Por Cezar Alvarenga – Felipe é o novo goleiro do Flamengo

Fonte: UOL Esportes

Felipe, ex-goleiro do Corinthians, atualmente no Braga-POR, é o novo camisa 1 do Flamengo. Em sigilo, a diretoria do clube fechou a contratação do jogador por um ano na manhã desta sexta-feira. O goleiro é o primeiro reforço do Rubro-Negro para 2011, que tem a opção de compra dos direitos federativos do atleta. Há também uma cláusula que prevê a rescisão de contrato em caso de problemas disciplinares, prática adotada pela gestão da presidente Patricia Amorim. Os dirigentes e o técnico Vanderlei Luxemburgo seguem em constantes reuniões e novas contratações devem ser fechadas até o fim de semana.

Com o acerto, Felipe se junta ao elenco no dia 3 de janeiro para a realização da pré-temporada do clube, que será realizada em Londrina. O goleiro é a primeira contratação de peso do Flamengo para a posição desde que Bruno foi preso acusado do desaparecimento da estudante Eliza Samudio.

Aos 26 anos, Felipe chega para defender o Rubro-Negro após ser considerado ídolo pela torcida do Corinthians. Ele conquistou os títulos da Série B (2008), Campeonato Paulista (2009) e Copa do Brasil (2009). No meio do ano, teve um desentendimento com a diretoria do clube paulista e pediu para ser negociado. Um grupo de empresários, dono de 75% de seus direitos econômicos, entrou na jogada e Felipe se transferiu por empréstimo para o Braga-POR, clube no qual estava na reserva atualmente.

Um passo importante para a concretização do negócio foi dado na semana passada quando um emissário rubro-negro viajou para Portugal com o objetivo de resolver algumas pendências do clube e adiantou os entendimentos com os dirigentes portugueses.

Com a contratação de Felipe, agora o Flamengo conta com o novo reforço, além de Marcelo Lomba e Paulo Victor para a posição. Vinícius, emprestado pelo Boavista até 31 de dezembro, dificilmente continuará no clube.

Por Cezar Alvarenga – Galo anuncia contratação de Richarlyson e Magno Alves

Fonte: Uol Esportes

O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, informou na tarde desta sexta-feira, que o clube mineiro acertou a contratação do volante Richarlyson, que havia se despedido do São Paulo.O dirigente atleticano voltou a utilizar o twitter, o que fez pela terceira vez consecutiva, esta semana, para oficializar um reforço para o elenco do clube em 2011.

Segundo o dirigente, o clube atleticano acertou a compra de 50% dos direitos econômicos do volante, que assinou contrato com duração de dois anos com o Atlético. Alexandre Kalil informou ainda que Richarlyson é esperado em Belo Horizonte, na próxima terça-feira, para realizar exames médicos tradicionais.

O empresário do jogador Júlio Fressato esteve em Belo Horizonte, no começo deste mês, negociando a vinda do jogador para o Atlético. A diretoria do clube, por meio de Alexandre Kalil, descartou a negociação na ocasião, sob a alegação de que a pedida salarial de Richarlyson era extremamente elevada e fora da realidade do time atleticano, que não teria nem apresentado contraproposta.

Não é a primeira vez que o presidente Alexandre Kalil se utiliza da estratégia de descartar uma contratação, por considerá-la inviável financeiramente, para depois fazer o anúncio, via twitter. Foi assim também com o meia-atacante Diego Souza, contratado no meio deste ano, depois de seguiodas negativas por parte do dirigente.

Richarlyson teve proposta do Fluminense, por indicação do técnico Muricy Ramalho, com quem trabalhou e foi campeão no São Paulo. Porém, na última quinta-feira, a diretoria do time carioca “esfriou” a negociação dizendo que o jogador não era a prioridade.

Quando se esperava que o presidente atleticano utilizasse o twitter, a exemplo do que fez nos últimos dois dias, para confirmar a contratação do atacante Magno Alves, de 34 anos, que fez exames médicos pela manhã, na Clínica Baeta Vianna, em Belo Horizonte, houve a surpresa do anúncio de que Richarlyson defenderá o alvinegro mineiro nas duas próximas temporadas.

Richarlyson que completará 28 anos no próximo dia 27, é filho do ex-atacante Lela, campeão brasileiro pelo Coritiba em 1985, e irmão do atacante Alecsandro, do Internacional. O jogador foi revelado pelo Ituano-SP, em 1998.

Depois de se destacar no Santo André, o volante acertou a sua ida para o São Paulo. No clube paulista, o jogador, comandado por Muricy Ramalho, ganhou grande destaque e se tornou um atleta coringa. Richarlyson atuou com o técnico como zagueiro, lateral-esquerdo e também de volante.

No tricolor paulista, Richarlyson conquistou a Copa São Paulo de futebol Júnior em 2003. Pelo time profissional, o atleta conseguiu muitas conquistas, como o Mundial de clubes da Fifa, em 2005, e o tri-campeonato Brasileiro, em 2006, 2007 e 2008.

Richarlyson é o terceiro reforço anunciado, de forma oficial, pelo presidente do Atlético-MG. Os dois anteriores foram o lateral-direito Patric, que defendeu o Avaí, no último Brasileirão, e o volante Toró, cujo contrato com o Flamengo havia se encerrado em outubro passado. O atacante Magno Alves pode ser a quarta contratação atleticana, pois realizou exames médicos e teria reunião com a diretoria do clube para definir o contrato, ainda nesta sexta-feira.

