Por Cleber Aguiar – Entrevista com Tiago Alves a mais nova promessa Santista !

Fonte: Globo.com

À base de açaí, Tiago Alves trabalha para crescer e aparecer no Santos

Após marcar primeiro gol como profissional do Peixe, domingo, garoto curte dias de estrela e conta um pouco de sua história, que tem enredo de novela


Por Adilson Barros e Cassio Barco Santos, SP

O atacante Tiago Alves, do Santos, não se lembra direito de quando resolveu ser jogador de futebol. Desde que se entende por gente, é apaixonado por bola e sonha virar craque. Um objetivo que ele batalhou sozinho, contrariando a família – até fugindo de casa – para ver realizado.

No último domingo, aos 27 minutos do primeiro tempo do jogo contra o Ituano, pelo Campeonato Paulista, ao marcar seu primeiro gol como profissional do Peixe, em sua estreia como titular, ele teve a certeza de que tinha feito a escolha certa. Desde o começo. Desde uma certa madrugada de 2007, quando, aos 13 anos, se despediu da mãe sem dizer para onde ia. Deixou São João do Araguaia, sudeste do Pará, e tomou um ônibus rumo a capital Belém, distante 720 km, para um teste no Remo. Esse ato, típico da inconsequência adolescente, um misto de ousadia, obstinação e ingenuidade, selou seu destino.

Apesar de ter apenas 18 anos, Tiago já tem história para contar. O GLOBOESPORTE.COM ouviu e traz agora os melhores lances do papo com o jogador, que atendeu aos repórteres do site comendo uma boa tigela de açaí, seu prato preferido. Tudo bem que não é como o açaí do Pará. Esse, ele só consegue saborear quando visita a mãe, uma vez por ano, ou quando vai à casa de Dona Maria Creuza Lima, a mãe do conterrâneo Paulo Henrique Ganso, que o “adotou” em Santos.

– O açaí daqui é nota 8. Nota 10 só o de lá…

tiago alves santos (Foto: Adilson Barros / Globoesporte.com)Tiago e o inseparável prato de açaí. Ele come a fruta até com carne (Foto: Adilson Barros/Globoesporte.com)

GLOBOESPORTE.COM – Tiago, fale sobre seu início. Quando foi que você começou a tomar gosto por bola?

Tiago Alves – Não lembro bem. Desde pequeno. Tinha um campo bem do lado da minha casa, em São João do Araguaia. Eu jogava direto. Nos fins de semana, tinha os amistosos contra times das cidades vizinhas e eu sempre jogava.

GLOBOESPORTE.COM – E quando foi que você resolveu ir para Belém?

Tiago Alves
– Eu tinha 13 anos (2007) e falava para a minha mãe que queria jogar futebol. Ela dizia que era melhor eu estudar, arrumar um emprego, pois esse negócio de bola não iria dar certo. Mas eu queria jogar. Estava determinado. Um dia, um amigo me falou que estava indo para Belém para um teste no Remo. Iria sair às 5h. Quando deu 4h30m, eu levantei e falei: “Tchau, mãe”. Ela falou tchau também, mas sem entender direito. Não sabia para onde eu ia. Só fui ligar para ela já em Belém. Disse que estava na casa de uma tia, que tinha ido para lá para jogar bola e que ela podia esperar: Eu iria virar jogador profissional.

GLOBOESPORTE.COM – Você não tinha dúvida nenhuma?

Tiago Alves
– Eu sempre fui determinado. Se era isso que eu queria, então eu iria batalhar. Via Romário, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho na televisão e pensava: “Quero ser igual a esses caras”.

Não tenho palavras para agradecer à Tia Creuza, minha mãezona aqui em Santos”
Tiago Alves

GLOBOESPORTE.COM – E aí você fez o teste no Remo. Como foi?

Tiago Alves
– Sim. Cheguei lá e tinha uns 150 garotos. Era gente, viu? E eu lá no meu cantinho. O tempo passando e eu fui ficando para o final. Aí, de repente, o treinador vira para mim e pergunta a minha posição. Disse que era atacante, mas ele me colocou na meia. Faltava 15 minutos para acabar e eu fiz quatro gols. Pegava a bola la atrás, com o zagueiro, e saía driblando todo mundo. Quando acabou, o treinador veio falar comigo e disse que eu iria ficar. Em 2008, eu já tava disputando o Campeonato Paraense. Fui artilheiro com 33 gols em 13 jogos.

