Por Eder – Timão vence o Coritiba por 2 a 1 em Araraquara

Na tarde deste domingo (29), o Timão recebeu a equipe do Coritiba no Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara, em partida válida pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2011. Vestindo a nova Camisa III 2011, o Corinthians venceu o jogo por 2 a 1, com gols de Paulinho e Danilo, chegando aos 06 pontos na competição, com 100% de aproveitamento.

O Timão começou o jogo indo para cima dos visitantes e criando uma grande oportunidade antes do primeiro minuto da partida, quando, após troca de passes, a bola sobrou para Liédson concluir dentro da pequena área. Vanderlei defendeu sem problemas. O Corinthians, no entanto, não demoraria para abrir o placar. Aos 04min, Paulinho tabelou com Willian e chutou no canto direito para colocar o Timão na frente. O Alvinegro era só pressão em Araraquara.

Atacando em velocidade com boas trocas de passes, o Corinthians continuava criando e dominando a equipe do Coritiba. Aos 10min, Willian foi lançado e tocou para Paulinho, que chegava de trás, concluir, mas Vanderlei defendeu novamente. No minuto seguinte, foi Willian quem arriscou de dentro da área, mas o chute forte do atacante desviou no zagueiro e saiu pela linha de fundo.

A primeira oportunidade dos visitantes aconteceu aos 22min, quando Geraldo invadiu a área e concluiu cruzado, obrigando Julio Cesar a se esticar e espalmar a bola. Aos 28min, Paulinho driblou o marcador e foi derrubado na linha da grande área, mas o árbitro nada marcou. Dois minutos depois, Danilo arriscou de longe, mas o goleiro fez a defesa. Sem a pressão do começo da partida, o Corinthians continuava dominando o jogo.

O Timão apresentava maior posse de bola, mas a partida caiu de ritmo nos minutos finais do primeiro tempo. Aos 41min, Paulinho foi novamente derrubado, desta vez dentro da área, mas o árbitro deixou o jogo seguir mais uma vez. No minuto seguinte, Morais pegou bem na bola em chute da intermediária, obrigando Vanderlei a espalmar para fora. Aos 47min, após apertarem a marcação, Willian e Liédson conseguiram roubar a bola no meio de campo e partiram em contra ataque. O camisa 11 do Timão arriscou de longe, mas a bola subiu muito e saiu sem perigo para os visitantes. O primeiro tempo chegou ao fim com o Coringão na frente, dominando a partida, mas sem criar tanto quanto no início do jogo.

O Corinthians voltou para a segunda etapa sem alterações, mas, logo na primeira jogada, Alessandro sentiu a coxa direita na corrida e foi substituído por Moradei. Aos 09min, Morais arrancou e foi derrubado quando entrava na área. Chicão cobrou a falta com habilidade e exigiu uma defesa difícil de Vanderlei. Aos 17min, Tite fez a segunda mudança da partida, tirando Willian e colocando Jorge Henrique no seu lugar. O Timão continuava com maior volume de jogo, mas já não chegava com tanto perigo.

Aos 28min, mais um lance polêmico na partida. Após jogada ensaiada, Leonardo empatou de cabeça para o Coritiba, mas o jogador estava em posição irregular no momento do cruzamento. Dois minutos depois, o Corinthians buscava o gol de empate com Paulinho e Liedson, que não conseguiram marcar após lance confuso dentro da área dos visitantes. Aos 33min, a última substituição de Tite: saiu Morais e entrou Edno.

Faltavam 10 minutos para o fim do jogo quando o Timão voltou a ficar à frente no placar. Após cruzamento de Jorge Henrique, Danilo empurrou para o fundo das redes. 2 a 1 para o Corinthians em Araraquara. Aos 43 minutos, o Timão valorizava a posse de bola quando levou um grande susto: Anderson Aquino chutou forte e acertou a trave esquerda de Julio Cesar. Aos 49min, o árbitro encerrou a partida em que o Timão conquistou a vitória merecida. O próximo desafio para o Corinthians no campeonato acontece no próximo domingo (05), às 16hs, contra a equipe do Flamengo no Rio de Janeiro

 

Danilo: “O importante foi o espírito para poder vencer”

 

Depois de garantir a vitória sobre o Coritiba com um gol no final do jogo, Danilo falou sobre a importância dos 3 pontos conquistados. “Foi uma vitória importante. Estávamos ganhando de 1 a 0 e não matamos o jogo. O importante foi o espírito para poder vencer”, comemorou o jogador.

O meia ainda falou sobre as opções do técnico Tite. “Todos na equipe têm condições de jogar, cabe ao professor colocar as peças certas no time”, concluiu o corinthiano.

