. Se eu me acomodar, sei que o Lucas pode tomar a minha posição.

Você aceitaria ter que ficar no banco da seleção?
Para mim, não tem problema. Se tiver que ficar no banco, vou respeitar a opinião do Mano e o jogador que entrar na minha posição. Se tiver que entrar um minutinho, vou dar a vida para jogar.

Você acha que vale a pena fazer a Copa no Brasil? Acho que vale, os países que fizeram a Copa melhoraram. O Brasil vai melhorar ruas, estádios, lugar para torcida. Espero que isso ocorra.

Sonha jogar em 2014? Sonho que estou jogando no meu país, com meu pai e minha mãe no Maracanã lotado. Já sonhei que estava na Copa, sempre sonho que estou fazendo gol de bicicleta.

Você ainda pensa em ser o melhor do mundo? Sim. Até o fim da carreira, pensarei em ser o melhor do mundo, campeão do mundo.

O Milan é o time ideal? É um time possível. Ideal é o Barcelona (risos). Mas meu contrato vai até 2014, e me vejo jogando lá até o fim. Espero que minha história no Milan seja grande, bonita.

O Milan quer mesmo contratar o Ganso? Querem muito, seria excelente poder jogar com ele lá.

Você tenta convencê-lo a ir? Não, a torcida do Santos ficaria chateada comigo. Queria pela qualidade, pelo companheiro, mas ele foi campeão agora, tem a chance de jogar o Mundial. Ele é quem sabe o momento de sair.

Como está sua disputa judicial com a Nike? Espero que quem esteja com a razão possa ganhar. Para processar alguém, só em último caso. Se eu tomei essa atitude, foi porque eles não quiseram acordo.