ICFUT–Parabeniza Bangu Atlético Clube pelos 107 anos!

Bangu

 

Confira abaixo um pouco sobre o Clube:

FUNDAÇÃO

17 DE ABRIL DE 1904 – O BANGU E SUA VIDA

A história do Bangu Atlético Clube começa realmente em fins do século XIX. Dentro da Fábrica Bangu, técnicos ingleses, recém chegados, falaram do futebol. Os filhos da terra ficaram empolgados com a narrativa dos bretões, sobre a nova modalidade desportiva. Das conversações, nasceu a idéia de fazer-se um "field". "Field" era como os ingleses denominavam o campo de futebol. Mas… e as bolas? Já havia uma trazida pelo técnico Thomas Donohoe, ou melhor, seu ‘Danau" (essa bola ao que tudo indica, foi a primeira bola de futebol da Cidade Maravilhosa).
Era da Inglaterra que vinha o equipamento industrial da Fábrica, dentro de enormes caixas de madeira. Alguém foi a Londres a serviço da Fábrica. Eis que um dia ao ser aberta, na Fábrica, uma dessas Caixas, encontrou-se bem camuflado, um pacote contendo uma bola de couro para a prática do futebol, novinha, com bomba e tudo para enchê-la e alguns pares de chuteiras.
Ao iniciar-se pois, o século XX, já se praticava o futebol em Bangu, em uma área cedida pela Companhia Progresso Industrial do Brasil e que seria, como foi, um campo provisório, localizado bem ao lado direito das salas de trabalho então existentes.
Em dezembro de 1903, retornando de um passeio que fizera a sua terra natal, a Inglaterra, o Sr. Thomas Donohoe trouxe mais duas bolas de futebol.
Sentindo o entusiasmo que despertava em todos, o novo jogo o Sr. Andrew Procter sugeriu a fundação de um "club". Após uma reunião preparatória, na qual tomaram parte os Srs. Andrew Procter, John Starck, José Villas Boas, Thomas Donohoe, Clarence Hibbs, Willian French, Willian Procter, Martinho Dumiense, José Medeiros, José Soares, Frederich Jacques e Thomas Hellowell, quando se decidiu, definitivamente, fundar-se o "club", dias após, precisamente a 17 de abril de 1904, na casa nº 12 da Rua Estevão (depois Rua Ferrer e hoje Av. Cônego Vasconcelos) foi, oficialmente, fundado o Bangu Atlético Clube, com a presença dos Srs. Andrew Procter, Clarence Hibbs, Frederich Jacques, John Starck, José Soares, Segundo Maffeu, Thomas Hellowell, William French, William Hellowell e William Procter.
Deixaram de constar na Ata de fundação os nomes dos Srs. Thomas Donohoe, José Villas Boas e James Hartley. Acreditamos, todavia, que os referidos senhores terão deixado de assiná-la por algum lapso ou porque motivo relevante os tenha impedido de comparecer a essa histórica reunião. Cremos que por justiça, deverão eles serem considerados como fundadores do Bangu Atlético Clube. Seus nomes figuram, aliás, como Vice-Presidente e Membros do Conselho Fiscal da Diretoria então eleita.

NOME

Theodoro Sampaio (Theodoro Fernandes Sampaio – Engenheiro, brasileiro contemporâneo. Talvez o mais notável conhecedor de assuntos indianistas no seu tempo, 1854/1937), autor de o "Tupí na Geografia Nacional" afirma que Bangu significa: Anteparo negro; paredão escuro ou escurecido, cheio de sombras ou sombreado.
O professor Ondemar F. Dias Junior, em resposta à carta de José Franco Mercadante, diz: "não nos parece a afirmação de um só autor", lembrando a necessidade de consultar o "Tupi na Geografia Nacional" de Theodoro Sampaio. Todavia, o nome "Bangu" já aparecia em 1740.
Há, no entanto, quem diga que a origem do nome BANGU é uma corruptela da palavra "BANGUÊ" que identifica em Engenho de fazer açúcar ou local onde se colocava o bagaço da cana, depois de moída e que seria usado como combustível para a alimentação do fogo nas fornalhas (Paschoal José Granado e José Franco Mercadantes).

ESCUDO

Bangu

Desde sua fundação o clube tem por meta se desenvolver em três setores: o social, o cultural e o esportivo. Tanto isso é verdade que no nosso escudo, as letras B, A, C não são simples desenhos, cada qual representa um objeto. O "B" significa um pincenê, espécie de monóculos muito usado no século XX, e que representa o lado "intelectual" do clube. O "A" é um suporte para pintura de telas, mostrando uma vocação para o lado cultural e o "C" representa uma ferradura, desejando sorte nas atividades esportivas. Foi pensando nisso que, o chefe da seção de gravura da Fábrica Bangu, o português José Villas Boas, em 1904, desenhou o escudo mais bonito do país.

CORES

uniforme

A razão de sua camisa vermelha e branca tem versões contraditórias. Uns atribuem sua escolha aos ingleses que trabalhavam na Fábrica Bangu, uma homenagem a São Jorge, padroeiro da Inglaterra. Outros, acham que as cores são as mesmas do Southampton F.C., time antigo da Inglaterra, cujo brasão é representado por três rosas (duas vermelhas e uma branca).

HINO

O Bangu tem também a sua história a sua glória,
enchendo seus fãs de alegria.
De lá, pra cá, surgiu Domingos da Guia.
     
Em Bangu se o clube vence há na certa um feriado. 
Comércio fechado, a torcida reunida até parece a do Fla-Flu,
Bangu…Bangu…Bangu.
     
O Bangu tem também como divisa na camisa,
O vermelho sangue a brilhar,
E faz cartaz, estouram foguetes no ar.

