ICFUT – Renata Fan oferece lencinho a Renato Gaúcho !

Fonte: Portal Uol

Renata Fan ri por último e oferece lencinho para Renato Gaúcho

As lágrimas do treinador Renato Gaúcho no último domingo não emocionaram a apresentadora Renata Fan, do Jogo Aberto. Durante o programa desta segunda-feira, na Band, a ex-miss Brasil tratou de dar o troco no técnico por conta do título do Internacional sobre o Grêmio, na final do Campeonato Gaúcho.

A “rivalidade” começou na semana anterior, depois que o Grêmio venceu a partida de ida contra o Internacional por 3 a 2, em pleno Beira-Rio. Torcedora colorada, Renata Fan foi alvo de brincadeiras dos colegas e até mesmo do técnico gremista, que provocou a apresentadora.

Com a vitória nos pênaltis em pleno estádio Olímpico, Renata Fan riu por último e não perdeu a oportunidade de dar o troco em rede nacional. Nesta segunda, o programa mostrou o choro de Renato Gaúcho lamentando a derrota para o maior rival. Assim que terminou a matéria, a apresentadora apareceu oferecendo uma caixinha de lenços vermelha ao treinador do Grêmio.

Por Cleber Aguiar – Antônio Lopes demitido !

Fonte: Folha Online

Após perder título, Vitória demite Antônio Lopes

Após perder o título do Campeonato Baiano para o Bahia de Feira de Santana –derrota por 2 a 1, no Barradão–, o Vitória decidiu demitir o treinador Antônio Lopes. A informação foi divulgada nesta manhã pelo site oficial do clube baiano.

A diretoria do Vitória ainda não definiu o nome do novo substituto.

Antônio Lopes assumiu o Vitória durante o Campeonato Brasileiro-2010. No entanto, o treinador não conseguiu evitar que a equipe fosse rebaixada para a Série B. Mesmo assim, teve o contrato renovado.

O Vitória volta a campo no sábado, quando enfrenta o Vila Nova, em casa, pela primeira rodada da Série B.

Por Cleber Aguiar – Feira de Santana em festa !

Fonte: Correio Feirense

Bahia de Feira conquista titulo inédito
Jogadores

Para fechar o Baianão deste ano com chave de ouro. Jogando no Estádio do Barradão, o Bahia de Feira de Santana venceu o Vitória, de virada por 2 a 1 e conquistou seu primeiro Campeonato Baiano na história, neste domingo (15/05).

Mostrando que nem só na capital baiana tem time de raça, o Tremendão começou o campeonato Baiano de 2011 com o pé direito. Foi campeão do Torneio Início e fez ótima campanha na primeira fase. Venceu seis jogos, empatou cinco e perdeu só um. Foi o único que ficou invicto até o oitavo jogo. Nas quartas de final, das seis partidas, o Bahia de Feira venceu quatro e perdeu duas. Em todo o campeonato, foram apenas três derrotas, seis empates e 12 triunfos, incluindo a grande final, que deu o título inédito ao time de Feira, em cima do tetra campeão baiano.

Quando se fala em campanha, o Bahia de Feira só fica mesmo atrás do Vitória, portanto, ninguém poderia estar mais perto para atropelar o Leão. Se o Bahia de Feira ainda não tinha perdido nenhuma partida em casa, também não havia vencido nenhum jogo na capital. Não poderia ter escolhido hora melhor para vencer e neste domingo, o Bahia de Feira mostrou que retornou ao campeonato Baiano para ficar no topo.

Números à parte é preciso destacar um nome: o do técnico Arnaldo Lira. De 2009, quando subiu para a elite do Campeonato Baiano, até a taça, o Bahia de Feira conseguiu chegar às semifinais já em 2010 e superou o feito este ano. Para realizar a bela campanha, foi fundamental a permanência de Lira, desde o início desse projeto à frente do time. Se o técnico já costumava gritar durante as partidas, ganhou um belo motivo para ficar sem voz.

