Por Cleber Aguiar – Manchester o mais valioso do mundo !

Fonte: O Estado de São Paulo

Valor do Manchester supera R$ 3 bi

Time inglês tem a marca mais valiosa do mundo, superando o Real Madrid; Corinthians ocuparia a 10ª posição, à frente da Inter

Anelso Paixão – O Estado de S.Paulo

Embora os clubes brasileiros estejam comemorando o crescimento em suas receitas e o valor cada vez maior de suas marcas, seguindo a correnteza de um País emergente, o fato é que ainda estão muito distantes dos líderes entre os clubes europeus. O Manchester United, da Inglaterra, por exemplo, vale mais de R$ 3 bilhões. O segundo colocado, o espanhol Real Madrid, supera os R$ 2 bilhões, assim como o inglês Arsenal, terceiro. O Barcelona, quarto, chega a R$ 1,7 bilhão, ainda assim R$ 1 bilhão acima do valor do líder nacional, o Corinthians. Os dados foram publicados pela revista Forbes.

De qualquer forma, um detalhe já pode deixar o futebol brasileiro orgulhoso. No ranking mundial, o Corinthians, avaliado em R$ 749,8 milhões, já estaria no top 10. Roubaria a 10.ª colocação da Internazionale de Milão, cujo valor da marca é de R$ 706 milhões. O São Paulo seria o 13.º, atrás ainda de Internazionale e do Schalke 04.

Uefa milionária. Atrelada ao sucesso dos clubes europeus está a ótima saúde financeira de sua entidade máxima, a Uefa. Em 2009, a receita da entidade foi de nada menos que 907 milhões (aproximadamente R$ 2 bilhões), sendo que 644 milhões (R$ 1,4 bilhão), 71% do total, foram distribuídos para clubes e seleções.

Ou seja, além das ótimas receitas com bilheteria e marketing, os tradicionais times do Velho Continente ainda se beneficiam dos recursos distribuídos pela Uefa.

Mercado norte-americano. Os negócios envolvendo o esporte nos EUA não só são responsáveis por 38% do total movimentado em todo o mundo, como também propagam tendências.

Entre todos os objetivos enumerados pelos patrocinadores esportivos dos EUA, os principais são a busca de fidelidade do consumidor, seguido da busca de visibilidade e fortalecimento da imagem da marca.

No Brasil, uma pesquisa realizada recentemente mostra que apenas 27% dos consumidores têm a iniciativa de comprar um produto da marca que patrocina seus clubes.

O resultado deixa claro, segundo avaliação da Crowe Horwarth RCS, que “o futuro da evolução das receitas de marketing dos clubes brasileiros passa pela intenção dos patrocinadores de investirem recursos em projetos complementares ao patrocínio em si, que gerarão retorno para as empresas e os clubes, criando um ambiente em que ambos vão ganhar”.

Estes projetos criarão ainda mais resultados em clubes que já se relacionam com seus torcedores por meio de iniciativas com o “sócio-torcedor”.

Ainda segundo avaliação da empresa de consultoria e auditoria, três macrorreceitas têm sido fundamentais para o sucesso recente do mercado esportivo no mundo e no Brasil: direitos de transmissão pela TV e novas mídias; marketing e recursos produzidos com o uso do estádio, tanto na venda de ingressos como no consumo do torcedor em bares, restaurantes e outros serviços neste espaço.

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