MASCOTE

castorzinho

Em 1981 muitos críticos esportivos diziam que faltava "peso na camisa" ao Bangu para enfrentar os grandes times do país. Talvez por isso, Castor de Andrade tenha colocado um adereço novo no uniforme alvirrubro. Se do lado esquerdo estava o distintivo desenhado em 1904 por José Villas Boas, do lado direito, agora, aparecia a mascote do time, justamente um castor, simbolizado por um simpático roedor preto, de cauda longa e empinada, em belíssima e eterna homenagem ao Grande Benemérito e futuro Patrono do clube.
Mais do que nunca – parodiando o Salmo 23, Versículo I, da Bíblia Sagrada – em Bangu "O Senhor é o meu Castor e nada nos faltará…"

TÍTULOS

Ano Título
2010 . Vice-Campeão da Copa Rio
2008 . Campeão Estadual da 2ª Divisão
2006 . Campeão do Torneio Seletivo
2005 . Vice-Campeão Carioca da 2ª Divisão
2004 . Campeão da Copa Verão
1999 . Campeão do Torneio de Inverno
1998 . Campeão do Torneio Quadrangular Internacional de El Salvador
. Campeão da Taça João Galindo
1997 . Campeão da Taça Estádio Guilherme da Silveira Filho 50 Anos
1993 . Vice-Campeão do Torneio Rio-São Paulo "B" (Taça Ricardo Teixeira)
1992 . Vice-Campeão da Taça Guanabara (Primeiro Turno do Campeonato Estadual)
1989 . Vice-Campeão do 1º Torneio Internacional de Kiev (União Soviética)
1988 . Campeão do Torneio Quadrangular de Volta Redonda
1987 . Campeão Invicto da Taça Rio (2º Turno do Campeonato Estadual)
1985 . Vice-Campeão Brasileiro da 1ª Divisão (Taça de Ouro)
. Vice-Campeão Carioca
1984 . Campeão da XIV President’s Cup da Coréia do Sul
1980 . Campeão do Torneio Comitê de Imprensa
1979 . Campeão do 2º Turno do Campeonato Estadual (Taça Orlando Leal Carneiro)
1977 . Campeão do Torneio Hilton Gósling
1976 . Campeão do Torneio da Integração (Taça Almirante Heleno de Barros Nunes)
1972 . Campeão do Torneio Romeu Dias Pinto
1968 . Campeão dos Campeões (Torneio Quadrangular disputado em Campinas)
1967 . Campeão dos Campeões (Torneio Quadrangular disputado em Belo Horizonte
. Vice-Campeão Carioca
1966 . Campeão Carioca de Futebol Profissional
1965 . Vice-Campeão Carioca
1964 . Campeão do Torneio Início (Federação Carioca de Futebol)
. Vice-Campeão Carioca
1962 . Campeão do Torneio Quadrangular de Belém do Pará
. Campeão do Torneio Quadrangular Internacional do Equador
1961 . Campeão do Torneio Quadrangular de Recife
. Campeão do Torneio Triangular Internacional da Áustria
1960 . Campeão do I Torneio Internacional de Nova York
1959 . Campeão do Torneio Quadrangular Internacional da Costa Rica
. Vice-Campeão Carioca
1958 . Campeão do Torneio Triangular Internacional de Luxemburgo
. Campeão do Torneio Quadrangular Internacional da Venezuela
1957 . Campeão do Torneio Triangular de Porto Alegre
. Campeão do Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro
. Campeão do Torneio Triangular Internacional do Equador
1955 . Campeão do Torneio Início (Federação Metropolitana de Futebol)
1951 . Campeão do Torneio Início do Rio-São Paulo
. Vice-Campeão do Torneio Início (Federação Metropolitana de Futebol)
. Vice-Campeão Carioca
. Vice-Campeão do Torneio Municipal
1950 . Campeão do Torneio Início (Federação Metropolitana de Futebol)
1949 . Vice-Campeão do Torneio Início (Federação Metropolitana de Futebol)
1943 . Campeão do Torneio da Imprensa (Taça Manoel Vargas Netto)
1934 . Campeão do Torneio Início (Liga Carioca de Football) (Primeiro torneio disputado por equipes profissionais)
1933 . Campeão Carioca (Liga Carioca de Football) (Primeiro campeonato disputado por equipes profissionais)
1930 . Vice-Campeão do Torneio Início (Associação Metropolitana de Esportes Athléticos)
1916 . Vice-Campeão Carioca da 1ª Divisão (Liga Metropolitana de Sports Athléticos)
1914 . Campeão Carioca da 2ª Divisão (Liga Metropolitana de Sports Athléticos) – Taça Francis Walter
1911 . Campeão Carioca da 2ª Divisão (Liga Metropolitana de Sports Athléticos) – Taça Francis Walter
. Campeão da Taça João Ferrer
1907 . Campeão da Taça João Ferrer

ICFUT – Loco Abreu prepara livro sobre sua vida no Botafogo

Fonte: terra.com.br

O atacante uruguaio Loco Abreu revelou, em entrevista publicada neste domingo pelo jornal "O Globo", que está preparando um livro sobre sua vida no Botafogo, clube em que joga desde o início de 2010.

O uruguaio, que em seus 17 anos de carreira jogou em outros 16 clubes, disse que nunca poderia imaginar que chegaria a tal grau de "identificação" com o Botafogo e com a torcida da equipe.

Ele admitiu que os 36 gols que já marcou com o Botafogo em pouco mais de um ano "foram determinantes".

Embora não tenha antecipado muito sobre o conteúdo do livro, Loco Abreu disse que contará alguns "detalhes curiosos" sobre sua vida no Botafogo e que pediu ao ex-técnico do clube Joel Santana para que escrevesse o prefácio.

O atacante também afirmou estar totalmente "feliz" no Rio de Janeiro e ressaltou que, atualmente, o Campeonato Brasileiro é o quarto torneio mais difícil do mundo, atrás das competições nacionais da Inglaterra, Espanha e Itália.

Segundo ele, o Brasil é atualmente a melhor vitrine para qualquer atleta. Para justificar sua declaração, o jogador mencionou que o país irá sediar importantes eventos esportivos, como a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo em 2014, a Copa América em 2015 e os Jogos Olímpicos em 2016.