GLOBOESPORTE.COM – Você saiu do campinho ao lado de sua casa para disputar o Campeonato Paraense com 16 anos. Não passou por futebol de salão, escolinha, nada. Não ter tido base te atrapalha em alguma coisa hoje em dia?

Tiago Alves
– Sim. Acho que eu poderia estar num nível melhor se eu tivesse passado por escolinha, treinado mais fundamentos. Tanto que eu ainda tenho dificuldade com coordenação motora. Às vezes, o preparador físico manda fazer uns exercícios de jogar a perna para um lado, braço para outro. Eu me atrapalho todo (risos). E já aviso logo: professor, não consigo fazer isso, não!

GLOBOESPORTE.COM – Como o Santos descobriu você?

Tiago Alves
– Então, como eu fui bem nesse campeonato, o pessoal lá fez um DVD com os meus gols e mandou para cá. No dia seguinte, o pessoal do Santos já me ligou dizendo que iria mandar passagem pra eu vir. Isso foi em 2009.

GLOBOESPORTE.COM – E como deixar a família para trás e vir morar em Santos?

Tiago Alves
– Foi muito difícil. Não me acostumava com o clima, estranhava a comida. Foi bem complicado.

GLOBOESPORTE.COM – Foi então que a mãe do Paulo Henrique Ganso (Maria Creuza Lima) te adotou?

Tiago Alves
– Pô, ela é minha mãezona aqui. Eu a chamo de Tia Creuza. Quando eu estava nos juniores, sempre ia na casa dela para comer aquelas coisas boas do Pará. Ela traz o açaí de lá, a maniçoba, o vatapá, a farofa. Não tenho nem palavras para agradecer. Agora que eu estou no profissional, não tenho tanto tempo de ir na casa dela. Mas antes, era direto.

GLOBOESPORTE.COM – E a saudade da mãe?

Tiago Alves
– É o mais difícil. Ela não vem me ver aqui porque morre de medo de avião. Estou cinco anos fora, juntando o tempo que passei em Belém e agora em Santos. Toda noite eu ligo para ela. Passo mais de hora conversando.

Tiago Alves atacante Santos (Foto: Adilson Barros/Globoesporte.com)Carro, por enquanto, só de carona. Tiago ainda está
pagando o consórcio (Foto: Globoesporte.com)

GLOBOESPORTE.COM – Você tem quantos irmãos?

Tiago Alves
– São sete. Oito comigo. Na verdade, eram 12, mas quatro morreram. Três acho que foram no parto e um outro, num acidente de moto. Sou o segundo mais novo. Depois de mim, vem minha irmã mais nova, de 17 anos.

GLOBOESPORTE.COM – E seu pai?

Tiago Alves
– Eu não lembro dele. Morreu faz 16 anos. Eu era muito pequeno. Minha mãe, dona Antônia, é uma guerreira. Ela criou os oito filhos sozinha. Segurou a barra.

GLOBOESPORTE.COM – O que ela faz?

Tiago Alves
– Ela era costureira. Ainda é. Mas agora só costura para não ficar parada. Graças a Deus, eu tenho condições de mandar um dinheiro para ela todo mês. Nâo é muito (entre R$ 1.200,00, R$ 1.300,00), mas para dá para ela e minha irmã viverem bem. Quando sair meu contrato novo, eu dou um jeito de trazê-la. Amarro a dona Antônia no avião (risos).

GLOBOESPORTE.COM – Esse contrato novo com o Santos já está perto de sair?

Tiago Alves
– Sim. Acho que a gente assina essa semana. O pessoal que cuida de mim (Grupo DIS) está conversando com o Santos e está tudo encaminhado. Vou assinar até 2016. Aí, fico tranquilo. Por enquanto, estou com meu salário da base (R$ 5 mil), mas já estou pagando um consórcio de carro e um apartamento que comprei na planta. Já comecei a investir.

GLOBOESPORTE.COM – Aí depois é arranjar um lugar no time…

Tiago Alves
– Pois é. Agora, eu estou focando no segundo semestre. Porque vão sair o Keirrison (que será devolvido ao Barcelona), o Maikon Leite (que assinou com o Palmeiras) e o Zé Eduardo (vendido para o Genoa-ITA). Claro que o Santos vai atrás de reforços, mas eu vou estar brigando por meu lugar na equipe. Devagarzinho, comendo pelas beiradas. Tipo mineirinho…

Por Rogerinho – Até Professor Pascale fala de Rogério Ceni !

