Por Cezar Alvarenga – Internacional dá vexame histórico e perde para o Mazembe do Congo no Mundial de Clubes

Fonte: Terra Esportes

O que era improvável, para alguns impossível, aconteceu. O Internacional perdeu para o Mazembe, do Congo, por 2 a 0 nesta terça-feira, no Estádio Mohammad Bin Zayed, em Abu Dhabi (Emirados Árabes), e viu o sonho do bicampeonato no Mundial de Clubes se transformar em um vexame histórico.

Campeão da Libertadores e favorito absoluto antes de o jogo começar, o time do técnico Celso Roth abusou de perder chances e acabou eliminado graças a gols de Mulota Kabangu, aos 7min, e Dioko Kaluyituka, aos 40min do segundo tempo.

Com o triunfo, o time do Congo, país sem qualquer tradição no mapa do futebol mundial, se torna o primeiro fora da América do Sul e da Europa a disputar a final. Será no próximo sábado, contra o vencedor do duelo entre Inter de Milão e Seongnam, da Coreia do Sul, que se enfrentam nesta quarta. Também no sábado, o clube gaúcho disputa o terceiro lugar contra o perdedor da semifinal de amanhã.

O “nervosismo de estreia” não afetou o Inter pelo menos no início do jogo. O time colorado valorizava a posse de bola e chegava com perigo. Em dois minutos de bola rolando, Rafael Sobis e Wilson Matias tiveram chances, mas erraram o alvo. Já aos 10min, a equipe de Roth por muito pouco não abriu o placar. Alecsandro tabelou com D’Alessandro e cruzou na medida para Sobis, que chutou para grande defesa do excêntrico goleiro Kidiaba.

Mais preocupado em marcar (a exemplo das quartas de final, contra o Pachuca, o time abusou de faltas), o Mazembe assustou pela primeira vez apenas aos 12min em chute de longe de Kabangu, defendido por Renan em dois tempos. Nkulukuta também deu trabalho em jogadas pelo lado direito, mas o Inter continuou com mais volume. Aos 21min, Tinga desviou cruzamento de Nei e quase marcou de cabeça.

Na parte final da primeira etapa, porém, a equipe brasileira reduziu o ritmo e, com D’Alessandro apagado, pouco criava. Do outro lado, o Mazembe mostrava um ataque inoperante e não ameaçava Renan. Desta forma, um bonito voleio de Wilson Matias que passou perto do gol de Kidiaba foi o único lance que levantou os cerca de 6 mil colorados que foram ao Mohammed Bin Zayed até o intervalo.

Para piorar a situação, a defesa vermelha começou a etapa complementar insegura. Logo no primeiro minuto, Kaluyituka girou para cima da marcação e bateu para fora. Aos 7min, Kabangu dominou livre na área e bateu com categoria no canto esquerdo do goleiro para abrir o placar.

O Inter tentou não se abater após o surpreendente tento rival. Aos 15min, Rafael Sobis pegou sobra da zaga, mas novamente parou em Kidiaba. Demonstrando muito nervosismo no banco desde o começo do jogo, Roth mexeu duas vezes, trocando Tinga por Giuliano e Alecsandro por Leandro Damião.

A equipe brasileira se lançou para o ataque. Aos 19min, D’Alessandro cruzou e Sobis cabeceou para fora. Quando o Inter acertava o alvo, Kidiaba brilhava. Aos 25min, o goleiro fez excelente defesa após chute forte de Giuliano. Os colorados mostravam ansiedade e nervosismo. Após D’Alessandro perder mais uma grande oportunidade, o time do Congo quase ampliou: Kabangu cobrou falta e Renan espalmou para escanteio.

Roth deu sua última cartada, sacando Sobis e mandando Oscar a campo aos 30min. De nada adiantou. Depois de se segurar por mais dez minutos, Kaluyituka carregou pela esquerda em contragolpe, fez a finta na entrada da área e chutou no canto para confirmar um dos maiores feitos do futebol africano e o fracasso colorado.