    ICFUT–ESTADUAIS: Jogos de hoje

    Fonte: futnet

    17/04/2011
    15:30
    Resende
    x
    Madureira
    Trabalhador

    15:30
    Cabofriense
    x
    Volta Redonda
    Correão

    15:30
    Bangu
    x
    Americano
    Moça Bonita

    16:00
    Flamengo
    x
    Macaé
    Raulino de Oliveira

    16:00
    América-RJ
    x
    Botafogo
    São Januário

    16:00
    Boavista
    x
    Duque de Caxias
    Bacaxá

    16:00
    Fluminense
    x
    Nova Iguaçu
    Engenhão

    16:00
    Olaria
    x
    Vasco
    Cláudio Moacyr

    15:30
    Arraial do Cabo
    x
    Campo Grande-RJ
    Figueira de Melo

    15:30
    Canto do Rio
    x
    União de Marechal
    Caio Martins

    15:30
    Queimados
    x
    Rio São Paulo
    Nivaldo Pereira

    15:30
    Futuro
    x
    Duquecaxiense
    Heliópolis

    15:30
    Mangaratibense
    x
    Nilópolis
    Mun. Mangaratiba

    15:30
    Santa Cruz-RJ
    x
    Carapebus
    Tupy

    15:30
    Barcelona-RJ
    x
    Goytacaz
    Nielsen Louzada

    15:30
    Juventus-RJ
    x
    Bela Vista-RJ
    Leônidas da Silva

    15:30
    ADI
    x
    Nova Cidade
    Mun. Itaboraí

    16:00
    Santos
    x
    Paulista
    Vila Belmiro

    16:00
    São Paulo
    x
    Oeste-SP
    Romildo Ferreira

    16:00
    Santo André
    x
    Corinthians
    Bruno José Daniel

    16:00
    Ponte Preta
    x
    Palmeiras
    Moisés Lucarelli

    16:00
    Portuguesa
    x
    São Bernardo-SP
    Canindé

    16:00
    Botafogo-SP
    x
    Miramar
    Santa Cruz

    16:00
    Grêmio Prudente
    x
    Americana
    Prudentão

    16:00
    São Caetano
    x
    Linense
    Anacleto Campanella

    16:00
    Ituano
    x
    Noroeste
    Novelli Júnior

    16:00
    Bragantino
    x
    Mogi Mirim
    Nabi Abi Chedid

    15:30
    Cruzeiro-RS
    x
    São Luiz-RS
    Estrelão

    16:00
    Ypiranga-RS
    x
    Grêmio
    Colosso da Lagoa

    18:30
    Juventude
    x
    Lajeadense
    Alfredo Jaconi

    15:00
    Serra
    x
    Vitória-ES
    Eugênio Bitti

    16:00
    Náutico
    x
    Sport
    Aflitos

    16:00
    Araripina
    x
    América-PE
    Chapadão do Araripe

    16:00
    Porto-PE
    x
    Petrolina
    Lacerdão

    16:00
    Vitória-PE
    x
    Cabense
    Carneirão

    16:00
    Salgueiro
    x
    Central-PE
    Salgueirão

    16:00
    Ypiranga-PE
    x
    Santa Cruz
    Limeirão

    15:00
    Alecrim-RN
    x
    Palmeira-RN
    Machadão

    17:00
    ASSU
    x
    ABC
    Edgarzão

    17:00
    Centenário-RN
    x
    Corintians-RN
    9 de Janeiro

    17:00
    América-RN
    x
    Santa Cruz-RN
    Machadão

    17:00
    Potiguar de Mossoró
    x
    Baraúnas
    Nogueirão

    11:00
    Ponta Porã
    x
    Itaporã
    Aral Moreira

    16:00
    Mundo Novo
    x
    Naviraiense
    Toca do Urso

    16:00
    Ivinhema
    x
    Águia Negra
    Saraivão

    16:00
    Maracaju
    x
    Operário FC-MS
    Loucão

    16:00
    SERC
    x
    MS Saad
    SERC

    16:00
    Ceará
    x
    Itapipoca
    Domingão

    16:00
    Guarany de Sobral
    x
    Guarani-CE
    Junco

    16:00
    Icasa
    x
    Crato
    Romeirão

    16:00
    Quixadá
    x
    Fortaleza
    Abilhão

    16:00
    Brusque
    x
    Chapecoense
    Augusto Bauer

    16:00
    Avaí
    x
    Concórdia
    Ressacada

    16:00
    Criciúma
    x
    Marcílio Dias
    Heriberto Hulse

    16:00
    CFZ Imbituba
    x
    Figueirense
    Emília Rodrigues

    16:00
    Metropolitano
    x
    Joinville
    SESI

    16:00
    Bahia
    x
    Vitória da Conquista
    Pituaçu

    16:00
    Bahia de Feira
    x
    Atlético-BA
    Joia da Princesa

    16:00
    Ipatinga
    x
    Tupi
    Ipatingão

    16:00
    Uberaba
    x
    Cruzeiro
    Uberabão

    16:00
    Funorte
    x
    Democrata-GV
    Cassimiro de Abreu

    16:00
    Villa Nova
    x
    América-MG
    Castor Cifuentes

    16:00
    Caldense
    x
    Guarani-MG
    Ronaldão

    16:00
    Atlético-MG
    x
    América Teófilo Otoni
    Arena do Jacaré

    16:00
    Cametá
    x
    São Raimundo-PA
    Parque do Bacurau

    16:00
    Tuna Luso
    x
    Paysandu
    Mangueirão

    10:30
    Uberlândia
    x
    Tricordiano
    Parque do Sabiá

    16:00
    Ituiutaba
    x
    Tombense
    Melão

    16:00
    Aparecidense-GO
    x
    Anapolina
    Aníbal Toledo

    16:00
    Goiás
    x
    Trindade-GO
    Serrinha

    16:00
    Morrinhos-GO
    x
    CRAC-GO
    João Vilela

    16:00
    Santa Helena-GO
    x
    Atlético-GO
    Pedro Romualdo Cabral

    16:00
    Vila Nova
    x
    Goianésia
    OBA

    16:00
    Brasiliense
    x
    Formosa-DF
    Boca do Jacaré

    16:00
    Gama
    x
    Botafogo-DF
    Bezerrão

    16:00
    Corisabbá
    x
    Picos-PI
    Tibério Nunes

    16:00
    4 de Julho-PI
    x
    Flamengo-PI
    Arena Ytacoatiara

    16:00
    Treze
    x
    Botafogo-PB
    Amigão

    16:00
    Auto Esporte-PB
    x
    CSP
    Graça

    16:00
    Desportiva-PB
    x
    Campinense
    Municipal de Guarabira

    17:00
    Esporte-PB
    x
    Sousa-PB
    José Cavalcanti

    16:00
    Confiança
    x
    América-SE
    Batistão

    16:00
    Itabaiana
    x
    São Domingos-SE
    Presidente Médici

    16:00
    Socorrense-SE
    x
    River Plate-SE
    Wellington Elias

    18:30
    Adesg
    x
    Plácido de Castro
    Arena da Floresta