Fonte: Folha de São Paulo
PASQUALE CIPRO NETO

Rogério Ceni, os cardinais e os ordinais

Alguns jornalistas trocaram “centésimo gol” pela rebarbativa expressão “gol de número 100”

E VIVA ROGÉRIO CENI!!! Viva! Como se diz no Nordeste, o cabra é muito bom -e bota bom nisso!
Há um bom tempo, tive o prazer de entrevistá-lo no “Nossa Língua Portuguesa”, da TV Cultura. No programa do qual Ceni participou, queríamos demonstrar que é possível sair da obviedade que vige na linguagem de certos segmentos -o futebol é, de longe, um dos campeões desses tais segmentos.
Em tempo: não são apenas os jogadores e técnicos que dizem sempre a mesma coisa e sempre do mesmo jeito; muitos dos jornalistas esportivos usam e abusam do direito da repetição do mais do que óbvio (exceções há, é claro, e não são poucas -não vou dar nome aos bois para não magoar ninguém).
Bem, acho que vou dar, sim, um nome das exceções (a maior delas, para mim): o querido Eduardo Gonçalves Andrade, digo, o genial Tostão, com quem tive a honra de trabalhar na África do Sul. Os textos de Tostão são belíssimos exemplos de que se pode fugir da mesmice.
Mas voltemos ao grande goleiro-artilheiro e ao motivo que me levou a convidá-lo para o “Nossa Língua Portuguesa”, há mais de dez anos: ainda “novinho”, Rogério Ceni não dizia obviedades, não fugia da raia, era esclarecido e, sobretudo, era articulado e se expressava muito bem. De lá para cá, tudo nele evoluiu (com exceção do cabelo…).
Quem nos dera tivéssemos um Rogério Ceni em cada atividade em que o discurso predominante é o óbvio do óbvio (o telemarketing, o teleatendimento, as polícias, a política, a administração pública, certos setores do meio “acadêmico” etc.).
Pois bem. O (belíssimo) centésimo gol de Rogério fez muita gente tropeçar nos números, ou melhor, na forma de dizer os números. Na TV, no rádio e em alguns jornais/sites, a informação foi dada de um jeito tal que… Que, tomados ao pé da letra, esses textos informavam que os 99 gols anteriores de Rogério tinham sido marcados (todos) contra o Corinthians. Exemplo: “O centésimo gol de Rogério contra o Corinthians deixou em estado de graça a torcida do Tricolor” é diferente de “O centésimo gol de Rogério, contra o Corinthians, deixou em estado…”.
Em outras matérias (ditas ou escritas), jornalistas trocaram o ordinal (“centésimo”) pela rebarbativa expressão “de número 100” (“O gol de número 100 de Rogério Ceni…”).
Sabemos todos que muitos ordinais não frequentam o nosso dia a dia. O caro leitor já deve ter presenciado uma cena comum em elevadores de edifícios comerciais em que há um ascensorista: a primeira pessoa que entra diz “Quarto”; a segunda, “Segundo”; a terceira, “Sexto”; a quarta, “23”… É fato mais do que cabal que, quando o número é alto, o falante tende a trocar o ordinal pelo cardinal, mas, cá entre nós, no caso da centena, a forma ordinal não causa estranheza, não acha?
Um belo exemplo da “fuga” dos ordinais se vê no noticiário policial, sobretudo no rádio: “A ocorrência foi registrada no oitenta e oito DP”. Aqui a fuga do ordinal impõe a forma rebarbativa (“…ao DP de número 88”). Quem quiser dizer exatamente o que está escrito na fachada do distrito (88º Distrito Policial) deve saber que o ordinal relativo a 80 é “octogésimo” (e não “octagésimo”). Moral da história: “…foi registrada no octogésimo oitavo DP”.
Bem, se o caro Rogério Ceni tivesse tempo para chegar ao gol de número 200, teríamos de aprender que o ordinal correspondente é “ducentésimo”. Que tal, Ceni? É isso.

inculta@uol.com.br

Por Edgar Santista – Obina melhor que Eto’o

Obina faz primeiro gol, e Shandong Luneng empata na estreia do Chinês

Atual campeão fica no 3 a 3 com o Chengdu Blades em casa. Com camisa 10, ex-jogador do Atlético-MG marca o terceiro da equipe no empate

Veja o Gol: http://video.sina.com.cn/p/sports/j/v/2011-04-01/211261300977.html

O atacante Obina marcou nesta sexta-feira seu primeiro gol com a camisa 10 do Shandong Luneng: o ex-jogador do Atlético-MG fez o terceiro do atual campeão no empate de 3 a 3 com o Chengdu Blades, em casa, na abertura do Campeonato Chinês de 2011.