Por Cezar Alvarenga – Sorteados os confrontos da segunda fase da Liga Europa

Fonte: Yahoo! Esportes

O duelo entre Sevilla e Porto será o mais atrativo da segunda fase da Europa League, segundo o sorteio realizado pela Uefa nesta sexta-feira.

Outro confronto importante terá Sevilla e Napoli.

As partidas de ida serão disputadas no dia 17 de fevereiro e as de volta uma semana depois.

— Confrontos da segunda fase da Europa League:

Nápoles (ITA) – Villarreal (ESP)

Glasgow Rangers (ESC) – Sporting de Lisboa (POR)

Sparta Praga (TCH) – Liverpool (ING)

Anderlecht (BEL) – Ajax (HOL)

Lech Poznan (POL) – Sporting de Braga (POR)

Besiktas (TUR) – Dynamo de Kiev (UCR)

FC Basilea (SUI) – Spartak de Moscou (RUS)

Young Boys Berna (SUI) – Zenit (RUS)

Aris Salônica (GRE) – Manchester City (ING)

PAOK Salônica (GRE) – CSKA Moscou (RUS)

Sevilla (ESP) – Porto (POR)

Rubin Kazán (RUS) – Twente (HOL)

Lille (FRA) – PSV Eindhoven (HOL)

Benfica (POR) – VfB Stuttgart (ALE)

BATE Borisov (BLR) – Paris SG (FRA)

Metalist Kharkov (UCR) – Bayer Leverkusen (ALE)

 

Por Cezar Alvarenga – Sorteado os confrontos das oitavas de final da Liga dos Campeões

Fonte: Yahoo! Esportes

A Uefa realizou na manhã desta sexta-feira, na sua sede, em Nyon, na Suíça, o sorteio para definir os confrontos das oitavas de final da Liga dos Campeões e da segunda fase da Liga Europa. Conduzidos por Gianni Infantino, secretário-geral da entidade, e por Giogo Marchetti, diretor de competições, os chaveamentos definiram que a final do ano passada (Internazionale de Milão x Bayern de Munique) será repetida exatamente nesta fase, assim como a de 2006 (Arsenal x Barcelona).

No ano passado, os italianos bateram os alemães por 2 a 0. E há quatro anos, o Barça despachava os Gunners com um gol histórico de Belletti no final da partida. Maior rival da equipe azul-grená, o Real Madrid pegará o responsável por sua eliminação da Liga no ano passado: os franceses do Lyon. Na história, os merengues enfrentaram os franceses seis vezes. Em todas elas, vitória do Lyon em casa e empate em Madri.

As outras equipes italianas pegaram confrontos relativamente mais fáceis em relação à Inter: a Roma encara o Shakhtar Donetsk, enquanto o Milan pega o Tottenham. Teoricamente, o clube mais sortudo foi o Chelsea, que encara a equipe mais fraca entre as 16 das oitavas: o Copenhagen, da Dinamarca.

A final da Champions será no Estádio de Wembley, templo sagrado do futebol inglês, enquanto o último confronto da Liga Europa será no Aviva Stadium, em Dublin, na Irlanda.

LIGA DOS CAMPEÕES – OITAVAS DE FINAL

Roma (Itália) x Shakhtar Donetsk (Ucrânia)
Milan (Itália) x Tottenham Hotspur (Inglaterra)
Valencia (Espanha) x Schalke 04 (Alemanha)
Internazionale de Milão (Itália) x Bayern de Munique (Alemanha)
Lyon (França) x Real Madrid (Espanha)
Arsenal (Inglaterra) x Barcelona (Espanha)
Olympique Marseille (França) x Manchester United (Inglaterra)
Copenhagen (Dinamarca) x Chelsea (Inglaterra)

Por Cleber Aguiar – Odir Cunha dá uma aula em jornalista do Lance!

Fonte:http://blogdoodir.com.br

Blog do Odir Cunha
O ombudsman do Santos FC

Indicado pelo amigo Icfutista Adolpho Péricles ( O Tubarão )

A análise de um artigo contra a unificação dos títulos brasileiros

Atendendo ao pedido de uma pessoa muito especial – pela educação, pela sabedoria e pelo caráter – e muito importante para a unificação dos títulos brasileiros, analiso e respondo o artigo publicado ontem no blog de Marcelo Damato, que se identifica como “jornalista há 22 anos”.

Em primeiro lugar, quero dizer que dá credibilidade ter 22 anos de profissão. É um tempo razoável, que incorpora ao profissional experiência e conhecimento para perceber o que é essencial nos fatos.

Digo mais: quanto mais tempo de profissão, mais esta percepção é aguçada. Eu, que em fevereiro completo 34 anos como jornalista da grande imprensa (sem contar jornais de colégio e de bairro), descubro, a cada dia, o quanto ainda há a descobrir e como devemos ter uma postura humilde diante dos fatos, principalmente daqueles que ainda não dominamos bem.

Com o título “Querem parir um monstro”, Damato abre o seu texto vociferando:

“Há atos tão graves e escandalosos que pouco importa se foram praticados por preguiça, por burrice ou por sem-vergonhice. Poucas vezes se viu um pleito tão descabido quanto esse que está para ser aceito, e, o que é pior, sob o argumento da reparação de uma injustiça. A CBF, que já fez tantas, deveria cuidar de sua história”.

Particularmente, acho que a reparação de uma injustiça é a maior motivação que pode existir para qualquer ser humano. Não entendo tanta ira contra quem está ao menos tentando agir com justiça. E se a CBF, segundo o autor, “já fez tantas” injustiças, mas está reparando uma, ora, no mínimo está se aprimorando. Ao promover a unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959, a entidade está justamente deixando a “preguiça” de lado e cuidando de sua história.