Centenas de torcedores percorreram as ruas do centro de Feira, para comemorar o titulo histórico proporcionado pelos guerreiros do Tremendão ao povo da Princesa do Sertão.

Em nota, o prefeito de Feira Tarcízio Pimenta parabenizou os jogadores, comissão técnica e diretoria pela conquista. O título do Bahia de Feira vem 42 anos após o Fluminense de Feira trazer a taça para a cidade pela última vez, em 1969.

O grupo do Bahia de Feira será recebido pelo prefeito na próxima terça-feira (17/05), a partir das 7h30, no Paço Municipal Maria Quitéria. Os gols da partida foram marcados por Geovani, de falta, para o Vitória; Alisson, que empatou para o Bahia de Feira, no final do primeiro-tempo; e João Neto, que marcou o gol do título já na segunda etapa.

O Bahia de Feira contou com todo o apoio da Prefeitura Municipal de Feira de Santana durante a disputa das finais do Campeonato Baiano 2011, como no apoio midiático de divulgação na primeira partida da decisão e toda a estrutura disponibilizada para a realização do jogo no Jóia da Princesa. O time de Feira de Santana também garantiu a vaga para o Campeonato Brasileiro da Série D, este ano, e para a Copa do Brasil, em 2012.

O JOGO

Jogando em casa, o Vitória precisou de apenas 15 minutos para abrir o placar. Após falta de Bruninho em Nikão, Geovanni cobrou com perfeição e marcou seu décimo gol na competição.

Logo depois de ficar atrás no marcador, a equipe visitante sentiu a desvantagem no placar e oferecia pouco perigo ao Vitória. Porém, com o tempo melhorou na partida, passou a manter a posse de bola no meio de campo e a buscar o gol de empate.

Aos 43min, Elkeson escapou do marcador, ficou na cara de Jair e finalizou muito alto, perdendo boa chance de gol. Dois minutos depois, já nos acréscimos da etapa inicial, o Vitória pagou pelo gol perdido e levou o empate. Após cobrança de escanteio, Carlinhos desviou de cabeça e Allyson completou para as redes.

Time campeão do Bahia de Feira levou para o interior o título de Campeão Estadual

Precisando de um gol para ficar com o título, o Bahia passou a levar mais perigo na etapa final e aos 22min chegou à virada. Depois de levantamento na área, João Neto cabeceou firme para o fundo das redes.

Logo em seguida, Antônio Lopes buscou mudar a equipe, colocou Neto Baiano na vaga de Geovanni e acabou vaiado pela torcida.

A equipe de Feira de Santana diminuiu o ritmo, conseguiu administrar a vantagem e chegou ao seu primeiro título estadual da história.

Por Cleber Aguiar – Figueirense contrata jogador do Grêmio Barueri !

Fonte: Futebolinterior.com.br

Figueirense acerta contratação de Rhayner

O atacante de apenas 20 anos esteve defendendo o Grêmio Barueri no primeiro semestre

Florianópolis, SC, 16 (AFI) – Um dos únicos jogadores que se salvaram na péssima campanha realizada pelo Grêmio Barueri no Campeonato Paulista, o atacante Rhayner acertou a sua transferência para o Figueirense, onde vai disputar a elite do Brasileirão.

Aos 20 anos, Rhayner já se juntou ao elenco que realiza a intertemporada em Porto Feliz, no Interior de São Paulo. O atacante deve ser apresentado de forma oficial para toda a imprensa na próxima terça-feira, quando chega em Florianópolis para acertar os últimos de seu contrato.Revelado nas categorias de base do Grêmio Barueri, o atacante chamou a atenção nas últimas rodadas do Brasileiro do ano passado, quando acabou sendo rebaixado. Nesta temporada, fez boas partidas, mas ficou afastado dos gramados por um mês depois de uma lesão no tornozelo.