O brasileiro começou no banco de reservas e entrou em campo aos 27 minutos do primeiro tempo, quando Zhang Chi saiu machucado. O zagueiro Renato Silva (ex-São Paulo, Flamengo, Botafogo e Goiás) foi titular do Shandong.

obina comemorando primeiro gol pelo shandong luneng (Foto: Sina.com)Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Por Edgar Santista – ‘Super Choque’ brasileiro vira a esperança do lanterninha do Alemão

Borussia Mönchengladbach enfrentará o poderoso Bayern de Munique apostando nos ‘superpoderes’ do baiano Dante para se manter na elite

Dante superchoque (Foto: Divulgação)Super Choque: sucesso na TV (Foto: Divulgação)

Lanterna do Campeonato Alemão, o Borussia Mönchengladbach precisará de um milagre para não ser rebaixado – está a seis pontos do Stuttgart, o primeiro fora da zona da degola. Como tudo o que é ruim pode piorar, a equipe enfrentará neste sábado o poderoso Bayern de Munique, em tensão por ocupar a quarta colocação da Bundesliga – posição desastrosa, que impediria o time de maior investimento da Alemanha de disputar a próxima edição da Liga dos Campeões. Já que milagres não costumam acontecer com frequência e a salvação na tabela é urgente, o Borussia apelará para os serviços de um super-herói brasileiro vindo diretamente da Terra de todos os santos.

Para os supersticiosos, a solução é perfeita: o baiano Dante, o “Super Choque brasileiro”. O zagueiro tem jogado com uma máscara de proteção no rosto por causa de uma lesão no nariz. A união do assessório com o cabelo afro o deixaram parecido com o personagem de desenho animado norte-americano. Se depender dos superpoderes do brasileiro, a torcida pode confiar em um final feliz.

– Se eu tivesse a característica de um herói, eu seria um salvador que sabe se superar nas dificuldades. Já aconteceu uma vez. O time estava para cair e fiz gols decisivos – destacou Dante em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM, referindo-se à temporada 2008-2009, quando marcou dois gols nas últimas três rodadas, mantendo o time na elite alemã.

montagem Dante - super choque (Foto: arte esporte)Super Choque brasileiro está acostumado a salvar o Mönchengladbach de problemas (Foto: arte esporte)

Dante sabe que o elenco do Bayern parece ter poderes sobrenaturais. Os bávaros ocupam a quarta colocação na classificação mas têm o melhor ataque, com 59 gols marcados. Para vencer o time de Ribéry e Robben, será necessária uma força muito maior do que os poderes de simples mortais.

– Vamos ter que buscar essa força do além. Se cochilarmos um segundo sofreremos gol. Devemos ter a força da concentração, sem errar nem dar espaços para eles jogarem – avaliou.

O baiano desfalcou o Borussia em praticamente todos os jogos do primeiro turno e a equipe conseguiu apenas 10 pontos. Com o retorno do brazuca na segunda metade da competição, já são 13 pontos conquistados, faltando sete rodadas para o final. Os números comprovam que a energia transmitida pelo Super Choque do Mönchengladbach em campo tem feito a diferença.

– Muitos falam isso. Acho que faltava confiança. Procuro ajudar, levantar a cabeça dos jogadores. Acho que minha presença é importante no sentido de ajudar, de ser uma liderança – admitiu.

Dante (Foto: Divulgação)Ombro amigo: Dante procura levantar o moral do time, como fez com o companheiro Bailly (Foto: Divulgação)

O brasileiro é o jogador mais querido pelos torcedores do Borussia Mönchengladbach. Recentemente, um grupo de estudantes criou um site para vender uma camisa em homenagem ao zagueiro, que aprovou a ideia ao saber que a renda seria revertida para instituições de caridade. O carinho nem sempre é demonstrado de maneiras comuns. Em um jogo como visitante, Dante se surpreendeu com um grupo de figuraças.

– Teve um jogo que olhei para a arquibancada e vi uns caras brancos com os rostos pintados de preto e perucas imitando meu cabelo. Cada um vestia uma camisa com uma letra, formando meu nome. Isso é uma motivação. Você sabe, a vida aqui não é fácil – afirmou.