ICFUT – LINKS para Internacional x Mazembe

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Por Cleber Aguiar – Manchester o mais valioso do mundo !

Fonte: O Estado de São Paulo

Valor do Manchester supera R$ 3 bi

Time inglês tem a marca mais valiosa do mundo, superando o Real Madrid; Corinthians ocuparia a 10ª posição, à frente da Inter

Anelso Paixão – O Estado de S.Paulo

Embora os clubes brasileiros estejam comemorando o crescimento em suas receitas e o valor cada vez maior de suas marcas, seguindo a correnteza de um País emergente, o fato é que ainda estão muito distantes dos líderes entre os clubes europeus. O Manchester United, da Inglaterra, por exemplo, vale mais de R$ 3 bilhões. O segundo colocado, o espanhol Real Madrid, supera os R$ 2 bilhões, assim como o inglês Arsenal, terceiro. O Barcelona, quarto, chega a R$ 1,7 bilhão, ainda assim R$ 1 bilhão acima do valor do líder nacional, o Corinthians. Os dados foram publicados pela revista Forbes.

De qualquer forma, um detalhe já pode deixar o futebol brasileiro orgulhoso. No ranking mundial, o Corinthians, avaliado em R$ 749,8 milhões, já estaria no top 10. Roubaria a 10.ª colocação da Internazionale de Milão, cujo valor da marca é de R$ 706 milhões. O São Paulo seria o 13.º, atrás ainda de Internazionale e do Schalke 04.

Uefa milionária. Atrelada ao sucesso dos clubes europeus está a ótima saúde financeira de sua entidade máxima, a Uefa. Em 2009, a receita da entidade foi de nada menos que 907 milhões (aproximadamente R$ 2 bilhões), sendo que 644 milhões (R$ 1,4 bilhão), 71% do total, foram distribuídos para clubes e seleções.

Ou seja, além das ótimas receitas com bilheteria e marketing, os tradicionais times do Velho Continente ainda se beneficiam dos recursos distribuídos pela Uefa.

Mercado norte-americano. Os negócios envolvendo o esporte nos EUA não só são responsáveis por 38% do total movimentado em todo o mundo, como também propagam tendências.

Entre todos os objetivos enumerados pelos patrocinadores esportivos dos EUA, os principais são a busca de fidelidade do consumidor, seguido da busca de visibilidade e fortalecimento da imagem da marca.

No Brasil, uma pesquisa realizada recentemente mostra que apenas 27% dos consumidores têm a iniciativa de comprar um produto da marca que patrocina seus clubes.

O resultado deixa claro, segundo avaliação da Crowe Horwarth RCS, que “o futuro da evolução das receitas de marketing dos clubes brasileiros passa pela intenção dos patrocinadores de investirem recursos em projetos complementares ao patrocínio em si, que gerarão retorno para as empresas e os clubes, criando um ambiente em que ambos vão ganhar”.

Estes projetos criarão ainda mais resultados em clubes que já se relacionam com seus torcedores por meio de iniciativas com o “sócio-torcedor”.

Ainda segundo avaliação da empresa de consultoria e auditoria, três macrorreceitas têm sido fundamentais para o sucesso recente do mercado esportivo no mundo e no Brasil: direitos de transmissão pela TV e novas mídias; marketing e recursos produzidos com o uso do estádio, tanto na venda de ingressos como no consumo do torcedor em bares, restaurantes e outros serviços neste espaço.

Por Cleber Aguiar – Léo projeta 2011 com muitos títulos para o Santos.

Fonte: O Estado de São Paulo

Léo aprova ano do Santos e projeta temporada vitoriosa em 2011

Do correspondente Rodrigo Martins Santos (SP)

Com o término da temporada no futebol brasileiro, os clubes fazem um balanço de tudo o que aconteceu no ano. E, para o lateral esquerdo Léo, o desempenho do Santos em 2010 foi muito positivo, com os títulos paulista e da Copa do Brasil.

