Por Cleber Aguiar – Presidentes de Santos e Peñarol “trocam farpas” por preço de ingressos

Fonte: Portal Terra

Vou dizer para ele: 'Andrés, temos um pacto de respeito um com o outro, e eu jamais faria assédio para qualquer jogador do Corinthians'. Espero que .... Foto: Reuters

Luis Álvaro foi criticado pelo presidente do Peñarol após declarações
Foto: Reuters

A decisão da Copa Libertadores esquentou fora da quatro linhas com uma “troca de farpas” entre o presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, e o presidente do Peñarol, Juan Pedro Damiani. A discussão começou depois de um protesto dos torcedores do Peñarol, na última sexta-feira, contra o alto preço dos ingressos para a final. Os dirigentes uruguaios tentaram se defender das acusações dos seus aficcionados dizendo que o acordo feito com os santistas era de que o preço seria de US$ 250 (cerca de R$ 395) para as duas partidas.

Na manhã de ontem, Luis Álvaro deu uma entrevista à Rádio 1010, do Uruguai, em que disse que havia repassado os ingressos do primeiro jogo por R$ 120 (cerca de US$ 75) e que se os uruguaios estavam repassando as entradas para seus torcedores por US$ 250 para a segunda partida era um “negócio do Peñarol”.

A declaração irritou Damiani, que negou a informação do dirigente santista e disse, em entrevista ao jornal uruguaio El País, que exige que Luis Álvaro demonstre o comprovante de pagamento.

O vice-presidente do Peñarol, Edgar Welker, foi mais além, afirmando ao periódico que não sabe se os santistas rasgaram, rifaram ou fizeram papel picado com os ingressos do primeiro jogo, mas que no segundo seria cobrado US$ 250 para os torcedores “carboneros”, como foi acordado nas duas partidas.

Os uruguaios explicaram ainda que não existiu compra e venda de ingressos entre as duas equipes. O que houve foi um repasse de 2.450 entradas em que cada um venderia e cobraria o preço acordado em seu país. O gerente esportivo do Peñarol, Osvaldo Giménez, explicou ainda que os santistas pretendiam cobrar US$ 350 (cerca de R$ 560) pelos ingressos, mas que por conta das economias distintas dos dois países, os uruguaios pediram para baixar o preço.

Por Cleber Aguiar – Ex-jogador Leonardo é parado na Lei Seca e perde habilitação no RJ

Fonte: Globo.com

Ex-jogador Leonardo cai na Lei Seca

Por: Berenice Seara

Leonardo, um dos jogadores da seleção do tetra e técnico da Inter de Milão, teve a carteira apreendida, na madrugada desta terça-feira, na blitz da Lei Seca da Rua Marquês do Paraná, em Niterói.

O moço recusou-se a fazer o teste do bafômetro. Seu carro, um Golf, foi liberado, porque Leonardo apresentou outro motorista para conduzi-lo.

Por Eder – Nota oficial do CORINTHIANS explica isenções

O Estádio de Itaquera – Esclarecendo os Fatos

Fonte:Agência CORINTHIANS

Afinal, qual o conteúdo do tal “enorme pacote de isenções ao Corinthians” objeto do Projeto de Lei do Executivo de São Paulo (“PL”) a ser votado nesta semana?

Na verdade, o PL contempla dois incentivos distintos, sendo um deles fiscal e o outro financeiro.

I – Incentivo Fiscal

O incentivo fiscal consiste em isentar do ISS os serviços de construção do estádio. Esta isenção, na verdade, é concedida aos serviços de construção (ou reforma) pelas 12 cidades-sede da Copa do Mundo, inclusive Porto Alegre e Curitiba, nas quais os titulares dos estádios são privados (Internacional e Atlético Paranaense, respectivamente). Isentar do ISS os serviços de construção foi um compromisso assumido pelas 12 cidades-sede perante a FIFA, em documento chamado “Matriz de Responsabilidades”, que conjuga uma série de obrigações impostas pela FIFA, em todas as Copas do Mundo, como condição a todas as cidades (e Estados) que pretendem sediar o evento.