Na seqüência, copio o texto de Damato, entre aspas, e respondo em seguida, em negrito. Tire suas conclusões:

“A Taça Brasil (1959-1968) foi criada não como um confronto dos melhores times do Brasil, mas como uma disputa de campeões estaduais, exatamente como sua irmã mais nova, a Copa do Brasil, nascida em 1989. Naquela época, tirando sete ou oito Estados, no restante o futebol era semi ou completamente amador”.

Ora, a Taça Brasil reunia os campeões estaduais. Nenhuma competição congrega, obrigatoriamente, os melhores times, mas sim os que se classificam para ela. O Mazembe, do Congo, certamente não é melhor do que Barcelona, Real Madrid, Milan e tantos outros times do mundo, mas se classificou para o Mundial porque o continente africano tem uma vaga, assim como a Europa. Uma competição apenas com os melhores talvez só tivesse times da Europa e da América do Sul, mas aí não seria um Mundial.

“Nos dez anos de existência, passaram pela Taça Brasil as seguintes equipes: Rabello, Guanabara, Defelê e Cruzeiro do Sul, de Brasília (DF), América, de Propriá (SE), Perdigão, de Videira (SC), Fonseca, Eletrovapo e Manufatora, de Niterói (RJ), Paula Ramos, de Florianópolis (SC), Santa Cruz, de Estância (SE), Santo Antonio, de Vitória (ES), Metropol, de Criciúma (SC), Comercial, de Cornélio Procópio (PR), Olímpico, de Blumenau (SC), Siderúrgica, de Sabará (MG), e Rio Branco, de Campos (RJ), entre muitos outros que a maioria dos leitores certamente desconhece”.

Estes times tiveram o mérito de serem campeões de seus Estados. É importante destacar que a Taça Brasil, em seus dez anos de existência, nunca teve uma virada de mesa. Os campeões estaduais sempre garantiam a vaga, mesmo que tivessem menos prestígio do que outros de seu estado. Comercial (PR) e Siderúrgica (MG) foram campeões estaduais superando equipes de tradição como Coritiba, Cruzeiro, Atlético-MG. Conquistaram seu lugar na Taça Brasil pelo mérito esportivo, por que deveriam ser excluídas?

Por outro lado, se nomes curiosos, de times sem tradição, são motivos para anular um campeonato, então várias edições do Campeonato Nacional a partir de 1971 deveriam ser excluídas, pois atendendo aos pedidos do governo militar da época, o Nacional se inchou tanto que chegou a 96 clubes em 1979, a maior parte deles sem qualquer expressão técnica.

“Da Taça Brasil, São Paulo e Corinthians nunca participaram. Em compensação, o Metropol disputou quatro vezes, o Fonseca, três, e o Santo Antonio, duas.”

Claro! Justamente porque São Paulo e Corinthians nunca foram campeões estaduais de 1959 a 1968, época em que o futebol paulista era dominado pelo Santos de Pelé e o Palmeiras de Ademir da Guia, duas das melhores equipes que o futebol brasileiro já produziu. Da mesma forma que hoje, na Copa Libertadores da América, podemos ver os mesmos times da Bolívia ou da Venezuela e não vemos a maior parte dos times grandes brasileiros, já que no máximo cinco equipes do Brasil podem participar da competição. Da mesma forma, nem todos os grandes times da Alemanha, Itália e Inglaterra participam da Liga dos Campeões, pois é preciso conquistar a vaga antes.

“Num certo ano, Santos e Palmeiras se negaram a disputá-la e nada aconteceu.”

Este “certo ano” é 1968, última edição da Taça Brasil. A competição já estava perdendo seu lugar para o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, naquele ano organizado pela primeira vez pela CBD, e Palmeiras e Santos preferiram participar do Robertão. Se isto invalida todo o torneio, o Nacional de 1979 deveria ser invalidado, pois apenas Palmeiras e Guarani representaram o Estado de São Paulo naquela edição.

“Em termos de representatividade e dificuldade, a Taça Brasil era sem dúvida mais fraca até que o Torneio Rio-São Paulo.”

A importância do torneio não está relacionada com seu nível de “dificuldade”, mas sim com sua finalidade. Voltemos novamente ao exemplo do Mundial da Fifa para constatar que tanto a Libertadores da América como a Liga dos Campeões – e, provavelmente, até o Campeonato Brasileiro – têm um grau de dificuldade maior do que o Mundial da Fifa, no entanto o título deste último é muito mais cobiçado.

“Fica assim mais do que claro que o vencedor dessa competição não pode ser equiparado ao do Brasileiro.”

Não há como comparar competições de formatos e épocas tão diferentes. Esse é o chamado anacronismo, que o historiador deve evitar a todo custo. Como comparar a primeira Copa do Mundo com a atual, ou o primeiro Campeonato Paulista, ainda amador e jogado em campos fora das dimensões regulares, com o atual? No entanto, todas as Copas e todos os Campeonatos Paulistas têm o mesmo valor perante a história.

Aproveito para lembrar que o Genoa, campeão italiano em 1898, fez apenas dois jogos, e no mesmo dia, para chegar ao título, como em um desses festivais de várzea antes tão comuns em São Paulo. Pois este título é oficial, assim como o do ano seguinte, vencido pelo Genoa nas mesmas circunstâncias. Quem duvida deve conferir em qualquer lista de campeões italianos. É óbvio que era bem menos difícil ganhar um título nacional com apenas dois jogos, mas era o que se podia fazer à época, foi feito e está nos anais. Seria de uma tremenda injustiça comparar o título do Genoa com os atuais do Campeonato Italiano, não?