“Esse ano foi muito bom para a gente. Nós ganhamos dois títulos, que nos deram a tranquilidade necessária para jogarmos as demais competições. O nosso primeiro semestre foi acima da média”, afirmou Léo, em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Mas, apesar de satisfeito com os resultados obtidos pelo time no ano, o experiente ala santista acredita que o Peixe poderia ter brigado mais intensamente pelo título do Brasileirão, fechando assim a Tríplice Coroa na temporada.

Para Léo, o episódio que culminou com a demissão de Dorival Júnior do cargo de técnico alvinegro, dificultou a trajetória do clube no Brasileiro. “Alguns problemas internos nos atrapalharam. A equipe procurou brigar até o final do campeonato, só que pecamos em detalhes”, comentou.

Entretanto, deixando de lado os problemas do passado, o camisa 3 destacou que, a partir de agora, o pensamento já está no futuro. Isto porque, em 2011, o Santos irá jogar a Copa Libertadores da América, que será o principal objetivo da equipe na temporada.

“O mais importante é que a nossa base está sendo mantida para o ano que vem. Além disso, os reforços estão chegando. O Santos tem tudo para fazer uma grande Libertadores. 2011 promete”, encerrou Léo, entusiasmado com a oportunidade de conquistar mais títulos no próximo ano.

ICFUT – Ex de Adriano faz a galera do futebol delirar !!!

Fonte: Meia Hora Online

Babado

Ex de Adriano pega fogo na cama

Divulgação

Por: Valéria Souza
Joana Machado mexe com a cabeça da rapaziada em fotos quentes com Dani Sperle

Parece que a nova onda é posar em ensaios com temas lésbicos. E pegando carona na moda, Joana Machado e Dani Sperle, ex-noivas de Adriano Imperador e Alexandre Frota, respectivamente, fizeram fotos num clima de pegação, usando lingerie e até mesmo coleira, para o catálogo da grife de roupas sensuais Ropahrara. À coluna, as gatas afirmam que são heterossexuais. “Nunca teria relação com outra mulher. Ali, tentei entrar na personagem. Eu e Dani curtimos a ideia”, diz Joana. Dani admite que a galera pode ‘viajar’ vendo o ensaio. “Não tenho atração por mulheres, mas acho que as fantasias existem. Nas fotos, atuei. Não conhecia Joana. Isso foi o mais difícil.”

Joana Machado

Dani Sperle

ICFUT- Entrevista com Fernando Carvalho .

Fonte: O Estado de São Paulo

‘Grito o tempo todo, xingo o jogador”

FERNANDO CARVALHO, Presidente de honra e ”acima de tudo torcedor” do Inter

Giuliander Carpes – O Estado de S.Paulo

Fernando Carvalho é o caso raro de um dirigente que vira ídolo de uma torcida sem jamais ter pisado num gramado como jogador de futebol. Presidente de honra do Internacional, quase levou o clube para a Segunda Divisão do futebol brasileiro logo no seu primeiro ano de gestão (2002). Não só recuperou o time como foi o artífice da internacionalização do clube com os títulos da Taça Libertadores (2006 e 2010), Mundial de Clubes (2006), Copa Sul-Americana (2008), Recopa Sul-Americana (2007). Falou ao Estado sobre as sensações de 2006 que pode ver repetidas neste ano se o Inter ganhar mais um título, em Abu Dabi.

O senhor é respeitado pelos torcedores, algo que não é muito comum. Como vê essa situação?

No nosso ambiente, isso às vezes aflora, outras vezes não. Passei um período longo sofrendo muitas críticas. Depois do Mundial de 2006, fiquei um ano e meio fora, as coisas demoraram a se encaixar e sofri bastante. Mas realmente tenho uma excelente relação com a torcida colorada. Certamente isso é por ter convivido com o torcedor em muitos momentos vitoriosos. Sou um torcedor acima de tudo e demonstro isso. Talvez seja esse o motivo de uma identificação tão grande.

De 2006 para cá, o pior momento do clube foi quando o senhor esteve afastado. Por que saiu do clube no início de 2007?