Jorge Henrique fala sobre o carinho da torcida

Jorge Henrique, que entrou no segundo tempo e fez uma boa atuação na vitória sobre o Coritiba em Araraquara, falou sobre a torcida, que aplaudiu sua entrada. “Eu conquistei o carinho da torcida em 2009 e 2010. Estou no banco por opção do Tite, mas se Deus quiser vou voltando ao ritmo que a torcida gosta e vou voltar a ser titular”, declarou atleta alvinegro.
O atacante ainda falou sobre a possibilidade de ser negociado. “Estou tranquilo. Meu empresário resolve isso. Vou jogar meu futebol para voltar à equipe titular”, garantiu o jogador.

Por Rogerinho – No último lance do jogo, Lucas marca e põe São Paulo colado no Galo

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Com Rivaldo em campo no segundo tempo, Tricolor cresce, acerta duas vezes a trave do adversário e sai do sufoco em chute do camisa 7

Fonte – Globoesporte.com

A partida parecia definida. O resultado até poderia ser classificado como injusto, afinal um apático São Paulo no primeiro tempo cresceu na etapa complementar, criou chances e chegou a acertar a trave do Figueirense por duas vezes. Até que, aos 47, o garoto Lucas resolveu chamar a responsabilidade e, em jogada individual, acertou um chute de fora da área e venceu o goleiro Wilson: 1 a 0 e festa dos 9.931 pagantes que sofreram diante de um frio de 12ºC na noite deste sábado, no Morumbi.

Casemiro (Foto: Wander Roberto/VIPCOMM)
Casemiro disputa lance com Ygor durante a partida realizada neste sábado

Com o resultado, a equipe comandada por Paulo César Carpegiani grudou no Atlético-MG, que bateu o Avaí por 3 a 1, na liderança do Campeonato Brasileiro, ambos com seis pontos. A equipe mineira leva vantagem no saldo de gols (cinco a três). Já o Figueirense, que vinha de vitória sobre o Cruzeiro, permaneceu com três pontos e vai dormir na nona colocação.

Pela terceira rodada do Nacional, os times voltarão a campo em dias diferentes. O Figueirense, no próximo sábado, receberá a visita do Atlético-GO, no Orlando Scarpelli. O São Paulo, por sua vez, jogará apenas na quarta-feira, dia 8 de junho, contra o Atlético-MG, em Sete Lagoas.

Primeiro tempo muito ruim

Após a vitória na estreia sobre o Fluminense por 2 a 0, Paulo César Carpegiani mexeu no São Paulo, abdicando do esquema com quatro volantes, para colocar mais um homem de ataque (Fernandinho). Do lado catarinense, a estratégia de Jorginho era segurar no início, povoar o meio-campo para, com o passar do tempo, surpreender em um contra-ataque.

Apesar do maior volume de jogo, o São Paulo tinha claras dificuldades para criar. Havia um claro buraco no meio-campo. Isso porque havia o bloco dos defensores e o dos atacantes. Não havia uma peça que parasse, pensasse e distribuísse o jogo. Lucas, apagado, ficou aberto pela direita, Fernandinho, pela esquerda, e Dagoberto atuou mais centralizado. Casemiro e Carlinhos Paraíba, que tentaram fazer essa função de meia, abusaram dos erros de passes. Já Wellington, importantíssimo na marcação sobre Conca em São Januário, não tinha função em campo, já que o Figueirense pouco levava perigo.

dagoberto são paulo figueirense (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Dagoberto, que pouco fez no primeiro tempo, bate na bola

 

Com exceção de um lance de Fernandinho, no começo da partida, a equipe da casa limitou-se a arriscar chutes de fora da área, o que irritou o seu torcedor que, a partir dos 30, começou a pedir a entrada de Rivaldo. Do lado adversário, a estratégia começava a dar resultado. O Tricolor, pressionado, subia sem organização e deixava espaço em suas pontas. Se o time catarinense atuasse com mais rapidez, certamente levaria mais perigo. Na melhor chance de gol da primeira etapa, Ceni evitou gol de Wellington Nem em cobrança de falta.

Rivaldo e Henrique Miranda em campo

Irritado com o desempenho do time, Carpegiani fez duas alterações no intervalo. Para ter uma cabeça pensante no meio, pôs Rivaldo na vaga de Fernandinho e adiantou Lucas para o ataque. Depois, sacou o apagadíssimo Juan para colocar o garoto Henrique Miranda, mais uma cria das categorias de base do CT de Cotia. No seu primeiro lance, o veterano camisa 10 deixou Casemiro na cara do gol, mas o volante não conseguiu dominar a bola.