“O Torneio Roberto Gomes Pedrosa foi a primeira competição criada para reunir as maiores forças do futebol nacional. Mas em seus dois primeiros anos (1967-68) não era uma competição oficial da CBD. Quem a organizava eram as federações de São Paulo e Rio, com suporte das demais. O nome do torneio foi dado a um presidente da Federação Paulista de Futebol, morto pouco mais de uma década antes. Apenas em 1969, a CBD chamou para si a organização. Como a competição foi um sucesso, aí criou o Campeonato Nacional. Assim, do ponto de vista histórico, os únicos títulos que ainda sobrevivem a uma discussão são os do Robertão de 1969 e 1970.”

O autor se engana. Só a primeira edição do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, a de 1967, foi organizada pelas federações de São Paulo e Rio de janeiro. A partir de 1968 passou a ser de responsabilidade da CBD e ganhou também o nome de Taça de Prata. Quanto ao “ponto de vista histórico” do autor, é bem particular, já que tenta extirpar dez anos de história oficial e consagrada.

“Quando foi criado, o então Campeonato Nacional foi saudado como a primeira competição nacional digna desse nome. Quando o Atlético-MG venceu o Campeonato Nacional de 1971, foi proclamado o primeiro campeão nacional. Num país de 92 milhões de habitantes, não houve nenhum que tenha ido a público para dizer: “primeiro campeão, não!. O Atlético é o 15º campeão. Já houve dez campeões da Taça Brasil e quatro do Robertão!!”

Não é verdade. Em 1971 eu já tinha 18 anos e acompanhava o futebol com interesse e atenção. Sou testemunha de que o surgimento do Campeonato Nacional não invalidou os títulos brasileiros anteriores. Tanto é, que por muitos anos, a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa foram computados nos rankings de clubes que se fazia.

Até porque quem criou o Nacional foi a mesma CBD que criou tanto a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Uma competição representou a seqüência da outra. Quem melhor pode falar sobre isso é justamente a pessoa que criou estas três competições, o senhor João Havelange, presidente da CBD. E ele declarou, a mim, e também temos esse depoimento gravado, que a Taça Brasil e o Robertão foram criados para definir o campeão brasileiro, e que o Nacional representou o prosseguimento destas competições.

“E não foi só naquela época. Por mais de 30 anos, até o século 21, nenhum dirigente levantou a bandeira do reconhecimento dos títulos. Será que nos anos 70, 80 e 90, os presidentes desses clubes eram tão tapados que não enxergavam o óbvio ou são os atuais mandatários que agora se comportam como oportunistas? Se os dirigentes que viveram aquela época não consideravam o pleito justo, como seus sucessores, que viveram aquela época como crianças, podem ter outra visão?”

Nem uma coisa, nem outra. É preciso, repito, conhecer as circunstâncias em que o Campeonato Nacional foi criado para ter uma visão mais ampla da história do futebol brasileiro. O Nacional foi mais uma ferramenta de “integração do país” utilizada pelo governo da ditadura militar, como o Projeto Rondon e a Transamazônica. O mérito e o nível técnico acabaram ficando em segundo plano. Bastava ter um padrinho político para ter o time no Nacional. Um slogan ficou famoso: “Onde a Arena vai mal, mais um time no nacional. Onde vai bem, mais um time também”.

Esta filosofia populista tornou o Nacional o pior “campeonato brasileiro” já realizado no país, em todos os aspectos: média de público, qualidade dos jogos, prejuízo dos clubes, credibilidade… O nível técnico chegou a ser tão ruim, que dois times (Flamengo e Grêmio) chegaram ao título jogando apenas contra três times que hoje disputam a Série A do Brasileiro.

Um detalhe: Oficialmente, o nome “Campeonato Brasileiro” só foi utilizado a partir de 1989. Antes foi Campeonato Nacional, Copa Brasil, Taça de Ouro e Copa União (em 2000 foi chamado de Copa João Havelange).

“Nunca é tarde demais para se fazer justiça”. Apesar da aparência benévola e verdadeira, essa tese é completamente falsa e mesmo malévola. É um conceito consagrado do direito de quase todo país e, em especial do Brasil, que permitir se busque justiça a qualquer tempo faz mais mal do que bem à sociedade. A maior prova disso é o rito da Justiça, cheio de prazos, dos quais basta perder um para que se perca todo o processo. E a justificativa dos prazos é que Justiça lenta demais não produz justiça ainda que chegue à decisão correta.
No Brasil, após três décadas prescreve qualquer crime e qualquer direito, exceto o da aposentadoria às vítimas da ditadura militar. O atual processo foi aberto há poucas semanas, de 40 a 52 após as conquistas. E, como já foi dito, as competições aconteceram há mais de 40 anos. A grande maioria da população brasileira nem era nascida quando se jogaram essas competições. Se o princípio do “nunca é tarde…” fosse válido, os descendentes de índios já teriam se recuperado a posse de todas as terras do Brasil, o governo brasileiro estaria completamente quebrado tal o volume de indenizações que teria de pagar aos descendentes de escravos pelos males horríveis que se cometeram contra eles ao logo de mais de dois séculos. Assim, a causa não tem mérito nem oportunidade.”

Ora, a grande maioria da população brasileira nem era nascida quando quase tudo aconteceu na história do País, e nem por isso a história deixa de existir. E não há mesmo como contrariar essa jóia da sabedoria popular: Nunca é tarde demais para se fazer justiça. Não há como admitir, em hipótese alguma, que fazer justiça seja prejudicial para a sociedade.