O Figueirense pode anunciar a qualquer momento as contratações de pelo menos mais dois reforços para a sequência da temporada. Tratam-se do atacante Aloísio e do zagueiro Grolli, que neste domingo conquistaram o Campeonato Catarinense pela Chapecoense.

Por Cleber Aguiar – Entrevista com Edmundo !

Fonte: O Estado de São Paulo

Edmundo: ”sou um homem puro”

Ex-jogador contrata assessoria de imagem, faz terapia, fala do filho gay e do futuro como comentarista

Sonia Racy – O Estado de S.Paulo

Um cavalo. Esse é o bicho com o qual Edmundo, o Animal, se considera mais parecido. “Pelo vigor e por correr atrás das coisas”, gaba-se. Mas se por um lado montou sua carreira de jogador a galope, por outro, o ex-craque se vê, aos 40 anos, recomeçando a vida com “um trabalho de formiguinha”: quer se livrar do rótulo de brigão – fixado por repetidas confusões em campo e fora dele – e mostrar sua “essência”. Esta não será a primeira vez que tenta virar o jogo. Só que agora contratou empresa para reposicionar sua imagem.

Paulo Giandalia/AE
Paulo Giandalia/AE

Aposentado dos campos desde 2008, está focado na carreira de comentarista esportivo, posição que ocupa na TV Bandeirantes há mais de um ano. Também quer dar palestras e escrever livro. Para tanto, o carioca está de mudança para São Paulo. Enquanto procura apartamento, mudou-se para um flat, onde recebeu a coluna vestindo terno Daslu Homem. Aqui, trechos da entrevista.

Por que decidiu se mudar para São Paulo?

Um: já tenho o trabalho na Band. Dois: aqui sou muito querido. Três: sem querer falar mal do Rio, lá tem uma galera que quer se aproveitar, e isso me incomoda. Sou um homem muito puro, aberto, transparente. Aqui tenho amigos mais bem sucedidos do que eu e que tentam me puxar para cima.

Por que contratou empresa para reposicionar sua imagem? Quero trabalhar em jornal, rádio, fazer comercial, palestra, livro. Não sei o caminho sozinho, sou ingênuo. No fim de semana me ofereceram para jogar um torneio de pôquer de graça. Mas nada é de graça, né? Estava à toa na praia e aceitei. Em dez minutos a notícia tava em um site. É bom? É ruim? Não sei.

Hoje você se considera uma pessoa mais tranquila?

Sempre fui “tranquilaço” no dia a dia, mas revoltado com o sistema. Nunca encontrei ninguém no meio do futebol que me ajudasse. Já aconteceu de não ter chuteira para jogar e ouvir do diretor: “Não tem chuteira, não joga”. Fui crescendo no Vasco e pensava: “Cheguei pelos meus próprios méritos e dane-se todo mundo”. No profissional, aqueles que nunca me ajudaram começaram a querer ser o pai da criança bonita. Me achava injustiçado. Entendi meio tarde que você não pode demonstrar suas emoções. E aí já estava com um rótulo muito forte. Agora quero mostrar minha essência. Claro que hoje é um trabalho de formiguinha, antes era para multidões.

Seus desentendimentos em campo reforçaram o rótulo, não?

É, tem isso, né, com certeza.

Você se arrepende de algo?

Não.

Nadinha?

Assim, me arrependo do que posso fazer diferente. E tem o outro lado da história. Sempre fiz tudo com muita vontade, determinação e amor. Fiz um monte de cagada com a camisa do Palmeiras. Mas a torcida sempre entendeu que era por eu ser dedicado, guerreiro. Cara, você joga para milhões de pessoas, pelo seu time, pelo seu trabalho e luta para que aquele resultado seja o melhor. É como se jogassem um prato de comida e… “primeiro eu”, sabe?

O quanto o que acontecia dentro de campo influenciava na sua vida fora dele?