A jogada, no entanto, foi apenas um lampejo. Mudaram as peças, o jeito de o time atuar, mas a falta de inspiração persistia. A ponto do goleiro e capitão Rogério Ceni, aos 11, deixar a sua meta para dar uma grande bronca no lateral Jean, que, segundo o goleiro, não estava se apresentando para o jogo. Logo as vaias surgiram novamente. Do lado do Figueirense, Jorginho tentou fazer o time ser um pouco mais ousado com as entradas de Rhayner e Coutinho nas vagas de Aloísio e Wellington Nem.

Marlos entra, time acerta a trave duas vezes, e Lucas salva no fim

Aos 20, Carpegiani fez sua última mexida, com Marlos na vaga de Carlinhos Paraíba. Nova mudança tática. Rivaldo passou a atuar mais recuado, e o time voltou a jogar como no primeiro tempo, com Lucas fazendo a função de Fernadinho na esquerda, e Marlos jogando na direita, onde o camisa 7 atuou nos primeiros 45 minutos. Finalmente, a equipe acordou. Em cinco minutos, acertou duas vezes a trave esquerda de Wilson. A primeira com Casemiro, de cabeça, e a segunda com Marlos, em chute cruzado. Lucas só não fez um golaço porque Wilson fez grande defesa. Aos 47, no entanto, não teve jeito e a joia tricolor, em chute de fora da área, garantiu a importante vitória do Tricolor, com uma sutil colaboração do goleiro do Figueira.

SÃO PAULo 1 X 0 FIGUEIRENSE
Rogério Ceni; Jean, Xandão, Rhodolfo e Juan (Henrique Miranda) ; Wellington, Carlinhos Paraíba (Marlos), Casemiro e Lucas; Dagoberto e Fernandinho (Rivaldo). Wilson; Bruno, João Paulo, Edson Silva e Juninho; Ygor, Tulio (Pittoni), Maicon e Wellington Nem (Coutinho); Aloísio (Rhainner) e Reinaldo
Técnico: Paulo César Carpegiani. Técnico: Jorginho.
Gols:
Lucas, aos 47min do segundo tempo
Cartões amarelos: Wellington (São Paulo); Maicon, João Paulo, Túlio, Juninho e Aloísio (Figueirense)
Renda e Público: R$ 234.431,00 / 9.931 pagantes
Estádio: Morumbi. Data: 28/05/2011. Árbitro:Felipe Gomes da Silva (RJ) Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Rodrigo Henrique Correia (RJ).

Por ICFUT – Atlético-MG aproveita ressaca do Avaí e conquista segunda vitória

Assista aos melhores momentos

 

Assim como contra o Atlético-PR, na primeira rodada, Galo vence a partida em jogadas áereas, com dois gols de Leonardo Silva e um de Réver

 

Fonte – GLOBOESPORTE.COM

 

Com um futebol leve, rápido e envolvente, o Atlético-MG não deu chances ao Avaí e, mesmo na Ressacada, em Florianópolis, venceu o confronto, de virada, por 3 a 1. Com um show dos zagueiros-artilheiros, o Galo conquistou a segunda vitória seguida no Campeonato Brasileiro. Assim como na primeira rodada, na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-PR, o time mineiro venceu com jogadas de bolas levantadas na área. Desta vez, Leonardo Silva, duas vezes, e Réver marcaram para o time mineiro. Fábio Santos descontou para os catarinenses.

acleisson avaí atlético-mg (Foto: Agência Futura Press)
Giovanni Augusto e Acleisson disputam a bola

 

Mesmo saindo atrás no placar, em nenhum momento, o Atlético-MG foi inferior em campo. Com um meio-campo muito bem armado pelo técnico Dorival Júnior, o time alvinegro dominou as ações e mereceu a fácil vitória. O Avaí, visivelmente, ainda não se recuperou da eliminação na Copa do Brasil, na última quarta-feira, para o Vasco. O time se mostrou nervoso em campo e não foi páreo para o Galo.

Com o resultado, o Atlético-MG, provisoriamente, chega à liderança da competição, com seis pontos ganhos. Mesmo com a vitória do São Paulo, sobre o Figueirense, no Morumbi, por 1 a 0, o Galo leva vantagem no saldo de gols, cinco contra três. O Avaí, em contrapartida, com duas derrotas seguidas, é o último colocado, ainda sem pontuar na tabela de classificação.

Agora, na próxima rodada, o Avaí vai à Vila Belmiro, onde enfrentará o Santos, no domingo, às 18h30m (de Brasília). A folga do Atlético-MG será um pouco maior. O Galo só voltará a campo na quarta-feira, dia 8 de junho, às 21h50m, quando receberá o São Paulo, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

Ressaca azul e branca

O clima na Ressacada não era favorável ao Avaí. Afinal, a eliminação na Copa do Brasil para o Vasco, dentro do próprio estádio, na última quarta-feira, ainda doía nos jogadores e na torcida do Leão, que compareceu em pequeno número.