“Os maiores perdedores dessa decisão, caso ela saia mesmo, serão o futebol brasileiro e os clubes aparentemente beneficiados por ela. Pois, de agora em diante, estarão condenados de ficar explicando como chegaram a uma decisão tão esdrúxula.”

Os maiores ganhadores dessa decisão são o futebol brasileiro, representado em seu período de maior arte, talento e esplendor, e os craques inigualáveis de uma época que dificilmente se repetirá. O que pode valer mais do que um sorriso de gratidão e felicidade de um Djalma Santos, de Pelé, Ademir da Guia, Marco Antônio, Tostão, Afonsinho…? O mundo reconhecerá a nobreza e o valor desta atitude elogiável da CBF, não tenho a menor dúvida.

Nenhum clube “ganhará” nada que já não tenha conquistado em campo – em jogos difíceis, brigados, de um tempo em que o jogador de futebol era, mais do que um profissional, um herói. E não são estes clubes e estes jogadores formidáveis que serão “condenados” a ficar explicando nada. Já deram, com sua arte, todas as respostas a quem ama o futebol. Condenados a padecer na inveja e na raiva estarão aqueles que se colocarem contra a justiça e o mérito esportivo.

“Por fim, só para provocar, por que o Santos não pediu a Taça de Bolinhas no momento em que foi anunciada? Afinal, já não era penta?”

Não posso responder pelo Santos, mas acho que nem todos os clubes estão interessados em taça de bolinhas, muito menos em rankings. O reconhecimento da história é o maior troféu que se pode pretender.

“A Taça Brasil e o Robertão merecem ser reconhecidos como são. Como torneios pioneiros, precursores de competições que vieram para ficar. Não se pode dizer que o pai e o filho são a mesma pessoa.”

Em apenas três linhas, um mar de contradições. Taça Brasil e Robertão estão realmente sendo reconhecidos como são: competições cujos vencedores eram os campeões brasileiros. Assim como foi campeão brasileiro o vencedor do Campeonato Nacional, da Taça de Ouro, da Copa Brasil (não esta atual), da Copa União, Copa João Havelange e Campeonato Brasileiro. Se desde 1971 o campeonato mudou de regulamento todos os anos, até 2004, quais as competições que vieram “para ficar”?

O pai e o filho não são a mesma pessoa, mas sem o pai não há o filho. Este é o princípio básico da evolução histórica. Um fato puxa o outro, uma situação permite outra e assim a humanidade evolui. Sem a Taça Brasil não haveria o Torneio Roberto Gomes Pedrosa/ Taça de Prata e o que veio a seguir.

Todas estas competições eram oficiais segundo a CBD, entidade que governava o futebol brasileiro, tinham regulamentos definidos, reuniram times e jogadores memoráveis, atraíram multidões aos estádios, movimentaram toda a imprensa esportiva do país (incluindo o cinema, através do Canal 100) e, acima de tudo, tinham o mesmo objetivo: definir um campeão brasileiro único, que representaria, como representou o País na Copa Libertadores da América.

Brigar contra essa realidade é uma luta sem nexo e sem causa, pois a justiça está ao lado dos primeiros e eternos campeões. Ao contrário do que pensa o autor do artigo, justiça não é um produto de supermercado que perde a validade com o tempo. Justiça é um objetivo que deve ser perseguido por toda a vida, e além dela, se possível.

Por Cleber Aguiar – Traffic cobra Palmeiras

Fonte: O Estado de São Paulo

Traffic quer reembolso de R$ 11 mi

Paulo Galdieri – O Estado de S.Paulo

A parceria que dois anos atrás foi celebrada por Palmeiras e Traffic como um novo modelo de negócios no futebol brasileiro vai mal. Repleto de dívidas, mas com a obrigação de reforçar o time para 2011, o Palmeiras não conta com a empresa especializada em marketing esportivo para ajudá-lo. E a Traffic resolveu cobrar de volta boa parte do que gastou com o clube: R$ 11 milhões.

A dívida é referente a ajudas financeiras dadas ao clube que não constavam do acordo, que prevê a contratação de atletas jovens, com potencial para serem vendidos ao exterior e darem lucro. A maior fatia desse valor remete à permanência de Pierre, que teve proposta para sair em 2009, e aos salários do técnico Vanderlei Luxemburgo.

Bom sinal. Em entrevista ao site espanhol Mundo Deportivo, o irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho, Assis, deu esperança ao torcedor palmeirense. “A oferta do Palmeiras é interessante e o Ronaldo quer voltar para o Brasil”, afirmou.

Por Cleber Aguiar – Mazembe virá fenômeno mundial !

Fonte: O Estado de São Paulo

Minérios levam Mazembe a se tornar ”fenômeno mundial”

Desconhecido no restante do mundo, time é o mais rico da África. Seu dono, Katumbi, é espécie de[br]Berlusconi do Congo

Jamil Chade – O Estado de S.Paulo

O mundo se surpreendeu nesta semana com o desempenho do TP Mazembe, da República Democrática do Congo, que acabou com o sonho do Internacional de se tornar bicampeão do mundo e tornou-se o primeiro africano a desafiar a hegemonia de europeus e sul-americanos na competição. Mas a surpresa, garantem os africanos, é apenas para o Ocidente. A classificação para a final de amanhã é a confirmação de um fenômeno conhecido na região: com um pouco de organização, dinheiro e planejamento, o futebol da África não fica devendo muito a ninguém.