Portanto, ao isentar a construção de ISS, São Paulo está apenas cumprindo a obrigação assumida pelo Município perante a FIFA.

Aliás, quando a Matriz de Responsabilidades foi assinada por São Paulo, em 13 de janeiro de 2010, o estádio paulistano que gozaria da isenção de ISS em sua reforma era outro (por coincidência, também particular).

II – Incentivo Financeiro

1 – E o que são os tais “R$ 420 milhões” ?

Na verdade, são um incentivo financeiro (e não fiscal) ao desenvolvimento da Zona Leste, a menos desenvolvida de São Paulo, e não apenas ao estádio do Corinthians. Os Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs) existem na legislação de São Paulo desde 2005 (Lei nº 14.096, de 8 de dezembro de 2005, alterada pela Lei nº 14.256, de 29 de dezembro de 2006), quando foram criados como mecanismo ao desenvolvimento da Região da Luz (anos antes, portanto, da própria confirmação da realização da Copa do Mundo no Brasil).

Especificamente na Zona Leste, na área onde está sendo construído o novo estádio, os CIDs existem desde 2007, por ocasião da edição da Lei nº 14.654, de 20 de dezembro de 2007.

Portanto, o Corinthians não será o primeiro e nem o último beneficiário dos CIDs: qualquer empresa disposta a investir na região da Luz ou na Zona Leste fará jus aos CIDs. Qualquer outro clube de futebol que queira construir um estádio na Zona Leste fará jus aos CIDs. O próprio Corinthians, independentemente da aprovação do PL, já faria jus aos CIDs, nos termos da legislação atualmente em vigor (Lei nº 14.654, de 2007, alterada pela Lei nº 14.888, de 19 de janeiro de 2009, dependendo apenas da regulamentação pelo Executivo Municipal da Lei já vigente).

Os CIDs são certificados emitidos pela Prefeitura em favor do investidor, no valor de até 60% dos investimentos, desde que comprovadamente realizados e auditados pela Prefeitura.

Tais certificados podem ser cedidos pelo investidor a terceiros, que por sua vez os utilizarão para pagamento de ISS e IPTU por eles devidos ao Município.

2 – E por que é necessário um novo PL se os CIDs já estão previstos na legislação?

Porque, no caso do novo estádio, a Prefeitura criou requisitos ainda mais rígidos dos que os requisitos hoje existentes, impondo-os como condição para a concessão dos CIDs.

Se o PL vier a ser aprovado, não bastará ao Corinthians realizar um investimento na Zona Leste (como está previsto na Lei de 2007) e nem mesmo construir um estádio apto a sediar partidas da Copa do Mundo. Para o Corinthians a Lei será mais rígida, e exigirá que o Clube construa, antes da Copa, um estádio que atenda a todas as exigências da FIFA para sediar a abertura da Copa. E as exigências da FIFA para a abertura são maiores, inclusive, que aquelas dirigidas ao Maracanã, que será palco da final da Copa.

3 – E de onde surgem os R$ 420 milhões?

De novo, o PL é mais rígido que a legislação atual, que não impõe limite máximo de valor aos CIDs.

Os R$ 420 milhões são o valor máximo dos CIDs concedidos pelo Município, independentemente do custo final do estádio. Assim, se o Corinthians tiver que gastar R$ 1 bilhão com o novo estádio para atender às inúmeras exigências da FIFA, os CIDs continuarão sendo de R$ 420 milhões, caindo de 60% para 42% do valor do investimento.

4 – São Paulo terá ganhos por sediar a Copa que justifiquem a concessão dos CIDs?

Estudo preparado pela renomada empresa de consultoria internacional Accenture aponta de forma muito clara os enormes ganhos a serem experimentados por São Paulo em razão da cidade sediar a abertura da Copa. Apenas para o evento abertura são esperados cerca de 190 mil turistas estrangeiros, que se estima gastarão na cidade cerca de R$ 1,2 bilhões. Isso sem contar os ganhos futuros, decorrentes do aumento do turismo de negócios em São Paulo decorrente da visibilidade a ser alcançada com a abertura da Copa, estimado pela Accenture em R$ 1 bilhão para o período compreendido entre 2010 e 2020.