O Atlético-MG se aproveitou disso e começou melhor em campo. O time mineiro tomou a iniciativa da partida e buscou o ataque, como se estivesse jogando em casa. Mas bastou um vacilo para o Avaí abrir o placar, justamente em seu primeiro ataque. Após lançamento para a área, Fábio Santos foi mais esperto que a zaga atleticana e bateu na saída de Renan Ribeiro.

A ideia de que o gol faria o time catarinense crescer não durou nem um minuto. O Galo continuou com as rédeas do jogo nas mãos, muito mais tranquilo e consciente em campo. Assim, o empate não demorou a sair, aos 15 minutos, com Leonardo Silva, que aproveitou um cabeceio de Richarlyson, após cobrança de escanteio.

Os velhos problemas do Avaí ficaram novamente expostos, como uma ferida que ainda não cicatrizou. O Atlético-MG dominou o jogo, e o Leão só levou perigo em lances esporádicos. O placar de 1 a 1 no primeiro tempo ficou de bom tamanho para os catarinenses, que demonstraram espírito de luta, mas pareciam ainda conviver com os fantasmas da eliminação para o Vasco.

Predomínio alvinegro

A bola rolou para o segundo tempo, e o Atlético-MG não precisou nem de dois minutos para virar o placar. Fillipe Soutto cobrou escanteio, e o capitão Réver subiu mais alto que a zaga do Avaí para colocar o Galo à frente do placar.

O segundo gol atleticano desmoronou de vez o Avaí. O time de Santa Catarina tentava o ataque de forma desordenada e dava muitos espaços para o contra-ataque. Para piorar ainda mais a situação, a torcida do Leão começou a pegar no pé de alguns jogadores, como George Lucas, Julinho e Marquinhos, que deve anunciar a transferência para o Grêmio.

O Galo, que na primeira rodada fez dois dos três gols sobre o Atlético-PR em cobranças de escanteios, fez ainda mais contra o Avaí. Após bola cruzada na área, Leonardo Silva, outra vez, aos 23, aumentou a vantagem.

Os minutos finais serviram para o Galo administrar a vantagem construída e para a torcida do Leão protestar muito, pedindo a saída do técnico Silas. Os dois times vivem momentos muito distintos. Enquanto o Atlético-MG mostra futebol de alta qualidade e está de bem com a vida, o Avaí precisa juntar os cacos e se reconstruir, para ainda vislumbrar um fim de 2011 sem maiores sobressaltos.

avaí 1 x 3 atlético-mg
Renan; George Lucas (Robinho), Cássio, Gustavo Bastos e Julinho; Marcinho Guerreiro, Acleisson, Marquinhos (Estrada) e Marquinhos Gabriel; Fábio Santos e Rafael Coelho (Maurício Alves). Renan Ribeiro; Patric, Réver, Leonardo Silva e Leandro; Fillipe Soutto, Richarlyson, Toró (Gilberto) e Giovanni Augusto (Mancini); Magno Alves (Neto Berola) e Guilherme.
Técnico: Silas. Técnico: Dorival Júnior.
Motivo: segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Data: 28/5/2011. Horário: 18h30m (de Brasília). Local: Ressacada, em Florianópolis (SC). Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (FIFA/RJ). Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (FIFA/RJ) e Bruno Boschilia (aspirante FIFA/PR).
Público: 4.551 pagantes. Renda: R$ 40.650,00. Cartões amarelos: Gustavo Bastos (Avaí); Patric e Guilherme (Atlético-MG).
Gols: Fábio Santos (Avaí), aos 7 minutos, e Leonardo Silva (Atlético-MG), aos 15 minutos do primeiro tempo; Réver (Atlético-MG), aos 2 minutos, e Leonardo Silva (Atlético-MG), aos 23 minutos do segundo tempo.

Por ICFUT – Com um gol do homenageado Iarley, Ceará vence o Inter no Beira-Rio

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Ex-jogador do Inter, campeão mundial pelo clube em 2006, determinou o
1 a 0 para os visitantes

Fonte – Globoesporte.com

Com um gol do ex-colorado Iarley, que foi homeageado pela diretoria do Colorado antes do jogo, o Ceará venceu o Inter em Porto Alegre por 1 a 0, nesta noite de sábado, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O atacante, um dos heróis da conquista do Mundial de 2006, entrou no segundo tempo e ficou até constrangido após fazer o gol que decidiu a partida.

Foram os primeiros três pontos do Ceará na competição. O Inter, que havia empatado na estreia contra o Santos, tem apenas um ponto na competição.

No próximo final de semana, o Ceará recebe o Botafogo às 18h30m de sábado. Domingo, o Inter enfrenta o América-MG em Campo Grande (MS), no mesmo horário.