    19:00
    Nauas
    x
    Alto Acre
    Arena do Juruá

    20:30
    Rio Branco-AC
    x
    Atlético-GO
    Arena da Floresta

    19:00
    Genus
    x
    Espigão
    Aluízio Ferreira

    19:00
    Ariquemes
    x
    Moto-RO
    Valerião

    16:00
    Tocantinópolis
    x
    Guaraí-TO
    Ribeirão

    16:00
    Roma-PR
    x
    Coritiba
    Bom Jesus da Lapa

    16:00
    Rio Branco-PR
    x
    Arapongas
    Gigante do Itiberê

    16:00
    Operário FC-MS
    x
    Cianorte
    Germano Kruger

    16:00
    Cascavel
    x
    Corinthians-PR
    Olímpico Regional

    18:30
    Paraná
    x
    Iraty
    Durival de Britto

    15:00
    Monte Azul-SP
    x
    Atlético Sorocaba
    Otacília Patrício Arroyo

    15:30
    Brasil de Pelotas
    x
    São Paulo-RS

    15:30
    Rio Grande
    x
    Guarany-RS

    15:30
    Bagé
    x
    14 de Julho

    15:30
    Cerâmica
    x
    Garibaldi

    15:30
    Sapucaiense
    x
    Guarany de Camaquã

    15:30
    Brasil de Farroupilha
    x
    Esportivo

    15:30
    Gaúcho
    x
    Guarani-RS

    15:30
    Riopardense
    x
    Passo Fundo

    15:30
    Avenida-RS
    x
    Glória-RS

    15:30
    União-RS
    x
    Riograndense

    15:30
    Três Passos-RS
    x
    Panambi

    15:30
    Milan-RS
    x
    Santo Ângelo-RS

    10:00
    Taubaté
    x
    Velo Clube
    Joaquim de Moraes Filho

    10:00
    Flamengo-SP
    x
    Grêmio Osasco
    Antônio Soares de Oliveira

    10:00
    São Carlos-SP
    x
    Santacruzense
    Prof. Luiz Augusto de Oliveira

    18:30
    XV de Jaú
    x
    Penapolense
    Zezinho Magalhães

    15:30
    São Benedito-CE
    x
    Uniclinic
    Cap. Tarcisio Araújo

    16:00
    Arsenal-CE
    x
    Trairiense
    Antônio Cruz

    16:00
    Caucaia-CE
    x
    Boa Viagem-CE
    Moraizão

    16:45
    Princesa do Solimões
    x
    São Raimundo-AM
    Gilbertão

    17:00
    Nacional-AM
    x
    Penarol-AM
    Chicão

    15:00
    Grêmio Laranjeiras
    x
    Itapemirim
    Sernamby

    15:00
    Castelo
    x
    Capixaba
    Emílio Nemer

    15:00
    Guanambí
    x
    Jequié-BA
    02 de Julho

    15:00
    Itabuna
    x
    Jacuipense-BA
    Luiz Viana Filho

    16:00
    Juazeirense
    x
    Camaçariense
    Adauto Moraes

    ICFUT–Entrevista com Conca do Flu

    Fonte: globo.com

    Conca: ‘Nunca imaginei amar um clube do jeito que eu amo o Flu’

    Meia conversa com internautas em sessão de Twitcam promovida pelo clube e diz crer na classificação na Libertadores: ‘A confiança parte do trabalho’

    conca   fluminense twitcam (Foto: Reprodução/Twitter)Conca sorri ao responder uma pergunta
    (Foto: Reprodução/Twitter)

    Prestes a completar 200 jogos com a camisa do Fluminense (deve fazê-lo na quarta-feira, contra o Argentinos Juniors), o meia Conca conversou com os internautas em sessão de Twitcam promovida pelo Fluminense na noite deste sábado, direto da concentração (o time encara às 16h deste domingo o Nova Iguaçu, pela Taça Rio).

    O argentino declarou amor incondicional ao Fluminense, disse por que confia na classificação na Libertadores e falou também sobre amenidades, como seus grandes parceiros no elenco e seu ídolo de infância.

    Confira as principais partes da conversa de Conca que, em certo momento, deu mostra de humildade ao falar de si próprio: "Não me sinto craque".

    Dos quase 200 jogos, qual mais o marcou?

    O mais marcante foi em 2009, contra o Coritiba. Foi um dos jogos mais importantes, por tudo o que a gente passou naquele ano, foi o mais marcante.

    Imaginou ser tão querido num clube como o Fluminense?

    Nunca imaginei também amar um clube do jeito que eu amo o Fluminense. Agradeço o carinho, estou muito feliz, nunca imaginei viver o momento que estou vivendo no Flu.

    Chance de sair?

    Sempre falei que queria ficar aqui no Flu por muito tempo, não tenho vontade de sair. Quando vejo o esforço que fez o Fluminense, a Unimed, para que eu ficasse… Celso Barros foi muito importante para eu tomar a decisão de ficar, foi uma pessoa que me ajudou muito. Nos momentos difíceis aqui sempre esteve do meu lado. Por ele e por essa torcida maravilhosa não quero sair, não. Se fosse por mim, eu me aposentaria aqui. Não tenho intenção de sair, fiz contrato de cinco anos. Se escolhi cinco anos é porque estou feliz aqui.

    Torcida do Flu

    É uma torcida linda, que está sempre com a gente, seja no momento difícil, como na briga contra o rebaixamento, ou para ser campeão. A torcida está ao nosso lado, e isso não tem preço. A torcida do Fluminense é diferenciada.

    Sonho no futebol

    A gente sempre tem sonho, cada vez que começa um campeonato o sonho é ser campeao. Tenho esse desejo, esse sonho, independentemente de ser Carioca ou Libertadores. Cada jogo para mim é mais uma alegria.

    Recuperação

    É difícil. Eu não estou acostumado a ficar fora, agora tive que ficar fora e foi difícil para mim. A gente sabe que trabalhando e tendo paciência vou conseguir ter aquele ritmo que eu quero também. Tenho que ter tranquilidade para fazer meu trabalho.

    Jogo contra o Argentinos Juniors

    A expectativa é de fazer um grande jogo – ganhar é muito importante – e depois esperar o América também ganhar. Mas temos de pensar no nosso jogo, temos pela frente um grande time que vai lutar. A gente sabe que tem muita chance de classificar.

    Por que confiar?