O segredo do Mazembe não está em magia negra ou no futebol sem compromisso dos jogadores. Na África, o clube é hoje o mais rico do continente, financiado pelos altos preços das exportações de minérios para a China e os Estados Unidos. Com o dinheiro de recursos naturais, a direção do clube formou uma espécie de seleção africana, oferecendo salários altos e levando para a conturbada região alguns dos melhores jogadores africanos que ainda não foram descobertos pelos grandes clubes europeus.

O proprietário do time é o governador da região de Katanga, Moise Katumbi, dono das maiores mineradoras do país. Ele acumula outro título: o de homem mais rico do país. Filho de um judeu que fugia da Europa nazista e de uma congolesa, o empresário-governador-cartola é uma espécie de mistura entre Silvio Berlusconi local e Roman Abramovich.

Ao contrário de seus colegas europeus, tem uma vantagem: seu país conta com uma reserva de minérios e diamantes estimados em US$ 24 trilhões (R$ 41 trilhões), superior ao PIB dos Estados Unidos e Europa juntos. Só a província de Katumbi tem 55% de todo o cobalto do mundo.

Sete anos de paz. O país viveu uma série de atrocidades – a última foi a guerra que eclodiu em 1998 e que, até 2003, havia causado 5,3 milhões de mortes. Mas a paz relativa desde 2003 fez investidores voltarem ao país, em busca dos minerais vitais para alimentar a economia. Ainda assim, continua a ser o segundo local mais pobre do planeta. A renda média de um cidadão é de apenas US$ 342 (R$ 583) por ano, quase dez vezes menos que no Piauí.

Katumbi promete fazer tudo isso mudar. Decidiu que o futebol seria a vitrine do sucesso de sua estratégia. Anunciou para 2010 um investimento de US$ 10 milhões no time, que incluiu reformulação de estádio, centro de treinamento e, claro, contratação de jogadores. No ano da Copa na África, mostra que o continente pode, não tão longe, se tornar protagonista do futebol mundial.

Por cleber Aguiar – Mercado da Bola no Futebol Paulista !

Fonte: Futebolinterior.com.br

MERCADO PAULISTÃO: Confira TODOS reforços dos 20 clubes do Paulistão!

Na tentativa de presentear o internauta com a mais completa informação do mundo da bola, o Portal Futebol Interior criou a seção Mercado Paulistão

Enquanto grande parte dos jogadores curtem as férias e o clima de fim de ano toma conta, o mercado do futebol continua em ebulição. Na tentativa de presentear o internauta com a mais completa informação do mundo da bola, o Portal Futebol Interior criou a seção Mercado Paulistão, onde constará os reforços dos 20 clubes que disputarão o Paulistão de 2011. Mantenha-se atualizado sobre todos os times da Série A1 com EXCLUSIVIDADE.

Americana – zagueiros Vinícius (ex-Hannover-ALE) e Airton (ex-Desportivo Brasil); atacante Fumagalli (ex-Vasco)

Botafogo – goleiros Wanderson (ex-Coritiba) e Júlio César (Santo André); zagueiros Dão (ex-Spartak Trnava-ESL), Daniel Marques (ex-Atlético-GO), Dirceu (ex-Coritiba) e Augusto (ex-Ponte Preta); lateral-direito Dida (ex-Atlético-GO); lateral-esquerdo Andrezinho (ex-São Caetano), João Victor (ASA-AL); volantes Leandro Carvalho (ex-Itumbiara-GO), Rodrigo Soares (ex-Náutico), Paulinho (ex-Guarani) e Chicão (ex-Paraná); meias Marcinho (ex-Gyeongnam-COR), Assis (ex-América-RN), Moacir (ex-Ponte Preta) e Ramon (ex-Coritiba); atacantes Pablo Escobar (ex-Ponte Preta), Assisinho (ex-Icasa), Anselmo (ex-Halmstads-SUE) e André Neles (ex-Icasa)

Bragantino – zagueiro Carlinhos (ex-Pão de Açúcar); lateral-esquerdo Bruno Bertucci (ex-Corinthians); volante Flávio Paulino (ex-São Paulo)

Corinthians – zagueiro Wallace (ex-Vitória); lateral-esquerdo Marcelo Oliveira (estava emprestado ao Grêmio Prudente); volante Moradei (estava emprestado ao São Caetano); meias Morais (estava emprestado ao Bahia), Éverton Ribeiro (estava emprestado ao São Caetano) e Edno (estava emprestado ao Botafogo)

Grêmio Prudente – goleiro Leandro (ex-Grêmio Osasco); lateraL-direito Vanderson Cafu (ex-América-RN); zagueiro Nino (ex-Criciúma); lateral-esquerdo Rai (ex-União Leiria-POR); volantes Rafael (ex-Águia-PA) e Henrique (ex-Grêmio); meia Francismar (ex-Náutico); técnico Alexandre Gallo (desempregado)

Ituano – goleiro Ricardo (ex-Penapolense); zagueiros Jean Pablo (estava emprestado ao Joinville), César Gaúcho (ex-Fortaleza); laterais-esquerdo Esquerdinha (ex-Bragantino), Eder (ex-São Paulo) e Caju (ex-Corinthians); meias Clayton Domingues (ex-Vitória), Leomir (ex-São Bernardo) e Leandrinho (ex-Ponte Preta); atacantes Fernando Russi (ex-Inter de Limeira), Thiago Miracema (ex-Sampaio Corrêa), Célio Codó (ex-Sampaio Corrêa) e Malaquias (ex-Portuguesa)

Linense – goleiro Paulo Musse (ASA);lateral-direito Gabriel (ex-Marília); zagueiros Ediglê (ex-Náutico), Rocha (ex-Guarattinguetá, atual Americana), André Turatto (ex-Fortaleza) e Samuel (ex-Marília); volante Simão (ex-América-MG) e Marcos Vinícius (ex-Fortaleza); meias André (ex-Ponte Preta), Gilsinho (ex-Ituiutaba) e Éder (Bragantino); Fausto (ex-Juventude) e Pedrão (ex-São Caetano).