Gelado

Tão frio quanto a orla do Guaíba, onde fica o estádio colorado não por acaso apelidado de Beira-Rio, foi o primeiro tempo do confronto. Talvez intimidados pelo gélido vento característico do outono gaúcho, jogadores de Inter e Ceará pouco se movimentaram.

Ambos posicionaram-se em rígidos e idênticos sistemas táticos. Inter e Ceará optaram pelo 4-4-2 com meio-campo em losango, o que configurou confrontos individuais – principalmente com o volante Michel perseguindo o articulador D’Alessandro.

Com as equipes ‘encaixadas’, somente lampejos de técnica individual proporcionaram relativa emoção. Leandro Damião e Zé Roberto estimularam Fernando Henrique a protagonizar suas tradicionais defesas acrobáticas quando partiram para o drible e para o chute.

Faltou ao Inter aquela compactação tantas vezes defendida por Falcão. O treinador tentou correções, e em momento de bola parada ofensiva chegou a convocar Lauro para passar instruções, transmitidas pelo goleiro aos demais. Lento, entretanto, o time deixou o campo sob algumas vaias.

Desculpas

Antes da partida o Inter homenageou Iarley. Reserva no Ceará, há cinco anos ele foi personagem de alta relevância na conquista do Mundial de Clubes da Fifa. Foi de Iarley o passe para o gol antológico de Adriano Gabiru, decretando a vitória colorada por 1 a 0 sobre o Barcelona.

Iarley ceará gol internacional (Foto: Edu Andrade / Agência Estado)
Iarley foi homenageado antes da partida

 

Aos 17 do segundo tempo ele foi chamado pelo técnico Vágner Mancini. Substituiu Geraldo, como ponta de lança do meio-campo cearense. Dois minutos depois, voou na bola para completar cobrança ensaiada de escanteio, marcando o gol da vitória dos visitantes.

Na comemoração, Iarley não disfarçou o constrangimento. Correu timidamente de braços abertos, celebrando com os companheiros em frente aos mais de 50 torcedores do Vozão. Depois, ergueu os braços e aplaudiu os colorados das sociais do Beira-Rio, como quem pede desculpas.

Falcão reagiu. Imediatamente trocou o volante Bolatti pelo centroavante Gilberto, configurando um 4-3-3. Mas a torcida queria Oscar, que teve o nome insistentemente gritado até ser chamado pelo treinador colorado. Ele entrou para a saída de D’Alessandro, que chegou a ser vaiado também. Mas o Ceará conseguiu controlar os anfitriões, evitando qualquer tentativa de pressão colorada, mesmo com seis minutos de acréscimos.

Internacional 0 x 1 ceará
Lauro; Daniel (Glaydson), Bolívar, Rodrigo e Kleber; Bolatti (Gilberto), Guiñazu, Tinga e D’Alessandro (Oscar); Zé Roberto e Leandro Damião. Fernando Henrique; Murilo, Fabrício, Erivélton e Vicente; Michel, João Marcos, Eusébio (Heleno) e Geraldo (Iarley); Osvaldo e Marcelo Nicácio (Washington).
Técnico: Falcão. Técnico: Vágner Mancini.
Data: 28 de maio de 2011. Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Árbitro: Célio Amorim, auxiliado por Kleber Lucio Gil e Marco Antonio Martins (trio catarinense).
Gol: Iarley (Ceará), aos 19m do segundo tempo.
Cartões amarelos: Bolatti e Daniel (Inter); Eusébio, João Marcos e Osvaldo (Ceará). Cartão vermelho: Washington (Ceará)
Público: 15.412 torcedores. Renda: R$ 185.605,00.

Por Cléber – Premiado pelo empenho, Botafogo vence equipe reserva do Santos

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Equipe de Caio Júnior domina a maior parte da partida e faz 1 a 0 – gol de Fábio Ferreira – no time de Muricy Ramalho, que pensa na Libertadores

Fonte – GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

 

De um lado, uma equipe empenhada em superar a fraca atuação da estreia com derrota. Do outro, um time reserva, cujo principal interesse no momento é a Libertadores. Então, premiado pela vontade apresentada durante 90 minutos – contrastando com a inconstante qualidade técnica – o Botafogo venceu o Santos por 1 a 0, neste sábado, no Engenhão, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. No dia da estreia do meia-atacante Elkeson, o gol foi marcado pelo zagueiro Fábio Ferreira, no primeiro tempo.

antonoio carlos alex fabio ferreira botafogo gol santos (Foto: Satiro Sodré / AGIF)
Antônio Carlos, Alex e Fábio Ferreira comemoram o gol da vitória sobre o Santos

O Botafogo volta a campo no próximo sábado para enfrentar o Ceará, em Fortaleza, pela terceira rodada. Já o Santos recebe o Avaí na Vila Belmiro, no próximo domingo. No entanto, a equipe ainda tem o compromisso pela Libertadores, na quarta-feira, enfrentando o Cerro Porteño, no Paraguai, pelo jogo de volta da semifinal.