    A confiança parte do trabalho. O grupo fez uma grande pré-temporda, sabe o que quer, luta e não desiste nunca das coiasas. Sempre falo: não importa como começa, mas como termina.

    Time de craques

    Não me sinto craque. Eu acho que o Fluminense conta com grandes jogadores. Fred, Emerson, Rafael Moura, Deco… são muitos grandes jogadores. Cada um deles está no Fluminense porque faz diferença, são grandes profissionais. Eu me sinto bem no grupo e espero continuar por muito tempo.

    Fred

    Sempre me dei muito bem com Fred, tanto nas brincadeiras como no campo. É uma grande pessoa, que ajuda muito Fluminense. O grupo tem uma admiração grande por ele, pela personalidade, porque ele a cada dia demonstra postura de líder. É nosso capitão e a gente o respeita muito. Temos uma grande amizade e espero que a gente fique junto por muito tempo.

    Parceiros fora de campo

    Eu sempre estou com Marquinho, com o Berna. O Marquinho, a gente vai junto aos treinos. A amizade com ele e o Berna é um pouco maior, mas me dou bem com todo mundo.

    Sonho fora do futebol

    Meu maior sonho é aproveitar minha mãe, ver minha mãe feliz. Faço tudo para minha família. O sonho deles é o meu também.

    Hobby

    Não tenho. Vou à praia, mas não tenho nada em especial.

    Seleção argentina

    Quem vai decidir vai ser o treinador. eu faço meu trabalho. Se a Argentina não me chamou, é porque ainda não está precisando de mim. Estou no Fluminense, feliz, é o que mais me importa.

    Ídolo

    O jogador que mais admirei e que melhor vi jogar foi Fernando Redondo, da Argentina. Ele era volante, eu sou meia… mas ele jogava no Real Madrid, no Milan, e sempre assistia aos jogos para vê-lo.

    ICFUT – Prostituta revela que atacante falastrão "beija como um virgem"

    Fonte: futebolinterior

    Helen Wood afirma ter feito um programa com Rooney por R$ 500 pela noite

    Esta Coleen Rooney vai para o céu!

    O atacante inglês Wayne Rooney parece não se cansar das confusões. Alguns dias após ser suspenso por ter comemorado um gol com palavras ofensivas a uma câmera de TV, o jogador de Manchester United e seleção inglesa voltou a ser manchete dos tablóides ingleses por outro escândalo. É que a prostituta Helen Wood afirmou ao Daily Mail que o atleta “beija como um virgem”.

    A garota de programa de 23 anos afirma ter feito um programa com o “Shrek”, como é conhecido Rooney na Terra da Rainha. De acordo com ela, o atacante desembolsou 195 libras (aproximadamente R$ 500) por uma noite de sexo, quando sua esposa Coleen Rooney estava grávida.

    “Marcamos o encontro por telefone e ele se identificou como um ator. Quando nos encontramos eu o reconheci. Foi um beijo horrível. Ele beija como um virgem”, disparou a polêmica prostituta.

    Helen e Rooney ainda tiveram um outro encontro posteriormente, mas desta vez com a companhia da já famosa prostituta Jennifer Thompson. O caso ganhou grande repercussão da imprensa em 2010, já que o jogador pagou R$ 3 mil pela relação a três.

    O nome de Helen Wood ficou mantido em sigilo, até agora, por determinação da justiça inglesa. Na época que o escândalo “explodiu” somente Jenny Thompson ficou famosa.

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    Jenny e Helen: Os R$ 3 mil mais bem gastos de Rooney!

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    Confira mais fotos

    ICFUT – Clássico dos Clássicos número 500 é atração da última rodada

    Fonte: gazetaesportiva.net

    Náutico e Sport fazem domingo, às 16 horas, no estádio dos Aflitos, pela última rodada da primeira fase do Campeonato Pernambucano, o Clássico dos Clássicos de número 500. O confronto entre as duas equipes é considerado o terceiro clássico mais antigo do Brasil.

    Com a primeira partida entre os dois tendo sido disputada no dia 25/07/1909, em uma vitória do Náutico sobre o Sport por 3 a 1. O clássico só não é mais antigo do que os duelos entre Grêmio e Internacional, disputado uma semana antes, e Fluminense e Botafogo, que data de 1905.

    O Sport leva pequena vantagem nessa história. Foram 193 vitórias rubro-negras contra 167 alvi-rubras, além de 138 empates e uma partida, em 1931 que terminou com o placar desconhecido.

    Já classificados para as semifinais, os clubes duelam pela 500ª vez apenas para tentar ganhar posições dentro do G-4. Atualmente em segundo, o Timbu pode virar líder. O Sport é o quarto, mas pode acabar a competição em terceiro. As duas equipes podem voltar a se encontrar já nas semifinais se ficarem em 1° e 4º ou 2º e 3º.

    Os outros classificados são Santa Cruz, que visita o Ypiranga para manter a liderança, enquanto o adversário, em nono lugar, ainda não se garantiu na primeira divisão de 2012, e Porto, que recebe o Petrolina, equipe que apenas cumpre tabela.

    O Vitória recebe o Cabense na partida em que quem perder diz adeus à primeira divisão. Lutando contra o rebaixamento também está o América, que visita o tranquilo Araripina.

    A única partida da rodada que não tem interesses em jogo é entre Salgueiro e Central, que jogam no Salgueirão. Todos os duelos são no mesmo horário.

    ICFUT–LUTO: Morre Chinesinho, ídolo do Palmeiras no final da década de 50

    Fonte: ig.com.br

    Ex-meia de 75 anos conquistou o Paulista de 1959 e a Taça Brasil de 1960 pelo Palmeiras

    Foto: Gazeta Press

    Chinesinho, em foto de 1985, quando teve uma passagem como técnico do Palmeiras.

    Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras morreu na manhã deste sábado. O meio-campista Chinesinho, que vestia a camisa 10 antes de passá-la a Ademir da Guia, tinha 75 anos e sofria do mal de Alzheimer. Chinesinho vivia em Rio Grande (RS), mesma cidade onde nasceu e começou a carreira de jogador. Ele defendeu o Inter entre 1955 e 58, quando foi para o Palmeiras.

    Sidney Colônia Cunha, nome de batismo de Chinesinho, atuou pelo Palmeiras entre 1958 e 1962, com 241 jogos disputados (147 vitória, 46 empates e 48 derrotas), marcando 65 gols. Para muitos que o viram atuar, é o melhor jogador que já vestiu a camisa do clube.