5 – Qual a comparação entre a situação de São Paulo e as demais cidades-sede da Copa?

A isenção do ISS foi condição imposta pela FIFA e é concedida em todas as cidades-sede.

Desde um ponto de vista financeiro, enquanto São Paulo apenas estenderá ao novo estádio, e sob condições ainda mais rígidas, um incentivo financeiro que já existe em sua legislação desde 2005, as demais cidades-sede (com exceção apenas de Porto Alegre e Curitiba) arcarão com 100% dos custos de construção ou reforma de seus estádios, que são públicos (como Maracanã ou Mineirão, por exemplo). E só São Paulo sediará a abertura da Copa.

Sob um prisma de legado urbanístico e econômico, a localização do novo estádio na Zona Leste – região carente de investimentos na qual residem cerca de 37% dos paulistanos – coloca São Paulo em tão evidente vantagem comparativa em relação às demais cidades-sede que a situação dispensa comentário.

6 – Qual a importância dos CIDs para a viabilização i) do futuro estádio do Corinthians e ii) da abertura da Copa do Mundo em São Paulo?

O Corinthians dispunha de um projeto de estádio para 48.000 expectadores, que atendia ao padrão FIFA, porém que não dispunha da capacidade de público exigida para sediar a abertura da Copa. O custo desse projeto podia ser suportado pelo Corinthians, independentemente dos CIDs.

Para sediar a abertura, é necessário um estádio com capacidade para 65.000 pessoas e, mais que isso, um estádio que atenda a inúmeras e severíssimas exigências da FIFA.

Portanto, a concessão dos CIDs permitirá ao Corinthians absorver o aumento de custos derivado da modificação do projeto originalmente previsto, necessário a que São Paulo possa sediar a abertura da Copa e, com isso, obter enormes incrementos de receita tributária, ganhos urbanísticos à Zona Leste e projeção internacional única.

Estes são os fatos que, em benefício da boa e isenta informação, o Corinthians torna públicos.

Sport Club Corinthians Paulista

COMENTÁRIO: Antes de qualquer crítica á respeito da construção do estádio do CORINTHIANS, é importante as pessoas lerem este artigo e o que foi publicado aqui mesmo neste site dia 19/06/2011 , para não ficar levantando polêmica que não existe , esse é só um recado para o pessoal que acha, que o CORINTHIANS precisa do governo para construir estádio. Aqui é CORINTHIANS!

Por Cleber Aguiar – River vive “maldición brasileña”

Fonte: Folha de São Paulo


ARGENTINA
Com Petrobras e Tramontina na camisa, clube joga repescagem para não cair