Apesar de o Botafogo ter começado a partida buscando o ataque, a improdutividade e a falta de chutes a gol esfriaram o time de Caio Júnior. Assim, o Santos conseguiu segurar o ímpeto adversário e criar as primeiras chances de gol. No entanto, a falta de pontaria impediu que os visitantes abrissem o placar no Engenhão.

Diante de um Santos visivelmente desentrosado, o Botafogo retomou as rédeas da partida. O principal caminho escolhido pela equipe era o lado esquerdo, com a combinação de jogadas entre Cortês e Everton. Porém, foi somente depois que Caio Júnior inverteu o posicionamento de Maicosuel e Elkeson que o Alvinegro passou a pressionar de forma efetiva.

Visivelmente perdido em campo – já que foi apresentado na última quarta-feira como reforço do Botafogo –, o estreante Elkeson cresceu de produção quando deixou de ser atacante pelo lado direito e passou a atuar centralizado no meio-campo. Ao mesmo tempo, Maicosuel passou a levar mais perigo à defesa santista quando foi deslocado para a frente.

E depois de assustar o adversário em algumas oportunidades, o Botafogo merecidamente abriu o placar, num lance que foi um ponto forte da equipe em 2010, mas que neste ano ainda não tinha dado as caras. Everton cobrou escanteio, e Antônio Carlos desviou de cabeça. A bola sobrou para Fábio Ferreira, que pegou de primeira e acertou o canto direito de Aranha fazendo 1 a 0, aos 36 minutos.

Peixe domina, mas fica no ‘quase’

Insatisfeito com o desempenho de sua equipe, Muricy Ramalho decidiu mudar no intervalo, promovendo a entrada de Rychely e Maikon Leite nos lugares de Alan Patrick e Tiago Alves. O Santos retornou para o segundo tempo melhor do que o Botafogo, que se mostrava disperso. Adiantando sua marcação e pressionando a saída de bola adversária, o Peixe passou a dominar a partida.

Preocupado com superioridade do adversário, Caio Júnior decidiu fazer duas mudanças de uma só vez. Para dar maior velocidade à equipe, Cidinho e Caio substituíram Everton e Alex, que foram inoperantes na segunda etapa da partida.

A mudança deu novo gás ao Botafogo, que saiu do sufoco e voltou a pressionar o Santos. Enquanto o time paulista ganhava espaços na frente e também levava perigo, a equipe da casa apostava na velocidade, mas faltava pontaria. Cidinho perdeu a chance mais clara do segundo tempo, chutando por cima do gol, dentro da grande área, após cruzamento de Cortês.

À medida que o fim do jogo se aproximava, o Botafogo segurou seu ímpeto e passou a valorizar a posse de bola, controlando a partida. O Santos ainda buscou o empate nos contra-ataques e criou chances, mas ficou no quase.

BOTAFOGO 1 X 0 SANTOS
Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês; Lucas Zen, Marcelo Mattos, Everton (Cidinho) e Maicosuel; Elkeson (Thiago Galhardo) e Alex (Caio). Aranha, Bruno Aguiar, Vinícius e Bruno Rodrigo; Pará, Possebon, Charles (Roger Gaúcho), Alan Patrick (Rychely) e Alex Sandro; Tiago Alves (Maikon Leite) e Keirrison.
Técnico: Caio Júnior. Técnico: Muricy Ramalho.
Gols: Fábio Ferreira, aos 36 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Thiago Galhardo (Botafogo); Alex Sandro, Bruno Rodrigo, Vinícius (Santos).
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 28/05/2011. Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR). Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa/PR) e Alessandro Rocha de Matos (Fifa/BA). Público: 6.222 pagantes (8.662 presentes). Renda: R$ 143.110,00.

Por ICFUT – Liderado por Messi, futebol arte do Barça bate Manchester e leva o tetra

Assista os gols da partida

 

 

Com bela atuação, time catalão mostra superioridade sobre os rivais e ganha por 3 a 1. Após vencer um tumor no fígado, Abidal levanta a taça

Fonte – GLOBOESPORTE.COM Londres

O futebol arte foi premiado neste sábado, no mítico Wembley, em Londres. Comandado pelo melhor do mundo Lionel Messi, que marcou o segundo gol e fez a jogada que originou o terceiro, o Barcelona veceu o Manchester United por 3 a 1 e conquistou o tetra da Liga dos Campeões. Não menos brilhantes do que o argentino, Pedro e David Villa marcaram os outros gols do triunfo catalão, que ainda contou com boas atuações de Xavi, Iniesta e Daniel Alves, na capital inglesa. Rooney fez o gol dos Diabos Vermelhos.

