ICFUT – Ídolos históricos do Flu também entrevistam Muricy

Fonte: lancenet

Ex-jogadores que marcaram época no Flu enviaram suas perguntas ao técnico tricolor

Muricy não titubeia e responde às perguntas dos ídolos do Flu (Crédito: Tom Dib)

A conquista do título brasileiro ano passado (o terceiro da história do Fluminense), colocou o nome técnico Muricy Ramalho no “hall” da fama tricolor. Para muitos torcedores, o comandante daquela campanha já pode ser considerado um ídolo.

Então, nada melhor que o novo membro dessa galeria seja inquirido pelos ex-jogadores que também estão na História do clube. Felix, goleiro que disputou a Copa do Mundo em 1966; Carlos Alberto Torres, o inesquecível capitão do Tri, que também marcou época no Tricolor, entre outros, enviaram suas perguntas ao técnico. E este não titubeou.

Confira abaixo a íntegra da entrevista:

FELIX (GOLEIRO CAMPEÃO BRASILEIRO EM 1970): Com dois dos melhores goleiros do Brasil, incluindo a grande aquisição do Diego Cavalieri, você vai quebrar a cabeça na hora de decidir. Qual deles será o titular?

MURICY RAMALHO: Ano passado começou um goleiro (Rafael), que jogou uma parte bem, caiu e depois saiu para a entrada de outro (Fernando Henrique). Ele também foi bem, mas no fim do Brasileiro se machucou e resolvi trocar. O terceiro goleiro (Ricardo Berna) foi quem fechou o campeonato. É assim que trabalho com goleiros também. A vaga está aberta. No carioca, vou mesclar, revezar para sentir como eles estão. É assim que se ganha a posição, nos treinos e nos jogos.

EDINHO (CAMPEÃO BRASILEIRO EM 1984): Como você pretende comandar o Fluminense em 2011 com o mesmo sucesso em 2010, mas ainda com a estrutura precária? Alguma melhoria já para este ano?

MR: Estamos tentando. Ano passado, a dificuldade era muito grande na questão da aparelhagem. Quando cheguei a primeira coisa que pedi foi a compra do Cybex, um aparelho muito importante na recuperação dos jogadores. Alcides foi atrás e conseguiu. O que for possível melhorar nas Laranjeiras tentaremos. Mas falta muita coisa, os aparelhos da academia estão ultrapassados. Temos de melhorar.

AÍLTON (CAMPEÃO CARIOCA EM 1970) Qual a maior dificuldade que você já encontrou ao longo de sua carreira de treinador?

MR: A maior dificuldade para o treinador é quando ele chega num clube e encontra jogadores com salários atrasados, sema alimentação. Vai na questão estrutura. A outra é no início da carreira que você tem de convencer dirigentes antigos, a imprensa. Quando você é jovem tem de provar sua capacidade, convencer, pois todos olham com muita desconfiança aqui no Brasil. Essa foi minha maior dificuldade quando comecei a carreira de técnico.

CARLOS ALBERTO TORRES (CAPITÃO DO TRI E ÍDOLO DO FLU NOS ANOS 60 E 70): Com a aposentadoria do Washington, o Fluminense tem um substituto à altura no elenco ou terá que ir às compras?

MR: Não temos substituto Washington e precisamos. Estamos olhando com carinho. Se o Fluminense perder Fred, não terá outra referência. Estamos procurando com cuidado nomes no mercado. A qualquer momento pode surgir alguma coisa.

ICFUT – Goeber não está só! Confira histórias sobre gols contra

Fonte: lancenet

Cabofriense x Botafogo – Goeber – (Foto: Gilvan de Souza)

Se engana quem pensa que o volante Goeber, da Cabofriense, foi o único a conseguir a façanha de marcar dois gols contra em uma única partida (no 5 a 0 contra o Botafogo). O LANCE!NET procurou e achou algumas histórias inusitadas sobre episódios envolvendo jogadores azarados que jogaram contra o patrimônio.

 

E tome gol contra em Madagascar: 149.

Em 31 de outubro de 2002, ocorreu uma goleada insólita: a maior do futebol. O AS Aderna, da Primeira Divisão de Madagascar, na África, goleou o L’Emurne por incríveis 149 a 0. Detalhe: o resultado foi construído graças aos gols contra marcados pelo time adversário, como forma de protesto contra erros da arbitragem. A cada reinício de partida, um gol contra, sob os olhares incrédulos dos torcedores e dos jogadores do Aderna, que acabou campeão nacional (o Emurne não foi punido).

O maior contra-artilheiro da Europa!