O contrário era pior. Eu levava a vida pessoal para o campo. Durante a maior parte da minha carreira convivi com a dependência química do meu irmão. Meus pais eram semianalfabetos mas, para eles, eu era o que sabia tudo. Sem saber nada. Aos 19 anos, virei pai dos meus pais. Já aconteceu de estar em São Paulo, véspera de jogo importante, e ter que ir ao Rio procurar meu irmão sumido há dois dias. Eu ia, achava, dava banho, leite, botava para dormir e voltava para treinar. Por isso eu queria ter mais dinheiro, mais fama, mais força para mudar a situação.

Isso atrapalhou no futebol? Psicologicamente, sim. Tinha ocasião de chegar numa roda, ver meu irmão cheirando (cocaína) e eu agarrá-lo pelo cabelo e levá-lo para casa. Ele sempre me respeitou. Depois notei que ele começou a mentir e que eu estava dando murro em ponta de faca. Me lembro bem de uma passagem. Era Dia das Mães. Chamei ele, meus pais e falei: “Olha, quero que entendam, a partir de hoje, vocês é que têm que tomar conta dele. Não aguento mais. Minha vida não vai para frente, minha profissão não vai para frente”. E avisei: “Agora, só choro mais uma vez. E será quando ele morrer”. O tempo passou, ele tomou jeito. Um ano depois foi assassinado. Não sabemos se foi assalto, como disseram, ou se foi dívida. Aí eu chorei pra caramba.

Você se deparou com muito oportunista?

Sim, e confesso que demorei a distinguir quem era quem. Sempre gostei pra cacete de mulher. Até mais do que deveria. Mas quando maria-chuteira se aproveitava de mim, eu me aproveitava dela também. Acho até que, de verdade, tive pouco filho fora do casamento. Eu era recém-casado com minha ex-mulher e, durante uma noitada, engravidei a mãe do Alexandre – hoje com 16 anos. Não tivemos um relacionamento, mas ela fez questão de mostrar a gravidez para aparecer. Ixi, “aparecer” é uma palavra pela qual ela pode querer me processar, porque tudo que eu falo ela me sacaneia. Bem, daí fui me afastando. Recentemente teve a história da agressão (em que Alexandre foi à delegacia denunciar a mãe, Cristina Mortágua, por maus tratos). Tentei apoiá-lo e me aproximar. Começamos agora a fazer terapia. Ele faz uma sessão, eu faço outra, depois fazemos juntos. Ele ficou surpreso quando falei: “Não tenho nada contra ela, acho que foi uma excelente mãe”.

Acha mesmo?

Ah, o moleque está com saúde, não pode ser só coisa ruim. Fui ausente, não posso agora querer ser o salvador da pátria. Muito da coisa psicológica dele é fruto da ausência do pai.

Como soube que ele é gay?

Na verdade, ele nunca me falou: “Pai, eu sou gay”. Mas claro que não sou idiota, ele tem aparência total. E vi a mãe dele falando na TV. Mas não muda nada. Respeito e admiro igualmente. Tenho muitos amigos gays. Mas é claro que quando é com o outro é mais fácil, mais legal. Quando é na nossa família fica mais difícil. Por mais que não seja preconceituoso, ninguém quer ter um filho homossexual, até pelo preconceito que ele vai sofrer. Respeito a opção, mas quero que ele tenha um comportamento íntegro na sociedade. Não que ser gay não seja íntegro, mas pô, comportamento nos lugares, né, porque não acho legal o cara afeminado com roupas extravagantes. Opção sexual é uma coisa, vestuário é outra.

Mas você brigava em público e isso não era bonito.

Mas não tô dizendo que eu sou exemplo. Até não sou contra você brigar pelos seus ideias. Ele pode ser gay, mas que tenha uma postura. Já viu quando você está numa festa e chega uma bicha querendo aparecer? Exagero não é legal. Mas é chato, né? Tem meus amigos homens que comentam.

Qual foi sua maior besteira?

Cara, foi ter feito de tudo para sair do Palmeiras e ir para o Flamengo. Só pensei na grana, porque tinha 15% para receber na venda. Foi um divisor de águas que me tirou de uma situação em que eu era feliz e não sabia, para um turbilhão.