RAFAEL REIS
DE SÃO PAULO

À beira de um inédito rebaixamento para a segunda divisão do futebol argentino, o River Plate encontrou do outro lado da fronteira um culpado para a crise atual.
Em fóruns na internet e nas redes sociais, torcedores de rivais brincam que a equipe afundou devido à “má sorte” provocada por seus patrocinadores brasileiros.
Duas das três empresas que estampam suas marcas na camiseta “millonaria” são originárias do Brasil -a alemã Adidas fornece material esportivo ao clube.
A Petrobras é a principal patrocinadora do time de Buenos Aires. Parceira do River desde o primeiro semestre de 2006, aparece no peito e nas costas do uniforme.
A união com a Tramontina é mais recente. O acordo foi selado em fevereiro e permitiu que a empresa anunciasse nas mangas da camisa.
Juntas, elas pagam ao clube argentino pouco mais de US$ 3 milhões anuais (cerca R$ 4,8 milhões), valor irrisório para o mercado futebolístico brasileiro, onde o Flamengo fatura R$ 8 milhões apenas com as mangas.
O River inicia amanhã a disputa de um mata-mata contra o Belgrano, quarto colocado da Primera B. O jogo acontece em Córdoba, casa da equipe que tenta a promoção. A volta será no domingo.
Quem sair vencedor do encontro disputa a elite na próxima temporada. O perdedor joga a segunda divisão.
Procurada pela reportagem, a Tramontina se recusou a informar se pretende manter o patrocínio mesmo em caso de rebaixamento. Negou apenas que o contrato, válido até o fim do ano, tenha cláusula de rescisão automática em caso de queda.
A assessoria de imprensa da Petrobras, que tem mais um ano de acordo, afirmou que um feriado na Argentina impossibilitou que as perguntas fossem respondidas.
Apesar das piadas sobre uma possível “maldición brasileña”, ter patrocinadores do vizinho com economia mais aquecida não é incomum para os argentinos. Oito dos 20 times do recém-encerrado Torneio Clausura, vencido pelo Vélez Sarsfield, têm apoio verde e amarelo.
O River, 33 vezes campeão da primeira divisão e que nunca saiu da elite desde o início da era profissional, nem foi tão mal assim na competição, uma espécie de segundo turno do Argentino -terminou na nona posição.
Mas, como o rebaixamento é definido pela média de pontos por partida em três temporadas, terá de lidar com o risco do descenso.
O time vinha acumulando campanhas ruins e ficou em 17º no ranking. Os dois com piores médias são rebaixados, e mais dois jogam contra equipes da segunda divisão.

Por Cleber Aguiar – Com problema no coração, Eduardo, do Figueirense, anuncia aposentadoria

Fonte: Futebolinterior.com.br

O goleiro acumula passagem por Náutico, Brasiliense e Bangu

Florianópolis, SC, 20 (AFI) – Contratado no último mês de amio para ser reserva de Wilson no Figueirense, o goleiro Eduardo, de 33 anos, anunciou sua aposentadoria nesta segunda-feira por conta de problemas cardíacos, correndo risco de morte se praticar esporte de alto rendimento.

“Existe uma recuperação, mas o período é longo, de quase um ano. Eu teria 35 anos quando voltasse. Neste momento compensa parar mesmo, optei por continuar vivo”, afirmou o goleiro Eduardo.O goleiro ainda afirmou que desde 2006 monitora seu problema cardíaco, porém, com a mudança das recomendações médicas da FIFA, ele acabou entrando na zona de risco para jogadores com problemas no coração.

Revelado pela Portuguesa-RJ, o goleiro acumula passagem por Bangu, Portuguesa, Brasiliense, América-RJ e Náutico, pelo qual disputou mais de cem partidas. Neste ano disputou o Carioca pelo Resende e em seguida foi para o Figueirense para ser reserva de Wilson.

Em 2002, quando vestia a camisa do Bangu, o goleiro teve um gol anulado. Na semifinal da competição, em partida contra o Fluminense, seu time precisava marcar um gol. No último minuto, o goleiro foi para a área e desviou de cabeça para marcar. Entretanto a arbitragem invalidou o lance alegando que Eduardo empurrou a bola com a mão.

Veja videos do goleiro !

Parte 1

Parte 2

Entrevista

Por Cleber Aguiar – Corrida por ingressos causa fila e frustração.

Fonte: O Estado de São Paulo

( Sede da TorcidaJovem do Santos na Vila Carrão )

No Brasil, organizada põe à venda últimos bilhetes, enquanto no Uruguai 5 mil torcedores perdem a chance de ver jogo

Bruno Deiro – O Estado de S.Paulo

Esgotados nas bilheterias desde a semana passada, os últimos ingressos para a final da Libertadores entre Santos e Peñarol foram vendidos ontem pelas torcidas organizadas do clube.

Uma cota de cerca de 700 ingressos de arquibancada, segundo a diretoria da organizada, foi posta à venda para os torcedores que viajaram ao Uruguai para acompanhar o time.