Dante camisa (Foto: Divulgação)Camisa de caráter social representa o amor dos torcedores pelo zagueiro brasileiro (Foto: Divulgação)
 
Fonte: Globoesporte.com

ICFUT – Real Madrid pode ceder Kaká para tirar craque do Santos

Fonte: futebolinterior

Além de Real e Barcelona, Chelsea e Juventus podem investir na contratação de Neymar

Será que Neymar vai atuar com Messi?

O atacante Neymar, definitivamente, está na mira dos dois clubes mais poderosos do mundo. Depois do Barcelona admitir que a jovem promessa santista é seu “plano B”, o Real Madrid-ESP decidiu entrar na briga. E para piorar a disputa, pode envolver Kaká no negócio.

De acordo com o diário espanhol El Mundo Deportivo, o presidente do clube merengue, Florentino Pérez, poderia abrir os cofres para contratar o brasileiro. Para diminuir o valor de 45 milhões de euros da multa rescisória do jogador de 19 anos, Kaká poderia ser incluído.

Depois de se destacar na temporada 2010, Neymar ganhou destaque no cenário internacional, após a boa atuação pelo Sul-Americano Sub-20 com a Seleção Brasileira. Somou-se a isso a grande performance no amistoso contra a Escócia, no último domingo, quando marcou os dois gols da vitória, por 2 a 0, em Londres.

Além de Real e Barcelona, outros clubes podem investir na contratação de Neymar na abertura do mercado europeu, no meio do ano. O Chelsea-ING e a Juventus-ITA são dois deles. Mas a dupla espanhola segue sendo a favorita.

ICFUT – Rato "de Muricy" aparece em treinamento do Fluminense

Fonte: ig.com.br

Animal caiu da cobertura das arquibancadas enquanto atletas faziam trabalhos no gramado das Laranjeiras

Foto: Agência O Globo

Animal foi morto por um funcionário do clube carioca

Nesta sexta-feira, enquanto os jogadores do Fluminense treinavam para a partida de sábado contra o Volta Redonda, um rato apareceu nas arquibancadas das Laranjeiras, onde os sócios podem acompanhar o trabalho do elenco. O bicho foi morto por um funcionário, que o jogou no lixo.

Quando deixou o comando do Fluminense, Muricy Ramalho não poupou críticas à estrutura do clube. E uma das reclamações era justamente sobre a presença de ratos nos vestiários da equipe.

Até o presidente Peter Siemsen concordou com Muricy e prometeu soluções. A administração do clube chegou contratar uma empresa para liquidar os roedores, mas aparentemente eles não desapareceram. O rato que apareceu no treino desta sexta, porém, não estava nos vestiários. Ele surgiu no teto e despencou para a arquibancada.

O problema com os animais parece ser recorrente no Fluminense. Na apresentação de Deco, ainda em 2010, um rato já tinha sido flagrado no local.

ICFUT – Correios lançam selo em homenagem ao Guarani

Fonte: lancenet

Bugre completa cem anos neste sábado, em meio a crise

Como parte das homenagens ao centenário do Guarani, os Correios lançam, neste sábado, um selo comemorativo dos 100 anos do clube.

O selo apresenta o distintivo do clube e, em segundo plano, uma representação do momento da conquista do título do Campeonato Brasileiro de 1978.

As vendas serão feitas pela ECT até 31 de dezembro de 2014, e os selos poderão ser adquiridos na loja virtual dos Correios: http://www.correios.com.br/correiosonline.

ICFUT – CENTENÁRIO DO GUARANI: Maiores ídolos da história bugrina

Fonte: futebolinterior

Grandes craques vestiram a camisa do Guarani ao longo dos seus 100 anos de história

Ao longo dos 100 anos de história, vários grandes jogadores vestiram a camisa do Guarani. Por isso, seria impossível listar todos aqueles que se tornaram ídolo do Bugre, sobretudo nas primeiras décadas do século XX.

A década de 70 é considerada a mais vitoriosa da história do clube, uma vez que foi nela que o Guarani conquistou o principal título de sua história, o Campeonato Brasileiro de 78. Daquele time, todos os titulares se tornaram ídolos da torcida, mas alguns deles tiveram uma maior identificação com a torcida, como Neneca, Zenon, Careca e Renato.
Zenon
Natural de Tubarão-SC, Zenon chegou ao Guarani em 1976 de forma discreta, vindo do Avaí. O ex-meia é considerado um dois maiores camisas 10 do time campineiro, e chegou a ser convocado para a seleção brasileira em 78. Zenon deixou o Guarani em 1980 para defender o Al Ahli, da Arábia Saudita, e voltou ao Bugre em 1988, depois de ter jogado no Atlético-MG, Portuguesa e Corinthians. Encerrou a carreira em 1992 no São Bento de Sorocaba.