Pelo seu atual estado de espírito, com que animal você se acha mais parecido hoje?

Um cavalo. Eu tinha muita força física, sempre fui muito de correr atrás das coisas. Acabou minha carreira de jogador mas eu tenho muito o que batalhar para o meu futuro como comentarista, jornalista, empresário. Só que agora eu não preciso cometer alguns absurdos. Quando eu parei, eu me olhava no espelho me via fino, magro, com cabeça boa e pensava: “Por que eu não consigo mais?”. Sabe, assim?

Parou por não conseguir?

Não. Eu não era contratado para ser mais um jogador importante. E, sim, para ser estrela. Só que já não conseguia levar o grupo nas costas. Se eu pego um Santos, com Ganso e Neymar e me botam para fazer o feijão com arroz, jogaria até hoje.

Você é vaidoso? Seu cabelo é bem preto, você pinta?

Sou. Mas juro que não pinto. Só tomo finasterida para não cair.

Um dos efeitos desse remédio pode ser impotência.

Ainda não funcionou comigo, não (risos). Fiz clareamento nos dentes, passo uns creminhos, protetor solar. Já fiz botox acima das sobrancelhas porque eu tenho essa bosta aqui (apontando para cicatriz na testa). Era 90% menor. Tudo piorou em 99 quando, voltando da Itália, sentei com um cara que se apresentou como Artur Pororoca, cirurgião plástico. Viemos conversando e ele falou: “Vai lá no meu consultório que eu tiro isso para você”. Só que infeccionou, criou uma fibrose e ficou essa coisa alta e feia. Vou operar de novo. Uma coisa importante a ser dita: sempre tive muita oportunidade de coisas grátis. E as coisas grátis sempre me ferraram (risos). /DÉBORA BERGAMASCO

Por Cleber Aguiar – Você agradeceu por ser Santista ?

POR CLEBER AGUIAR EQUIPE ICFUT – Caros amigos Santistas Bicampeão Paulista 2011, ontem após a conquista de mais um título, pensei comigo…Tenho que agradecer ao meu Pai ( Seu Antônio ou Toninho ), que no final dos anos 50 e começo da 60,  década gloriosa de Pelé & cia, escutava pela 1º vez falar do grande Santos FC na Fazenda Jamaica em Santa Cruz do Rio Pardo.

Onde ele e diversos fanáticos torcedores reuniam-se para escutar os jogos do Santos FC, depois mais tarde já na década de 1970 , vindo para São Paulo-Capital assistiu seu 1º jogo no Pacaembu com o Rei Pelé em campo !Nessa década formou família e depois em 1978 eu nasci já campeão Paulista com os primeiros meninos da vila de 1978 em cima do São Paulo.

Eu lembro que 1984 com os meus 7 anos ganhei minha 1º camisa do Santos e comemorei com meu pai no bairro do Jardim  Marilia próximo a Aricanduva  na Zona Leste de São Paulo o  1º título Paulista de 84 com Serginho em cima do Corinthians . Depois disso vieram muitos anos difíceis e times horriveis  e presidentes lamentáveis porém curtimos momentos bons  como Paulinho Maclaren e Guga no começo dos anos 90, com o time de 1995 G10vanni e Cia entre outras equipes. Mas os últimos 10 não foram demais um clube vencedor e de muito orgulho.

Então a cada conquista dessa agradeço a meu Pai por ser santista e a Deus por colocar Pelé, Robinho e Neymar nesse time campeão ! Acho que hoje é bom para você santista agradecer quem influenciou a torcer para esse clube maravilhoso,  seu pai,  seu amigo,  irmão,  tio e etc.

Somos uma torcida privilegiada pois, não torcendo para uma clube de colônia falida, não ficamos mendigando Taça Libertadores todos os anos e muito menos nossa torcida tem a sexualidade duvidada por torcidas adversárias.

O importante é  agradecer  por ser santista !!!