Pep Guardiola chegou ao seu décimo título na carreira, o terceiro na Liga – dois como treinador e um como jogador (na temporada 1991/1992). O curioso é que o caneco na década de 90 foi levantado no mesmo estádio. Puyol, que iniciou a partida no banco de reservas, ainda entrou no fim e recebeu a braçadeira de capitão das mãos de Xavi. No entanto, numa demonstração de união, ele cedeu a honra de levantar o caneco para Abidal, lateral que venceu a luta contra um tumor no fígado e começou como titular.

jogadores barcelona erguem a taça liga dos campeões (Foto: agência Reuters)
Jogadores do Barcelona comemoram título da Liga. Francês Abidal levanta a taça

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Antes da entrada das equipes em campo, o velocista Usain Bolt foi até o centro do gramado. O corredor é conhecido por ser torcedor do Manchester United. Pé-quente? Que nada. Ao que parece o homem mais rápido do mundo estava sem meia.

Enquanto Manchester tenta diminuir espaços, Barça mantém posse de bola

Nos primeiros minutos, o United imprimiu uma forte marcação ao Barcelona, que não conseguia sair do campo de defesa para o ataque. O time catalão sentiu muita dificuldade para imprimir o ritmo de jogo que gosta, com toque e posse de bola. Messi era seguido de perto pelo sul-coreano Park, que levou vantagem sobre o rival nos primeiros lances.

O Manchester teve dois momentos de perigo em lançamentos longos. No primeiro, aos sete, Van der Sar bateu na bola no campo de defesa, e Rooney levou a melhor na corrida. Valdes se antecipou ao inglês e cortou no limite da grande área. Dois minutos depois, Chicharito quase aproveitou a indecisão de Piqué. O arqueiro salvou mais uma vez o Barcelona.

Time catalão passa a pressionar os rivais na etapa inicial

O Barça acordou a partir dos dez minutos. O time passou a ter mais posse de bola, a tocar no meio-campo para encontrar espaços na defesa dos Diabos Vermelhos. E foi aí que surgiu a genialidade de Messi. O argentino lançou para Villa já dentro da área. O artilheiro da Copa do Mundo soltou a bomba, mas foi travado por Ferdinand.

O Barcelona seguiu com o domínio e teve uma chance clara de abrir o marcador aos 15. Após boa jogada de Messi e Dani Alves, Xavi recebeu pelo lado direito e cruzou para Pedro. O espanhol se antecipou aos zagueiros e deu um leve toque na bola, que passou à esquerda de Van der Sar, já batido.

Quatro minutos depois, David Villa recebeu na entrada da área e soltou a bomba. A bola passou rente à esquerda de Van der Sar, que saltou atrasado. O atacante espanhol teve mais uma chance no minuto seguinte, aos 20. O artilheiro recebeu dentro da área e bateu cruzado para outra defesa do arqueiro holandês.

Messi na partida do Barcelona contra o Manchester na final da Liga (Foto: Reuters)
Observado por Ferdinand e Valencia, Messi busca o passe para um companheiro
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Tudo igual no primeiro tempo: Pedro 1 x 1 Rooney

Aos 24, observando o domínio do Barcelona, Alex Ferguson deixou o banco de reservas e foi para a beira do gramado orientar o seu time. Mas não adiantou. Dois minutos depois, o time catalão abriu o marcador. Xavi recebeu no meio-campo, esperou a entrada de Pedro no espaço deixado por Evra e colocou o atacante na cara de Van der Sar. O espanhol só teve o trabalho de tocar na saída do holandês: 1 a 0.

Parecia que o Barcelona teria mais tranquilidade para tocar a bola e chegar a um placar mais elevado. Porém, os Diabos Vermelhos chegaram ao empate logo em seguida. Aos 34, após roubada de bola, Carrick tocou para Rooney, que avançou com a bola e tocou para Giggs. Em impedimento, o galês devolveu para o camisa 10, que colocou à direita de Valdes. Festa do camisa 10, que comemorou com o conhecido carrinho no gramado: 1 a 1.

Após o gol, o Barça voltou a ter mais posse de bola. Aos 38, Iniesta soltou a bomba do meio-campo e Van der Sar defendeu no meio do gol. E ainda na etapa inicial, o time catalão teve mais uma oportunidade de abrir vantagem. E que oportunidade. Aos 43, Messi lançou para Villa pelo lado direito da grande área. Completamente livre, o espanhol cruzou para o hermano, que se jogou na bola, mas não conseguiu tocar para o fundo da rede.