Mirassol – goleiro Fernando (ex-Bahia); zagueiro Danilo (Hapoel Beer Sheva-ISR); lateral-esquerdo Renato Peixe (ex-Guaratinguetá, atual Americana); volantes Jonata Escobar (ex-Ponte Preta), Magal (ex-Guaratinguetá, atual Americana), Otacílio (ex-Remo), Leandro (ex-Bahia) e Jairo (ex-São Caetano); meia Xuxa (ex-Santo André); atacantes Jaílton (ex-Paulínia), Victor Palito (ex-Primavera) e Wellington Amorim (ex-Ceará)

Mogi Mirim – goleiro João Paulo (ex-Metropolitano-SC) e Anderson (ex-América-PE); laterais-direito Niel (Treze-PB) e Maizena (ex-ASA); zagueiros Luiz Eduardo (Santa Cruz), Audálio (estava emprestado ao ASA), Tiago (ex-Icasa) e Fábio Sanches (ex-Mallorca-ESP); lateral-esquerdo João Paulo (ex-Treze-PB); volantes Fernando (Treze-PB), Leomar (ex-Bunyodkor-UZB), Bruno de Jesus (ex-Rio Verde-GO), Mário André (ex-Metropolitano-SC), Baraka (ex-Figueirense) e Audálio (ex-ASA); meias Rivaldo (ex-Bunyodkor-UZB), Paulo Isidoro (ex-Fortaleza) e Val (ex-Botafogo-PB); atacantes Denilson (ex-Bunyodkor-UZB), Ricardinho (ex-Botafogo-SP), Nando (estava emprestado ao Santo André); Geovani (estava emprestado ao Guarani), Ricardo Ost (Rio Branco-SP) e Roberto Jacaré (ex-Icasa).

Noroeste – lateral-direito Márcio Gabriel (Ipatinga); zagueiros Cris (ex-Grêmio Prudente), Matheus (ex-São Caetano), Halisson (ex-Santo André) e Da Silva (ex-Sport); lateral-esquerdo Gleidson (ex-Duque de Caxias); o volante Francis (ex-Bragantino); meias Ricardinho (Joinville-SC), Thiago Marín (ex-Náutico) e Altair (ex-Santo André); atacantes Vandinho (ex-Ceará), Bruno Gaúcho (ex-XV de Jaú) e Aleílson (ex-Bahia)

Oeste – laterais-direito Dedê (ex-Vila Nova) e Cicinho (estava emprestado ao Santo André); lateral-esquerdo Rodrigo Ítalo (ex-Aparecidense-GO); volantes Márcio Carioca (ex-ASA); meias Fernandinho (estava emprestado ao São Caetano), Fábio Tenório (ex-Tupi-MG), Roger (ex-São Caetano) e Fábio Neves (ex-América-RN); atacantes Mazinho (estava emprestado ao São Caetano), Léo Salino (ex-Nacional-MG), Wellington (ex-São Caetano) e Fábio (ex-São Caetano)

Palmeiras – Nenhum

Paulista – goleiro Cristiano (ex-Desportivo Brasil-SP); lateral-direito Da Silva (ex-Guarani); zagueiros João Paulo (sem clube) e Elia Sabiá (estava emprestado ao Atlético-PR); volantes Fernando Miguel (ex-Ipatinga) e Baiano (ex-Guarani); meia Diego Barboza (estava emprestado ao Guarani); atacante Fabiano (ex-Ipatinga)

Ponte Preta – lateral-esquerdo João Paulo (ex-Fluminense); meias Wanderley (ex-Guarany-CE) e Válber (ex-Avaí)

Portuguesa – Nenhum

Santo André – zagueiros Sidraílson (ex-Santa Cruz), Altair (ex-Vila Nova) e Sandoval (ex-Flamengo de Guarulhos); laterais-esquerdo Gilberto (ex-São Paulo) e Wesley (ex-Santos); volantes Jéferson (ex-Santos), Mário Jara (ex-Olímpia-PAR), Magno (ex-CSA-AL) e Dimas (ex-Avaí); meias Juan (ex-Santos) e Walax (ex-Vila Nova); atacante Renan Motta (ex-Santos) e Luciano Fonseca (T&T Ha Noi-Vietnã)

Santos – volante Charles (ex-Lokomotiv Moscou-RUS); meias Vitor Hugo (ex-Santa Cruz); Elano (ex-Galatasaray-TUR) e Maikon Leite (estava emprestado ao Atlético-PR)

São Bernardo – goleiros Wilson Júnior (ex- Inter Baku-Azerbaijão) e Marcelo Pitol (ex-Icasa); laterais-direito Henrique (ex-Palmeiras) e Régis (ex-Guaratinguetá); zagueiros Amarildo (ex-Brasil-RS) Cristiano (ex-Francana) e Leandro Camilo (ex-Paysandu); laterais-esquerdo Reinaldo (ex-Criciúma); volantes Willian Favoni (ex-Ponte Preta), Lucas (São Caetano) e Guto (ex-Icasa); meia Xuxa (ex-Icasa); atacante Elionar Bombinha (Çaykur Rizespor-TUR)

São Caetano – Nenhum

São Paulo – meia Marcelinho Paraíba (estava emprestado ao Sport); atacantes Henrique (estava emprestado ao Vitória) e Mazola (estava emprestado ao Guarani)