    Ele ainda deixou Ademir da Guia dois anos no banco, antes de ser negociado em 1962 com o Modena, da Itália, na maior transação do futebol brasileiro na época. "Ele era um jogador muito técnico, muito rápido. Jogava no meio-campo, um pouco atrás do centroavante, e além de armar as jogadas também chegava com facilidade para finalizar a gol", lembrou Arnaldo Tirone, presidente do Palmeiras.

    "Foi um craque, que só poderia mesmo ser substituído pelo Ademir da Guia", continuou Tirone. "Com o dinheiro da venda dele, o Palmeiras contratou 15 jogadores e formou a Primeira Academia. Vieram, entre outros, Servílio, Tupãzinho, Rinaldo, Vavá e Djalma Dias".

    Chinesinho ainda atuou por outros três times italianos: o Catania, a Juventus e o Lanerossi Vicenza. Aposentou-se em 1971 para seguir a carreira de técnico na Itália. Em 1985, comandou o Palmeiras com 14 jogos, alcançando cinco vitórias, seis empates e três derrotas.

    "O Chinesinho ficará eternizado como um dois maiores nomes que passaram pelo Palmeiras. Isso nunca se apagará. Fica o nosso sentimento de pesar à família e aos amigos", declarou o vice-presidente de futebol do Palmeiras, Roberto Frizzo.

    ICFUT–Entrevista com Vanderlei Luxemburgo

    Fonte: globo.com

    Luxa defende a legalização das drogas, os gays e o consumo consciente de bebidas

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    Vanderlei Luxemburgo está de bem com a vida. Depois de 15 anos rodando pelo Brasil e pelo mundo, está de volta ao seu Rio, ao seu Flamengo, onde após duas passagens (91 e 95) sem boas lembranças, conseguiu livrar o time do rebaixamento, no ano passado, e agora curte uma confortável invencibilidade nas últimas 21 partidas.

    Nesta entrevista exclusiva ao JOGO EXTRA, crua, absolutamente na íntegra, sem cortes, o técnico do Flamengo solta o verbo sobre a chacina de Realengo, o excesso de palavrões, homossexualismo, bebidas alcoólicas, defende a legalização das drogas e fala até sobre futebol. Divirta-se.

    JOGO EXTRA: Vandeco, Vanderlei, Luxa ou Luxemburgo?

    VANDERLEI LUXEMBURGO: No Rio é Vanderlei. Vandeco é para o íntimos, e Luxemburgo ou Luxa é em São Paulo. Lá, sempre foi Luxemburgo, mas como o nome é grande para caber na manchete do jornal, virou Luxa. Tá vendo como eu sei? Aí, todo mundo me chama de Luxa. Mas você escolhe.

    JE: Então vamos de Vanderlei porque estamos no Rio e eu não sou íntimo de você para te chamar de Vandeco (risos). E já que estamos no Rio e você gosta de carnaval, uma das sensações deste ano foi a Unidos da Tijuca, que teve enredo sobre medo. Você tem medo de quê?

    Vanderlei Luxemburgo

    VL: Medo? Não tenho medo de porra nenhuma, rapaz. E eu lá sou homem de ter medo?

    JE: De nada? Não é possível! Eu tenho medo de cachorro.

    VL: Medo? Se eu disser que tenho medo de barata você, vai rir para caralho. Mas nem sei se é medo. É nojo. Medo eu não tenho de porra nenhuma.

    JE: Esqueci de dizer uma coisa antes de a gente começar: não tem como eu fazer uma entrevista com você e cortar os palavrões. Tudo bem, né?

    VL: (risos) Claro. O caralho é o que mais me acompanha. Eu falo palavrão mesmo, mas não sou mal educado. Eu falo palavrão porque não existe futebol sem palavrão, mas isso não quer dizer que eu esteja ofendendo alguém. Quem reclama disso é quem tem implicância comigo. Não tem como eu pedir "por favor" à beira do campo. Vocês colocam aqueles microfones na beira do campo e isso só polui a transmissão, não informa nada. Se o bandeira erra um impedimento, eu posso gritar "porra, caralho, filha da puta, estava impedido", mas não quero ofender o cara, nem a mãe do cara. É a linguagem do futebol. Aquilo só serve para a gente pegar um gancho no Tribunal.

    JE: Apesar de ter ficado muito tempo em São Paulo, seu jeitão carioca permaneceu intacto. Conservou gírias, palavrões, hábitos, samba no pé e uma religiosidade curiosa. Você é católico, mas tem irmã que é mãe-de-santo e se consulta com o babalorixá Robério de Ogum. Que mistureba é essa?

    VL: E minha mãe era mãe-de-santo e minhas filhas são evangélicas (risos)! Mas eu não faço nada disso, não mexo com essas coisas. Gosto da Igreja Católica, da macumba, como quase todo brasileiro. Mas não frequento muito. Sou amigo do Robério e tenho uma irmã que mexe com isso. E eles, como amigos, fazem trabalhos para me ajudar, mas fazem porque querem, porque são amigos. Eu não peço nada.

    JE: Mas o Robério ficou dois meses no Rio, no ano passado, fazendo “trabalho” para o Flamengo escapar do rebaixamento porque você pediu.

    VL: Eu não pedi. Ele está sempre no Rio e fez porque é meu amigo.

    JE: Quero ver se você vai pipocar agora. Todo mundo pipoca nesse tema: homossexualismo. Tem muito gay no futebol?

    VL: (risos) Muitos, né? Claro que tem. E não só no futebol, mas em tudo que é lugar. No futebol, na imprensa, o que não falta é homossexual (risos).

    JE: Você já jogou com algum?

    VL: Eu?? hahahaha. Claro que já. Mas nunca vou dizer o nome. Jamais. Xiii, essa resposta vai fazer nego aqui dentro pegar no meu pé até eu contar quem era, como era… (risos).

    JE: E já treinou algum?

    VL: Humm, acho que não. Não me lembro (pausa). Ah, teve o Emerson, que foi meu goleiro aqui no Flamengo (1995). Mas eu não sabia que ele era gay, só fui saber anos depois quando ele confessou que era.

    JE: E você admitiria se o clube contratasse um homossexual talentoso?

    VL: Claro. Não vejo problema algum.

    JE: Se o Flamengo contratasse o… ah, vou pular essa.

    VL: É, pula (risos).