Foi um período de muito desgaste até o título mundial de 2006. Achei que era o momento de dar espaço para novos dirigentes como o Giovanni Luigi (eleito novo presidente no início do mês), que assumiu a vice-presidência de futebol naquela época, e mesmo ao Vitorio (Piffero), que ficou como presidente. Só voltei ao clube em maio de 2008, porque o Inter estava em um momento de turbulência e havia muita rejeição ao Tite, que era o treinador certo para aquele momento. Retornei para dar o aval a essa contratação e vencermos a Copa Sul-Americana.

Estava muito emocionado quando o Inter chegou a Porto Alegre em 2006. Sentia-se com o dever cumprido?

Sim, bastante. E nosso time nunca havia vencido um título fora de casa. A única vez que eu lembro foi em Pelotas, em 1961, que foi meu primeiro título (do Campeonato Gaúcho) como torcedor. Foi uma festa maravilhosa, lembro até hoje. Fui com meu pai e meus irmãos esperar o ônibus da delegação, teve carreata, mas os títulos brasileiros foram no Beira-Rio, assim como o da Copa do Brasil de 1992 e o da Libertadores de 2006. Vi vários clubes chegando e andando em carro de bombeiros. Também queria ver o meu clube e acabei participando como um dos passageiros daquele carro de bombeiros em 2006. Foi uma grande festa com mais de 600 mil pessoas nos recebendo nas ruas. Me emociono só de lembrar. Foi o maior momento da minha vida, sem dúvida.

Não será igual se repetir o feito neste ano?

As coisas se renovam. Não sei se minha vibração quando fomos campeões da Libertadores pela primeira vez foi tanta quanto a da última conquista agora. Acho que aquela vez o sofrimento aplacou um pouco a vibração. A qualquer momento podia sair um gol e mudar a história. Desta vez foi mais tranquilo, mais comemorado.

Um dos vídeos mais vistos do Youtube pelos colorados é o da sua festa particular nas tribunas do estádio no Japão, quebrando protocolo. O senhor vai se comportar nas tribunas de Abu Dabi?

Este ano não é comigo, estou fora. Agora é com o Vitorio. Aquela vez (no Mundial de 2006 em Yokohama), aos 30 do primeiro tempo, quando o juiz deu uma falta indevida, já mandei ele longe. O presidente do Barcelona veio me cumprimentar no final do jogo e disse: “Vocês jogaram com 12.” Aí perguntei: “Como assim?” Ele disse que eu estava jogando junto ali. Eles são totalmente diferentes de nós no estádio. Eu antes de tudo sou torcedor. Não tem como eu viver um jogo tranquilo. Eu grito o tempo inteiro, xingo o jogador.

E o Gabiru (autor do gol do primeiro título mundial)? Não acha que o Inter age mal com ele?

Logo depois da festa da vitória, numa churrascaria japonesa, chamei o Gabiru e disse: “Agora vamos fazer novo contrato contigo, vamos te empalhar e pôr na frente do estádio (risos).” Essa era a proposta. O Gabiru por enquanto não quer voltar para o Inter, porque ainda quer jogar. Quando encerrar a carreira, pode ter certeza de que o Inter vai estar esperando. Vai entrar para o departamento de comunicação e correr o Rio Grande mostrando seu pé. A coisa mais fotografada será o pé do Gabiru.
QUEM É

Fernando Carvalho

Nasceu em 1º de novembro de 1952, em Porto Alegre. Assumiu a presidência do Internacional em 2002 e ficou no cargo até 2006, quando conquistou a Taça Libertadores e o Mundial. Hoje é o vice de futebol.

ICFUT – Inter joga para superar o Grêmio !