Stan van den Buijs não é um grande ídolo do futebol belga. Mas o zagueiro ficou conhecido pela “façanha” de marcar três gols contra, na partida em que seu time, Germinal Ekeren, foi derrotado por 3 a 2, pelo Anderlecht, em um jogo da temporada 94/95. Hoje em dia, Buijs é assistente técnico do Gent, um dos grandes da Bélgica, passando todo o seu conhecimento de futebol.

Kaladze, fogo amigo

A partida era Geórgia x Itália, em 5 de setembro de 2009, pelas Eliminatórias da Europa para a Copa da África. O defensor georgiano Kakha Kaladze roubou a cena: marcou dois gols contra e a sua seleção, jogando em casa, perdeu por 2 a 0. A proeza ganhou repercussão ainda maior pelo fato de que, na época, o jogador defendia os italianos do Milan. O resultado deixou a Itália na boa para a vaga na Copa. A Geórgia foi a lanterna do grupo. Kaladze continua no futebol da Bota. Atualmente defende o Genoa.

Na Alemanha, gols até de fora da área

No dia 12 de dezembro de 2009, no jogo contra o Borussia Mönchengladbach, pelo Alemão, o Hannover se superou. Três gols da derrota por 5 a 3 foram contra. A festa teve um ingrediente especial: todos foram feitos de fora da área. O destaque (negativo) da partida foi o zagueiro tunisino Karin Haggi, que marcou dois gols contra. O outro ficou por conta do lateral- esquerdo marfinense Djakpa. Um dia para ser esquecido pelo goleiro do Hannover, Florian Fromlowitz – substituto de Robert Enke, que cometera suicídio.

Série D-2010. Zagueiro do Santa faz dois gols contra

Não foi só Goéber que marcou dois gols contra nos últimos tempos no futebol brasileiro. Em setembro do ano passado, o zagueiro do Santa Cruz Leandro Cardoso balançou as próprias redes em duas ocasiões durante a partida contra o Guarany de
Sobral, pela Série D do Brasileiro. Mas os pernambucanos conseguiram a virada para 4 a 3.

Regulamento louco gera gol contra

Um regulamento exdrúxulo também gera gol contra inusitado. A Copa do Caribe-94 é exemplo: em caso de empate, os jogos iriam para a morte súbita e os gols no tempo extra valeriam por dois.

Em uma das semifinais, Barbados precisava vencer Granada por dois gols de diferença. Com 2 a 1 a favor, Barbados viu que não conseguiria o terceiro e, no fim, pôs o plano em prática: fez um gol contra – o de empate – para tentar vaga na prorrogação.

Granada também tentou o gol contra para perder por um de diferença e avançar. Mas os barbadianos se dividiram na defesa da própria meta e da rival. Conseguiram. Na prorrogação, Barbados marcou e foi à final com a vitória por 4 a 2.

Por Edgar Santista – diretoria santista tira clássico San-São da Vila Belmiro

Treinador do Peixe gostaria de fazer um treino no local antes da reabertura. Como não há tempo, jogo deverá ser disputado na Arena Barueri

novo gramado da Vila BelmiroNovo gramado da Vila Belmiro ainda não está pronto (Foto: Divulgação)

O clássico entre Santos e São Paulo, no próximo domingo, não será mais disputado na Vila Belmiro. O clube anunciou nesta segunda-feira que o novo gramado do estádio ainda não tem condições de receber jogos e a partida terá de ser transferida. A Arena Barueri é a primeira opção da diretoria alvinegra. O técnico Adilson Batista está preocupado com as condições do campo.

O gerente de patrimônio do Santos, Luiz Fernando Vela, explicou que Adilson gostaria de comandar um treinamento na Vila antes da reabertura para testar o novo gramado. No entanto, não há tempo hábil para isso, já que o campo só estará pronto no dia do clássico. Por isso, em acordo entre a comissão técnica e a diretoria, o estádio permanecerá fechado por mais tempo, devendo reabrir contra o Noroeste, partida deverá ser antecipada para sexta, dia 11, para que o Peixe tenha tempo de viajar à Venezuela, onde, dia 15, estreia na Taça Libertadores, contra o Deportivo Táchira.

– Conversamos e chegamos à conclusão de que é melhor transferirmos a partida para outro estádio. A Arena Barueri é a primeira opção – confirma Vela.

Após 14 anos, o gramado do estádio santista é totalmente reformado. Foram gastos R$ 150 mil, valor arrecadado com o aluguel do estádio para um show do cantor sertanejo Luan Santana. A grama antiga foi transferida para os dois campos do CT Meninos da Vila, destinado às categorias de base e ao time feminino do Santos.
 Fonte: Globoesporte.com