Neneca
Hélio Miguel, o Neneca, foi fundamental para a conquista do título de 78. Foi a partir de um lançamento do ex-goleiro que Careca marcou o gol do título no segundo jogo da final, contra o Palmeiras. Além do Bugre, ele defendeu também Náutico, Londrina, Bragantino e Fluminense-BA, encerrando a carreira no Votuporanguense.

Careca
Sem dúvida o principal nome da conquista bugrina foi o atacante Careca, que na época tinha somente 17 anos. Autor de gols decisivos, inclusive nas duas partidas finais, ele foi um dos maiores camisas 9 que o futebol brasileiro já produziu. Depois de deixar o Bugre, foi para o São Paulo, onde manchou sua história no time de Campinas ao marcar o gol que deu o título brasileiro ao Tricolor em 86, na decisão contra o Guarani. Vestiu ainda as camisas de Napoli, Kashiwa Reysol-JAP e Santos, e brilhou com a seleção brasileira.

Renato
Outro que foi fundamental na conquista do título nacional foi o meia Renato. Jogador de grande habilidade e visão de jogo, formou uma parceria de sucesso com Zenon. Assim como Careca, se transferiu para o São Paulo no início da década de 80, e atuou também no Botafogo-RJ, Yokohama e Kashiwa Reysol, do Japão, Ponte Preta e Taubaté.

Neto
Maestro do time vice-campeão paulista em 1988, o talentoso meia Neto foi um dos últimos grandes meio-campistas que vestiram a camisa do Guarani. Revelado nas categorias de base do Bugre, fez um gol antológico de bicicleta em plena final de Paulistão, contra o Corinthians, onde posteriormente viria a ser ídolo. Defendeu ainda Bangu, São Paulo, Palmeiras, Santos, Atlético-MG, Matsubara, Araçatuba, Osan-SP, Paulista e Millonarios, da Colômbia.

Ricardo Rocha
Na década seguinte o Guarani manteve a boa fase e conquistou resultados expressivos, como os vice-campeonatos brasileiro em 1986 e 1987 e o vice paulista em 1988. Nessas conquistas, um dos principais destaques foi o zagueiro Ricardo Rocha. Ele chegou ao Bugre sem muito alarde em 1985, vindo do Santa Cruz. Mas com um futebol técnico e de muita qualidade, se tornou um dos principais defensores do futebol brasileiro, chegando até a Seleção. Defendeu ainda Sporting-POR, São Paulo, Real Madrid-ESP, Santos, Vasco, Fluminense, Newell´s Old Boys-ARG e Flamengo.

Amoroso
O meia-atacante Amoroso foi o último grande ídolo do Guarani, que sofre com a carência de grandes jogadores nos últimos anos. Revelado nas categorias de base do time campineiro, comandou a equipe na boa campanha no Campeonato Brasileiro de 94, onde sagrou-se artilheiro com 19 gols. Não tivesse se machucado, o Bugre poderia ter conquistado o bicampeonato nacional. Após deixar o time campineiro, atuou no Flamengo, Udinese-ITA, Verdy Kawasaki-JAP, Parma-ITA, Borussia Dortmund-ALE, Málaga-ESP, São Paulo, Milan-ITA, Grêmio e Corinthians.

Carlos Alberto Silva
O Guarani é um dos poucos clubes que tem como um dos maiores ídolos um treinador. Comandante do time no título de 78, Carlos Alberto Silva está eternizado no coração da torcida bugrina. Depois da conquista com o Bugre, tornou-se um dos treinadores de sucesso do país, e chegou até a comandar a Seleção Brasileira, entre 87 e 88. Brilhou também na Europa, onde dirigiu La Coruña-ESP e Porto-POR, e em grandes clubes brasileiros, como São Paulo, Atlético-MG, Cruzeiro, Palmeiras, Corinthians, entre outros.

Muitos outros grandes jogadores que se tornaram ídolos merecem ser lembrados: Amaral, Júlio César, João Paulo, Evair, Luizão, Djalminha, Gomes, Zé Carlos, Bozó, Capitão, Edson, Mauro, Miranda, Marco Antonio Boiadeiro, Sérgio Néri, Catatau, entre muitos outros.