Fonte: O Estado de São Paulo

Inter ataca para superar o Grêmio

Time gaúcho enfrenta hoje o Mazembe, zebra africana, por vaga na final da competição e para seguir no sonho do bi, que deixaria seu maior rival para trás

Giuliander Carpes – O Estado de S.Paulo

Todo jogo decisivo de uma das duas principais equipes do Rio Grande do Sul, no fim das contas, para o torcedor, se transforma em Gre-Nal. O Internacional começa a jogar, a partir das 14 horas (de Brasília, com TV), um dos “clássicos” mais importantes de sua história. O adversário é o Mazembe, da República Democrática do Congo, nas semifinais do Mundial de Clubes. Mas o que o clube colorado tenta é escrever um capítulo de superioridade sobre o seu arquirrival: desempatar uma disputa particular das duas equipes no número de conquistas intercontinentais – cada uma tem uma.

O título da Taça Libertadores foi comemorado com gritos provocativos ao Grêmio, porque o Inter empatara com os rivais em títulos continentais – ambos têm dois. Agora é constatação inegável que metade do Rio Grande do Sul espera por mais uma conquista colorada, enquanto a outra nem vai precisar mudar as cores de sua paixão – azul, preto e branco – para torcer pela Internazionale de Milão, que divide o favoritismo da competição com o Inter.

O sentimento entre os colorados é de que a equipe chega mais preparada do que em 2006, quando surpreendeu o Barcelona na final do Mundial, em Yokohama, com um gol inesquecível de Adriano Gabiru – embora tenha perdido o volante Sandro e o atacante Taison em relação à equipe que conquistou a Libertadores em agosto.

“O time agora é tão forte quanto aquele (da competição continental)”, garante o técnico Celso Roth. “Se por um lado saíram jogadores, por outro alguns se afirmaram e evoluíram. Esperamos desempenhar um bom papel no Mundial, colocando em prática o ótimo trabalho que eles vêm realizando nos treinos.”

O treinador aposta basicamente em dois nomes: Rafael Sóbis, que voltou a marcar gols e se firmou na equipe, e Oscar, que chega a Abu Dabi como reserva, mas tem brilhado nos treinos e parece talhado a ter participação na equipe do Mundial e repetir o que fez Giuliano na Libertadores – o reserva entrou em todos os jogos e terminou a competição como artilheiro e melhor jogador.

A vaga de herói colorado no Mundial está aberta. Uma vitória hoje tranquiliza os torcedores e dá confiança à equipe no caminho do segundo título. Ainda mais que a Internazionale, que joga amanhã contra o Seongnam, da Coreia do Sul, chega fragilizada a Abu Dabi. Está mal no Italiano e na Copa dos Campeões, e o técnico Rafa Benítez pode perder o emprego, mesmo que conquiste o título.

De vermelho, equipe alerta para perigo do favoritismo

Foram 90 minutos de treino no palco do jogo, o Estádio Mohammed bin Zayed. Um trabalho de finalização para reconhecimento do gramado. Hoje, o time entrará todo de vermelho para sua primeira batalha no Mundial (ao contrário de 2006, quando foi campeão usando apenas o uniforme branco). Ontem, o elenco tratou de amenizar a história de que é o favorito. E todos usam o exemplo do Pachuca, que foi surpreendido nas quartas de final pelo Mazembe. “Se não tratarmos as coisas como elas devem ser tratadas, pode acontecer o que aconteceu com o Pachuca, que me parecia ser tratado como favorito”, avisou o técnico Celso Roth. “É um jogo só e tudo pode ocorrer”, alertou o treinador.

Sóbis? Tinga? Rival não conhece ninguém

Capitão do Mazembe diz não saber quem são os jogadores do Inter. Confiante, técnico promete surpresa hoje

Celso Roth conhece bem o Mazembe. O treinador do Internacional estudou como joga o adversário e tem todas as informações sobre a equipe do Congo. Mas parece que os jogadores africanos estão desligados sobre os colorados.

Kazembe Mihayo, capitão do Mazembe, afirmou ontem que ainda não conhece ninguém do Inter. O máximo que ele e seus companheiros fizeram foi assistir a alguns vídeos do rival.