Mesmo assim, quase 3 mil pessoas foram para a fila na sede da organizada, na Vila Carrão, em busca de ingressos. “Teve gente que madrugou com colchões e cadeiras. Mas só vendemos para quem tinha a carteirinha”, disse Amilton Silva, tesoureiro da organizada.

Segundo Amilton, foram privilegiados os torcedores que foram a Montevidéu acompanhar o time. “Eles foram os últimos dos últimos a comprar. Não fizeram antes porque estavam viajando e fizemos um acordo com a diretoria para vendermos hoje (ontem).”

Ele admitiu, porém, que foi difícil controlar quem estava na fila. “Apesar de não termos divulgado, chegou mais gente do que esperávamos.”

Em caso de título, a festa da torcida será na Avenida Paulista, em São Paulo, e na Praça Independência, em Santos.

Revolta. Inconformados com a cota de 2.400 ingressos colocados à venda para os visitantes no Pacaembu, a torcida do Peñarol ainda teve de lidar com uma polêmica no último fim de semana.

Primeiros, os torcedores reclamaram do aumento no preço dos bilhetes, que passaram a custar em torno de US$ 250 (quase R$ 400).

Repassados às agências oficiais parceiras do clube, os bilhetes foram comercializados, mas um erro de organização fez com que quase 7 mil pacotes fossem vendidos.

Ontem, as agências emitiram um comunicado afirmando que vão devolver o dinheiro de quase 5 mil torcedores que tiveram a viagem cancelada.

A insatisfação, no entanto, foi geral e alguns torcedores foram à sede do Peñarol para protestar.

Para piorar o clima de descontentamento, ainda surgiu um rumor de que alguns bilhetes seriam vendidos ontem na sede do clube por um valor ainda mais elevado.

“É mentira. Chegou a mim este rumor, mas o descarto totalmente”, afirmou o vice-presidente Edgar Welker, em entrevista ao diário uruguaio El País.

A imprensa uruguaia alertou os torcedores do Peñarol para um possível revide dos santistas por conta da troca de agressões no Estádio Centenário.

No jogo em Montevidéu, torcedores do Santos foram atingidos por fogos de artifícios e alguns objetos lançados pela torcida carbonera.

As organizadas santistas, porém, prometem que não vai haver retaliação.

Por Cleber Aguiar – Milan pode oferecer Robinho ao Santos para contratar Ganso.

Fonte: Globo.com

Imprensa italiana noticia interesse do clube rubro-negro em negociação envolvendo os dois jogadores. Ideia é reduzir preço pedido pelo apoiador

Por GLOBOESPORTE.COM Milão

robinho milan gol cagliari (Foto: agência Getty Images)Robinho pode ser usado como moeda de troca do
Milan para ter Ganso (Foto: Agência Getty Images)

O Milan segue atento à recuperação de Paulo Henrique Ganso. Próximo de disputar a final da Copa Libertadores com o Santos e, depois, se integrar à Seleção Brasileira para a Copa América, o meia pode acabar indo para Milão quando voltar da Argentina. A ideia dos dirigentes do clube rossonero é levar o camisa 10 santista para a Europa o quanto antes. Nem que para isso tenham que oferecer ao Santos um de seus destaques na última temporada.

O clube italiano planeja negociar Robinho com a equipe paulista para ter Ganso a partir de agosto. As informações são do site “Calciomercato”. Segundo a página, o valor necessário para comprar Paulo Henrique seria muito alto para o Milan, que pretende incluir Robinho no negócio justamente para diminuir este custo, aproveitando que o presidente do Santos, Luis Alvaro Oliveira Ribeiro, está tentando levar o antigo camisa 7 santista para a Vila Belmiro em 2012, ano do centenário do Peixe.

Segundo a imprensa italiana, o diretor de futebol do Milan, Ariedo Braida, vai a São Paulo para o segundo jogo da final da Libertadores, entre Santos e Peñarol, e também à Argentina para acompanhar a Copa América e realizar uma espécie de relatório para a cúpula rossonera, aprovando ou não a contratação do jogador.

Por Cleber Aguiar – Durval sem medo !