    JE: E o que você achou do Michael, do Vôlei Futuro, que "saiu do armário" na semana passada?

    VL: Acho que ele fez certo. Ninguém tem nada a ver com a opção sexual do cara.

    JE: Então vamos animar a conversa. Você está de volta ao Rio, onde muito se fala em tráfico de drogas. Qual sua posição? É a favor da legalização?

    VL: Eu sou! (enfático). Droga tem em tudo o que é lugar, e sempre vai ter. Eu nunca usei, nunca nem vi cocaína, por exemplo. E ainda acho uma covardia o que fizeram com o Maradona. Cocaína não melhora o desempenho atlético de ninguém, muito pelo contrário. O viciado precisa de tratamento, não de punição. E quanto ao cidadão comum, acho um absurdo a proibição. Quanto mais proibir, pior. Tem que fazer como em vários países europeus, criar locais específicos para o cara usar a droga dele. Fora dali, não. Mas ali? Se o cara quer fumar, cheirar, o que eu tenho a ver com isso? O que tem de gente por aí que usa droga…

    JE: E em relação às armas? O caso de Realengo trouxe a discussão de volta à pauta? Você tem ou já teve armas?

    VL: Não. E acho que o que houve em Realengo foi um fato isolado. A discussão em torno desta questão tem de ser mais abrangente, não apenas fazer outro referendo.

    JE: Vamos brincar, rapidamente, de mostrar quem é o Vanderlei, seus gostos, preferências… ok?

    VL: Vamos lá.

    JE: Um perfume:

    VL: Blue de Chanel

    JE: Carro:

    VL: Qualquer um. Já fui apaixonado por carros, tive coleção, mas hoje ando em qualquer um. O que mais ando é um Fusion.

    JE: Ator:

    VL: O Tarcísio Meira continua sendo o cara. Está velho, mas continua um grande sedutor. Está dando um show na novela.

    JE: Atriz:

    VL: Não é Fernanda Montenegro, não (risos). Eu prefiro a Laura Cardoso.

    JE: Cantor:

    VL: Cauby Peixoto, o melhor de todos. E gosto do Emílio Santiago também.

    JE: Cantora:

    VL: Ângela Maria e Elis Regina.

    JE: Música:

    VL: Minha Preta. ("Eu não troco a minha preta pela preta de ninguém", cantarola). É a música da minha vida. No aniversário da minha mulher, convidei The Fevers para cantar, e o Neguinho da Beija-Flor, que cantou essa música. Foi uma choradeira… (nota da Redação: Minha Preta é uma samba de Candeia).

    JE: Comida preferida:

    VL: Bife à milanesa com maionese.

    JE: O que não come de jeito nenhum:

    VL: Nada. Como qualquer coisa, rapá. Como pão com raiva.

    JE: Lugar inesquecível:

    VL: Uma ilha que eu fui em Senegal, em 1972, com a seleção: Ilha de Goreia.

    JE: Lugar que gostaria de conhecer:

    VL: Alasca. Adoro pescar e o Jotinha (J. Hawilla), da Traffic, disse que pescou salmão lá e foi um dos melhores passeios que já fez. Tenho curiosidade de ir lá.

    JE: Jogo inesquecível como lateral:

    VL: Um Fla-Flu de 1972. Ganhamos de 2 a 1 e fomos campeões. Acho que tinha umas 170 mil pessoas no Maracanã. (Oficialmente, o público pagante foi de 136.829)

    JE: Jogo inesquecível como técnico:

    VL: Palmeiras x Boca Juniors. Ganhamos de 6 a 1. Foi uma atuação perfeita. O próprio Menotti, técnico do Boca, depois do jogo falou isso.

    JE: Melhor amigo:

    VL: Não posso citar um só. Tenho poucos, mas grande amigos.

    JE: Melhor jogador:

    VL: Maradona, Romário e Zico. O Zico está abaixo porque não ganhou uma Copa do Mundo, mas jogava tanto quanto. Ah, e o Ronaldo Fenômeno na lista de cima. Bota aí.

    JE: E o Garrincha?

    VL: Ah, tem o Garrincha. Está naquela primeira lista, mas não chega ao Pelé. Este não conta, era de outro mundo. Posso ficar falando horas sobre o Pelé, mas você, que não viu ele jogar, nunca vai entender na plenitude. Pelé era foda. Mas se comparar Garrincha e Romário, Garrincha e Maradona, fico com o Garrincha.

    JE: Desafeto:

    VL: Não tenho. Discuto no momento e vida que segue. Não guardo mágoa de ninguém.

    JE: Jornalista:

    VL: Oldemário Touguinhó. Aquele era jornalista, repórter de verdade. Estava sempre em cima do lance.

    JE: Programa de TV:

    VL: Os telejornais e o Sarau, da Globonews, com o Chico Pinheiro. É um banho de cultura.

    JE: Mulher bonita, mas não vale a sua:

    VL: Uma menina da novela de época que começou (Cordel Encantado), de olhos azuis (Bianca Byn).

    JE: Homem bonito, mas não vai dizer que é você, né?

    VL: Meu neto. Pode? (risos).

    JE: Um sonho de consumo:

    VL: Humm, não tenho.

    JE: Você tem dinheiro para comprar o que quiser?

    VL: Não. Tenho dinheiro para viver sossegado, mas não para comprar o que eu quiser. E nem tenho nada em mente para comprar.

    JE: Escola de samba:

    VL: Salgueiro. Desfilo todo ano.

    JE: Praia carioca:

    VL: Era a de Ramos, pedindo licença para os soldadinhos. Sabe o que é soldadinho? Cocô! (risos). Hoje é a Barra, onde eu moro.

    JE: Mas dava para pegar umas cocorocas lá em Ramos?

    VL: Pô, aí tu me quebra (risos).

    JE: Restaurante:

    VL: Em São Paulo, eu sei vários. Aqui, tenho gostado do Expand, na Barra.

    JE: E pé-sujo? Largou as origens ou ainda frequenta?

    VL: Adoro. Tenho ido pouco, mas gosto do La Plancha, no mercado produtor da Barra. Mas gosto muito. Antigamente, eu, Renê, Galdino, Alcir, Gaúcho, íamos até Deodoro para tomar cerveja.

    JE: E hoje vai de cerveja, vinho, uísque, champanhe? O que você bebe?