“Não tenho informações sobre o oponente. Não tenho ideia de quem sejam. Me preocupo com nossos jogadores”, observou. “Mas não é preciso saber os nomes (do adversário) para se ter ideia de como eles jogam.”

Apesar disso, o Mazembe promete surpreender o Inter. Sem modéstia, o técnico Lamine N”Diaye avisou que preparou algumas jogadas especiais para sair com a vitória. “Em um jogo tudo pode acontecer. Estou preparando algumas surpresas para o Inter”, contou.

 

Por Edgar Santista – CBF deve oficializar titulos brasileiros dos campeonatos realizados até 1970, Santos e Palmeiras serão os maiores campeões do Brasil.

Entenda como eram a Taça Brasil e
o Torneio Roberto Gomes Pedrosa

Campeões das competições que antecederam o Brasileirão entre 1959 e 70 também serão reconhecidos pela CBF como campeões nacionais

Quando o Fluminense conquistou o título brasileiro no último dia 5, os torcedores do Tricolor carioca entoaram, no Engenhão, o coro de “tricampeão”. Estavam incluindo na conta a Taça de Prata de 1970. Posição que acabou se tornando uma realidade com a decisão da CBF de passar a considerar as conquistas da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa como títulos brasileiros. A informação foi publicada inicialmente no blog “Primeira Mão”.

Taça Brasil

Disputada de 1959 a 68, e com molde semelhante às primeiras Copas do Brasil, a Taça Brasil contava com a participação de um representante por estado: o campeão estadual. Nas duas primeiras edições, portanto, contou com 16 e 17 times, respectivamente. A partir de 61, o ganhador do ano anterior passou a ter vaga assegurada na edição seguinte. Assim, São Paulo teve dois representantes em 61: Palmeiras (campeão paulista de 60) e Santos (vencedor da Taça Brasil em 60), deixando a competição com 18 times.

A competição era disputa de forma regionalizada, com grupos formados pela proximidade geográfica. Os campeões paulista e carioca tinham o privilégio de entrar já em fases mais avançadas (semifinal e quartas de final). O mesmo direito era conferido ao vencedor da edição anterior.

Torneio Roberto Gomes Pedrosa / Taça de Prata

Em 1967, o até então Torneio Rio-São Paulo deixou de ser disputado para a criação do Torneio Roberto Gomes Pedrosa. O nome foi uma homenagem ao goleiro Pedrosa, do São Paulo e da seleção brasileira da Copa de 34, que morreu em 54 como presidente da Federação Paulista de Futebol. A edição pioneira reuniu 15 clubes de cinco estados: cinco times do Rio de Janeiro (Guanabara), cinco de São Paulo, dois de Minas Gerais, dois do Rio Grande do Sul e um do Paraná, sendo chamada popularmente de “Robertão”. No ano seguinte, a competição passou a se chamar de Taça de Prata e abriu espaço para o futebol nordestino, com 17 clubes e a participação de um representante da Bahia e outro de Pernambuco.

Nos quatro anos em que foi disputado, o Robertão teve o mesmo sistema de disputa. Os times eram dividos em dois grupos, mas todos se enfrentavam todos contra todos em turno único. Porém, se classificavam os dois primeiros de cada chave. Na fase final, os quatro clubes jogavam em ida e volta, sendo campeão o time que somasse mais pontos.

A competição seguiu até 70, quando foi substituído pelo primeiro Campeonato Brasileiro em 71, quando passou a ter oficialmente este nome, mas foi disputado sob o mesmo formato que o Robertão.

Veja os títulos que a CBF vai passar a contar na lista de campeões nacionais

Taça Brasil
1959 – Bahia
1960 – Palmeiras
1961 – Santos
1962 – Santos
1963 – Santos
1964 – Santos
1965 – Santos
1966 – Cruzeiro
1967 – Palmeiras
1968 – Botafogo

Torneio Roberto Gomes Pedrosa / Taça de Prata
1967 – Palmeiras
1968 – Santos
1969 – Palmeiras
1970 – Fluminense

Fonte. Blog Primeira mão/ globoesporte.com