Fonte: Folha de São Paulo

Velocistas e um maratonista

Imunidade a contusões e disciplina tornam o zagueiro Durval presença garantida nas partidas do Santos, que amanhã joga pelo tri na Libertadores

LEONARDO LOURENÇO
ENVIADO ESPECIAL A SANTOS

Na primeira partida da final da Libertadores, semana passada, contra o Peñarol, o único titular da defesa santista que atuou no empate em 0 a 0 no estádio Centenario foi o paraibano Durval, 30.
Não chega a ser surpresa.
O defensor, um dos atletas mais reservados do elenco santista, que amanhã disputa o título continental no Pacaembu, impressiona pela vitalidade e pela disciplina.
No jogo de ida ante os uruguaios, os laterais Jonathan e Léo ficaram fora, lesionados.
Edu Dracena, capitão do time, não atuou por ter sido expulso no final do duelo decisivo das semifinais, contra o Cerro Porteño, no Paraguai.
Neste ano, com 33 jogos, Durval só não atuou mais que o goleiro Rafael e que o volante Adriano, ambos com 34 jogos. Ficou fora de sete duelos, apenas um por suspensão, contra o Ituano, no Paulista. Nos outros, foi poupado para a Libertadores.
“A gente pode contar nos dedos as lesões que ele [Durval] sentiu”, declarou o médico do Santos, Rodrigo Zogaib. “É impressionante. Ele é o que menos reclama de dores após as partidas.”
Segundo o médico, vários fatores explicam essa imunidade de Durval, desde o biotipo, de musculatura forte, até seu perfil psicológico.
“Durval não traz problemas alheios para o clube”, afirmou Zogaib. Segundo o médico, fatores como estresse podem causar predisposição a lesões musculares.
“Quando o jogador consegue separar os problemas particulares, diminui os problemas médicos”, disse.
Mas não são apenas as questões físicas que colocam Durval sempre à disposição dos técnicos santistas. Sua disciplina é invejável para um atleta da sua posição.
O zagueiro jamais foi expulso desde que chegou ao Santos. Neste ano, recebeu apenas quatro cartões amarelos, todos no Paulista.
Na Libertadores-2011, Durval esteve em todos os duelos. Como ele, somente Rafael, Adriano e Danilo. Já foi assim em 2010, seu primeiro ano na Vila Belmiro. Ninguém vestiu mais a camisa do clube no ano passado do que Durval, que esteve em 66 dos 76 jogos oficiais do time.
“Ele se cuida muito fora de campo”, declarou Zogaib.
A vitalidade de Durval contrasta com a fragilidade de um de seus companheiros de defesa, o lateral Jonathan.
Ontem, o médico do clube vetou a participação do ala direito na final de amanhã. “Nós fizemos alguns testes com o Jonathan ontem [domingo], mas ele ainda está sentindo muitas dores.”
O atleta, com seguidas contusões musculares, perdeu metade dos jogos do Santos nesta temporada.
O problema físico que o tira da decisão da Libertadores amanhã é um edema na coxa direita, sofrido na semifinal contra o Cerro Porteño.

Durval

Severino dos Ramos Durval da Silva

Posição: Zagueiro

Jogos: 101

Gols: 3

Detalhes do Jogador

Posição: Zagueiro
Nome: Severino dos Ramos Durval da Silva
Natural de: Cruz do Espírito Santo (PB)
Nascimento: 11/07/1980
Altura: 1,85m
Peso: 85Kg
Jogos: 101
Gols: 3
Clubes: Unibol-PE (1999 a 2001), Botafogo da Paraíba-PA (2002 e 2003), Brasiliense-DF (2004), Atlético Paranaense-PR (2005) e Sport Recife-PE (2006 a 2009)
Títulos: Campeonato Paranaense 2005 (Atlético Paranaense), Tetracampeonato Pernambucano – 2006 a 2009 (Sport); Copa do Brasil 2008 (Sport); Campeonato Paulista 2010 e 2011 (Santos FC); ; Copa do Brasil 2010 (Santos FC)