Rooney comemora gol do Manchester United contra o Barcelona na final (Foto: Reuters)Rooney comemora o gol de empate do Manchester United no duelo contra o Barcelona (Foto: Reuters)

Com belo gol de fora da área, Messi dá o título ao Barcelona

messi barcelona gol manchester united liga dos campeões (Foto: agência Reuters)
Messi comemora o segundo gol do Barcelona na
vitória sobre o United
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O Barcelona voltou para a etapa final como encerrou o primeiro tempo: com muito mais posse de bola. Enquanto o Manchester marcava atrás de linha da bola, o time culé encurralava os rivais. Em dois lances, no primeiro minuto e aos três, os espanhóis tiveram a chance de finalizar, mas sem sucesso.

Aos oito, sem ser incomodado, Messi recebeu na entrada da área, deu um tapa e soltou a bomba de canhota. Mal colocado, Van der Sar se atirou na bola, mas não conseguiu evitar o segundo gol do Barça. Na comemoração, vibração do hermano, chute no ar e muita festa na bandeirinha de escanteio.

O tento foi o primeiro de Lionel Messi na Inglaterra. Ele disputou 679 minutos na Terra da Rainha antes da balançar a rede em Wembley. Com o gol, chegou aos 12 na Liga dos Campeões e igualou Van Nistelrooy, que atingiu a mesma marca na temporada 2001-2002 defendendo o Manchester United.

O time catalão tocava a bola, assustava os rivais, e os Diabos Vermelhos tentavam o empate nos contra-ataques. Messi teve duas chances para sacramentar o triunfo. Aos 17, recebeu na entrada da área, girou em cima de Ferdinand e chutou para defesa de Van der Sar.

Aos 19, Daniel Alves recebeu um ótimo lançamento de Xavi nas costas de Evra. O brasileiro cruzou para o meio da área e Messi tentou marcar de letra. A zaga do Manchester afastou em cima da linha do gol. Quase o terceiro. O time catalão criava uma chance de gol atrás da outra. Os Diabos Vermelhos pareciam perdidos, e Ferguson não mexia no time.

villa barcelona gol manchester united liga dos campeões (Foto: agência Reuters)
Villa comemora o terceiro gol do triunfo do Barcelona sobre o Manchester United
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E o futebol arte foi premiado mais uma vez. Aos 23, Messi fez o que quis pelo lado esquerdo da defesa do Manchester e cruzou para Busquets, que rolou para David Villa na entrada da área. O atacante bateu colocado e marcou um golaço, no ângulo direito: 3 a 1. Enquanto os companheiros comemoravam, Messi, ajoelhado no chão, vibrava como há muito não se via.

No fim, Guardiola sacou Daniel Alves para entrada de Puyol. O capitão do time durante toda a temporada recebeu a faixa das mãos de Xavi para ter o privilégio de levantar mais um caneco para o Barcelona. Festa em Wembley, na Espanha e, principalmente, na Catalunha.

Torcida aplaude o Manchester, segundo colocado. Barça é ovacionado

jogadores barcelona comemoram título liga dos campeões (Foto: agência Getty Images)
Jogadores fazem a festa

Na celebração, os jogadores do Manchester e o técnico Alex Ferguson foram aplaudidos pelos torcedores que lotaram Wembley. Apesar da decepção pela derrota, os atletas dos Diabos Vermelhos receberam normalmente as medalhas de prata. O presidente da Uefa, Michel Platini, ainda cumprimentou o treinador escocês.

Após os jogadores do Barcelona receberem as medalhas, o capitão Puyol abriu mão de erguer o troféu pela terceira vez (ele foi o capitão nas conquistas de 2006 e 2009) e passou a braçadeira para o francês Abidal. O lateral-esquerdo viveu um drama durante a temporada ao ser submetido a uma cirurgia no fígado para a retirada de um tumor. Com a taça nas mãos, fogos em Wembley e festa dos jogadores do time culé.

barcelona 3 x 1 manchester united
Valdes, Daniel Alves (Puyol), Mascherano, Piqué e Abidal; Busquets, Xavi e Iniesta; Pedro (Affelay), Messi e Villa (Keita). Van der Sar, Fábio (Nani), Ferdinand, Vidic e Evra; Carrick (Scholes), Giggs, Park e Valencia; Chicharito e Rooney.
Técnico: Pep Guardiola Técnico: Alex Ferguson
Gols: Pedro, aos 26 minutos, Rooney, aos 34 minutos  do primeiro tempo; Messi, aos oito minutos, David Villa, aos 23 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Daniel Alves e Valdes (Barcelona); Carrick (Manchester United)
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Auxiliares: Gabor Eros (HUN) e György Ring (HUN).
Estádio: Wembley, em Londres (Inglaterra)
Público pagante: 87.695