Juventus da javari anunciou o tetracampeão Viola para disputa da série A3

 

Por Edgar Santista – Atual campeão, Atlético de Madri é eliminado na fase de grupos

Sob forte neve, espanhóis apenas empatam com Bayer Leverkusen, fora de casa, e ainda veem rival Aris vencer. Jô marca no 1 a 1 entre Juventus e City



 Atlético de Madri se despediu de forma melancólica da Liga Europa. Atuais campeões, os colchoneros apenas empataram com o Bayer Leverkusen, nesta quinta-feira, por 1 a 1, fora de casa, e foram eliminados ainda na fase de grupos. Helmes e Mérida marcaram os gols do jogo. Um triunfo, no entanto, também não seria suficiente, já que o Aris Alonika derrotou o Rosenborg, por 2 a 0, na Grécia, e garantiu a segunda colocação da chave B para a fase de 16 avos. O sorteio acontecerá nesta sexta-feira, a partir das 9h (de Brasília).

Melhores no primeiro tempo, quando criaram boas oportunidades, principalmente com a dupla de ataque Agüero e Forlán, os espanhóis viram os alemães mudarem de postura no segundo tempo e abrirem o placar. Aos 23, após bola lançada do campo defensivo, Helmes aproveitou desvio de cabeça e concluiu rasteiro: 1 a 0.

O Atlético respondeu logo na sequência. O genro de Maradona recebeu na grande área, protegeu e foi desarmado. Fran Mérida apareceu e colocou com a canhota. Os colchoneros ainda ensaiaram uma pressão, mas voltaram a desperdiçar oportunidades e se sentiram a eliminação na pele após o apito final.

Jô marca, e City avança em primeiro com empate sobre Juventus


Eliminado de forma precoce, o Juventus poupou alguns jogadores para receber um Manchester City recheados de reservas no Olímpico de Turim. O destaque da partida ficou por conta do brasileiro Jô, que anotou o gol dos ingleses no empate por 1 a 1. O jovem Niccolò Giannetti abriu o placar para os donos da casa.

O resultado, somado à vitória do Lech Poznan sobre o RB Salzburg, fora de casa, na Áustria, por 1 a 0, deu o primeiro lugar do Grupo A à equipe do técnico Roberto Mancini pelo saldo de gols (ambos terminaram com 11 pontos e empataram no confronto direto). Os polonenses avançaram em segundo na chave. O volante Felipe Melo foi outro brasileiro em campo.

Jô Felipe Melo Juventus x Manchester City
Brasileiros Jô e Felipe Melo disputam a bola no empate entre times mistos de City e Juventus (Foto: Reuters)

Lille vence confronto direto com Gent e também avança

Com os brasileiros Túlio de Melo e Emerson como titulares, o Lille venceu o Gent por 3 a 0 em casa nesta quinta-feira e se juntou ao Sporting, que tinha vaga assegurada antecipadamente, como os classificados do Grupo C para a fase de 16 avos.

Precisando da vitória para não ser eliminada, a equipe francesa pressionou desde o começo e conseguiu o primeiro gol aos 30 minutos do primeiro tempo, com o meia Obraniak. Na etapa final, Frau fez o segundo aos 11 minutos, e Sow, o terceiro aos 43.

O Lille terminou a fase de grupos com oito pontos, um a mais que o adversário belga e quatro a menos que o Sporting, que perdeu por 1 a 0 para o lanterna da chave, o Levski Sófia, em confronto disputado na Bulgária. O único gol foi marcado pelo atacante Mladenov, aos 45 da etapa inicial.

Confira a sexta rodada completa:

Grupo A
Juventus/ITA 1 x 1 Manchester City/ING
RB Salzburg/AUT 0 x 1 Lech Poznan/POL

Grupo B
Aris Salonika/GRE 1 x 0 Rosenborg/NOR
Bayer Leverkusen/ALE 1 x 1 Atlético de Madri/ESP

Grupo C
Levski/BUL 1 x 0 Sporting/POR
Lille/FRA 3 x 0 Gent/BEL

Grupo D
Brugge/BEL 1 x 2 Villarreal/ESP
Dínamo Zagreb/CRO 0 x 1 PAOK/GRE

Grupo E
AZ Alkmaar/HOL 3 x 0 BATE Borisov/BLR
Dínamo Kiev/UCR 0 x 0 FC Sheriff/MOL

Grupo F
Lausanne Sports/SUI 0 x 1 Palermo/ITA
Sparta Praga/RTC 1 x 1 CSKA Moscou/RUS

Grupo G
AEK Atenas/GRE 0 x 3 Zenit/RUS
Anderlecht/BEL 2 x 0 Hajduk Split/CRO

Grupo H
Getafe/ESP 1 x 0 Young Boys/SUI
Stuttgart/ALE 5 x 1 OB Odense/DIN

Grupo I
Debrecen/HUN 2 x 0 Sampdoria/ITA
PSV Eindhoven/HOL 0 x 0 Metalist Kharkiv/UCR

Grupo J
Karpaty Lviv/UCR 1 x 1 PSG/FRA
Sevilla/ESP 2 x 2 Borussia Dortmund/ALE

Grupo K
Liverpool/ING 0 x 0 Utrecht/HOL
Napoli/ITA 1 x 0 Steaua Bucareste/ROM

Grupo L
Besiktas/TUR 2 x 0 Rapid Viena/AUT
Porto/POR 3 x 1 CSKA Sofia/ALE

Fonte: Globoesporte.com / Videos: Youtube.com