    VL: Bebo tudo, mas prefiro vinho. E não bebo muito, não. Nunca fui de beber muito. Uísque, por exemplo, são duas, três doses no máximo.

    JE: E para jogador de futebol? Não estou falando especificamente do Ronaldinho, não. Nem do Adriano. Tem Fred, Emerson, Ronaldo… o que não falta é gente que gosta de uma farra. Qual o limite? A bebida alcoólica atrapalha?

    VL: Limite? Acho que o Brasil perdeu o limite. Não acho que o jogador de futebol seja o vilão. Em todos os setores, em todas as épocas houve problemas deste tipo. Desde Heleno de Freitas, Garrincha, Leandro. Acho que a gente não sabe muito os limites que precisamos ter. Somos uma jovem democracia. Não conhecemos a democracia plena, principalmente nossos governantes, que sempre sofreram com a ditadura. Há uma falta de discernimento por parte de todos em relação a quando termina o direito de um e começa o direito do outro. Ninguém sabe direito o seu limite.

    JE: Mas você é um treinador. Muitos te chamam de professor. Você ensina aos jogadores este limite? Como chegar para uma estrela como o Ronaldinho e falar para ele beber um pouquinho menos?

    VL: Eu falo para todo mundo, não faço distinção. Tudo tem que ser conversado, não imposto. Ou você acha que é possível dizer para um jovem, com dinheiro, que ele está proibido de beber? Não dá, né? A gente faz coisas que você nem imagina. E que são coisas que dizem respeito a nós, não há por que tornar público. O cara tem que saber que não pode beber na sexta se tem jogo no domingo. Mas se teve jogo no domingo, ficou a semana toda treinando e vai ter a segunda e a terça de folga, não tem por que não ir na micareta, como aconteceu agora.

    JE: Pôquer, sueca, buraco ou vinte-e-um?

    VL: Pôquer. Só jogo pôquer. Antigamente jogava caxeta, mas hoje é só pôquer. Mas faz tempo que não jogo, e por falta de tempo. Mas é até bom você perguntar isso porque parece que é um crime. Todo mundo joga pôquer, tem até na televisão. Jogo há anos, com Zico, Carpegiani, Cantarele, Raul, Leandro, mas parece que o criminoso sou eu. Não, né?

    JE: Finalizando, para você poder dar o treino: seleção de 70 ou de 82?

    VL: A de 1970.

    JE: Messi ou Ronaldinho Gaúcho?

    VL:: Ronaldinho Gaúcho. Quando o Messi ganhar uma Copa do Mundo, a gente conversa. É o mesmo critério que uso para Romário e Zico. Tenho que ser coerente.

    JE: Messi ou Maradona?

    VL: Maradona.

    JE: Mas se o Messi for campeão do mundo?

    VL: Depende do que ele fizer na Copa do Mundo. Você viu o que o Maradona fez? Só poderemos comparar o Messi com esses caras depois que ele encerrar a carreira e a gente saber o que ele fez.

    JE: Agora é para terminar mesmo, voltando à religião. Qual seu santo protetor? E orixá? Ogum, Oxóssi, Iansã?

    VL: Não sei. Minha irmã diz que eu tenho um, mas não lembro. O que me ajudar a botar a bola para dentro é o meu. Mas sei que se você escrever alguma coisa ruim para mim, amanhã você quebra as pernas (gargalhadas).

    JE: O papo foi bom, não?

    VL: O papo? Foi ótimo. Mas quero ver se o que vai sair no jornal vai ser ótimo também (risos)

    JE: Tá com medo? (risos)

    VL: Olha lá, hein?

    JE: Pode confiar, ué!

    VL: Quero só ver no domingo (risos).

    ICFUT – Falcão estreia sem brilho, mas Inter vence Santa Cruz pelo Gauchão

    Fonte: estadao.com.br

    Equipe colorada bate adversário por 1 a 0 e se classifica às semifinais do 2.º turno da competição

    Poderia ter sido melhor a estreia de Falcão no comando doInternacional. No Beira-Rio com pouco público, o time colorado teve um jogador a mais em campo a partir da metade do primeiro tempo, enfrentou um adversário muito mais limitado e mesmo assim venceu o Santa Cruz neste sábado apenas pela diferença mínima: 1 a 0.

    Divulgação/Vipcomm

    Divulgação/Vipcomm

    Falcão comemora gol da vitória do Internacional com o atacante Leandro Damião, no Beira-Rio

    Se não encantou, o Inter pelo menos se classificou às semifinais do segundo turno do Campeonato Gaúcho. Agora, espera o vencedor de Juventude e Lajeadense, que se enfrentam no domingo em Caxias do Sul. Na quarta-feira, mais uma decisão, dessa vez pela Libertadores, contra o Emelec, novamente no Beira-Rio.

    No seu primeiro jogo como treinador do Inter, Falcão apresentou, no papel, poucas modificações em relação ao time que vinha jogando com o Celso Roth. Na zaga, Índio deu lugar a Rodrigo. Na frente, Sóbis ganhou a vaza de Zé Roberto. Titular incontestável, Oscar foi poupado para o jogo contra o Emelec e Andrezinho começou jogando.

    Contra um adversário muito mais fraco, o Inter conseguiu se impor no começo. Logo com 2 minutos, Bolatti teve boa chance após cruzamento de D’Alessandro. No lance seguinte, Sóbis tentou de cabeça e César defendeu.

    A superioridade ficou ainda maior depois dos 22 minutos. Por duas faltas em Sóbis, Rodrigo Rizo levou dois cartões amarelos e foi expulso, deixando o Santa Cruz com dez homens em campo. Aí ficou ainda mais fácil para o Inter criar oportunidades de gol. A bola, porém, só entrou aos 32. D”Alessandro lançou Andrezinho pela direita. O meia chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro para Leandro Damião marcar pela 14.ª vez no Gauchão.

    Novidade no time, Rafael Sóbis elogiou a atuação da equipe na saída para o intervalo: "Nosso primeiro tempo foi excelente. Em termos de marcação e criação de jogadas, estamos muito bem", analisou.

    Na segunda etapa, apesar da vontade do Santa Cruz em reverter a vantagem colorada, foi o Inter que continuou melhor. Aos 23, os donos da casa quase ampliaram. D’Alessandro chutou de fora da área e César deu rebote. Leandro Damião teve a chance de fazer o segundo, mas o goleiro se recuperou e fez grande defesa.

    Confira o gol do Inter: